O quiosque Momu, de 7m², em Pinheiros. (Foto: Fernanda Querne)
Saia da estação Fradique Coutinho, vire à esquerda e ande reto por dois minutos. Assim, encontrará as trouxinhas de massa leve nepalesas, conhecidas como momos - e não os confunda com os guiozas. Ao lado da hamburgueria Patties, o quiosque Momu transformou sete metros quadrados em uma experiência gastronômica ao compartilhar a diversidade do seu país.
Havia pessoas em pé, outras sentadas em volta da árvore. Esperavam que a Luz, funcionária do Momu, anunciasse seus nomes para que pudessem, finalmente, se deleitar com a variedade dos bolinhos: os recheios de carne de porco, carne bovina e shimeji, a opção vegana. A clientela aparentava ter saído direto do expediente. Os bolinhos pareciam recém-chegados do Nepal.
Momu e a hamburgueria Patties em Pinheiros (Foto: Fernanda Querne)
Em entrevista à Agemt, Luz explicou como é o procedimento ao fazer as trouxinhas: "O momu não é feito aqui nessa loja, devido às condições do espaço. É feito pelo Amar, o nosso chefe, lá na casa dele". Junto com a Anusha Ale, sua esposa, comandam o Momu graças ao Projeto Vizinho, um concurso no qual a hamburgueria Patties cederia um “puxado” da sua unidade, em Pinheiros, para um microempreendedor que não tivesse condições de investir no ramo gastronômico.
Os funcionários finalizam o preparo dos momos. (Foto: Fernanda Querne)
O casal nepalês surpreendeu o cenário gastronômico paulista com seus temperos e especiarias moldados manualmente em bolinhos. Ao finalizarem o cozimento, ali no quiosque mesmo, regam os momus com um molhinho apimentado de tomate e uma chuva fina de gergelim. Assim, um pouco da influência da região do Himalaia recai sobre a cultura de rua da América Latina, onde sempre cabe mais um tempero.
O quiosque Momu é quase como uma embaixada gastronômica do Nepal, em São Paulo. O prato típico colabora com a diversidade da culinária paulista, que abraçou os momus após viralizarem no TikTok. É uma experiência que te viaja até os Himalaias, num “puxadinho” que faz caber a cultura da maior região montanhosa do mundo numa amostra de bolinho.
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A morte é vista de maneira diferente em diversas culturas. Para os cristãos, a vida na Terra é apenas passageira, na qual o paraíso ou inferno será sua nova e eterna morada dependendo dos seus atos enquanto vivo. É comum ver inúmeras estátuas ou símbolos referentes à religião cristã em seus túmulos, como descrição de fé. O Cemitério Protestante da Consolação, zona central de São Paulo, não é diferente nesse quesito.
Veja a seguir algumas imagens de sepultamentos de um Cemitério Protestante:








Os anos passam, nova gestões vem e vão, mas o descaso e a despreocupação com a cidade de São Paulo permanece, e são evidentes. Em uma simples caminhada, ou um passeio de carro, é possível observar casas e construções claramente abandonadas e até mesmo, inacabadas, deixadas de lado por anos. Além, é claro, dos danos à paisagem urbana, existem sérios riscos de segurança, como é o caso do Edifício garagem da Rua do Carmo, localizado no centro histórico e que foi construído na década de 1960. O constante abandono e negligência das autoridades com o bem-estar da comunidade vão lentamente decretando a decadência e a morte dos nosso arredores.
A vida cotidiana é cheia de altos e baixos. Ora estamos apressados para chegar em casa, ora preferimos caminhar mais devagar conversando com amigos. Independente do momento, vida é passar por cima das adversidades e se lembrar de pequenas coisas que fazem a diferença no nosso dia, como fazer carinho num gato que encontramos na rua. As imagens a seguir são registros feitos do caminho a partir da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo até a Barra Funda e retratam o cotidiano de diversos estudantes.








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Com isso, surgirão 168 mil apartamentos com uma capacidade de abrigar mais de 600 mil pessoas! Novas vidas e novos lares!



















