Dia a dia dos trabalhadores de rua que garantem o seu sustento ao ar livre
por
Ana Clara Farias
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18/06/2024 - 12h

Todos os dias, seja em estações de trem e metrô, praças, ruas, etc, passamos pelas pessoas que estão buscando garantir seu alimento e suprimento de necessidades e desejos igual a todos os cidadãos. Esse projeto audiovisual busca aproximar as pessoas daqueles por quem passam diariamente e trazer uma visão para além de seu trabalho: suas individualidades.

 

De direita a esquerda a Avenida Paulista vira palco para manifestações
por |
18/06/2024 - 12h

A Avenida Paulista, em São Paulo, é movimentada todos os dias, tanto por automóveis quanto pessoas, mas é em dias de manifestações que o lugar brilha e ganha palco da democracia brasileira. Inaugurada em 8 de dezembro de 1891, pela iniciativa do engenheiro engenheiro Joaquim Eugênio de Lima e do dr. Clementino de Sousa e Castro (na época Presidente do conselho de intendências da cidade de São Paulo) a partir do desejo de expandir ainda mais a cidade. Ao longo da história, o local ganhou grande investimento de empresas e do poder público, que investiu em diversos centros culturais. Hoje o lugar é referência de diversificação cultural, pois existe uma grande circulação de pessoas de todos os lugares do Brasil e de São Paulo. 

Além disso, a Avenida possuí fácil acesso, contando com 2 linhas de metrô, linha 2 verde e linha 4 amarela e algumas linhas de ônibus, as ruas estreitas e a forte presença midiática também influenciam na escolha do local. A primeira manifestação ocorreu em 1992, quando a UNE ( União Nacional dos Estudante) organizou uma passeata pedindo o impeachment do então presidente Fernando Collor. Desde lá a Paulista recebe manifestantes, sindicatos, a comunidade LGBTQIAPN+ entre outros... De direita a esquerda, se tornou o local da democracia e da liberdade de expressão. 

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Deputada do psol(partido político) discursando sobre a Lei (PL) 1904/2024. Foto: Mayara Pereira 
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Vista de cima da grade para a manifestação em frente ao Masp. Foto: Mayara Pereira 
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Passeata de mulheres pedindo por seus direitos. Manifestação feminista na Avenida Paulista. Foto: Mayara Pereira 
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Passeata sobre os direitos das mulheres. Foto: Mayara Pereira 
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A deputada Sâmia Bomfim(PSOL) e uma mulher grávida que apoia a legalização do aborto seguro e gratuito. Foto: Mayara Pereira 
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Mulheres militantes vestidas da série o conto de Aia. O lema é nem presa nem morta, sobre a Lei (PL) 1904/2024. Nome:  Mayara Pereira 
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Bonecos gigantes com as figuras do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff são vistos nos protestos contra o governo na Avenida Paulista, em São Paulo. 13/03/2016. REUTERS/Nacho Doce Purchase Licensing Rights
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Manifestação contra o Partido dos Trabalhadores (PT) e pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, com concentração no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), segue pela Avenida Paulista, na tarde deste sábado (29). 29/11/2014 - Foto: DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO

 

A Vila Helio, antes conhecida como uma área residencial, agora esta reformada para todos que precisam de um lugar para ir
por
Nicole Domingos
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17/06/2024 - 12h

A Vila Helio fica localizada em Mogi das Cruzes, foi construída em 1951 por Helio Borenstein. Ali haviam 56 sobrados residenciais, na época era um ambiente muito conhecido por sua ótima localização, e por conta disso, moravam  importantes personalidades para a cidade, como juízes e políticos. Hoje em dia além de se manter como um espaço muito agradável, também é conhecido por sua história. 

Alguns anos depois, por conta da migração de muitas famílias para os bairros residenciais que eram fora do centro, algumas daquelas casas viraram lojas comerciais, dando início ao que conhecemos hoje como a Vila Hélio sendo um centro comercial. Além disso o Grupo Marbor, fundado por Marcos Borenstein, um dos filhos de Helio, construiu na região também outros dois edifícios de escritórios e um hotel.

Em 2021, a Vila reabriu sendo um espaço que além de proporcionar eventos culturais e de artesanato, conta com bares, restaurantes, lanchonetes, cafés e até livrarias. Um lugar caloroso e familiar que agrada a todos que estão dispostos a conhecer um pouco mais de Mogi das Cruzes.

 

Vila Helio em 1951, no mesmo ano em que foi construída por Helio Borenstein. Foto: retirada do site "vilahelio.com.br"
Vila Helio em 1951, no mesmo em que foi construída por Helio Borenstein. Foto: retirada do site "vilahelio.com.br"

 

 Atualmente a vila está aberta para o público aproveitar um ambiente tranquilo. Foto: Nicole Domingos
Atualmente a vila está aberta para o público aproveitar um ambiente com variações de comidas e com muita tranquilidade. Foto: Nicole Domingos​

 

Cada restaurante carrega o próprio estilo, fazendo com que a proposta da vila de agradar todo o seu público permaneça. Foto: Nicole Domingos
Cada restaurante carrega o próprio estilo, fazendo com que a proposta da vila de agradar todo o seu público permaneça. Foto: Nicole Domingos

 

Apesar dos comércios não ficarem abertos a noite toda, a vila tem uma segurança 24 horas, permanecendo bem iluminada. Foto: Nicole Domingos
Apesar dos comércios não ficarem abertos a noite toda, a vila tem uma segurança 24 horas, permanecendo bem iluminada. Foto: Nicole Domingos

 

Como a vila é um ambiente histórico em Mogi das Cruzes, acaba recebendo muitas visitas não se moradores como também de turistas. Foto: Nicole Domingos
Como a vila é um ambiente histórico em Mogi das Cruzes, acaba recebendo muitas visitas não se moradores como também de turistas. Foto: Nicole Domingos

 

Ainda que seja um espaço comercial, a vila conta com uma hotelaria para quem se apaixona pelo lugar e não quer sair tão cedo. Foto: Nicole Domingos
Ainda que seja um espaço comercial, a vila conta com uma hotelaria para quem se apaixona pelo lugar e não quer sair tão cedo. Foto: Nicole Domingos

 

As residências da época não foram derrubadas, assim como foi na época, as pessoas apenas alugavam e mantinham a história visual do lugar. Foto: Nicole Domingos
As residências da época não foram derrubadas, assim como foi na época, as pessoas apenas alugavam e mantinham a história visual do lugar. Foto: Nicole Domingos

 

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A vila também conta com suas decorações e espaços verdes, que conseguem deixar o lugar mais bonito e harmonioso por conta de suas cores. Foto: Nicole Domingos

 

Conheça a história de um dos bairros mais tradicionais da capital paulista
por
Khauan Wood
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17/06/2024 - 12h

O bairro da Liberdade é um dos mais tradicionais da cidade de São Paulo, mas você sabe como nasceu o local que leva em seu nome uma palavra tão importante para as pessoas? 

Antigamente conhecido como “Bairro da Pólvora” o bairro era habitado pela população negra por volta dos anos de 1700 e 1800, a famosa Praça da Liberdade era chamada de “Largo da Forca”, já que era lá o local em que escravizados eram levados para serem mortos em céu aberto e posteriormente levados ao Cemitério dos Aflitos, localizado na Rua da Glória.

Já no século XX, a imigração da comunidade japonesa aumentou com o avanço das duas grandes guerras. Com isso, parte da população encontrou na Liberdade, um local de refúgio, fazendo com que o bairro se tornasse a maior comunidade nipônica do mundo fora do Japão.

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Inaugurada em 2022, a estátua de Deolinda Madre, conhecida como Madrinha Eunice, busca preservar as raízes negras do bairro. Ela foi a fundadora da Lavapés Pirata Negro, mais antiga escola de samba em atividade na capital paulista, atualmente a agremiação é presidida pelo ator Ailton Graça - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil/Reprodução
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Atualmente o bairro é muito conhecido pela sua forte presença comercial e turística - Foto: Khauan Wood
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A cultura asiática continua muito presente no dia a dia local, sobretudo com a infuência da comunidade japonesa - Foto: Khauan Wood
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Muito democrático, é possível observar uma diversidade de pessoas muito grande nas ruas da Liberdade - Foto: Khauan Wood
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No meio do concreto, o Jardim Oriental, localizado na Rua Galvão Bueno, possibilita momentos de calmaria aos seus visitantes. O local é aberto para visitação gratuita todos os dias, das 10:00 às 16:00 - Foto: Khauan Wood
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Com um alto movimento de pessoas, o bairro também é famoso por sua feira gastronômica, com forte presença da culinária oriental e brasileira, como: temakis, takoyakis, pastéis, acarajés etc. - Foto: Khauan Wood
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Todo o bairro é de fácil acesso, mas aos fins de semana o mais recomendado é o transporte público. A estação Japão-Liberdade da linha 1-Azul do Metrô fica localizada na Praça da Liberdade África-Japão e é aberta todos os dias das 04:00 à 00:00 - Foto: Khauan Wood
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A Capela dos Aflitos tem sua construção documentada no ano de 1779. Sendo feita próximo ao antigo Cemitério dos Aflitos, que perdeu sua “utilidade” após a criação do Cemitério da Consolação - Foto: Moyarte/Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos/Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo/Secretaria Municipal de Planejamento/Reprodução
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Atualmente a capela é dedicada à devoção ao santo popular Francisco José das Chagas, o Chaguinhas. Nunca canonizado pela Igreja Católica mas que é cultuado por supostos milagres realizados. Narrativas populares contam que o atual nome do bairro está diretamente ligado ao episódio de sua morte - Foto: Khauan Wood

 

A Jornada Culinária de um Restaurante Mexicano que encanta paladares
por
Ana Julia Bertolaccini
Annanda Deusdará
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11/06/2024 - 12h

Habañero - Bar das Américas é um restaurante de culinária mexicana que existe há 17 anos localizado na rua Alfredo Pujol, 1765, em Santana, São Paulo. O espaço busca transportar os clientes para o país de maneira agradável e natural, através das músicas, comida e decoração. 

 

O dono era uma pessoa muito expansiva que sempre gostou da culinária latina, e por isso teve a ideia de montar um bar cubano em 2007, mas tinha receio de limitar o público, e assim, decidiu que inicialmente, o bar teria uma grande variedade de comidas típicas latinas, que incluíam a culinária de diversos países. 

 

Depois da pandemia, no entanto, a diminuição da equipe foi necessária, e a demanda do restaurante era, em sua maioria, comida mexicana. Assim, o foco do restaurante mudou, e a partir disso, a decoração rústica com cores fortes e objetos característicos se juntaram aos pratos típicos mexicanos, que incluem temperos importados diretamente do México, e tudo começou a ser pensado para que os clientes se sentissem no país.

Reportagem multimídia aborda a mudança de função que as bancas de jornal sofreram ao longo do tempo
por
Danilo Belluzzo
Manuela Mourão
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10/06/2024 - 12h
A concessão dividiu em 2021 a câmara de vereadores paulistana, o tempo mostrou que os dois lados tinhão razão
por
Rafael Luz Assis
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10/06/2024 - 12h

Concedido à iniciativa privada em 2021 pela gestão do prefeito Ricardo Nunes, o projeto do Novo Anhangabaú dividia a câmara de vereadores entre os que achavam que era importante uma modernização para atender melhor a cidade e aqueles contrários pois mudança ocasionar a perda de uns dos cartões postais verdes mais populares do município.

A proposta anterior projetada por Jorge Wilheim e Rosa Grena Kliass anos 2000, contava com muito mais arvores e parecia representar melhor uma cidade que quer ser ecológica. No plano atual o espaço para shows foi privilegiado, e o piso de concreto é destaque.

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O projeto de Jorge Wilheim e Rosa Grena Kliass nos anos 2000, nunca foi concluído, mas agradava muito urganistas ecológicos. Fonte: Arquivo/ Estadão
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O consórcio Viva o Vale administra o Vale do Anhangabaú desde 2021 quando foi cedido gestão do atual prefeito Ricardo Nunes. Autor: Rafael Luz Assis

 

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Uma das críticas dos opositores, era que o novo espaço, excluiria os skatistas, frequentadores assíduos do Anhangabaú. Eles diminuíram, mas não desapareceram. Autor: Rafael Luz Assis. Autor: Rafael Luz Assis
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Em contrapartida, o Anhangabaú parece mais democrático, outros esportes passaram a dividir o protagonismo skatista, e ver famílias que era raro, agora é rotina. Autor: Rafael Luz Assis.Autor: Rafael Luz Assis
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Atualmente acontecem mais de 300 eventos  mensais no Vale. Semanalmente são oferecidas diversas oficinas pela administradora, inclusive dança. Autor: Rafael Luz Assis

 

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Os esportes radicais ainda são seu ponto forte, inclusive com aulas semanais para quem está iniciando. Autor: Rafael Luz Assis

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Outra crítica potente era que a questão ecológica não estava presente no projeto do Vale, e agora, parece que não mesmo. O verde é completamente coadjuvante. Autor: Rafael Luz Assis
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O concreto parece ser a principal característica do lugar. Não há lama quando chove em show, mas no restante do ano… Autor: Rafael Luz Assis
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A criançada não deixa de ocupar o lugar, por enquanto não se perguntam a viabilidade ambiental. Autor: Rafael Luz Assis

 

 

A transformação que a rua Domingos de Morais, em São Paulo, sofreu ao longo dos anos.
por
LUCCA CANTARIM DOS SANTOS
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10/06/2024 - 12h

Toda cidade passa por inúmeras mudanças ao longo dos anos, onde antes haviam padarias, surgem farmácias, casas e academias abrem espaço para enormes prédios, com mercado dentro de suas estruturas. 

Até mesmo as estações de metrô são construídas onde antes havia um banco, academias e lojas de diferentes estilos, a maioria dessas transformações não aparecem com intenções negativas ou prejudiciais para a cidade, mas ainda assim é surreal ver como a cidade se transforma ao longo dos anos, quase como se tivesse vida própria.

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"​​​​Eats Merkato", centro de restaurantes, erguido onde antes havia um prédio vazio. Foto: Lucca Cantarim
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Estação de metrô "Santa Cruz" da linha lilás, antes de seus anos ininterruptos de obras, uma academia e um banco ocupavam seu espaço. Foto: Lucca Cantarim
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Hortifruti "Oba", seu espaço era ocupado por uma concessionária da Wolksvagen 13 anos atrás. Foto: Lucca Cantarim
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Rua Domingos de Morais nos anos 60, antes do surgimento dos enormes mercados e lojas. Foto: Grupo São Paulo Velhos Tempos, no Facebook.
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Completamente diferente de seus primórdios, a Faria Lima é, hoje, engolida por prédios exorbitantes.
por
Henrique Silva Rodrigues
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10/06/2024 - 12h

Abrigando diversas empresas, bancos e escritórios, a Av. Brigadeiro Faria Lima abriga uma grande quantidade de prédios com arquiteturas extravagantes.

Quem a percorre e se sente oprimido pelas grandes construções de ambos os lados não imagina que esta já foi uma região residencial e de pequenos comércios.

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Avenida Faria Lima
Autor: Max Rosenfeld / AHMWL
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Tornando-se um grande centro comercial e financeiro, adotou um veloz crescimento vertical.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
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Muitos de seus prédios passam ares de futurismo.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
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Certos prédios se destacam por arquiteturas fora do comum.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
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De vez em quando, uma quebra na monotonia.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
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Mesmo que dominada por concreto, o verde não é totalmente ausente.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
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Algumas arquiteturas mais antigas acabam destoando do resto da avenida.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
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A alameda com uma ciclo-faixa em seu centro serve de refúgio contra a opressão dos prédios imponentes.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
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Alguns trechos apresentam um aspecto harmonioso.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
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O design futurista não é exclusividade dos prédios na avenida.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
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Seu nome é uma homenagem à José Vicente de Faria Lima, prefeito da cidade de São Paulo de 1965 a 1969.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
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Vista aérea da Faria Lima em 1982 - Folhapress.

 

Os "corres" de ontem e hoje nos transportes públicos metroferroviários
por
Matheus Henrique
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10/06/2024 - 12h

É gente querendo voltar do trabalho, ir para a faculdade, sair com alguém, enfim, querendo usufruir o direito de ir e vir. E com isso, o transporte público, com essa cara caótica, se torna um protagonista na nossa rotina.

De segunda a sexta, São Paulo entra em ritmo frenético, com o horário de pico marcado pontualmente para às 17:00. Nesse momento, parece que todos os paulistanos e agregados sincronizam seus relógios e se deslocam ao mesmo tempo – e com muita pressa, é claro. Nos metrôs e trens, a lógica de Newton é refutada, pois dois corpos podem sim, ocupar o mesmo espaço. 

Mas, romantizações à parte, necessitamos de fato do transporte público para ir e vir. No entanto, esse meio de transporte representa também mais uma face do estado agredindo a camada mais carente da população. Seja impedindo os "shoppings do metrô" de realizarem suas transações, ou pela superlotação, em que o indivíduo é tratado quase como um animal selvagem, sem espaço para se locomover ou respirar que além disso, a luta por um assento se torna uma questão de sobrevivência. 

 

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Pessoas na linha 4 - amarela aguardando chegar ao seu destino, enquanto conversam, mexem no celular ou apenas ouvem música - Foto: Matheus Henrique

 

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Multidão aguardando o trem chegar, indo com destino a Jundiaí na linha 7 - Rubi - Foto: Matheus Henrique

 

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Entrega do primeiro trecho da Paulista entre Paraíso e Trianon-Masp - Foto: 50 anos – Metrô SP

 

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Multidão esperando o trem chegar, indo com destino a Jundiaí na linha 7 - Rubi - Foto: Matheus Henrique

 

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O grande protagonista para quem utiliza o metrô: conexões rápidas e rotina urbana acelerada na selva de pedra - Foto: Matheus Henrique

 

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Aglomerado de pessoas desembarcando na Estação Luz, a segunda mais movimentada da rede metro-ferroviária de São Paulo - Foto: Matheus Henrique

 

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Desembarque na linha 4 - amarela, inaugurada em 2010, com outras pessoas aguardando o próximo metrô - Foto: Matheus Henrique

 

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Inauguração da Estação Corinthians-Itaquera em 1988 - Foto: 50 anos – Metrô SP

 

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O olhar vago de quem encara o dia a dia nos transportes públicos - Foto: Matheus Henrique

 

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Inauguração da Estação Sé em 1978 - Foto: 50 anos – Metrô SP

 

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Jovem, assim como o metrô, acelerado para seguir seu caminho - Foto: Matheus Henrique