Após três anos de paralisação por conta da pandemia, a “Copa de Refugiados e Imigrantes” está de volta. Os capitães ou representantes das equipes interessadas em participar do torneio devem responder o formulário disponibilizado no site oficial da ONG Pacto pelo Direito de Migrar até o dia 17 de maio de 2022. A inscrição para o campeonato é gratuita.
O que é a “Copa dos Refugiados e Imigrantes”?
Criada em 2014 pela ONG PDMIG, o campeonato já conta com 6 edições e é atualmente apoiada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, ACNUR, Cruz Vermelha Brasileira, OIM (Organização Internacional para as Migrações) e da SJMR (Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados Brasil). Apesar do início humilde, há oito anos, em um campo improvisado no bairro do Glicério, a Copa já atinge grandes proporções. Um exemplo disso foi a última edição realizada em 2019, dividida em etapas regionais com mais de 1200 atletas e disputada em 5 estados diferentes: Recife, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, além do Distrito Federal. Na etapa de São Paulo a final ocorreu no histórico Estádio do Pacaembu.
O principal objetivo desse projeto é promover a integração dos imigrantes e refugiados por meio do futebol e das oficinas que acontecem no evento, além de gerar o protagonismo destes na sociedade brasileira.
Como irá funcionar o campeonato?
A 7ª edição terá um alcance ainda maior, sendo disputada em dois países: No Brasil, com jogos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Minas Gerais e Distrito Federal e em Buenos Aires, capital da Argentina.
A “Copa dos Refugiados e Imigrantes” terá início no mês de setembro com o seguinte formato: A primeira fase será dividida em nível local, como na edição anterior; na segunda etapa, os vencedores de cada estado disputarão o nacional e, por fim, o campeão brasileiro enfrentará o vitorioso da Copa Argentina.
A premiação é muito mais do que um troféu, como diz o presidente da ONG PDMIG, Jean Katumba, “O principal prêmio do campeão é a união, a confraternização e a celebração da nossa causa de imigração, é isso que vale. Não tem taça como a Copa do Mundo, mas tem taça da solidariedade e da conquista de nossa nova vida em um país que não é nosso”.
O evento não se baseia apenas nos jogos. Acontecerão simultaneamente feiras culturais, oficinas e a “Corrida Coração Acolhedor”.
Qual a importância de ter um evento como esse?
Para Luiz Fernando Godinho, porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), a Copa “chama a atenção primeiro para a situação das pessoas refugiadas no Brasil, para a integração deles com a cultura nacional representada por meio do futebol e é também um momento de demonstrar que as pessoas refugiadas são capazes de organizar eventos. Elas têm suas capacidades e sua interação com a comunidade onde elas vivem”.
Luiz ainda comenta sobre a importância do esporte como um todo para os refugiados e imigrantes: “Por um lado o esporte é uma maneira de retomar uma certa normalidade da vida das pessoas. É uma atividade de lazer que contribui para reduzir o estresse e para aliviar um pouco do sofrimento dessas pessoas, além de um mecanismo de socialização muito forte, tanto para pessoas refugiadas, quanto entre elas e as nacionais. No caso do Brasil, o futebol é uma tremenda ferramenta de integração”, concluiu.
Expectativa para o retorno
Após uma paralisação de três anos, os organizadores estimam que o campeonato terá 1520 atletas. Katumba se diz esperançoso com o retorno: “Depois dessa paralisação da pandemia queremos retomar tudo, para tentar sensibilizar e acabar com essa xenofobia que cada vez mais cresce dentro da sociedade”, afirmou.
O futebol, antes movido apenas pelo amor da torcida ao clube, agora é movido pela injeção do dinheiro dos cartolas em um mercado de lucro alto. A Sociedade Anônima de Futebol (SAF) é um dos exemplos de investimentos nessa área, que se tornou possível com a nova Lei do Clube-Empresa, aprovada em julho do ano passado no Congresso e depois sancionadapelo presidente Jair Bolsonaro em agosto de 2021.
A SAF permitiu a diversos clubes brasileiros, que se encontram endividados por crises internas, ir atrás de investidores que possam quitar as dívidas, inserir dinheiro em contratações e consequentemente comprar a instituição. Sendo assim, clubes de tradições no Brasil que vinham sofrendo com crises das más gestões anteriores, decidiram por seu próprio conselho deliberativo, tornarem-se uma SAF – como é o caso recente do Cruzeiro, comprado por R$400 milhões pelo ex-jogador e empresário Ronaldo Fenômeno e do Botafogo comprado por R$400 milhões pelo bilionário estadunidense John Textor.
A adesão desse acordo é mais profunda do que um patrocínio, uma vez que, o empresário passa a ter direito de controlar todas as áreas do time – com protagonismo – sem ajudar apenas no financeiro. Esses acordos entre o clube e empresários, nos trazem divergentes olhares: o olhar da torcida, de esperança ao clube que sempre depositou o amor e quer vê-lo brilhar novamente, e o olhar do investidor, no qual visa as vezes alcançar mais lucros do que títulos.
Apesar das premiações retornarem dinheiro, o foco principal dos compradores é transformar o time em uma empresa, tais quais, aquelas empresas que estamos acostumados a conhecer, com funcionários divididos em setores e a existência de um planejamento de marketing para melhorar a imagem da marca e aumentar as vendas de seus produtos.
A essência de um negócio lucrativo, ao invés de títulos, é possível analisar no clube inglês Arsenal, onde o comprador Stan Kroenke, decidiu depositar seu foco em outro clube que havia comprado na principal liga de futebol americano, adquirindo ao Arsenal um segundo plano em suas metas, o que resultou em um clube sem competitividade, apenas bem estruturado nas receitas – frustrando seus torcedores, dos quais se tornaram motivo de provocações dos rivais.
Por ser uma lei recente com menos de um ano, as SAFs causam um ar de desconfiança e geram dúvidas de como irá funcionar. Para explicar melhor os motivos dos bilionários se atraírem em investir nos clubes brasileiros e os pontos positivos e negativos desse novo modelo, conversamos com o advogado e mestrado em direito desportivo especializado na área, João Paulo Di Carlo.
Afinal, por que o Brasil atraiu os cartolas? “Acho que esse modelo é favorável aos investidores, pois, além da segurança jurídica, a chance de retorno financeiro é grande já que o Brasil é, reconhecidamente, um país exportador de talentos e com uma moeda desvalorizada. Outro ponto importante é que a dívida será paga com as receitas do próprio clube e um intervalo de tempo. Igualmente, há uma expectativa nos próximos anos, com o projeto entre clubes de uma negociação centralizada e mais igualitária dos direitos de transmissão.”, afirmou João Paulo.
Mas, mesmo com esses proveitos do investidor, João Paulo explicou que a SAF além de benefícios também tem malefícios, “A SAF possui vantagens, como: recebimento de capital para a realização de investimentos e para o pagamento de dívidas, essas quais, poderão ser parceladas e pagas com prazos suficientes para uma boa gestão. Mas, apresentam pontos negativos, nos quais em caso de resultados negativos, a entidade passará a ser regida pelas mesmas regras em vigor para outras atividades econômicas, portanto, estará sujeito a falência. Além disso, uma possível perda de identidade e falta de vínculo do investidor com o clube, sua torcida e sua história, podem representar um ponto negativo”. E o problema disso tudo é que mesmo se o torcedor não se identificar com o projeto do novo dono, não é possível pressionar uma demissão, afinal o indivíduo será o dono do próprio negócio.
Desta forma, não se pode esquecer que o objetivo do futebol é ser campeão e os times conseguem isso por conta do seu 12º jogador, a torcida. Então as decisões daqui pra frente em clubes como Cruzeiro, Botafogo e recentemente o Vasco, devem-se ser pensadas em quem conduz a equipe nas arquibancadas.
Ouve-se muito, que o tênis é um esporte de elite, automobilismo e etc... Mas a verdade é que cada vez mais, qualquer tipo de esporte, está ficando cada vez mais distante do povo brasileiro.
Praticar um esporte não é recreação, ou lazer, claro que pode ser, mas a prática real disso, é com professores, estrutura, educação e treinamentos físicos, não apenas pegar uma bola e jogar.
Quanto custa pagar uma academia, seja de futebol, basquete, tênis ou qualquer outro esporte para uma criança hoje, principalmente se falarmos em uma metrópole, como São Paulo por exemplo? Sai muito caro!
Usando o exemplo mais básico do futebol, uma escolinha, para uma criança de 3 a 17 anos, sai em média R$ 80,00 no mês, sem contar, roupas chuteiras e o risco de lesões que devem ser tratadas com médicos, já no tênis por exemplo, uma academia custa em média R$1000,00 a R$1400,00 por mês, apenas uma aula por semana de 1 hora. Em comparação aos EUA por exemplo, esportes são gratuitos nas escolas, estruturados e o jovem ainda tem a chance de ganhar uma bolsa de estudos dependendo do seu rendimento na atividade, ou seja, ajuda na saúde, bem-estar, educação, socialização e diversos outros fatores que vão influenciar futuramente a vida de uma pessoa em um aspecto positivo.
Ainda pior, até mesmo o acesso, a jogos em estádios, eventos e etc... Estão cada vez mais caros, dificultando ainda mais a integração da população no meio esportivo.
Se já está complicado para as pessoas sem algum tipo de deficiência, é possível imaginar a situação do esporte paraolímpico, para tratar desse assunto, entrevistamos Sérgio Henrique Braz de 52 anos, professor de educação física e técnico de atletismo paralímpico do comitê paralímpico brasileiro.
Ao ser questionado sobre qual o maior empecilho para uma falta de audiência do esporte paralímpico, Sérgio diz acreditar que seria a falta de conscientização da população, visto que a mesma acredita ser esporte de “coitadinhos”, o entrevistado rebate esse pensamento, afirmando que atletas paralímpicos, são verdadeiros atletas que treinam intensamente, e que todas as modalidades são bem competitivas, o entrevistado nos conta também, que o comitê paralímpico tem um atleta que percorre os 100 metros mais rápido que nossos atletas convencionais atualmente.
O profissional afirma que o esporte paralímpico é feito muitas vezes nas instituições, tornando-a elitizada apenas nas competições de altas performances, por motivos de custo dos equipamentos serem altos, como, por exemplo, cadeira de rodas para basquete, próteses para o atletismo entre outros instrumentos. No entanto, quanto à inclusão desse esporte no ambiente escolar, ele afirma não ser elitizado. Perguntado sobre como contornar essa situação, Sérgio diz que os instrumentos poderiam ser de um preço mais acessível para a população, não só os materiais que são específicos do esporte paralímpico, mas como também para pessoas convencionais, como bicicletas, raquetes de tênis, skate, entre outros, por serem muito caros, dando exemplos de bicicletas chegando a preço de um carro, dado que esses instrumentos proporcionam uma melhor qualidade de vida à população em geral.
Perguntamos ao Sérgio, se em algum momento ele se deparou com aspectos elitistas, que o impediam de ajudar algum atleta paralímpico, ele disse que algumas vezes não tiveram implementos como cadeira de rodas para atletismo, prótese para atletas amputados, dando uma característica de elitização dentro dessas modalidades.
Ao ser questionado sobre como a mídia aborda o esporte paralímpico, Sérgio diz que a mídia pode fazer um trabalho de conscientização, de educação, através da TV e da internet, e retoma o que já havia dito, que para muitos são atletas “coitadinhos”, o que é bem diferente sendo competições interessantes de se acompanhar. O entrevistado cita o rúgbi de cadeira de rodas, e indica um documentário chamado Murderball. E ao analisar a mídia, muitas vezes não envolve a questão financeira, mas o Brasil no esporte paralímpico ele é bem mais competitivo e com maior destaque no cenário mundial do que os esportes convencionais.
Ou seja, é totalmente perceptível, que o esporte de maneira geral, precisa urgentemente se tornar mais acessível a todos, pois só traz benefícios, a jovens, adultos, deficientes e idosos. Mas como se “concerta” isso? É necessário campanhas, projetos, investimentos, muita pressão populacional em cima do governo, para que possamos usufruir e desfrutar e algo que só tem a acrescentar na vida do povo brasileiro e principalmente das crianças.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) discutiu no dia 28 de fevereiro de 2022, a quebra da trégua olímpica pelos governos da Rússia e Belarus com a invasão e a guerra travada na Ucrânia. Diante das circunstâncias, diversas organizações esportivas se manifestaram promovendo um boicote às competições internacionais. Segundo Gustavo Aguiar, jornalista e criador do To Fly Volleyball, a situação é bem mais complexa, e difícil de apontar o certo: “Por um lado, a Rússia como nação tem um histórico de conflitos, invasões, agressões e desta vez Belarus apoia isso. Por outro, os atletas não têm culpa direta nisso e diversas vezes são até contrário a essas posições”. Além disso, para Guilherme Costa, jornalista do Sportv, as sanções para os atletas da Rússia em quase todas as modalidades são um certo exagero: “Diversos países invadiram vários locais nos últimos anos e não foram punidos. Mas é uma questão delicada, já que o Comitê Paralímpico Internacional (IPC) ameaçou manter os dois países nos jogos paralímpicos de inverno em fevereiro deste ano, e teve que voltar atrás na decisão”.
Diante da situação, o COI junto com o IPC de início autorizou a participação dos atletas da Rússia e Belarus nas Paralimpíadas de Inverno, mas sob uma bandeira neutra e as medalhas não seriam contabilizadas. Em uma declaração o Comitê disse evitar punir os atletas pelas decisões de seu governo. Mas declarou que o conflito cria um dilema “enquanto os atletas da Rússia e Bielorrússia poderiam continuar a participar de eventos esportivos, muitos atletas da Ucrânia estão impedidos de fazê-lo por causa do ataque”. Já na quinta-feira (3), as organizações voltaram atrás em suas decisões e anunciaram que os atletas de ambos os países foram excluídos dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Pequim devido à invasão na Ucrânia. Em um comunicado o CPI afirma: "Para preservar a integridade dos Jogos e a segurança de todos os participantes, decidimos rejeitar as participações de atletas do RPC (Comitê Paralímpico Russo) e do NPC Belarus (Comitê Nacional Paralímpico de Belarus)".
Para Costa, a maioria dos atletas não têm nada a ver com a invasão, muitos sequer moram no país “claro que a Rússia usa bastante o esporte para se promover politicamente, mas ao mesmo tempo uma bandeira que não seja da Rússia ali na representação dos atletas já mostraria ao mundo que há algo de errado por lá. Não precisaria banir todos os atletas". O anúncio reverteu a decisão feita dias antes que permitia a presença dos atletas dos dois países no evento. Como explicação da atitude o CPI justificou a decisão ao afirmar que muitos comitês de países participantes, equipes e atletas haviam ameaçado não competir caso fosse permitida a presença de russos e bielorrussos, o que “colocava em risco a viabilidade” do evento.
Sobre a punição, Aguiar diz não achar a punição injusta, mas deveria haver um critério mais transparente para esse tipo de suspensão “a Rússia não é a única potência a infringir direitos humanos de forma clara. Israel é um país que ataca civis palestinos, a situação do Afeganistão teve intervenção direta e armada dos Estados Unidos, a guerra na Síria teve participação de EUA e Rússia. Então também teria que remover esses países do âmbito olímpico neste caso.”
Na primeira semana de março, a presença de atletas medalhistas olímpicos russos com grandes influências como as irmãs Dina e Arina Averina da ginástica rítmica, Evgeny Rylov da natação, e os patinadores artísticos Victoria Sinitsina, Nikita Katsalapov, Evgenia Tarasova e Vladimir Morozovno, estiveram no Estádio Olímpico Evgeny Luzhniki, em Moscou, participando de um evento organizado pelo presidente Vladimir Putin. A intenção foi celebrar os oito anos da anexação da Crimeia e mostrar forças em relação à invasão na Ucrânia que repercutiu negativamente no mundo do esporte.
A maioria dos atletas apareceram em fotos oficiais do ato vestindo jaquetas com um “Z” no peito. A letra, que não faz parte do alfabeto russo, tornou-se simbólica com a invasão da Ucrânia pela Rússia e foi vista pintada na lateral de tanques e veículos militares, além de ser usada por políticos pró-guerra, e alguns atletas na Rússia. Em relação a esse posicionamento, Aguiar comenta que "diversos atletas e clubes foram obrigados a participar dessas manifestações de apoio a Putin. Grande parte deles depende de investimentos governamental. No vôlei, Lokomotiv, um clube da região de Kaliningrado, promoveu e utilizou a distribuição de cartazes com mensagens de apoio à guerra e a Putin." Já Costa afirma: "Acho que atletas que se manifestaram a favor da Rússia nessa invasão em eventos extra esporte ou nas redes sociais também não devem ser punidos. Mas aqueles que se manifestaram durante as competições (como o ginasta que usou o Z no peito no pódio), esses sim merecem punição ou banimento".
Durante a tarde da útima sexta-feira (1), a FIFA sorteou os grupos da Copa do Mundo. O evento ocorreu em Doha, no Catar.
O Brasil quase reproduziu o grupo da última edição. A Seleção está no grupo G, acompanhada de Suíça, Sérvia e Camarões. Os africanos tomaram o lugar da Costa Rica em comparação aos adversários da fase inicial de 2018.
Confira abaixo todos os grupos:
Os comandados de Tite chegam em alta após a dolorosa derrota para a Bélgica durante as quartas de final na Rússia. Houve uma reconstrução da equipe com números expressivos: neste ciclo, a Canarinho disputou 30 partidas oficiais e conquistou 23 vitórias, 6 empates e apenas 1 derrota, com 65 gols marcados e 9 sofridos, com cerca de 83,3% de aproveitamento. Além da conquista da Copa América de 2019, o vice em 2021 e o recorde das eliminatórias em pontos corridos - marcou 45 pontos, com uma partida ainda a ser disputada contra a Argentina, graças à intervenção da Anvisa devido ao descumprimento de exigências sanitárias. O recorde, inclusive, pertencia à própria Argentina, que durante o ciclo para a Copa de 2002 havia marcado 43 pontos.
Apesar de favorito, não é possível dizer que a classificação brasileira virá facilmente. As seleções rivais possuem boas equipes e podem surpreender.
A Sérvia ficou em 1° no seu grupo das classificatórias europeias, empurrando Portugal para a repescagem. Também possui nomes de destaque em grandes equipes, como Vlahovic (Juventus-ITA) e Tadić (Ajax-HOL). O último embate com o Brasil ocorreu na última Copa, onde sofreram uma derrota por 2 a 0.
A Suíça deu trabalho no último encontro. Durante a Copa da Rússia, arrancou um empate por 1 a 1 em jogo duro logo na estreia. Neste ciclo, eliminou a França da Eurocopa de 2020 e classificou-se em 1° no seu grupo das eliminatórias, enviando a atual campeã europeia, Itália, para a repescagem - fase em que foi eliminada. A equipe possui bons nomes, como Shaquiri (Chicago Fire-EUA), Xhaka (Arsenal-ING) e Rodríguez (Torino-ITA).
Camarões aparece como a equipe mais frágil dentre os integrantes do grupo G. Apesar disso, possui 75% de aproveitamento nas Eliminatórias africanas. Em 8 jogos, os leões conquistaram 6 vitórias e apenas 2 derrotas. O elenco ainda conta com Choupo-Moting (Bayern München-ALE) e Onana (Bordeaux-FRA) como protagonistas. Na última disputa, a Amarelinha venceu por 1 a 0 num amistoso de preparação para a Copa de 2018.
A Canarinho já sabe quando enfrentará os primeiros desafios na busca pelo hexacampeonato:
Brasil x Sérvia – 24/11, quinta-feira, às 16h.
Brasil x Suíça - 28/11, segunda-feira, às 13h.
Brasil x Camarões - 02/12, sexta-feira, às 16h.
A Seleção volta a se preparar para o Mundial na próxima data FIFA, marcada para o mês de junho.