No dia 14 de junho é celebrado O Dia Mundial do Doador Voluntário de Sangue. Através de campanhas promovidas pelo banco de sangue de todas as cidades do país, a prática vem se tornando cada vez mais comum entre as pessoas.
Doar sangue é uma forma de salvar vidas e um ato de solidariedade. Uma bolsa de sangue pode ajudar mais de 4 pessoas a permanecerem vivas e saudáveis, faça um gesto de amor ao próximo e se torne um doador!
Autor: Felipe Volpi Botter
Autor: Felipe Volpi Botter
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Os telefones estão na sociedade a alguns anos, e eles são algumas das tecnologias que mais evoluíram nos últimos anos. E por conta disso, muito modelos foram esquecidos, fazendo com que as novas gerações desconheçam os modelos mostrados aqui.
A cidade "que nunca dorme" é uma das maiores metrópoles do mundo. Apesar de carregar uma fama por sua economia e diversidade de pessoas, há lugares de São Paulo que são excluídos e não recebem a devida importância. Quando se atravessa uma rodovia alguns olhares já podem ser voltados à comunidades ou casas construídas no meio de algumas vegetações.
É extremamente difícil falar sobre vida e não citar a Natureza. Os seres humanos são ínfimos diante dela, que cria vida a cada segundo e reinicia seu ciclo sem sequer precisar de um humano para isso.
Infelizmente seus recursos estão se esgotando seguindo a rapidez de seus ciclos e não por sua causa, tudo pode sumir. A Natureza significa vida em abundância, mas não é infinita. Nada nela é criado para nos destruir, mas tudo que fazemos pode destruí-la. Ela pode nos salvar, mas temos que mudar nossa vida pelas vidas que nos fazem viver.
O Pico do Jaraguá é um dos poucos lugares na cidade de São Paulo que ainda preserva a vida da Natureza. A palavra Jaraguá vem do tupi e significa “Senhor dos Vales”. Seus morros que chegam a 1.135 metros de altitude, o tornaram um atrativo natural e único da cidade. É um pedaço da Mata Atlantica que ainda vive.
O registro é de uma viela localizada no bairro do Inocoop, na região do Campo Limpo, zona sul de São Paulo. Denominada pelos próprios moradores como “Viela 32”, o local apesar de seu estreitamento, transborda vida com as adaptações projetadas pelos residentes, que fazem o que podem com o espaço que têm. As fotografias foram feitas em março de 2023.
Visão de dentro para fora da viela. Ao lado direito encontra-se uma adega, ao esquerdo uma casa e em frente é o postinho “Alto do Umuarama” que atende os moradores da região. A foto, diferentemente das outras, é feita na horizontal para dar uma sensação de algo amplo.
Entrada da viela, onde localizam-se as escadas e corrimão que dão acesso ao conglomerado residencial. Os postes competem espaço com as construções e piches. É visto na fotografia a paisagem que muitas das janelas dessas casas evidenciam.
Identidade da viela registrada na parede com tinta cinza. Ao dar nome a viela, os moradores afirmam a identidade do local e facilitam a organização geográfica do bairro.
Um garoto com mochila caminha no meio da viela. Quem estiver atrás, não conseguirá andar lado a lado com ele, já que as dimensões do local não permitem. Quem anda por aí, pode ver o percurso de encanamentos, fios e corrimões soltos.
Visão de cima de um trajeto da viela. Um prédio residencial evidencia a diferença de moradia em menos de 30 metros de distância. É possível os olhares de cada realidade se encontrarem esforço.
Um dos únicos trajetos da viela com iluminação. São duas lâmpadas, uma mais alaranjada e outra branca mais à frente. A primeira, segundo moradores, foi instalada pelo governo dez anos atrás, a segunda, mais clara, foi improvisada pelo morador da respectiva casa .
Garoto dividindo espaço entre a viela e uma escada laranja com grades de proteção. Entre eles ainda existe um pequeno poste.
Recado deixado por morador da casa 27 em sua porta que diz: “ Sem mais visita hoje evite esculacho”
Uma pessoa olhando os arredores dentro da sua casa, que possui cor salmão, um portão de segurança e com o número 41 de identificação. O emaranhado de fios predomina na parte superior da fotografia.