Na terça-feira, 30 de abril, foi comemorado o Dia Internacional do Jazz. A data, criada pela UNESCO e celebrada pela primeira vez em 2012, foi idealizada pelo pianista e compositor Herbie Hancock, considerado um dos grandes pianistas da história do jazz, que tocou ao lado de Miles Davis e Chick Corea. Além disso, é reconhecido por suas contribuições para trilhas sonoras de filmes, como a vencedora do Oscar "Round About Midnight" (1986) e a premiada Palma de Ouro no Festival de Cannes, "Blow up" (1966).
Celebrado como uma forma de arte em constante evolução, o jazz continua a inspirar e cativar pessoas no mundo todo, refletindo as experiências e lutas dos afro-americanos e demonstrando a universalidade da música como linguagem de expressão e conexão. Essa data de comemoração tem o papel de reconhecer o gênero musical como um meio de desenvolver e aumentar os intercâmbios culturais e de educação.
Breve História do Jazz
O jazz surgiu entre 1890 e 1910 em Nova Orleans, sendo uma manifestação cultural única da cultura afro-americana, com raízes profundas no blues e nas canções de trabalho dos negros. Sendo um veículo de liberdade e expressão criativa, o estilo musical ganhou popularidade rapidamente nas primeiras décadas do século XX. Ao longo dos anos, passou por uma evolução marcada por diferentes subgêneros, como ragtime, swing, bebop e free jazz, influenciando profundamente a música mundial.
Influência do Jazz para o Brasil
O Jazz e a música brasileira têm muito em comum, apesar da distância, especialmente pela influência da música africana trazida pelos diversos povos escravizados. Essa influência gerou um novo movimento que se fortaleceu no início da década de 1960, chamado bossa nova. Composta por elementos de diferentes gêneros musicais, o samba e o jazz, o novo gênero ficou consagrado em agosto de 1958, quando chegou às lojas o compacto de João Gilberto com a música "Chega de Saudade" de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
Nas palavras de Ruy Castro, escritor e jornalista brasileiro, conhecido por suas obras sobre a música e a cultura brasileira, "o surgimento da Bossa Nova foi um momento único na história da música brasileira, uma revolução silenciosa que mudou para sempre a maneira como o mundo percebe a nossa música", conforme relatado em seu livro "Chega de Saudade: A História e as Histórias da Bossa Nova”.
Também é importante ressaltar os dois Festivais de Jazz de São Paulo, em 1978 e 1980, e do Rio Jazz Monterey Festival, no Rio de Janeiro, em 1980. Eles foram determinantes para despertar o interesse de milhares de pessoas, que passaram a dar maior atenção à nossa música instrumental. Artistas como Peter Tosh, B.B. King, Etta James, Lou Williams, Hermeto Pascoal e Dexter Gordon marcaram presença nesses eventos.
Festivais como esses ficam na lembrança, mas ainda é possível apreciar o jazz em São Paulo. Confira locais em São Paulo que tocam jazz:
JazzB Club
O JazzB, um clube de jazz e música instrumental, apresenta uma programação mensal diversificada, que vai desde tributos a Duke Ellington até “Cartoon in Jazz". O espaço oferece algumas mesas e um parklet na calçada, mas para desfrutar da música, é necessário estar dentro do estabelecimento.
Quando: Quinta 17h - 00h | Sexta - 18h - 01h | Sábado 12h - 01h | Domingo 12h - 17h
Ingressos: R$15 - R$55
Onde: Rua General Jardim, 43 - República, São Paulo
Instagram: https://www.instagram.com/jazzbclub/
Madeleine Jazz
Localizado na Vila Madalena, o bar proporciona uma atmosfera intimista e descontraída, onde os clientes podem desfrutar da extensa carta de vinhos e jazz ao vivo.
Quando: Terça - Sábado 20h - 01h
Ingressos: R$15 - R$55
Onde: Rua Aspicuelta, 201 - Vila Madalena, São Paulo
Instagram: https://www.instagram.com/bar_madeleine/
Bourbon Street Music Club
O Bourbon é um dos locais clássicos do jazz na capital paulista, já recebeu no palco nomes como B.B. King, Ray Charles e Nina Simone. Sua programação é dedicada ao jazz, mas também abrange outros estilos musicais, como blues, soul, funk e MPB, com apresentações de quinta a domingo. Além disso, a cada fim de semana, eles promovem o "Bourbon Street Jazz Café", um espaço gastronômico aberto para rua com programação gratuita.
Quando: Terça - Quarta 19:30 - 01h | Quinta 19h - 02h | Sexta 19:30 - 02:30 | Sábado 12:30 - 18h; 19h - 02:30 | Domingo 12:30 - 18h; 19h - 23:30
Ingressos: Programações gratuitas; R$75 -R$95
Onde: Rua Dos Chanés, 127 - Moema, São Paulo
Instagram: https://www.instagram.com/bourbon_street/
Miles Wine Bar Jazz
O bar presta homenagem ao renomado trompetista Miles Davis em seu nome. Com um ambiente charmoso, o estabelecimento oferece apresentações ao vivo de jazz, blues e soul, enquanto disponibiliza uma vasta variedade de vinhos.
Quando: Terça - Sábado 17h-00h | Domingo 18h - 22h30
Ingressos: R$14 - R$29
Onde: Rua Antônio de Macedo Soares, 1373 - Campo Belo, São Paulo
Instagram: https://www.instagram.com/mileswinebar/
Blue Note
Localizado dentro do Conjunto Nacional na Avenida Paulista, o Blue Note SP mantém o clima do clube original em Nova York com qualidade dos shows, a proximidade da plateia com os músicos e o ambiente intimista. Sua programação vai com programação de qualidade que vai de improvisações do jazz à interpretações da MPB, passando pelo Groove do Blues à novos artistas.
Durante a semana o “Almoço & Jazz” e aos domingos o “Brunch Music”, o espaço também se destaca na gastronomia, com um cardápio inspirado nos anos 70.
Quando: Terça - Quarta 19h - 00h | Quinta 19h - 01h | Sexta - Sábado 20h - 23:30
Ingressos: R$45 - R$450
Onde: Avenida Paulista, 2073 - Consolação, São Paulo
Instagram: https://www.instagram.com/bluenotesp/
Em 1999, o 4º filme da saga Star Wars foi lançado. Dirigido por George Lucas, "Ameaça Fantasma" conta a infância de Anakin Skywalker - um lendário Jedi que tomaria rumos diferentes daqueles esperados. Em ordem cronológica no universo, esse longa é o primeiro da sequência.
O filme terá seu relançamento, em comemoração de 25 anos, nos cinemas no dia 4 - considerado o dia mundial de Star Wars por conta da sua pronúncia em inglês May the forth (quatro de maio) que se assemelha a frase icônica "May the force be with you". As sessões serão exclusivamente no sábado (4) e domingo (5) em mais de 224 salas em diferentes cinemas de todo o Brasil.
Em 1977, Star Wars: Uma nova esperança - primeiro filme da saga a ser lançado - arrecadou a maior bilheteria da época, 775 milhões de dólares. Além disso, venceu 7 Oscars na premiação do ano seguinte.
O sucesso estrondoso da primeira trilogia - Episodios 4, 5, 6 - garantiu a continuação da saga e uma sequência de 3 filmes prequel, filmes que se passam anterior a história principal, foram lançados 16 anos após o filme ‘O Retorno de Jedi - Episódio 6’.
Atualmente a saga conta com 22 produções, 11 filmes e 11 séries. Um novo produto já possui data de lançamento, The Acolyte, série do universo expandido de Star Wars, se passa um século antes de “Ameaça Fantasma”. A estreia dos dois primeiros episódios será no dia 4 de junho exclusivamente no Disney +, após o debute, serão lançados um episódio por semana até 16 de julho.
O diretor Luca Guadagnino leva ao público o longa-metragem Challengers (Rivais, na tradução brasileira), lançado no Brasil na última quinta-feira (25). Tendo dirigido outros sucessos como “Me Chame Pelo Seu Nome” e “Até os Ossos”, Guadagnino dessa vez aborda o triângulo amoroso dos três tenistas Tashi Duncan (Zendaya), Art Donaldson (Mike Faist) e Patrick Zweig (Josh O'Connor).
Na trama, a ex-prodígio Tashi Duncan era um dos nomes mais promissores do mundo do tênis, até sofrer uma lesão ainda em seu período de ascensão, que a impediria de voltar para as quadras. Ainda quando nova, ela conhece os aspirantes a tenistas Patrick Zweig e Art Donaldson, que futuramente torna-se marido de Duncan.
Em uma história em que o passado alcança o presente, Tashi torna-se treinadora de Art, tornando-o vencedor de um Grand Slam – maior premiação do tênis –, mas após uma sequência de derrotas, a única estratégia que o casal encontra é uma partida contra Zweig, ex-amigo de Art e ex-namorado de Tashi. Envolta em polêmicas e tensões de seu passado e presente, Tashi Duncan encontra-se em meio a antigas rivalidades e um trisal dentro desse romance esportivo.
O filme vem sendo um sucesso, tanto pela crítica quanto pelo público, já tendo arrecadado 2,6 milhões de dólares mundialmente até o dia 26 de abril. Contando com um elenco de peso, Challengers é protagonizado por Mike Faist (“Amor Sublime Amor”), Josh O'Connor (“The Crown”, “Peaky Blinders”) e Zendaya (“Euphoria”, “Duna”), que também leva o título de produtora do filme.
Com performances envolventes e surpreendentes, Challengers nos faz simpatizar com personagens que possuem algumas das atitudes mais questionáveis e até mesmo torcer pelo seu sucesso. Mostrando o passado e presente de um relacionamento turbulento entre as personagens principais, a trama aborda os percalços do mundo esportivo e expande o conceito de competitividade e estratégia para fora das quadras.
Em uma trilha sonora que conta com produções originais de Atticus Ross e Trent Reznor, além de músicas de outros artistas, como é o caso de “Pecado” de Caetano Veloso, o filme nos deixa ansiosos e na ponta da cadeira aguardando as mais inesperadas decisões dos personagens, deixando o público de queixo caído com cenas inesperadas e instigantes. Dentro de quadra, tudo passa a envolver todas as intimidades vividas fora do campo pelos tenistas.
Guadagnino faz o uso do tênis como ferramenta de expressão dos sentimentos e as dinâmicas dos relacionamentos dos personagens ilustram as obsessões e os desejos e, junto da instigante trilha sonora, leva o público a perceber os diferentes olhares, etapas e situações das vidas envolvidas na história. Tudo torna-se “um jogo” e toda raquetada na bola é reflexo das ações fora de quadra onde a partida se mescla com as conversas entre as personagens.
A partir de um final um tanto quanto inconclusivo, Challengers é uma obra que aborda originalmente toda essa competição – dentro e fora das quadras, as paixões – platônicas ou não – e traz toda uma nova euforia para aqueles que, até então, não se interessavam pelo mundo do tênis.
Famoso por suas icônicas luminárias japonesas e por abrigar a maior comunidade asiática do Brasil, o bairro da Liberdade, em São Paulo, atrai cerca de 20 mil visitantes todos os fins de semana, conforme dados da APECC (Associação Paulista dos Empreendedores do Circuito das Compras). Muitos, cativados pela culinária, produtos e atmosfera oriental que permeia as ruas, desconhecem a origem negra do bairro e pouco têm acesso a essa história quando caminham sob a região próxima ao centro da cidade.
Com o avanço das redes sociais a partir dos anos 2000 e a imersão dos jovens cada vez mais intensa nesses veículos, a sociedade se adaptou a viver com o ‘online’, quase como uma vida dupla. Tudo o que está presente na realidade agora também tem sua forma virtual, principalmente após o período pandêmico.
Isso não seria diferente para a literatura, onde jovens vem cada vez mais se interessando pela escrita e vem buscando novos meios de divulgá-las. Aplicativos como ‘Wattpad’, ‘Spirit’ e ‘Archive of Our Own’ (AO3) eram utilizados, há 14 anos atrás, majoritariamente nos Estados Unidos para a escrita das famosas ‘fanfics’ - histórias fictícias criadas por fãs com o intuito de se aproximarem de seus ídolos, que se popularizaram entre jovens fãs de diversos nichos artísticos pelo mundo – mas agora, essas histórias se tornaram inspiração para filmes, séries ou até foram publicadas como livros que circulam pelo mundo afora.
Obras hoje famosas, já foram inicialmente fanfics. Como a trilogia de ‘Cinquenta Tons de Cinza’, que se tratava de uma história de ‘Crepúsculo’, ou até mesmo a própria saga Crepúsculo, que foi baseada em uma fanfic sobre o vocalista da banda de rock ‘My Chemical Romance’, Gerard Way. Outro exemplo, é a franquia de livros e filmes ‘After’. que consistia em uma fanfic do cantor inglês Harry Styles.
Em entrevista à AGEMT, a jovem Leona Nunes, 17, escritora e leitora assídua desse conteúdo diz que, ao dar início a prática de ler fanfics, conseguia se sentir, de certa forma, mais próxima e mais íntima de seus ídolos. “Ler e escrever conteúdo sobre eles exige que eu conheça no mínimo um pouco deles, ler algo que os envolve é muito mais estimulante. Uma vez que o público-alvo consome um conteúdo de pessoas que sentem afeição, tudo se torna mais envolvente e fácil de se aproveitar.”, complementa.
É comum, autores utilizarem de suas obras para, também, ressaltar e dar visibilidade a temáticas sociais, como a luta contra a homofobia, transfobia e a visibilidade a transtornos mentais e ao Espectro Autista. A fanfic ‘Senhor Coelho’, escrita pela jovem Ana, carrega uma história fictícia de romance homoafetivo que gira em torno de dois membros do grupo de K-pop Stray Kids, Han Jisung, um jovem pai solo dedicado ao seu filho doente, e Lee Minho, um médico diagnosticado com TEA (Transtorno do Espectro Autista) que busca salvar a criança. Ao longo da trama, a autora – também diagnosticada com TEA – traz como objetivo informar o público sobre o transtorno, pois, ela afirma, ser mais fácil aprender com o entretenimento.
Em entrevista à AGEMT, Ana Bittencourt, 20, a autora de ‘Senhor Coelho’, diz um pouco sobre seu processo de aceitação como pessoa no Espectro Autista, “Recebi meu diagnóstico aos 19 anos de idade, e foi algo que eu realmente não esperava. Foi doloroso, estranho, e eu neguei na primeira vez, mas no segundo profissional não consegui me convencer de que era um erro. De certa forma, tudo fez sentido, mas eu não entendia, a minha noção sobre autismo era totalmente limitada. Eu já estava escrevendo “Senhor Coelho” quando fui ao primeiro neuropsicólogo, e quando recebi a notícia, foi como abrir uma porta para uma nova descoberta.”
No final de cada capítulo da obra, a escritora faz questão de explicar os comportamentos do personagem com TEA, com base em pesquisas, conversas com profissionais e suas próprias vivências, como forma de fazer os leitores entenderem suas ações e as informar sobre o Espectro sem estereótipos e de maneira divertida. Assim como, a própria escritora disponibiliza em sua página do ‘X’ um informativo de sua fanfic, repleto de informações complementares e curiosidades sobre toda a temática por trás da história.
“Pesquisas e mais pesquisas me fizeram criar o personagem principal, Minho, no intuito de descobrir mais sobre mim. Ao escrever ele, suas peculiaridades, sua personalidade, cada detalhezinho que fazia dele alguém único, eu aceitei que não era o fim do mundo ser uma pessoa autista, que eu podia lidar com aquilo, que eu poderia me encaixar de verdade. O Minho é um personagem que foi muito machucado por ser quem é, mas busca melhorar a cada dia, assim como a maioria de nós, adultos autistas”, completa a jovem autora.
🫧 Conhecendo mais sobre Senhor Coelho, fanfic minsung com protagonista autista que te ensina de forma sútil sobre o espectro e suas características menos exploradas 🐰✨ pic.twitter.com/8rKVMPBXIC
— peki 🫧 (@peekibumie) April 2, 2024
Abordar essas temáticas nas fanfics fortalece a luta pela visibilidade das problemáticas sociais e, de forma marcante, apoia as pessoas a se expressarem e não terem vergonha de quem são. Ana diz ainda: “O autismo adulto ainda é um assunto que, infelizmente, carrega muita desinformação e estereótipos na mídia no geral, e quase ninguém se preza a tirar cinco ou dez minutos de seu tempo para pesquisar em sites e livros que tratam o assunto. Juntando um tópico de interesse (K-pop), um tema muito procurado (romance) e uma pauta pouco falada (TEA adulto), uma forma diferente de informar e visibilizar é criada e disponibilizada para todos, sendo muito mais fácil de compreender e estimular a curiosidade.”
Ainda assim, existe um certo preconceito de alguns em relação à produção de fanfics e, também, descaso do público com o trabalho dos autores do gênero . Quando questionada sobre já ter sofrido algum desrespeito por ser uma escritora independente de um conteúdo muito específico, Ana afirma que sente que se falasse que escreve um livro seria muito mais levada a sério: “Sinto que, se eu falasse que escrevo um livro, mas não citasse a plataforma, levariam mais a sério e não teriam aquele típico olhar de ‘ah, então não é importante’ que nós, escritores, recebemos quando descobrem que o nosso meio é independente.”
Os jovens escritores também utilizam o‘X’ (antigo ‘Twitter’) como plataforma para suas obras, nesse espaço as fanfics são conhecidas como ‘AU’, do inglês ‘Alternative Universe’. As AUs consistem em posts em sequência com a própria escrita narrada ou em uma sequência de ‘prints’ de mensagens e narrativas que completam a história - como um meio de economizar espaço, pois a plataforma disponibiliza um limite de 4 imagens por postagem.
A jovem Flavia (@tolovchan no X), 25, formada em Psicologia e autora da au ‘Somos de Mentira’, diz em entrevista à AGEMT sua visão sobre a inserção das fanfics e au’s no mundo literário “Acredito que sempre tenha feito parte da literatura, mas agora estamos nomeando e categorizando. Tenho certeza de que essa foi a entrada para a leitura/escrita de muitas pessoas. Mas é claro que, além de tudo, agora também existe uma visibilidade maior por conta da internet. O mais bacana nisso é a possibilidade que as pessoas estão encontrando na publicação independente e, sem dúvida, a facilidade que as redes sociais dão ao público para acessar a escrita dessas pessoas.” completa.
Atualmente existem AU’s no ‘X’ com mais de um milhão de visualizações, como é o caso de ‘Somos de Mentira’,que retrata uma história fictícia entre Jisung e Minho, dois membros de um grupo sul-coreano de K-pop, chamado Stray Kids. Mesmo ainda não concluída, a obra assegura mais de 6.000 curtidas e 2.000 repostagens, trazendo um incentivo positivo à popularização de fanfics e, também, estimulando a escrita e leitura dos jovens e adolescentes imersos nessa cultura.
minsung au | somos de mentira
— lav (@tolovchan) September 29, 2023
após um jantar fracassado com o ex, jisung manda uma mensagem para o motorista do uber implorando para que ele saia do carro e finja ser seu novo namorado
mas quem aparece é minho, o melhor amigo idiota do seu ex e com quem nunca se deu bem pic.twitter.com/l8MplnYn8u
As fanfics online facilitam de maneira significativa o acesso à literatura. Em um mundo tão imerso nesse meio virtual é importante que haja mecanismos para que o hábito da leitura, e escrita, não se percam. “É uma forma das pessoas acessarem a leitura de forma muito fácil e muito frequente, e tudo isso acontecer pelo celular/computador de certa forma ajuda a inserir a leitura na vida das pessoas sem que elas necessariamente precisem buscar por isso. É um bom estímulo inicial na minha perspectiva, muitas pessoas criam o hábito a partir disso.” finaliza Flavia.