O Festival de Cinema de Veneza, que ocorreu no último domingo (1), foi palco da exibição do filme brasileiro “Ainda Estou Aqui”, trama adaptada do livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva. O longa-metragem, que estreou com 90% de aprovação no site especializado em crítica de cinema Rotten Tomatoes, venceu o prêmio de “Melhor Roteiro” e foi ovacionado por 10 minutos ao final da sessão.
Esse é o primeiro filme original Globoplay e conta com a atuação de grandes artistas do cinema nacional,como Fernanda Torres, Fernanda Montenegro e Selton Mello. A direção é de Walter Salles - conhecido por obras importantes como Central do Brasil (1998) e Cidade de Deus (2002) - e o roteiro de Murilo Hauser e Heitor Lorega.
Ambientado no Rio de Janeiro no início dos anos 1970, o enredo traz uma narrativa profunda e comovente sobre a mãe do autor, Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Torres em sua juventude e por Fernanda Montenegro na fase madura. Durante anos, ela lutou pela verdade sobre o paradeiro de seu marido, o ex-deputado Rubens Paiva, vítima da repressão da ditadura militar.
A trama se passa quando Rubens, engenheiro civil, político e defensor da democracia, foi preso e, em seguida, desapareceu, após ser torturado por agentes do regime militar brasileiro.
Assim, Eunice inicia a busca incansável para descobrir o que aconteceu com o seu marido. Em 2014, mais de 40 anos depois, a Comissão Nacional da Verdade finalmente confirmou que Rubens foi assassinado sob tortura em janeiro de 1971.
A produção explora a resistência de Eunice, sua luta pela verdade e o impacto da ditadura sobre sua família.
A crítica especializada foi unânime em sua aclamação: descrito como "impressionante", o filme já desponta com a possibilidade de representar o Brasil em grandes premiações internacionais, como o Festival Internacional de Cinema de Toronto e o Festival de Cinema de Nova York. O desempenho de Fernanda Torres foi enaltecido e muitos críticos especulam se o filme pode se tornar um candidato ao Oscar, assim como “Central do Brasil”, estrelado por sua mãe, Fernanda Montenegro, foi em 1999.
A obra atualmente lidera o ranking de críticos da revista inglesa “Screen International”, o que aumenta as expectativas para possíveis prêmios. A lista reflete a recepção dos filmes pelos especialistas de veículos como “Le Monde” e “The Hollywood Reporter”.
No ranking, “Ainda Estou Aqui” está com a média de 3,89 e superou “The Room Next Door”, do renomado cineasta espanhol Pedro Almodóvar, que obteve a nota 3,85.
O filme também teve repercussão na imprensa internacional. O jornal britânico The Guardian o definiu como “um drama sombrio e sincero sobre os desaparecidos da nação”. Já o estadunidense The Hollywood Reporter destacou a atuação de Fernanda Torres, chamando-a de “modelo de contenção eloquente”. O jornal proporcionou ainda elogios ao diretor, dizendo que esse é um de seus melhores trabalhos.
“Ainda Estou Aqui” não possui data de estreia confirmada no Brasil. Contudo, há expectativas que o lançamento aconteça após a temporada de festivais de filmes, podendo chegar aos cinemas apenas em 2025, e logo em seguida, no streaming da Rede Globo.
O cantor Niall Horan já está com sua passagem comprada para o Brasil em 2024. Neste mês, o artista volta ao país para duas apresentações como parte da sua atual turnê “The Show: Live On Tour”, no dia 28 de setembro, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, e no dia 29 de setembro, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro.
Atualmente, Horan possui três álbuns em sua discografia, sendo o mais recente "The Show", lançado em julho do ano passado e composto por 10 faixas, incluindo o single "Heaven" com mais de 240 mil streams no Spotify.
A nova turnê, planejada para promover este lançamento, conta com mais de 80 shows ao redor do mundo. Essa é a maior turnê da carreira solo do cantor até o momento, com um repertório que abrange músicas dos seus três álbuns. Além do Brasil, a turnê passará por outros nove países da América do Sul.
“A espera acabou, América Latina! Estou trazendo o ‘The Show: Live On Tour’ para vocês ainda este ano… Mal posso esperar para ver todos vocês em breve!”, afirma o cantor, em uma postagem feita em suas redes sociais, em 4 de março.

O irlandês ganhou fama como integrante do One Direction, ao lado de Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson e Zayn Malik. Após a separação do grupo em 2015, Horan seguiu carreira solo, lançando seu primeiro single, "This Town", em 2016.
Horan já esteve no Brasil em 2014 com a banda One Direction, e retornou em 2018, após o lançamento de seu álbum solo "Flicker", que alcançou o primeiro lugar na Billboard 200 em 2017.
Lançado em 16 de agosto, o single ‘Die With A Smile’ - ‘Morra Com um Sorriso’, em tradução livre - trouxe pela primeira vez a parceria da dupla no cenário musical. Os indícios do dueto vieram desde o início da semana do lançamento, quando ambos fizeram postagens em suas redes sociais usando camisetas com o nome e rosto do outro.
Com uma sonoridade envolvente e emocionante, a música romântica traz uma mistura de pop, soul e folk. Nenhum dos dois economizou nas exibições vocais e na interpretação cênica da letra, que retrata a importância de pequenos momentos e como não estamos preparados para despedidas, principalmente quando se tem amor envolvido. A letra ainda relata que, no fim do mundo, o casal tem a intenção de estar junto para morrer com um sorriso, daí o trecho que dá nome à canção.
O casal retratado no eu-lírico da canção mostra uma paixão mútua intensa, algo que Gaga e Bruno demonstram de forma ímpar em sua exibição e trazem ao público uma apoteótica química, o que nos mostra o motivo de serem um dos maiores sucessos atuais na música internacional.
O clipe da música traz os dois ao centro de um palco do que seria um programa de televisão americano dos anos 1970. Bruno com uma guitarra e Gaga com um teclado, ambos com roupas combinando em tons de azul e vermelho, ela ao melhor estilo Dolly Parton e ele com um figurino que se assemelha a um cowboy forasteiro.
Essa parceria não poderia render números baixos. O clipe tem mais de 50 milhões de visualizações no YouTube, já no Spotify são cerca de 65 milhões de streams, estando no top global da plataforma por duas semanas consecutivas. A música também figura no ranking Hot 100 da revista Billboard desde o seu lançamento, ocupando atualmente a sexta colocação.
Em resumo, os artistas dão ao público uma experiência única ao ouvir o single, uma interpretação diferente do que costumam lançar. Cada trecho dos quatro minutos e doze segundos vale a pena, tanto para quem está apaixonado, quanto para quem vivenciou uma desilusão amorosa, ou só para quem apenas deseja ouvir uma boa música.
Clique aqui para ouvir a música completa:
Na madrugada do dia 19 de agosto, após 3 anos de seu último lançamento, a cantora e compositora Liniker lançou o álbum “Caju” que, já nas primeiras 24 horas de lançamento, teve seis milhões de reproduções. Revelado em um momento de profunda introspecção e inovação, o disco marca uma mudança na carreira da artista e na atual cena musical brasileira, entrelaçando experiências pessoais com uma estética única.
Com letras que exploram temas de identidade, amor e resiliência, “Caju” não é apenas uma evolução musical, mas também um testemunho de força e autenticidade, oferecendo uma visão íntima do universo de Liniker, enquanto desbrava novas fronteiras sonoras, combinando elementos de soul, funk e MPB, criando um ambiente que reflete tanto suas raízes culturais quanto suas aspirações contemporâneas.
De faixa em faixa com AGEMT
A primeira faixa “CAJU", que dá nome ao álbum, é uma peça central que encapsula muitos dos temas abordados ao longo do disco. A música explora questões de identidade, memória e afeto, utilizando a figura do caju como uma metáfora rica em significados. A música se destaca pela sua delicadeza que gera uma atmosfera calorosa e íntima, e pela fusão de elementos do MPB, soul e ritmos afro-brasileiros. O uso de instrumentos como o violão e teclados suaves, combinado com uma percussão leve, reforça a sensação de aconchego e conexão com a natureza, remetendo à simplicidade e à beleza do caju como símbolo.
Em “TUDO”, a segunda faixa, lançada como single, Liniker faz uso de batidas envolventes e empolgantes enquanto adiciona um refrão vicioso. A letra é embargada do sentimento de amor e de querer estar com a outra pessoa, utilizando o filme “Um amor para recordar” – baseado no livro de Nicholas Sparks – para romantizar o amor sem ensaio: o amor espontâneo. Entretanto, a parte mais importante, e a que nomeia a faixa, é o último verso que verbaliza como a protagonista não se diminuirá para caber em relações pequenas já que sua vontade de amar é tudo.
"VELUDO MARROM", com 7 minutos de duração, se destaca por sua suavidade e intensidade emocional. A canção explora novamente temas relacionados ao amor, intimidade, e vulnerabilidade, fazendo isso através de uma combinação de letra poética e arranjos musicais cuidadosamente construídos. A faixa começa com uma introdução suave, marcada por acordes delicados e aveludados (como o próprio título sugere), que criam uma atmosfera íntima e acolhedora. Essa junção permite que o foco principal seja a voz de Liniker. A letra é profundamente simbólica e evocativa. O "veludo marrom" do título pode ser interpretado como uma metáfora para algo precioso, raro, e confortante. O veludo é um tecido que remete ao toque, à suavidade e ao luxo, sugerindo uma relação que é ao mesmo tempo acolhedora e envolvente.
"AO TEU LADO", faixa com colaboração da dupla ANAVITÓRIA, é uma celebração da intimidade e da conexão profunda entre duas pessoas. A música, com sua melodia suave e arranjo aconchegante, reflete a simplicidade e a beleza do amor genuíno. A interpretação vocal de Liniker é o ponto alto da faixa, transmitindo a segurança e o afeto que vêm de estar ao lado de alguém especial. Essa canção é um dos momentos mais ternos e sinceros do álbum, demonstrando a habilidade de Liniker em capturar as nuances do amor e da relação humana.
"ME AJUDE A SALVAR OS DOMINGOS" aborda a melancolia e a solidão associadas ao fim de semana, especialmente ao domingo, tradicionalmente conhecido como um dia de descanso. A música se destaca pela forma como trata das emoções complexas de maneira íntima e vulnerável. A produção é delicada, com arranjos que utilizam piano, violão, e alguns toques eletrônicos sutis para criar uma atmosfera contemplativa. O ritmo é lento e cadenciado, refletindo o tom melancólico da canção, e o desânimo sentido aos domingos. Essa faixa é uma expressão de um desejo profundo de encontrar conforto e companhia em um dia que, para muitos, é solitário e emocionalmente pesado. O domingo aqui é retratado como um momento em que a ausência e o vazio são mais percebidos, principalmente quando alguém se encontra sozinho ou em um estado de reflexão.
Com a participação de BaianaSystem, a faixa “NEGONA DOS OLHOS TERRÍVEIS” traz a valorização dos corpos femininos, especialmente o corpo negro. Com ritmos corriqueiros da música baiana, a faixa traz a símbolos da cultura afro-brasileira, com a representação da sereia, a “lavagem no Bonfim”, o “Abaeté”. Liniker, como uma mulher candomblecista, enaltece sua cultura e a feminilidade. Assim acontece com a próxima faixa, "MAYONGA", que também se destaca pela abordagem da ancestralidade, identidade e espiritualidade, mesclando ritmos afro-brasileiros e elementos contemporâneos e criando uma música com uma riqueza cultural intensa, que explora o conceito africano Sankofa – a importância de olhar o passado para construir o presente. O próprio nome da obra faz referência a religião afro-brasileira. “Mayonga” pode ser interpretada como uma figura mítica, representando a conexão com as raízes ancestrais e a força espiritual que advém dessa conexão, ou ainda como uma bebida tradicional que carrega consigo o poder de cura e proteção.
A oitava faixa do álbum, “PAPO DE EDREDOM”, com a colaboração da cantora e compositora soteropolitana, Melly, revela o afeto que, como cantam, esquenta como se fosse verão. O encontro dessas duas potências cancerianas traz o fervor da atração na letra e na melodia. Com o ritmo mais lento, a música transmite a complexidade da sensualidade, as vozes das duas artistas se misturam e tornam-se únicas. É a segunda vez que Liniker e Melly colaboram em um trabalho, no álbum de estreia da Melly, o Amaríssima, as duas cantoras dividem suas potências na faixa “10 minutos”, outra incrível amostra do talento que elas possuem juntas.
“POPSTAR” e “POTE DE OURO” são faixas que se complementam. Trazendo ritmos brasileiríssimos, Liniker mostra o lado do amor que mais importa: o amor próprio. As músicas exalam a autoconfiança que é facilmente deixada de lado em muitos discos românticos, é o olhar para si mesmo e perceber que merecem mais carinho e atenção do que estão recebendo. “Pote de ouro” conta com a participação da cantora Priscila Senna, dona dos hits mais tocados nas rádios recifenses como “Te Beijo Chorando”. As duas músicas apresentam a supervalorização da personagem principal, a colocando como “tesouro raro” e até “pote de ouro”.
E não tem como falar de ritmos brasileiros sem falar de samba. É desse gênero, tão amado pelos brasileiros, que “FEBRE”, a décima faixa do álbum, se apropria. A música é extremamente dançante e gostosa de escutar, a sensação que exala dela é de um fim de tarde de um domingo no qual a vontade de amar aperta. E é nessa vibe dançante que “DEIXA ESTAR” se encontra, com a participação de Lulu Santos e Pabllo Vittar. A música, com seu estilo Boogie Woogie, deixa de lado a dúvida e passa a mensagem de que o dia está acabando e a personagem principal está pronta para o que vier.
A penúltima faixa de CAJU, “SO SPECIAL”, com colaboração do duo de DJs Tropkillaz, começa com um barulho de chaves e uma porta de um carro batendo: o indício de que o fim está próximo. Liniker canta com um inglês poético, a batida eletrônica carrega a leveza que so special transmite. Perfeita para uma balada, a artista mostra mais uma vez sua versatilidade musical. Os últimos segundos da música são um vazio, mas um vazio barulhento. Um eco após a Liniker exclamar “You so special” que se estende por vinte segundos perfeitos que relembram como um “acordar”.
A última faixa “TAKE YOUR TIME AND RELAXE”, que, em uma tradução livre, seria o mesmo que dizer “espere e relaxe”, Liniker recita uma carta. De Caju para Caju. A faixa traz jús ao nome, é relaxante e traz esperança em sua letra. De todas as canções do álbum, essa é a que mais reproduz a necessidade de liberdade, de se entender como pessoa grande, mesmo com os altos e baixos da vida. Enfim, o álbum proporciona o conhecimento de Caju, e mostra o seu auto conhecimento.
Sensações finais
Liniker mostrou, outra vez, o motivo de ter sido imortalizada na Academia Brasileira de Cultura. Em um mundo cada vez mais rápido, onde o neoliberalismo transforma o cenário em fábricas de som com no máximo 2 minutos de duração e poucas faixas, a artista dá um salto à frente e relembra o gosto de apreciar a música. CAJU, um álbum extenso de uma hora de duração, não há como ser apenas escutado, é preciso entendê-lo.
A autoestima e o carinho que ressoam no álbum são o que explica os 30 milhões de streamings em apenas 4 dias após seu lançamento. É a versatilidade de Liniker, que atravessa por gêneros musicais diferentes, e o seu trabalho de compositora, produtora, cantora e estudiosa musical, que traz a música brasileira a patamares altos. CAJU atingiu o 6º lugar no álbum debut global no Spotify e vem subindo cada vez mais nos charts, mostrando sua relevância.
Começa nesta sexta-feira (6), a 27ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que dura até 15 de setembro. O maior evento cultural da América Latina é voltado para leitores de todas as idades com o intuito de reunir leitores, explorar uma ampla seleção de livros, participar de discussões e interagir com autores.
Realizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e organizado pela RX, o evento reúne nove espaços culturais oficiais, cerca de 150 expositores, editoras, livrarias, distribuidores e mais de mil horas de programação.
Segundo o site do evento, são mais de 600 autores confirmados, dentre eles: Hayley Kiyoko (autora de “Girls like Girls”), Jeff Kinney (autor de “Diário de Um Banana”), Abby Jimenez (autora de “Para Sempre Seu”) e Junior Rostirola (autor de “Café com Deus Pai”).
A Colômbia é a convidada de honra desta edição, que destaca a rica diversidade cultural e literária da América Latina. O país terá uma comitiva com 17 autores, acadêmicos e chefs e ocupará um estande de 300 m² na feira.
Além de espaços e senhas para autógrafos, a Bienal Internacional do Livro promete uma experiência inesquecível dentro da programação. Confira algumas atividades que farão parte do evento:
- BiblioSesc: Com curadoria de Tiago Marchesano e Clivia Ramiro, do Sesc São Paulo, o BiblioSesc (Praça da Palavra e Praça de Histórias) trará conversas, narrações de histórias e performances artísticas.
- Arena Cultural: Um espaço dedicado aos visitantes que oferece a chance de interagir com autores nacionais e internacionais de sucesso, em palestras e conversas exclusivas, sob a curadoria de Diana Passy.
- Cozinhando com Palavras: Liderado pelo chef André Boccato, o curador mais experiente da feira, este espaço conta com mais de 50 eventos e celebra a gastronomia, um elemento central da cultura e identidade brasileiras.
- Espaço Educação: O Espaço Educação busca promover encontros e discutir temas como educação ambiental, inovação e políticas públicas, com a curadoria de Solange Petrosino.
- Espaço Infâncias: oferece uma programação interativa, sob orientação de Elisabete da Cruz, que inclui narrações de histórias, conversas com autores e ilustradores, pocket shows e atividades práticas, destacando os 17 ODS como protagonistas para as crianças.
- Espaço Cordel e Repente: Pelo segundo ano consecutivo, Lucinda Marques supervisiona o espaço que celebra a vitalidade da literatura de cordel, com debates, palestras, shows, narrações de histórias e apresentações artísticas relevantes ao tema.
- Papo de Mercado: No Papo de Mercado, a curadora Cassia Carrenho dedica o espaço às reflexões sobre questões de interesse para os profissionais da cadeia do livro, com foco na troca de experiências.
- Salão de Ideias: Leonardo Neto, da CBL, e Clivia Ramiro e Tiago Marchesano, do Sesc SP, dirigem o espaço que reunirá grandes nomes para promover debates sobre questões sociais e culturais de relevância.
A Bienal acontece entre os dias 6 e 15 de setembro de 2024, no Distrito Anhembi, na Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo, local que voltará a sediar a feira após reforma. O evento terá um espaço 15% maior do que a edição anterior, ocupando 75 mil metros quadrados; com o objetivo de evitar superlotação.

Crianças de 12 anos ou menos, idosos com 60+ e portadores da Credencial Plena do Sesc têm entrada gratuita ao evento. Para os demais visitantes, ao adquirir ingresso antecipado online até o dia 05 de setembro (quinta-feira), é possível receber um cashback (R$15 para ingresso inteiro e R$10 para meia-entrada) para utilizar com os expositores participantes da ação durante o evento. Para resgatá-lo, basta se cadastrar no aplicativo da Zig utilizando o mesmo CPF da compra.
Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Quando: 6 a 15 de setembro
Onde: Distrito Anhembi, na Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo
Ingressos: https://feverup.com/m/177232














