Sábado de sol, comida de boteco, cerveja gelada e música ao vivo entre a Galeria Metrópole e a Praça Dom José Gaspar. Um retrato simples — e ao mesmo tempo simbólico — de um dia comum no centro da grande São Paulo.
A praça foi construída nas primeiras décadas do século XX, e seu nome é uma homenagem ao arcebispo de São Paulo de 1939, Dom José Gaspar d’Afonseca e Silva. O local ainda abraça a segunda maior biblioteca da América Latina, a Biblioteca Mário de Andrade, inaugurada em 1925, um marco arquitetônico e cultural da cidade.
Já a Galeria Metrópole, abriu suas portas só em 1960 e, desde então, seu entorno foi ocupado por uma grande circulação de pessoas, o que favoreceu a presença de bares, cafés e restaurantes com propostas de refeição ao ar livre. Os anos passaram assim como os pontos dos estabelecimentos, mas o local ainda é bem frequentado, recheado de história e de cultura paulista e brasileira.







O iHeartRadio Music Awards 2026 reuniu artistas e profissionais da indústria da música no dia 26 de março, no Dolby Theatre, em Los Angeles, para premiar os maiores sucessos do último ano. Organizada pela iHeartMedia, maior empresa do setor de rádio e mídia de áudio nos Estados Unidos, a cerimônia teve como objetivo reconhecer os artistas mais populares com base em dados de execução nas rádios, desempenho nas plataformas digitais e votação do público.
Entre os destaques da noite, Taylor Swift venceu o prêmio de Artista do Ano, uma das principais categorias da premiação. A cantora, que já acumula histórico de vitórias no evento, também recebeu o prêmio de Melhor Álbum Pop por The Life of a Showgirl. Com sete vitórias ao todo nesta edição, Taylor Swift elevou seu total de troféus no iHeartRadio Music Awards para 41.

Foto: Divulgação/Instagram @iheartradio
Além disso, a diversidade de vencedores marcou a edição de 2026. Alex Warren levou 4 prêmios na noite, incluindo Canção do Ano com o hit “Ordinary”. O cantor e compositor norte-americano ganhou destaque recentemente na indústria da música após iniciar a carreira como criador de conteúdo e cofundador da Hype House, coletivo de influenciadores do TikTok. Antes da fama, enfrentou dificuldades pessoais e chegou a morar na rua, trajetória que hoje aparece refletida em suas músicas.
Na categoria de K-pop, a vencedora do Oscar “Golden”, do grupo HUNTR/X, EJAE, Audrey Nuna e Rei Ami, foi eleita Canção do Ano. Já Sabrina Carpenter venceu como Artista Pop do Ano, refletindo o desempenho recente de seus lançamentos e o alcance nas plataformas digitais. Artistas revelação foram premiados em diversas categorias, como Ella Langley (country) e Sombr (música alternativa).

Foto: Instagram/ @alexwarren
Além das categorias principais, a premiação também destacou trajetórias e contribuições para a música. Miley Cyrus recebeu o Innovator Award, concedido a artistas que se destacam pela criatividade e pela capacidade de reinventar sua carreira ao longo do tempo. Já John Mellencamp foi homenageado com o Icon Award, reconhecimento pelo impacto duradouro de sua obra na música internacional.
A cerimônia contou ainda com apresentações ao vivo e participações de artistas de diferentes gerações. Raye, Ludacris e o grupo TLC, Salt-N-Pepa e En Vogue ajudaram a compor uma noite marcada pela celebração da música popular em suas múltiplas vertentes, consolidando a premiação como um dos principais palcos da música internacional.

Foto: Divulgação/Instagram @iheartradio
Nomeado de “Senna Experience 2026”, o evento cultural e imersivo relembra e celebra o legado histórico de Ayrton Senna, um dos maiores ídolos do automobilismo brasileiro e mundial. A exposição ocorre no dia 1º de maio, das 10h da manhã às 17h, no Autódromo de Interlagos, com acesso pelo Portão 7, coincidindo com o aniversário de 32 anos de sua morte. A entrada é gratuita, porém os ingressos são limitados e devem ser retirados antecipadamente pelo site oficial do Senna Experience, a partir do dia 30 de março, com limite de até dois ingressos por CPF.
A exposição contará com acervos e itens históricos, como peças pessoais e objetos de corrida, troféus, macacões, fotos, obras de arte e até mesmo um capacete de 1991. Entre os destaques da exposição está o Lotus 98T de 1986, um dos carros de Fórmula 1 pilotados por Senna.
O evento contará com um espaço familiar. Haverá um lounge para encontro de fãs e um espaço infantil temático do Senninha, um personagem inspirado em Senna, com contação de histórias e atividades para as crianças. Também terão apresentações musicais e DJs com playlists que remetem à momentos marcantes da vida do piloto. A praça de alimentação contará com opções diversas para os visitantes durante o dia todo.
O evento faz parte das celebrações que acontecem tradicionalmente todo ano no dia 1º de maio, celebrando a memória eterna de Senna no automobilismo brasileiro e mundial.

O ator e artista marcial Carlos Ray Norris, conhecido como Chuck Norris, morreu, na última quinta-feira (19), no Havaí, nos EUA. O artista, de 85 anos, estava passando as férias na ilha, quando sofreu complicações de saúde não divulgadas. Norris, deixa esposa, filhos e netos.
Reconhecido mundialmente por seus papéis em filmes de ação e pela série de televisão Walker, Texas Ranger, Chuck Norris enfrentava problemas de saúde nos últimos anos, embora mantivesse sua vida pessoal de forma reservada. A causa exata da morte não foi detalhada, mas fontes próximas indicam que ele vinha lidando com condições decorrentes da idade.
O ator passou mal de forma súbita após um treino, sendo levado ao hospital na ilha de Kauai, no Havaí, na quarta-feira (18), e morreu na quinta-feira (19). A morte foi confirmada pela família, no dia seguinte (20), através das redes sociais. A notícia citou um falecimento repentino após internação e os familiares optaram por sigilo.
Sua morte gerou grande repercussão entre fãs e colegas de trabalho em todo mundo. Nas redes sociais, admiradores prestaram homenagens destacando não apenas seus papéis marcantes no cinema de ação, mas também seu carisma e disciplina nas artes marciais. “Eu tive um ótimo tempo trabalhando com Chuck. Ele era americano de verdade em todos os sentidos. Um grande homem, e meus sentimentos à sua maravilhosa família.”

Carlos Ray Norris Jr. nasceu no dia 10 de março de 1940 no Estado de Oklahoma. Em vídeos do ator falando sobre sua infância, é possível ver ele descrevendo-a como “apática”. Segundo o ator, ele era o oposto da imagem criada no imaginário popular.
No documentário “Chuck Norris: A história por trás da lenda”, ele afirmou ter sido na infância um "garoto franzino e tímido" na escola, com notas ruins e aversão aos estudos; Ele sofria bullying de outras crianças e isso o motivou a posteriormente ingressar na Força Aérea dos Estados Unidos, em 1958.
Ainda segundo o relato do ator no filme, seu pai era alcoólatra, ausente e abandonava a família por meses, voltando bêbado. Aos 16 anos, após o divórcio dos pais, assumiu o papel paterno para cuidar dos irmãos mais novos. Ele se viu obrigado a assumir tarefas adultas desde os 12 anos, como trabalhar em fazendas.
Após terminar o Ensino Médio, cansado das instabilidades em casa, alistou-se ao exército com 18 anos. Neste momento, ele foi enviado para a base aérea de Osan, na Coreia do Sul, onde ganhou o apelido de “Chuck”. Foi em sua jornada militar que começou a treinar artes marciais e chegou a fundar uma base de treinos entre os colegas.
Ele voltou aos Estados Unidos, depois de ser demitido do exército, e passou a servir à Força Aérea do país, na Califórnia. Ele prestou serviços até que ele foi dispensado novamente em agosto de 1962. O ator então quis focar nas artes marciais e começou a abrir uma franquia de escolas de luta por alguns Estados dos EUA. Ele chegou a fundar um estilo de luta próprio chamado de “Chun Kuk Do”.
Depois de criar o Chun Kuk Do e dominar as competições de karatê na década de 60, Chuck Norris expandiu suas academias e começou a fazer uma transição para o cinema. Inicialmente atuando como dublê e lutador, ele apareceu nas telas pela primeira vez em um filme chamado “The Wrecking Crew”, ao lado de Dean Martin - o que marcou sua estréia em Hollywood como dublê. Sua segunda participação nas telas foi o que trouxe fama ao ator, no filme “Massacre em São Francisco”, lançado em 1974.
Em uma de suas competições de luta, Chuck conheceu Bruce Lee. Os dois se tornaram amigos e Bruce o convidou para ter um papel de destaque em um dos filmes que ele estava produzindo.
Chuck Norris estreou no cinema em “O voo do Dragão”, de 1972, interpretando o campeão de karatê Colt, contratado por um mafioso romano para derrotar Tang Lung, o protagonista vivido por Bruce Lee, que defendia o restaurante de sua família. O longa culmina em um dos embates mais memoráveis da história da sétima arte: a luta épica entre Norris e Lee nas ruínas do Coliseu, marcando a estréia do ator nos cinemas.
Chuck, depois do sucesso de “O voo do Dragão”, ganhou fama e chegou a estrelar produções como "Breaker! " Breaker!" (1977), seu primeiro papel principal como caminhoneiro justiceiro, seguido de clássicos como "O Código do Silêncio" (1985), "Força de Elite" (1986) e "Delta Force" (1986), onde também interpretou um justiceiro que lutava contra contra terroristas e criminosos.
Nos anos 1990, Chuck decidiu que iria se aventurar no mundo da televisão e foi protagonista da série "Walker, Texas Ranger" (1993-2001), um Texas Ranger que combatia o crime com artes marciais e valores conservadores, exibida por 8 temporadas e mais de 200 episódios, tornando-o ícone global.

O FENÔMENO QUE REFORÇOU DISCURSOS PERIGOSOS
Os personagens de Chuck em programas como “Walker, Texas ranger” e posteriormente em filmes como “Os mercenários”, fizeram o ator virar meme nas redes sociais. Retratado como uma figura sobre-humana e invencível, a imagem foi reforçada pelo programa Late Night with Conan O'Brien", da NBC, que compilava cenas exageradas de força e violência da série "Walker, Texas Ranger" (1993-2001). O programa, em formato de Talk Show, utilizava como recurso humorístico para compor as piadas do programa, apesar de Norris ter feito somente algumas participações especiais.
Em 2005, fóruns online, como Something Awful, com o intuito de imitar o que a NBC fez, migraram piadas semelhantes de outros personagens (como Vin Diesel em "Operação Babá") para Norris, gerando os "Chuck Norris Facts", que eram frases curtas e absurdas como "Chuck Norris não caça. Ele simplesmente espera que a caça se entregue" ou "A morte uma vez teve um quase-morte com Chuck Norris".
A onda de memes motivou Norris a escrever sua autobiografia em 2007, chamada em português de “A verdade sobre Chuck Norris”, mas também serviu de motivo para que o ator processasse alguns sites por conta do uso indevido de sua imagem.
Os personagens de Chuck, apesar de icônicos, trouxeram um ideal incompatível de masculinidade. Norris criou um “arquétipo de masculinidade exagerado", elevando-o a força sobre-humana, mas implícita em críticas a narrativas que glorificam o "homem só" resolvendo tudo com violência, um discurso frequentemente disseminado em comunidades Red Pill.
Em 2012, a participação de Chuck Norris em “Os Mercenários 2” revelou um contraste entre sua imagem de "durão" e suas convicções pessoais, já que o ator exigiu a remoção de diálogos vulgares para reduzir a classificação etária do filme. Na mesma época, a esposa de Chuck, Genna O´Kelley, sofreu graves problemas de saúde por conta de um erro médico, resultando no afastamento do ator de Hollywood por um hiato de 12 anos, retornando aos cinemas apenas em 2024 com o longa Agente Recom.
No domingo (22), o Autódromo de Interlagos recebeu apresentações aguardadas, como Tyler, the Creator e Lorde. O último dia confirmou o sucesso da edição ao combinar artistas consagrados e novos talentos, reunindo um público de 285 mil pessoas ao longo dos três dias.
Nina Maia
Mostrando que uma das melhores partes de festivais é descobrir e se encantar com artistas menores, Nina Maia hipnotiza a plateia que a acompanha com leques e muita energia mesmo sob o sol.
A mineira apresentou o repertório de seu álbum de estreia, Inteira (2024), reconhecido pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), em um show que equilibra delicadeza e intensidade. No palco Samsung Galaxy, esteve acompanhada por uma banda afinada — Francisca Barreto, Valentim Frateschi, Thales Hash, Yann Dardenne e Pedro Lacerda — que sustentou a atmosfera envolvente da apresentação.
Com entrega e cuidado nos detalhes, Nina transforma o palco em um espaço íntimo, mostrando segurança e carisma de quem soube aproveitar o Lollapalooza para conquistar um novo público.

Djo
Joe Keery, também conhecido pelo nome artístico Djo, é um artista e ator norte-americano conhecido por interpretar o personagem “Steve Harrington” na série recordista de audiência da Netflix, Stranger Things. Apesar de sua fama, Djo mostrou que não é apenas um ator brincando de ser músico.
Com o seu show começando pontualmente às 16:55, o artista se mostrou muito versátil, tocando guitarra, violão e piano durante o show. Na sequência, tocou músicas de seu álbum mais recente, lançado em abril de 2025, “The Crux”, incluindo hits como “basic being basic” e “Charlie’s Garden”, que animaram a plateia. Por fim, encerrou sua apresentação com sua música mais famosa, “End of beginning”, do álbum “DECIDE” (2022), levantando um coro da plateia e emocionando fãs que se identificam com a música que explora a transição entre diferentes fases da vida destacando amadurecimento e nostalgia.

Addison Rae
No início da carreira e pela primeira vez no Brasil, Addison Rae mostra ter presença de palco e carisma de sobra para se destacar como estrela pop. Mesmo recorrendo ao playback, interações prolongadas com o público e pausas em que os dançarinos assumem a cena, o show se manteve envolvente e animou o autódromo.
Durante “Money Is Everything”, seu rosto estampou notas de dólar dos “Estados Unidos da Addison”, lançadas à plateia como parte da performance. Já no trecho de “Von Dutch”, parceria com Charli XCX, a cantora convocou o público a fazer com ela o grito icônico da música, dizendo que precisava poupar a voz.
A artista também não escondeu a empolgação por se apresentar no Brasil, algo que mencionou mais de uma vez, criando uma conexão próxima com os cerca de 100 mil fãs presentes.
Embora ainda não sustente uma apresentação inteira apenas na voz, Rae se mostrou uma performer promissora, que vale acompanhar os próximos passos. Sem hesitar, se entregou no palco Samsung e conquistou o público.

Turnstile
A banda americana de hardcore punk consolidou-se como um dos grandes nomes do rock atual, entregando uma apresentação intensa e sólida que levou os fãs à loucura.
O conjunto começou o show tocando sua faixa “never enough” que gerou reação instantânea dos fãs que acenderam sinalizadores e abriram rodas-punks durante a performance. Durante o show, a banda manteve a energia com sucessos como "I care", ao mesmo tempo em que incentivava ainda mais a participação do público ao pedir para "open it up", expandindo os mosh pits que dominaram a plateia. O repertório também refletiu o reconhecimento recente do grupo, ganhador de dois Grammys em 2026, nas categorias de Melhor Performance Metal e Melhor Álbum de Rock por Never Enough.
O término ocorreu com a música "BIRDS", em um momento explosivo, caracterizado pelo vocalista se jogando na plateia e pelo baterista entregando as suas baquetas ao público. Com uma setlist centrada em GLOW ON e músicas recentes, o show se destacou pela intensidade e pela conexão do começo ao fim.

Lorde
Em um dos shows mais emocionantes do Lollapalooza 2026, a neozelandesa Lorde voltou ao Brasil após quatro anos.
Com a estrutura minimalista da Ultrasound Tour, marcada pela famosa esteira e jogos de luz entre reflexos e holofotes, a artista conduziu a plateia por diferentes estados emocionais. De faixas mais introspectivas, como “Liability”, que levou o público às lágrimas, a momentos mais eufóricos com hits como “Green Light”, o repertório equilibrou intensidade e energia. Músicas recentes, como “Man of the Year” e “What Was That”, também tiveram destaque.
O novo álbum, Virgin, marcou presença na setlist. Um dos pontos altos veio com “David”, quando Lorde surgiu com um figurino iluminado e desceu até a grade para cantar junto aos fãs.
O encerramento ficou por conta de “Ribs”, em uma performance nostálgica, refletindo temas recorrentes da artista, como o medo de crescer e a intensidade da juventude.
Após o show, Lorde agradeceu ao público brasileiro em uma postagem no Instagram, destacando a energia das cerca de 100 mil pessoas presentes e afirmando que a noite em São Paulo deixou uma marca profunda nela.

Tyler The Creator
O headliner Tyler The Creator fechou o Lollapalooza Brasil com um show divertido e notável, marcando seu retorno ao país após 15 anos de uma longa espera.
A apresentação de Tyler teve um início triunfante com efeitos pirotécnicos e uma entrada marcante que rapidamente entusiasmou o público. Carismático, o artista manteve a energia durante todo o show, investindo também em uma identidade visual impactante, baseada na estética de seus álbuns utilizando mudanças de cores no palco como o vermelho na música “Big Poe” e o verde em “St. Chroma".
O setlist envolveu diversas fases de sua trajetória, iniciando com músicas dos álbuns mais recentes, “DON’T TAP THE GLASS” e “CHROMAKOPIA”, e progredindo para produções reconhecidas como “IGOR” e “CALL ME IF YOU GET LOST”. Durante a apresentação, o rapper também elogiou artistas brasileiros como Gal Costa, João Gilberto e Marcos Valle e em um dos momentos mais marcantes, apresentou uma versão remix de “Tamale” (2013) com batida de funk, reforçando a conexão com o público ao destacar que estava em São Paulo, e não no Rio, enquanto segurava uma bandeira do Brasil.
O encerramento foi marcado pela performance de "See You Again", que trouxe uma atmosfera mais melódica. Apesar de uma estrutura de palco mais simples, Tyler apresentou uma performance poderosa, apoiada por sua presença e uso estratégico de efeitos, demonstrando confiança ao comandar o show sozinho.

Katseye
Dividindo horário com o headliner da noite, Tyler, The Creator, o show do Katseye reuniu uma plateia cheia. A estreia do grupo no Brasil atraiu muitos espectadores, especialmente os fãs infantojuvenis, que marcaram presença em peso.
Com a integrante Manon afastada, Sophia, Daniela, Lara, Megan e Yoonchae assumiram o palco, preenchendo a setlist curta com interações, brincadeiras e até tentando algumas frases em português.
Faixas chicletes como “Gabriella”, “Game Boy” e “Internet Girl” conquistaram o público, que acompanhou as coreografias com entusiasmo. O ponto alto da apresentação foi, sem dúvida, a versão estendida de “Gnarly”, hit performado no Grammy este ano.
O Katseye entrega exatamente o que propõe: um grupo pop jovem, carismático, bem ensaiado e com coreografias afiadas, pensado especialmente para seu público mais jovem.












