Militar enforcado no séc. XIX movimenta muitos fiéis até o bairro da Liberdade
por
Carlos Englert
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29/11/2023 - 12h
Preservando o passado, o espaço é um centro cultural para os amantes da sétima arte
por
Beatriz Yamamoto
Arthur Campos
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25/11/2023 - 12h
Não só de doses e porções é formado um bom boteco
por
Melissa Joanini
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21/11/2023 - 12h

O Bar da Dona Iva, localizado na Vila Leopoldina, recebe amigos de todas as idades - sejam os jovens da região escutando rock alternativo, ou os mais velhos que tomam uma ao som da moda de viola.

O estilo único do barzinho e de seus frequentadores atrai cada vez mais os moradores e frequentadores da região, aumentando a popularidade do lugar.

 

Jovens curtindo o bar. Crédito: Melissa Joanini
Jovens do Sesi curtindo o bar. Crédito: Melissa Joanini

 

Andrea e Mônica. Crédito: Melissa Joanini
Andrea e Mônica. Crédito: Melissa Joanini
Erasmo, Paulo e Mônica. Crédito: Melissa Joanini
Paulo, Erasmo e Mônica. Crédito: Melissa Joanini
Paulo e Erasmo. Crédito: Melissa Joanini
Erasmo e Paulo. Crédito: Melissa Joanini

 

Erasmo e Paulo. Crédito: Melissa Joanini
Erasmo e Paulo. Crédito: Melissa Joanini
Dona Iva. Crédito: Melissa Joanini
Dona Iva. Crédito: Melissa Joanini

 

Cerveja gelada. Crédito: Melissa Joanini
Cerveja gelada, cadeira de plástico e banco de madeira. Crédito: Melissa Joanini
Entenda por quê a 15a. retomada indígena foi marcada pela resistência e quais as dificuldades encontradas por alunos indígenas da PUC-SP
por
Eduarda Teixeira Basso
Gusthavo Sampaio
Maria Clara Aoki
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21/11/2023 - 12h

A 15ª Retomada Indígena ocorreu nos dias 9 e 10 de novembro na PUC-SP, no Campus Monte Alegre. O evento, que teve como tema “Decolonialidade, Terra e Ancestralidade”,  tem um papel importante para os indígenas que estudam na universidade, e o ato procura mostrar a diversidade que a cultura do grupo traz para o ambiente acadêmico. Assim, a reportagem em vídeo a seguir mostra como foi a décima quinta retomada, e sua magnitude.

 

Mostrar um pouco da cultura japonesa na cidade de São Paulo, no parque do Ibirapuera, e como surgiu este espaço.
por
Octávio Alves
Fabrizio Delle Serre
Caio Batelli
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21/11/2023 - 12h
Mesmo envoltos a riqueza natural do parque Ibirapuera, visitantes não dispensam os eletrônicos.
por
Natália Perez
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13/11/2023 - 12h

Com vidas cada vez mais corridas e urbanizadas, os celulares e outros eletrônicos assumiram um posto indispensável em nossas rotinas. Mas é preciso saber quando os deixar de lado e aproveitar o mundo ao redor.

Muitos da capital paulista veem o parque Ibirapuera como essencial para se desconectar da tecnologia diária e se conectar novamente a natureza, mas nem todos conseguem se desligar de seus dispositivos.

 

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Toda sombra é válida para melhorar a visualização das telas. Foto: Natália Perez
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Entre os itens mais comuns que os visitantes levam para se entreter nos parques estão livros e celulares. Foto: Natália Perez
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À beira do lago, mulher aproveita a sombra para checar o celular. Foto: Natália Perez  
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Um casal deitado na grama utiliza "e-readers", dispositivo eletrônico feito para leitura de livros digitais. Foto: Natália Perez
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Homem olha o celular, enquanto ao fundo família com criança aproveitam a visão do lago do Ibirapuera. Foto: Natália Perez
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Enquanto descansa em um banco mulher aproveita para usar o celular, à direita um homem faz o mesmo. Foto: Natália Perez

 

Da música à gastronomia, a metrópole acolhe um pouco de cada canto da sociedade brasileira
por
Giuliana Barrios Zanin
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13/11/2023 - 12h

Quando perguntado sobre a capital paulista, qual história você conta? Casa da arte na época da ditadura militar, lares dos times de futebol mais famosos do Brasil, sede do empreendedorismo; São Paulo é referência quando o assunto sobre identidade brasileira surge nas mesas de bar. Então, qual fotografia colore a sua forma de ver SP?

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 ”Gol!!” e gritos de torcidas movimentam as ruas da vila madalena durante o fim de semana. Os bares paulistas reúnem amantes e nem tão amantes do esporte em frente aos telões para vibrarem pelos times de coração. Após a adrenalina dos jogos, a diversão continua. O futebol aproxima as pessoas até mesmo fora das quatro linhas. Foto: Giuliana Zanin
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Há quem diga que é possível experimentar um pouco de cada parte do mundo sem sair da cidade. São Paulo é uma das cidades que mais recebeu imigrantes ao longo da história e, por causa dessa diversidade cultural, as experiências gastronômicas abraçam e enriquecem a maior metrópole brasileira. A imagem representada é comumente encontrada pelos mercados históricos municipais. Foto: Giuliana Zanin
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Não é preciso andar muito para conhecer a história da capital. Basta olhar para cima. A arquitetura paulista é a mesclagem entre os patrimônios e as estruturas modernas. Muito se diz sobre a cidade: nunca fica para trás. Entre os arranha-céus que orientam as caminhadas, há muito o que conhecer sobre a arquitetura paulista. A imagem acima é do Edifício Copan. Desafiado pela linearidade das construções, Oscar Niemeyer colocou à prova a atenção dos paulistas ao circularem aos arredores do prédio em formato de s. Foto: Giuliana Zanin
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“Brincadeira de criança, como é bom”. A letra da banda Molejo revela uma das grandiosidades que ainda existem no presente: atividades ao ar livre. A cidade de São Paulo reúne, além de parques, diversos centros de serviços culturais que fogem um pouco das cidades acimentadas. O SESC (Serviço Social do Comércio), por exemplo, disponibiliza espaços abertos ao público com tarefas de arte e lazer para não só a criançada se divertir, como também, os adultos. Foto: Giuliana Zanin
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Você já leu sobre a história de São Paulo? São milhares as obras que contam um pouco de cada parte da cidade paulista que abrigam as culturas brasileiras. Há de andar pelas ruas e encontrar artistas que cresceram e acompanharam o crescimento de uma “paulicéia desvairada", como observa Mário de Andrade. Foto: Giuliana Zanin
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“Gente quer ser feliz”, como diz Caetano. São Paulo acolhe quase 12 milhões de pessoas no mesmo espaço. Diferentes culturas, línguas, cores, gostos. A cidade paulista é conhecida por ser assim: tem espaço para todo mundo ser quem quiser. Do interior ao litoral, do samba ao rock, o coração da metrópole mora em todos os cantos que se ergueu. Foto: Giuliana Zanin
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Apesar de São Paulo acompanhar o tempo volátil das mudanças modernas, as histórias e alguns costumes não se apagaram nas folhas finas dos jornais. Há pequenas lojas que ainda resistem ao apagamento de espaços físicos e contam pelas paredes e pelos relatos como era o tradicional centro de São Paulo. A foto acima é de um centro histórico de vendas. Foto: Giuliana Zanin

 

New York Times classificou a obra de Lina Bo Bardi como um dos edifícios mais importantes do pós-guerra
por
Beatriz Barboza
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13/11/2023 - 12h

Projetado no fim da década de 1980 pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, Sesc Pompeia ocupa a 18° posição na lista de obras arquitetônicas mais relevantes construídas após a Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945), definida pelo jornal estadunidense New York Times.  

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Sesc Pompéia, de Lina Bo Bardi. São Paulo (Brasil, 1986). (Foto: Beatriz Barboza) 
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Sesc Pompeia é um centro de cultura e lazer localizado no bairro Vila Pompéia, na zona oeste da cidade de São Paulo.
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Segundo a revista Elle, Lina afirmou ter mirado propositadamente na feiura e na desarmonia para simplificar a obra arquitetônica. (Foto: Beatriz Barboza)
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Lina Bo Bardi: "A arquitetura é criada, 'inventada de novo', por cada homem que anda nela." (Foto: Beatriz Barboza) 
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Lina Bo Bardi: "nunca tomei uma escada como um elemento prático, para subir de um nível a outro". (Foto: Beatriz Barboza)
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A arquiteta ítalo-brasileira criou espaços versáteis, que o público e seus hábitos pudessem reimaginar. (Foto: Beatriz Barboza)
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Sesc Pompeia ocupa a 18° posição na lista de obras arquitetônicas mais relevantes construídas após a Segunda Guerra Mundial. (Foto: Beatriz Barboza)

 

Cidade mais rica do Brasil mantém estrutura urbana que colabora com as desigualdades sociais
por
Geovana Bosak
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13/11/2023 - 12h

 

Ao caminhar pela cidade de São Paulo, é possível notar pedras, objetos cortantes e pontudos nos viadutos, bancos, fachadas de lojas e até mesmo nas calçadas. Esses elementos que, à primeira vista, podem parecer parte do design urbano, são chamados de arquitetura hostil. Estrategicamente, as estruturas dispostas em determinados locais são projetadas para evitar que as pessoas, principalmente aquelas em situação de rua, permaneçam no espaço, privando-as de locais de repouso, limitando um direito básico e tornando sua sobrevivência ainda mais difícil.

 

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Estrutura metálica curvada sobre muro. Foto: Geovana Bosak. 

 

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Ponto de táxi sem assento. Foto: Geovana Bosak
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Direito trancado: Banco com cadeado. Foto: Geovana Bosak
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Pessoa sentada ao lado de um objeto pontudo. Foto: Geovana Bosak

 

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Barreiras sobre banco. Foto: Geovana Bosak

 

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Placa de proibido sentar. Metais limitam o acesso. Foto: Geovana Bosak

 

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Estrutura metálica em escadas na rua Líbero Badaró. Foto: Geovana Bosak

 

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Sem acesso: Metais em frente à loja. Foto: Geovana Bosak
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Contraste entre cidade e a arquitetura hostil. Foto: Geovana Bosak

 

 

Notar essa realidade em uma das cidades mais ricas da América Latina levanta questionamentos éticos e sociais sobre o uso do espaço urbano, que deveria promover a interação social, a mobilidade eficiente e a acessibilidade para todos os cidadãos. No entanto, a arquitetura hostil acentua as desigualdades sociais pré-existentes e se apresenta como uma resposta simplista e, muitas vezes, desumana para uma conjuntura complexa. É preciso pensar e cobrar sobre a responsabilidade social na construção das cidades. À medida que a metrópole continua a se transformar e evoluir, a sociedade e os responsáveis pelo planejamento urbano são desafiados a repensar e reformular suas abordagens, garantindo que o espaço público seja verdadeiramente acessível e inclusivo para todos os seus habitantes, independentemente de sua condição social. Negar esse espaço é negar a vida e a existência dessas pessoas.

 

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Eu existo. Motoqueiro olhando para a vida de uma pessoa em situação de rua . Foto: Geovana Bosak

 

Aos 87 anos Jose Rodrigues demonstra habilidades para trabalhos manuais
por
Raissa Santos Cerqueira
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13/11/2023 - 12h
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Era o homem mais velho entre 12 filhos. Foto: Raissa Santos

Jose Rodrigues dos Santos, nascido em 02 de março de 1936 no município de Caitité, no interior da Bahia, mudou-se para São Paulo no final de 1959 em busca de oportunidades melhores de emprego. Na capital o baiano passou a trabalhar como auxiliar de pedreiro e se desenvolveu na área até passar a trabalhar como pedreiro por conta própria, profissão que exerceu até seus 65 quando se aposentou. Entretanto, hoje aos 87 anos, Jose ainda se dispões de usar de seus conhecimentos como pedreiro para ajudar familiares. 

 

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Casou-se em 20 de dezembro de 1969 com Maria do Carmo. Foto: Raissa Santos
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Trabalhou no Laboratório Lepetit de 1964 à 1977 como pedreiro. Foto: Raissa Santos 
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Mudou-se de São Paulo para Praia Grande em 1977. Foto: Raissa Santos
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Voltou para para São Paulo em 1981 a pedido de sua esposa. Foto: Raissa Santos
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Morou no bairro Santana na Zona Norte de São Paulo assim que se mudou. Foto: Raissa Santois 
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Estudou durante seis meses quando ainda morava em Caitité. Foto: Raissa Santos