Cristóvão Aparecido Abreu Ferreira (34) é personal trainer em Vargem Grande Paulista e conta que devido a essa pandemia, chegou a pensar seriamente em trocar de profissão. “Sim, pensei em abrir um negócio próprio e até prestei "vestibular" na Fatec em Gestão de Sistemas de Informação.”
No início da pandemia, Ferreira tentou dar um jeito de continuar com suas aulas. Com isso, teve a ideia de ir à casa de seus alunos, mas seguindo os devidos cuidados. “Levava álcool líquido e uma flanela para a limpeza dos pesos e tanto eu como os alunos utilizávamos máscaras.” Dessa maneira, foi garantindo seu salário. Mas um dos problemas que acabou surgindo, foi o medo de seus alunos. Como a televisão noticiava todo dia, a situação do covid-19 e seus infectados, eles acabavam tendo uma certa desconfiança, mesmo tomando todas as medidas citadas pelo governo.
“Eu acho que não inibe, mas também acho que devemos voltar as fazer as coisas que fazíamos antes da pandemia, com os cuidados que é pedido pela OMS e seus líderes de governos. Porque a pandemia não vai acabar tão rápido, independente de vacina, também as pessoas devem sim fazer suas atividades, pois a pandemia está afetando muitos, principalmente psicologicamente, só dentro de casa com medo.”
O governo de SP liberou as academias a partir do dia 06 de agosto. Só que tomando as devidas medidas: Só podem funcionar com 30% da capacidade; no máximo 6 horas por dia; são permitidas aulas individuais. Atividades em grupo permanecem suspensas; a entrada deve ser feita com agendamento prévio; haverá restrição nos vestiários: não será permitido o uso de chuveiros; uso obrigatório de máscara de proteção; equipamentos devem ser limpos ao menos 3 vezes ao dia.
Um método, que estava sendo utilizado até por preparadores físicos de clubes de futebol, é utilizar plataformas online, que consigam transmitir áudio e imagem. Então seria uma aula física online. Mas como sua cidade localiza-se no interior de SP, Ferreira diz que não teve engajamento nessa ideia de aula online. “Não, porque na cidade onde moro a evolução é um pouco mais devagar do que grandes metrópoles que aceitam as evoluções mais rápidas.”
Entre todos esses pontos, um lado que está sendo trabalhado atualmente, devido as condições proporcionadas pelo covid-19, são as redes sociais e a divulgação do trabalho. Numa matéria publicada no site Nexur (https://aplicativonexur.com.br/personal-trainer-x-coronavirus/), foi expostos alguns pontos em que o personal deveria dar mais atenção, nesse período de pandemia.
Algumas dicas citadas na matéria - Postar Dicas e informações confiáveis; Lives no Instagram; Funil de Grupo Fechado. A estratégia “Funil de Grupo Fechado” foi uma das mais utilizadas pelos personal treiners, que é basicamente é de oferecer dicas de treinos exclusivos em grupos fechados no Facebook, no Close Friends do Instagram ou em grupos do WhatsApp e Telegram. Dessa forma você ajuda e ainda cresce a sua lista de leads.
Ferreira diz que se encaixa na maioria deles, porque antes da quarentena, ele já divulgava seu trabalho pelas mídias sociais. “Eu já tinha o costume de divulgar meu trabalho pelo Instagram, que no meu ponto de vista, é a melhor plataforma que está no alcance de todos da sociedade.”
10 de setembro é marcado pelo dia mundial da prevenção ao suicídio. O mês traz várias campanhas de conscientização relacionadas a valorização da vida. Esse ano o setembro amarelo, como é conhecido, ganhou um caráter mais importante, visto que a população está enfrentando um isolamento social, o que a deixa mais suscetível a crises de ansiedades ou depressão. Diante desse cenário, a campanha ganhou mais força e relevância.
O setembro amarelo é uma iniciativa do centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria. A cor amarela foi escolhida, após um jovem americano de 17 anos, tirar a própria vida em seu carro, um Mustang amarelo. Segundo a organização mundial da saúde (OMS) 800 mil pessoas por ano cometem suicídio.
“No Brasil, cerca de 12 mil suicídios acontecem por ano, um número muito alto. A maioria dessa taxa está relacionada a transtornos mentais, depressão, bipolaridade, ansiedade. Durante a pandemia esses transtornos ficaram mais evidentes, já que estamos isolados, e acabaram surgindo vários problemas como perda de dinheiro, e de familiares. Nesse contexto, o suicídio se tornou muito mais prevalente”, relata Jessica Barbosa Lima, psiquiatra.
A especialista ainda ressalta como é importante falar sobre esse assunto, ainda mais agora durante a pandemia do coronavírus. Apesar de ser um assunto de grande importância, ainda se tem um certo tabu. A psiquiatra afirma que “existe um preconceito muito grande quando se fala de suicídio e transtornos mentais, as pessoas têm medo de falar sobre e dar ideia para a pessoa. Falar de suicídio é falar sobre vida”.
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Ao ser questionada sobre como identificar alguém com sintomas de depressão, a psicóloga Juliana Ribeiro explica que "o diagnóstico deve ser realizado por um médico psiquiatra. A depressão pode ser causada pela genética, alterações bioquímicas e eventos vitais/estressantes, e é necessário que a pessoa tenha mais de um sintoma, e que esses sintomas estejam presentes por um determinado tempo.”
É importante prestarmos atenção a alguns sinais de alerta como:
- Sentimento de tristeza e vazio constantes;
- Sentimento de inutilidade ou desamparo;
- Dificuldades para ficar quieto, em concentração ou para tomar decisões;
- Falta de energia e fadiga excessivos;
- Alterações de apetite, mudanças no peso;
- Perda do interesse pela vida, interesse sexual, prazer, hobbies ou outras atividades;
- Pensamentos suicidas ou tentativa de suicídio;
- Dificuldades para dormir ou sono em excesso.
A doutora explica que o primeiro passo para ajudar alguém com depressão “é confirmar o diagnóstico com um profissional e começar a psicoterapia com um psicólogo. Um familiar ou amigo pode auxiliar dando suporte e acolhendo essa pessoa. Estar disponível, compreender e apoiar é sempre o melhor que alguém pode fazer.”
Em meio à pandemia e ao isolamento social, vários especialistas estão disponibilizando atendimento online, até mesmo por aplicativos de mensagem. O centro de valorização da vida (CVV) oferece serviço de acolhimento 24 horas por dia, basta ligar para o número 188 caso esteja se sentindo sozinho e precisando de ajuda.
Pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Catarina divulgaram, na tarde desta quinta-feira, os resultados de uma pesquisa que identificou partículas do coronavírus, Sars-CoV-2, em duas amostras do esgoto de Florianópolis. Em entrevista coletiva, acompanhada de São Paulo pela Agemt, as professoras Gislaine Fongaro (Laboratório de Virologia Aplicada – LVA/UFSC), Patrícia Hermes Stoco (Laboratório de Protozoologia/UFSC), e Maria Elisa Magri (Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental), autoras da pesquisa "SARS-CoV-2 in human sewage in Santa Catarina, Brazil, November 2019" relataram a presença do vírus no material avaliado.
Por meio da análise do esgoto retroativo, isto é, congelado, o estudo concluiu que partículas do vírus já circulavam no país em 27 de novembro de 2019, dois meses antes do primeiro caso clínico ser apresentado no Brasil.
A hipótese para a chegada do vírus, segundo as pesquisadoras, é de que anteriormente já existiam casos no mundo que ainda não haviam sido identificados. “O vírus circulava antes mesmo de termos ciência de sua rotina em pacientes”, explicou Gislaine Fongaro.

Esse é o primeiro estudo realizado nas Américas em relação à pesquisa do esgoto retrospectivo. Estudos feitos anteriormente em Wuhan (China) e em Murcia (Espanha) comprovaram que o vírus já era encontrado no esgoto antes de haver casos confirmados de pessoas infectadas.
Segundo a pesquisadora Maria Elisa Magri, a prática de coleta de esgoto e análise é algo comum e corriqueiro nos estudos, “a gente faz muitas pesquisas com esgoto sanitário, na universidade inteira. Inclusive no nosso próprio departamento e no de engenharia química”. Ela ainda complementa que isso pode impactar na descoberta de uma presença de outras doenças antes mesmo do primeiro caso oficial nessas redes de esgoto.
Os resultados possibilitam a tentativa de sequenciar o genoma completo das partículas. As amostras chegam ao laboratório e, como o vírus está diluído em uma matriz ambiental que contém água e sedimentos, são concentradas para que as partículas virais sejam identificadas mais facilmente. Estas seguem para a extração do material genético e posteriormente faz-se o estudo para encontrar o genoma do vírus. “Com o sequenciamento, há a tendência de se fazer comparações com resultados anteriores para tentar encontrar a origem do vírus”, completa Gislaine.
Questionadas sobre a possibilidade de essas partículas virais contaminarem pessoas que possuem maior contato com esgoto a céu aberto e sem tratamento, Gislaine explicou que o vírus é envelopado e, portanto, mais sensível e suscetível à degradabilidade, por ser revestido por uma camada de gordura. Contudo, a pesquisadora ressalta que os teste realizados não conseguem indicar o grau de infecção do vírus, mas que “em termos gerais os vírus envelopados não têm longas durabilidades em esgoto sanitário”.

Gislaine ressalta que a pesquisa é importante para entender possíveis alterações no vírus. “É importante conseguir esse estudo filogenético, que é um retrato de como esse vírus pode ter sofrido mutação. O quanto eles se assemelham e se diferem. E isso vai abrir portas para outros estudos também.
Aureo Moraes, chefe de gabinete da Reitoria da UFSC, elogiou o trabalho das pesquisadoras: “Parabéns, em nome do Reitor Ubaldo Balthazar, e de toda a Universidade, ao trabalho de tantos e tão dedicados profissionais, docentes, pesquisadores e pesquisadoras. Uma resposta inequívoca do quanto as Instituições Públicas têm se dedicado nas ações de combate à pandemia. A UFSC não está parada!!”
São Paulo Os casos de doenças mentais pioraram neste período de isolamento segundo uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Pessoas que antes da pandemia não apresentavam quadros psiquiátricos ou que já haviam recebido alta, foram em busca de ajuda médica especializada.
“Os pacientes ficaram mais graves, principalmente os que estavam começando a fazer tratamento. Pessoas que não tinham sintomas passaram a apresentá-los, porém não é a maioria.”, conta a psiquiatra Alice Baltar, 40.
Há o problema da contenção de gastos: as pessoas não estão indo às consultas e quando procuram ajuda, elas estão no extremo. “O aumento de novos casos não foi significativo, a ida aos médicos em geral diminuiu”, relata.

“Às pessoas com a vida social mais restrita, só o isolamento não é o problema. Já as mais ativas estão sofrendo de insônia. A maioria dos casos mais alarmantes são das pessoas que apresentam Transtorno do Pânico ou depressão e com outros problemas concomitantes.” A psiquiatra chega a atender um mesmo paciente mais de uma vez ao dia.
Baltar se sente sobrecarregada. Ela tem uma responsabilidade maior por conta dos casos e, além disso, agregou-se os serviços domésticos.
A psiquiatra também atende voluntariamente profissionais da saúde que estão atendendo a Covid-19. Alguns deles não apresentavam sintomas antes da pandemia e agora passaram a manifestar.
Psicóloga há vinte anos, a Dra. Maria Marta Silva, 51, auxilia seus pacientes para que possam encarar os limites que a pandemia lhes causou. A maioria deles estão em processo terapêutico há mais de doze meses e seus desempenhos têm sido satisfatórios. “Acredito que eles estão acostumados a olhar para si e ressignificar pensamentos e crenças desviantes.”
Para ela, por um lado não está sendo fácil, porque gosta da liberdade e do contato social. Em contrapartida, a psicóloga afirma estar muito bem e não deveria queixar-se: “pode parecer estranho, até porque temos o hábito de reclamar e pensar somente em coisas negativas e nunca no positivo. Seria injusta com o universo.”
Somente uma nova paciente precisou de ajuda psiquiátrica e outro voltou a ser medicado. “Todos somos humanos e carentes de sociedade. Está tudo bem!”, declara.
Segundo Silva, sua agenda sempre esteve cheia para a proposta de seu trabalho. Apenas quatro pacientes desistiram neste período e outros vieram a somar. Alguns optaram aguardar por uma possível desistência.
Embora não esteja atuando na linha de frente dos diversos trabalhos essenciais, ela auxilia os pacientes transmitindo leveza, técnicas de relaxamento e mostrando um pouco da realidade. Por tratar cinquenta pessoas por semana – desde médicos de grandes hospitais a motoristas de ônibus - ela precisa encontrar-se bem, para o ciclo continuar a funcionar, como também mantém um trabalho filantrópico todos os domingos de cunho religioso com os jovens.

Para a estudante de psicologia do 7º semestre da PUC, Natália Gonçalves, 20, o momento atual a deixa apreensiva, pois não há perspectiva do futuro. “Eu tenho um pouco de esperança de que a psicologia clínica seja mais valorizada depois da pandemia, porque é um momento em que as pessoas estão percebendo que saúde mental é muito importante em todos os aspectos da vida.”
Ela espera que seus futuros colegas de profissão tenham percebido o quão urgente é o debate da elitização da psicoterapia. “Durante essa pandemia, surgiram muitas iniciativas de atendimento online gratuito, que deveriam existir há tempos, e se fez presente o debate sobre essa necessidade na área em que pretendo atuar: psicologia social.”
A respeito de dicas para este momento em que a população se encontra, Baltar aplica as recomendações da OMS para guerras e epidemias e incentiva as pessoas a fazerem uma rotina, atividades físicas, ter alimentação saudável e um sistema de Buddy – amigo para conversar. De acordo com Silva, as pessoas devem respeitar seus próprios limites, pensar nos próprios sonhos e fazer planejamentos realistas para esta fase. “Acredito que algumas pessoas precisem estar mais próximas de si. Por isso temos a quarentena, um período para desacelerar.
No momento em que todos os holofotes estão virados para o coronavírus, outra doença, altamente letal é deixada de lado. Pelos números da Organização Mundial da Saúde, 300 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de um mal silencioso que pode levar à morte: a depressão.
Normalmente, quando alguém fala que está em depressão, muitos acabam não levando a sério e tratam apenas como um momento de tristeza. Aí que as pessoas se enganam. Segundo a psicóloga Mariana Caciaccaro, Presidente da Associação de ex-alunos e famílias de terapia da PUC-SP, o humor deprimido é diferente de depressão, que é multifatorial.
Silenciosa e traiçoeira, a doença possui três desencadeadores. O biológico, que é passado dos pais para os filhos, o sociológico, que vai desde a mudança brusca das condições financeiras até o bullying e o psicológico, que envolve traumas, ansiedade crônica, estresse crônico e outros distúrbios. No Brasil, já é considerada o “mal do século”, alcançando mais de 5,8% da população, taxa considerada acima da global(4,4%).
Visto que neste transtorno as pessoas se sentem solitárias e podem até cometer suicídio, é necessária uma atenção especial. É o que dizem os terapeutas. Para Valéria Meirelles, terapeuta formada em psicologia na PUC-SP: “É necessário ter muito cuidado, entender a história deles. O depressivo é atendido de duas a três vezes por semana, sempre acompanhado de um psiquiatra. O meu trabalho como terapeuta é mostrar à pessoa que ela ainda pode ser útil.”.
Além do trabalho terapêutico, existem plataformas online que também dão suporte às pessoas com estes problemas e atendem 24 horas por dia. É o caso do Centro de Valorização da Vida e o entre laços.
Com a chegada do novo coronavírus, a depressão passa por uma nova etapa. Não há mais aquele abraço, aquele beijo. Enquanto ficar em casa protege da pandemia, alerta para o aumento dos casos de depressão e, consequentemente, de suicídio. Neste intuito, a tecnologia vem se mostrando essencial na adoção de novas medidas.
Recentemente, André Fernandes, um pastor e influenciador digital, lançou um aplicativo para dar suporte online contra a depressão em tempos de COVID-19. O aplicativo que tem como objetivo atuar no combate à depressão, ansiedade e suicídio (segundo maior causador de mortes entre jovens entre 15 e 29 anos em todo mundo), dá suporte 24 horas por dia, sete dias por semana. Em entrevista ao portal UOL, o pastor disse o seguinte: “Em um momento em que todos se voltaram para o número de mortes causadas pela pandemia do COVID-19, não podemos esquecer que, comprovadamente, o suicídio causa mais mortes no mundo do que as guerras e epidemias. Além disso, precisamos pensar no consequente abalo emocional que situações como a que estamos vivendo nesses tempos [AQ1] podem gerar para a sociedade como um todo.”.
Seguindo a mesma linha do pastor e influenciador digital, outros também vêm demonstrando solidariedade e ajudando pessoas. No caso de Tomás Levy, estudante e atleta de remo do Sport Club Corinthians Paulista, a ideia foi criar um canal no instagram para contar um pouco de como lida com o preconceito por ser portador da síndrome de tourrete, doença que carrega desde os quatro anos: “Sempre tive muita vontade de gravar os vídeos, mas sempre tive muita vergonha. É muito vergonhoso sentir este preconceito, porém temos uma chave para desconstruí-lo e a minha foi essa, contando a minha história e ajudando as pessoas.”.
Para a psicóloga Valeria Meirelles, qualquer medida preventiva contra a depressão é valida: “Todas as medidas preventivas contra a depressão são importantes. Todo canal que dá voz a uma angústia é importante.”.
No entanto ela ressalta para os perigos das redes sociais:
“As redes sociais, por darem voz a essa angústia são muito boas, mas, ao mesmo tempo são muito ruins. Tem que ser muito criterioso com o que você lê e bloquear as pessoas que não te agradam.”.
Ainda que existam pessoas se movimentando em prol de outras que necessitam, “fazendo o bem sem ver a quem”, falta muito para que a discussão sobre a depressão e o suicídio chegue ao nível ideal. É a opinião da psicóloga Mariana Cacciacaro: “Na faculdade de psicologia tem sido feito muito com relação a isso. Em Setembro, a PUC fez algumas discussões na semana do Setembro Amarelo, no entanto, neste período de pandemia, vemos que este assunto está chegando muito mais nos profissionais da área do que nos pacientes.”.
Ela ressalta que para que a discussão chegue ao ideal, é indispensável um aumento da consciência pública: “Assim como a discussão do uso da camisinha, a depressão precisa ter um aumento de consciência pública. Isso precisa ser levado para pessoas de menor renda em maior número, e de uma maneira que todos entendam como funciona.”.
A depressão não é brincadeira, quando uma pessoa fala que está com a doença, por mais que depois de dito não seja diagnosticado, ela merece toda a atenção e ajuda. Quando atinge o ponto extremo, leva as pessoas a se suicidarem. Por ano, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde(OPAS) e a Organização Mundial de Saúde(OMS), mais de 800 mil pessoas tiram as suas vidas, ou seja, essa discussão precisa de mais debates, mais consciência pública e, principalmente, ser levada a sério.




