Este ano trouxe novos ares para a principal divisão automobilística do planeta até agora. Com seis novos rookies (calouros) que têm chamado atenção nas pistas em meio a resultados expressivos, entre desempenhos deslumbrantes e algumas decepções, a categoria parece respirar com lampejos de renovação.
A conquista do terceiro lugar de Andrea Kimi Antonelli na última edição do GP do Canadá, o que o coloca como terceiro atleta mais jovem da história a atingir um pódio de F1, reacendeu a discussão à respeito do desempenho dos atletas estreantes, principalmente com o meio da temporada se aproximando.
A Fórmula 1 de 2025 já ficou marcada como a sessão de novatos. Nunca antes na história recente, tantos pilotos juntos estrearam na categoria, em especial pelas características da modalidade em si; até o ano corrente são 20 assentos com rotatividade baixíssima e que partem do pressuposto de que não existe rebaixamento, nem de equipes, nem de pilotos. Esta é uma divisão esportiva de acessibilidade reduzida.
Dentro do intervalo de 2020 - 2024, de todos os atletas que estrearam na categoria, apenas o atual líder do campeonato, Oscar Piastri, segue como titular.
Ainda assim, essa nova classe de pilotos que acaba de entrar demonstra um futuro muito promissor, com atletas que, inclusive, já desempenharam bem na Formula 1 como substitutos.
Para iniciar, o golden boy da Ferrari, Oliver Bearman. O piloto britânico se destacou ao demonstrar grande talento durante o início da temporada da Formula 2 no ano de 2023.
Com batalhas incríveis contra o “tubarãozinho” Enzo Fittipaldi e o campeão da temporada, Theo Pourchair, Bearman garantiu seu futuro na equipe rossonera, encerrando o ano com 5 pódios.
Apesar do pouco destaque na sua segunda passagem pela F2, o destino o premiou com duas oportunidades em que correu na F1, em substituição aos pilotos Carlos Sainz (Ferrari) e Kevin Magnussen (Haas/Ferrari); o jovem entregou muito mais do que as equipes esperavam, com pontos em ambas as rodadas.
Os resultados relevantes garantiram o acesso expresso à categoria principal na equipe Haas. Mesmo com um carro limitado e uma equipe menor, o britânico tem evoluído bem, demonstra, cada vez mais, confiança e já finalizou dentro da zona de pontuação em quatro corridas, incluindo o GP de abertura, no Azerbaijão.

Foto por: David Davies/PA Images
A nova estrutura da equipe, a “Super” Haas/Toyota Gazoo Racing, que ainda tem como principal parceiro a Ferrari, também tem se mostrado um caminho benéfico para a evolução de Ollie, que precisa de tempo para se adaptar às novas condições de corrida e às diferentes pistas do calendário.
A expectativa no paddock é que com, aproximadamente, dois anos de maturação, o piloto já esteja apto para assumir um possível assento na Escuderia Ferrari.
Dentre os estreantes de melhor desempenho no ano corrente, está Isack Hadjar. O vice campeão da F2 no ano passado chegou a maior categoria automobilística do planeta repleto de contestações. Mesmo com resultados positivos nas categorias de base, a inconstância apresentada pelo jovem gerava dúvidas, não apenas com o público geral, mas entre os principais mandantes da RedBull.
Ainda assim, com um cartel de opções limitado, Helmut Marko e companhia apostaram no francês que está desempenhando extremamente bem em circuitos mundo afora.
Hadjar é o único entre os estreantes que foi para todos os Q3 (fase final da classificação que contém apenas os 10 mais velozes) e inegavelmente é o que mais tem superado expectativas, uma vez que conta com um carro limitado, tem finalizado melhor que ambos os companheiros que teve até o momento e é o piloto em atuação pela matriz da RedBull em melhor fase, depois de Max Verstappen, o que o coloca na posição de um possível assento na equipe principal em um futuro não tão distante.
Outro que briga pelo título de melhor atleta ingressante em 2025 é Andrea Kimi Antonelli. Estreante pela Mercedes, a pressão por resultados já se tornou vívida desde o início; mesmo com o infortúnio, o bom carro e estrutura fornecidos pela equipe, aliados à performance inacreditável do jovem, têm não só trazido resultados à fabricante, como ao piloto.
O Italiano, que tem uma passagem muito breve e vitoriosa pelas categorias de base do automobilismo, teve acesso prematuro dado seu enorme talento.
Antonelli é uma aposta da Mercedes em criar um novo Max Verstappen. Não literalmente, mas criar um novo fenômeno que seria capaz de virar o jogo para a montadora, que não vive as mesmas glórias do passado.

Foto por: Bryn Lennon - Formula 1
A aposta tem se provado um acerto, uma vez que Kimi tem conseguido posições expressivas em pistas importantes, pontos constantes e, recentemente, no Grande Prêmio do Canadá, se tornou o terceiro atleta mais jovem da história a conquistar uma das três primeiras posições em um circuito de Formula 1. A expectativa é alta para o futuro do emiliano-romagnolo e a Mercedes espera que o jovem traga muito sucesso à equipe.
Membro da academia de pilotos da Red Bull desde 2019, Liam Lawson foi promovido à equipe no começo deste ano, substituindo Sergio Pérez.
O piloto neozelandês competiu em seis etapas do campeonato do ano passado pela equipe Racing Bulls, pontuando em duas ocasiões. O seu estilo de pilotagem agressivo e rápida adaptação a categoria impressionaram a direção da Red Bull, principalmente o chefe da equipe, Christian Horner.
Neste ano, Lawson teve muitas dificuldades em adaptar-se ao carro da equipe, que foi projetado para o estilo de pilotagem de Max Verstappen. E após somente duas etapas, onde não conseguiu ter bons desempenhos, foi substituído por Yuki Tsunoda e voltou para a Racing Bulls.
Por outro lado, Jack Doohan foi contratado pela Alpine em agosto do ano passado, após o anúncio da saída de Esteban Ocon para a Haas.
O australiano entrou na academia de pilotos da equipe francesa em fevereiro de 2022, cinco meses após ser vice-campeão da Fórmula 3 do ano anterior.
Depois de uma passagem sólida pela Fórmula 2, mas sem grandes conquistas, Doohan recebeu a oportunidade de realizar seis etapas na Fórmula 1, começando no Grande Prêmio da Austrália, em seu país natal.
Já sabendo que dependia de boas performances para seguir na equipe após receber um ultimato de seu chefe, Flavio Briatore, o piloto não conseguiu adquirir confiança e ter boas performances.
Depois de abandonar o Grande Prêmio de Miami por conta de um acidente na primeira volta, Doohan foi comunicado por Briatore que seria substituído por Franco Colapinto para a sequência da temporada. Ele segue na Alpine como piloto reserva e de testes.

Colapinto, assim como o seu antecessor, correrá seis etapas no segundo carro da Alpine. Após esse período, sua performance será avaliada por Flavio Briatore, que definirá o seu futuro na Fórmula 1.
O argentino fez a sua estreia na Fórmula 1 no ano passado, correndo a segunda metade da temporada pela Williams, onde conseguiu um impressionante oitavo lugar no Grande Prêmio do Azerbaijão.
Mas apesar do ótimo resultado, Franco mostrou sinais de inconsistência na parte final do campeonato, abandonando três das últimas quatro corridas do ano. No entanto, o garoto ainda tem muita experiência a ganhar e também apresentou velocidade, ainda que de forma inconstante, com bons desempenhos e posições próximas à zona de pontuação no ano de 2025.
Por fim, o maior destaque recente das categorias de base, Gabriel Bortoleto fecha o grid dos calouros. Principal destaque da F3 2023, campeão em seu primeiro ano de participação e campeão da F2 logo no ano seguinte, também em sua primeira passagem pela categoria, o brasileiro se provou o grande talento de sua geração e assinou com Stake Kick Sauber.
A equipe, que tem a atual menor estrutura do Grid, vive um processo de reconstrução para em 2026 se tornar Audi F1 Team.
Com um carro fraco e predominância no fundo do Grid, o time tem sido um bom caminho para que Gabriel conquiste experiência, mas uma experiência difícil para alguém acostumado a vencer.
Ainda assim, a clara prioridade à Nico Hulkenberg e as falhas estratégicas do time influenciaram no desempenho pouco animador do brasileiro, que ainda não conta com ponto algum.
A jovem promessa tem demonstrado maturidade e é constantemente elogiada pelo time e outros pilotos. O estilo seguro de Bortoleto, aliado à sua velocidade, com ultrapassagens inteligentes, trazem a esperança de futuros pontos para o brasileiro, que tem desempenhado um ótimo trabalho.

Foto por: Chandan Khanna / AFP
Muito cedo para cravar o futuro de qualquer um, mas um ótimo momento para analisar o desempenho destes jovens, fica evidente que a categoria tem se renovado e novos nomes devem assumir posições do alto escalão da Formula 1 logo.

Neste domingo (15) a FURIA se consagrou como a primeira equipe a vencer a LTA Sul, após o fim do CBLOL, com um 3 a 0 em cima da paiN Gaming. Os panteras entraram no cenário de League of Legends em 2020, mas nunca conseguiram alcançar grandes resultados. Depois de cinco anos e muitos projetos que bateram na trave, eles enfim conquistaram o título. Confira mais detalhes da série:
Jogo 1 - Virada Furiosa
O early game foi bem movimentado, com um foco da FURIA de jogar pelo lado superior do mapa para abater o Wizer (Sion), deixar o Guigo (Camille) com vantagem e a paiN respondendo a essas jogadas. A partida começou a ganhar forma para os Tradicionais após um bom controle dos objetivos e utilização do Arauto para levar as torres da rota inferior.
Com boas lutas, a paiN se manteve na liderança do jogo, apesar de perder alguns objetivos, alcançando 6k de gold na frente de seus adversários. Porém, aos 36 minutos de partida, Os Panteras deram um pickoff no Wizer, que desencadeou em uma team fight na qual a FURIA saiu vitoriosa. Com apenas uma luta, eles conseguiram virar a partida e abrir o placar da final.
Jogo 2 - A um passo da história
A segunda partida da final pareceu um replay da primeira, as duas equipes movimentaram o mapa com muitos abates e disputas de objetivos. O jogo estava muito parelho e era muito difícil definir quem venceria, já que nenhum dos times conseguiu uma vantagem expressiva.
A partida foi definida em mais uma luta imprevisível, que foi decidida no por Ayu (Senna) atirador da FURIA. Como no jogo anterior, os Panteras precisaram de apenas uma team fight para ganhar e buscar o match point.
Jogo 3 - HOJE É DIA DE FURIA
Diferente dos outros dois jogos, a FURIA não deu chances para paiN no terceiro e último jogo da final. Os Panteras dominaram do começo ao fim. Eles puniram bem os tradicionais nas rotas laterais e obtiveram muitos abates por lá. Além disso, a FURIA buscou lutas nos objetivos, respondendo a jogadas da paiN e evitando que eles se recuperassem na partida. Com isso, eles chegaram a uma vantagem de mais de 12k de ouro e foi só questão de tempo para conquistarem seu primeiro troféu na modalidade.
MVP da Final: Guigo
Coletiva
Conquistando um título pela segunda vez na carreira, Tutsz contou o sentimento de voltar ao topo do cenário após cinco anos:
“O sentimento é muito bom. É gratificante saber que, se eu estiver trabalhando com as pessoas certas, com a comissão certa, eu consigo ser um dos melhores”

O midlaner também agradeceu a confiança que a organização deu a ele desde sua chegada:
“Quando eles me contrataram, me trouxeram do Academy (Tier 2). Então desde sempre foi uma relação de confiança muito grande da FURIA comigo e queria agradecer esse laço que foi criado”, finalizou.
Glossário
Team fights: Lutas em equipe
TF: Abreviação de team fight
Early game: começo de jogo
MVP: Sigla de Most Valuable Player, que indica o melhor jogador da partida
Ouro: dinheiro do jogo
pickoff: Abater um adversário que está fora de posição
Objetivos: Monstros neutros em que as equipes podem abater para conseguir melhorias, ouro e experiência.
Midlaner: Jogador que atua pela rota do meio
Rotas laterais: rota que estão na extremidade do mapa, o top (rota superior) e bot (rota inferior)
O São Paulo anunciou na noite desta quarta-feira (18) a contratação do técnico argentino Hernán Crespo para comandar a equipe, com contrato válido até o final de 2026. Esta será a segunda passagem de Crespo pelo clube, quase quatro anos após a primeira, quando conquistou o Campeonato Paulista de 2021. O treinador de 49 anos estava sem clube desde que deixou o Al Ain, dos Emirados Árabes, no fim de 2024.

Luis Zubeldía não resistiu à sequência de maus resultados e deixou o cargo na última segunda-feira (16), em comum acordo com a diretoria. O novo técnico é aguardado em São Paulo na próxima semana e deve ser apresentado oficialmente ao elenco no dia 26 de junho, data da reapresentação do grupo após a pausa no calendário. “Ele é um grande profissional, que já conhece o clube, conquistou um título aqui e chegou o momento de ele retornar. Estamos satisfeitos em concretizar essa volta”, declarou o presidente Julio Casares sobre a volta de Crespo.
A primeira passagem do argentino pelo Tricolor, em 2021, ficou marcada pela conquista do título paulista daquele ano, que encerrou um jejum de oito anos sem troféus para o clube. Ao todo, Crespo comandou o São Paulo em 53 partidas, com 24 vitórias, 19 empates e 10 derrotas. Ele deixou o cargo em outubro de 2021 após um início ruim no Brasileirão e eliminações nas quartas de final da Libertadores, diante do Palmeiras, e da Copa do Brasil para o Fortaleza.

Apesar da má campanha no cenário nacional, o São Paulo segue vivo nas demais competições que disputa na temporada. O time está classificado às oitavas de final da Copa Libertadores, em que enfrentará o Atlético Nacional, da Colômbia, e também às oitavas da Copa do Brasil, cujo adversário será o Athletico-PR. Já no Campeonato Brasileiro, a equipe ocupa apenas a 14ª posição depois de 12 rodadas, com 12 pontos ganhos – apenas um a mais que os times da zona de rebaixamento.
O futebol de várzea sempre foi um futebol igual ao futebol profissional em questões de qualidade de bola, porém, é marginalizado e subestimado no cenário do futebol brasileiro.
O futebol de várzea começou no início do século passado e começou como um esporte acessível para todos, em que ao invés de ser um time profissional foi construído através de camadas mais carentes no país, os times podem ser formados de diversas maneiras, como por exemplo um time formado pelo bairro, um time formado por amigos da escola, amigos do trabalho, um futebol amador, que não necessariamente precisa de tanto esforço como no futebol profissional.
Mas surge um time diferente dos outros times de várzea, o Boravê [AF1] [GNM2] Futebol Clube nasceu na Vila Pompéia no ano de 2019, diferente de outros times do futebol da várzea, o time cresceu de uma origem afortunada e com privilégios que outros times não tiveram, foi com uma ideia de amigos que o Boravê começou e foi se inscrevendo e vencendo campeonatos como a “Copa Team Stars Playball” em 2023, a “Copa Amstel” em 2024, a “Copa Chuteira de ouro juniores” em 2024 e a “Copa Chuteira de Ouro Cinco” em 2024.
O professor Davi Pacheco que cursa educação física na Universidade Paulista, relata que as principais dificuldades que enfrentou no Boravê foi montar um time competitivo que tenha entrosamento entre os companheiros de equipe, mantendo e melhorando a qualidade de bola dos jogadores.
Ele diz que o futebol de várzea é marginalizado pela sociedade por conta da falta de oportunidades que esses jovens tiveram em sua carreira e vão para a várzea para competir e colocar o amor em prática no campo, embora os jogadores e o técnico tenham compromissos, ele coloca o time em primeiro lugar, sempre ter disponibilidade e afinco ao exercer o cargo. Pacheco pensa também em migrar para o futebol profissional e treinar times profissionais.
Também em uma entrevista com o zagueiro do time Reali, ele afirma que a principal dificuldade de um atleta de várzea entrar para o profissional é a intensidade do jogo que são diferentes, em que o preparo físico, emocional e de gestão não são aplicadas de forma adequada no futebol de Várzea, em que o atleta no futebol profissional é mais que um atleta, mas sim uma marca que sua imagem vale muito além do que é mostrado em campo.
Reali diz que a rotina de um jogador da várzea é quase a mesma de uma pessoa comum, a única coisa que diferencia é a rotina é o preparo físico e alimentação reforçada, ele diz que muitas pessoas não seguem no futebol por conta de ser muito difícil chegar no futebol profissional, por isso, muitos deles desistem do sonho e vão trabalhar e estudar para conseguir o seu sustento.
O futebol de várzea é sim um futebol que não tem a melhor das estruturas, porém, o amor pelo time é o que sustenta a alma do clube, muitos atletas da várzea fazem muito mais por um time do que um jogador de um time alto do profissional, que só pensa no dinheiro e voltar para a casa rico, a alma do futebol está aí e pode não ter um corpo perfeito, mas sim uma alma incrível.
A tradicional etapa das 24 Horas de Le Mans terminou no último domingo (15), com Ferrari e Porsche no pódio. Disputada desde 1923, a corrida tem como objetivo desafiar pilotos e equipes a correrem o maior quantidade de voltas em 24 horas – uma verdadeira prova de resistência. O ex-piloto de Fórmula 1 Robert Kubica fez história ao conquistar sua primeira vitória. Junto a Yifei Ye e Philip Hanson, o trio cruzou a linha de chegada garantindo à Ferrari sua terceira vitória consecutiva em Le Mans.

A edição de 2025 mostrou a verdadeira tradição de Le Mans. A Ferrari #83 lidava com a competição e o desempenho estável da Porsche. Durante a prova, as duas equipes trocaram de posição na liderança, a Ferrari utilizou o Safety Car como benefício e diminuiu a sua desvantagem inicial. O pódio da categoria Hypercar também contou com a Ferrari #51, conduzida por Alessandro Pier Guidi e James Calado, além da Porsche #6, liderada por Kevin Estre. Apesar de sua forte atuação, a Porsche não conseguiu acompanhar o ritmo imposto pela Ferrari, e terminou na segunda colocação.
Os Cadillacs das equipes Whelen e Wayne Taylor Racing precisaram abandonar a competição por questões de potência. A BMW, que havia prometido estar na disputa, passou por uma sequência de problemas técnicos, penalizações e falhas dos condutores, encerrando a corrida fora dos 15 primeiros lugares. Tanto os carros da Peugeot, quanto os da Alpine, enfrentaram obstáculos: os franceses realizaram uma corrida mais reservada e com sérias dificuldades após colisões, como o incidente envolvendo Paul-Loup Chatin com o Peugeot número 94.
Esse ano a corrida contou com oito brasileiros, Felipe Drugovich e Felipe Nasr correram na classe dos hipercarros, Daniel Schneider e Pietro Fittipaldi na LMP2 e Dudu Barrichello, Augusto Farfus, Custódio Toledo e Daniel Serra na classe LMGT3. Nars teve o melhor desempenho entre os brasileiros, conquistando o 10° lugar com a Porsche #4. Drugovich abandonou a prova por questões técnicas.
As duas últimas horas foram marcadas por reviravoltas, a Ferrari #83 teve problemas no reabastecimento de combustível. A Porsche #6 teve seus minutos de esperança de alcance à liderança, mas Kubica apostou todas as suas cartas na estratégia para evitar uma nova parada. Nos últimos minutos da corrida, a briga pelo primeiro lugar estava mais acirrada, com a Ferrari #83 e a Porsche #6 separadas por segundos. A tensão sob os pilotos aumentava, mas, apesar da aproximação da equipe adversária, o piloto polonês não se afetou e segurou sua liderança até a bandeirada final, garantindo a primeira posição.



