A cidade de São Paulo, composta por grandes edifícios, é conhecida como a selva de pedra. Ao retratarem a terra da garoa, muitos falam sobre o cinza predominante em algumas áreas e acabam esquecendo que há lugares que o colorido ganha destaque em meio às cores opacas dos arranha-céus.
Um dos pontos de destaque da metrópole é a facilidade de encontrarmos obras de artistas estampadas nas paredes dos prédio, como por exemplo no Elevado Presidente João Goulart, conhecido como Minhocão, localizado no centro da cidade. Passando por lá de carro durante a semana ou a pé aos sábados, domingos e feriados, é possível ver o colorido das pinturas e das frases que ilustram o espaço.
Outros locais como o Beco do Batman, na Vila Madalena também são exemplos de que a capital paulista tem diversos lugares que colorem a vida e a vista do paulistano.










São Paulo, com uma população estimada em 12,3 milhões de habitantes conforme dados do IBGE de 2020, é amplamente reconhecida como o epicentro econômico do Brasil. A agitação incessante e o intenso ritmo de atividades laborais na metrópole podem ser notáveis para aqueles não familiarizados com seu ambiente dinâmico.
Em decorrência dessas características distintivas, São Paulo conquistou renome nacional como 'A Cidade que Nunca Dorme'. No entanto, é importante notar que existem espaços na cidade onde essa famosa reputação encontra momentos de repouso, ao menos de forma transitória.








A Feira de Arte, Artesanato e Cultura acontece todo domingo das 09:00 às 17:00 na Avenida Paulista, em frente ao Parque Siqueira Campos, conhecido como Parque Trianon. Cerca de 126 expositores se dividem entre as Artes Plásticas, o Artesanato, a Gastronomia e a Floricultura.
Os artistas e artesãos que apresentam, vendem e produzem seus trabalhos não se limitam ao local da feira. Composições feitas de crochê, acrílico, material reciclável e muitos outros elementos podem ser encontradas ao longo da Avenida, nas calçadas e na rua, que é restrita para a circulação de automóveis aos domingos das 09:00 às 16:00.











Tendo a sua construção iniciada em 1598 e finalizada em uma 1612, a igreja do estilo gótico francês nasceu ainda na Vila de São Paulo do Campo. Em 1740, mais de 100 anos depois da sua criação, a pequena vila tornou-se uma cidade, com isso a então Igreja Matriz tornou-se sede Episcopal.
Por conta de sua deterioração ao longo do tempo, a antiga igreja foi demolida em 1912 e reconstruída pelo então Arcebispo Dom Duarte Leopoldo e Silva. O projeto realizado por Maximilian Hehl teve suas obras finalizadas apenas no ano de 1954, mais de 30 anos depois; o atraso ocorreu pela falta de verba e a dificuldade de importação de materiais devido as duas grandes guerras ocorridas nesse período.
Já nos anos 2000, a igreja foi revitalizada e modernizada, ganhando elevadores, mais acessibilidade para Pessoas com Deficiência (PCDs), novos banheiros e sistemas de som e luzes, restauração do sistema elétrico e de encanamento, além de um sistema de prevenção de combate a incêndios. A catedral está localizada em frente ao Marco Zero da capital paulista e tem fácil acesso através da estação Sé do Metrô.









Sendo o maior templo budista da América Latina, o templo Zu Lai é um dos poucos lugares no qual podemos entrar em contato com essa religião, que, apesar de ser muito presente na Ásia, é muito pouco aderida em nossa região.
O templo é aberto de 3ª a 6ª feira das 12h às 17h e aos sábados, domingos e feriados das 9h30 às 17h. Aos sábados acontecem meditações às 11h e minipalestras às 14h, nos domingos acontecem cerimônias às 10h. A entrada e o estacionamento são sempre gratuitos.
Autor: Henrique Silva Rodrigues
Autor: Henrique Silva Rodrigues
Autor: Henrique Silva Rodrigues
Autor: Henrique Silva Rodrigues
Autor: Henrique Silva Rodrigues
Autor: Henrique Silva Rodrigues
Autor: Henrique Silva Rodrigues
Autor: Henrique Silva Rodrigues
Autor: Henrique Silva Rodrigues
Autor: Henrique Silva Rodrigues



























































