Em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil, mostra reúne mais de 70 artistas brasileiros e propõe uma jornada crítica sobre o histórico de violências no sertão
por
Helena Aguiar de Campos
|
06/05/2026 - 12h

 

A mostra, que ocupa todos os andares do CCBB, articula um diálogo da cultura brasileira, em relação às heranças indígenas e africanas, ao abordar temas como espiritualidade e ancestralidade. As obras revelam a força dessas culturas, trazendo à tona práticas religiosas, conhecimentos agronômicos e costumes cotidianos que atravessam gerações.

 

obra de tinta acrílica sobre manta térmica
Obra: rOna. Foto: Helena Campos/Agemt

 

A exposição contém obras realizadas majoritariamente por artistas das regiões Norte e Nordeste, de comunidades afrodescendentes e indígenas, comissionadas especialmente para a exposição. Já na entrada, o público é impactado com uma instalação triangular que carrega várias telas da artista premiada, Biarritzzz. A obra, pendurada no teto do edifício, representa o instrumento histórico dos trios de forró, exercitando o imaginário sertanejo.

 

Obra triangular pendurada ao teto
Obra: Biarritzzz. Foto: Helena Campos/Agemt

 

O projeto expográfico investiu em cores fortes e fez relação a biodiversidade brasileira para marcar diferentes elementos da região e entregar também, uma experiência sensorial. A primeira cor é verde da vegetação, representando a força da vida que brota mesmo com dificuldade. Depois, as paredes se tornam azuis, assim como o céu, inspiradas pela liberdade e espiritualidade. E enfim, o laranja, vermelho e amarelo, cores que representam o calor, fogo e o sol, como o começo e fim do dia no sertão, simbolizam a luta e esperança.

 

Uma máscara colorida suspensa, elementos sonoros e fundo verde bandeira
Obra: Denilson Baniwa. Foto: Helena Campos/Agemt

 

Homem à frente de fotos de mulher indígena na favela
Obra: Xamânica e Tayná Uràz. Foto: Helena Campos/Agemt

 

Pinturas sobre placa de trânsito
Obras: Amilton. Foto: Helena Campos/Agemt

 

Fotografias de pessoas negras com miniatura de caravela
Obra: Márvila Araújo. Foto: Helena Campos/Agemt

 

“O sertão é um território simbólico no qual diferentes experiências históricas se cruzam e onde a arte pode revelar múltiplas narrativas sobre o país”,

Ariana Nuala, uma das curadoras.

 

Fotografias de pessoas envolvidas por sementes
Obra: Ayrson Heráclito. Foto: Helena Campos/Agemt

 

A exposição está aberta para visitação até o dia 3 de agosto de 2026, das 9h às 20h e a entrada é gratuita.

 

De onde surgiu a ideia

A exposição nasceu das pesquisas de Marina Maciel, criadora e diretora-geral do projeto, desenvolvidas do mestrado ao seu doutorado na Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). Em 2023, a ideia saiu no papel e ganhou forma com o Coletivo Atlântico, que atua na defesa dos direitos humanos por meio da arte. A primeira edição, Atlântico Vermelho  denunciou dor e massacres causados pela escravização e marcou presença na ONU com obras de mais de 20 artistas afro-brasileiros. Como consequência da visibilidade e importância realizaram, já no próximo ano, o Atlântico Floresta, no Museu de Arte do Rio (MAR), reunindo artistas contemporâneos para abordar a violência contra povos originários.

 

As edições carregam o nome “Atlântico” com uma dimensão filosófica e crítica: se, por um lado, o oceano foi marcado por morte e sofrimento devido à processos coloniais, por outro, a arte decolonial e nacional, ressignifica a história, evidenciando vida e resistência.

Tags:
Promotoria deu prazo de 15 dias para que a empresa esclareça seus critérios na cobrança de taxas na venda virtual
por
Rafaella Lalo
|
06/05/2026 - 12h

A Ticketmaster Brasil foi notificada pelo Ministério Público de São Paulo e terá 15 dias para esclarecer a cobrança das taxas de 20% sobre os ingressos vendidos no site. O despacho foi assinado pela Promotoria de Justiça de São Paulo na quinta-feira (9) de abril, e questiona a proporcionalidade das taxas de serviço e os custos adicionais cobrados dos consumidores.

A denúncia foi apresentada pelo deputado Guilherme Cortez (PSOL), após recolher várias queixas feitas pelos compradores que adquiriram ingressos para shows como BTS, Harry Styles e Kid Abelha. A venda para o evento de Harry Styles que iniciou em janeiro deste ano já recebia reclamações sobre os custos desproporcionais. Clientes perceberam que os valores mudam de acordo com o preço do ingresso. Por exemplo, entradas de R$700,00 têm taxas de R$140,00, enquanto um ingresso de R$265,00 tem R$53,00 de custo adicional.

Em sua representação, o deputado ressalta também a ilegalidade dessas ações, além da falta de transparência por parte da empresa. 

Print da denúncia feita na rede social X do deputado Guilherme Cortez
Postagem feita nas redes sociais do Deputado Guilherme Cortez. Foto: Reprodução X.com 

De acordo com informações divulgadas sobre o despacho assinado pelo promotor Donisete Tavares de Moraes Oliveira, a Ticketmaster deverá explicar como é feito o cálculo dessas taxas de 20%, já que a cobrança é fixa e aplicada ao valor total da compra independentemente do valor ou tipo da entrada (inteira ou meia).

A Promotoria também aguarda esclarecimentos sobre quais são os custos de infraestrutura e gestão de demanda que justifiquem essa cobrança, qual é o número total de ingressos disponibilizados para venda por cada dia de show e se as taxas são proporcionais ao valor da entrada vendida de forma on-line.

Em setembro de 2025, o Procon pediu explicações para a empresa, após esses custos adicionais serem cobrados nos ingressos do show de The Weeknd. Situação semelhante ao que ocorreu nos shows de BTS e Harry Styles.  

A Ticketmaster Brasil confirmou, em nota encaminhada à imprensa, ter recebido a notificação do MP-SP. Segundo a empresa, a taxa de serviço cobrada nas vendas online está relacionada a custos de infraestrutura, operação do site e medidas antifraude voltadas à segurança do comprador. A plataforma também declarou que essas cobranças são informadas de forma transparente durante o processo e ressaltou que o consumidor tem a opção de comprar ingressos em bilheterias físicas sem os custos adicionais cobrados no site.

Tags:
Apresentações aconteceram em São Paulo e no Rio de Janeiro, após quase dois anos da última passagem do artista pelo país
por
João Paulo Di Bella Soma
|
05/05/2026 - 12h

The Weeknd voltou ao Brasil nos dias 26, 30 de abril e 01 de maio em São Paulo e Rio de Janeiro, como parte da etapa latino-americana da turnê After Hours Til Dawn. A turnê consolida a era de sua mais recente trilogia musical composta pelos álbuns After Hours, Dawn FM e Hurry Up Tomorrow.

Depois de passar por países como Estados Unidos e México, a turnê passou pelo Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, no dia 26 de abril e pelo Morumbis, em São Paulo, nos dias 30 de abril e 1 de maio. A produção impressiona não só pelo tamanho, mas também pelo conceito visual, que mistura elementos futuristas com uma estética sombria e cinematográfica.

Anitta foi a artista escolhida para os shows de abertura da turnê na América Latina e aqueceu o público com uma performance energética e cheia de identidade brasileira. Misturando funk, pop e elementos eletrônicos, a cantora entregou um setlist que transitou entre novidades e velhos sucessos. Ela iniciou com faixas como “Meia Noite”, “Desgraça”, “Mandinga” e “Vai Dar Caô”, e posteriormente levantou a plateia com hits como “Sua Cara”, “Bola Rebola” e “Vai Malandra”.

Durante cerca de 2h30 de show e com um repertório de aproximadamente 40 músicas, The Weeknd conduziu o público por seus 15 anos de carreira. O show é uma experiência imersiva, com iluminação dramática, cenografia elaborada e uma narrativa visual que remete a um filme de terror e suspense. Acompanharam o cantor sua banda e o lendário produtor Mike Dean.

The Weeknd no Estádio MorumBIS
The Weeknd em tour Foto: Reprodução Instagram @theweekndmxc


Apresentando músicas do álbum Hurry Up Tomorrow ao lado de seus maiores sucessos, Abel iniciou o show com “Baptized In Fear”, “Open Hearts” e “Wake Me Up”, criando uma atmosfera intensa logo de início. Em seguida, emendou hits como “After Hours”, “Starboy” e “Heartless”, levando o público ao delírio.

O cantor ainda retornou ao seu novo projeto com “Cry For Me” e “São Paulo”, faixa que ganhou destaque especial por homenagear a cidade. Em um dos momentos mais marcantes da noite, Anitta voltou ao palco para cantar o novo single “Rio”, uma homenagem direta à cidade carioca e que conta com sua participação. A faixa traz influências do Brazilian Phonk e chama a atenção pelo visual de seu futuro clipe, dirigido pelo famoso cineasta japonês Takashi Miike.

Ao longo do show, The Weeknd percorre diferentes fases da sua carreira e revisita trabalhos como Dawn FM, Beauty Behind The Madness, My Dear Melancholy, e House of Balloons. Em versões mais intimistas de “Out of Time” e “I Feel It Coming”, o artista desceu até a grade e interagiu com os fãs. Em um momento espontâneo, cantou com uma fã da primeira fileira, correu pela frente do palco cumprimentando o público e demonstrou gratidão pela recepção calorosa.

Abel encerrou a noite com uma declaração emocionante: “Eu sinto que estou em casa quando estou em São Paulo”. Ele garantiu que volta ao Brasil, mas não deixou pistas de quando. 

Fugindo do formato tradicional e engessado, o show conta com longas passarelas que avançam sobre a pista, aproximando o cantor do público, enquanto a banda permanece conectada no palco principal, sustentada por um telão gigantesco que amplifica a experiência visual.

the weeknd palco
Palco After Hours Til Dawn Foto: TAIT


Além da estrutura, a performance vocal de Abel também se destaca. Com uma voz afinada, ele entrega estabilidade ao vivo mesmo em faixas mais exigentes, combinando técnica, carisma e presença de palco. Sempre em movimento, interagindo e incentivando o público, o artista mantém a energia elevada do início ao fim.

A parte visual do show ganha ainda mais força com o uso criativo da iluminação. Lasers cortam o estádio em diferentes direções, criando cenários dinâmicos, enquanto as pulseiras luminosas distribuídas ao público transformam a plateia em um verdadeiro mar de luzes sincronizadas. No encerramento, fogos de artifício tomaram conta do céu e fecharam o espetáculo de forma memorável ao som de "Moth To A Flame".

A última vinda do artista ao país aconteceu em 7 de setembro de 2024, durante a fase final da turnê que promovia o álbum Hurry Up Tomorrow. Na ocasião, o cantor contou com participações especiais de Anitta e Playboi Carti.

Tags:
Jornal norte-americano destaca nomes que moldam a indústria da música dos Estados Unidos e influenciam o cenário global
por
Livia Vilela
|
05/05/2026 - 12h

 

O jornal americano The New York Times publicou na última terça-feira (28) uma seleção dos 30 maiores compositores americanos vivos. Sem ordem de ranking, o levantamento se propõe a definir o padrão de compositor da nova geração e quais seriam as suas principais influências, reunindo artistas que seguem moldando a produção musical contemporânea e ampliando seu alcance cultural em escala global.

O projeto faz parte de uma cobertura especial sobre o ofício da composição, com entrevistas em vídeo com nomes como Jay-Z, Taylor Swift e Lucinda Williams, além de artistas e produtores como Nile Rodgers, Mariah Carey e Babyface. A proposta é aproximar o público dos processos criativos por trás de algumas das canções mais conhecidas das últimas décadas, destacando o papel do compositor como eixo central da indústria da música.

nyt jay z
Jay Z em entrevista para o The New York Times 
Foto: Reprodução/ Instagram @nytimes

A seleção foi construída a partir de mais de 700 indicações enviadas por mais de 250 profissionais da música, além da curadoria de críticos do jornal. O processo envolveu semanas de análise e debate sobre critérios como influência, consistência artística, impacto cultural e permanência ao longo do tempo.

O resultado combina compositores consagrados, como Bob Dylan, vencedor do Nobel de Literatura, Carole King e Stevie Wonder, com artistas que redefiniram o pop e o hip-hop nas últimas décadas, como Kendrick Lamar, Taylor Swift e Lana Del Rey. O que foi avaliado em comum entre todos esses artistas foi a capacidade de atravessar gerações e influenciar não apenas o mercado americano, mas a produção musical global.

nyt taylor swift
Taylor Swift em entrevista para o The New York Times 
Foto: Reprodução/ Instagram @nytimes

A lista também reconhece o peso de compositores que atuam nos bastidores da indústria, responsáveis por sucessos gravados por outros artistas, como Diane Warren, Babyface, The-Dream e a dupla Jimmy Jam & Terry Lewis. A diversidade estética é um dos pontos centrais da seleção. Além de reunir diferentes gerações e estilos, passando pelo folk, country, pop, R&B e hip-hop, a lista também reflete a ampliação do alcance global da música americana. 

Outro aspecto relevante é a inclusão de artistas latinos e bilíngues, como Romeo Santos e Bad Bunny, sinalizando como a ideia de “compositor americano” hoje incorpora trajetórias e influências fora do território dos EUA e da língua inglesa. O recorte reforça como a produção musical atual é globalizada e ultrapassa fronteiras linguísticas e culturais, acompanhando transformações do próprio público e da indústria. 

Lista dos 30 Maiores Compositores Americanos Vivos:
 Babyface
 Bad Bunny 
 Bob Dylan
 Brian & Eddie Holland 
 Bruce Springsteen
 Carole King
 Diane Warren
 Dolly Parton
 Fiona Apple
 Jay-Z
 Jimmy Jam & Terry Lewis 
 Josh Osborne, Brandy Clark & Shane McAnally 
 Kendrick Lamar
 Lana Del Rey
 Lionel Richie
 Lucinda Williams
 Mariah Carey
 Missy Elliott
 Nile Rodgers
 Outkast
 Paul Simon
 Romeo Santos 
 Smokey Robinson
 Stephin Merritt 
 Stevie Wonder
 Taylor Swift
 The-Dream
 Valerie Simpson
 Willie Nelson
 Young Thug

Tags:
Gato sem Rabo reabre em grande estilo, com novo café e restaurante, e fortalece o espaço para o público leitor em SP
por
Sofia Morelli
|
05/05/2026 - 12h

Em maio de 2025, após uma reforma, Gato sem rabo abre suas portas ao público, com mais conforto para receber os interessados por uma literatura voltada ao mundo e imaginário feminino, em novo endereço no centro de São Paulo. Johanna Stein, fundadora do estabelecimento, idealizou-o conforme notou a falta de um lugar em que obras escritas por mulheres cisgênero, trans e travestis fossem valorizadas e mais acessíveis. Agora composto por um café e bar para leitores e para cidadãos que por ali passam. Durante sua graduação no campo das artes, Johanna tinha um grande interesse no trabalho de autoras mulheres, mas ao longo de suas pesquisas começou a esbarrar repetidamente com a dificuldade de achar textos produzidos por essas artistas em geral, mesmo em uma metrópole tão plural como  São Paulo. Foi dessa frustração que se materializou a livraria, criando um espaço para que essas vozes pudessem fluir.

Cada vez mais, o centro de São Paulo é preenchido por estabelecimentos que exploram partes da cultura subvalorizadas e dispersas. “Existe uma demanda por obras produzidas por grupos historicamente excluídos, que tem aparecido no dia a dia dos lançamentos das editoras”, afirma Ana Paula Pacheco, professora  do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da Universidade de São Paulo (USP), além de escritora de ficção e de romance experimental. “Acho que isso virou um nicho de mercado, para o bem e para o mal, acho que tem um desrecalque de vozes anti-escaladas  e desrecalque é muito bom, por outro lado existe uma certa tendência de eliminar a leitura crítica das obras, é importante tratar essas obras como obras para valer que podem passar por um critério estético, crítico de leitura.”, reflete a professora da USP, em questão das popularização que vem ocorrendo dessas obras.

 

Livraria Gato Sem Rabo, no Centro de São Paulo.  Por Sofia Morelli

 

A curadoria da Gato sem rabo se preocupou em montar um acervo com enfoque na produção do sul global, além de clássicos de Virginia Woolf, escritora do ensaio que inspirou o próprio nome da livraria. Nesse ensaio “Um quarto só seu”, de 1928, a narradora observa um animal estranho em um gramado, onde não deveria estar caminhando, uma possível e famosa interpretação é a de estranhamento que as mulheres sofrem ao tentarem ocupar  um lugar no mundo dos intelectuais, ousando a  escrever. 

O mundo evoluiu muito desde então, mas ainda há dificuldades inegáveis para mulheres que desejam ser intelectuais, o que não significa que não há livros que caminham por todos os gêneros literários, poético, fictício, político assim como romance e questões corporais. “Eu sinto sobretudo no meio intelectual, na universidade, na circulação do pensamento, as mulheres são uma espécie de nicho do mercado mesmo. Na universidade eu vejo ainda uma aparência de democratização, nas ações que contém uma violência histórica, às vezes muito sutil, por exemplo no domínio masculino do debate, de bancas de defesa de tese e na maneira infantilização o pensamento das mulheres, às vezes elogiando, mas existe uma certa minoridade que se tenta impor no pensamento delas”, diz Ana Paula.

Essa visibilidade a essas obras significa muito para jovens garotas, com mais possibilidades de experienciar um mundo de vozes mais próximas de seus imaginários impulsiona o surgimento de novas possíveis autoras, ou até mesmo para que o mundo intelectual seja colocado como mais acessível para  todos os grupos e gêneros, e menos unificado para o público masculino. Com clube do livro, rodas de conversas e eventos, a livraria se transpõe como um lugar para que vozes sejam escutadas e que novas vozes floresçam num caminho cada vez menos fechado. 

Em suma, a criação de Johanna se demonstra como um espaço com uma importância física e emocional para a comunidade literária da região, que está sendo cuidado para que siga uma tendência de crescimento.  A ausência vira presença com um acervo com cerca de 650 escritoras, um esforço além da prateleira, que tem compromisso em explorar as visões de mundo na literatura produzida por elas. Livrarias independentes, como essa, fazem parte de uma transformação cultural ativa de extrema importância para o ecossistema literário “O conhecimento de relatos das mulheres, ele forma novas mulheres de outras maneiras, mas também não acho que a gente tenha que ter ilusões quanto a uma aceitação de mulheres no meio intelectual, acho que temos que ocupar espaços, disputar os espaços politicamente, sem esperar aceitação masculina”, de acordo com Ana Paula.

Tags:
O inesquecível Chandler Bing de "Friends" tinha mais de 30 anos de carreira
por
Mohara Ogando Cherubin
|
31/10/2023 - 12h

O ator Matthew Perry morreu neste sábado (28) aos 54 anos. Segundo a polícia, Matthew foi encontrado sem vida em casa, em Los Angeles. A causa da morte não foi divulgada, porém de acordo com o site TMZ, o ator parece ter se afogado na banheira.

arquivo 1
Reprodução: O Globo

Natural de Williamstown, Massachusetts, Matthew nasceu em 19 de agosto de 1969 e era filho do ator John Bennett Perry e da jornalista Suzanne Perry. Com o divórcio repentino dos pais, o ator se mudou com a mãe para Ottawa, no Canadá, ainda na infância. 

Durante sua morada no Canadá, Matthew passou a praticar tênis e se tornou um tenista de primeira categoria no país, mas foi no decorrer de sua adolescência que descobriu a paixão pela atuação, o que o levou a morar com o pai em Los Angeles.

Matthew fez sua estreia nas telas aos dez anos de idade, quando interpretou Arthur na série de drama "240-Robert" em 1979. Nos anos seguintes o ator participou de outros seriados, como Bob em "Not Necessarily the News" (1983), Ed em "Charles in Charge" (1985) e Davey em "Silver Spoons" (1986).

O primeiro papel de Matthew no cinema foi ainda no Ensino Médio. O ator deu vida ao personagem Fred Roberts no filme “Uma Noite na Vida de Jimmy Reardon” (1988). No ano seguinte, ele viveu Timothy no filme "Não mexa com a minha filha" (1989). 

“Friends” 

arquivo 2
Matthew Perry como Chandler Bing em “Friends” (1994)

Foi no ano de 1994, após participações em alguns seriados e filmes, que Matthew recebeu o convite para viver o personagem que mudaria sua vida.

O seriado de comédia "Friends" foi lançado em 22 de setembro daquele ano. A trama girava em torno do cotidiano de um grupo de amigos de Nova York. Matthew interpretou o sarcástico Chandler Bing durante 10 temporadas – com um total de 234 episódios produzidos pela Warner Bros.

Com falas memoráveis e momentos hilários, o personagem de Perry se tornou um dos favoritos dos fãs da série, o que lhe rendeu uma indicação ao Primetime Emmy, em 2002. 

Após 17 anos do fim da série, o episódio especial reuniu o elenco novamente, intitulado Friends: The Reunion, em 2021.

"Estamos todos totalmente arrasados com a perda de Matthew. Éramos mais do que apenas colegas de elenco. Somos uma família. Há muito a dizer, mas agora vamos reservar um momento para lamentar e processar esta perda incalculável. Com o tempo diremos mais, como e quando pudermos e, por enquanto, nossos pensamentos e nosso amor estão com a família de Matty, seus amigos e todos que o amavam ao redor do mundo", disse o elenco da série em comunicado conjunto para a revista People nesta segunda (30).


Mais da carreira do ator

Com o reconhecimento de sua atuação em "Friends", Matthew participou de outros filmes e séries como Nicholas 'Oz' em "Meu vizinho mafioso" e "Meu vizinho mafioso 2", Alex Whitman em "E agora, meu amor?", Mike O'Donnell em "Dezessete Outra Vez", Matt Albie em "Studio 60 on the Sunset Strip" e Ryan King "Go On", dentre outras produções.

O polêmico livro de memórias de Matthew Perry 

O ator publicou o livro “Friends, Lovers, and the Big Terrible Thing: A Memoir” ("Amigos, amores e aquela coisa terrível") em 1º de novembro de 2022. A obra tem mais de 300 páginas, nas quais o ator conta sobre seu vício com drogas e álcool durante as gravações de "Friends", seus amigos e o namoro com a atriz Julia Roberts. 

Matthew brinca com o fato de Julia Roberts ter aceitado participar da série, em 1995, desde que contracenasse com o personagem do ator. A partir daí, os dois trocaram diversos fax "românticos" até se envolverem de verdade. Desse modo, quando a atriz participou do episódio de Friends, ela e Matthew já eram namorados.

"Nosso beijo no sofá foi tão real que as pessoas acharam que era real. Foi mesmo", contou ele. Matthew revela em seu livro o quão profunda foi a paixão sentida por Julia Roberts, ao mesmo tempo que lidava com seus vícios. Com medo de perder a atriz, Matthew foi o responsável por terminar o relacionamento. Segundo o ator, ela ficou muito confusa com sua decisão.

"No dicionário, a palavra 'viciado' devia vir acompanhada de uma foto minha, olhando ao redor, muito atordoado", escreve. Matthew expõe que passou metade da vida em centros de reabilitação, ao todo foram 15, e revela que seu abuso de opioides levou à ruptura do cólon aos 49 anos. Os médicos lhe deram 2% de chance de sobrevivência, de acordo com o ator, e ele ficou em coma por duas semanas. Em seguida, permaneceu internado por meses no hospital.

Em meio a momentos sombrios, a obra também intercala entre memórias mais positivas, quando o ator diz ser um dos homens mais sortudos do planeta, e que apesar de tudo, com uma vida divertida.

"Agora me sinto melhor porque acabou. Está em um pedaço de papel. O 'porquê' de ainda estar vivo é definitivamente para ajudar as pessoas", disse Matthew sobre a obra. 

 

 

 

Tags:
Nove anos após o lançamento do primeiro "Five Nights at Freddy's", a saga de jogos ganhou o aguardado longa metragem no dia 26 de outubro.
por
Natália Perez
João Pedro Lopes
|
31/10/2023 - 12h

A adaptação em longa metragem da série de jogos “Five Nights at Freddy’s” foi um dos filmes mais esperados do ano, pelo menos para os fãs que aguardavam desde seu anúncio em 2016. Estreado em 26 de outubro e com produção de Jason Blum e Scott Cawthon, criador dos jogos, o filme tem duração de 110 minutos e foi dirigido por Emma Tammi. Os estúdios envolvidos são a Universal Studios e a gigante do terror, Blumhouse. Custando 20 milhões de dólares, FNAF já arrecadou 35% do valor investido no dia de estreia somente nos cinemas americanos. Estima-se que já em seu primeiro fim de semana, a arrecadação alcance 50 milhões de dólares, colocando o filme como um sucesso do terror em 2023. No Brasil, ocupou o primeiro lugar nas bilheterias já na estreia.

Os números e a aprovação dos fãs impressionaram os críticos. No Rotten Tomatoes, o filme agradou somente 29% dos críticos contra 89% de satisfação do público. Para o jornal americano Associated Press, o analista Mark Kennedy escreveu que FNAF “deve ser considerado um dos filmes mais pobres de qualquer gênero desse ano”. Entretanto, as criticas parecem ter pouco efeito, principalmente contra os dados de bilheteria. Assim, a produção entra na lista dos filmes de terror amados pelo público e odiados pela crítica, como o clássico Jogos Mortais (2004) e Halloween Ends (2022).

 

Five Nights at Freddys
Capa oficial do segundo trailer do filme. Imagem: Universal Pictures/Distribuição.

 

A recepção positiva do público é fundamental para o sucesso comercial, e eles esperam que o filme não apenas satisfaça os fãs de longa data, mas também conquiste aqueles que estão sendo introduzidos ao universo pela primeira vez. A história se passa na pizzaria “Freddy Fazbear's Pizza”, onde animatrônicos – robôs que entretém as crianças durante o dia - ganham vida própria e um desejo sanguinário à noite. Assim como nos jogos, o personagem principal do filme: o vigia noturno Mike (Josh Hutcherson), deve tentar sobreviver até o amanhecer.

Desesperado por um emprego, Mike aceita a oferta de ser o vigia noturno de uma pizzaria abandonada após o sumiço de 5 crianças. Assombrado pelo sequestro de seu irmão anos atrás, o personagem começa a acreditar que há uma ligação entre os animatrônicos e o sequestro. Tudo se complica quando ele se descobre que sua irmã Abby (Piper Rubio) de 10 anos parece se relacionar com Freddy, Chica, Bonnie e Foxy (animatrônicos). Com a ajuda da policial local Vanessa (Elizabeth Lail), Mike descobre que no Freddy Fazbear’s Pizza nada é o que parece.

 

Five Nights at Freddys
Os animatrônicos envolta dos personagens de Abby (Piper Rubio), Mike (Josh Hutcherson) e Vanessa (Elizabeth Lail) contracenando em cena do filme. Imagem: Reprodução/Twitter.

 

“Five Nights at Freddy's” conta com onze jogos oficiais de survival horror, isto é, jogos com atmosfera de mistério e perigo constante. Além de um jogo em realidade virtual, a franquia dispõe de HQs e 23 livros que se aprofundam ainda mais no universo criado pelo, na época, desenvolvedor independente Scott Cawthon. Desde seu primeiro lançamento em 2014, a saga rapidamente se tornou uma sensação global, principalmente em decorrência das gameplays de sucesso. Tanto que o longa conta com a participação especial de youtubers famosos entre os fãs da saga: Cory (CoryxKenshin), que foi revelado ainda nos trailers e MatPat (The Game Theorists), que chega a dizer seu bordão em cena.

Markiplier, o autoproclamado “Rei de FNAF” também foi chamado para participar. Entretanto por um conflito de agendas, anunciou que não estaria no filme alguns dias antes da estreia. No Brasil, Alanzoka se destaca. O vídeo de sua primeira vez jogando, nove anos atrás, passa de 4,5 milhões de visualizações. Sobre o filme, Renan Souzones do canal HUEstation disse em vídeo "Pra quem é fã de FNAF vai ser bem legal aproveitar, tem teorias criadas por fãs e muitas referências aos jogos, o que é uma forma muito inteligente de colocar essa cultura no filme. Além de surpresas bem legais, como convidados e músicas.”

 

fnaf
Durante uma gameplay em 2015, Markiplier criou o icônico meme "Was that the bite of 87??" Nos cinemas, telespectadores reportaram que muitos falaram a frase do youtuber quando o filme fez referência a essa cena, o que demostra o alcance de seus vídeos entre os fãs do jogo. Imagem: Reprodução/Youtube "Markiplier"

 

O lançamento do filme gerou uma onda de entusiasmo entre os fãs, que aguardavam ansiosos para ver seus personagens favoritos ganharem vida na tela grande do cinema. As redes sociais estão repletas de discussões, teorias e especulações sobre como a história será adaptada para o cinema. Muitos fãs estão particularmente empolgados para ver como o diretor e a equipe de produção capturarão a essência do jogo, incluindo os elementos de suspense e a caracterização única dos animatrônicos, que se tornaram ícones da cultura pop desde o lançamento.

fnaf
Fotos tirada nos bastidores da diretora Emma Tammi conversando com Justin Michael Terry, o ator por baixo da fantasia de Freddy. Imagem: JonnyBlox no Twitter/X

Ao contrário do esperado e do que cada vez mais se tem visto, o filme conta com baixa presença de imagens geradas por computador, o famoso CGI. Grandes estúdios como a Marvel tem sido cada vez mais criticados pelo seu exagero de efeitos e telas verdes, que faz com que a internet vire um mar de memes a cada nova produção. Alguns exemplos recentes, como o fracasso de She-Hulk (2022), são atribuído ao CGI “mal acabado” presente em praticamente todas as cenas. Visando evitar essa insatisfação e trazer mais realidade a filmagem, todos os animatrônicos de FNAF foram construídos como robôs e fantasias gigantes que foram vestidas por atores.

Há alguns anos, observamos produções baseadas em jogos eletrônicos ganhando cada vez mais espaço nas bilheteiras e nos streamings. 2023 parece estar sendo um ano exemplar para mostrar as diferentes maneiras de se traduzir a tensão e jogabilidade para o audiovisual - seja como a série The Last of Us, ou em animações como Super Mario Bros e Sonic. O sucesso de bilheteria de Five Nights at Freddy’s só concretiza o que já era nítido: o público quer e está interessado em ver os vídeo games ultrapassando a barreira dos computadores e chegando nas telonas. 

 

 

Tags:
Localizado no Parque Villa-Lobos, o equipamento aquático tem 15 metros de altura
por
Giulia Palumbo
|
31/10/2023 - 12h

Recentemente inaugurado no Parque Villa-Lobos, o Hippo,está fazendo sucesso entre os moradores da Capital. Com 15 metros de altura e 55 de comprimento, a atração promete uma subida íngreme repleta de energia, vistas deslumbrantes lá de cima e uma descida cheia de adrenalina. 

Foto Reprodução
As crianças vão se encantar com a oportunidade de enfrentar o enorme brinquedo com 15 metros de altura e 56 metros de comprimento. (Créditos: divulgação)

Além disso, o inflável conta com três pistas para disputas divertidas entre a garotada. E isso não é tudo - o Família no Parque oferece uma variedade de outras atividades aquáticas e de lazer, incluindo Futebol de Sabão, Bungee Trampolim, Laser Combat, Tirolesa e muito mais, em um ambiente acolhedor e alegre ao ar livre.

No local, também há opções de alimentação, desde sanduíches até sorvetes e guloseimas, e espaços ideais para as fotos das redes sociais. A programação inclui uma equipe de animadores oferecendo brincadeiras gratuitas ao longo do dia. 

Os ingressos para os brinquedos custam a partir de R$ 8, com a opção de combos e o VipPass para acesso ilimitado às atrações. Você pode comprar seus ingressos com antecedência no site www.familianoparque.com.br ou diretamente na bilheteria do evento.

Pra chegar ao Parque Villa-Lobos em São Paulo, uma das opções mais práticas é utilizar o transporte público, como ônibus ou metrô. O parque está localizado na zona oeste da cidade, próximo à estação de metrô Butantã (Linha 4-Amarela), que oferece acesso direto ao parque. Além disso, você pode optar por táxis ou aplicativos de transporte para chegar lá com facilidade. O Parque Villa-Lobos é um local muito popular para atividades ao ar livre, como caminhadas, ciclismo e piqueniques, e oferece uma ótima opção de lazer para os moradores e visitantes de São Paulo.

Os organizadores sugerem que os pais tragam roupas de reserva para as crianças que não desejam ficar molhadas, bem como acessórios de proteção solar, como bonés e roupas com fator de proteção

Servico: Família no Parque no Villa-Lobos

@oficialfamilianoparque

Quando: sábados e domingos, das 10h às 18h

Onde: Parque Villa Lobos, entrada principal

Tickets: a partir de R$ 8 – combo com 10 tickets por R$ 60, VipPass por R$ 150

 

Tags:
"Festas, sambas e outros carnavais": Sesc Casa Verde é a segunda unidade da Zona Norte e abre com exposição que dialoga com as raízes do bairro
por
Maria Luisa Lisboa Alves
|
30/10/2023 - 12h
foto1
'Festas, sambas e outros carnavais': exposição do Sesc Casa Verde/ Foto: Maria Luisa Lisboa Alves

O Sesc Casa Verde é a segunda unidade localizada na Zona Norte de São Paulo. Para receber o público, o local apresenta a exposição 'Festas, sambas e outros carnavais', que procura celebrar  diversas festividades brasileiras, como o carnaval e Bumba-Meu-Boi. A nova unidade procurou dialogar com as raízes da região, reduto de várias escolas de samba, como Império de Casa Verde, Morro da Casa Verde e Unidos do Peruche, além de ser sede do sambódromo de São Paulo. As exposições também trazem as origens africanas que foram fundamentais para a formação do bairro da Casa Verde, em que homenageiam artistas e figuras importantes para a história do bairro e também do país.

 

foto2
'Festas, sambas e outros carnavais': exposições do Sesc Casa Verde/ Foto: Maria Luisa Lisboa Alves
foto3
"Roda de Bumba-Meu-Boi" (sem data), de Nhozim/ Foto: Maria Luisa Lisboa Alves
foto4
Velha Guarda da Unidos do Peruche/ Foto: Maria Luisa Lisboa Alves
foto5
Exposição sobre 'Seu Carlão', fundador da Unidos Do Peruche/ Foto: Maria Luisa Lisboa Alves
foto6
'Festas, sambas e outros carnavais': exposição do Sesc Casa Verde/ Foto: Maria Luisa Lisboa Alves
foto 7
'Festas, sambas e outros carnavais': exposição do Sesc Casa Verde/ Foto: Maria Luisa Lisboa Alves
foto8
'Festas, sambas e outros carnavais': exposição do Sesc Casa Verde/ Foto: Maria Luisa Lisboa Alves
foto9
'Festas, sambas e outros carnavais': exposição do Sesc Casa Verde/ Foto: Maria Luisa Lisboa Alves
foto10
Moradores do bairro da Casa Verde/ Foto: Maria Luisa Lisboa Alves

 

Desde 2013, o centro promove o intercâmbio cultural entre Coreia do Sul e Brasil por meio de exposições, performances, cursos e festivais.
por
Natália Perez
|
30/10/2023 - 12h

Além de estreitar os laços entre os países, o Centro Cultural Coreano no Brasil tem como objetivo apresentar mais sobre a culinária, língua, artes e tradições da Coreia do Sul. Localizado próximo ao metrô Brigadeiro na Av. Paulista, 460 o CCCB completou 10 anos na segunda-feira 23 de outubro.

Com programação especial no sábado (29), o aniversário contou com apresentações musicais. Além de workshops de taekwondo, artesanato e caligrafia. Em comentário oficial o diretor do centro, Cheul Hong Kim, disse ficar feliz com a crescente busca pela cultura coreana. “Esse interesse tem se expandido para áreas como música, arte, gastronomia, cinema e literatura, abrangendo tanto tradições quanto aspectos contemporâneos. Em resposta, prometemos nos aproximar ainda mais com programas mais diversos e enriquecedores.”

Disponível até janeiro de 2024, a principal atração da comemoração é a amostra floral de Hanji kkot que é arte com papel coreano. O papel Hanji vindo da árvore asiática amoreira-de-papel, é produzido a mais de mil e quinhentos anos. Por ser uma fibra resistente e de alta qualidade, eles dizem que esse papel representa o desejo humano pela conservação. “Na cultura coreana elas são produzidas para eventos da corte, religiosos ou entre as pessoas como forma de gratidão a quem sempre nos protege e permanece ao nosso lado” disse o diretor Cheul Hong Kim, a Billboard Brasil. Assinada pela artista Mina Lee a exposição “Florescer” tem entrada gratuita.

Endereço: Av. Paulista, 460

Horário de Funcionamento: Seg-Sex: 10:00 – 19:00 e Sábado: 12:00 - 18:00

Para mais informações acesse: https://brazil.korean-culture.org/pt

10 anos do Centro Cultural Coreano no Brasil
Mesa de recepção do Centro Cultural Coreano no Brasil. Foto: Natália Perez
10 anos do Centro Cultural Coreano no Brasil
Árvore dos desejos: tradição de pendurar papéis com desejos e votos escritos em uma árvore para que se realizem, comumente encontrado em eventos de recomeço como ano novo, casamentos e aniversários. A origem é japonesa, mas também popular na Coreia. Foto: Natália Perez
10 anos do Centro Cultural Coreano no Brasil
Entrada e primeira obra da exposição "Florescer" da artista Mina Lee usando o papel tradicional coreano Hanji. Foto: Natália Perez
10 anos do Centro Cultural Coreano no Brasil
Segunda obra da exposição, lavandas feitas com Hanji. Foto: Natália Perez
10 anos do Centro Cultural Coreano no Brasil
Painéis de pano na entrada com explicações da exposição e um poema. Foto: Natália Perez
10 anos do Centro Cultural Coreano no Brasil
Explicação do Hanji e seu processo de fabricação junto a amostras do papel. Foto: Natália Perez
10 anos do Centro Cultural Coreano no Brasil
Quatro tipos de carimbos que o público poderia experimentar no Hanji e levar para casa. Foto: Natália Perez
10 anos do Centro Cultural Coreano no Brasil
Arranjos florais de papel Hanji estão no centro do espaço. Na parede poemas. Foto: Natália Perez 
10 anos do Centro Cultural Coreano no Brasil
Diversos arranjos florais feitos com de Hanji. Foto: Natália Perez 
10 anos do Centro Cultural Coreano no Brasil
Dois sapatos tradicionais coreanos, os Hwahye. Foto: Natália Perez