Além do ex-ministro, o evento contou com a presença de nomes de destaque na economia
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Marcelo Barbosa
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19/06/2026 - 12h

Na última quarta-feira (17), a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) recebeu o pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo, Fernando Haddad, para lecionar o seminário “Desenvolvimento, Democracia e Mudança Estrutural” e reuniu alunos e professores para compor a solenidade. O evento também contou com a presença de Luiz Gonzaga Belluzzo, economista reconhecido por presidir o Palmeiras entre 2009 e 2011.

O debate teve início com a fala de Belluzzo, que abordou, de forma crítica, as teorias econômicas. Segundo ele, essas teorias não analisam criticamente o contexto de um país, mas justificam os fatos econômicos que ocorrem . “Você não pode ser dogmático, mas investigador”, afirmou ao discutir as relações dentro da economia.

Belluzzo defende uma ordenação das relações econômicas na sociedade por meio das articulações das instituições e, por conta disso, acredita que deve haver uma mobilização dos movimentos sociais nas redes digitais. Também afirmou que, diferentemente da época das Diretas já!, movimento do qual participou no final dos anos 1980, a comunicação das pessoas passou a se resumir a “manifestações em poucas linhas”.
 

Reprodução: Cláudio Oliveira| PUC-SP | Imagem dos palestrantes sentados na frente da plateia
Palestrantes aguardam o início do evento no Teatro Tuca, na PUC-SP Foto: Cláudio Oliveira 
 

A palestra seguiu com Fernando Haddad, que falou sobre os pressupostos do desenvolvimento. Assim como Belluzzo, Haddad defendeu um plano de desenvolvimento baseado nas articulações das instituições. “Não basta vontade. Precisamos de posicionamento e de uma classe dirigente que seja diferente da que foi estabelecida desde o Segundo Reinado”, afirmou

Em entrevista à AGEMT, Haddad comentou sobre sua candidatura ao Governo de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadore puxando o gancho da sua palestra. Ele se disse preocupado com a economia paulista. “Eu tive que capitanear, a pedido do presidente Lula, junto ao Rodrigo Pacheco, a renegociação da dívida do Estado. Tivemos que abrir espaço orçamentário de mais de 11 bilhões por ano para ajudar no Estado de São Paulo”, disse.

Haddad citou o atraso à adesão do Governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (PROPAG), o plano federal voltado à reestruturação e repactuação das dívidas dos entes federativos com a União. “Nós perdemos uma SABESP pelo atraso à adesão ao PROPAG. Então, o que nós pudemos fazer pelo Estado no Governo Federal, com renegociação da dívida, linhas de crédito do BNDES e dinheiro a fundo perdido no PAC, nós fizemos”, exclamou. “Precisamos de raízes aqui para que o Estado volte a se desenvolver”, continuou. No entanto, finalizou sua fala cauteloso - “Não existe respaldo político para ajustar as contas. Quem dirá um plano de desenvolvimento”.

Após a fala de Haddad, a professora doutora Cristina Helena Pinto de Mello enfatizou que, atualmente, existem duas instituições importantes no funcionamento da sociedade: o mercado e o Estado. Ao utilizar os Estados Unidos de exemplo, Cristina afirmou que “a economia digital sobrecarregou os postos de trabalho”.

A professora Laura Carvalho deu continuidade ao tema e criticou a falta de revisão das políticas dos anos 2000. Segundo ela, não rever algumas políticas faz com que as leis não acompanhem as mudanças da sociedade, como o aumento da informalidade. Ela também criticou a ‘plataformazação' do mercado, argumentando que o fenômeno auxilia no aprofundamento das desigualdades de classe.

Quem falou por último foi o professor Luís Fernando de Paula que destacou a importância da macroeconomia aliada a uma estratégia de desenvolvimento e criticou a forma como a política de juros, em sua avaliação, dificulta o desenvolvimento econômico. “ A política fiscal não deve ser subordinada à política monetária”, afirmou. Além disso, o professor acredita que ter o agronegócio como fator determinante da economia é uma questão problemática para o país e finalizou defendendo a revisão da meta de inflação.

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Como o aumento dos prédios diminui a qualidade de vida da população paulistana
por
Annick Borges
Davi Madi
Rafael Pessoa
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09/06/2026 - 12h

A cidade de São Paulo cresce para os lados ou para o alto? E quais são os impactos desse processo no dia a dia da população? Neste podcast, os repórteres da AGEMT Annick Borges, Davi Madi e Rafael Pessoa conversam com o professor de Geografia Tiago Fuoco sobre a verticalização da capital paulista e o aumento dos edifícios na maior cidade do país.

Você também vai entender como São Paulo foi planejada a partir de referências europeias e norte-americanas e por que essa lógica urbana continua influenciando a organização da cidade até os dias atuais. Um bate-papo que ajuda a compreender as transformações do espaço urbano e os desafios do crescimento de São Paulo. O programa é acompanhado pela banda "Izaias e Seus Chorões". Confira aqui

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Com recordes de vendas no país, veículos atraem consumidores pela economia, mas desafios relacionados à infraestrutura ainda estão presentes na rotina dos motoristas.
por
Lucas Leal
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09/06/2026 - 12h

Os carros elétricos estão cada vez mais presentes nas ruas brasileiras. Em 2025, o país registrou mais de 223 mil automóveis eletrificados vendidos, no último relatório da Associação Brasileira do Veículo Elétrico, a ABVE, um recorde histórico para o setor. A economia com combustível e os incentivos oferecidos em algumas regiões ajudam a explicar o crescimento da tecnologia.

Mas, apesar do avanço nas vendas, a infraestrutura ainda não acompanha o mesmo ritmo. Na reportagem, Ricardo, proprietário de um BYD Dolphin Mini, conta as vantagens e os desafios de utilizar um carro elétrico no dia a dia no Brasil. Confira clicando aqui!

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Aeronave perde controle sob altitude e atinge prédio de três andares na região nordeste do município
por
Vitoria Wu
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06/05/2026 - 12h

 

Nesta segunda-feira (4), um avião de pequeno porte colidiu com um prédio no bairro Silveira, em Belo Horizonte.  Antes do acidente, a aeronave saiu de Teófilo Otoni (MG) e pousou no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte (MG). No terminal, duas pessoas desembarcaram e outra embarcou. 


Na sequência, às 12h16, a aeronave decolou na capital mineira e seguia para o Campo de Marte, em São Paulo (SP), quando, três minutos depois, perdeu altitude e bateu no prédio. A colisão ocorreu a uma distância de aproximadamente 3,7 quilômetros, em linha reta, da cabeceira da pista.


De acordo com informações do corpo de bombeiros, havia cinco pessoas dentro do avião. Wellington de Oliveira, piloto de 34 anos e Fernando Moreira Souto, passageiro de 36 anos que se sentava no banco do copiloto, morreram no lugar do acidente. Outros três passageiros foram resgatados e levados até o hospital João XXIII , porém, Leonardo Berganholi de 50 anos morreu logo depois de dar entrada ao centro médico, segundo a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG).


Em entrevista à AGEMT, Patrícia Barbosa, testemunha que estava próximo ao local do acidente relata que a aeronave não apresentava uma boa posição de decolagem. “Como gosto muito de observar os aviões, fiquei observando, mas aparentemente, ao invés de estar em posição de decolagem (subindo) estava numa posição reta, o sentido que o avião estava indo não tinha aeroporto e pouco local de aterrissagem. Estava tão baixo que deu para ver claramente alguns detalhes, principalmente as cores que eram brancas e azul escuro.” afirma.


Renato Barbosa, estudante de medicina, relatou que o avião estava voando em altura baixa e que, em poucos segundos, se curvou e bateu contra o edifício. “ Na hora, pensei que fosse algum piloto de manobras, porém, alguns instantes depois, ele se curvou para a direita e bateu no prédio. Muita gente correu para o local e ficou com cheiro de combustível, não deu para ver ninguém da tripulação na hora da batida, só os destroços do avião”, contou em entrevista à AGEMT.

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Corpo de bombeiros atuando sob os destroços. Reprodução: Corpo de bombeiros de MG.

Não houve mortos no edifício na qual o avião colidiu, afirmam os bombeiros.


 Em nota, a Defesa Civil de Belo Horizonte informou que o prédio foi interditado preventivamente pelo Corpo de Bombeiros e que, após avaliação de riscos no local, realizou o isolamento preventivo do estacionamento do supermercado ao lado do prédio e de dois apartamentos.  Os moradores das unidades foram realocados para casas de familiares, segundo o órgão. O condomínio foi notificado em decorrência da queda de material, para preservar os destroços da aeronave até que finalize a perícia pelos investigadores do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA).


O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) ressalta que ainda é cedo para determinar as causas exatas do acidente. As investigações devem prosseguir e um relatório será divulgado nos próximos meses.

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O aplicativo lançado em 2024 facilita o preenchimento de boletins de ocorrência online e o acionamento imediato da Polícia Militar em casos urgentes
por
Thayná Patricia Alves
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23/04/2026 - 12h

 

O SP Mulher Segura foi disponibilizado pelo Governo do Estado de São Paulo em 8 de março de 2024, data que marca o Dia Internacional da Mulher. Desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública, o app surgiu com o objetivo de ampliar e facilitar o acesso a serviços de proteção para mulheres vítimas de violência, reunindo, em uma única plataforma, funcionalidades que antes estavam separadas.

Gratuito e disponível 24 horas por dia, o SP Mulher Segura incorporou funcionalidades do antigo programa SOS Mulher, que já oferecia suporte emergencial para vítimas com medida protetiva. Porém, as informações para o acesso ao programa eram preenchidas de forma manual. 

Com o novo aplicativo, esse fluxo foi simplificado, diminuindo a burocracia e o tempo de resposta. Ele permite registrar boletins de ocorrência diretamente pelo celular, de forma discreta e sem a necessidade de deslocamento até uma delegacia.

Outro recurso principal é o botão do pânico, que possibilita o acionamento imediato da Polícia Militar em situações de risco, principalmente para aquelas mulheres que possuem medida protetiva ativa. A partir da localização em tempo real, o sistema cruza informações da vítima e do agressor e, em caso de aproximação, aciona automaticamente a polícia e envia uma viatura ao local. 

O sistema é integrado à conta gov.br, o que permite o preenchimento automático dos dados e a verificação de eventuais medidas judiciais ativas.

Print de tela mostrando as funcionalidades do SP Mulher Segura Reprodução: Thayná Alves
Funcionalidades do SP Mulher Segura. Reprodução

 

Nos primeiros meses de funcionamento, o aplicativo registrou 1.592 boletins de ocorrência, 1.339 acionamentos do botão do pânico e 496 solicitações de medidas protetivas realizadas diretamente pela plataforma.

Atualizações mais recentes, de março de 2026, apontam que o aplicativo já superou 50 mil downloads, com mais de 2.100 boletins de ocorrência registrados, cerca de 7 mil acionamentos do botão do pânico e 101 mil solicitações de medidas protetivas. Outro dado destacado é a redução no tempo de resposta policial, que passou para menos de dois minutos em ocorrências acionadas pelo app.

Apesar de funcional, o SP Mulher Segura só passou a ser mais divulgado e acessado em 2026, devido ao aumento exponencial dos casos de feminicídio e à divulgação por parte da Secretaria de Políticas para a Mulher. Entretanto, em uma pesquisa pessoal para um grupo de 100 pessoas, apenas ⅓ têm o conhecimento da plataforma, enquanto o restante desconhece a existência do aplicativo.

O SP Mulher Segura integra um conjunto mais amplo de políticas públicas voltadas à proteção feminina, articuladas no âmbito do movimento São Paulo Por Todas. A iniciativa busca dar visibilidade aos serviços disponíveis e à rede de acolhimento, promovendo ações relacionadas à saúde e à autonomia financeira das mulheres.

O lançamento do app ocorreu junto a outras medidas, dentre elas, a criação de 62 novas salas de atendimento da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), aumentando para o total de 141 unidades no estado. Elas funcionam 24 horas por dia e contam com atendimento por videochamada com equipes especializadas, permitindo o registro de ocorrências, orientação às vítimas e solicitação de medidas protetivas.

Apesar dos avanços, o principal impacto do aplicativo está na melhoria do acesso a serviços que já existiam, tornando o processo mais rápido e menos burocrático, mas não cria soluções totalmente novas. Na prática, seu impacto depende de fatores como a rapidez da resposta da polícia, a estrutura das delegacias e o quanto as mulheres conseguem, de fato, usar o aplicativo. 

O aplicativo facilita o pedido de ajuda, mas ainda depende de todo um sistema funcionando de forma eficiente para, de fato, fazer diferença no enfrentamento à violência contra a mulher.

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Ensaio fotográfico do evento que ocorre toda quarta-feira na Vila Leopoldina
por
Isabella Santos
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05/05/2023 - 12h

A feira gastronômica do CEAGESP ocorre tradicionalmente toda quarta-feira na Vila Leopoldina em São Paulo, ela conta com diversas barracas de alimentos variados como pastéis, comidas asiáticas, doces caseiros, queijos variados e lanches de pernil, além de ser um ambiente animado e familiar com música ao vivo durante a noite. 

 

autor: Isabella Santos
Banca de queijos variados 

 

 

 

autor: Isabella Santos
Tradicional lanche de pernil

 

 

autor: Isabella Santos
Banca de legumes e verduras 

 

 

autor: Isabella Santos
Pastel com caldo de cana 

 

 

autor: Isabella Santos
Salgados feitos na hora 

 

 

autor: Isabella Santos
Moedor de cana 

 

Atividades físicas se tornaram um grande atrativo para os moradores de regiões com fácil acesso a locais arborizados
por
Gustavo Romero Pires
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04/05/2023 - 12h

 

Garotos jogando bola numa pista de "skate"
Garotos jogando bola numa pista de "skate". Autor: Gustavo Romero

 Na falta de parques em boa parte da Zona Norte de São Paulo, os moradores utilizam grandes avenidas com canteiros, pistas de corrida, ciclovias e academia ao ar livre para se exercitarem e passearem entre família. Sem falar das pistas de Skate que acabam virando quadras de futebol. Essa também é uma ótima opção para dar uma caminhada com o cachorro em meio a boa arborização dessas vias, sombra fresca para os animais.

 

Placa da Avenida Brás Leme, Zona Norte de São Paulo.
Placa da Avenida Braz Leme, Zona Norte de São Paulo. Autor: Gustavo Romero

 

Casal aproveitando a sombra de uma árvore para se hidratar enquanto levam seus cachorros para caminhar.
Casal aproveitando a sombra de uma árvore para se hidratar enquanto levam seus cachorros para caminhar. Autor: Gustavo Romero.

 

O ensaio fotográfico propõe apresentar um pouco sobre o cotidiano dos moradores da periferia da zona norte de SP
por
Malu Araujo
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05/05/2023 - 12h

O Jardim Fontalis é um bairro dentro da Zona Norte de São Paulo, próximo a divisa de Guarulhos e de bairros como Jaçanã, Vila Zilda, Vila Ayrosa e Corisco.

O bairro costuma ser bem animado aos fins de semana, tendo o sertanejo no mercado X, o bar do Acarajé localizado na foto da bandeira do Brasil e as tabacarias ao redor.

Tudo dá vida às esquinas no Jardim Fontalis, principalmente os moradores e seu cotidiano.  

Mercado X
O mercado X é o comércio mais famoso na região, sendo um dos pontos de referência do bairro para visitantes se localizarem.
Moradores voltando do mercado X
O mercado é próximo da casa da maior parte dos moradores, por isso todo dia tem alguém cheio de sacola na rua. Nessa rua em específico tem o Bar do Acarajé.
Grafite na rua São Simplício
As paredes das residências abrem espaço para grafites como esse, existem vários espalhados pelas rua da São Simplício.
Seu Julio em sua casa,  apreciando a vista
Esse aqui é o senhor Julio, mais conhecido como Julinho pelos amigos, adora apreciar a vista da comunidade pela sua janela.
Morador caminhando pela Avenida Ushikichi Kamya
Esse morador aqui estava aproveitando seu sábado caminhando pela a Avenida Ushikichi Kamya.

 

Blusa do Mc Kevin pendurada em um fio de luz, à venda
A famosa gambiarra brasileira: o vendedor aproveitou o cabo de luz solto para pendurar um das camisas que está à venda de seu comercio, na camisa está o desenho do Mc Kevin.
Grafite na Avenida Ushikichi Kamya
Esse paredão é repleto de grafites e artes para que os moradores evitem despejar lixo na calçada.

 

Ensaio fotográfico explora o cotidiano de crianças na cidade de SP
por
Catarina Pace
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05/05/2023 - 12h

O que é ser criança? Talvez seja o adulto mais novo, ou o bebê mais velho ou simplesmente a fase mais pura da vida de alguém. É na infância que a vida é descoberta através do riso, do choro, do toque, do ralado no joelho ou dos amigos feitos. Nem sempre é boa, mas deveria ser, sempre. É quando os sonhos são formados, alguns realizados e outros rejeitados. Ser criança é simplesmente viver como se não existisse o amanhã, nem o ontem. É esperar e nunca mais voltar. Mas é bonita a vida, quando se é criança. 

Autora: Catarina Pace
Retrato de menino mostrando a língua

 

Autora: Catarina Pace
Retrato de duas meninas brincando

 

Autora: Catarina Pace
Retrato de três amigos 

 

Autora: Catarina Pace
Retrato de menino se escondendo 

 

Autora: Catarina Pace
Retrato de futuros medalhistas

 

Autora: Catarina Pace
Retrato de duas crianças 

 

Autora: Catarina Pace
Retrato da pureza

 

 

 

 

 

 

 

Registros do trajeto do ônibus 175P- Santana em direção ao Terminal Barra Funda
por
Beatriz da Cunha Porto
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05/05/2023 - 12h

O ônibus é elemento principal na mobilidade urbana. Desde quando saímos, para trabalhar ou estudar, até a hora de voltarmos para nossas casas, passamos por diversos pontos de São Paulo. Esse percurso está tão presente em nosso cotidiano que acompanhamos a cidade da janela do ônibus, as vezes dormindo, lendo ou mexendo no celular e não paramos para observar essa perspectiva da cidade. 

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Foto de dentro do ônibus no corredor depois da catraca.
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Foto da porta traseira do ônibus com visão para parte do Minhocão de São Paulo.
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Foto dos bancos de passageiros fotografado de costas.
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Foto da rua pela janela lateral traseira do ônibus.
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Foto de placa da Avenida Pacaembu pela janela lateral do ônibus.
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Foto de parte do Memorial da América Latina pela janela lateral traseira do ônibus.
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Foto da entrada do Terminal Barra Funda pela janela lateral traseira do ônibus.
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Foto de dentro do Terminal Barra Funda.
imagem 9
Foto de ônibus passando pelo lado de fora do terminal.