Na última quarta-feira (13), Aston Villa e Club Brugge voltaram ao campo para disputar o jogo de volta das oitavas de final da Champions League. A partida aconteceu na Inglaterra, no Villa Park, estádio do Aston Villa e acabou com a vitória de 3 a 0 dos ingleses.
O Club Brugge, que perdeu o primeiro jogo, foi em busca da sua classificação fora de casa, precisando de dois ou mais gols. Já os donos da casa, estavam tranquilos, pois na Bélgica garantiram um bom resultado.
No início do primeiro tempo de jogo, o Brugge entrou focado para conseguir um gol rápido, que mudasse totalmente o rumo da partida. Os belgas começaram marcando bastante pressão e empurrando o Aston Villa para o seu campo de defesa, com uma precisão muito grande. A equipe inglesa, não se importou com a posse, deixando o adversário tomar conta, e se aproveitando dos espaços deixados e explorando os contra ataques. Entretanto, o aproveitamento do Club Brugge foi ineficaz, chutando apenas uma vez na meta adversária.
Aos 7 minutos, Sabbe tentou um chute que foi para fora e o capitão da equipe, Jashari, tentou cabecear, porém o gol não saiu. Ainda no primeiro tempo, os visitantes atacaram bastante, e contavam com o talento do artilheiro do time, Tzolis, para tentar um resultado, mas o ataque não estava sendo eficiente.
A partida estava sendo perfeita para o Brugge, o time controlava os primeiros minutos, tudo muito bem estudado, no entanto, a torcida belga viu novamente um erro individual decidir o jogo. Aos 16 minutos de jogo, o Aston Villa estava apenas tocando a bola de pé em pé, sem pressão alguma, as bolas eram recuadas dos zagueiros para Dibu Martinez, até que o goleiro argentino viu Marcus Rashford livre no ataque, e lançou uma bola direta para o atacante.
Rashford, camisa 9 do time inglês dominou a bola e partiu para a área adversária, mas acabou sendo derrubado por Sobbe, camisa 64 do time belga, que tomou cartão vermelho direto, desfalcando muito cedo o time. O Villa aproveitou para fazer uma pressão maior na área adversária, porém mesmo com um a menos, o Brugge foi para o ataque tentar diminuir o placar.
Na volta do intervalo o Aston Villa ainda estava sentado na vantagem. Aos 5 minutos do segundo tempo, Marco Asensio marcou o primeiro gol do Villa na partida, com uma assistência de Bailey. A partir daí, a partida mudou totalmente, o time inglês preferiu ficar com a posse de bola diferente do primeiro tempo.
Aos 12 minutos do segundo tempo, Tielemans aproveitou os espaços deixados pelo Club Brugge, e lançou uma bola boa para o ataque, dominada por Rashford que logo tocou para Rogers. O jogador não achou espaço e levou a bola até o limite da linha de fundo, onde preferiu fazer um cruzamento, que desviou em Maatsen, jogador esse que se aproveitou da bagunça que estava a defesa adversária.
Marco Asensio fez seu segundo gol na partida aos 16 minutos do segundo tempo, após mais uma assistência de Rashford, garçom da partida . Em uma jogada construída, pelo ataque do Aston Villa, os jogadores deram passes precisos e contaram com um bote errado do defensor Brugge e a bola sobrou para o camisa 9, que correu pelo lado esquerdo e achou o Asensio livre no meio da área, para marcar o terceiro gol da partida.
O segundo tempo foi destacado pelo bom jogo dos ingleses, já os belgas perderam a esperança vendo um placar agregado de 6 a 1.
O Aston Villa irá enfrentar o Paris Saint Germain no dia 9 de abril, às 16h (horário de Brasília) no estádio parisiense, Parque de Prince, válido para às quartas de final da Champions.
O Barcelona selou sua classificação para as quartas de final da Liga dos Campeões, derrotando o Benfica por 3 a 1 na noite desta terça-feira (11), no Estádio Olímpico Lluís Companys. A vitória, que garantiu a vaga após o triunfo por 1 a 0 na partida de ida, teve grandes atuações de Raphinha e Lamine Yamal, que comandaram o Barcelona com gols e assistências decisivas. Antes da bola rolar, o estádio prestou uma homenagem a Carles Miñarro Garcia, médico do Barcelona que faleceu no último sábado (8), aos 53 anos, vítima de um infarto.
Nos primeiros 11 minutos de jogo, Lamine Yamal fez uma jogada espetacular: driblou a marcação e deu uma assistência genial de três dedos para Raphinha abrir o placar. Porém, a resposta do Benfica foi imediata. Apenas dois minutos depois, Otamendi aproveitou uma falha de Lewandowski após escanteio e empatou o jogo.
O gol não abalou o Barcelona, que seguiu controlando a partida e voltou a ficar à frente aos 27 minutos. Desta vez, foi Yamal quem brilhou novamente, driblando a defesa portuguesa e acertando um belo chute no ângulo, sem dar chances para o goleiro. Ainda antes do intervalo, aos 42, os Culés ampliaram. Balde puxou um contra-ataque em velocidade e serviu Raphinha, que finalizou cruzado para marcar seu segundo gol na partida.
O brasileiro chegou a 11 gols na atual edição da Champions, superando nomes históricos como Neymar (2014/15), Kaká (2006/07), Jardel (1999/00) e Rivaldo (1999/00), que tinham 10.
Crédito: EFE/Enric Fontcuberta
Com a vantagem encaminhada, o Barcelona administrou o segundo tempo, girando a bola no campo de defesa e evitando qualquer susto. Mesmo sem acelerar tanto, ainda criou boas chances, mas o placar permaneceu inalterado.
A vitória garante o Barça nas quartas de final, onde enfrentará o Borussia Dortmund, que eliminou o Lille na fase anterior do mata-mata. Os jogos da próxima fase acontecerão nas semanas de 8 e 15 de abril, com o primeiro duelo sendo disputado em Barcelona.
Com a eliminação na Champions, o Benfica foca toda atenção para as competições nacionais, a Liga Portuguesa e a Copa de Portugal.
Na última quarta-feira (12), o Arsenal e PSV se enfrentaram, em jogo válido pelas oitavas de final da Champions League. Após ótimo resultado no jogo de ida, o time londrino aproveitou para rodar o elenco. Porém, mesmo com o resultado elástico, foram com uma proposta de não oferecer muitos riscos, desacelerando o jogo e encontrando o empate.
Logo no início do primeiro tempo, Sterling roubou a bola na ponta direita e rolou para o Zinchenko na entrada da área, que chutou colocado e marcou no seu ex-time. Mesmo com uma larga desvantagem, o PSV seguiu atacando. Aos 19 minutos, Babadi acionou Till. O camisa 20 encontrou o Perisic perto da grande área, que finalizou bonito e empatou a partida.
No entanto, em mais uma boa jogada do Sterling, ele se livrou de 2 na lateral do campo e cruzou com precisão. Rice subiu bem e cabeceou forte, sem chances para o Benítez. Terminando o primeiro tempo em 2 a 1.
No segundo tempo, o PSV começou atacando. Aos 9 minutos, Babadi recebeu um lindo passe de letra do Perisic, que arrancou e chutou para uma bela defesa do David Raya. Aos 24 minutos, PSV empata em um erro do Jorginho no meio de campo. Os holandeses roubaram a bola, Babadi acha o Driouech, que cavou e fez um golaço de cobertura.
Os Gunners mantiveram o ritmo do primeiro tempo, com controle de bola e dando poucos espaços. Já o PSV buscou um ataque melhor, porém com pouca efetividade. Com empate em 2 a 2, os londrinos confirmaram a classificação.
Com a classificação nas oitavas, o Arsenal enfrentará o Real Madrid, que avançou em cima do Atletico de Madrid. O jogo de ida será no dia 8 de abril, às 16h (Horário de Brasília), no Emirates Stadium.
Na última quarta-feira (12), o Atlético de Madrid recebeu seu rival Real Madrid no Riyadh Air Metropolitano pela partida de volta das oitavas de final da Champions League. O Real chegava para a partida com uma vantagem de 2 a 1 construída no jogo de ida no Santiago Bernabéu.
Em um começo surpreendente, nos primeiros 30 segundos, De Paul cruzou para a área e em um bate-rebate, a bola sobrou nos pés de Gallagher, reserva na primeira partida, que concluiu para o gol de pé direito e abriu o placar para os colchoneros. As mudanças de Diego Simeone surtiram efeito logo de cara e a torcida mandante incendiou o estádio.
Ao longo de todo o primeiro tempo, apesar dos visitantes controlarem a posse de bola, as melhores chances eram dos donos da casa, que atacavam principalmente com Julián Alvarez, o argentino parou duas vezes nas mãos do goleiro adversário, Courtois. O Real Madrid não conseguia impor o ritmo de jogo, como é acostumado a fazer.
Na segunda etapa, a partida permaneceu da mesma forma. Porém, aos 23 minutos, após uma jogada individual de Mbappé, o francês foi derrubado na área por seu conterrâneo Lenglet e o árbitro apontou a marca da cal, pênalti para o Real Madrid. Vinicius Jr. extremamente vaiado foi para a cobrança e isolou. O jogo permanecia 1 a 0 para os donos da casa.
Depois do pênalti, o estádio virou um verdadeiro caldeirão e o Atlético continuou vindo para cima dos merengues, mas Courtois estava em uma ótima noite e não deixou fácil para os atacantes adversários. o tempo regulamentar terminou e o jogo se encaminhou para os 30 minutos de prorrogação.
No tempo extra, nenhuma das equipes queria se arriscar, pois sabe-se que sofrer um gol nessa altura da partida, pode custar muito caro. Levando isso em conta, foi um jogo de troca de passes em ambas as intermediárias e sem chutes a gol, encaminhando o confronto para a disputa de pênaltis. Portanto, o pesadelo do Real Madrid no tempo regulamentar, era o que ia decidir quem avança para próxima fase.
Mbappé, Bellingham, Valverde e Rudiger converteram para os merengues, enquanto apenas Sorloth e Ángel Correa fizeram do lado dos colchoneros. Vale destacar a cobrança do atacante Julián Alvarez, que foi anulada após o VAR identificar dois toques do atleta.
Final de partida, 4 a 2 nos pênaltis para os madridistas. As equipes se enfrentaram seis vezes em mata-mata de Champions, incluindo duas finais, todas vencidas pelo Real Madrid.
Nas quartas-de-final, os merengues enfrentarão o Arsenal com os jogos nos dias 8 e 16 de abril às 16:00 (horário de Brasília). O confronto será decidido no Santiago Bernabéu.
Na última quarta-feira (12), o Corinthians recebeu na Neo Quimica Arena, o Barcelona de Guayaquil, do Equador, pelo jogo de volta da terceira rodada da fase Pré-Libertadores. A equipe de Itaquera tinha a difícil missão de reverter um placar de 3 a 0 que ocorreu no primeiro jogo no Equador. O Corinthians venceu em casa, mas não conseguiu a tão sonhada classificação para a fase de grupos da Conmebol Libertadores 2025.
O primeiro tempo foi marcado por um Corinthians raçudo e a fim de ganhar o jogo. Tiveram muitas chances de abrir o placar, como foi o caso de um cabeceio do camisa 9 do Timão, Yuri Alberto, que aos seis segundos de jogo já havia trazido perigo ao gol adversário. Aos 20 minutos do primeiro tempo, numa cobrança de escanteio, a bola sobrou para Gustavo Henrique, que meio desajeitado cabeceou em direção ao gol, mas não marcou. O placar só foi aberto aos 40 minutos, quando Rodrigo Garro, também numa cobrança de escanteio, cruzou a bola para área, onde encontrou Félix Torres pronto para cabecear em direção ao gol, marcando, portanto, o seu primeiro gol com a camisa alvinegra.
A equipe de Itaquera se mostrou superior durante toda a partida, possuindo maior posse de bola e mais finalizações a gol, sendo 24 para equipe brasileira e apenas três para equipe equatoriana. Apesar do Corinthians se mostrar melhor na partida e mais presente no ataque, o Barcelona não se limitou somente a defesa. Os equatorianos aproveitaram o erro da equipe adversária e conseguiram chegar com perigo ao gol do goleiro Hugo Souza, num lance marcado pelo erro na devolução de bola do zagueiro do Timão, Félix Torres. Ele devolveu a bola aos pés de Oyola, camisa 30 do time visitante, que deu um chute certeiro em direção ao gol e viu a defesa do goleiro alvinegro. Este cenário de superioridade trouxe esperança e fervor para torcida da casa, que, como de costume, cantou e apoiou desde o apito inicial.
No segundo tempo, aos 16 minutos, o camisa 22 do Barcelona fez uma falta que impediu a conclusão da jogada de Martínez, tomou o segundo amarelo e foi expulso, deixando o time com apenas dez jogadores. Cenário, até então, favorável a equipe adversária, que sob comando de Ramón Díaz, realizou a substituição do próprio Martínez para a entrada do ponta esquerda, Talles Magno. O segundo tempo foi marcado por um Corinthians ansioso e desesperado em busca de fazer mais dois gols, que levariam o jogo para disputa de pênaltis. O Timão não permitiu muitos lances de ataque da equipe adversária, pois compreendeu que o tempo era seu maior inimigo. Enquanto o Barcelona fazia “cera” a fim de retardar a partida, a equipe corinthiana manteve o foco e a pressa em continuar o jogo.
O árbitro uruguaio Esteban Ostojich, recebeu muitas críticas, porque deixou, como disse o narrador Luis Roberto, da Rede Globo, o antijogo acontecer, ou seja, permitiu a demora na reposição de bola, entre outros acontecimentos que foram responsáveis por forçar a parada da partida em muitos momentos. Segundo a TNT Sports, foram 49 minutos de bola parada, que resultaram em somente seis minutos de acréscimos ao final do jogo. Aos 39 minutos, novamente numa cobrança de escanteio de Garro, a bola levantada na área encontrou André Carrillo que finalizou com um lindo cabeceio em direção ao gol. O lance levou cerca de quatro minutos para ser checado e confirmado pelo VAR.
O jogo terminou 2 a 0 para a equipe da casa, mas no agregado 3 a 2 para os equatorianos. No pós-jogo, Romero, camisa 11 do Corinthians, disse em entrevista à Rede Globo que a equipe deixou muito a desejar no primeiro jogo, no Equador, e que sabiam que não poderiam ter dado “mole”. Memphis Depay também falou e reafirmou o que seu companheiro de equipe havia dito: lutaram para chegar até aqui, mas não foi suficiente. Precisavam ter sido melhores. Neste jogo de tamanha importância, a equipe sentiu falta do protagonismo de seus principais jogadores, principalmente do camisa 10, Memphis Depay. Por outro lado, o destaque do time nas duas partidas contra o Barcelona de Guayaquil foi o peruano André Carrillo, peça fundamental em ambos os gols na partida em São Paulo.
Desclassificados da Libertadores, ainda sim o Corinthians conseguiu uma vaga para disputar a Copa Sul-Americana. Sua próxima partida será domingo (16) pelo jogo de ida das finais do Campeonato Paulista contra o Palmeiras, no Allianz Parque, às 18h30 (horário de Brasília).