A dois dias da decisão da Libertadores 2021 entre Palmeiras e Flamengo, que acontece neste sábado (27), no Estádio Centenário, em Montevidéu, todos querem saber quem vai voltar com a taça para o Brasil. Entretanto, o vencedor do jogo terá um símbolo histórico.
Desde 1960, a taça que simboliza a Glória Eterna, recebe uma placa com o ano e o time campeão adicionado à sua base, o que fez ao longo de 61 edições aumentar o tamanho de sua base. A cada ano que passou, o campeão ao final do jogo levantava o troféu original para celebrar o título, até 2004.
Em 2004, o Once Caldas venceu o campeão da edição anterior, Boca Juniors, por 2 a 0 nos pênaltis, em jogo realizado no Estádio Palogrande, em Manizales, na Colômbia. Mas a curiosidade vem agora. Após 44 anos sendo levantada pelos campeões, em um descuido do jogador Herly Alcázar a taça original caiu e se desmanchou durante a volta olímpica de celebração. Depois do episódio cômico-trágico, a tão desejada Taça das Américas foi guardada a sete chaves pela CONMEBOL, que de 2005 em diante, passou a utilizar uma réplica para entregar aos campeões.
O presidente da CONMEBOL, Alejandro Domínguez, divulgou na quarta-feira (24), no canal oficial da instituição, um vídeo da restauração do troféu original em Lima, no Peru. O mandatário falou sobre a volta da entrega do troféu original aos vencedores. “A Copa já vinha sendo atingida pelo carinho, o apreço e muitas outras coisas que aconteceram ao longo do tempo. Para mim isto tem um valor histórico muito importante e era uma responsabilidade pessoal restaurar de volta para a Copa original”, disse Domínguez.
A prataria Camusso, onde foi produzida a taça original, restaurou o troféu, retomando a utilização de prata como material e renovando as placas de campeão. A principal mudança está no jogador no topo da taça, antes, a imagem mostrava o atleta chutando com a perna esquerda, simbolizando um pênalti, agora, ele chuta com a perna direita, em referência ao início da partida.
“As orelhas têm uma escada internamente, isso representa um estádio, a tribuna e o campo na parte plana. Vê-se uma circunferência que representa o mundo e o jogador que representa o jogador latino-americano acima do mundo, além da coluna central que eleva o jogo latino-americano a um nível mundial. Tudo está conectado. Tudo tem uma representação”, disse Carlo Tonani, responsável pela restauração.
Agora restaurada, a taça está pronta, no aguardo para ser entregue ao campeão da América no dia 27 de Novembro, no Estádio Centenário, em Montevidéu no Uruguai.
A National Basketball Association (NBA) é conhecida por ser a maior liga de basquete do mundo, e também por ser uma das mais ativas em pautas de representatividade preta, principalmente depois da repercussão do “black lives matter” em 2020, tendo essa frase sido estampada nas quadras e nas camisetas dos jogadores. Sabendo desse apoio às causas raciais, a pergunta que permanece é: a NBA sempre teve esse posicionamento?
Embora o basquete tenha se popularizado e sido incorporado a cultura afro-americana durante a década de 70, a NBA nunca havia, de fato, apoiado o movimento black. Mas, timidamente com o passar do tempo, os jogadores expressavam sua cultura nas jogadas, nas gírias e no comportamento, mesmo sem o suporte oficial da liga.
Assim, no início dos anos 2000, vivia-se uma era de popularização do movimento hip-hop na NBA. Tatuagens, cabelos trançados, roupas largas, correntes de ouro e o rap eram o que caracterizava os jogadores da época.
Pela primeira vez em sua história, os EUA viam a emancipação da cultura preta em uma de suas maiores ligas esportivas, mas a novidade não agravada a todos. Com isso, a partir de uma briga generalizada no fim de 2004, a NBA seria mudada para sempre.
Tema de um dos episódios da série documental da Netflix, “Untold”, o conflito referido ficou conhecido como “The Malice at the Palace” (“A malícia no palácio”, em tradução livre) e aconteceu durante um dos jogos mais aguardados da temporada 2004-05.
O Indiana Pacers visitava o Detroit Pistons em sua antiga arena, o The Palace of Auburn Hills. Ambos os times eram favoritos ao título. Eram sólidos, bem treinados e possuíam uma rivalidade intensa. Durante a partida, o Pacers ganhava o jogo facilmente e mantinha uma vantagem de 15 pontos nos minutos finais.
Já o Detroit Pistons estava apático. Sua torcida vaiava a atuação do time e já esvaziava a arquibancada antes mesmo do fim da partida. Era um resultado humilhante e tudo se encaminhava para uma derrota amarga.
Até que, com menos de 1 minuto no relógio, o ala dos Pacers, Ron Artest, faz uma falta forte no pivô dos Pistons, Ben Wallace, que avança contra seu adversário e dá início ao conflito.
Depois de separados, Artest se deita sobre a mesa de pontuação e se acalma, enquanto Wallace continua provocando-o. Mas, quando tudo começa a se acalmar, uma garrafa é atirada por um torcedor dos Pistons e acerta Ron Artest precisamente no peito.
Sem pensar duas vezes, Ron Artest sobe a arquibancada e avança, procurando o torcedor que havia atirado o objeto. Quando o encontra, o ala dos Pacers o golpeia com socos, provocando a chegada dos demais atletas e a composição de um cenário caótico em meio a torcida.
Quando conseguem retirar o camisa 91 do conflito, torcedores dos Pistons escapam da segurança e invadem a quadra. Assim, brigas entre atletas e torcedores acontecem sobre o chão da arena do The Palace, obrigando a equipe do Indiana Pacers a voltar ao vestiário em meio a chuva de pipocas, bebidas e, até mesmo, cadeiras, que foram atiradas pela torcida do Pistons.
O conflito foi impactante e repercutiu por todo os EUA. Nos dias seguintes, imagens de violência preenchiam as televisões de qualquer norte-americano que decidisse assistir a um telejornal. A imprensa procurava um culpado pelo conflito e a mídia conservadora já tinha escolhido os seus: os jogadores dos Pacers:
“Eu acho que a hora de largar toda ideia de National Basketball Association (NBA). Chame-a de TBA, Thug (bandidos, em português) Basketball Association, e pare de chamá-los de times. Chame-os de gangues!”, disse o jornalista Tim Limbaugh em seu programa de rádio,” The Rush Limbaugh Show”, dias depois do fato.
“Muitos jogadores na liga possuem ações e atitudes que representam uma mentalidade de bandidos, é um fato.” afirmou o jornalista Bob Costas.
“Os jogadores da geração hip-hop parecem mais distanciados dos fãs do que os Magics (Magic Jonhson) e os Michaels (Jordan) que vieram antes deles., comentou o apresentador, Aaron Brown em seu programa de notícias, “NewsNight Conversation with Aaron Brown. “
Perguntado sobre a repercussão do caso na mídia, Bruno Alcaras, administrador do fã-clube brasileiro do Indiana Pacers, PacersNationBR, comenta: “A cobertura foi de fato bem preconceituosa. Os jogadores foram transformados em bandidos pela mídia especializada, que era majoritariamente branca em uma liga majoritariamente negra. Os torcedores quase não receberam culpa, tudo recaiu sobre os jogadores que eram chamados de “gangster” por grandes e influentes nomes do jornalismo da época.”
A cobertura pressionou David Stern, comissário da NBA no período, a tomar decisões polêmicas, começando com as punições ao time dos Pacers. Com 5 atletas punidos em um total de 136 jogos, a equipe candidata ao título de Indiana colapsou e foi eliminada na semifinal da conferência leste, para o mesmo Detroit Pistons. “Essa briga custou uma das maiores chances de título do Indiana Pacers, que havia montado, talvez, o maior time de sua história.” enfatiza Bruno.
Mas, a punição mais polêmica viria um ano depois, com o código de vestimenta da NBA. Posterior aos eventos do The Palace, foi oficializada uma regra que proibia os atletas de se vestirem livremente nos pré e pós-jogo. O código reprimia o uso de camisetas esportivas (menos as autorizadas pela direção do time), bermudas, correntes, bonés, bandanas, óculos escuros e fones de ouvido. Assim, induzia os jogadores a usarem trajes sociais.
Comentando sobre esse código em entrevista cedida, Gustavinho Lima, atual comentarista do NBB e ativista político, afirma: “Eu acredito que foi um erro da NBA restringir as roupas, ou julgar estereótipos. É um grande erro que a sociedade comete: julgar o livro pela capa, julgar roupa de uma pessoa e querer entender quem ela é[...] quão raso pode ser isso?”
Além de que, as acusações da mídia se tornam hipócritas quando relevam as tradicionais brigas entre jogadores de um popular esporte norte-americano, praticado, majoritariamente, por brancos: o hóquei no gelo.
Como comenta o ex-jogador do Pacers, Jermaine O’Neal, no episódio "A briga na NBA" da série “Untold”: “‘Eles são bandidos’. Literalmente, essa é a palavra que eles usaram. E todo mundo concordava, dizendo: ’isso mesmo, é o rap etc...’. Bom, eles não dizem isso sobre os jogadores de hóquei, que se espancam por décadas.”
No hóquei, quando dois jogadores se desentendem e começam a trocar socos, a partida é interrompida. Mas não para acabar com a briga, mas sim para assistir. Os árbitros não interferem no confronto até que algum atleta caia no chão, enquanto a torcida se inflama e vibra.
O fato mostra a contradição do ataque aos atletas da NBA, como afirma Gustavinho: “É incoerente. As brigas no hóquei reforçam a teoria que o esportista está lá para entreter o público, como gladiadores no coliseu. Isso não faz sentido.”
Com isso, o “The Malice at The Palace” se provou como uns dos eventos mais marcantes da história do basquete mundial, afetando a NBA em todas as dimensões.
Tanto no macro, mudando suas regras e a conduta de seus jogadores, quanto no micro, abalando a carreira dos atletas envolvidos no conflito e arruinando a melhor chance de título da história do Indiana Pacers, que nunca voltou a uma final depois disso.
Assim, a repercussão do caso ilustra que o racismo ainda é uma força presente no meio esportivo norte-americano, sendo o grande culpado pelo de “The Malice at the Palace”.
Lewis Hamilton mostrou mais uma vez porque é considerado um dos melhores pilotos de todos os tempos. Em uma pilotagem digna de uma lenda, o inglês ultrapassou 25 carros no final de semana, venceu a corrida em Interlagos e ainda viu renovadas as chances de ser octacampeão mundial.
A caminhada de Lewis no Brasil não foi fácil. No sábado, o heptacampeão havia sido eliminado da classificatória por conta de uma irregularidade no DRS - o mecanismo de redução de arrasto estava acima dos 85mm de distância permitidos. Mesmo assim, o piloto inglês não se abateu e conseguiu ultrapassar 15 carros em Interlagos.
No domingo, dia da corrida, por conta de uma troca nos componentes do motor, Hamilton foi punido com cinco posições no grid de largada. Começou a corrida na décima posição. Apesar de todas as adversidades, o “patrão” conseguiu o inimaginável e ultrapassou todos os nove carros que estavam na sua frente. Hamilton estava em outro patamar.
HAMILTON “O PATRÃO” X SUPERMAX
A diversão do domingo não poderia ter outros protagonistas. Em um campeonato de tirar o fôlego, Lewis Hamilton e Max Verstappen mais uma vez travaram uma batalha que vai ficar na memória dos fãs da fórmula 1.
Após Hamilton ultrapassar um por um do gride, o inglês viu a sua frente o rival na luta pelo título. Volta após volta, Lewis se aproximava do líder do campeonato. Era questão de tempo para a batalha pela primeira colocação começar.
Na volta 48, a batalha começou a pegar fogo. Hamilton tentou ultrapassar Verstappen em uma manobra ousada na reta principal. A princípio, o inglês conseguiu superar o rival, mas no final da reta, o holandês freou tarde e não deixou espaço para Hamilton finalizar a manobra, fazendo com que os dois saíssem da pista. O público de Interlagos foi ao delírio.
Na volta 59, o inevitável aconteceu. O inglês se viu em condição de atacar Verstappen e na reta principal, o heptacampeão blefou. Ameaçou a ultrapassagem e o holandês caiu na armadilha, perdendo preciosos milésimos de segundo. Com isso, Hamilton fez uma manobra digna do maior de todos os tempos na reta oposta. Finalmente “o patrão” tomava a liderança.
Depois, Hamilton teve pista livre para desfilar a sua genialidade. Ao final da corrida, o inglês impôs quase 10s de diferença ao seu rival e fechou um dos melhores finais de semana da carreira.
HOMENAGEM DE ENCHER OS OLHOS DE LÁGRIMAS
Como se já não bastasse o espetáculo que deu no final de semana todo, Hamilton encerrou sua passagem no Brasil com chave de ouro. Após confirmar a vitória, o heptacampeão parou o carro, pediu uma bandeira do Brasil e deu uma volta com ela em mãos. O gesto de Lewis emocionou o público da Fórmula 1, pois era o mesmo que o ídolo Ayrton Senna fazia ao vencer.
Hamilton já declarou por vezes que ama o Brasil e que sua inspiração sempre foi Senna. A volta que fez, exibindo a bandeira do Brasil e levando-a para o pódio, só evidenciou ainda mais a paixão do inglês pelo país. A torcida brasileira retribuiu o carinho e fez a festa na vitória de Lewis.
COMO FICA O CAMPEONATO?
Faltando apenas três corridas, o título ainda está em aberto. Com a vitória neste final de semana, Hamilton viu a diferença para Verstappen cair de 19 para 14 pontos. Se o inglês vencer as duas próximas corridas, o campeonato será decidido na última corrida com os dois pilotos empatados em pontos.
As próximas duas corridas do circuito são uma incógnita. O circo da Fórmula 1 nunca esteve no Catar e nem na Arábia Saudita, portanto não há como prever o que pode acontecer. O que dá saber é que vai ser emocionante, com a disputa desses dois gênios chamados Lewis Hamilton e Max Verstappen.
Em mais uma atuação soberba, Max Verstappen dominou o GP da Cidade do México, conquistou a sua nona vitória na temporada e agora vê sua vantagem sobre Hamilton aumentar para 19 pontos, faltando 4 corridas.
Embora tenha largado na terceira colocação, atrás da surpreendente dobradinha da Mercedes de Valtteri Bottas e Lewis Hamilton, Verstappen não se abalou. O holandês tratou de ultrapassar a dupla logo na primeira curva com uma freada espetacular, digna de uma temporada histórica.
Hamilton até tentou alcançar Verstappen nas primeiras voltas, mas a superioridade de “Super Max” no México era grande. Nas cinco primeiras voltas, Verstappen já havia aberto 3s de diferença do heptacampeão, mostrando que estava à vontade na pista e com o seu carro, algo que já vem acontecendo durante o ano todo.
Com a vantagem desde a primeira curva, Verstappen só precisou administrar a prova e conquistar a sua 19° vitória na carreira.
HAMILTON X PÉREZ
Com o holandês fazendo uma corrida à parte, os olhos do público se viraram para a disputa sagaz entre Lewis Hamilton e o Anfitrião Sérgio ‘Checo’ Pérez. O inglês e o mexicano brigaram a corrida toda pela segunda posição. Uma hora Pérez parecia que iria ultrapassar Hamilton. Em outra, parecia que o inglês havia estabilizado a vantagem. Essas idas e vindas inflamaram o público, que por vezes parecia estar em um estádio de futebol.
No final das contas, Hamilton conseguiu segurar ‘Checo’ Pérez e se manter na segunda posição. Mas isso não fez a torcida mexicana deixar de vibrar, até porque Pérez foi o primeiro mexicano da história a estar no pódio em uma corrida no México. A tequila, como disse o piloto da Red Bull, estava garantida.
O CAMPEONATO
Com a vitória de hoje, Verstappen está em uma posição muito favorável. Com 19 pontos de vantagem e quatro corridas restando, o holandês já vê a sua conquista mundial cada vez mais perto.
Claro, estamos falando de fórmula 1 e de uma temporada espetacular, tudo é imprevisível e ainda tem o maior piloto de todos os tempos na disputa. Mas a consistência que Max e o carro da Red Bull mostram neste ano dá a segurança para dizer que o título é só questão de tempo.
A próxima corrida do campeonato no Brasil, GP de São Paulo, onde a Red Bull historicamente tem vantagem. Verstappen tem a possibilidade de dar um xeque-mate em Hamilton e dar um passo enorme para o seu tão esperado título.
Depois de três semanas de pausa, a Liga dos Campeões da Europa voltou a abrilhantar os campos europeus. Oito partidas marcaram o retorno da competição, com surpresas e chuva de gols. Confira os principais destaques do primeiro dia da terceira rodada.
PSG 3x2 RB Leipzig
Para quem imaginava que seria uma partida tranquila para o clube de Paris, um surpreendente e corajoso RB Leipzig deu trabalho e impôs respeito ao adversário. Com um placar final apertado em 3 a 2, o PSG precisou da individualidade de Mbappé e Messi para superar o atual lanterna do Grupo A.
O destaque do jogo ficou para Mbappé que deu um show em Paris. Com um gol, uma assistência e um pênalti sofrido, o francês conduziu o clube parisiense para a vitória, em que pese o pênalti perdido no final do jogo. Aos 22 anos, considerado a jóia, o jogador brilhou durante a partida e foi a arma mais perigosa do time.
Outro a se destacar foi Lionel Messi. Com dois gols, sendo um deles, um golaço de ‘cavadinha’, o gênio argentino já se mostra mais à vontade no clube de Paris e promete desfilar a sua genialidade na França.
Com a vitória, o PSG fica na liderança do grupo A, que tem o Manchester City em 2º após golear o Club Brugge. Para completar o grupo, o Club Brugge em 3º e o RB Leipzig na lanterna.
Atlético de Madrid 2 x 3 Liverpool
Na melhor partida da rodada, o Liverpool venceu fora de casa o Atlético de Madrid com a ajuda de seus jogadores africanos e está a um passo de confirmar a sua classificação para a próxima fase da competição.
O destaque da partida ficou com o melhor jogador do mundo neste início de temporada, Mohamed Salah. O egípcio anotou dois gols na vitória dos ‘Reds’ e confirmou mais uma vez a sua fase iluminada. Na atual temporada, Salah tem 12 gols e 4 assistências em 11 jogos. O outro gol marcado pelo Liverpool foi do guineano Naby Keita, em um chute forte de fora da área.
Já no lado do Atlético de Madrid, Antoine Griezmann foi o destaque positivo e negativo. Autor de 2 gols na partida, o francês foi expulso no segundo tempo após levantar exageradamente a perna e acertar o rosto de Roberto Firmino.
O clube espanhol ainda segue na 2ª colocação grupo com 4 pontos, mas vê em seu retrovisor o FC Porto, que venceu o Milan por 1 a 0 e também tem 4 pontos;
Shakhtar Donetsk 0x5 Real Madrid
Com um show de Vinícius Junior, o Real Madrid se recuperou da derrota sofrida para o modesto Sheriff e passeou contra o Shakhtar Donetsk.
O brasileiro marcou duas vezes e confirmou a sua ótima fase com o comando de Carlo Ancelotti. Desde que chegou no Real Madrid, Vini Junior se coloca como a principal arma ofensiva do clube de Madrid ao lado do francês Karim Benzema.
Falando no francês, Benzema marcou no final da partida e vai colocando de vez o seu nome entre os melhores jogadores do mundo. Já são 11 gols e 8 assistências em 11 partidas na atual temporada. Desempenho ótimo do craque madrilenho.
Com essa vitória, o Real Madrid pula para o 2º lugar do grupo D com os mesmos 6 pontos do surpreendente Sheriff, que perdeu nesta terça-feira para a Inter de Milão por 3 a 1. Já o clube italiano se encontra na 3ª posição com 4 pontos e ainda sonha com a classificação. O Shakhtar Donetsk é o lanterna do grupo com apenas 1 ponto.
Ajax 4x0 Borussia Dortmund
No resultado mais surpreendente da rodada, o Ajax massacrou o Borussia Dortmund e manteve o 100% de aproveitamento nesta etapa da Champions League. Com o destaque para o brasileiro Antony que marcou um gol, o clube holandês não tomou conhecimento do time de alemão.
Era previsto um duelo parelho e muito complicado para ambas as equipes, mas o que se viu foi um passeio do Ajax, que poderia sair com um resultado ainda maior se não fosse o goleiro Gregor Kobel do Borussia Dortmund. O clube holandês teve 18 chutes.
O Borussia Dortmund foi irreconhecível nessa partida. O único ponto de luz do time foi o norueguês Haalland que por pouco não marcou dois gols. Agora, o Dortmund vai ter que recolher os cacos da derrota e voltar as suas atenções para a Bundesliga.
A situação grupo C ficou a seguinte: Ajax em 1º e invicto com 9 pontos, Borussia Dortmund em 2º com 6 pontos, Sporting, que venceu o Besiktas por 4 a 1, em 3º com 3 pontos e a lanterninha do grupo Besiktas sem nenhum ponto.
DESTAQUES DESTA QUARTA-FEIRA
A rodada da Champions não acabou. Ainda temos oito partidas para complementar essa 3ª rodada, com destaques para o Manchester United de Cristiano Ronaldo enfrentando a líder do grupo Atalanta e o Barcelona tentando se reerguer depois de duas derrotas consecutivas na competição.