A Inglaterra enfrentou a China nesta terça-feira (01), pela terceira rodada da Copa do Mundo Feminina de 2023. A partida válida pelo Grupo D aconteceu no Hindmarsh Stadium, na Austrália.
Enquanto a seleção chinesa necessitava de uma vitória para se classificar, a Inglaterra precisava apenas de um empate, o que as manteria na liderança do grupo. As situações eram distintas, mas, antes da bola rolar, o favoritismo das leoas não demonstrava o perigo esperado. O futebol apresentado nas duas primeiras rodadas não condizia com aquele da Eurocopa de 2022.
As atuais campeãs da Europa tiveram um amplo controle do jogo desde os primeiros movimentos. O esquema envolvente apresentado pela treinadora inglesa Sarina Wiegman aliou não só a posse de bola (74% contra apenas 26% das chinesas) como também o trabalho no último terço do campo (17 finalizações contra sete adversárias, sendo que na primeira etapa foram 9 das europeias contra nenhuma chegada das asiáticas). Com isso, não demorou muito para a Inglaterra já largar em vantagem. Aos 4’, na primeira chegada de perigo à área asiática, a defesa afastou mal e a bola acabou sobrando para a melhor jogadora da partida, Lauren James, que de cabeça ajeitou para a atacante Alessia Russo dominar e finalizar no canto direito para abrir o placar.
A pressão inglesa ainda resultou em mais dois gols na primeira etapa. Aos 26’, Lauren James deu um ótimo passe para deixar a sua xará Lauren Hemp na cara do gol, que só teve o trabalho de tirar da goleira Yu Zhu e fazer 2 a 0. Já aos 41’, chegou a vez da craque do jogo guardar o seu. Após cobrança de falta ensaiada, James recebeu na entrada da grande área para bater de primeira no canto direito da meta e anotar o terceiro gol do jogo.
Seis minutos depois, um golaço com muita polêmica. Aos 47’, Lucy Bronze recuperou a bola pela direita e serviu para Lauren James finalizar de fora da área e acertar um belo chute no ângulo direito. As controvérsias surgiram por um motivo: o gol foi inválido pelo árbitro de vídeo. No entendimento do VAR, Lucy estava em posição irregular. O que gerou a discussão, é de que a meia-direita estava realmente impedida, mas apenas no início da jogada, já que ela não interferiu na sequência do lance. O momento gerou vaias dos torcedores presentes e foi acompanhado em tempo real pelo telão e com a decisão em áudio da árbitra australiana Casey Rebelt.
Ouvir o que a arbitragem decidiu é uma das grandes novidades que estão sendo testadas nessa Copa do Mundo. Essa transparência da FIFA com o fã do futebol no campo já gerou situações, no mínimo, inusitadas.
No segundo tempo, aos 10 minutos, Yao Lingwei cobrou escanteio para a China e depois de um bate e rebate, a bola resvalou no braço de Lucy Bronze. Em campo nada foi assinalado, mas o árbitro de vídeo recomendou e a penalidade foi marcada. No momento de anunciar a decisão, a árbitra Casey Rebelt pediu desculpas para Lucy, que cometeu o pênalti e recebeu cartão amarelo. O fato diferente foi acompanhado por todo o estádio e também ao vivo nas transmissões. Na cobrança da penalidade, Wang Shuang bateu no meio, deslocando a goleira Mary Earps e chegando a sua 45° bola na rede pela seleção chinesa.
O gol até reacendeu por alguns instantes o fôlego chinês, mas durou pouco. Aos 20’ da etapa completar, Lauren James mostrou que ainda queria guardar um golaço. Após receber uma grande bola cruzada pela meia-direita da zagueira Jess Carter, Lauren bateu de primeira de perna esquerda para matar a coruja. 12’ depois, a goleira Yu Zhu se atrapalhou na saída da meta e deixou o gol aberto para Chloe Kelly anotar o 5 °, em mais uma assistência de James. Para finalizar, aos 39’, Kelly bateu cruzado, a bola foi rebatida e sobrou no lado esquerdo da grande área para Rachel Daly bater direto e dar números finais ao confronto, 6 x 1.
O placar decretou a eliminação chinesa da competição. A mescla da experiência das veteranas com a ousadia das jovens não foi o suficiente para que as rosas de aço conseguissem a vaga para as fases seguintes. Apesar do placar elástico, a China demonstrou um futebol promissor. As sementes do trabalho de Shui Qingxia florescerão e transformarão as gerações futuras do futebol chinês.
O jogo ofensivo de Sarina Wigman fez mais uma vítima, com Lauren James participando de forma decisiva do funcionamento deste sistema. A atacante do Chelsea fez história, tornando-se a terceira jogadora na história das copas a participar diretamente de cinco gols (dois gols e três assistências). A Inglaterra enfrenta a Nigéria, no dia 7 de agosto, pelas oitavas de final.
Na última quarta-feira (02), Argentina e Suécia disputaram o jogo final da terceira rodada da fase de grupos. A partida aconteceu no FMG Stadium Waikato, na Nova Zelândia. Sem surpresas, a Suécia levou a vitória por 2 a 0 contra as albicelestes, o que lhe garantiu a classificação para as oitavas de final e a eliminação da seleção sul-americana. A partida foi morna e tranquila, ao contrário do coração das argentinas – que batia ansioso pela vitória para garantir a permanência no campeonato, o que não aconteceu.
A primeira etapa começou com a Argentina na luta pelo gol, porém impossibilitada pela excelente defesa sueca. Yamila Rodriguez, que também veste a camisa do Palmeiras e já se destacou na equipe do Boca Júniors, foi a única jogadora do time azul e branco a ter uma real chance de gol. A estrela principal da seleção, Estefanía Banini, tentou um golaço pelo meio de campo, mas ambas sem sucesso.
A Suécia apresentou as jogadas de maior perigo. No segundo tempo, o primeiro gol veio pelo brilhantismo de Jakobsson, que recebeu a bola e cruzou na medida para Blomqvist de cabeça inaugurar o placar. Nos acréscimos, Blomqvist foi derrubada na área após cobrança de escanteio e Rubensson, de pênalti, colocou os números finais à partida.
Com essa vitória, a seleção sueca avança para a próxima fase e continuará na busca pelo primeiro título mundial, enquanto a Argentina se despede, deixando espaço para a melhora. O time de Germán Portanova, que surpreendeu nas partidas anteriores ao empatar com a África do Sul e levar um jogo equilibrado com o time italiano, mesmo que derrotado, tem ainda um longo caminho a percorrer em termos táticos e técnicos para se consolidar enquanto uma seleção forte.
Já a Suécia fez uma fase de grupos marcada por ótimos momentos. Saiu dos três jogos invicta, mesmo diante do nervosismo de algumas atletas debutantes na Copa. Assim, faz história e se posiciona como uma das seleções que têm grandes chances de alcançar as fases finais do campeonato.
Enquanto as Hermanas voltam para a casa, a Trupp de Gerhardsson irá enfrentar os Estados Unidos no domingo (6), às 6h pelo horário de Brasília.
A Dinamarca enfrentou o Haiti nesta terça-feira (01), no estádio australiano HBF Park, pela última rodada da primeira fase do grupo D, na Copa do Mundo Feminina. A partida vencida pelas dinamarquesas por 2 a 0 classifica a seleção para as oitavas de final, após 16 anos fora dessa etapa do campeonato. A seleção do Haiti, estreante no torneio, é desclassificada com saldo negativo de quatro gols.
Essa é a primeira vez que a Dinamarca passa da fase de grupos desde 1995, em que chegou às quartas de final. A seleção não chegou a se classificar por quatro edições (2003, 2011, 2015 e 2019) e aproveitou a oportunidade para fazer história, atingindo a expectativa do técnico Lars Sondergaard de “passar ao menos para o mata-mata”, explicitada em entrevista ao site oficial da FIFA+.
O primeiro tempo começou já com muita intensidade. As dinamarquesas abriram o jogo valorizando a posse de bola e com apenas três minutos de partida, Simone Boye marcou o primeiro gol em uma cobrança de escanteio. Após a bola sair pela linha de meta, Kathrine Kühl chutou para o gol haitiano. A goleira Kerly Théus (Haiti) defendeu e no rebote, a Boye devolveu para a rede, mas acabou sendo anulada por impedimento, após análise do VAR.
As escandinavas continuaram com toda força nos ataques. Aos 20 minutos, após a bola tocar no braço da camisa 19 do Haiti, Pierre-Louis, a artilheira dinamarquesa Pernille Harder, cobrou o pênalti e marcou o primeiro gol oficial da partida.
Depois do primeiro gol, a seleção do Haiti, que antes estava com a marcação desorganizada, passou a investir nas defensivas e a construir melhor as jogadas no meio de campo. Apesar de conseguirem colocar a bola na área dinamarquesa, continuavam com dificuldade para finalizar, fazendo mais passes do que partindo para o ataque.
O desempenho da Dinamarca na partida não foi tão surpreendente. Com muitos erros de passe no meio de campo e pouco esforço para construção, as jogadoras mostraram pouca preocupação em golear, visto que até um empate as classificariam para a próxima fase. O que também não foi bem aproveitado para contra-ataques haitianos.
Aos 44 minutos, Vangsgaard, atacante da Dinamarca, colocou a bola nos pés de Harder na área do Haiti e a camisa 10 finalizou no gol, mas que também foi anulado, após a arbitragem anunciar o fim do primeiro tempo, que terminou com 1 a 0.
O segundo tempo continuou muito movimentado, com as dinamarquesas descansando nas investidas e as haitianas melhorando nas construções e recuperando a bola com inteligência, para tentar fazer uma transição ofensiva - que chegou perto de ter sucesso. O Haiti finalizou mais em comparação com a Dinamarca até os 74 minutos de jogo (5 a 2 finalizações).
Mas não foi suficiente. Aos 82 minutos, as dinamarquesas decidiram acordar e correram para conquistar o segundo gol, que chegou a ser marcado por Pernille Harder, mas novamente foi anulado por uma falta na goleira adversária. O 2 a 0 só foi convertido aos nove minutos de acréscimos do segundo tempo, com uma jogada individual da meio-campista Troelsgaard, que conseguiu ultrapassar a marcação das haitianas e encontrou espaço no canto esquerdo da rede.
As duas seleções demonstraram ansiedade para finalizar as jogadas durante toda a partida e deixaram de investir em construções efetivas, que só foi bem recuperada pelo Haiti, após perceber que as dinamarquesas estavam focadas no ataque.
Apesar de ter sido desclassificada, a seleção haitiana estreia com desempenho notável, se articulando bem para sobreviver aos ataques ofensivos dinamarqueses e se reerguer no jogo, para também atacar a área adversária. Esta foi a única partida que a seleção levou mais de um gol.
Por outro lado, a Dinamarca pode ter aprendido a atacar melhor com o jogo contra a Inglaterra e a manter a posse de bola (63% a 37%), mas ainda aparenta ter problemas de passe no meio de campo, fazendo jogadas longas e demoradas, e recuperação lenta em frente às ameaças inesperadas.
As dinamarquesas, que fecharam os jogos do grupo D, ficando em segundo lugar, enfrentam a seleção da Austrália na próxima segunda-feira (7), às 7h30 (Horário de Brasília), pelas oitavas de final.
Imagem da capa: Pernille Harder comemora gol contra o Haiti / Reprodução Site Torcedores
A Copa do Mundo de Xadrez, que começou no último domingo (30), no Azerbaijão, teve sua primeira rodada finalizada nesta terça-feira (01). Inicialmente, o Brasil contava com seis representantes, os Grandes Mestres Alexander Fier, Luis Paulo Supi, Evandro Barbosa e Yago Santiago no torneio absoluto, e no Feminino a Mestre FIDE Julia Alboredo e a Mestre Internacional Feminina Kathiê Librelato. Enquanto Fier e Supi garantiram pelo menos mais dois dias na competição da FIDE (Federação Internacional de Xadrez), os outros quatro ficaram pelo caminho.
Vale lembrar, as titulações de mestre no xadrez correspondem ao rating FIDE de cada jogador, sendo Grande Mestre (GM) a titulação de maior valor, para jogadores acima de 2500 pontos de rating, seguido por Mestre Internacional (MI), para acima de 2400 pontos, e Mestre FIDE (MF), para acima de 2300 pontos. Os títulos de Grande Mestre Feminina (WGM), Mestre Internacional Feminina(WIM) e Mestre FIDE Feminina (WFM) seguem a mesma hierarquia, mas com uma faixa de rating mais baixa, sendo 2300 pontos para Grande Mestre Feminina, 2200 pontos para Mestre Internacional Feminina e 2100 pontos para Mestre FIDE feminina.
Nesta Copa do Mundo, cada match é decidido com duas partidas clássicas em que cada jogador joga de brancas e de pretas uma vez. Em caso de empate, após a etapa de clássicas, serão jogadas duas partidas de rápidas até que um dos jogadores consiga a vantagem, com o tempo sendo reduzido a cada par de partidas. Nas partidas clássicas, os jogadores contam com um relógio de 90 minutos para 40 lances. Após os 40 lances, são acrescentados 30 minutos com incremento de 30 segundos desde o primeiro lance. As rápidas, inicialmente, contam com 25 minutos para cada jogador, com 10 segundos de incremento por lance.
No Feminino, o desenrolar dos matches de Kathiê e Julia foram similares. Ambas venceram a primeira partida de clássicas no primeiro dia e precisavam apenas de um empate para avançar para a próxima rodada. Mas, acabaram derrotadas e deram às suas adversárias a chance de classificação no desempate, que não foi desperdiçada. A Mestre Internacional georgiana Melia Salome, que venceu Kathiê, e a Mestre Internacional peruana Deisy Cori, que venceu Julia, continuam na competição.
No absoluto, do qual participam competidores masculinos e femininos, tanto Evandro, que enfrentou o GM egípcio Ahmed Adly, e Yago, que enfrentou o GM francês Maxime Lagarde, foram eliminados ainda na etapa de partidas clássicas. Os enxadristas buscaram o empate no primeiro dia, mas foram derrotados na última segunda-feira (31) e com isso deram adeus à competição.
Fier, atual campeão brasileiro, avançou na etapa de clássicas ao empatar de pretas, no domingo, e vencer de brancas, na segunda, contra o GM húngaro Gabor Nagy. Supi empatou as duas partidas de clássicas e no desempate nas rápidas, conseguiu duas boas vitórias, com direito a xeque-mate surpresa para assegurar sua classificação contra o egípcio Adham Fawzy.
Na segunda etapa, as maiores estrelas do xadrez mundial entram na competição, como o atual número 1 do mundo, o norueguês GM Magnus Carlsen, e outros grandes jogadores, como os GMs americanos Fabiano Caruana, Hikaru Nakamura e o atual vice-campeão mundial, o GM russo Ian Nepomniachtch. Os brasileiros remanescentes irão enfrentar jogadores ainda mais fortes. Fier enfrenta o número 35 do mundo, Robson Ray, dos Estados Unidos. Enquanto Supi encara o número 21, o chinês Wei Yi.
A final do torneio absoluto está marcada para o dia 25 de agosto, enquanto o feminino encerra no dia 22. Os três primeiros colocados ganham vaga no Torneio de Candidatos, no qual o vencedor desafia o atual campeão mundial, Ding Liren, pelo Campeonato Mundial de Xadrez no ano que vem.
A segunda rodada acontece entre os dias 2 e 4 a partir das 08h, e é possível acompanhar as partidas no Youtube, pelo canal oficial do torneio.
Nesta terça-feira (1), Holanda e Vietnã se enfrentaram no último jogo da fase de grupos. O jogo ocorreu no estádio Forsyth Barr em Dunedin, na Nova Zelândia e contou com a presença de mais de oito mil pessoas. A seleção asiática perdeu de goleada para as holandesas, resultando no 7 x 0, a maior da Copa Feminina até o momento.
A seleção holandesa garantiu sua liderança no Grupo E, passando até os Estados Unidos, atuais campeãs. Com 17 finalizações, a Holanda foi o time que mais deu chutes ao gol adversário em uma única partida desta edição da Copa do Mundo Feminina.
A seleção vietnamita iniciou o jogo com jogadoras cheias de garra. Suas jogadas ofensivas a princípio deixaram as holandesas na defensiva, e surpreendeu a todos. A primeira tentativa de gol veio das asiáticas, mas logo a adversária teve uma recuperação.
Dominique Janssen, camisa 20, não conseguia avançar a barreira defensiva do Vietnã e com um lançamento feito ainda em sua defesa achou a Lieke Martens, 11, na área vietnamita que marcou o primeiro gol em cima da goleira Trần Thanh. A Janssen foi responsável por duas assistências ao longo da partida.
As vietnamitas cometeram alguns erros abrindo a linha defensiva e permitindo chances de gol às Holandesas. Katja Snoeijs, camisa 9, realizou o segundo gol pouco tempo depois. Com apenas 19 anos, Esmeé Brugts fez o terceiro gol para a OranjeLeeuwinnen, e seu primeiro em uma Copa do Mundo. Jill Roord e Danielle Van de Donk encerraram o baile holandês com cinco gols a seu favor nos primeiros 45 minutos do jogo.
A Holanda continuou no campo defensivo vietnamita buscando espaços e oportunidades para finalizar em gol. Com o extenso placar, o treinador vietnamita Mai Duc Chung optou por rodar o elenco e permitir que algumas jogadoras entrassem em campo pela primeira vez na competição, como a entrada da goleira reserva Khổng Thị Hằng (20) no início do segundo tempo.
Aos 57’, Brugts acertou um belo chute de fora da área com a perna direita e marcou o seu segundo gol na partida e o sexto para a sua seleção. Aos 66’, Martens até fez mais um gol, mas foi invalidado por impedimento. Na reta final, aos 83’, em um cruzamento na área do Vietnã, Stefanie Van der Gragt (3), de cabeça, deu uma assistência ao segundo gol de Roord, que sozinha e também de cabeça definiu o sétimo e último gol do jogo.
Assim como Chung, o técnico holandês Andries Jonker ficou satisfeito com o resultado. Ele aproveitou a vantagem de seu time e deu chance para algumas jogadoras entrarem em campo pela primeira vez na Copa. A Holanda se recuperou após um jogo acirrado contra os Estados Unidos, recuperando o controle e calma novamente.
O Vietnã foi a primeira equipe a encerrar a sua participação sem marcar nem um gol nesta edição de Copa do Mundo e após ser goleada pela Holanda, as jogadoras vietnamitas viram sua seleção se tornar a equipe mais vazada do campeonato, com 12 gols sofridos. Além disso, em termos ofensivos, o Vietnã demonstrou extrema dificuldade porque além de não marcar gol na competição, a equipe de Mai Duc Chung criou nem uma grande chance de gols nesta Copa do Mundo.
Com a primeira participação em Copas do Mundo na história do país, o Vietnã voltará ao sul da Ásia com o desafio de participar das próximas edições da competição e se tornar visível no mapa futebolístico da elite mundial. Assim, clubes que jogam os principais campeonatos de futebol feminino buscarão jogadoras no mercado de atletas vietnamitas.
Pelo lado laranja, apesar de finalizar a fase de grupos na liderança do Grupo E, é importante que a confiança da Holanda não se abale na fase seguinte. O próximo jogo da Holanda será pela fase de eliminatórias e sua adversária será a África do Sul. A partida será no sábado, dia 05 de agosto às 23h (horário de Brasília) e é esperado que as holandesas cheguem longe nessa Copa do Mundo.