Promotoria deu prazo de 15 dias para que a empresa esclareça seus critérios na cobrança de taxas na venda virtual
por
Rafaella Lalo
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06/05/2026 - 12h

A Ticketmaster Brasil foi notificada pelo Ministério Público de São Paulo e terá 15 dias para esclarecer a cobrança das taxas de 20% sobre os ingressos vendidos no site. O despacho foi assinado pela Promotoria de Justiça de São Paulo na quinta-feira (9) de abril, e questiona a proporcionalidade das taxas de serviço e os custos adicionais cobrados dos consumidores.

A denúncia foi apresentada pelo deputado Guilherme Cortez (PSOL), após recolher várias queixas feitas pelos compradores que adquiriram ingressos para shows como BTS, Harry Styles e Kid Abelha. A venda para o evento de Harry Styles que iniciou em janeiro deste ano já recebia reclamações sobre os custos desproporcionais. Clientes perceberam que os valores mudam de acordo com o preço do ingresso. Por exemplo, entradas de R$700,00 têm taxas de R$140,00, enquanto um ingresso de R$265,00 tem R$53,00 de custo adicional.

Em sua representação, o deputado ressalta também a ilegalidade dessas ações, além da falta de transparência por parte da empresa. 

Print da denúncia feita na rede social X do deputado Guilherme Cortez
Postagem feita nas redes sociais do Deputado Guilherme Cortez. Foto: Reprodução X.com 

De acordo com informações divulgadas sobre o despacho assinado pelo promotor Donisete Tavares de Moraes Oliveira, a Ticketmaster deverá explicar como é feito o cálculo dessas taxas de 20%, já que a cobrança é fixa e aplicada ao valor total da compra independentemente do valor ou tipo da entrada (inteira ou meia).

A Promotoria também aguarda esclarecimentos sobre quais são os custos de infraestrutura e gestão de demanda que justifiquem essa cobrança, qual é o número total de ingressos disponibilizados para venda por cada dia de show e se as taxas são proporcionais ao valor da entrada vendida de forma on-line.

Em setembro de 2025, o Procon pediu explicações para a empresa, após esses custos adicionais serem cobrados nos ingressos do show de The Weeknd. Situação semelhante ao que ocorreu nos shows de BTS e Harry Styles.  

A Ticketmaster Brasil confirmou, em nota encaminhada à imprensa, ter recebido a notificação do MP-SP. Segundo a empresa, a taxa de serviço cobrada nas vendas online está relacionada a custos de infraestrutura, operação do site e medidas antifraude voltadas à segurança do comprador. A plataforma também declarou que essas cobranças são informadas de forma transparente durante o processo e ressaltou que o consumidor tem a opção de comprar ingressos em bilheterias físicas sem os custos adicionais cobrados no site.

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Apresentações aconteceram em São Paulo e no Rio de Janeiro, após quase dois anos da última passagem do artista pelo país
por
João Paulo Di Bella Soma
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05/05/2026 - 12h

The Weeknd voltou ao Brasil nos dias 26, 30 de abril e 01 de maio em São Paulo e Rio de Janeiro, como parte da etapa latino-americana da turnê After Hours Til Dawn. A turnê consolida a era de sua mais recente trilogia musical composta pelos álbuns After Hours, Dawn FM e Hurry Up Tomorrow.

Depois de passar por países como Estados Unidos e México, a turnê passou pelo Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, no dia 26 de abril e pelo Morumbis, em São Paulo, nos dias 30 de abril e 1 de maio. A produção impressiona não só pelo tamanho, mas também pelo conceito visual, que mistura elementos futuristas com uma estética sombria e cinematográfica.

Anitta foi a artista escolhida para os shows de abertura da turnê na América Latina e aqueceu o público com uma performance energética e cheia de identidade brasileira. Misturando funk, pop e elementos eletrônicos, a cantora entregou um setlist que transitou entre novidades e velhos sucessos. Ela iniciou com faixas como “Meia Noite”, “Desgraça”, “Mandinga” e “Vai Dar Caô”, e posteriormente levantou a plateia com hits como “Sua Cara”, “Bola Rebola” e “Vai Malandra”.

Durante cerca de 2h30 de show e com um repertório de aproximadamente 40 músicas, The Weeknd conduziu o público por seus 15 anos de carreira. O show é uma experiência imersiva, com iluminação dramática, cenografia elaborada e uma narrativa visual que remete a um filme de terror e suspense. Acompanharam o cantor sua banda e o lendário produtor Mike Dean.

The Weeknd no Estádio MorumBIS
The Weeknd em tour Foto: Reprodução Instagram @theweekndmxc


Apresentando músicas do álbum Hurry Up Tomorrow ao lado de seus maiores sucessos, Abel iniciou o show com “Baptized In Fear”, “Open Hearts” e “Wake Me Up”, criando uma atmosfera intensa logo de início. Em seguida, emendou hits como “After Hours”, “Starboy” e “Heartless”, levando o público ao delírio.

O cantor ainda retornou ao seu novo projeto com “Cry For Me” e “São Paulo”, faixa que ganhou destaque especial por homenagear a cidade. Em um dos momentos mais marcantes da noite, Anitta voltou ao palco para cantar o novo single “Rio”, uma homenagem direta à cidade carioca e que conta com sua participação. A faixa traz influências do Brazilian Phonk e chama a atenção pelo visual de seu futuro clipe, dirigido pelo famoso cineasta japonês Takashi Miike.

Ao longo do show, The Weeknd percorre diferentes fases da sua carreira e revisita trabalhos como Dawn FM, Beauty Behind The Madness, My Dear Melancholy, e House of Balloons. Em versões mais intimistas de “Out of Time” e “I Feel It Coming”, o artista desceu até a grade e interagiu com os fãs. Em um momento espontâneo, cantou com uma fã da primeira fileira, correu pela frente do palco cumprimentando o público e demonstrou gratidão pela recepção calorosa.

Abel encerrou a noite com uma declaração emocionante: “Eu sinto que estou em casa quando estou em São Paulo”. Ele garantiu que volta ao Brasil, mas não deixou pistas de quando. 

Fugindo do formato tradicional e engessado, o show conta com longas passarelas que avançam sobre a pista, aproximando o cantor do público, enquanto a banda permanece conectada no palco principal, sustentada por um telão gigantesco que amplifica a experiência visual.

the weeknd palco
Palco After Hours Til Dawn Foto: TAIT


Além da estrutura, a performance vocal de Abel também se destaca. Com uma voz afinada, ele entrega estabilidade ao vivo mesmo em faixas mais exigentes, combinando técnica, carisma e presença de palco. Sempre em movimento, interagindo e incentivando o público, o artista mantém a energia elevada do início ao fim.

A parte visual do show ganha ainda mais força com o uso criativo da iluminação. Lasers cortam o estádio em diferentes direções, criando cenários dinâmicos, enquanto as pulseiras luminosas distribuídas ao público transformam a plateia em um verdadeiro mar de luzes sincronizadas. No encerramento, fogos de artifício tomaram conta do céu e fecharam o espetáculo de forma memorável ao som de "Moth To A Flame".

A última vinda do artista ao país aconteceu em 7 de setembro de 2024, durante a fase final da turnê que promovia o álbum Hurry Up Tomorrow. Na ocasião, o cantor contou com participações especiais de Anitta e Playboi Carti.

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Jornal norte-americano destaca nomes que moldam a indústria da música dos Estados Unidos e influenciam o cenário global
por
Livia Vilela
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05/05/2026 - 12h

 

O jornal americano The New York Times publicou na última terça-feira (28) uma seleção dos 30 maiores compositores americanos vivos. Sem ordem de ranking, o levantamento se propõe a definir o padrão de compositor da nova geração e quais seriam as suas principais influências, reunindo artistas que seguem moldando a produção musical contemporânea e ampliando seu alcance cultural em escala global.

O projeto faz parte de uma cobertura especial sobre o ofício da composição, com entrevistas em vídeo com nomes como Jay-Z, Taylor Swift e Lucinda Williams, além de artistas e produtores como Nile Rodgers, Mariah Carey e Babyface. A proposta é aproximar o público dos processos criativos por trás de algumas das canções mais conhecidas das últimas décadas, destacando o papel do compositor como eixo central da indústria da música.

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Jay Z em entrevista para o The New York Times 
Foto: Reprodução/ Instagram @nytimes

A seleção foi construída a partir de mais de 700 indicações enviadas por mais de 250 profissionais da música, além da curadoria de críticos do jornal. O processo envolveu semanas de análise e debate sobre critérios como influência, consistência artística, impacto cultural e permanência ao longo do tempo.

O resultado combina compositores consagrados, como Bob Dylan, vencedor do Nobel de Literatura, Carole King e Stevie Wonder, com artistas que redefiniram o pop e o hip-hop nas últimas décadas, como Kendrick Lamar, Taylor Swift e Lana Del Rey. O que foi avaliado em comum entre todos esses artistas foi a capacidade de atravessar gerações e influenciar não apenas o mercado americano, mas a produção musical global.

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Taylor Swift em entrevista para o The New York Times 
Foto: Reprodução/ Instagram @nytimes

A lista também reconhece o peso de compositores que atuam nos bastidores da indústria, responsáveis por sucessos gravados por outros artistas, como Diane Warren, Babyface, The-Dream e a dupla Jimmy Jam & Terry Lewis. A diversidade estética é um dos pontos centrais da seleção. Além de reunir diferentes gerações e estilos, passando pelo folk, country, pop, R&B e hip-hop, a lista também reflete a ampliação do alcance global da música americana. 

Outro aspecto relevante é a inclusão de artistas latinos e bilíngues, como Romeo Santos e Bad Bunny, sinalizando como a ideia de “compositor americano” hoje incorpora trajetórias e influências fora do território dos EUA e da língua inglesa. O recorte reforça como a produção musical atual é globalizada e ultrapassa fronteiras linguísticas e culturais, acompanhando transformações do próprio público e da indústria. 

Lista dos 30 Maiores Compositores Americanos Vivos:
 Babyface
 Bad Bunny 
 Bob Dylan
 Brian & Eddie Holland 
 Bruce Springsteen
 Carole King
 Diane Warren
 Dolly Parton
 Fiona Apple
 Jay-Z
 Jimmy Jam & Terry Lewis 
 Josh Osborne, Brandy Clark & Shane McAnally 
 Kendrick Lamar
 Lana Del Rey
 Lionel Richie
 Lucinda Williams
 Mariah Carey
 Missy Elliott
 Nile Rodgers
 Outkast
 Paul Simon
 Romeo Santos 
 Smokey Robinson
 Stephin Merritt 
 Stevie Wonder
 Taylor Swift
 The-Dream
 Valerie Simpson
 Willie Nelson
 Young Thug

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Gato sem Rabo reabre em grande estilo, com novo café e restaurante, e fortalece o espaço para o público leitor em SP
por
Sofia Morelli
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05/05/2026 - 12h

Em maio de 2025, após uma reforma, Gato sem rabo abre suas portas ao público, com mais conforto para receber os interessados por uma literatura voltada ao mundo e imaginário feminino, em novo endereço no centro de São Paulo. Johanna Stein, fundadora do estabelecimento, idealizou-o conforme notou a falta de um lugar em que obras escritas por mulheres cisgênero, trans e travestis fossem valorizadas e mais acessíveis. Agora composto por um café e bar para leitores e para cidadãos que por ali passam. Durante sua graduação no campo das artes, Johanna tinha um grande interesse no trabalho de autoras mulheres, mas ao longo de suas pesquisas começou a esbarrar repetidamente com a dificuldade de achar textos produzidos por essas artistas em geral, mesmo em uma metrópole tão plural como  São Paulo. Foi dessa frustração que se materializou a livraria, criando um espaço para que essas vozes pudessem fluir.

Cada vez mais, o centro de São Paulo é preenchido por estabelecimentos que exploram partes da cultura subvalorizadas e dispersas. “Existe uma demanda por obras produzidas por grupos historicamente excluídos, que tem aparecido no dia a dia dos lançamentos das editoras”, afirma Ana Paula Pacheco, professora  do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da Universidade de São Paulo (USP), além de escritora de ficção e de romance experimental. “Acho que isso virou um nicho de mercado, para o bem e para o mal, acho que tem um desrecalque de vozes anti-escaladas  e desrecalque é muito bom, por outro lado existe uma certa tendência de eliminar a leitura crítica das obras, é importante tratar essas obras como obras para valer que podem passar por um critério estético, crítico de leitura.”, reflete a professora da USP, em questão das popularização que vem ocorrendo dessas obras.

 

Livraria Gato Sem Rabo, no Centro de São Paulo.  Por Sofia Morelli

A curadoria da Gato sem rabo se preocupou em montar um acervo com enfoque na produção do sul global, além de clássicos de Virginia Woolf, escritora do ensaio que inspirou o próprio nome da livraria. Nesse ensaio “Um quarto só seu”, de 1928, a narradora observa um animal estranho em um gramado, onde não deveria estar caminhando, uma possível e famosa interpretação é a de estranhamento que as mulheres sofrem ao tentarem ocupar  um lugar no mundo dos intelectuais, ousando a  escrever. 

O mundo evoluiu muito desde então, mas ainda há dificuldades inegáveis para mulheres que desejam ser intelectuais, o que não significa que não há livros que caminham por todos os gêneros literários, poético, fictício, político assim como romance e questões corporais. “Eu sinto sobretudo no meio intelectual, na universidade, na circulação do pensamento, as mulheres são uma espécie de nicho do mercado mesmo. Na universidade eu vejo ainda uma aparência de democratização, nas ações que contém uma violência histórica, às vezes muito sutil, por exemplo no domínio masculino do debate, de bancas de defesa de tese e na maneira infantilização o pensamento das mulheres, às vezes elogiando, mas existe uma certa minoridade que se tenta impor no pensamento delas”, diz Ana Paula.

Essa visibilidade a essas obras significa muito para jovens garotas, com mais possibilidades de experienciar um mundo de vozes mais próximas de seus imaginários impulsiona o surgimento de novas possíveis autoras, ou até mesmo para que o mundo intelectual seja colocado como mais acessível para  todos os grupos e gêneros, e menos unificado para o público masculino. Com clube do livro, rodas de conversas e eventos, a livraria se transpõe como um lugar para que vozes sejam escutadas e que novas vozes floresçam num caminho cada vez menos fechado. 

Em suma, a criação de Johanna se demonstra como um espaço com uma importância física e emocional para a comunidade literária da região, que está sendo cuidado para que siga uma tendência de crescimento.  A ausência vira presença com um acervo com cerca de 650 escritoras, um esforço além da prateleira, que tem compromisso em explorar as visões de mundo na literatura produzida por elas. Livrarias independentes, como essa, fazem parte de uma transformação cultural ativa de extrema importância para o ecossistema literário “O conhecimento de relatos das mulheres, ele forma novas mulheres de outras maneiras, mas também não acho que a gente tenha que ter ilusões quanto a uma aceitação de mulheres no meio intelectual, acho que temos que ocupar espaços, disputar os espaços politicamente, sem esperar aceitação masculina”, de acordo com Ana Paula.

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O Centro integrado de Artes marca o surgimento de um novo campo gravitacional para a arte contemporânea
por
Lucas Farias Oliveira
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04/05/2026 - 12h

Um dia após o dia mundial do grafite, nasceu um novo espaço cultural no centro de São Paulo. No dia 28 de março, o NUCLE1 abriu suas portas para o público com a exposição “Ato Inaugural – A Nova Órbita”, uma mostra colaborativa com diversos artistas. Durante todo o mês de abril, todos os andares do edifício serão ocupados por obras de artistas de múltiplas linguagens.

Área residencial com diversos prédios. Entre eles, o NUcle1, novo Centro Cultural de arte urbana
Novo Centro Integrado de Arte Urbana de São Paulo no bairro da Aclimação (Foto/Reprodução:Instagram @nucle.1)

O prédio, de 8 andares e 1500 m², nasceu de uma vocação colaborativa inspirada em referências históricas como a Bauhaus e o The Factory, de Andy Warhol. O projeto surgiu a partir da ideia do artista e placemaker Marcos Vinicius de Paula, conhecido como Enivo, e do advogado e corretor imobiliário Domingos Almeida de Miranda. Juntos, transformaram um imóvel vazio em um espaço de criação e exposição de artes. Como declara Enivo, “Ano passado, eu estava viajando na Europa, realizando exposições. Aí o seu Domingos, me ligou e me mostrou um vídeo da entrada de um prédio. Quando chegar eu vejo. Não estava pensando nisso que se tornou hoje. Estava tranquilo com meu ateliê. Mas fui ver. E, quando cheguei, fiquei impressionado com o espaço. Ele queria que fosse usado para cultura desde que comprou o prédio, toda vez que entrava, pensava em mim. Pensava em arte” Após a inauguração, o centro cultural passou a ser chamado de Edifício Domingos, em reconhecimento a quem possibilitou a iniciativa.

O prédio, que ficou desativado por seis anos, passou por uma série de reformas feitas de maneira independente, com a ajuda de pessoas próximas ao artista, que relata, “Peguei o prédio em dezembro do ano passado. Fiquei um mês elaborando, com alguns amigos, o que iríamos fazer. Em janeiro, começamos a fase da limpeza e reforma, foram dois meses só de arrumação.” Ele ainda explica que o processo foi um ritual de reconhecimento entre as pessoas e o espaço, que, após três meses de trabalho árduo, já estava apto a receber visitantes, um verdadeiro “milagre”, como define Enivo.

Hoje, o Centro Cultural Integrado reúne mais de 300 obras de diversos artistas, incluindo quadros, fotografias, esculturas, gravuras, grafites e instalações, entre outras linguagens. Segundo o placemaker, a existência do local é significativa, já que há poucos centros dedicados à arte urbana no centro de São Paulo. “É importante porque vira um polo cultural, onde todas as zonas vão se conectar. Na inauguração, por exemplo, vieram mais de 3 mil pessoas, gente da Bielorrússia, da Alemanha, dos Estados Unidos. Foi algo acima da nossa expectativa. Agora, recebemos centenas de pessoas por dia”, afirma.

Homem observa com atenção obra de arte urbana
Homem observa grafite dentro do novo Centro de arte urbana de São Paulo (Foto por: Lucas Farias)

Um mês após a inauguração, a plataforma cultural tem desenvolvido projetos como cursos de artes urbanas, aquarela e escultura, além de atividades ligadas às artes do corpo, como dança, circo e moda, e visitas monitoradas pelo edifício. Atualmente, as atividades são pagas. “Nós mantemos um gigante, é um alto custo. Então, precisamos que as atividades gerem receita para continuarmos existindo. Mas pretendemos torná-las gratuitas no futuro, por meio de parcerias e incentivos públicos”, afirma Enivo.

Ainda em processo de consolidação, o espaço carrega não apenas a ambição de se tornar um polo cultural, mas também o peso do esforço coletivo que o tornou possível. Se a proposta é inaugurar uma nova órbita para a arte urbana, ela também passa por transformações pessoais. Vinicius vê no projeto uma realização que vai além do sucesso individual. “É mais importante do que vender quadros ou viajar o mundo. É uma conquista coletiva, construída com muito trabalho. Quando eu era criança, já imaginava algo assim”, afirma.

O artista também destaca a responsabilidade de manter o espaço ativo e acessível a outros criadores. “Eu pensava em quantos artistas não tinham ateliê, não tinham onde produzir. De certa forma, esse lugar nasceu desse pensamento”, diz. Diante do resultado, a dimensão do projeto ainda o surpreende: “Tem dias em que eu me pego emocionado, até chorando, vendo o espaço cheio, com crianças desenhando. Parece até algo criado por inteligência artificial, mas é uma realidade que a gente imaginou e conseguiu construir”.


 

 




 

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Autora de "A Vegetariana" foi reconhecida pela Academia Sueca por sua prosa poética intensa
por
Barbara Ferreira
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16/10/2024 - 12h
Han Kang é a primeira autora sul-coreana a ganhar o Nobel de Literatura.Foto: Reprodução/AP Photo/Lee Jin-man
Han Kang é a primeira autora sul-coreana a ganhar o Nobel de Literatura.Foto: Reprodução/AP Photo/Lee Jin-man 

Han Kang conquistou o Prêmio Nobel de Literatura 2024, e é a primeira sul-coreana a receber a honraria. O anúncio foi feito na quinta-feira, 10 de outubro, pela Academia Sueca de Estocolmo. A academia justificou a escolha, visto que Kang possui uma “intensa prosa poética que confronta traumas históricos e expõe a fragilidade da vida humana".

A escritora nasceu em 1970, em Gwangju, na Coreia do Sul. Filha do renomado romancista e professor universitário Han Seung-won, ela possui uma formação rica em literatura, iniciada em 1993 com uma série de poemas na revista "Literatura e Sociedade". Em 1994, recebeu o prêmio do concurso literário de primavera de Seoul Shinmun com o conto “The Scarlet Anchor" e, em 1995, estreou na prosa com a coleção de contos "Amor de Yeosu".

Seu maior sucesso internacional veio com "A Vegetariana", publicado em 2007 e traduzido para o português em 2018. O livro, composto de três partes, explora as consequências violentas de uma mulher que se recusa a seguir as normas alimentares tradicionais quando para de comer carne.

A obra de Han Kang é conhecida por expor a dor mental e física enquanto cria uma conexão profunda com o pensamento oriental. Além de "A Vegetariana", outros livros dela traduzidos para o português incluem "Atos Humanos" e "O Livro Branco", todos lançados pela editora Todavia.

Segundo a academia, “o trabalho de Han Kang é caracterizado por essa dupla exposição da dor, uma correspondência entre tormento mental e físico com estreitas conexões com o pensamento oriental".

O prêmio Nobel de Literatura é destinado à pessoa que "tenha produzido a obra mais notável no campo da literatura" e Han Kang é a 18º mulher que recebe o prêmio, dentre os 121 contemplados. Cada vencedor ganha também 10 milhões de coroas suecas, equivalentes a aproximadamente R$ 5,3 milhões.

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O artista conversou com a AGEMT e compartilhou sobre sua experiência no mundo dos desenhos
por
Giovanna Brito
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14/10/2024 - 12h

Entre os prédios do bairro de Perdizes e as praias do Guarujá, Jordí Martinez dedica seu tempo à família, sua cachorra Brisa e seu trabalho como desenhista. Espanhol radicado no Brasil, não é muito difícil reconhecer seu sotaque e o amor pela arte, área em que trabalha há mais de 40 anos.

Em entrevista exclusiva à AGEMT, o artista conversou por chamada de vídeo, em sua casa. Ao fundo, desenhos e livros enchiam o ambiente, sempre reforçando a sua presença artística.

Jordí acumula grandes títulos ao longo da carreira: desenhou quadrinhos do Sítio do Pica Pau Amarelo, Os Trapalhões, histórias de Edgar Allan Poe e o famoso Chacal. Hoje, o artista também desenvolve charges e caricaturas para seu perfil no Instagram, no qual usa de humor ácido para se posicionar politicamente.

A esquerda, uma border collie de cor clara. A direita, o desenhista Jordi Martinez sorri para a camêra.
Jordí Martinez ao lado de sua cachorra Brisa. Foto: Reprodução/CCXP.

“Meus desenhos para o Instagram não eram políticos, mas quando o Bolsonaro assumiu o poder, não consegui engolir aquele cara”, diz Jordí, com um senso de obrigação em se posicionar contra o que estava acontecendo na época, principalmente para mostrar o seu ponto de vista aos seus seguidores mais jovens.

O desenhista chegou às terras brasileiras durante o período da Ditadura militar. Votou pela primeira vez por aqui e vivenciou todos os governos desde então. Jordí, que afirma sempre ter um conteúdo novo para produzir, fazia de duas a três charges diárias para sua conta nas redes sociais. Hoje, com os preparativos para a CCXP24 a todo vapor, ele produz apenas uma por dia, mas sempre com doses de humor, recheada de opiniões e posicionamento político.

Charge humorística de Jordí Martinez. Na imagem, uma figura do político Pablo Marçal aparece tocando uma flauta, hipnotizando dois eleitores do Bolsonaro que vão surgindo pela margem.
Charge produzida por Jordí Martinez. Foto: Reprodução/Instagram/@jordi_atelier.

 

Jordí estará presente no evento todos os dias: “Esse convite da CCXP foi muito legal. Eu já trabalhei com publicidade, conheci e falei com muitas pessoas, então estou mais pro sossego hoje em dia (risos), não tenho mais a necessidade de estar envolvido nessa multidão”. 

Mesmo assim, ele se mostra ansioso e dedicado ao falar sobre os seus preparativos. Martinez já participou uma vez do evento como convidado, mas afirma que dessa vez será diferente. Agora o artista terá sua própria mesa no Artists’ Valley, onde divulgará vários de seus trabalhos. “Vou conseguir vender o que eu quiser: alguns prints, cursos de desenho, talvez eu venda um original.”, afirma o ilustrador.

Além disso, ele também planeja outros lançamentos para o evento: “Já estou fazendo uma história nova. Eu não queria fazer, dá muito trabalho (risos), mas eu gosto.”

Segundo ele, o contato chegou depois da produção da CCXP ter se encantado com um de seus relançamentos mais aguardados, o Chacal. A obra foi muito bem recebida pelo público, mesmo depois de 43 anos de espera. “O desenho e a história já estavam prontos, então foi uma mão na roda! As pessoas adoraram! A capa é muito linda, tudo está muito bem feito”, ele conta.

Chacal, inicialmente publicado pela extinta editora Vecchi, conta a história de um caçador de recompensas implacável, no estilo faroeste. Esse foi um dos trabalhos mais marcantes de Jordí; não é à toa que diversas editoras, como a Ucha Editora, Skript e Tábula, o procuraram para lançar novas histórias do título.

“Foi uma conquista desenhar esse personagem. Na época, a editora Vecchi estava procurando artistas para desenvolver um personagem de faroeste. Eles fizeram um teste com vários desenhistas, foi difícil, mas eu caprichei. Ofereci qualidade e consegui! Gostaram do meu trabalho e ter a oportunidade de desenhar o Chacal foi magnífica! Até hoje tenho os desenhos do primeiro Chacal, feito a mão com bico de pena e pincel”, conta.

Capa da história em quadrinhos Chacal: A caçada humana.
“Chacal: A caçada humana” publicado em 2022 pela editora Skript. Foto: Reprodução/Comic Boom.

 

Além de Chacal, outro trabalho de Jordí foi republicado há dois anos atrás: “Manuscrito encontrado numa garrafa”, uma história de Edgar Allan Poe. A diversidade de gêneros nos trabalhos de Jordí é evidente, passando pelo infantil e aventura até chegar no macabro e erótico. 

Quanto a esta ecleticidade, o desenhista comenta: “Isso [eu faço] pela sobrevivência, mas eu sempre gostei. Ninguém me dizia que eu não poderia desenhar dos dois jeitos. Eu estou habituado com revistas de humor desde garoto. Depois eu comecei a gostar dos desenhos mais sérios, acompanhei algumas revistas francesas de aventura”.

“Depois que cheguei no Brasil, tive a chance de entrar na editora Rio Gráfica (atual Globo). Ali comecei a desenhar personagens infantis, como os do Sítio do Pica-Pau Amarelo”, completa.

Jordí considera o desenho como seu melhor amigo, pois desenhou durante todas as fases da sua vida, desde a infância: “Quando eu não estou desenhando, estou criando; quando não estou criando, estou aprendendo; quando não estou aprendendo, estou dando aula. Tudo está muito ligado ao desenho”.

Ele percebeu que poderia realmente trabalhar com isso após sua mãe vender um de seus desenhos a uma loja de móveis. O artista trabalhou durante um período com agência de publicidade, mas o restante da carreira foi focado no lápis e no papel. 

Jordí chegou ao Brasil com 18 anos, sem documentos, dinheiro e companhia. Durante muito tempo enfrentou desafios e lutou pelas suas conquistas. “Eu poderia ter feito qualquer coisa, poderia estar morto, poderia estar em uma cadeia (risos), mas eu sempre fui fiel ao desenho e o desenho fiel a mim. A folha em branco é tudo, ela recebe tudo que você dá para ela. Quanto mais amor você der, mais amor ela vai te dar.”

“Eu sobrevivi a vida inteira desenhando, e quando eu me aposentei, consegui ter tempo de realmente aprender a desenhar. Quando você tem que matar um leão a cada dia para sobreviver você faz de tudo e não tem muito tempo para aprender da forma tradicional. Eu ia aprendendo em cima da correria. Depois de um tempo aqui no Brasil, voltei para a Espanha e tive a oportunidade de visitar mais museus, estudar e conhecer mais da arte. Foi uma experiência muito enriquecedora”, finaliza.

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Comemorado em 12 de outubro, o Dia das Crianças traz experiências na capital paulista
por
Michelle Batista Gonçalves
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11/10/2024 - 12h

Chegou mais um Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro, em que as famílias desejam curtir e celebrar a data.  Se você deixou para última hora, ficou sem criatividade ou simplesmente não sabe o que fazer para sair da rotina com os pequenos, veja uma programação completa de passeios e atividades que acontecem na cidade de São Paulo.

 

Parque Ibirapuera

 

Parque Ibirapuera, localizado na Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Vila Mariana. Foto: Divulgação/Arquivo Ibirapuera e Parque Urbanos

 

Se sua família prefere diversão à moda antiga, uma visita ao Parque Ibirapuera neste dia 12 é uma boa pedida. Além das áreas verdes, perfeitas para piqueniques e brincadeiras ao ar livre, o local terá uma programação especial com oficinas de arte, shows de música infantil e apresentações de teatro, tanto no sábado (12/10), quanto no domingo (13/10).

 

Desafio com a Masha e o Urso, às 9h, na Serraria do Ibirapuera, Estação "Biodiversidade: Bicho ou Planta?" e sessões infantis no Planetário são algumas das opções.

 

Quando: 12 de outubro, a partir das 9h;

Onde: Parque do Ibirapuera (Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Vila Mariana);

Ingressos: Entrada gratuita.

 

"Rua do Brincar", no Museu do Futebol

 

O evento "Rua do Brincar", no Museu do Futebol, contará com diversas atividades, como: oficinas de slackline, parkour, skate e grafitagem. Mas o esporte também não fica  de fora: haverá um campinho de futebol disponível para os pequenos. Gratuito, ele ainda contará com uma discotecagem de músicas brasileiras.

 

Quando: 12 de outubro, das 10h às 17h;

Onde: Museu do Futebol (Praça Charles Miller - Pacaembu);

Ingressos: Entrada gratuita.

 

Museu da Língua Portuguesa: Festival Dia das Crianças

 

Showzin - Canções brazucas para crianças. Foto: Divulgação

 

O Museu da Língua Portuguesa celebra a data, no Festival Dia das Crianças 2024, com circo, oficinas artísticas, gincanas e até mesmo um programa de auditório. As atividades serão gratuitas e destinadas para todas as idades, em vários espaços, como o Saguão B, Pátio B e até mesmo a calçada. Para mais informações sobre horários de cada programação, acesse o site da instituição.

 

Quando: 12 de outubro, 10h às 17h;

Onde: Museu da Língua Portuguesa (Praça da Luz, s/n - Luz);

Ingressos: Entrada gratuita.

 

Espetáculo "Dinossauros do Brasil"

 

Evento do Sesc também ocorre no domingo (13). Foto: Divulgação/Sesc

 

"Dinossauros do Brasil" é um espetáculo para toda a família. A peça faz uma viagem histórica e retorna aos tempos em que os dinossauros habitavam o planeta. Voltando às épocas jurássicas, ela conta sobre 13 espécies que viviam pelo Brasil.

 

Quando: 12 e 13 de outubro, às 15h;

Onde: Sesc 14 Bis (R. Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista)

Ingressos: Entrada gratuita.

 

Peça "Ursinho Pooh - O Novo Musical"

 

Peça de desenho animado ocorre no Teatro Villa Lobos. Foto: Divulgação/Pamela Raith

 

O famoso personagem da Disney, Ursinho Pooh, convida as crianças a conhecer sua história no Teatro Villa Lobos com o espetáculo "Ursinho Pooh, da Disney: o Novo Musical".

 

A peça retrata as aventuras de Pooh e seus amigos no Bosque dos Cem Acres, cidade fictícia do desenho, onde enfrentam desafios ao longo das estações, especialmente com a ausência de Christopher Robin, que está na escola. A trama destaca como a amizade é fundamental para superar as dificuldades.

 

Quando: 12 e 13 e3 outubro, às 11h, 14h e 17h;

Onde: Teatro Villa Lobos (Av. Dra. Ruth Cardoso, 4777 - Jd. Universidade Pinheiros)

Ingressos: Entre R$ 21,18 e R$ 250.

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O ex-The Beatles se apresenta em São Paulo em com a turnê Got Back.
por
Fabrício Gracioso De Biasi
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11/10/2024 - 12h

 

Foto poor Marcos Hermes


 
   O cantor e compositor Paul McCartney, de 82 anos, deu início à sua turnê “Got Back” de 2024 na América Latina. A jornada começou no dia 1º de outubro, com uma apresentação em Montevidéu, no Uruguai, onde o artista entoou 37 sucessos que marcaram sua carreira.
   Além de clássicos da época dos Beatles, como "Hey Jude" e "Let It Be", McCartney surpreendeu os fãs com a apresentação de “Now and Then”, seu último single, que traz à tona a nostalgia e o legado da banda que fez sucesso em 1960, apelidando o período de “Beatlemania”.
   A Bonus Track, responsável pela produção dos shows no Brasil, já fez indicações de uma provável setlist para as apresentações que acontecerão em solo brasileiro, baseadas no repertório do Uruguai.
   Algumas faixas que provavelmente farão parte das apresentações são: “A Hard Day’s Night”, “Junior’s Farm”, “Letting Go”, “She’s a Woman”, dentre várias outras, incluindo o recente lançamento “Now and Then”.  
   Os fãs brasileiros poderão desfrutar de três shows: nos dias 15 e 16 de outubro, em São Paulo, no Allianz Parque, e no dia 19 de outubro, em Florianópolis, no Estádio Ressacada.
   Vale destacar que, em sua última passagem pelo Brasil, em 2023, McCartney fez cinco apresentações em diferentes cidades, vendendo mais de 2 milhões de ingressos. O artista, que é sempre uma atração do Brasil, se apresentou em Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro, o que consolida sua popularidade com o público.  

Turnê Got Back – Paul McCartney


Quando: 15 e 16 de outubro (São Paulo) e 19 de outubro (Florianópolis);
Onde: Allianz Parque, em São Paulo, e Estádio Aderbal Ramos da Silva (Ressacada), em Florianópolis;
Ingressos: a partir de R$ 300.

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Após 20 anos do segundo filme, a atriz confirmou sua participação na franquia.
por
Kiara Elias
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11/10/2024 - 12h
Atriz Anne Hathaway posando com um vestido branco e joias coloridas.
Anne Hathaway anuncia “O Diário da Princesa 3”(Foto:Reprodução/Instagram/@annehathaway)

 

A franquia de "Diário da Princesa" ganhará uma continuação. O longa, que ainda não tem previsão de estreia, é esperado para 2025 e terá Anne Hathaway, que também protagonizou os dois primeiros filmes, vinte anos atrás, como personagem principal. O filme está em desenvolvimento desde 2022, após rumores de um possível retorno da produção. 

Anne Hathaway comentou em uma entrevista ao Entertainment Tonight que adoraria participar e que torcia para esse “comeback”. Julie Andrews, que interpreta a Rainha Clarisse, disse ao The Hollywood Reporter, na mesma época, que não tinha interesse em participar da sequência devido a morte do diretor original, Garry Marshall. 

Os filmes são uma adaptação dos romances de Meg Cabot, de nome homônimo, que contam a história de Mia Thermopolis (Anne Hathaway). Ela é uma estudante comum que depois de 15 anos vivendo uma vida “normal” em São Francisco com sua mãe, descobre que herdou de seu pai o trono de Genóvia.

Durante o primeiro filme, lançado em 2002, Mia recebe aulas de etiqueta de sua avó paterna (Julie Andrews) para aprender a se portar como uma princesa. Já no segundo, Mia volta a Genóvia, após a formatura, e assume seu papel como futura rainha. Perto de seu 21º aniversário, ela descobre uma cláusula na constituição do país para a realeza, que a obriga a se casar antes de sua coroação. Com apenas 30 dias para “encontrar um marido”, Mia se vê pressionada entre as tradições do reino ou a luta pelo direito de governar sozinha.

Imagem do filme "O Diário da Princesa 2" com Anne Hathaway e Julie Andrews caracterizadas de Mia Thermopolis e Rainha Clarisse, respectivamente.e
Anne Hathaway tinha 18 anos quando estreou em O Diário da Princesa. FOTO: Divulgação Disney

 

Com direção de Adele Lim, que trabalhou em filmes como “Loucas em Apuros” (2023), “Podres de Ricos” (2018) e “Raya e o Último Dragão” (2021), a expectativa é que a trama da Disney traga os novos desafios de Mia após assumir o posto de rainha do pequeno país europeu.

Em uma postagem no Instagram, Anne Hathaway divulgou um clipe dos dois primeiros filmes e anunciou que está "de volta à Genóvia." Na legenda, escreveu: "O conto de fadas continua." Até agora, Julie Andrews, que interpretou a rainha Clarisse Renaldi, não foi confirmada na nova produção.

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