O festival iniciou seu primeiro dia no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, com um público de cerca de 100 mil pessoas e ingressos esgotados. A sexta-feira (20) teve como headliner a cantora Sabrina Carpenter, além de nomes como Doechii, Deftones, Interpol e o DJ Kygo.
Após a abertura dos portões, o público começou a ocupar os diferentes palcos do festival desde o início da tarde, acompanhando apresentações que transitaram entre o pop, o rock, o indie e a música eletrônica. Ao longo da jornada, artistas nacionais e internacionais se revezaram na programação, mantendo o público engajado e reforçando a proposta plural do evento.

Sabrina Carpenter fez o show mais aguardado da noite. A “loirinha", como é chamada pelos fãs, reuniu milhares de pessoas para sua apresentação no Lolla. A cantora norte-americana trouxe a estrutura de sua turnê internacional "Short n’ Sweet", para o palco Budweiser do Lolla: uma enorme escadaria, com uma cama em formato de coração e suas iniciais S e C penduradas. Sabrina também usou dois figurinos durante a apresentação de suas músicas, um conjuntinho de cropped e saia verde e um collant amarelo, representando as cores do Brasil.
A artista apresentou 17 músicas, incluindo suas faixas mais famosas “Please, Please, Please”, “Taste”, “Manchild” e “Espresso”. Ela também realizou a tradição de todos os shows, que consiste em “prender” alguém da plateia com uma algema felpuda cor de rosa antes de sua música “Juno”. A intenção é passar uma ideia de “estou dominando você”, o que conversa diretamente com o significado da música. No Lollapalooza Brasil, a escolhida foi a cantora Luísa Sonza.
Sabrina se surpreendeu com a energia dos fãs, que gritaram para ela e cantaram suas músicas em um coro acompanhado pelo barulho de leques durante a música “Nobody’s Son”.

Além de Sabrina Carpenter, Doechii, Deftones e Kygo também foram destaque do primeiro dia de Lolla. Doechii, rapper e cantora norte-americana, trouxe para o palco do Lolla muita dança e uma forte presença de palco, levantando o público, logo no início da noite.
A cantora trouxe para o palco principal algumas de suas faixas mais famosas como “Anxiety”, “Nissan Altima” e “Denial Is a River”. Entretanto, alguns fãs relataram nas redes sociais que o som do palco estava com graves mais baixos do que o esperado, o que teria atrapalhado um pouco a experiência. Mesmo assim, a apresentação foi animada e envolvente.
Kygo é um DJ e produtor norueguês muito conhecido no cenário da música eletrônica. Ele criou o estilo Tropical House, uma mistura de batidas eletrônicas com melodias leves e praianas. Com uma apresentação realizada no final da noite no Palco Perry’s by Fiat, o artista trouxe um clima mais dançante e relaxado, fechando o dia com uma vibe mais tranquila e positiva. Ele animou o público com seus hits “Firestone” e “Stole the Show”.
Já a banda norte-americana de metal alternativo e nu-metal Deftones retornou ao Brasil, após mais de 10 anos sem tocar no país. Eles trouxeram seu tradicional som pesado, tocando as músicas com guitarras poderosas e os vocais marcantes do vocalista Chino Moreno. O show da banda foi um dos mais “explosivos” do primeiro dia de festival, contando com clássicos e novas sonoridades como "Be Quiet and Drive" (Far Away), "Change" (In The House of Files) e "My Own Summer" (Shove It).
Estrutura do festival
O autódromo de Interlagos se encheu de poças de água e lama, por conta da forte chuva do dia anterior, na capital paulista. Apesar do primeiro dia não ter sido afetado pela chuva, uma série de problemas de logística foram notados. Houve relatos de movimentação grande de pessoas pelos palcos, além de correria generalizada na abertura dos portões e retenção na saída pelos seguranças.
Além dos foods trucks e quiosques, o evento contou também com bares e bastante disponibilidade de água. Os looks chamaram atenção. As pessoas investiram em roupas coloridas, com brilho e estética de festival, muitos inspirados em artistas. A organização do festival também preparou o transporte. Metrôs e trens funcionaram 24 horas, o que não impediu o alto número de reclamação sobre as filas extensas.
O festival continuou no sábado (21) e no domingo (22), reunindo novos artistas e diferentes estilos musicais em Interlagos. Depois de um primeiro dia de grande adesão do público, a programação manteve a atmosfera vibrante que marcou o início da edição de 2026.
Na última terça-feira (17), foi lançado o trailer de "Duna: Parte Três", a conclusão da trilogia de mesmo nome. Assim como nos outros dois longas, a direção de Dennis Villeneuve e elenco de peso se mantém no filme que estreia no dia 17 de dezembro deste ano.
Com Timothee Chalamet, Zendaya, Anya Taylor-Joy, Robert Pattinson e muitos outros atores renomados, o filme adapta o livro “O Messias de Duna” (Frank Herbert), o segundo da franquia de 23 livros.

O longa irá acompanhar Paul Atreides (Timothee Chalamet) após sua ascensão como Imperador. A trama foca no peso de seu governo, a guerra santa e o relacionamento com Chani (Zendaya) e Irulan (Florence Pugh).
A saga não é aclamada apenas pelo público, mas pela crítica também. O primeiro filme saiu com várias estatuetas: 6 do Oscar, 5 do BAFTA e 1 Globo de Ouro. A sequência, apesar do sucesso com os fãs, não agradou tanto nas premiações, com apenas 2 prêmios no Oscar e no BAFTA.
“Duna: Parte Três” estreia nos cinemas dia 17 de dezembro. Veja o trailer abaixo:
O primeiro grupo de K-pop na line-up do Lollapalooza Brasil se apresentou no Terra-SP, na última quinta-feira (19), para um público de aproximadamente 3 mil pessoas. O sideshow antecedeu a apresentação do RIIZE no festival, no sábado (21).

Anton, Wonbin, Shotaro, Sungchan, Eunseok e Sohee subiram ao palco com a casa cheia. Os BRIIZEs — nome dado aos fãs do grupo — cantaram as músicas do início ao fim e mostraram a energia do público brasileiro.
Antes do Brasil, os artistas já haviam experimentado a atmosfera da América Latina ao realizarem uma apresentação no Lollapalooza Argentina, no dia 14 de março, e na edição do festival no Chile, no dia 15.
Um dos integrantes do grupo desenvolveu uma conexão especial com o Brasil, mesmo antes de pisar aqui pela primeira vez. Ele mencionou, em entrevista ao programa “The Noite com Danilo Gentili”, que, na infância, tinha um amigo filho de uma brasileira e que, desde então, já teve contato com a cultura do país. O programa foi ao ar na quarta-feira (18).
Com a palavra saudade gravada em seu microfone, “Antônio” — como ele mesmo se apresentou no show — é fã de bossa nova e cantou um trecho de “Águas de Março” em português durante a apresentação.
Na primeira canção, “Siren”, os membros do grupo subiram ao palco com uma coreografia explosiva e mostraram ao público como uma rotina rigorosa de ensaios faz diferença em uma turnê.
Ao longo do show, os integrantes do RIIZE apresentaram seus maiores sucessos, como “Talk Sexy”, “Get a Guitar” e “Boom Boom Bass”, além das mais recentes “Bag Bad Back” e “Fame”. O evento durou cerca de 1h20, e a música de encerramento foi “Fly Up”.
Durante a passagem pelo Brasil, os artistas conheceram pontos turísticos da cidade de São Paulo, como o Beco do Batman, localizado na Vila Madalena, Zona Oeste da capital.
O grupo também foi ver pessoalmente uma homenagem a eles na Roda Rico — a maior roda-gigante da América Latina — no Parque Cândido Portinari. No mesmo dia, os integrantes do RIIZE ainda assistiram ao show de Sabrina Carpenter, headliner do Lollapalooza Brasil, na sexta-feira (20).
Em um período de transformação significativa na mídia e nas artes performáticas do Brasil, uma personalidade se destacou por sua adaptabilidade e criatividade: Diego Martins. O ator, que também atua como, cantor e drag queen, vem conquistando novos públicos e expandindo sua atuação em várias plataformas, incluindo a televisão aberta e apresentações ao vivo, enquanto promove uma mensagem de visibilidade e diversidade artística.
Natural de Campinas, e com uma trajetória que começou na infância no teatro musical, Diego já tem uma carreira que combina atuação, música e performances drag. Ele ganhou notoriedade nacional ao interpretar Kelvin Santana na novela “Terra e Paixão”, da TV Globo, um papel que cativou o público devido à sua personalidade leve e carismática.
Em 2026, o artista inicia uma nova fase de notoriedade ao se juntar ao elenco de “Coração Acelerado”, em que interpreta Esteban, um estilista que se entrelaça com as histórias centrais da trama. Essa participação é um marco relevante na carreira televisiva de Diego, ampliando seu alcance para um público cada vez mais amplo e diversificado.

A força da presença LGBTQIA+ na televisão
Na trama de 2023 que Diego interpretou,Kelvin, ele começou sendo inserido no núcleo do bar da cidade fictícia de Nova Primavera, mas rapidamente ganhou destaque.
Seu enredo LGBTQIA+ foi um dos pontos mais comentados da novela. Kelvin viveu um relacionamento afetivo que se desenvolveu ao longo da história, abordando conflitos internos, preconceitos e o direito ao afeto em um contexto conservador. A construção do personagem fugiu de estereótipos caricatos e apostou em camadas emocionais, humor e vulnerabilidade, elementos que geraram forte identificação do público.
A repercussão foi significativa nas redes sociais e nos debates sobre representatividade na teledramaturgia. Kelvin não era apenas um personagem cômico: tinha história, desejo, fragilidades e protagonismo em seu arco romântico. Esse papel foi considerado um divisor de águas na carreira de Diego, ampliando sua visibilidade nacional.
No entanto, a resposta positiva do público levou a mudanças no desenvolvimento da trama.
De acordo com os grupos de pesquisa e análises qualitativas de recepção do personagem Esteban, desenvolvidos pela emissora, os relatórios apontaram alto índice de empatia e potencial narrativo ainda pouco explorado nos capítulos iniciais.
A partir desses dados, o personagem passou a ganhar mais tempo de tela e conflitos próprios, deixando de orbitar apenas outros núcleos e assumindo maior protagonismo. O movimento evidencia não apenas o carisma do ator, mas também a força de personagens que dialogam com diversidade estética e comportamental na televisão aberta.
Enquanto seu papel na novela atrai a atenção dos espectadores, Diego continua a ser ativo no cenário musical e de performances. Com shows que combinam suas composições originais, repertório pop e performances drag, o artista tem oferecido ao público uma estética que atravessa estilos e identidades. Seus shows acústicos tornaram-se um espaço de encontro tanto artisticamente quanto simbolicamente, onde a audiência experimenta uma nova dimensão de expressividade.
Após o sucesso da apresentação em São Paulo, o artista realizará uma performance em 2 de abril no Teatro Claro Mais RJ, no Rio de Janeiro. Esta versão acústica foca em arranjos mais íntimos, destacando sua voz e estabelecendo uma maior conexão com o público, solidificando o impacto de sua performance drag mesmo em uma configuração mais contida. O feedback positivo da apresentação paulista motivou esta nova data, consolidando o projeto como uma extensão significativa de sua identidade artística.
O projeto revela uma faceta mais intimista. Com banda reduzida e foco na interpretação vocal, o espetáculo mistura repertório autoral, releituras e momentos de conversa direta com o público. A performance drag aparece de forma integrada à proposta musical, reforçando que essa expressão é parte estrutural de sua identidade artística e não apenas um recurso estético.
Do teatro musical ao mainstream
Antes de chegar à televisão, Diego desenvolveu uma carreira sólida no teatro musical, participando de produções como “Priscilla - A rainha do deserto” (2024), “A Era do Rock” (2017) e muitos outros que exigem canto, dança e atuação, habilidades que agora potencializam sua expressão artística em outros meios. Após se destacar no reality show “Queen Stars Brasil”, o artista rompe fronteiras tradicionais da indústria cultural brasileira e dialoga, com públicos distintos sem abandonar sua identidade artística. Ele ficou ainda mais famoso após vencer a quinta temporada do “The Masked Singer Brasil”, na qual performou sob a fantasia de Odete Roitman, emocionando o público com sua voz e carisma, sua visibilidade nacional. Odete é a grande vilã da novela “Vale Tudo”, exibida pela TV Globo no final dos anos 1980. Interpretada por Beatriz Segall, a personagem ficou marcada por seu comportamento elitista, opiniões polêmicas e frases contundentes. Até hoje, ela é considerada um símbolo de vilania sofisticada na televisão brasileira. Em seguida, firmou um contrato com a Universal Music Brasil.
Foi nesse momento que lançou o álbum “TANTO”, que além de musical também é um álbum visual, um trabalho que estabelece sua identidade musical ao misturar pop moderno, sensibilidade nas letras e intensa carga emocional. Este projeto reafirma sua versatilidade artística e sinaliza uma fase de maturidade, conectando a carreira na televisão com a expressão autoral na música.

Em suas performances e shows acústicos, o artista frequentemente aborda temas de autoaceitação e celebração da identidade, fazendo de cada apresentação não apenas uma exibição musical, mas um ato de afirmação cultural e social.
“A arte drag é uma forma de expressão, é você, com coragem, com ousadia, com escudo, com uma força a mais”, afirmou Diego em entrevista recente, refletindo sobre como essa persona artística funciona não como um alter ego, mas como uma extensão de sua própria verdade.
Além dos palcos, este ano ele participou de eventos culturais relevantes, como o Carnaval de Belo Horizonte com a tradicional Banda Mole, onde misturou performances drag e repertório popular para milhares de foliões.
Influência e inclusão
Além de entreter, a jornada de Diego Martins desde as telenovelas até os palcos simboliza um diálogo mais amplo com a sociedade brasileira sobre diversidade, inclusão e a relevância de ambientes onde múltiplas vozes têm a chance de se expressar.
A participação de figuras como ele nas principais grades de programação da televisão aberta e na atual cena musica, amplia a percepção sobre quem pode preencher esses papéis, um espelho das mudanças culturais em andamento no Brasil.
No último domingo (15), a 98° cerimônia do Oscar aconteceu no Dolby Theater em Los Angeles. Essa temporada de premiações foi marcada por diversos momentos singulares e a presença do brasileiro, Wagner Moura, na categoria de Melhor Ator. Dessa vez o troféu não veio para casa, Michael B. Jordan levou pela sua atuação no filme Pecadores.
Disputa pelo prêmio
Jordan veio como um foguete e passou na frente de seus colegas nas chances de ganhar o prêmio. “Pecadores” teve sua estreia no primeiro trimestre de 2025, mas manteve sua relevância até o fim do ano, algo muito difícil de se atingir.
Desde a estreia do longa, a performance do ator tem sido muito comentada e bem prestigiada. Na trama, Jordan interpreta dois gêmeos gângsters no sul dos Estados Unidos, cada um com uma personalidade distinta e arcos opostos na história.
Durante a temporada de premiações, Jordan ocupou o segundo lugar como ator mais premiado por muito tempo, ficando atrás apenas de Timothee Chalamet. Foi após sua vitória no The Actor Awards que o ator se tornou oficialmente o favorito da categoria.
Wagner Moura começou sua campanha muito bem, lá em maio de 2025, quando ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes. Sua vitória, e de Kleber Mendonça Filho como Melhor Diretor, alavancaram “O Agente Secreto” num alcance mundial.
O filme recebeu diversas críticas positivas mundialmente, conquistando prêmios e 3 indicações ao Oscar, uma na categoria de Melhor Ator. Wagner, que havia ganhado o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama, foi ganhando força ao longo da temporada, aumentando as esperanças de todos os brasileiros em ver o baiano ganhar um Oscar.
Quando a temporada de premiações iniciou, o favorito da crítica era o ator franco-americano, Timothée Chalamet pelo filme “Marty Supreme”. O ator teve sua primeira indicação ao Oscar aos 21 anos, por “Me Chame Pelo Seu Nome”.
O longa, que estreou em outubro do ano passado para a imprensa e críticos, recebeu muitos elogios e foi de cara marcado como um dos melhores do ano. Chalamet rapidamente ganhou o favoritismo dos especialistas e era a principal aposta para conquistar a tão desejada estatueta.
Porém, sua campanha foi por água abaixo quando o marketing do filme começou. A promoção de “Marty Supreme” foi extravagante, para dizer o mínimo, com grandes eventos em todo o mundo e outros artifícios mirabolantes.
O maior problema, contudo, foi a arrogância que Chalamet transpassou em suas entrevistas. Em uma entrevista com o também ator, Matthew McConaughey, Chalamet fez um comentário de mau gosto sobre artes clássicas. Enquanto discutia suas ambições e paixão pelo cinema, o ator - que cresceu em uma família de bailarinas - afirmou não querer trabalhar com ópera e balé pois “ninguém se importa mais com isso”.
Seu comentário irritou a comunidade de artes clássicas, além do público geral, que passou dias comentando a fala polêmica do ator. A entrevista tomou enorme proporção e, durante sua introdução na cerimônia do Oscar, o apresentador Conan O'Brien brincou “A segurança está bastante reforçada esta noite. Ouvimos dizer que pode haver ataques tanto da comunidade da ópera quanto da comunidade do balé”.
Chalamet, que com apenas 30 anos já conquistou 3 indicações ao Oscar e outros prêmios importantes, afirmava ter sido esnobado pela Academia e deixava escapar frases que indicavam sua vitória no Oscar pelo papel de Marty Mauser. As falas esnobes do ator diminuíram suas chances e, o até então favorito para o prêmio, ganhou a antipatia do público e dos votantes da Academia.
Leonardo DiCaprio também foi indicado na categoria. O ator, que protagonizou o maior vencedor da noite, “Uma Batalha Após a Outra”, estava no topo das listas para ganhar a estatueta. DiCaprio têm uma longa história com a premiação, tendo sido indicado 8 vezes com apenas 1 vitória, conquistando uma fama de azarão por muitos anos.
Nessa temporada, foi considerado um dos grandes nomes para vencer na categoria, batendo de frente com Chalamet. Mas, surpreendendo críticos e apostadores, DiCaprio perdeu força ao longo de sua campanha, sendo substituído por Michael B. Jordan como principal oponente do francês.
O veterano Ethan Hawke, também foi indicado por sua performance em “Blue Moon”. Hawke, é o mais velho da categoria e possuí diversos filmes de sucesso, em bilheteria e crítica, em sua carreira.
Críticos previam sua performance como sendo a vencedora justamente pela carreira lendária do ator, que protagonizou os clássicos “A Sociedade dos Poetas Mortos” e a trilogia “Antes do Amanhecer". Além da filmografia aclamada, Hawke é querido por muitos membros da Academia - fato importante para a conquista de um Oscar, já que a cerimônia é conhecida por premiar atores que tiveram uma campanha impecável e não necessariamente as melhores performances.
Conforme o dia da cerimônia se aproximava, o resultado estava ficando mais e mais incerto. Alguns ainda acreditavam que Chalamet levaria um Oscar para casa, os brasileiros mantinham a fé em Wagner e outros confiavam que Jordan levaria a melhor - e estavam certos.
Em seu discurso, Jordan menciona outros artistas negros que receberam a mesma honraria como Forest Whitaker e Will Smith. O ator também agradeceu sua mãe, que estava na plateia, em um momento emocionante. Confira abaixo:











