Com gol precoce de Dembélé e brilho coletivo, atuais campeões seguram pressão alemã na Allianz Arena
por
Isabelle Muniz
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11/05/2026 - 12h

O confronto na Allianz Arena, em Munique, Alemanha, na última quarta-feira (06), colocou frente a frente dois gigantes e decidiu a segunda vaga da final da Liga dos Campeões. O Bayern de Munique buscou retomar sua hegemonia europeia, após uma série de quedas precoces nos últimos anos, enquanto o Paris Saint-Germain chegou com a confiança de atual campeão, ostentando uma vantagem de 5 a 4, conquistada no jogo de ida. 

Os "Bávaros" apostaram no fator de estar em casa para reverter o placar, mas os parisienses entraram em campo para garantir a segunda final consecutiva.

Como foi o jogo

O jogo começou agitado e a estratégia alemã sofreu um golpe logo aos dois minutos do primeiro tempo. Em uma descida rápida, Kvaratskhelia tabelou com Fabián Ruiz e serviu Ousmane Dembélé, no meio da área. O camisa dez bateu de primeira para abrir o placar e aumentar a vantagem no agregado para dois gols. 

PSG chega à sua segunda final consecutiva da Liga Dos Campeões.
PSG chega à sua segunda final consecutiva da Liga Dos Campeões. Reprodução: Instagram / @psg

Após o susto inicial, o Bayern tomou o controle da posse de bola e passou a pressionar a defesa francesa, que segurou bem durante toda a primeira etapa. Aos 29 minutos, o lateral Nuno Mendes, que já tinha cartão amarelo, cometeu uma possível falta de mão. O árbitro João Pinheiro, porém, após indicação do quarto árbitro, assinalou uma mão anterior de Laimer, poupando o português da expulsão e mantendo os visitantes com 11 em campo.

No segundo tempo o ritmo continuou intenso, com goleiros dos dois lados realizando defesas cruciais para manter o placar mínimo. 

O que chamou a atenção foi uma tática inusitada de Luis Enrique. O goleiro Matvey Safonov apresentou números atípicos, acertando apenas sete de 33 passes tentados. 

O que parecia ser uma noite ruim do arqueiro russo era, na verdade, proposital: Safonov forçava tiros de meta diretamente para a lateral para gerar disputas em setores específicos e neutralizar Michael Olise. A estratégia funcionou, e a principal válvula ofensiva do Bayern teve uma partida muito abaixo do esperado, sem conseguir criar espaços.

A tensão aumentou na metade da etapa final, quando os jogadores do Bayern cercaram o árbitro João Pinheiro pedindo pênalti após a bola tocar no braço de João Neves dentro da área, mas o juiz mandou o jogo seguir. 

Já nos acréscimos, aos 46 minutos, Harry Kane finalmente conseguiu furar o bloqueio parisiense e empatou a partida em 1 a 1. 

Apesar do gol tardio ter agitado os instantes finais, não houve tempo para a virada e o apito final confirmou a classificação do PSG com um placar agregado de 6 a 5. Agora a equipe francesa se prepara para enfrentar o Arsenal na grande decisão na Puskás Aréna, em Budapeste, na Hungria, no dia 30 de maio, às 13h (horário de Brasília). Já o Bayern volta suas atenções para as competições nacionais.

 

As supostas conversas de cunho sexual com uma garota de 15 anos foram expostas nas redes sociais
por
Gabriel Thomé
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11/05/2026 - 12h

Na última sexta-feira (08), o lateral-direito espanhol Alejandro Jiménez, do Bournemouth, teve conversas de cunho sexual com uma menor de idade expostas na internet. Nas mensagens, Jiménez dizia não se importar com a idade da garota. O escândalo resultou no afastamento provisório do atleta, que não foi escalado para a partida contra o Fulham, disputada no último sábado (09), pela 36ª rodada da Premier League. 

A conversa, cuja veracidade ainda não foi confirmada, circula nas redes sociais desde o final da semana passada. Nas mensagens, o jogador descobre a idade da adolescente, a elogia e diz que nunca esteve com uma menina de 15 anos antes. 

Via X, o antigo Twitter, o clube inglês publicou uma nota em repúdio à suposta atitude do jogador e confirmou a ausência de Jiménez na partida contra o Fulham:

“O AFC Bournemouth está ciente das publicações que circulam nas redes sociais envolvendo o lateral-direito Álex Jiménez. O clube compreende a gravidade da situação e está investigando o ocorrido. Como resultado, Álex não será escalado para a partida de amanhã contra o Fulham, pela Premier League, e o clube não fará mais comentários neste momento”.

Caso se confirme o assédio ou a “solicitação de menor” nas investigações internas do clube e da Liga, o episódio será repassado à polícia britânica (Dorset Police) para uma investigação criminal, ainda não iniciada de forma oficial. O processo deve começar em um Tribunal de Magistrados (Magistrates' Court), podendo subir até o Tribunal da Coroa (Crown Court), a depender da gravidade dos fatos.

Nascido em Leganés, Espanha, o zagueiro de 21 anos teve passagens por Real Madrid e Milan antes de chegar à Premier League. Jiménez é titular absoluto da equipe inglesa. Ele atuou em 31 das 36 partidas do Bournemouth no campeonato inglês, em que marcou um gol e deu uma assistência. O Bournemouth está invicto há 16 partidas e sonha com uma vaga na Champions League no final da temporada.

Até o momento da publicação desta matéria, o jogador ainda não havia se pronunciado sobre o ocorrido.

Os mineiros estão de volta à Bundesliga depois de três temporadas na segunda divisão
por
João Paulo Di Bella Soma
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08/05/2026 - 12h

O tradicional clube de Gelsenkirchen conquistou, no último sábado (02), o título da segunda divisão alemã e retornou à primeira divisão, após três anos, depois de vencer o Fortuna Düsseldorf pelo placar de 1 a 0 em casa.

Em jogo válido pela 32ª rodada, os mineiros precisavam apenas de uma vitória para se consagrarem campeões. Jogando na VELTINS Arena, o único gol da partida saiu aos 15 minutos do primeiro tempo. Após um passe errado da defesa do Fortuna, o meia El-Fouzi interceptou a bola no meio-campo e acionou Aouchiche, que avançava pela linha de fundo. O atacante cruzou para a área, a bola desviou na zaga e sobrou para Kenan Karaman, que dominou e soltou um foguete no fundo das redes.

O Schalke dominou a maior parte do jogo. O clube criou algumas chances perigosas que pararam nas mãos do goleiro Kastenmeier. Após a conquista do título e a confirmação do retorno à Bundesliga, os jogadores do Schalke 04 aproveitaram os dias de folga para celebrar em Ibiza, na Espanha. Parte do elenco viajou para a ilha mediterrânea logo após a vitória, compartilhando nas redes sociais imagens da comemoração em festas, barcos e restaurantes ao lado de familiares e amigos. 

O clima foi de alívio e euforia no clube, que respira depois de passar por uma época de crise financeira e ser rebaixado na temporada 2022/23. Em 2024, o clube chegou a dever 165 milhões de euros e quase foi rebaixado para a terceira divisão. 

A campanha do acesso teve como principal destaque o atacante e capitão Kenan Karaman. O camisa 19 foi decisivo durante toda a temporada e terminou como artilheiro da equipe, com 12 gols e cinco assistências em 27 partidas pela 2. Bundesliga. Outro nome importante foi o veterano Edin Džeko, que contribuiu com seis gols e três assistências, trazendo experiência para um elenco jovem. Já o meia Soufian El-Fouzi se destacou na criação ofensiva e foi peça fundamental no setor de meio-campo.

Dzeko celebrou de perto o retorno do Schalke à Bundesliga

Dzeko celebrou de perto o retorno do Schalke à Bundesliga / Foto: FC Gelsenkirchen-Schalke 04

No comando da equipe esteve o técnico Miron Muslić, contratado antes do início da temporada após passagem pelo Plymouth Argyle, da Inglaterra, além de trabalhos anteriores no futebol belga. O treinador implementou um estilo de jogo intenso, vertical e organizado defensivamente, sendo apontado como um dos principais responsáveis pela recuperação do clube. 

Outro personagem importante da campanha foi o goleiro Loris Karius, que reencontrou o bom futebol em Gelsenkirchen. O alemão disputou 26 partidas e teve atuações decisivas ao longo da temporada, ajudando a transformar a defesa do Schalke em uma das mais sólidas da competição.

Com mais três pontos na segunda divisão, o Schalke 04 chegou aos 67 pontos e abriu uma vantagem de oito pontos de diferença para Elvesrberg, segundo colocado na tabela. O clube não consegue mais ser alcançado pelo terceiro colocado, restando duas rodadas para o fim da competição. Vale lembrar que, no segundo escalão alemão, os dois primeiros colocados sobem de forma direta. Os mineiros jogam contra o Nuremberg, fora de casa, e o Eintracht Braunschweig, em casa. Jogo em que vão receber o troféu. 

A equipe é a quarta com mais conquistas da divisão do Campeonato Alemão, com sete títulos. O Schalke está atrás somente do Bayern de Munique (34), Nurnberg (9) e do seu maior rival Borussia Dortmund (8). O clube tem outras conquistas importantes, como a Liga Europa e cinco copas da Alemanha.

Torcida do Schalke 04 transformou estádio em um verdadeiro mar azul na festa do acesso
Torcida do Schalke 04 transformou o estádio em um verdadeiro mar azul na festa do acesso / Foto: FC Gelsenkirchen-Schalke 04

 

O time inglês garantiu a classificação com vitória sobre o Atlético de Madrid em casa
por
Lorrane de Santana Cruz
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07/05/2026 - 12h

Na terça-feira (5), Arsenal e Atlético de Madrid entraram em campo para a partida que carimbou a primeira vaga na final da UEFA Champions League. Com um empate na Espanha por 1 a 1, no  Emirates Stadium, os times precisavam de um gol de diferença para vitória no tempo regulamentar.

Jogando na Inglaterra, o Arsenal controlou as ações do primeiro tempo. No entanto, apesar de deter a posse de bola, a equipe não foi tão eficiente diante da defesa adversária, o primeiro chute a gol da partida veio dos pés de Griezmann, camisa sete do Atlético de Madrid.

Aos sete minutos o jogador lançou para Giuliano Simeone que achou Julián Alvarez na entrada da área, o argentino teve a sua finalização desviada pela zaga do time inglês. Durante a primeira etapa, o zagueiro Gabriel Magalhães arriscou, mas a bola foi para fora, além disso, os donos da casa apostaram também em cobranças de escanteios, ponto forte do time treinado por Mikel Arteta.

E só aos 44 minutos de jogo Leandro Trossard finalizou contra a meta de Oblak, obrigando o goleiro do time espanhol a fazer uma defesa. Porém a bola sobrou dentro da pequena área e no rebote Bukayo Saka, que não desperdiçou a chance marcou 1 a 0 para o Arsenal.

Precisando novamente reverter o placar, no início do segundo tempo o Atlético de Madrid levou perigo para a defesa inglesa. Aos seis minutos, Koke lançou fez um lançamento para o ataque, e com um desvio de Saliba, a bola sobrou para Simeone que ficou cara a cara com Raya, porém apesar da chance clara, o chute contou com um desvio providencial de Magalhães.

A pressão do time espanhol continuou, precisando marcar um gol para empatar o jogo, aos 11 minutos do segundo tempo durante um ataque, Griezmann voltou a levar perigo e chutou para a defesa de Raya. Ainda nesse lance, a equipe do Atlético reclamou de um possível pênalti de Calafiori no camisa sete da equipe, mas o juiz marcou uma falta de ataque.

Diante de sua torcida, os gunners até tentaram ampliar o placar, com 14 minutos Martin Ødegaard chutou, mas a bola passou por cima do gol de Oblak. Contudo, quem perdeu a oportunidade mais clara foi Viktor Gyökeres, que recebeu um cruzamento de Hincapié, e sozinho diante do goleiro time espanhol chutou para fora.

A reta final da partida foi de ataque contra defesa, ganhando com o único gol da partida, o Arsenal passou a apostar na sua força defensiva para segurar o resultado. Por outro lado, o Atlético de Madrid via o seu sonho de chegar em outra final de Champions indo embora dentro do Emirates Stadium.

O técnico Diego Simeone e jogadores do Atlético de Madrid agradecendo a torcida. Divulgação/@atleticodemadrid
O técnico Diego Simeone e jogadores do Atlético de Madrid agradecendo a torcida. Foto: Divulgação/@atleticodemadrid 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O apito final veio com muita emoção para os jogadores e torcedores, a equipe inglesa volta a disputar uma final da UEFA Champions League após 20 anos, quando perdeu o título para a equipe do Barcelona. Agora o Arsenal espera o seu adversário que sairá do confronto e Bayern de Munique e Paris Saint Germain.

O técnico Arteta e jogadores do Arsenal comemorando a classificação. Foto: Divulgação/@arsenal
O técnico Arteta e jogadores do Arsenal comemorando a classificação. Foto: Divulgação/@arsenal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A final acontece no dia 30 de maio, em Budapeste, na Hungria, o jogo será no estádio Puskás Aréna, às 13h (horário de Brasília).

A 14ª rodada do Campeonato Brasileiro teve três clássicos estaduais, além da segunda vitória do Remo na competição
por
Enrico Peres
Érico Soares
Gabriel Borelli
Gustavo Tonini
Isabelle Muniz
Liliane Gomes
Lucas Peccin
Marco Nery
Pedro Rossetti
Pedro Timm
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07/05/2026 - 12h

Nos dias 2 e 3 de maio, os 20 clubes da Série A disputaram mais uma rodada do Campeonato Brasileiro. Palmeiras e Flamengo empataram clássicos e mantiveram a diferença de pontos no topo. Nos confrontos, o Mirassol venceu o Corinthians e quebrou a invencibilidade de Diniz no comando do time alvinegro.

Botafogo 1 X 2 Remo

No último sábado (02), às 16h, Botafogo e Remo abriram a rodada no Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ). O time do norte conquistou a primeira vitória fora de casa. O resultado acabou com a sequência de nove jogos invictos do Glorioso. 

O Fogão saiu na frente com o zagueiro Ferraresi no primeiro tempo, mas Alef Manga e Jajá anotaram os gols para a equipe paraense na etapa final, o que garantiu pontos importantes na luta contra o rebaixamento.

O primeiro tempo foi totalmente dominado pelo Botafogo, que se lançou ao ataque logo no início do jogo. Ao menos três escanteios seguidos deram perigo ao gol de Marcelo Rangel que fez duas ótimas defesas, em finalizações de Arthur Cabral e Matheus Martins. Entretanto, na terceira cobrança de Alex Telles, Ferraresi cabeceou no primeiro pau e superou o goleiro do Remo, aos 13 minutos da partida. 

Com o comando das ações, o Botafogo teve chances para ampliar, principalmente pelo lado direito, com as ultrapassagens do lateral Vitinho. Sem aproveitar as oportunidades, foi o Remo que quase empatou o jogo, com Patrick que acertou a trave. 

Para a segunda etapa, o técnico Franclim Carvalho fez uma mexida ousada, ao tirar um atacante para povoar o meio campo. Entrou Edenílson no lugar de Kadir. Apesar da troca, foi o Remo que se deu melhor. O time aproveitou os contra-ataques em meio a defesa exposta do Botafogo. 

Aos 25, Alef Manga recebeu ótimo passe de Jajá e soltou uma bomba de perna direita, sem chances para o goleiro Neto. Assim o jogo seguia para um empate em 1 a 1.

Apesar da segurança de jogar em casa, era o Remo quem tinha as melhores oportunidades e estava mais organizado em campo. Já nos acréscimos, aos 48 minutos, em mais um lance em velocidade contra poucos defensores alvinegros, Jajá virou o marcador ao finalizar após rebote de Neto, que espalmou chute de Gabriel Poveda. Vitória do Remo por 2 a 1 em pleno Nilton Santos.

A imagem mostra o goleiro Marcelo Rangel, do Remo, agradecendo a torcida remista.
Há 48 anos, o Remo não vencia fora de casa pela Série A do Brasileirão. Foto: Samara Miranda/Remo

Com o resultado, o Remo chega a sua segunda vitória na competição, com 11 pontos na 18ª colocação e fica a quatro pontos do Santos, primeiro fora da zona de rebaixamento do Brasileirão. Por outro lado, após quebra da invencibilidade de nove jogos, o Glorioso cai algumas posições, mas permanece na parte de cima da tabela, na décima posição com 17 pontos. 

Antes da próxima rodada, o Botafogo volta a campo na próxima quarta-feira (06), quando enfrenta o Racing, em casa, pela Sul-Americana. 

Vitória 4 X 1 Coritiba

Às 18h30 do último sábado (02), em partida marcada por expulsão e gol de pênalti, Vitória e Coritiba se enfrentaram, no Barradão, em Salvador (BA). O clube rubro-negro goleou o Coxa por 4 a 1, mas ainda fica atrás na classificação.

No começo do jogo, o Vitória teve a chance de abrir o placar. Zé Vitor recuperou e lançou para Erick, que cortou para dentro e chutou no gol, mas a bola saiu em linha de fundo. 

Aos 14, veio o gol rubro-negro. Zé Vitor tabelou com Matheuzinho, que mandou para Luan Cândido cruzar na área para Renê. O centroavante bateu de chapa e abriu o marcador. Dez minutos depois, Felipe Jonatan lançou para Renê que, na disputa com Tiago Cóser, sofreu um puxão na entrada da área, o que resultou em falta e expulsão do zagueiro. Zé Vitor bateu a falta no canto direito e ampliou a vantagem do clube baiano. 

No final da primeira etapa, o Coxa diminuiu. Josué abriu para Felipe Jonatan na esquerda, que devolveu para o meia lançar na área. Tinga mandou para dentro da pequena área e Pedro Rocha cabeceou sozinho para marcar o gol. 

No segundo tempo, aos nove minutos, no bate e rebate, a bola sobrou no pé de Rêne que arrancou pelo meio e tocou em Tarzia sair em velocidade e chutar por entre as pernas do goleiro Pedro Rangel para marcar o terceiro. 

Na sequência, Caique tocou para o camisa 91, que chutou no gol. A bola bateu na mão de Maicon ao tentar desviar de cabeça. O árbitro Rafael Rodrigo Klein marcou o pênalti no lance. Erick cobrou no canto esquerdo do goleiro, que chegou a tocar na bola, mas não o suficiente para evitar o gol.

A imagem mostra o elenco e comissão técnica do Vitória posando para a foto no vestiário.
Quase 90% dos pontos conquistados pelo Vitória neste Brasileirão foram em casa. Foto Victor Ferreira/EC Vitória

Aos 20, Rêne teve a chance de ampliar o placar ao receber lançamento de Nathan Mendes. Ele dominou de cabeça e bateu de direita, mas a bola saiu em linha de fundo. No final do jogo, o atacante tocou para Marinho chutar da entrada da grande área, porém Pedro Rangel evitou o gol. Fim de jogo 4 a 1.

Palmeiras 1 X 1 Santos 

No segundo jogo do último sábado (02), às 18h30, Palmeiras e Santos empataram em 1 a 1, no Allianz Parque, em São Paulo (SP). Os gols do duelo foram anotados por Rollheiser, para os visitantes, e Flaco López, para o Alviverde.

A imagem mostra jogadores do Palmeiras e Santos disputando a bola.
Esse foi o 357º Clássico da Saudade. Foto: César Greco/Palmeiras 

O confronto iniciou com contornos atípicos devido ao atraso da delegação santista, reflexo de um acidente no trajeto ao estádio que comprometeu o hino nacional — que durante a execução, contou apenas com os mandantes em campo. 

Com a bola rolando, o Santos suportou a pressão inicial e trocava bons passes, até que, aos 25 minutos, Rollheiser aproveitou sobra de bola, após corte de Gustavo Gómez, e finalizou com precisão no canto de fora da área para abrir o placar. 

Ainda na primeira etapa, o Palmeiras tentou reagir com Jhon Arias após bela trama, mas parou em boa intervenção do goleiro Gabriel Brazão.

No segundo tempo, o ritmo seguiu intenso com chances para ambos os lados. Aos 18, o empate palmeirense veio com Flaco López, que antecipou a marcação após cruzamento rasteiro de Andreas Pereira para estufar as redes. 

O jogo também foi marcado pelo aguardado retorno do atacante Paulinho, que entrou aos 28, após 302 dias ausente por cirurgias na perna. O camisa dez palestrino quase marcou na reta final depois de aproveitar sobra na área e finalizar com perigo no canto direito do arqueiro alvinegro.   

Já nos acréscimos, Allan chegou a balançar as redes, o que seria a virada alviverde, mas o tento foi anulado pelo VAR por um toque de mão de Jhon Arias, que desviou a bola que ia em direção ao gol.

Com a igualdade, o Palmeiras mantém a liderança isolada da competição com 33 pontos somados. O Peixe ocupa a 15ª posição, com 15 pontos, e se afasta da zona de rebaixamento. 

Athlético-PR 0 X 0 Grêmio

Em jogo de duas expulsões, às 20h30 do último sábado (02), Athletico-PR e Grêmio empataram na Arena da Baixada, em Curitiba (PR). A partida teve dois times em momentos contrários do esperados no começo do campeonato. 

O Furacão voltou a disputar a Série A em 2026 após figurar na segunda divisão no ano anterior, quando voltou à elite do futebol brasileiro com o vice-campeonato. Pelo elenco mais fraco e pelo desempenho ruim no estadual, a expectativa da temporada do Athletico no Brasileirão era de brigar contra um novo rebaixamento, mas o clube ocupa a quinta posição na tabela, fazendo frente e competindo contra candidatos ao título.

Já o Tricolor, no começo do ano  montou uma equipe promissora. O clube trouxe o técnico Luís Castro e investiu em nomes como Tete, e na manutenção do elenco que brigou por vaga na Libertadores até as últimas rodadas no ano passado. Com o título do Gauchão sobre o Inter, as expectativas gremistas eram grandes, mas o clube figura apenas na 14ª colocação.

A imagem mostra o jogador Gabriel Mec, do Grêmio com a bola, cercado por dois jogadores do CAP.
O Grêmio soma apenas três pontos em oito jogos fora de casa no Brasileirão. Foto: Igor Barrankievicz/GRÊMIO FBPA

Para o jogo, o técnico Odair Hellmann não contou com o volante Jadson e o atacante Julimar, ambos em processo de recuperação. Os titulares Luiz Gustavo e Zappelli também ficaram de fora por suspensão. 

No Grêmio, o clube também estava desfalcado. Luís Castro, o artilheiro da equipe Carlos Vinicius e o meio campista Viery estavam suspensos para a partida. Amuzu e Arthur, lesionados, também não estiveram disponíveis. 

Os destaques dentro de campo não foram nenhum jogador, e sim as decisões do árbitro Sávio Pereira Sampaio tomadas durante os 90 minutos. 

No início do jogo, o CAP dominava mais ao buscar jogadas com o atacante Viveiros. Entretanto, aos 28, o VAR recomendou uma revisão após um entroncamento entre Enamorado, ponta do Grêmio, e Esquivel, lateral do Athletico. O árbitro de vídeo enxergou uma cotovelada de Esquivel e o jogador foi expulso, o que mudou o cenário da partida. Mesmo com um a menos, o Athletico não passou grandes dificuldades no primeiro tempo e em grande parte do segundo tempo. 

Aos 32 minutos da segunda etapa, em uma grande jogada de Pavon na ponta direita. O argentino, sem marcação, cruzou para André Henrique cabecear para fora. Aos 39, antes de uma cobrança de escanteio do Atheltico, uma discussão entre jogadores fez Pereira Sampaio penalizar, com cartão amarelo, jogadores de ambas as equipes. Um deles foi Riquelme Freitas, da base do Grêmio, que na ocasião já tinha cartão e foi expulso do jogo, o que deixou cada equipe com dez jogadores. Na batida do escanteio, após um desvio feito por Carlos Teran, o gol só não veio devido a Gustavo Martins que, em cima da linha, tirou a bola. 

Cruzeiro 1 X 3 Atlético-MG

No último jogo de sábado (02), às 21h, o clássico mineiro foi disputado no Mineirão, em Belo Horizonte. Em um duelo marcado por alta intensidade e três cartões vermelhos, o Atlético levou a melhor sobre o Cruzeiro. A equipe alvinegra venceu por 3 a 1.

As duas equipes entraram em campo em situações distintas na tabela de classificação, embora estivessem separadas por poucos pontos. 

O Cruzeiro chegava para o clássico em um momento de recuperação ao acumular três vitórias consecutivas contra Bragantino, Grêmio e Remo. Já o Atlético-MG passou por uma crise ao vir de três derrotas seguidas, incluindo a goleada sofrida para o Flamengo por 4 a 0. Além disso, o Galo flertava com a zona de rebaixamento.

O jogo começou com ânimos exaltados, o que resultou em um cartão amarelo para o atleticano Ruan, logo aos quatro minutos do primeiro tempo. O Cruzeiro respondeu rapidamente com uma cobrança de falta direta de Matheus Pereira, mas o goleiro Everson fez a defesa.

A rede balançou pela primeira vez aos 11 minutos. Com um cruzamento que veio da esquerda por Lodi. A zaga não conseguiu afastar totalmente e Alan Minda aproveitou a assistência de Cassierra para inaugurar o marcador para o Galo. 

O Atlético ampliou a vantagem aos 30 minutos, quando Maycon converteu um pênalti após falta sobre Alan Minda dentro da área. Antes do intervalo, a Raposa tentou reagir com investidas de Gerson, mas a sólida defesa alvinegra segurou a pressão.

O segundo tempo teve ritmo mais cadenciado. O Cruzeiro teve mais posse de bola, mas não conseguiu furar o bloqueio adversário. O cenário complicou-se para o time celeste aos 21 minutos, quando Arroyo foi expulso depois de receber dois cartões amarelos em um intervalo de apenas três minutos. 

Com um jogador a mais, o Atlético quase marcou o terceiro em uma finalização potente de Reinier, defendida por Otávio. O terceiro gol do Galo veio pouco depois, aos 25 minutos, quando Renan Lodi cruzou com precisão e Cassierra cabeceou para o fundo da rede. 

O jogo seguiu tenso. Kaiki Bruno recebeu cartão vermelho direto após revisão do VAR, o que deixou o Cruzeiro com dois a menos. Logo em seguida, Lyanco também foi expulso pelo lado atleticano ao levar o segundo amarelo.

Já nos minutos finais, Kaio Jorge sofreu pênalti cometido por Junior Alonso. O próprio atacante cobrou e diminuiu para o Cruzeiro, mas a reação parou por aí. O Atlético administrou o restante do tempo e confirmou o triunfo por 3 a 1.

A imagem mostra o jogador Maycon, do Atlético-MG, comemorando o gol.
O Atlético subiu na tabela e se encontra na décima primeira posição. Reprodução: Instagram/@atletico

Agora, o Cruzeiro se prepara para enfrentar o Universidad Católica pela Libertadores, na quarta-feira (06), às 23h (horário de Brasília) na Claro Arena, em Las Condes, Chile. Já o Galão da Massa, visita o Juventud, pela Sul Americana, na terça-feira (05), às 19 horas, no Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.

Flamengo 2 X 2 Vasco

Às 16h do último domingo (03), Flamengo e Vasco empataram no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). O jogo era extremamente importante para o Rubro-Negro, que busca diminuir a vantagem do líder do campeonato, Palmeiras. Já o Cruzmaltino vive momentos de altos e baixos, e desejava emplacar uma boa sequência.

O Clássico dos Milhões começou muito disputado, com as duas equipes agressivas, mas logo aos sete minutos de jogo, em confusão dentro da área, Pedro conseguiu chutar e abrir o placar. Após o gol, a partida continuou muito disputada, com o Gigante da Colina se impondo no ataque, mas pecando nas conclusões.

Na segunda etapa, o Vasco pressionou o Flamengo, mas em contra-ataque, Pedro sofreu um pisão de Paulo Henrique dentro da área, que depois da revisão do VAR, Wilton Pereira marcou o pênalti e, aos 15 minutos do segundo tempo, Jorginho bateu e ampliou para a equipe da casa.

Apesar do balde de água fria, o Cruzmaltino seguiu agressivo, até que aos 38 minutos, em cobrança de escanteio de Nuno Moreira, Robert Renan apareceu na área para cabecear e diminuir o placar. Quando parecia que o Rubro-Negro ganharia mais um clássico, ao apagar das luzes, Cuesta cruzou e encontrou Hugo Moura, que de peixinho, praticou a lei do ex e empatou o jogo no último lance.

A imagem mostra o jogador do Vasco Hugo Moura comemorando.
Hugo Moura marca seu primeiro gol na temporada. Reprodução: Instagram/@vascodagama

Ao fim da rodada, Flamengo segue na vice-liderança com 27 pontos, atrás do Palmeiras com 33 pontos e um jogo a mais. Enquanto o Vasco segue na parte de baixo da tabela, amargando a 13º colocação, a dois pontos do Z-4.

São Paulo 2 X 2 Bahia

Também às 16h do último domingo (03), São Paulo e Bahia empataram em 2 a 2, no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). A partida foi marcada por alternâncias no placar, pela lesão de Lucas Moura, golaço de Luciano Juba e por uma falha decisiva do goleiro Rafael nos acréscimos do segundo tempo.

A imagem mostra um jogador do Bahia e um do São Paulo disputando a bola.
O Bahia não vence o São Paulo fora de casa desde 2019. Foto: Rafael Rodrigues/ EC Bahia

O São Paulo começou melhor e conseguiu abrir o placar aos 17 minutos da primeira etapa. Após pressão na saída de bola do Bahia, Wendell recuperou a posse e acionou Artur, que finalizou colocado para vencer o goleiro Léo Vieira. O atacante, ex-jogador do clube baiano, marcou pela primeira vez no Brasileirão com a camisa do Tricolor Paulista.

Mesmo atrás no placar, o Tricolor Baiano conseguiu equilibrar a partida ainda no primeiro tempo ao explorar, principalmente, as jogadas pelos lados do campo. A equipe baiana passou a ocupar mais o setor ofensivo, mas encontrou dificuldades para transformar a posse de bola em chances claras. 

Na volta do intervalo, o time comandado por Rogério Ceni aumentou a intensidade e chegou ao empate logo nos minutos iniciais. Luciano Juba acertou um chute no ângulo após jogada trabalhada pelo lado esquerdo, sem chances para Rafael.

O time paulista voltou a ficar na frente do placar, aos 28 minutos, após boa jogada ofensiva concluída por Ferreirinha, que aproveitou espaço na defesa adversária para marcar o segundo gol da equipe. 

Nos acréscimos, quando o São Paulo já administrava a vantagem, o Bahia aproveitou a desorganização defensiva do adversário e chegou ao empate no último lance do confronto. Após bola levantada na área, o goleiro Rafael falhou ao tentar fazer a defesa, e Erick aproveitou a sobra para marcar o gol que garantiu um ponto para a equipe baiana.

A partida também marcou o retorno de Lucas Moura após período afastado por lesão. No entanto, o meia-atacante permaneceu pouco tempo em campo. Cerca de 20 minutos após entrar, Lucas voltou a sentir fortes dores no tornozelo direito após uma dividida e deixou o gramado chorando, de maca, o que gerou preocupação entre jogadores e torcedores. A lesão agravou os problemas físicos do elenco são-paulino durante a reta final da partida. 

Com o empate, o São Paulo segue no G4 do Campeonato Brasileiro, mas desperdiçou a oportunidade de se aproximar das primeiras posições da tabela. A equipe vive um momento de oscilação e convive com desgaste físico, lesões e dificuldades para sustentar resultados nos minutos finais das partidas.

Já o Bahia conquista um ponto importante fora de casa e mantém boa campanha na competição. Mesmo o time baiano estando a quatro jogos sem vencer, a equipe demonstra poder de reação e segue próxima da parte de cima da tabela, brigando por vagas nas competições continentais.

Chapecoense 1 X 2 Red Bull Bragantino

Às 18h30 do último domingo (03), o Red Bull Bragantino venceu a Chapecoense de virada na Arena Condá, em Chapecó (SC), e se aproximou do G4 na tabela. É a sexta vitória do time paulista na competição sendo a terceira fora de casa.

O jogo começou devagar sem muitas chances para ambos lados. Aos 22 minutos do primeiro tempo, o time da casa abriu o placar com o congolês Bolasie após receber um passe de cabeça de Bruno Pacheco. O atacante finalmente desencantou no ano e marcou seu primeiro gol na temporada. 

Após sete minutos do gol, o lateral Cauê do Bragantino se desentendeu com Everton e o árbitro Paulo César Zanovelli optou pela expulsão do jogador. O VAR, comandado por Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro, aconselhou uma revisão que resultou na alteração da cor do cartão, e o Massa Bruta se manteve com 11 em campo.

Aos 40 minutos veio o empate. Após um lateral cobrado na área, a bola foi afastada e o volante Gabriel cabeceou de volta. A zaga da Chapecoense se confundiu, o goleiro Anderson não se decidiu e a bola entrou devagar na rede.  O final do primeiro tempo terminou sem grandes emoções.

A primeira boa chance do segundo tempo veio dos pés de Ênio aos 14 minutos. O ponta fez uma jogada individual e finalizou para fora. Depois de dez minutos, agora com uma finalização de fora da área, ele acertou o travessão do gol de Tiago Volpi.

Mesmo com a pequena pressão ensaiada pela Chape, a virada do Bragantino veio logo depois. Aos 28 minutos, Lucas Barbosa recebeu a bola na entrada da área, limpou o zagueiro e finalizou com categoria para vencer Anderson.

A imagem mostra os jogadores do Bragantino posando para a foto do jogo.
Com o triunfo, o Bragantino alcançou sua quarta melhor campanha nos primeiros 14 jogos do Brasileirão desde a era Red Bull. Reprodução: Instagram/@redbullbragantino

A Chapecoense ainda teve duas chances de empatar. Aos 35 minutos, Ênio carregou pela direita do campo e cruzou para Bolasie finalizar de cabeça na pequena área, porém Tiago Volpi impediu a felicidade do time mandante. Faltando um minuto para o apito final, Jean Carlos tentou de bicicleta e a bola passou com perigo ao lado da meta de Volpi. 

A derrota afundou mais a Chapecoense na lanterna da competição com apenas uma vitória, na primeira rodada contra o Santos. Já o time paulista garantiu 20 pontos no campeonato, ocupando a sétima posição. 

O próximo compromisso do time catarinense é na quarta-feira (06), às 21h30 (de Brasília), em Ponta Grossa (PR), contra o Operário pela Copa Sul-Sudeste. Já o Massa Bruta viaja para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para enfrentar o Blooming pela Sul-Americana no Estádio Ramon Tahuichi Aguilera. O jogo está marcado para quinta-feira (07), às 21h30 (de Brasília).

Internacional 2 X 0 Fluminense

Na noite do último domingo (03), as equipes chegaram em cenários completamente opostos para o confronto das 18h30, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). O Flu, mesmo vindo de derrota na Libertadores, buscava encostar no líder Palmeiras. Uma vitória no jogo colocaria a equipe carioca em segundo lugar, a quatro pontos do Alviverde. Enquanto o Inter estava uma posição acima da zona de rebaixamento, igualado em pontos com o Santos. 

Nos primeiros 30 minutos da partida não houve nenhuma finalização no gol. O Fluminense tinha a posse de bola, mas pouco produzia e dependia muito das jogadas individuais, principalmente de Soteldo. O Internacional, mais reativo, tentava apostar em contra-ataques, mas também não produzia. 

A arbitragem comandada por Felipe Fernandes de Lima também complicava com que o jogo fluísse. Só nos primeiros 35 minutos de jogo foram marcadas 20 faltas, sendo boa parte delas de pouquíssimo impacto e em boa parte ocorriam no meio do campo. 

A primeira finalização no gol no jogo veio só aos 36 minutos, com uma falta de Bruno Henrique no meio do gol, tranquila para a defesa de Fábio. Porém, pouco tempo depois desse lance, o Inter fez a primeira jogada bem trabalhada no jogo que resultou no gol de Bernabei, após um bom contra-ataque do Colorado e um excelente pivô de Alerrandro para dar a assistência.

A imagem mostra o jogador do Internacional Bernabei comemorando.
O lateral Bernabei chega ao sexto gol na temporada e é o artilheiro do Inter no ano. Reprodução: Instagram/@r_duarte75

Com o gol, o cenário do jogo não se alterou, o que manteve o Inter confortável para produzir perigo ao gol tricolor aos 50 minutos. Após um vacilo da defesa do Flu, Carbonero roubou a bola e ficou com só dois defensores a frente dele, porém, mesmo com o camisa nove da equipe livre dentro da área, ele preferiu o chute fraco para a defesa de Fábio. 

Com o início do segundo tempo, o Fluminense partiu para cima com a entrada de Savarino. Aos dois minutos, Soteldo fez uma boa jogada pela ponta-esquerda e tocou para o companheiro de seleção venezuelana que, da entrada da área, acertou um belo chute na trave. 

Mesmo com o bom começo do adversário, o Colorado marcou o segundo logo aos três minutos. Após Carbonero puxar o ataque pelo meio com velocidade e tocar a bola para Vitinho dentro da área, que conseguiu ficar cara-a-cara com o Fábio, mas acabou tendo seu chute defendido. No rebote, Alerrandro ficou com o gol aberto para anotar mais um tento.

Após o segundo, o Flu tentou se lançar ao ataque, principalmente por meio de Savarino. O meia venezuelano, aos 22 minutos, se aproveitou do vacilo de Vitor Gabriel no meio de campo para roubar a bola e deixar Serna na cara do goleiro, que acabou tendo seu chute defendido por Anthoni. Do lateral gerado pela defesa, o Tricolor das Laranjeiras produziu mais uma chance de perigo com John Kennedy, que deu um chute forte para o gol, mas que foi defendido mais uma vez pelo goleiro colorado. Savarino ainda produziu mais uma chance de perigo para o Flu, com uma pancada no gol aos 37 minutos, mas que contou com mais uma boa defesa de Anthoni no jogo

O Inter, mesmo recuado boa parte do segundo tempo, ainda conseguiu bons contra-ataques. Aos 34 minutos, após uma excelente troca de passes de primeira entre Bernabei e Thiago Maia, o volante deixou para Matheus Bahia que acertou uma pancada no gol, defendida por Fábio. A bola chegou a sobrar nos pés de Borré, mas ele não teve equilíbrio para chutar. Outro veio já no final, aos 48 minutos, puxado por Vitinho, que chutou forte de fora da área para boa defesa de Fábio no canto esquerdo do gol. 

Com o resultado, o Inter consegue dar uma respirada no Brasileirão e sobe de posição, mesmo ficando ainda a dois pontos de distância da zona de rebaixamento. 

O Flu chega agora à segunda derrota consecutiva e se distancia da liderança, ficando sete pontos do Palmeiras. A equipe volta os olhos para a Libertadores, competição em que busca recuperação, já que só somou apenas um ponto e pode ser eliminado em caso de derrota para o Independiente Rivadavia na próxima quarta-feira (06), às 21h30 (horário de Brasília).

Mirassol  2 X 1 Corinthians

No último jogo da rodada, às 20h30 do último domingo (03), o Mirassol venceu o Corinthians no Estádio Municipal José Maria de Campos Maia, o Maião, em Mirassol (SP). A partida marcou a primeira derrota de Fernando Diniz como técnico do Timão.

O Leão Caipira saiu na frente no marcador, aos 23 minutos do primeiro tempo. O ponta-direita Carlos Eduardo foi derrubado na área por Matheus Bidu. O árbitro Matheus Delgado Candançan marcou pênalti e o próprio atacante cobrou e abriu o placar. 

Logo depois, aos 33, novamente Carlos Eduardo participou da jogada do gol. Dessa vez, ele cruzou para o centroavante Edson Carioca, que cabeceou e ampliou para o Mirassol.

A imagem mostra Carlos Eduardo e Victor Luis, ambos do Mirassol, comemorando o gol.
Essa foi a segunda vitória do Mirassol sobre o Corinthians na história. Reprodução: Instagram @mirassolfc

A segunda etapa foi menos movimentada e com poucas chances claras de gols para as equipes. O Corinthians diminuiu o marcador no final da partida, aos 35. Dieguinho, cria do terrão, finalizou de fora da área rasteiro no canto direito de Walter, que não alcançou a bola. A equipe da capital paulista pressionou até o apito final, mas não conseguiu empatar. A partida acabou em 2 a 1 para os mandantes.

O jogo marcou a primeira derrota do técnico Fernando Diniz sob o comando corintiano. Até então o retrospecto era positivo, cinco vitórias e dois empates para o treinador. Diniz reclamou da arbitragem de Matheus Candançan em sua coletiva de imprensa: “Não sou muito de falar de arbitragem, mas hoje foi péssima, parecia que (o juiz) não tinha cartão no bolso”, comentou.

O treinador do Mirassol, Rafael Guanaes nunca foi derrotado por Fernando Diniz em sua carreira. São quatro vitórias em quatro jogos para o comandante do Leão. Guanaes rebateu as críticas do técnico alvinegro a respeito da arbitragem. Ele disse que “não influenciou no resultado”. Além disso, Guanaes afirmou que sua equipe mereceu o resultado positivo: “A equipe fez o suficiente para vencer. Controlamos o jogo e construímos o placar no campo”, completou.

Após a partida, o Leão assumiu a 18ª posição com 12 pontos conquistados, no Z4 do campeonato. O Corinthians cai posições na tabela e fica em 17º, também na zona de rebaixamento.

Próxima rodada

Sábado (09):

Coritiba X Internacional, no Couto Pereira, em Curitiba, às 16h (horário de Brasília);

Fluminense X Vitória, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), às 18h (horário de Brasília).

Bahia X Cruzeiro, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), às 21h (horário de Brasília).

Domingo (10):

Remo X Palmeiras, no Mangueirão, em Belém (PA), às 16h (horário de Brasília);

Atlético-MG X Botafogo, na Arena MRV, em Belo Horizonte (MG), às 16h (horário de Brasília);

Mirassol X Chapecoense, no Maião, em Mirassol (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Santos X Red Bull Bragantino, na Vila Belmiro, em Santos (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Corinthians X São Paulo, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Grêmio X Flamengo, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS), às 19h30 (horário de Brasília);

Vasco X Athletico-PR, em São Januário, no Rio de Janeiro (RJ), às 20h30 (horário de Brasília).

Depois da sonolenta corrida em Mônaco, a Fórmula 1 voltou com emoção na pista escorregadia do Circuito Gilles Villeneuve
por
Luiza Zequim
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11/06/2024 - 12h

A corrida do último final de semana (9), foi marcada por diversas ultrapassagens, trocas de liderança e abandonos. O Grande Prêmio do Canadá foi o responsável pela volta da hegemonia de Max Verstappen e a superioridade do carro da Red Bull, o que acabou com a esperança dos ferraristas após vitória de Leclerc em Monte Carlo. Seguindo Verstappen, o pódio foi completado por George Russell (Mercedes) e Lando Norris (McLaren).

Durante a largada, a pista já se encontrava molhada e a previsão de chuva forte durante todo o percurso assombrava os pilotos. Russell, que cravou a pole position no sábado, conseguiu largar bem mantendo sua posição nas primeiras voltas. Contudo, a calma foi rapidamente substituída pela disputa entre a McLaren de Norris e a Red Bull de Verstappen. O cenário da liderança não se alterou muito durante as voltas, sendo continuamente disputado pelos três finalistas no pódio. 

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Largada da nona etapa da F1 no Circuito Gilles Villenueve (Foto: Clive Rose/Getty Images/Globo Esporte)

 

Os dois carros da Ferrari e as Williams não terminaram a etapa. O primeiro a abandonar, depois de uma batida, foi Logan Sargent, que rendeu um safety car e auxiliou a liderança de Verstappen. Charles Leclerc abandonou por problemas de potência no motor, assim como seu companheiro de equipe Carlos Sainz, o que trouxe decepção aos tifosi.

Sergio Pérez também esteve sob os holofotes nesta semana, após o anúncio de sua renovação com a Red Bull por mais dois anos. Porém, o péssimo desempenho no Canadá — o mexicano rodou sozinho na volta 56 e não conseguiu concluir a corrida — trouxe, novamente, os questionamentos sobre a capacidade e merecimento, em continuar com vaga garantida na equipe que possui um dos carros mais velozes do grid. 

 

Mudanças no campeonato

Verstappen conquistou a sexta vitória da temporada e a sexagésima na carreira. O holandês é o terceiro piloto com mais conquistas em Grande Prêmios, somente atrás de Lewis Hamilton, com 103, e Michael Schumacher, que tem 91. Além disso, o tricampeão disparou no Campeonato de Pilotos, com 56 pontos à frente de Charles Leclerc, o segundo colocado.

A aproximação de Norris, com apenas sete pontos de diferença de Leclerc, anima os torcedores da McLaren. Assim como a presença das duas Alpines na zona de pontuação, com Gasly em nono e Ocon em décimo. Apesar de não terminar com pontos, Kevin Magnussen, da Haas, foi protagonista em várias ultrapassagens e  chegou a atingir o sexto lugar durante a corrida, porém, após um pit stop muito demorado, terminou em décimo segundo. 

 

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Classificação do Campeonato de Construtores e Pilotos após o GP do Canadá (Foto: Reprodução/Instagram)

A Fórmula 1 retorna para a décima etapa, no Grande Prêmio da Espanha, no Circuito de Barcelona-Catalunha, que acontecerá entre os dias 21 e 23 de junho.

De virada, a Seleção Brasileira de vôlei derrota a Itália, em uma partida com muitas falhas
por
Beatriz Brascioli
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10/06/2024 - 12h

A seleção Brasileira feminina de vôlei derrotou a seleção da Itália em 3 sets a 2  (26/24, 25/27, 18/25, 25/19 e 15/10), num jogo bastante equilibrado e segue com 100% de aproveitamento na segunda semana de VNL, em Macau (China). O Brasil está lutando pelo primeiro lugar na liga das nações de 2024. A seleção está invicta na competição com sete jogos, sete vitórias, mas a seleção Polonesa está em primeiro lugar porque no balanço geral, perdeu menos sets do que as brasileiras.

Com destaque para Ana Cristina, anotou 22 pontos, sendo três de bloqueio e um de saque. Outro importante nome foi o de Rosamaria, que deixou 19 pontos em quadra. Já do time adversário, Paola Egonu foi a maior pontuadora da partida com 29 pontos, sendo 3 de bloqueio.

O bloqueio do Brasil foi bastante efetivo e funcionou em momentos decisivos. Foram 14 pontos de bloqueio para as duas seleções, mas destaque para Carolana com 6 pontos só neste fundamento. A seleção da itália teve mais erros, totalizando 33 pontos. 

Zé Roberto fez uma escalação diferente das partidas anteriores, colocando: Roberta, Rosamaria, Gabi, Ana Cristina, Carol, Thaisa e Nyeme. Mas depois entraram também Macris, Pri Daroit e Tainara. 

A Itália, por sua vez, contou com uma distribuição imprecisa da levantadora Orro e contou com Egonu em dia pouco inspirado. Quando a oposta foi acionada nos momentos decisivos do jogo, o bloqueio brasileiro estava bem posicionado e conseguiu parar a jogadora. Mesmo assim, a italiana deixou a quadra como a principal pontuadora da partida com 25 acertos, seguida de Ana Cristina com 22.
 

COMO FOI O JOGO

O primeiro set foi bem jogado. O Brasil começou acertando mais e com bons bloqueios, abriu vantagem de sete pontos sobre as italianas, a seleção italiana conseguiu recuperar e empatou a partida.   Ana Cristina e Gabi cresceram bastante no final da parcial que deu o primeiro set para o Brasil. A seleção italiana, na final da parcial, empatou 24/24, mas com um erro no saque e depois no ataque, para fora, o Brasil fechou o primeiro set.  

Já no segundo, as italianas voltaram com sangue nos olhos e só deu Itália no segundo set. O Brasil não fez um bom set, as bolas não estavam virando, o bloqueio não estava funcionando, o time começou a errar bastante. Ana Cristina não pontuou neste segundo set. O destaque ficou para Rosamaria, que fez oito pontos de ataque e um de bloqueio. 27/25 para as europeias. 

O terceiro set mostrou bastante erros da equipe brasileira. As italianas logo abriram vantagem contra as brasileiras, que logo conseguiram recuperar a situação que estava 10/6 ficou 12 a 12. Porém, a Itália voltou a comandar o set e fechou a parcial por 25/18. Paola Egonu foi o grande destaque no set, virando todas as bolas, anotando nove pontos. 2 a 1 no placar geral, colocando o Brasil sob pressão para ganhar os próximos dois sets. 

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Egonu sendo bloqueada por Carol e Gabi (foto: /Divulgação/FIVB/Volleyball World)

O quarto set foi a volta do Brasil para o jogo. A seleção brasileira buscou ponto a ponto a virada do placar geral.  Ana Cristina teve um papel fundamental na virada do Brasil, marcando nove pontos no set e aparecendo nos momentos mais difíceis da partida. As brasileiras fecharam o quarto set com 25/19. No tie-break, o equilíbrio entre as duas seleções voltou. Após alguns erros da seleção italiana, e  Carolana aparecendo em um momento decisivo no bloqueio, o Brasil abriu uma vantagem de dois pontos que ficou até ao final da partida com a vitória brasileira de 15/10.

 

A seleção Brasileira volta a quadra no próximo domingo (02), às 5h, para enfrentar a Tailândia, pela última rodada da semana 2 da VNL, em Macau, China.

Atletas brasileiras derrota as europeias e mantém invencibilidade
por
Beatriz Brascioli
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01/06/2024 - 12h

O Brasil venceu a seleção da Holanda por 3 sets a 1 (25/17, 20/25, 25/20 e 25/18), e continua invicto na Liga das Nações, com seis vitórias em seis jogos. O jogo teve a liderança do Brasil no primeiro set. No segundo, a equipe comandada por José Roberto Guimarães deu uma “apagada”, mas voltou para fechar os dois últimos sets. 

A escalação do time foi a mesma da última partida contra o Japão, contando com: Gabi, Diana, Roberta, Ana Cristina, Carol, Rosamaria e Nyeme. Thaisa entrou no momento de instabilidade e ficou até o final da partida. 

Ana Cristina foi a melhor em quadra, marcando 19 pontos, sendo 17 de ataque. A capitã do time, Gabi, marcou 15. Outro destaque, foi a entrada da central Thaisa, que anotou 11 pontos, sendo sete de ataque, um saque e três bloqueios. 

Como foi o jogo?

No primeiro set, o Brasil dominou o jogo e contou com bastante erros da seleção holandesa, abrindo uma parcial de 7/2.  Quando o jogo ficou complicado para as brasileiras, Roberta buscava Rosamaria que colocava a bola no chão. Com o saque de Kisy, a bola voltou de graça pro Brasil, que trabalhou bem a bola e com a largadinha de Ana Cristina, a seleção brasileira abriu uma grande vantagem de 20/13. No set point do Brasil, a ponteira da seleção holandesa, Knollema errou o saque dando o set para o time comandado por José Roberto Guimarães, 25/17. 

O Brasil começou bem, marcando o primeiro ponto do set, com uma bola de segunda da Roberta, mas sofreu um apagão no segundo set. Com erros de recepção e ataque, as holandesas abriram 4/2 logo no início da partida. As holandesas comandaram a segunda parcial. Durante o “apagão”, para tentar diminuir a vantagem, Zé Roberto colocou Thaisa, Kisy e Macris, que funcionou, mas a vitória foi das holandesas na segundo etapa, 25/20. 

 

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Foto: CBV

 

O terceiro set foi mais equilibrado e fez com que o Brasil voltasse mais confiante. Com o bloqueio funcionando e as viradas de bolas, as brasileiras abriram uma boa vantagem ainda na metade da parcial. Para fechar o set, o saque da Ana Cristina entrou, voltando de graça para a seleção que fechou com o ataque da Carol, 25/20. 

Já no último set, a seleção verde e amarela saiu na frente desde o começo, não dando chances à Holanda, o time comandado por José Roberto Guimarães fechou o quarto set com 25/18, com bons passes e bloqueios funcionando. Resultado final, Brasil 3 x 1 Holanda.

A seleção Brasileira volta à quadra no próximo sábado (1), às 1h30, para enfrentar a Itália, pela terceira rodada da semana 3 da VNL, em Macau, China.

 

Em jogo difícil, a seleção brasileira feminina de vôlei segue com 100% de aproveitamento
por
Beatriz Brascioli
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28/05/2024 - 12h

 

Começou a segunda semana de Liga das Nações em Macau, China. Brasil e Japão fizeram um jogo com muitos ralis, exigindo bastante paciência das jogadoras da seleção brasileira, que definiu o jogo no quinto set (24/26, 26/24, 19/25, 25/20 e 15/11)

Assim como na primeira semana da VNL, Zé Roberto optou pelas titulares: Gabi, Diana, Roberta, Ana Cristina, Carolana, Rosamaria e Nyeme. Para a inversão 5x1 entram Kisy e Macris. 

O grande destaque do jogo foi a jogadora do Japão, Koga anotando 29 pontos. Com destaque para a oposta Rosamaria e a capitã Gabriela, o Brasil segue com a melhor campanha na Liga das Nações.  Gabi marcou 24, sendo 3 de saque. Rosamaria virou 18 bolas, fazendo sua melhor partida. Thaisa também teve destaque, marcando 11 pontos na sua estreia nesta VNL.

Como foi o jogo?

O jogo começou com o Brasil marcando o primeiro ponto, mas em seguida levou cinco seguidos dando uma desequilibrada e fazendo com que a seleção ficasse para trás desde o começo.

O Brasil buscou, ponto a ponto, e com Rosamaria virando boas bolas, as meninas empataram com as japonesas, 16/16. A equipe conseguiu ficar na frente, 20/18 e chegou a um set point, mas Nyeme e Roberta erraram os levantamentos e o time adversário acabou fechando o primeiro set. O Japão venceu a primeira etapa por 26/24.

Já no segundo set, o Brasil saiu com vantagem desde o início. Os bloqueios, comandados por Carolana, estavam funcionando, abrindo  6/3.  Porém, a equipe do Japão virou em 7/6. E foi assim até o final do set, ponto a ponto. Até que a seleção brasileira deslanchou e abriu quatro pontos de diferença na reta final do jogo. Mas o Japão cresceu nos bloqueios, conseguindo recuperar os quatro pontos. No entanto, o Brasil fechou a parcial em 26/24. 

 

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Seleção Brasileira vence de 3 a 2 a Seleção do Japão  Foto: VNL

O terceiro set foi marcado por um “apagão” pela seleção. O Brasil parou de virar as bolas, nem os ataques nem as defesas estavam funcionando, e as japonesas abriram 21/12. Diante deste cenário, Zé Roberto trocou quase o time inteiro, para diminuir a vantagem, mas não pode evitar a derrota do terceiro set, 25/19.

O Brasil melhorou no quarto set, com a entrada da central Thaisa, estreia dela nesta VNL. A equipe japonesa chegou a abrir dois pontos, 12/10, mas a seleção reagiu com bons saques e bloqueios e ficou na frente, 14/13. Com Thaisa e Gabi em quadra, o Brasil pegou um bom ritmo e fechou o quarto set com 25/20, levando o jogo para o tie-break. 

O tie-break teve o Brasil abrindo vantagem no início da set, 4/1. A seleção conseguiu manter a vantagem até o final da partida.  Nesta última parcial, o grande destaque foi para a Thaisa, no bloqueio e a capitã da seleção, Gabi, indo super bem nas defesas e dando a vitória ao Brasil por 15/11.

A seleção Brasileira volta a quadra na próxima quinta-feira (30), para enfrentar os Países Baixos, pela segunda rodada da semana 2 da VNL, em Macau, China.

Finalistas de Copa do Mundo e maiores campeões europeus disputam vaga para o mata-mata
por
Felipe Bragagnolo Barbosa
Thomaz Cintra
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07/06/2024 - 12h

As Águias em reconstrução
 

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Toni Kroos, capitão da Alemanha está no último torneio de sua carreira. Foto: Reprodução / Redes sociais.

 A Eurocopa de 2024 terá seu início no dia 14/06, com o confronto entre a anfitriã, Alemanha, e a Escócia. Por ser a dona da casa, a seleção alemã não precisou jogar as eliminatórias da UEFA para poder participar da competição, e foi classificada de forma automática.

A Alemanha é o país com mais tradição na história do torneio e a nação com mais participações, somando 14, ao total, contando com a atual edição. Além disso, é a maior campeã empatada com a Espanha, tendo conquistado três títulos, o primeiro em 1972, o segundo em 1980 e o último, em 1996. 
 

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Seleção alemã comemorando o título da EURO 1996. Foto: UEFA

 
O Período após a Copa de 2022 da seleção alemã é bastante conturbado. Mesmo sendo eliminado na fase de grupos, Hans Flick continuou no cargo de treinador, mas depois de ser goleado para o Japão em setembro de 2023, acabou deixando o posto para que Julian Nagelsmann assumisse o cargo. A nova era das Águias terá seu primeiro grande desafio em casa nessa Eurocopa, e chega para a competição com um retrospecto de três vitórias, dois empates e duas derrotas em sete jogos, desde que houve a troca nos cargos técnicos. Vale destacar que duas dessas vitórias foram contra a Holanda e a França.

Usando como base a escalação mais usada em 2024, e que venceu as partidas contra outras potências europeias, nota-se que Nagelsmann mescla bastante jovens jogadores com experientes na equipe titular. Prova disso é o meio-campo, os titulares na maioria dos amistosos desse ano nesse setor foram Toni Kroos e Gundogan, jogadores de idade mais avançada e com bastante rodagem na elite do futebol mundial, junto de Florian Wirtz e Musiala, estrelas em ascensão. A expectativa para esse time na Euro, é que eles consigam ir longe no mata-mata, como normalmente acontece, visto a tradição que a equipe tem na competição, mas ainda assim é importante lembrar que ainda é um elenco em reformulação com um técnico também muito novo e inexperiente.
Os convocados para este desafio são:
Goleiros: Baumann (Hoffenheim), Leno (Fulham), Neuer (Bayern de Munique) e Ter Stegen (Barcelona)
Defensores: Anton (Stuttgart), Beste (Heidenheim), Henrichs (RB Leipzig), Kimmich (Bayern de Munique), Koch (Eintracht Frankfurt), Mittelstädt (Stuttgart), Raum (RB Leipzig), Rüdiger (Real Madrid) e Tah (Bayer Leverkusen)
Meio-campistas: Andrich (Bayer Leverkusen), Führich (Stuttgart), Gross (Brighton), Gündogan (Barcelona), Kroos (Real Madrid), Musiala (Bayern de Munique), Pavlovic 
(Bayern de Munique) e Wirtz (Bayer Leverkusen)
Atacantes: Beier (Hoffenheim), Füllkrug (Borussia Dortmund), Havertz (Arsenal), Müller (Bayern de Munique) e Undav (Stuttgart)

O Exército de Tartan

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Mctominay comemorando gol diante do Chipre. Foto: REUTERS

A seleção escocesa também chamada pelos fãs de “Exército de Tartan” irá enfrentar os alemães na abertura da Eurocopa 2024, e apesar de não ser a equipe mais forte do grupo e nem uma das favoritas, deve olhar para essa participação na Euro com muito orgulho. Essa será apenas a quarta participação da Escócia no torneio, e em nenhuma das outras três, o time conseguiu avançar à fase de mata-mata.

Os escoceses se classificaram como vice-colocados em seu grupo nas eliminatórias, somente atrás da favorita Espanha, mas ainda assim, o retrospecto recente da equipe não é positivo. Contando com amistosos, foram cinco derrotas e dois empates nas últimas sete partidas.


Um ponto  de destaque da equipe é o técnico Steve Clarke, que está no comando do time desde 2019 e participou da campanha da última Eurocopa. Mas dentro das quatro linhas, um dos destaques é o meio-campista McTominay, e outros dois jogadores, também da Premier League, que merecem atenção são John McGinn, atualmente no Aston Villa, vice-artilheiro da Escócia nas eliminatórias e líder em assistências, e Billy Gilmour, do Brighton. A estrela do grupo é o lateral do Liverpool Andrew Robertson, que pode ajudar muito o elenco com sua experiência, visto que foi capitão da equipe na última Euro.

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Seleção escocesa comemorando a classificação da EURO2020. Foto: Redes Sociais

 Os escoceses convocados foram:
Goleiros: Angus Gunn (Norwich), Zander Clark (Hearts), Craig Gordon (Hearts) e Liam Kelly (Motherwell)
Defensores: Andy Robertson (Liverpool), Kieran Tierney (Real Sociedad, Esp), Jack Hendry (Al Ettifaq, Ara). Ryan Porteous (Watford), Liam Cooper (Leeds United), Scott McKenna (FC Copenhaga, Din), Grant Hanley (Norwich), Greg Taylor (Celtic), John Souttar (Rangers), Anthony Ralston (Celtic) e Ross McCrorie (Bristol City).
Meio-campistas: Callum McGregor (Celtic), Ryan Christie (Bournemouth), Billy Gilmour (Brighton), John McGinn (Aston Villa), Kenny McLean (Norwich), Scott McTominay (Manchester United), Stuart Armstrong (Southampton) e Ryan Jack (Rangers).

Atacantes: Lyndon Dykes (Queen's Park Rangers), Che Adams (Southampton), Lawrence Shankland (Hearts), Ben Doak (Liverpool) e James Forrest (Celtic).


A Cruz Vermelha

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Seleção Suiça comemorando.  Foto: Javier Soriano / AFP

 Além da Alemanha, a outra seleção favorita para se classificar para a fase de mata-mata é a Suíça. Mesmo após uma eliminatória inconsistente, terminando apenas dois  pontos à frente do terceiro colocado em um grupo relativamente fácil, a seleção enfrentou as  equipes da Romênia, Israel, Bielorrússia, Kosovo e Andorra, vencendo quatro confrontos, empatando cinco e perdendo um.

Apesar da qualificatória ruim, a expectativa na equipe comandada pelo técnico Murat Yakin é alta. Nas últimas duas edições, os suíços se classificaram para a segunda fase, sendo em 2021 seu maior triunfo na história, atingindo as quartas de finais após uma partida eletrizante com a campeã mundial da época, a França de Mbappé. Os “Bleus” abriram uma grande vantagem de três a um no final do segundo tempo, entretanto a Cruz Vermelha empatou o jogo no último minuto, levando a prorrogação e eliminando a França nos pênaltis. Fora as últimas duas edições, os jogadores dos Alpes se classificaram para outras três edições, nas quais foram eliminados na fase de grupos.

O modo de jogo de Yakin se assemelha ao Liverpool campeão mundial de 2019, comandado por Jurgen Klopp. A equipe pressiona constantemente a saída de bola adversária, buscando algum erro do adversário para tentar o gol. Os lançamentos longos dos meias para pontas e atacantes também são parecidos com o do clube inglês. Granit Xhaka, meio campista destaque da campanha histórica do Bayer Leverkusen cumpre bem essa função, além de ser o craque do time. 


O meio campo se torna um trio de ferro com a adição de Remo Freuler e Denis Zakaria, unindo a experiência com a juventude. Outro grande trunfo é a defesa consolidada com a dupla de zaga formada por Ricardo Rodriguez do Torino e Manuel Akanji do Manchester City. Entretanto, o grande destaque defensivo e possivelmente de todo o time é Yann Sommer. Destaque na última Euro, o goleiro é um dos melhores do mundo, o titular da equipe italiana Internazionale acumula partidas históricas tanto por clubes como seleção.

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Suiços comemorando o gol de empate contra a França em 2021. Foto: UEFA

A Cruz Vermelha convocou os seguintes jogadores: 
Goleiros: Yann Sommer (Inter de Milão), Yvon Mvogo (Lorient), Gregor Kobel (Borussia Dortmund), Marvin Keller (Winterthur) e Pascal Loretz (Luzern);

Defensores: Ricardo Rodriguez (Torino), Fabian Schar (Newcastle), Manuel Akanji (Manchester City), Nico Elvedi (Borussia Monchengladbach), Silvan Widmer (Mainz 05), Kevin Mbadu (Augsburg), Ulisses Garcia (Olympique de Marselha), Cedric Zesigner (Wolfsburg), Leonidas Stergiou (Stuttgart), Aurele Amenda (Young Boys), Albuan Hajdari (Lugano) e Bryan Okoh (RB Salzburg).

Meio-campistas: Granit Xhaka (Bayer Leverkusen), Xherdan Shaqiri (Chicago Fire), Remo Freuler (Bologna), Denis Zakaria (Monaco), Michel Aebischer (Bologna), Fabian Rieder (Rennes), Uran Bislimi (Lugano), Ardon Jashari (Luzern), Filip Ugrinic (Young Boys) e Vincent Sierro (Toulouse).

Atacantes: Breel Embolo (Monaco), Steven Zuber (AEK), Ruben Vargas (Augsburg), Renato Steffen (Lugano), Noah Okafor (Milan), Zeki Amdouni (Burnley), Andi Zeqiri (Genk), Dan Ndoye (Bologna), Kwadwo Duah (Ludogorets) e Joel Monteiro (Young Boys).

A nova geração se inspira no lendário Time de Ouro Hungáro.
 

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Craque Hungáro, Szoboszlai é a esperança do país. Foto: Laszlo Szirtese / Getty Images

 

A histórica seleção húngara chega para a copa europeia como uma zebra. Após uma ótima eliminatória em um grupo difícil, a Hungria se classificou em primeiro lugar de forma invicta enfrentando a favorita Sérvia, Montenegro, Lituânia e Bulgária.  

Os liderados pelo italiano Marco Rossi esperam uma classificação para a segunda fase. A história Húngara é rica tanto em campeonatos mundiais quanto europeus, na década de 30 e 50 era considerada a seleção mais forte do planeta, neste período chegaram em duas finais de copas do mundo,sendo uma delas contra a Alemanha, mas perderam as duas, tanto em 1938 quanto 1954. O país participou de competições europeias outras quatro vezes, sendo em 1964 sua melhor campanha, atingindo o terceiro lugar. Após o ano de 1972, a equipe ficou até 2016 sem se classificar para o campeonato europeu, entretanto desde sua volta eles se mantiveram, sendo essa edição a terceira seguida. 
 

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"O Time de Ouro” Hungáro em 1953, destaque a Puskas.ao centro na primeira fila. Foto: FIFA


 

A formação escolhida pelo italiano é o 3-4-2-1, consolidando o meio de campo. Os principais jogadores da seleção são do futebol alemão, o goleiro Gulácsi, um dos  melhores na liga em que disputa, atua pelo RB Leipzig junto com o zagueiro Orban de 31 anos que se tornou reserva nesta temporada, entretanto mantém o bom nível. 

Ainda na Bundesliga, o meio campista do Union Berlin, Schafer é destacado pelo seu empenho tanto defensivo como pela sua construção de jogadas, disputou a liga dos campeões da Europa nesta temporada, eliminado na fase de grupos. O grande jogador do país também atuou no RB Leipzig, mas no começo desta temporada se transferiu para o gigante Liverpool, em que se tornou uma das estrelas dos reds, Szoboszlai é o camisa 10 da seleção e a grande esperança para gols e vitórias para seu povo, quem sabe os tempos gloriosos deste país da Europa central voltam? 
Os escolhidos para esta missão foram:
Goleiros: Denes Dibusz (Ferencvaros), Peter Gulacsi (RB Leipzig) e Peter Szappanos (Paks)

Defensores: Botond Balogh (Parma), Endre Botka (Ferencvaros), Marton Dardai (Hertha Berlin), Attila Fiola (Fehervar), Adam Lang (Omonia Nicosia), Willi Orban (RB Leipzig) e Attila Szalai (Freiburg); 

Meio-campistas: Bendeguz Bolla (Servette), Mihaly Kata (MTK Budapeste), Milos Kerkez (Bournemouth), Laszlo Kleinheisler (Hajduk Split), Adam Nagy (Spezia), Zsolt Nagy (Puskas Akademia), Loic Nego (Le Havre), Andras Schafer (Union Berlin) e Callum Styles (Sunderland); 

Atacantes: Martin Adam (Ulsan Hyundai), Kevin Csoboth (Ujpest), Daniel Gazdag (Philadelphia Union), Krisztofer Horvath (Kecskemet), Roland Sallai (Freiburg), Dominik Szoboszlai (Liverpool), e Barnabas Varga (Ferencvaros).