A corrida do último final de semana (9), foi marcada por diversas ultrapassagens, trocas de liderança e abandonos. O Grande Prêmio do Canadá foi o responsável pela volta da hegemonia de Max Verstappen e a superioridade do carro da Red Bull, o que acabou com a esperança dos ferraristas após vitória de Leclerc em Monte Carlo. Seguindo Verstappen, o pódio foi completado por George Russell (Mercedes) e Lando Norris (McLaren).
Durante a largada, a pista já se encontrava molhada e a previsão de chuva forte durante todo o percurso assombrava os pilotos. Russell, que cravou a pole position no sábado, conseguiu largar bem mantendo sua posição nas primeiras voltas. Contudo, a calma foi rapidamente substituída pela disputa entre a McLaren de Norris e a Red Bull de Verstappen. O cenário da liderança não se alterou muito durante as voltas, sendo continuamente disputado pelos três finalistas no pódio.
Os dois carros da Ferrari e as Williams não terminaram a etapa. O primeiro a abandonar, depois de uma batida, foi Logan Sargent, que rendeu um safety car e auxiliou a liderança de Verstappen. Charles Leclerc abandonou por problemas de potência no motor, assim como seu companheiro de equipe Carlos Sainz, o que trouxe decepção aos tifosi.
Sergio Pérez também esteve sob os holofotes nesta semana, após o anúncio de sua renovação com a Red Bull por mais dois anos. Porém, o péssimo desempenho no Canadá — o mexicano rodou sozinho na volta 56 e não conseguiu concluir a corrida — trouxe, novamente, os questionamentos sobre a capacidade e merecimento, em continuar com vaga garantida na equipe que possui um dos carros mais velozes do grid.
Mudanças no campeonato
Verstappen conquistou a sexta vitória da temporada e a sexagésima na carreira. O holandês é o terceiro piloto com mais conquistas em Grande Prêmios, somente atrás de Lewis Hamilton, com 103, e Michael Schumacher, que tem 91. Além disso, o tricampeão disparou no Campeonato de Pilotos, com 56 pontos à frente de Charles Leclerc, o segundo colocado.
A aproximação de Norris, com apenas sete pontos de diferença de Leclerc, anima os torcedores da McLaren. Assim como a presença das duas Alpines na zona de pontuação, com Gasly em nono e Ocon em décimo. Apesar de não terminar com pontos, Kevin Magnussen, da Haas, foi protagonista em várias ultrapassagens e chegou a atingir o sexto lugar durante a corrida, porém, após um pit stop muito demorado, terminou em décimo segundo.
A Fórmula 1 retorna para a décima etapa, no Grande Prêmio da Espanha, no Circuito de Barcelona-Catalunha, que acontecerá entre os dias 21 e 23 de junho.
A seleção Brasileira feminina de vôlei derrotou a seleção da Itália em 3 sets a 2 (26/24, 25/27, 18/25, 25/19 e 15/10), num jogo bastante equilibrado e segue com 100% de aproveitamento na segunda semana de VNL, em Macau (China). O Brasil está lutando pelo primeiro lugar na liga das nações de 2024. A seleção está invicta na competição com sete jogos, sete vitórias, mas a seleção Polonesa está em primeiro lugar porque no balanço geral, perdeu menos sets do que as brasileiras.
Com destaque para Ana Cristina, anotou 22 pontos, sendo três de bloqueio e um de saque. Outro importante nome foi o de Rosamaria, que deixou 19 pontos em quadra. Já do time adversário, Paola Egonu foi a maior pontuadora da partida com 29 pontos, sendo 3 de bloqueio.
O bloqueio do Brasil foi bastante efetivo e funcionou em momentos decisivos. Foram 14 pontos de bloqueio para as duas seleções, mas destaque para Carolana com 6 pontos só neste fundamento. A seleção da itália teve mais erros, totalizando 33 pontos.
Zé Roberto fez uma escalação diferente das partidas anteriores, colocando: Roberta, Rosamaria, Gabi, Ana Cristina, Carol, Thaisa e Nyeme. Mas depois entraram também Macris, Pri Daroit e Tainara.
A Itália, por sua vez, contou com uma distribuição imprecisa da levantadora Orro e contou com Egonu em dia pouco inspirado. Quando a oposta foi acionada nos momentos decisivos do jogo, o bloqueio brasileiro estava bem posicionado e conseguiu parar a jogadora. Mesmo assim, a italiana deixou a quadra como a principal pontuadora da partida com 25 acertos, seguida de Ana Cristina com 22.
COMO FOI O JOGO
O primeiro set foi bem jogado. O Brasil começou acertando mais e com bons bloqueios, abriu vantagem de sete pontos sobre as italianas, a seleção italiana conseguiu recuperar e empatou a partida. Ana Cristina e Gabi cresceram bastante no final da parcial que deu o primeiro set para o Brasil. A seleção italiana, na final da parcial, empatou 24/24, mas com um erro no saque e depois no ataque, para fora, o Brasil fechou o primeiro set.
Já no segundo, as italianas voltaram com sangue nos olhos e só deu Itália no segundo set. O Brasil não fez um bom set, as bolas não estavam virando, o bloqueio não estava funcionando, o time começou a errar bastante. Ana Cristina não pontuou neste segundo set. O destaque ficou para Rosamaria, que fez oito pontos de ataque e um de bloqueio. 27/25 para as europeias.
O terceiro set mostrou bastante erros da equipe brasileira. As italianas logo abriram vantagem contra as brasileiras, que logo conseguiram recuperar a situação que estava 10/6 ficou 12 a 12. Porém, a Itália voltou a comandar o set e fechou a parcial por 25/18. Paola Egonu foi o grande destaque no set, virando todas as bolas, anotando nove pontos. 2 a 1 no placar geral, colocando o Brasil sob pressão para ganhar os próximos dois sets.
O quarto set foi a volta do Brasil para o jogo. A seleção brasileira buscou ponto a ponto a virada do placar geral. Ana Cristina teve um papel fundamental na virada do Brasil, marcando nove pontos no set e aparecendo nos momentos mais difíceis da partida. As brasileiras fecharam o quarto set com 25/19. No tie-break, o equilíbrio entre as duas seleções voltou. Após alguns erros da seleção italiana, e Carolana aparecendo em um momento decisivo no bloqueio, o Brasil abriu uma vantagem de dois pontos que ficou até ao final da partida com a vitória brasileira de 15/10.
A seleção Brasileira volta a quadra no próximo domingo (02), às 5h, para enfrentar a Tailândia, pela última rodada da semana 2 da VNL, em Macau, China.
O Brasil venceu a seleção da Holanda por 3 sets a 1 (25/17, 20/25, 25/20 e 25/18), e continua invicto na Liga das Nações, com seis vitórias em seis jogos. O jogo teve a liderança do Brasil no primeiro set. No segundo, a equipe comandada por José Roberto Guimarães deu uma “apagada”, mas voltou para fechar os dois últimos sets.
A escalação do time foi a mesma da última partida contra o Japão, contando com: Gabi, Diana, Roberta, Ana Cristina, Carol, Rosamaria e Nyeme. Thaisa entrou no momento de instabilidade e ficou até o final da partida.
Ana Cristina foi a melhor em quadra, marcando 19 pontos, sendo 17 de ataque. A capitã do time, Gabi, marcou 15. Outro destaque, foi a entrada da central Thaisa, que anotou 11 pontos, sendo sete de ataque, um saque e três bloqueios.
Como foi o jogo?
No primeiro set, o Brasil dominou o jogo e contou com bastante erros da seleção holandesa, abrindo uma parcial de 7/2. Quando o jogo ficou complicado para as brasileiras, Roberta buscava Rosamaria que colocava a bola no chão. Com o saque de Kisy, a bola voltou de graça pro Brasil, que trabalhou bem a bola e com a largadinha de Ana Cristina, a seleção brasileira abriu uma grande vantagem de 20/13. No set point do Brasil, a ponteira da seleção holandesa, Knollema errou o saque dando o set para o time comandado por José Roberto Guimarães, 25/17.
O Brasil começou bem, marcando o primeiro ponto do set, com uma bola de segunda da Roberta, mas sofreu um apagão no segundo set. Com erros de recepção e ataque, as holandesas abriram 4/2 logo no início da partida. As holandesas comandaram a segunda parcial. Durante o “apagão”, para tentar diminuir a vantagem, Zé Roberto colocou Thaisa, Kisy e Macris, que funcionou, mas a vitória foi das holandesas na segundo etapa, 25/20.
O terceiro set foi mais equilibrado e fez com que o Brasil voltasse mais confiante. Com o bloqueio funcionando e as viradas de bolas, as brasileiras abriram uma boa vantagem ainda na metade da parcial. Para fechar o set, o saque da Ana Cristina entrou, voltando de graça para a seleção que fechou com o ataque da Carol, 25/20.
Já no último set, a seleção verde e amarela saiu na frente desde o começo, não dando chances à Holanda, o time comandado por José Roberto Guimarães fechou o quarto set com 25/18, com bons passes e bloqueios funcionando. Resultado final, Brasil 3 x 1 Holanda.
A seleção Brasileira volta à quadra no próximo sábado (1), às 1h30, para enfrentar a Itália, pela terceira rodada da semana 3 da VNL, em Macau, China.
Começou a segunda semana de Liga das Nações em Macau, China. Brasil e Japão fizeram um jogo com muitos ralis, exigindo bastante paciência das jogadoras da seleção brasileira, que definiu o jogo no quinto set (24/26, 26/24, 19/25, 25/20 e 15/11)
Assim como na primeira semana da VNL, Zé Roberto optou pelas titulares: Gabi, Diana, Roberta, Ana Cristina, Carolana, Rosamaria e Nyeme. Para a inversão 5x1 entram Kisy e Macris.
O grande destaque do jogo foi a jogadora do Japão, Koga anotando 29 pontos. Com destaque para a oposta Rosamaria e a capitã Gabriela, o Brasil segue com a melhor campanha na Liga das Nações. Gabi marcou 24, sendo 3 de saque. Rosamaria virou 18 bolas, fazendo sua melhor partida. Thaisa também teve destaque, marcando 11 pontos na sua estreia nesta VNL.
Como foi o jogo?
O jogo começou com o Brasil marcando o primeiro ponto, mas em seguida levou cinco seguidos dando uma desequilibrada e fazendo com que a seleção ficasse para trás desde o começo.
O Brasil buscou, ponto a ponto, e com Rosamaria virando boas bolas, as meninas empataram com as japonesas, 16/16. A equipe conseguiu ficar na frente, 20/18 e chegou a um set point, mas Nyeme e Roberta erraram os levantamentos e o time adversário acabou fechando o primeiro set. O Japão venceu a primeira etapa por 26/24.
Já no segundo set, o Brasil saiu com vantagem desde o início. Os bloqueios, comandados por Carolana, estavam funcionando, abrindo 6/3. Porém, a equipe do Japão virou em 7/6. E foi assim até o final do set, ponto a ponto. Até que a seleção brasileira deslanchou e abriu quatro pontos de diferença na reta final do jogo. Mas o Japão cresceu nos bloqueios, conseguindo recuperar os quatro pontos. No entanto, o Brasil fechou a parcial em 26/24.
O terceiro set foi marcado por um “apagão” pela seleção. O Brasil parou de virar as bolas, nem os ataques nem as defesas estavam funcionando, e as japonesas abriram 21/12. Diante deste cenário, Zé Roberto trocou quase o time inteiro, para diminuir a vantagem, mas não pode evitar a derrota do terceiro set, 25/19.
O Brasil melhorou no quarto set, com a entrada da central Thaisa, estreia dela nesta VNL. A equipe japonesa chegou a abrir dois pontos, 12/10, mas a seleção reagiu com bons saques e bloqueios e ficou na frente, 14/13. Com Thaisa e Gabi em quadra, o Brasil pegou um bom ritmo e fechou o quarto set com 25/20, levando o jogo para o tie-break.
O tie-break teve o Brasil abrindo vantagem no início da set, 4/1. A seleção conseguiu manter a vantagem até o final da partida. Nesta última parcial, o grande destaque foi para a Thaisa, no bloqueio e a capitã da seleção, Gabi, indo super bem nas defesas e dando a vitória ao Brasil por 15/11.
A seleção Brasileira volta a quadra na próxima quinta-feira (30), para enfrentar os Países Baixos, pela segunda rodada da semana 2 da VNL, em Macau, China.
As Águias em reconstrução
A Eurocopa de 2024 terá seu início no dia 14/06, com o confronto entre a anfitriã, Alemanha, e a Escócia. Por ser a dona da casa, a seleção alemã não precisou jogar as eliminatórias da UEFA para poder participar da competição, e foi classificada de forma automática.
A Alemanha é o país com mais tradição na história do torneio e a nação com mais participações, somando 14, ao total, contando com a atual edição. Além disso, é a maior campeã empatada com a Espanha, tendo conquistado três títulos, o primeiro em 1972, o segundo em 1980 e o último, em 1996.
O Período após a Copa de 2022 da seleção alemã é bastante conturbado. Mesmo sendo eliminado na fase de grupos, Hans Flick continuou no cargo de treinador, mas depois de ser goleado para o Japão em setembro de 2023, acabou deixando o posto para que Julian Nagelsmann assumisse o cargo. A nova era das Águias terá seu primeiro grande desafio em casa nessa Eurocopa, e chega para a competição com um retrospecto de três vitórias, dois empates e duas derrotas em sete jogos, desde que houve a troca nos cargos técnicos. Vale destacar que duas dessas vitórias foram contra a Holanda e a França.
Usando como base a escalação mais usada em 2024, e que venceu as partidas contra outras potências europeias, nota-se que Nagelsmann mescla bastante jovens jogadores com experientes na equipe titular. Prova disso é o meio-campo, os titulares na maioria dos amistosos desse ano nesse setor foram Toni Kroos e Gundogan, jogadores de idade mais avançada e com bastante rodagem na elite do futebol mundial, junto de Florian Wirtz e Musiala, estrelas em ascensão. A expectativa para esse time na Euro, é que eles consigam ir longe no mata-mata, como normalmente acontece, visto a tradição que a equipe tem na competição, mas ainda assim é importante lembrar que ainda é um elenco em reformulação com um técnico também muito novo e inexperiente.
Os convocados para este desafio são:
Goleiros: Baumann (Hoffenheim), Leno (Fulham), Neuer (Bayern de Munique) e Ter Stegen (Barcelona)
Defensores: Anton (Stuttgart), Beste (Heidenheim), Henrichs (RB Leipzig), Kimmich (Bayern de Munique), Koch (Eintracht Frankfurt), Mittelstädt (Stuttgart), Raum (RB Leipzig), Rüdiger (Real Madrid) e Tah (Bayer Leverkusen)
Meio-campistas: Andrich (Bayer Leverkusen), Führich (Stuttgart), Gross (Brighton), Gündogan (Barcelona), Kroos (Real Madrid), Musiala (Bayern de Munique), Pavlovic (Bayern de Munique) e Wirtz (Bayer Leverkusen)
Atacantes: Beier (Hoffenheim), Füllkrug (Borussia Dortmund), Havertz (Arsenal), Müller (Bayern de Munique) e Undav (Stuttgart)
O Exército de Tartan
A seleção escocesa também chamada pelos fãs de “Exército de Tartan” irá enfrentar os alemães na abertura da Eurocopa 2024, e apesar de não ser a equipe mais forte do grupo e nem uma das favoritas, deve olhar para essa participação na Euro com muito orgulho. Essa será apenas a quarta participação da Escócia no torneio, e em nenhuma das outras três, o time conseguiu avançar à fase de mata-mata.
Os escoceses se classificaram como vice-colocados em seu grupo nas eliminatórias, somente atrás da favorita Espanha, mas ainda assim, o retrospecto recente da equipe não é positivo. Contando com amistosos, foram cinco derrotas e dois empates nas últimas sete partidas.
Um ponto de destaque da equipe é o técnico Steve Clarke, que está no comando do time desde 2019 e participou da campanha da última Eurocopa. Mas dentro das quatro linhas, um dos destaques é o meio-campista McTominay, e outros dois jogadores, também da Premier League, que merecem atenção são John McGinn, atualmente no Aston Villa, vice-artilheiro da Escócia nas eliminatórias e líder em assistências, e Billy Gilmour, do Brighton. A estrela do grupo é o lateral do Liverpool Andrew Robertson, que pode ajudar muito o elenco com sua experiência, visto que foi capitão da equipe na última Euro.
Os escoceses convocados foram:
Goleiros: Angus Gunn (Norwich), Zander Clark (Hearts), Craig Gordon (Hearts) e Liam Kelly (Motherwell)
Defensores: Andy Robertson (Liverpool), Kieran Tierney (Real Sociedad, Esp), Jack Hendry (Al Ettifaq, Ara). Ryan Porteous (Watford), Liam Cooper (Leeds United), Scott McKenna (FC Copenhaga, Din), Grant Hanley (Norwich), Greg Taylor (Celtic), John Souttar (Rangers), Anthony Ralston (Celtic) e Ross McCrorie (Bristol City).
Meio-campistas: Callum McGregor (Celtic), Ryan Christie (Bournemouth), Billy Gilmour (Brighton), John McGinn (Aston Villa), Kenny McLean (Norwich), Scott McTominay (Manchester United), Stuart Armstrong (Southampton) e Ryan Jack (Rangers).
Atacantes: Lyndon Dykes (Queen's Park Rangers), Che Adams (Southampton), Lawrence Shankland (Hearts), Ben Doak (Liverpool) e James Forrest (Celtic).
A Cruz Vermelha
Além da Alemanha, a outra seleção favorita para se classificar para a fase de mata-mata é a Suíça. Mesmo após uma eliminatória inconsistente, terminando apenas dois pontos à frente do terceiro colocado em um grupo relativamente fácil, a seleção enfrentou as equipes da Romênia, Israel, Bielorrússia, Kosovo e Andorra, vencendo quatro confrontos, empatando cinco e perdendo um.
Apesar da qualificatória ruim, a expectativa na equipe comandada pelo técnico Murat Yakin é alta. Nas últimas duas edições, os suíços se classificaram para a segunda fase, sendo em 2021 seu maior triunfo na história, atingindo as quartas de finais após uma partida eletrizante com a campeã mundial da época, a França de Mbappé. Os “Bleus” abriram uma grande vantagem de três a um no final do segundo tempo, entretanto a Cruz Vermelha empatou o jogo no último minuto, levando a prorrogação e eliminando a França nos pênaltis. Fora as últimas duas edições, os jogadores dos Alpes se classificaram para outras três edições, nas quais foram eliminados na fase de grupos.
O modo de jogo de Yakin se assemelha ao Liverpool campeão mundial de 2019, comandado por Jurgen Klopp. A equipe pressiona constantemente a saída de bola adversária, buscando algum erro do adversário para tentar o gol. Os lançamentos longos dos meias para pontas e atacantes também são parecidos com o do clube inglês. Granit Xhaka, meio campista destaque da campanha histórica do Bayer Leverkusen cumpre bem essa função, além de ser o craque do time.
O meio campo se torna um trio de ferro com a adição de Remo Freuler e Denis Zakaria, unindo a experiência com a juventude. Outro grande trunfo é a defesa consolidada com a dupla de zaga formada por Ricardo Rodriguez do Torino e Manuel Akanji do Manchester City. Entretanto, o grande destaque defensivo e possivelmente de todo o time é Yann Sommer. Destaque na última Euro, o goleiro é um dos melhores do mundo, o titular da equipe italiana Internazionale acumula partidas históricas tanto por clubes como seleção.
A Cruz Vermelha convocou os seguintes jogadores:
Goleiros: Yann Sommer (Inter de Milão), Yvon Mvogo (Lorient), Gregor Kobel (Borussia Dortmund), Marvin Keller (Winterthur) e Pascal Loretz (Luzern);
Defensores: Ricardo Rodriguez (Torino), Fabian Schar (Newcastle), Manuel Akanji (Manchester City), Nico Elvedi (Borussia Monchengladbach), Silvan Widmer (Mainz 05), Kevin Mbadu (Augsburg), Ulisses Garcia (Olympique de Marselha), Cedric Zesigner (Wolfsburg), Leonidas Stergiou (Stuttgart), Aurele Amenda (Young Boys), Albuan Hajdari (Lugano) e Bryan Okoh (RB Salzburg).
Meio-campistas: Granit Xhaka (Bayer Leverkusen), Xherdan Shaqiri (Chicago Fire), Remo Freuler (Bologna), Denis Zakaria (Monaco), Michel Aebischer (Bologna), Fabian Rieder (Rennes), Uran Bislimi (Lugano), Ardon Jashari (Luzern), Filip Ugrinic (Young Boys) e Vincent Sierro (Toulouse).
Atacantes: Breel Embolo (Monaco), Steven Zuber (AEK), Ruben Vargas (Augsburg), Renato Steffen (Lugano), Noah Okafor (Milan), Zeki Amdouni (Burnley), Andi Zeqiri (Genk), Dan Ndoye (Bologna), Kwadwo Duah (Ludogorets) e Joel Monteiro (Young Boys).
A nova geração se inspira no lendário Time de Ouro Hungáro.
A histórica seleção húngara chega para a copa europeia como uma zebra. Após uma ótima eliminatória em um grupo difícil, a Hungria se classificou em primeiro lugar de forma invicta enfrentando a favorita Sérvia, Montenegro, Lituânia e Bulgária.
Os liderados pelo italiano Marco Rossi esperam uma classificação para a segunda fase. A história Húngara é rica tanto em campeonatos mundiais quanto europeus, na década de 30 e 50 era considerada a seleção mais forte do planeta, neste período chegaram em duas finais de copas do mundo,sendo uma delas contra a Alemanha, mas perderam as duas, tanto em 1938 quanto 1954. O país participou de competições europeias outras quatro vezes, sendo em 1964 sua melhor campanha, atingindo o terceiro lugar. Após o ano de 1972, a equipe ficou até 2016 sem se classificar para o campeonato europeu, entretanto desde sua volta eles se mantiveram, sendo essa edição a terceira seguida.
A formação escolhida pelo italiano é o 3-4-2-1, consolidando o meio de campo. Os principais jogadores da seleção são do futebol alemão, o goleiro Gulácsi, um dos melhores na liga em que disputa, atua pelo RB Leipzig junto com o zagueiro Orban de 31 anos que se tornou reserva nesta temporada, entretanto mantém o bom nível.
Ainda na Bundesliga, o meio campista do Union Berlin, Schafer é destacado pelo seu empenho tanto defensivo como pela sua construção de jogadas, disputou a liga dos campeões da Europa nesta temporada, eliminado na fase de grupos. O grande jogador do país também atuou no RB Leipzig, mas no começo desta temporada se transferiu para o gigante Liverpool, em que se tornou uma das estrelas dos reds, Szoboszlai é o camisa 10 da seleção e a grande esperança para gols e vitórias para seu povo, quem sabe os tempos gloriosos deste país da Europa central voltam?
Os escolhidos para esta missão foram:
Goleiros: Denes Dibusz (Ferencvaros), Peter Gulacsi (RB Leipzig) e Peter Szappanos (Paks)
Defensores: Botond Balogh (Parma), Endre Botka (Ferencvaros), Marton Dardai (Hertha Berlin), Attila Fiola (Fehervar), Adam Lang (Omonia Nicosia), Willi Orban (RB Leipzig) e Attila Szalai (Freiburg);
Meio-campistas: Bendeguz Bolla (Servette), Mihaly Kata (MTK Budapeste), Milos Kerkez (Bournemouth), Laszlo Kleinheisler (Hajduk Split), Adam Nagy (Spezia), Zsolt Nagy (Puskas Akademia), Loic Nego (Le Havre), Andras Schafer (Union Berlin) e Callum Styles (Sunderland);
Atacantes: Martin Adam (Ulsan Hyundai), Kevin Csoboth (Ujpest), Daniel Gazdag (Philadelphia Union), Krisztofer Horvath (Kecskemet), Roland Sallai (Freiburg), Dominik Szoboszlai (Liverpool), e Barnabas Varga (Ferencvaros).