No domingo (16), as seleções da Inglaterra e Sérvia se enfrentaram na Arena Schalke, em Gelsenkirchen, na Alemanha, pela primeira rodada da Eurocopa. As duas equipes tiveram grandes defesas e diversas oportunidades de marcar gol, mas apenas Jude Bellingham conseguiu esse feito. O time inglês venceu por 1 a 0, ficando como líder em seu grupo da competição.
O primeiro gol da partida veio nos primeiros minutos: após um cruzamento de Saka, desviado pelo pé de um dos jogadores da Sérvia, Bellingham apareceu para cabecear, e marcou seu primeiro gol na competição, aos 13 minutos.
Ao longo da primeira etapa, os sérvios sofreram bastante pressão do time inglês, chegando perto do empate apenas aos 19 minutos com um chute perigoso, mas falho, de Mitrovic no gol adversário. A Inglaterra, apesar de continuar ofensiva, não criou oportunidades reais de gol. Com um chute de dentro da área de Walker, aos 24 minutos, e uma cobrança de falta bloqueada de Alexander-Arnold, aos 29, o placar se manteve o mesmo: 1 a 0 para os Three Lions.
Após o intervalo, a Sérvia igualou a posse de bola da Inglaterra. As duas equipes disputaram passes e chutes ao gol, criando mais oportunidades entre os jogadores. Aos 12 minutos, um chute de Alexander-Arnold fora da área foi defendido pelo goleiro rival, Predrag Rajković. Harry Kane também tentou aumentar o placar aos 31, com um lance parecido com o do primeiro gol, mas que também foi defendido por Rajković.
Do outro lado, as tentativas também não foram poucas. Aos 36 minutos, Vlahovic chutou a bola de fora da área, um lance perigoso defendido pelo goleiro inglês, Jordan Pickford. Em uma cobrança de escanteio, outra tentativa de fora da área do time sérvio, pelo jogador Birmancevic, que foi defendida por Harry Kane. Para finalizar, o jogador Sergej Milinkovic-Savic tentou igualar o jogo mais uma vez, aos 43, mas falhou e o placar permaneceu o mesmo do primeiro tempo: 1 a 0 para a Inglaterra.
Os próximos jogos das equipes pela segunda rodada da Euro acontecem na quinta (20) às 10h e às 13h. A Sérvia enfrenta a Eslovênia, abrindo os confrontos do dia, e a Inglaterra encara a Dinamarca.
Na madrugada desta segunda-feira (18), a seleção brasileira de vôlei estreou, com vitória, a terceira e última rodada de grupos da Liga das Nações de Vôlei nas quadras de Manila, nas Filipinas. O jogo terminou com as parciais de 24 x 26, 25 x 23, 31 x 29 e 25 x 20.
Nimir, jogador holândes, foi o maior pontuador da partida, com 38 acertos, assumindo a liderança do ranking de pontuadores da competição. Darlan foi o destaque do Brasil, com 26 pontos.
Essa foi a 6°, de nove vitórias do Brasil que continua na zona de classificação para a fase final da VNL. Ainda irão acontecer mais 3 jogos antes da definição dos finalistas.
Como foi o jogo?
Durante o primeiro set, a seleção brasileira demorou para entrar no ritmo, mas depois, conseguiu se manter equilibrada. Flávio marcou 5 pontos e Lucão 4, enquanto do lado holandês Nimir marcou 11 só na primeira parcial. A seleção da Holanda fechou o set com 26 pontos, contra os 24 dos brasileiros.
No segundo set, o oposto Darlan brilhou nas quadras, marcou 10 pontos durante o jogo, o que levantou o astral de toda a seleção. Nimir não ficou muito atrás e marcou 7 pontos, mas não foram suficientes. A seleção brasileira começou a virar o jogo, Lucão marcou o ponto que levou o set, 25 x 23.
O terceiro set foi marcado por muitos erros de saque da seleção holandesa, no total, foram 10 durante o jogo. Mesmo com problemas, o jogo permaneceu equilibrado, Nimir marcou 12 pontos. O jogo se estendeu até os 31 pontos brasileiros, contra os 29 dos rivais. Flávio fechou o set com um ponto de bloqueio.
A desconcentração holandesa se arrastou até o último set. O Brasil aproveitou a situação para abrir vantagem na partida. Darlan foi o maior pontuador, marcando 7 pontos, após isso, o técnico Bernardinho substituiu o jogador por seu irmão Alan, que manteve o ritmo forte. O Brasil terminou o jogo 25 x 20, levando o time um passo mais próximo das finais.
O Brasil volta às quadras filipinas quinta-feira, dia 20, às 8:00 - horário de brasília - contra a seleção dos Estados Unidos.
Na sexta-feira, dia 7, a seleção brasileira masculina de vôlei perdeu de 3 x 2 contra a Eslovênia no penúltimo jogo da segunda rodada da VNL em Fukuoka, Japão. Comandados por Bernardinho, e ainda sem o levantador Bruninho, o jogo terminou com parciais de 27 x 25, 23 x 25, 26 x 24, 21 x 25 e 15 x 12.
A seleção europeia é a única invicta da competição. São seis jogos e seis vitórias. O Brasil, que já está classificado para as Olimpíadas de Paris, sofre a terceira derrota.
Adriano foi o melhor pontuador brasileiro no jogo, com 21 pontos, mas o esloveno Toncek Stern liderou a partida, marcando impressionantes 29, sendo 26 de ataque, dois de bloqueio e um de saque. Lucarelli fez outros 17 para o Brasil.
Como foi o jogo?
Logo no primeiro set, a seleção eslovena apresentou saques potentes e Stern já começou a marcar os primeiros de muitos pontos da partida, chegaram a abrir 4 pontos. Em seguida, o Brasil, com excelente atuação de Lucarelli e bons saques de Adriano, chegou a fazer 24 a 21 e ter três set points, mas não perdeu a oportunidade. A Eslovênia se recuperou e fechou o set em 27 a 25.
No segundo set, o Brasil voltou mais atento. Adriano passou a virar praticamente todas as bolas e se tornou o maior pontuador brasileiro na parcial com seis pontos. O levantador Cachopa com uma boa marcação de bloqueio e Darlan também foram fundamentais na vitória brasileira em 25 x 23.
No terceiro set, a Eslovênia entrou muito bem, com atuações marcantes dos eslovenos Stern e Urnaut. A equipe rival chegou a abrir 3 pontos já no final da partida, quando Bernardinho colocou Lukas Bergmann. O ponteiro entrou sacando muito bem e conseguiu virar o jogo e chegou a fazer 24 x 22, o Brasil ainda teve duas possibilidades de fechar o set quando a Eslovênia se recompôs. Os eslovenos marcaram 4 pontos seguidos e fecharam o set por 26 x 24.
O quarto set foi marcado mais uma vez por uma excelente atuação de Adriano e Lucarelli, que foram os principais pontuadores e ajudaram a levar o Brasil à vitória por 25 a 21. Já no tie-break, a dupla Stern e Urnaut voltou a ser extremamente decisiva, trabalhando com o saque forçado marcaram, respectivamente, 5 e 4 pontos, os eslovenos foram fundamentais para a vitória por 15 a 12.
A seleção brasileira volta para as quadras dia 8 de junho às 3:30 contra a Polônia para o último jogo em terras japonesas.
Entre os dias 12 de junho e 4 de julho de 2004, foi Portugal que sediou a 12° edição da Eurocopa. Para organizar o que era considerado o terceiro maior evento esportivo do mundo, o país construiu 6 novos estádios e renovou outros 4. Cerca de um milhão de turistas visitaram o país neste período, juntos com mais de 2.000 voluntários e 10.000 jornalistas de todo o mundo. A Euro de 2004 teve como mascote um boneco simpático chamado Kinas.
A edição ficou marcada por alguns acontecimentos históricos. Como foi a primeira vez que Portugal recebeu um evento de tamanha magnitude, os lusitanos queriam fazer bonito frente a sua torcida, e contrataram Luís Felipe Scolari para comandar a seleção. Felipão chegava como atual campeão da copa do mundo, já que tinha levado o Brasil ao pentacampeonato em 2002.
Foi também a estreia de Cristiano Ronaldo pela seleção portuguesa em uma competição oficial. Com apenas 19 anos, o futuro maior artilheiro por seleções marcou só dois gols na competição (incluindo o gol de honra na derrota para Grécia, no primeiro jogo da Euro), mas foi um dos destaques do torneio como jovem promessa ao lado de Wayne Rooney, da Inglaterra. O grande nome de Portugal na época era Luís Figo, vencedor da Bola de Ouro no ano 2000.
Falando na Grécia, a surpreendente seleção liderada por Angelos Charisteas e Theodoros Zagorakis foi quem levantou a taça. A equipe não estava entre as favoritas e conseguiu superar todas as expectativas, sendo considerada uma das maiores zebras da história moderna do futebol. Foram quatro vitórias, um empate e uma derrota na competição. Outra que também ao ir longe foi a República Tcheca do mago Pavel Nedved e do atacante Milan Baros, que terminou em terceiro no ranking geral da competição.
A edição também foi marcada pela queda precoce de algumas seleções que eram consideradas favoritas ou tinham mais renome para ganhar o título. A forte Itália de Totti e Buffon foi eliminada ainda na fase de grupos de forma frustrante para Suécia e Dinamarca, enquanto que a Alemanha de Ballack e Klose (vice-campeã da copa de 2002) caiu também sem vencer nenhum jogo em seu grupo, com dois empates. Já a França de Zidane e Henry e a Inglaterra de Beckham, Rooney e Lampard tiveram resultados mais dignos e só pararam nas quartas de final, mas ainda de forma chocante. Os ingleses caíram nos pênaltis para Portugal, mesmo tendo um elenco mais forte, e os franceses para a Grécia.
A única que teve de fato uma campanha de destaque foi a Holanda do artilheiro Van Nistelrooy.
Preparação para a Euro
Antes de 2004, a seleção grega só tinha participado apenas de uma Eurocopa, em 1980, e de uma Copa do Mundo, em 1994, e em ambas fez campanhas sem nenhum destaque. Quando o assunto era clubes, o único que havia conseguido um feito notável fora de terras gregas era o Panathinaikos, que em 1971 disputou uma final de Liga dos Campeões da UEFA, mas perdeu para o sublime Ajax de Johan Cruyff e Rinus Michels.
Sem brilho algum, a Federação Helênica de Futebol decidiu tentar mudar sua história ao contratar, em 2001, o técnico alemão Otto Rehhagel, que venceu a disputa contra outros pretendentes ao cargo como Marco Tardelli, Nevio Scala, Javier Clemente e Terry Venables.
O trabalho de Renhagel, porém, não teve bons resultados no início e a equipe não conseguiu se classificar para a Copa do Mundo de 2002. Apesar de sua contratação ter sido efetivada perto do final das Eliminatórias, a Grécia foi goleada pela Finlândia por 5 a 1 e viu qualquer chance de classificação ir embora.
A decepção de ficar fora da Copa fez com que Otto percebesse a necessidade de modificar algumas características da equipe grega para que os resultados fossem conquistados. Uma das primeiras mudanças foi a forma reativa de atuar. O treinador decidiu que o time deveria jogar defensivamente, aproveitando o erro dos adversários.
Com esta maneira de jogar não tão bonita, mas eficiente, o desempenho começou a render frutos já nos amistosos e nas Eliminatórias da Euro. Embora os dois primeiros resultados tenham sido negativos, a Grécia conseguiu se recuperar diante da Armênia e iniciou um caminho incrível de vitórias e boas atuações.
Já em 2003, a equipe não tomou conhecimento de seus adversários no grupo das Eliminatórias e se classificou em primeiro lugar, garantindo a vaga direta na fase de grupos da Euro 2004.
Eurocopa - Fase de Grupos
Com o início da competição, os grupos foram divididos e a Grécia teve como adversários no pote A Rússia, Espanha e a equipe anfitriã, Portugal . O caminho não era fácil para nenhum dos times e a disputa foi intensa. A primeira surpresa aconteceu logo na estreia e o resultado já era um indício do que viria a acontecer.
Como dito antes, Portugal e Grécia foram as responsáveis por atuar no primeiro jogo da Euro. No estádio do Dragão, em Porto, a equipe azul e branca decidiu surpreender e venceu por 2 a 1 no placar. O confronto seguinte foi contra a Espanha e o resultado terminou empatado em 1 a 1.
Na última partida da fase de grupos, a Grécia foi surpreendida e derrotada pelos russos pelo placar de 2 a 1. No entanto, o gol de Vryzas garantiu que a equipe terminasse em segundo lugar no grupo, por conta dos gols marcados, mandando a Espanha para casa. Graças a isso, Portugal e Grécia se classificaram para a próxima fase.
Quartas e Semifinal
Demonstrando grande confiança nos resultados alcançados até o momento, a Grécia se preparou para enfrentar a França, atual campeã da Euro e do mundo em 98, nas quartas de final. Quando a bola rolou, os gregos mostraram a aplicação que tanto seu técnico frisava treino após treino, bem como a segurança no meio de campo e na defesa. Os principais lances de perigo do primeiro tempo foram da Grécia, que assustou com Nikolaidis, Katsouranis e Fyssas.
A França tentou responder, mas o goleiro Nikopolidis se mostrou impecável em sua meta, bem como o miolo de zaga formado por Dellas e Kapsis. E com um gol de cabeça marcado aos 19 minutos do segundo tempo pelo craque do time Charisteas, que aparecerá em mais um momento importante da trajetória grega, os gregos eliminaram os franceses que estavam invictos a 22 jogos.
O adversário na semifinal foi a República Tcheca, que também surpreendeu os torcedores do esporte, chegando até a etapa com 100% de aproveitamento em quatro jogos. A partida entre as equipes foi estendida para a prorrogação graças à atuação de Nikopolidis, goleiro grego que jogou perfeitamente no duelo.
O torneio tinha uma regra chamada “gol de prata”, que concedia a vitória ao time que vencesse o primeiro tempo da prorrogação. Com isso, o zagueiro Dellas marcou o gol da Grécia a dois segundos do fim e garantiu a histórica classificação do time na grande final da Euro.
A Final
Curiosamente, quis o destino que as equipes que protagonizaram a estreia da competição se reencontrassem na grande decisão da Euro. Desta vez, a partida foi disputada no estádio da Luz, em Lisboa, e o país parou para acompanhar a possibilidade de Portugal ser campeão em sua casa.
Enquanto isso, a Grécia lutava para conquistar o maior feito da história do país em termos de esportes coletivos, já que não possuía nenhuma tradição dentro do futebol. Os lusitanos chegaram confiantes e como favoritos, afinal tinham passado pela Inglaterra nas quartas e pela Holanda nas semis, além de terem o apoio local da torcida.
A partida começou com muito estudo entre as equipes e Portugal contou com os talentos de Figo e Cristiano Ronaldo para vingar a derrota no início do torneio. A Grécia, por sua vez, apostou no estilo defensivo e esperou a oportunidade para aniquilar o adversário. E foi exatamente isso que aconteceu. Mais uma vez, o goleiro Nikopolidis teve uma atuação soberba ao longo dos 90 minutos e viu sua equipe abrir o placar aos 12 minutos do segundo tempo.
O gol que sacramentou o título foi marcado por Charisteas, autor do gol salvador nas quartas de final contra a França, e novamente de cabeça. Depois de sofrer o gol, Portugal tentou de todas as formas o empate, mas as estratégias defensivas da seleção grega funcionaram e após o apito final criou-se a primeira página gloriosa da história da seleção grega.
O título europeu mexeu para sempre com o futebol grego. Antes reserva, o uniforme branco, amuleto na final contra Portugal, virou a vestimenta titular da equipe, e Otto Rehhagel se tornou o primeiro estrangeiro a ser condecorado com o prêmio “Grego do Ano”. Muitos acreditavam na classificação da equipe para a Copa do Mundo de 2006, mas a ressaca tomou conta do elenco, que não conseguiu a vaga.
Nos anos seguintes, a intensidade do esquadrão grego diminuiu, a Euro não foi reconquistada em 2008 (na ascensão da Imortal Espanha campeã do mundo). A equipe até se classificou para a Copa de 2010, mas não passou da fase de grupos – embora tenha vencido seu primeiro jogo em Mundiais, 2 a 1 sobre a Nigéria. Rehhagel deixou o cargo em 2010 e os gregos nunca mais conseguiram o mesmo protagonismo de 2004.
Em 2014, a equipe até se classificou para as oitavas de final da Copa do Mundo, mas caiu nos pênaltis diante da grande zebra daquele torneio, a Costa Rica, que fez a Grécia provar do próprio “veneno” ao aplicar o defensivismo em grande parte de um jogo decidido apenas nos pênaltis.
Desde então, os gregos esperam que uma nova geração volte a levar o país a uma glória tão incrível como a Euro de 2004. Enquanto isso não acontece, fica a história mitológica de tempos em que a Grécia teve uma seleção de futebol que derrotou titãs e conquistou o que pode ser o Olimpo do futebol europeu. Sendo esta a maior zebra da história das competições europeias.
Em partida válida pela primeira rodada do grupo D da Eurocopa, França e Áustria se enfrentaram nesta segunda (17), na Esprit Arena em Dusseldorf. A partida foi vencida pela seleção francesa pelo placar mínimo de 1 a 0, com um gol contra do zagueiro Wober.
A partida foi contra o que os prognósticos apontavam, e a França teve muita dificuldade para conseguir essa vitória. Desde o primeiro minuto, os austríacos pressionaram a saída de bola, incomodando o setor de criação de jogadas da seleção francesa. Apesar disso, os franceses conseguiram eventuais escapadas com suas alas, Ousmane Dembele pela direita e Theo Hernandez pela esquerda, jogadores que desafogaram muito a pressão exercida pela Áustria.
O primeiro tempo foi um pouco morno diante da proposta apresentada pelo dois times, porém aos 33 minutos, em um contra-ataque, Marcel Sabitzer deixou Christoph Baumgartner na cara do gol, mas o atacante austriaco parou na grande defesa do goleiro Mike Maignan. Dois minutos depois, Mbappe fez grande jogada na ponta-direita e cruzou para o meio da área, e o zagueiro Maximilian Wöber cabeceou a bola contra a sua meta, marcando o único gol da partida.
No segundo tempo, a França controlou o jogo e a Áustria parecia não ter mais o mesmo ímpeto da etapa inicial, nem o poder ofensivo necessário para superar o sistema defensivo adversário. Apesar dos três pontos garantidos, a seleção da França, considerada como uma das favoritas a vencer essa edição da Euro, deixou muitos questionamentos, enquanto a Áustria surpreendeu com um bom desempenho e promete brigar por pontos no grupo para se classificar para a fase mata-mata.
A notícia ruim para a seleção francesa ficar por conta de uma fratura no nariz da sua estrela Kylian Mbappe, que deve perder a próxima partida.
As duas seleções voltam a campo na próxima sexta-feira (21). A Áustria irá encarar a Polônia, às 13h, no Estádio Olímpico. Enquanto a França enfrentará a Holanda , às 16h, na Red Bull Arena Leipzig pela liderança do grupo