No último sábado (23), o México enfrentou a Jamaica pelo Grupo B da Copa América no estádio NRG Stadium, em Houston (Texas), e saiu vitorioso pelo placar de 1 a 0. A seleção dominou a maior parte da posse de bola durante a partida, porém foi pouco criativa, e permitiu que a equipe jamaicana tivesse oportunidades de empatar.
O jogo começou com o México dominando as ações. Já aos 3 minutos, o volante Luis Chávez pegou uma sobra centralizada na área e bateu de canhota no canto do goleiro Jahmali Waite, que defendeu.
A equipe jamaicana melhorou após a pressão inicial da equipe mexicana, apostando principalmente na velocidade dos seus pontas, até que aos 20 minutos, o meia Bobby De Cordova-Reid cobrou uma falta no centro da pequena área, e o atacante Shamar Nicholson desviou de cabeça à direita do goleiro Julio González, saindo pela linha de fundo.
Após esses lances de perigo da Jamaica, o México manteve a maior posse de bola, mas demonstrou pouca criatividade na construção das jogadas. A chance mais clara da seleção mexicana ocorreu aos 46 minutos. Já nos acréscimos, Quiñones fez um passe para o meia Chávez na área. O camisa 24 ajeitou a bola para Luis Romo, que bateu de chapa e acertou a trave esquerda do goleiro Waite.
O primeiro tempo terminou sem gols. A equipe mexicana começou a partida melhor, dominando a posse de bola, mas não conseguiu criar chances claras para balançar a rede. Isso permitiu que os jamaicanos se lançassem ao ataque, embora também não tivessem sucesso na conclusão das jogadas.

Na segunda etapa, a seleção da Jamaica voltou mais ligada. Logo no primeiro lance, o meio-campista Kasey Palmer finalizou no miolo da área, e González defendeu batendo roupa; Montes afastou para escanteio.
Aproveitando o embalo dos jamaicanos, que continuaram pressionando, o ala direito Dexter Lembikisa pegou uma sobra no corredor direito, e cruzou com maestria na pequena área. O experiente atacante Michail Antonio, em boa posição, cabeceou para o fundo do gol, abrindo o placar. Contudo, o VAR foi acionado e, após rápida análise, o gol foi anulado devido a posição irregular do atacante.
Após o gol anulado, o jogo se tornou mais movimentado, com ambas as equipes buscando o ataque para criar oportunidades de marcar. Aos 15 minutos, o mexicano Julian recebeu em velocidade pelo lado esquerdo da área, disparou um chute de pé direito, mas o arremate passou por cima da meta com muito perigo, assustando a defesa jamaicana.
Após o lance, o México começou a dominar a partida, até que aos 25 minutos, Luis Romo dominou na meia-lua e ajeitou para o lateral esquerdo Gerardo Arteaga, que bateu de primeira com a canhota e mandou no canto superior do arqueiro jamaicano, que desta vez não conseguiu defender, e abriu o placar no jogo.

Depois do gol, os mexicanos conseguiram controlar a bola, e impediram as investidas da seleção jamaicana, que demonstrou cansaço. Isso obrigou o técnico Heimir Hallgrímsson a fazer substituições que não surtiram efeito.
Apesar disso, a Jamaica tentou uma pressão final para igualar o placar aos 46 minutos. Dexter Lembikisa chutou de longe no canto esquerdo de González, e o goleiro se esticou todo e espalmou para escanteio. No entanto, a partida terminou 1 a 0. Apesar do México ter controlado a maior parte do jogo, teve dificuldades na criação e permitiu que os jamaicanos tivessem chances de empatar.
O México volta a campo na próxima quarta-feira (26), às 22h (horário de Brasília) no SoFi Stadium, em Inglewood (Los Angeles), diante da Venezuela, pela segunda rodada da fase de grupos. No mesmo dia a Jamaica joga contra o Equador, ás 19h, no Allegiant Stadium em Las Vegas.
No último sábado (22), Equador e Venezuela se enfrentaram pela primeira rodada do grupo B da Copa América, no Levi's Stadium, em Santa Clara. A seleção venezuelana saiu com os três pontos, vencendo de virada por 2 a 1, após a expulsão do experiente atacante do Internacional Enner Valencia.
A partida começou com o Equador com mais posse de bola, atacando principalmente pelas laterais do campo. Aos 11 minutos, o atacante John Yeboah finalizou com desvio e o goleiro Rafael Romo defendeu em dois tempos. A seleção da Venezuela tentava sair pelo meio, mas estava sendo impedida pela defesa equatoriana.
Aos 17 minutos, o meia-atacante Kendry Páez finalizou à queima-roupa, mas Romo fez uma bela defesa. No rebote, o atacante Enner Valencia recebeu cartão amarelo por dar uma solada no volante José Martínez, que precisou de atendimento médico. Após revisão no VAR, o árbitro Wilmar Roldán mudou o cartão para vermelho aos 21 minutos, expulsando o jogador.
Por conta da expulsão, a equipe do Equador se fechou, e a Venezuela aumentou seu volume de jogo. A partida ficou mais truncada e com bastantes faltas, apesar da melhora da Venezuela. Aos 40 minutos, o meio-campista pela esquerda, Jeremy Sarmiento, pegou de primeira na sobra da cobrança de falta e abriu o placar na partida.

O primeiro tempo acabou com a Venezuela com mais posse de bola, mas parou na defesa adversária, terminando os 45 minutos iniciais em 1 a 0.
Na segunda etapa, a Venezuela manteve o domínio e pressionou pelo empate, aproveitando a vantagem numérica. Mas a primeira chance perigosa saiu aos 13 minutos, nos pés do meia Alan Franco, do Equador, que parou no goleiro.
A Venezuela continuou com os ataques, mas parando na defesa do Equador, até que, aos 19 minutos, o experiente centroavante Salomón Rondón rolou para o atacante Jhonder Cádiz, que finalizou rasteiro para empatar o jogo.
O gol fez o time da Venezuela buscar a virada, aumentando sua posse de bola. Aos 29 minutos, o lateral-direito Alexander González fez o cruzamento para Rondón, que cabeceou com perigo. Alexander Domínguez fez grande defesa e o meia Eduard Bello estava ligado para completar no rebote e virar o jogo.

Com a vantagem, a Venezuela controlou a partida, chegando a 62% de posse de bola. O Equador tentou reagir, mas a defesa venezuelana se manteve firme. O jogo terminou 2 a 1 para a Venezuela, de virada.
A vitória mostrou a resiliência da Venezuela, que soube aproveitar a vantagem numérica e controlou bem o jogo após virar o placar. O Equador, mesmo com um jogador a menos, ofereceu resistência, mas não conseguiu segurar o resultado.
Na segunda rodada, o Equador enfrentará a Jamaica na próxima quarta-feira (26) às 19h (horário de Brasília), no Allegiant Stadium, em Nevada. Já a Venezuela encara o México no mesmo dia, às 22h, no SoFi Stadium, em Inglewood.
O fim de semana não começou como Max Verstappen esperava, mas terminou em um lugar um tanto familiar para o tricampeão: o topo do pódio. Na manhã do último domingo (23), o piloto da Red Bull se aproveitou da brecha deixada por Lando Norris na largada em Barcelona e conquistou a 7ª vitória nesta temporada, a quarta na Espanha em sua carreira.
O britânico da McLaren foi ameaça constante durante a corrida e lutou até o fim pela vitória, porém, a estratégia da Red Bull prevaleceu e, no cockpit, a experiência de Verstappen pesou. O holandês gerenciou muito bem o desgaste dos pneus e cruzou a linha de chegada a 2,2s de Norris. Lewis Hamilton, da Mercedes, completou o top-3.
Desgaste excessivo animou a corrida
Ao longo da semana, a Pirelli, fornecedora de pneus da categoria, indicou que a estratégia seria determinante para o Grande-Prêmio da Espanha, previsão que se confirmou ao longo da etapa espanhola. Todos os pilotos, à exceção de Alexander Albon (Williams), largaram com os compostos mais macios e, a partir da décima volta, equipes e seus estrategistas já quebravam a cabeça à beira da pista.
Dentre os ponteiros, George Russell (Mercedes) e Carlos Sainz (Ferrari) entraram nos boxes na 15ª volta, saindo com pneus médios. Verstappen entrou pouco depois, enquanto Norris e Charles Leclerc (Ferrari) optaram por estender a parada para as voltas 23 e 24, respectivamente.

Na segunda metade da corrida, a estratégia foi outra. Russell e Sainz trocaram para pneus duros, ao passo que os líderes calçaram novamente os macios. Com mais borracha que os rivais, Norris diminuiu gradativamente a distância para Max, entretanto, ambos cruzaram a bandeira de chegada antes que o britânico pudesse esboçar um ataque.
Vermelhos decepcionam
Após fraco desempenho no GP do Canadá, a Ferrari esperava brigar pela vitória neste final de semana depois de trazer atualizações para o SF-24. Contudo, contrariando a expectativa criada, os pilotos da escuderia italiana não fizeram bons tempos no treino classificatório de sábado, tampouco estiveram na luta pela liderança no domingo. Leclerc bem que tentou replicar a estratégia de Norris, mas não conseguiu superar Russell na disputa pelo quarto lugar.

Quem também decepcionou foi Sérgio Perez (Red Bull). Companheiro de equipe de Max, o mexicano largou apenas na 11ª colocação e pouco fez no circuito de Barcelona, terminando a corrida na oitava posição. Desde que renovou seu contrato com a equipe austríaca, Pérez coleciona maus resultados, que o fizeram despencar na classificação de pilotos.
Quatro equipes na disputa
Se você acompanhou a primeira etapa da temporada sediada no Bahrein, viu um domínio absoluto de Verstappen, que venceu a prova com ampla margem sobre a concorrência. No entanto, a ordem de força das equipes se alterou e a disputa pelo título promete ser agitada.
O holandês ainda é o grande favorito para vencer mais um campeonato, mas a melhora das rivais diretas é perceptível. Tanto Ferrari, quanto a McLaren já venceram corridas esse ano e estão sempre no páreo. A octacampeã de construtores, Mercedes, também não é carta fora do baralho e promete entrar cada vez mais na briga nos próximos GPs.
A 11ª etapa da temporada acontece já na próxima semana, em Spielberg, na Áustria.
Escoceses e suíços se enfrentaram pela segunda rodada do grupo A da Eurocopa nesta quarta-feira (19). O jogo terminou empatado, um a um. O começo de jogo foi eletrizante, os primeiros trinta minutos foram de duas equipes que buscavam a vitória a qualquer custo, aos 13 minutos, em uma bola cruzada na grande área suíça, Mctominay chutou em direção ao gol, a bola desviou no zagueiro Schar antes de morrer nas redes de Sommer.
O jogo que parecia controlado pelo Exército de Tartan mudou totalmente após uma falha do sistema defensivo. A equipe tentou recuar a bola para um zagueiro, que não chegou na bola, Shaqiri, lenda suíça, se aproveitou da falha e finalizou de primeira de fora da área, a bola passou próxima ao ângulo direito, sem chances para o goleiro Gunn. O gol foi histórico para Shaqiri que se tornou o primeiro jogador a marcar ao menos um gol em três Eurocopas e três Copas do Mundo seguidas.

Após o empate o jogo esfriou, ambas as equipes tiveram poucas chances de tirar o empate do placar. Mesmo com algumas jogadas mais perigosas, os times mantiveram o jogo morno, com raras movimentações ofensivas.
O resultado colocou a Cruz Vermelha na segunda colocação, com quatro pontos e a qualificação para a segunda fase praticamente garantida. Já a Escócia ficou na terceira colocação com apenas um ponto, caso vença contra a Hungria na próxima rodada a equipe poderá se classificar a depender dos outros resultados do grupo.
O próximo jogo da Suíça é contra a anfitriã Alemanha neste domingo (23) às 16 horas, e a Escócia enfrentará a Hungria no mesmo dia e horário.
No início do mês, a Federação Internacional do Automobilismo (FIA) apresentou o novo regulamento, que entrará em vigor a partir da temporada de 2026. As alterações nas regras prometem tornar a categoria mais competitiva e mais sustentável.
Mohammed Ben Sulayem, presidente do órgão dirigente, afirmou durante o anúncio que a Fórmula 1 está caminhando para “um futuro extremamente emocionante”, destacando que as mudanças estão focadas em “tecnologia avançada, sustentabilidade e segurança”.
Confira, com mais detalhes, as principais mudanças que acontecerão nos carros da categoria:
Fim do DRS
Implantado em 2011 na Fórmula 1, o Drag Reduction System (DRS), ou Sistema de Redução de Arrasto, foi introduzido com o intuito de melhorar as oportunidades de ultrapassagem e aumentar a emoção das corridas.
A nova ideia, para 2026, é que as corridas sejam mais naturais e menos dependentes de tecnologias que favorecem a redução da resistência aerodinâmica em determinados momentos. Sem o DRS, os pilotos precisarão confiar mais em suas habilidades e na estratégia da equipe para ganhar posições.
Manual Override Mode
O Modo Manual de Ultrapassagem é uma nova função, para que o carro que está atrás use mais energia do que o da frente. Na prática, é uma nova versão do antigo DRS.
A energia do carro líder irá diminuir gradualmente depois de atingir os 290 km/h, chegando a zero quando o carro chegar aos 355km/h. O carro que estiver a um segundo do carro da frente, poderá usar o “Override”, que fornecerá 350 kW de potência, até chegar aos 337 km/h.
Detalhes como quantas vezes ele poderá ser usado, quando poderá ser ativado ou quanto tempo ele ficará ativo ainda não foram divulgados.
Carros menores e mais leves
Uma das mudanças mais significativas é a redução do peso dos carros. O regulamento de 2026 estabelece que os carros devem ser mais leves, o que resultará em uma maior agilidade e velocidade nas pistas. Esta mudança é um esforço para aumentar a competitividade e permitir corridas mais disputadas.
O conceito batizado de "carro ágil" será 30 kg mais leve, com peso total de 768 Kg obrigatórios. Como consequência, as medidas também diminuíram. O entre-eixos, por exemplo, vai cair dos atuais 3,60m, para 3,40m. Enquanto a largura vai diminuir de 2m, para 1,90m. O objetivo, desta forma, é auxiliar no consumo de combustível e na aerodinâmica.
Com carros mais leves, os pilotos terão mais controle, possibilitando ultrapassagens mais ousadas e estratégias de corrida mais dinâmicas.

Motores mais sustentáveis
Em um esforço para tornar a Fórmula 1 mais sustentável, os motores híbridos prometem ser ainda mais eficientes a partir de 2026. A nova geração de motores terá uma maior dependência de energia elétrica, reduzindo significativamente as emissões de carbono.
Além disso, a F1 está comprometida com o uso de combustíveis sustentáveis, alinhando-se às metas globais de sustentabilidade e mostrando que o automobilismo pode ser uma plataforma para o desenvolvimento de tecnologias verdes. A categoria tem a ambição de ser zero carbono até 2030.
Aerodinâmica
O regulamento de 2026 também inclui mudanças nas diretrizes aerodinâmicas. As novas regras visam reduzir a turbulência gerada pelos carros, melhorando a capacidade de seguir de perto outros veículos e, consequentemente, facilitando as ultrapassagens.
Os novos carros terão o que a FIA chamou de “aerodinâmica ativa”, a asa traseira e a dianteira terão partes móveis – até então, apenas a traseira tinha partes móveis. A asa dianteira será 100mm mais estreita, além de ganhar um flap móvel para a parte da aerodinâmica ativa. A asa traseira será formada por três elementos.

Segurança
A segurança dos pilotos e equipes continua sendo uma prioridade no novo regulamento. As mudanças incluem melhorias nos sistemas de proteção contra impactos e incêndios, além de novas diretrizes para a construção dos cockpits. O objetivo é minimizar os riscos associados aos acidentes.
Será revisada a parte de colisões frontais, onde será introduzido uma estrutura em duas partes, evitando assim que a quebra aconteça muito perto da célula de sobrevivência. A carroceria contra batidas na lateral também será melhorada. A promessa do regulamento é que dobre a proteção fornecida pela lateral.
O halo também será reforçado, as cargas de teste aumentarão de 141 kN para 167 kN.




