O confronto entre França e Guiné, válido pela segunda rodada do Grupo A, ocorreu neste sábado (27), às 16h (horário de Brasília) no Estádio Allianz Riviera, em Nice.
A seleção francesa também venceu os Estados Unidos por 3 a 0 na estreia. Enquanto, a Guiné, além de perder essa partida, foi derrotada pela Nova Zelândia por 2 a 1.
Primeiro tempo
A partida começou disputada, logo no início, Lacazette cobrou uma falta perigosa, mas a bola passou em cima do gol.
Nos minutos seguintes, a Guiné pressionou a defesa francesa, que logo teve chances de contra ataque.
Aos 33 minutos, a França perdeu uma bela chance de marcar: o atacante Mateta recebeu e ficou cara a cara com o goleiro Sylla, mas desperdiçou.
Aos 39 e 46 minutos, a seleção africana chegou a marcar, mas ambos gols foram anulados por impedimento.
Aos 54 minutos, Guiné teve mais uma oportunidade, porém não converteu e a primeira etapa terminou de forma equilibrada, com as duas seleções criando algumas chances de gol.
Segundo tempo
Depois dos sustos no primeiro tempo, a seleção francesa começou mais cautelosa.
Após várias tentativas, aos 29 minutos, Olise cruzou no meio da área e Sildillia completou de cabeça, marcando o gol da partida.
Guiné ainda tentou empatar, mas não teve sucesso.
O Brasil passou em branco no primeiro dia de disputa no Judô, neste sábado (27). Michel Augusto, em disputa na categoria de 60 kg, estreou com vitória contra o costa-riquenho Sebastian Sanch, mas parou nas oitavas depois de perder para o japonês Ryuju Nagayama.
Foto: REUTERS
Apesar da derrota, o confronto foi bem equilibrado. Michel iniciou a luta de forma agressiva, diminuindo a intensidade do adversário, e depois de muito esforço de ambos os lados, a disputa foi para o golden score - tempo extra que é dado após um empate entre os judocas no tempo normal. Na reta final, Michel levou duas punições e com isso, foi eliminado.
Foto: Luis Robayo / AFP
No lado feminino, a brasileira Natasha Ferreira não deu sorte no chaveamento e perdeu na estreia após enfrentar a forte japonesa Natsumi Tsunoda, tricampeã mundial de judô e a atual número quatro no mundo na categoria de até 48 kg. A disputa entre as duas foi rápida, a japonesa não deu chances para Natasha e a lutaterminou em menos de um minuto. A brasileira foi derrubada e tomou um Waza-ari após ser imobilizada pela Natsumi.
Disputas pelo bronze
No masculino, o japonês Ryuju Nagayama, um dos melhores judocas do mundo e que eliminou o Michel Augusto nas oitavas, conseguiu avançar até a semifinal. Na disputa pelo terceiro lugar, o atleta enfrentou o turco Salih Yildiz e saiu com a vitória, garantindo a medalha de bronze. No outro lado, o espanhol Francisco Garrigós garantiu a outra medalha de bronze, também na categoria de até 60 kg, ao vencer o georgiano Giorgi Sardalashvili.
Foto: REUTERS
No lado feminino, ainda na disputa na categoria de até 48 kg, a judoca francesa Shirine Boukli venceu a espanhola Laura Martinez e garantiu a primeira medalha para os donos da casa. Shirine saiu com a vitória com um Waza-ari após imobilizar a adversária, ponto que quase escapou da francesa, mas após uma revisão de vídeo, a vitória foi decretada.
Também em disputa pelo bronze, a sueca Tara Babulffath, de apenas dezoito anos, fez história e conseguiu a primeira medalha feminina da Suécia nos Jogos Olímpicos. A atleta levou o bronze para casa após passar pela cazaquistã Abiba Abuzhakynova.
A busca pelo ouro
Na categoria masculina, a final foi marcada por um confronto de peso. De um lado, o cazaque Yeldos Smetov, forte judoca que já havia marcado as últimas olimpíadas com uma prata e um bronze conquistados, e do outro, o francês Luka Mkhdeize que vem se destacando nos últimos campeonatos mundiais e que chegou a final para garantir mais uma medalha para a frança.
Nessa disputa acirrada, o cazaque levou a melhor e garantiu a tão sonhada medalha de ouro olímpica, a única conquista que faltava para o judoca em jogos olímpicos. Apesar da derrota, o francês Luka saiu com a prata, a segunda medalha consecutiva do lutador depois de um bronze conquistado nas olimpíadas de Tóquio 2020.
Foto: AFP
No lado feminino, a japonesa Natsumi Tsunoda saiu vitoriosa em cima da Mongol Bavuudorjiin Basankusu e conquistou a primeira medalha olímpica após sair como campeã em três torneios mundiais. A final foi acirrada, mas a japonesa levou a melhor e ganhou a luta ainda no tempo normal.
Programação do Judô no segundo dia de disputas
Os próximos confrontos de Judô acontecem neste domingo (28), a partir das 5 horas da manhã (horário de Brasília), que contará com as lutas masculinas na categoria de até 66 kg, e no feminino, os combates na categoria de até 52 kg. Os competidores que conseguirem passar pelas primeiras rodadas, irão disputar o mata a mata às 11 horas da manhã (horário de Brasília). O Brasil será representado por William Lima e Larissa Pimenta.
A tão esperada primeira medalha do Brasil nos jogos de Paris chegou e contou com muita emoção neste domingo (28). Na disputa masculina, Willian Lima foi até a final e conquistou a medalha de prata na categoria até 66 kg em sua primeira participação nas Olimpíadas. O atleta brasileiro, que hoje é número oito do mundo no judô, mostrou muita consistência e tranquilidade para avançar as fases da competição.
Na semifinal, enfrentou um páreo duro ao lutar contra o cazaque Gusman Kyrgybayev. O judoca foi bem agressivo e tentou fazer de tudo para tirar o brasileiro da final. A luta foi intensa e nada foi resolvido dentro dos quatro minutos. No tempo extra, Willian passou a incomodar ainda mais e o combate ficou mais equilibrado, com duas punições para ambos os judocas e o placar empatado. Para sonhar com o ouro, Willian precisava que Gusman cometesse mais uma falta e ganhasse um shido (punição), ou melhor, derrubá-lo e garantir de vez a vaga na final. E foi justamente o que aconteceu. O brasileiro levou a melhor nos instantes finais e marcou um ippon após se defender dos golpes e jogar o rival no chão.
Foto: Wander Roberto / COB
Na final, o desafio era enorme, ter que enfrentar o japonês Hifumi Abe. Tetracampeão mundial e que chegava à segunda final consecutiva em jogos olímpicos, na busca de defender o ouro conquistado em Tóquio. Willian não se intimidou e buscou surpreender o japonês com uma entrada dura, na tentativa de marcar o primeiro ippon, mas sem sucesso. Depois de algumas trocas de ataque entre os dois, Hifumi Abe conseguiu finalizar um golpe em cima do brasileiro e pontuou um waza-ari e, instantes depois, outro waza-ari para selar a vitória e confirmar a prata para o Brasil. Ainda no masculino, o moldávio Denis Vieru e o cazaque Gusman Kyrgybayev, levaram o bronze.
Na chave feminina também teve medalha para o Brasil, com Larissa Pimenta ganhando o bronze depois de uma série de disputas acirradas na categoria de até 52 kg. A brasileira passou por duelos duros e a cada etapa enfrentando uma adversária cada vez mais agressiva, até que chegou às quartas de final e perdeu para a francesa Amandine Buchard após levar a luta para o golden score (tempo extra) e exceder o limite de punições.
Contudo, o sonho de uma segunda medalha para o Brasil ainda estava vivo. Depois de ser derrotada, Larissa foi para a repescagem e ganhou mais uma chance de ter seu lugar no pódio, mas para isso, era necessário passar pela alemã, Mascha Ballhaus. O confronto exigiu muita resiliência e estratégia da brasileira para sonhar com o ouro. Larissa conseguiu escapar das entradas e golpes da adversária, a luta terminou sem pontos no tempo normal, mas com duas punições para a alemã. No tempo extra, depois de quase seis minutos, Larissa conseguiu finalizar Mascha com sucesso e avançou para a semifinal.
Foto: Luis ROBAYO / AFP
Na luta para levar o bronze, a brasileira teve que passar por uma tarefa nada fácil. Vencer a atual campeã mundial, Odette Giuffrida. Mas o currículo pesado da italiana não fez Larissa baixar a cabeça. A luta começou dura, com Giuffrida tendo maior controle das ações e com movimentos que quase decretaram a derrota para o Brasil. Sem desistir, Larissa tentou ser mais agressiva e levou uma punição perto do fim no tempo normal.
No golden score, a brasileira soube controlar a luta e as duas ficaram empatadas em shidos. Na tentativa de acelerar o ritmo e aproveitar os descuidos da italiana, Larissa forçou mais um erro e a Giuffrida recebeu a terceira punição por falta de combatividade, e com isso, foi eliminada da competição e o bronze foi para o Brasil. As outras ganhadoras foram a francesa Amandine Buchard, também com o bronze, a cazaque Distria Krasniqi com a prata e a uzbeque Diyora Keldiyora com o ouro.
Agenda do Judô no terceiro dia de competição
Os próximos confrontos de Judô acontecem nesta segunda (29), a partir das 5 horas da manhã (horário de Brasília), com as lutas femininas na categoria de até 57 kg e os outros duelos no masculino na categoria de até 73 kg. Os competidores que conseguirem passar pelas primeiras rodadas, irão disputar o mata a mata a partir das 11 horas da manhã (horário de Brasília). O Brasil será representado por Daniel Cargnin e Rafaela Silva.
Pela primeira vez na história dos Jogos Olímpicos, a cerimônia de abertura realizada nesta sexta-feira (26), não foi realizada em um estádio. Em vez disso, o grande Rio Sena foi palco de um desfile fluvial com quase 100 barcos. As margens foram transformadas em arquibancadas para os espectadores, o que proporcionou um passeio mágico pelo coração de Paris ao longo de seis quilômetros do trajeto, repleto de diversas atrações.
A rota passou por alguns dos maiores cartões-postais do país. Começando na Ponte Austerlitz, o desfile seguiu pela Catedral de Notre-Dame, pelo Museu do Louvre e por praças esportivas dos Jogos, como a Esplanade des Invalides e o Grand Palais. O desfile terminou no Trocadéro, próximo à Torre Eiffel, onde ocorreram os protocolos oficiais e a pira olímpica foi acesa.
A primeira cerimônia de abertura da história realizada fora de um estádio teve chuva constante, mas a água não foi suficiente para tirar o brilho.
O Comitê Internacional Olímpico (COI), em colaboração com o Comitê Olímpico Nacional Francês de Esportes (CNOSF), se empenhou em fazer desta uma cerimônia revolucionária e acessível. A maioria dos espectadores pôde assistir gratuitamente nas margens superiores do rio, enquanto o acesso aos locais inferiores foi pago. Telões e alto-falantes posicionados ao longo do percurso garantiram que todos tivessem acesso à cerimônia e pudessem apreciar o evento.
Os atletas foram o centro da abertura, sendo apresentados no início e ao longo do desfile, para refletir o compromisso de Paris 2024 em criar os Jogos Olímpicos focados nos competidores.
O PERCURSO DA TOCHA
A cerimônia seguiu um roteiro dividido em 12 partes, cada uma representando uma palavra que captura tanto o espírito olímpico, quanto a essência francesa. A abertura começou com um vídeo do ator franco-marroquino Jamel Debbouze chegando ao Stade de France com a tocha olímpica. O estádio vazio, simbolizava poeticamente que, neste ano, o cenário era diferente. Zinédine Zidane, ex-jogador francês, apareceu de surpresa e assumiu a tocha, correndo para o local correto. Passando por vários pontos, o ídolo do Real Madrid chegou ao metrô, onde encontrou um trio de crianças que deram continuidade à corrida.
Ao chegar nas catacumbas, os jovens encontram um homem mascarado em um barco. Eles saem diretamente para o Rio Sena, dando início ao desfile das delegações. O mascarado continuou ao longo do percurso, aparecendo intercaladamente com as apresentações. Uma combinação de vídeos gravados e imagens ao vivo iluminou os telões, despertando a curiosidade dos espectadores sobre onde a figura misteriosa iria aparecer a seguir.
Sua identidade gerou um debate nas redes sociais. Para o público geek, o homem mascarado foi visto como uma clara referência ao protagonista do jogo de videogame, Assassin 's Creed, cuja história inclui ambientações na França. Já para o público francês, surgiram várias teorias relacionadas a cultura do país, incluindo associações com o ‘Fantasma da Ópera’, ‘Arsène Lupin’ e o ‘Homem da Máscara de Ferro’.
Ainda com a tocha, o encapuzado levou os telespectadores a explorar diversos locais. Em uma sala, são mostradas caixas da Louis Vuitton, usadas para guardar as medalhas, que foram confeccionadas com pedaços da Torre Eiffel. Em outra, é possível ver uma representação da Revolução Francesa. A próxima parada é um museu, onde as obras saem de seus quadros, em um momento que faz referência ao roubo da Mona Lisa. Eventualmente, é revelado que os Minions foram os responsáveis pelo roubo, proporcionando uma interação surpresa e divertida.
Ao chegar na Torre Eiffel, a figura misteriosa encontra Zidane e devolve a tocha ao jogador. O revezamento continua com o tenista espanhol Rafael Nadal, que segue em um barco pelo Rio Sena, acompanhado por Serena Williams, Nadia Comaneci e Carl Lewis, todos grandes medalhistas olímpicos. Nas margens do rio, Amélie Mauresmo aguardava para levar a tocha ao Louvre. Em um momento marcante de diversidade, atletas paralímpicos se juntaram à jornada ao chegar no museu, dando continuidade ao revezamento.
A tocha foi passada por vários campeões olímpicos franceses até chegar a Marie-José Pérec e Teddy Riner, ex-atleta do atletismo e medalhista do judô, respectivamente. Juntos, eles acenderam a pira olímpica com o fogo sagrado, simbolizando a igualdade de gênero que acontece pela primeira vez em uma edição de Jogos Olímpicos. O formato da pira era de um balão, em homenagem ao primeiro voo realizado na França em 1783.
BRASIL NO RIO SENA
Logo após a apresentação de Lady Gaga, cantando "Mon Truc en Plumes", os atletas brasileiros passaram e demonstraram a alegria de estar vivendo o sonho olímpico. O momento de comoção ocorreu durante a passagem do barco Le Bel Ami, que levava a delegação verde e amarela. O campeão e multimedalhista olímpico Isaquias Queiroz, da canoagem de velocidade, e a capitã da equipe de rugby sevens, Raquel Kochhann, que superou um câncer de mama e voltou ao esporte, foram os porta-bandeiras do Brasil.
Os dois lideraram um grupo de 50 atletas de 13 diferentes modalidades, representando os 277 brasileiros classificados, navegando na primeira parte do percurso, próximo à Île Saint-Louis, perto da Catedral de Notre Dame. Além de Isaquias, o barco contava com mais dois medalhistas: o cavaleiro Rodrigo Pessoa e a judoca Ketleyn Quadros. Também estavam presentes no barco os atletas de atletismo Hygor Gabriel, Max Batista e Lívia Avancini, que receberam aprovação da Corte Arbitral do Esporte (CAS) para disputar as Olimpíadas de Paris na manhã desta quinta-feira.
ATRAÇÕES
Entre os desfiles dos barcos, Lady Gaga brilhou na escadaria do Grand Palais, acompanhada por dançarinos com grandes leques de plumas cor-de-rosa. A performance foi uma homenagem aos icônicos cabarés de Paris, com destaque especial para o Moulin Rouge, celebrando a tradição e o glamour desses estabelecimentos. Logo após, no ponto alto da cerimônia, a banda de metal Gojira e a cantora de ópera Marina Viotti uniram suas forças para uma apresentação única em um palácio às margens do Sena. Aya Nakamura, cantora franco-maliana e alvo de ataques da extrema-direita francesa nas últimas semanas, também se apresentou.
A celebração também incluiu uma simulação da Paris Fashion Week, organizada por jovens franceses em homenagem à importância da moda no país. Entre as várias atrações, a mezzo-soprano Axelle Saint-Cirel se destacou com sua emocionante interpretação de "A Marselhesa" do topo do Grand Palais, preenchendo o ar com o hino francês.
No fim da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, no alto da Torre Eiffel, a voz da cantora canadense Céline Dion se elevou, tomando conta de Paris e enchendo o ar da Cidade Luz de emoção.
O Brasil iniciou os Jogos Olímpicos com o pé direito e venceu a Espanha por 29 a 18 na manhã desta quinta-feira (25), na Arena Paris Sul. A goleira Gabi Moreschi foi o destaque da partida: defendeu 14 dos 31 arremessos espanhóis e garantiu 45% de aproveitamento. Na linha, quem brilhou foram as armadoras Bruna de Paula e Paula Matieli, artilheiras da disputa que balançaram a rede adversária seis vezes cada uma.
Comandadas pelo técnico português Cristiano Rocha, as Leoas chegam aos Jogos Olímpicos de Paris após conquistarem o Pan-Americano do ano passado, em Santiago. Do outro lado, a Espanha — junto da França e da Holanda — é uma das favoritas para avançar às quartas de final. Essa foi a primeira vitória do Brasil sobre a Espanha em uma competição oficial em 10 anos.
Show de bola!
A Espanha permaneceu na liderança nos primeiros minutos e abriu o placar com Mireya Gonzalez. O Brasil reagiu rápido e virou o jogo com três pontos consecutivos. Aos 10 minutos, as Leoas estavam cinco gols a frente no placar: 7 a 2. Bruna de Paula e Giulia Guarieiro lideraram o esquema tático brasileiro: defesa firme, e ataques eficientes e organizados. A vantagem foi mantida até o intervalo, 15 a 10 para a equipe do Brasil.
De volta à quadra, as espanholas não reagiram bem e demonstraram desespero com ataques bagunçados e arremessos desperdiçados. Gabi Moreschi também foi responsável por impedir a recuperação espanhola, a goleira cravou cinco defesas seguidas. O Brasil continuou como mandante e abriu 10 pontos de diferença (26 a 16). Com 66% de aproveitamento no ataque, as Leoas garantiram os dois pontos da vitória na competição.
O torneio de handebol tem seis times divididos em duas chaves. As quatro melhores colocadas avançam para as quartas de final. O Brasil ainda enfrenta Angola, França, Holanda e Hungria na fase classificatória. O triunfo de estreia colocou as Leoas na liderança do grupo B e, as dinamarquesas, no grupo A.
Representado somente pela equipe feminina no handebol olímpico, o Brasil volta a jogar no domingo (28) contra a Hungria, às 04h, no horário de Brasília. Já a Espanha, enfrenta a Suécia no mesmo dia, às 09h (horário de Brasília).