Durante a noite da última terça-feira (10), João Fonseca e Jannik Sinner se enfrentaram em partida válida pelas oitavas de final do Indian Wells, na Califórnia. A disputa pela vaga nas quartas de finais, terminou com vitória apertada do número 2 do ranking mundial, pelo placar de 2x0, ambos sets definidos no tie break após empates por 6/6. Pelas parciais de 8/6 e 7/4, Sinner levou a melhor nos curtos confrontos decisivos.
Para chegar nas oitavas de final do torneio, João Fonseca eliminou o belga Collignon, o número 16 do ranking Khachanov e o anfitrião Tommy Paul. Sinner passou pelo tcheco Svrcina e o canadense Denis Shapovalov.
Apesar da derrota, João Fonseca dificultou o trabalho do italiano, que enfrentou dois tie break´s em uma partida. A última vez que isso ocorreu com o tetracampeão de Grand Slams, foi em um duelo contra Carlos Alcaraz na final do Roland Garros, em junho de 2025. Desde então, Sinner não disputou dois tie breaks em um jogo. João não vendeu barato a eliminação.
Havia altas expectativas para o duelo, tanto para o jovem do Rio de Janeiro, quanto para a torcida que acreditou em sua possibilidade de vitória. Havia muitas marcas importantes para o país a serem superadas em jogo, logo havia uma grande pressão em suas costas. Faz 23 anos que um tenista brasileiro não vencia o segundo do ranking mundial e 15 anos que um não avançava para as quartas de finais de um MASTERS 1000
Nas estatísticas da partida, o equilíbrio entre os dois tenistas ficou evidente, embora alguns números tenham favorecido o italiano. Jannik Sinner registrou 15 aces, enquanto João Fonseca marcou 9. O brasileiro, por outro lado, apresentou maior percentual de primeiro saque em quadra, com 70,4%, contra 58,7% de Sinner. Ainda assim, o italiano foi mais eficiente quando acertou o primeiro serviço, levando a melhor em 86,4% dos pontos, enquanto Fonseca ganhou 73,7% nessa mesma situação.
No segundo saque, o brasileiro também levou pequena vantagem, conquistou 58,3% dos pontos, diante de 51,6% do italiano. Fonseca converteu uma de duas oportunidades de quebra de saque, enquanto Sinner conseguiu uma em quatro tentativas. Ao final da partida, a diferença no total de pontos foi mínima: Sinner venceu 79 pontos contra 77 de Fonseca. O que ressaltou o equilíbrio do confronto e o fato de que os momentos decisivos, especialmente os tie-breaks, foram determinantes para o resultado final.
Do ponto de vista tático, a partida foi marcada por um confronto entre dois estilos de jogo semelhantes em intensidade, mas diferentes na gestão das trocas e na tomada de decisão. Jannik Sinner estruturou sua estratégia a partir da consistência no fundo de quadra e da capacidade de acelerar o jogo no momento certo. O italiano buscou controlar o ritmo das trocas com bolas profundas e pesadas, especialmente com o backhand (golpe pelo lado esquerdo), considerado um de seus pontos mais fortes.
Ao manter as bolas próximas à linha de fundo e variar as direções, Sinner conseguiu empurrar João Fonseca para posições mais defensivas da quadra, com isso, limitou a possibilidade do nº 35 do mundo assumir o comando dos pontos.
Fonseca apresentou uma postura mais agressiva em momentos específicos da partida. Tentou encurtar algumas trocas com acelerações de direita e buscou utilizar o saque como principal ferramenta de pressão, estratégia que lhe permitiu manter equilíbrio no placar durante grande parte do confronto. Além disso, procurou variar a construção dos pontos, alternou bolas mais rápidas com mudanças de direção para quebrar o padrão imposto por Sinner. Em alguns momentos, também tentou aproximar-se da rede para reduzir o tempo de resposta do adversário e finalizar os pontos com mais rapidez.
No primeiro set da partida, que foi definido no tie break, o brasileiro de 19 anos passou por uma situação complicada. Viu a vitória escorrer por suas mãos, após ter o placar favorável de 6/3 e, com três set points possíveis, Jannik Sinner emplacou cinco games consecutivos e superou a desvantagem.
No aspecto mental, o confronto evidenciou maturidade competitiva dos dois lados. Fonseca conseguiu manter alto nível de concentração ao longo da partida e resistiu à pressão de enfrentar um dos principais nomes do circuito. No entanto, nos momentos decisivos, especialmente nos tie-breaks, Sinner demonstrou maior controle emocional e precisão nas escolhas táticas. A capacidade do italiano de administrar os pontos mais importantes, reduziu erros não forçados e elevou a intensidade nos rallies finais Isso foi determinante para a definição do resultado.
Sinner avançou para a próxima fase e irá enfrentar na quinta-feira (12) o americano Learner Tien, na disputa por uma vaga na semifinal do torneio na Califórnia. Enquanto João Fonseca seguirá em solo estadunidense para a disputa do Miami Open. Ainda não foram definidas as datas dos jogos do brasileiro, mas ocorrerão a partir do dia 15 de março.
Na tarde desta terça-feira (10), o São Paulo anunciou oficialmente, através de suas redes sociais, a chegada do novo comandante da equipe, Roger Machado. O contrato do técnico gaúcho tem duração até o dia 31 de dezembro de 2026, ou seja, até o fim da temporada 2026 do futebol brasileiro. Ele chega para substituir o ex-técnico argentino Hernán Crespo, desligado na última segunda-feira (09).
Roger Machado atualmente tem 51 anos e nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Teve uma carreira marcante e bem-sucedida como atleta profissional. Revelado pelo Grêmio em 1994, se consagrou campeão da Libertadores pelo tricolor gaúcho em 1995. Além de ter vencido outros títulos nacionais relevantes pela equipe gremista, sendo considerado ídolo para alguns torcedores. Passou pelo Vissel Kobe, do Japão, até encerrar sua carreira em 2008 atuando pelo Fluminense. Roger também disputou a Copa América de 2001, pela Seleção Brasileira.
Sua trajetória como treinador se iniciou em 2014, sob o comando do Novo Hamburgo, do Rio Grande do Sul, onde permaneceu até 2015. Após essa breve passagem pelo tradicional clube gaúcho, Roger Machado seguiu para o Grêmio entre 2015 e 2016, o qual o trabalho mais longevo de sua carreira. Assumiu o Atlético Mineiro, Palmeiras, Bahia, Fluminense e retornou ao tricolor gaúcho. Teve uma curta passagem pelo Juventude e desembarcou na capital gaúcha para comandar o Internacional. Apesar de ter dirigido diversos clubes em 12 anos de carreira, suas jornadas foram curtas, em sua maioria durando apenas uma temporada.
O treinador conquistou seis títulos em sua carreira até o momento, sendo quatro conquistas de campeonatos estaduais (Internacional, 2025. Grêmio, 2022. Bahia, 2019 e 2020. Atlético Mineiro, 2017), uma Recopa Gaúcha pelo tricolor do sul em 2022 e um Campeonato Brasileiro série B também pelo Imortal.
O seu trabalho mais recente com o Internacional (2025), ficou marcado pelo quase rebaixamento da equipe colorada e pela conquista do Campeonato Gaúcho, contra a sua ex-equipe, o Grêmio. Ele comandou o Colorado entre julho de 2024 e setembro de 2025. Seu aproveitamento foi de 55,7% dos pontos conquistados, sendo 73 partidas, 34 vitórias, 20 empates e 19 derrotas.
O gaúcho chega à capital paulista em um contexto turbulento e já pressionado pelos torcedores são-paulinos, que em grande maioria reprova sua contratação. Após a demissão conturbada de Crespo, a torcida se desapontou com as recentes decisões da diretoria do clube. Demonstraram insatisfação com o encerramento da continuidade do argentino no clube e com a chegada de Roger Machado. Sendo assim, sua relação com a torcida tricolor já se inicia de maneira complicada.
Ao desembarcar nesta terça-feira em São Paulo, Roger Machado concedeu suas primeiras palavras como novo técnico da equipe paulista. “Sensação de muita felicidade, muita alegria. Sei que é um desafio muito grande. Eu sei o tamanho do São Paulo e estou muito motivado com essa oportunidade”, disse o comandante tricolor.
Ao ser questionado sobre voltar a trabalhar com o dirigente são-paulino Rui Costa, após serem parceiros de clube entre 2015 e 2016 no Grêmio, ele diz "Por isso as coisas aconteceram tão rápido, porque conheço o Rui de outro momento, já trabalhamos juntos. Sei a magnitude da experiência que eu estou começando agora, mas eu me sinto completamente preparado. E tenho certeza de que a torcida vai comprar o trabalho e nós vamos conquistar grandes títulos", afirma ele.
O novo treinador estreia na próxima quinta-feira (12), às 20h no estádio Canindé, em partida válida pela quinta rodada do campeonato brasileiro. O tricolor ocupa a segunda colocação, empatado em pontuação com o Palmeiras.
A Fórmula 1 voltou às pistas neste domingo (8) para o Grande Prêmio da Austrália já com competição acirrada e reclamações. Sob o novo regulamento, o final de semana foi marcado por diversos acidentes e o que parece início de uma disputa entre Ferrari e Mercedes.
Na corrida em casa, o piloto Oscar Piastri (McLaren) bateu enquanto levava o carro para a formação do grid e acabou não largando. Seu companheiro de equipe e atual campeão Lando Norris teve dificuldades e chegou em 5°. Já o brasileiro Gabriel Bortoleto conseguiu os primeiros pontos para a nova equipe Audi, antiga Sauber Kick Stake, terminando em 9°.
TL 1
O primeiro Treino Livre do ano aconteceu na noite de quinta feira por conta do fuso-horário. Apesar do desempenho surpreendente da Ferrari e da Red Bull, a sessão ficou marcada pelos muitos problemas das equipes. Foi o caso da McLaren - perda de potência e problema na troca de marchas; da Aston Martin - problema nas baterias e falta de peças; da Williams - problema hidráulico - e da estreante Cadillac - retrovisor de ambos os carros soltou na pista e o carro do mexicano Sergio Pérez teve uma pane elétrica.
Charles Leclerc (Ferrari), Lewis Hamilton (Ferrari) e Max Verstappen (Red Bull) foram os mais rápidos.
TL 2
O segundo treino foi na madrugada de sexta e foi mais tranquilo em relação ao anterior. Apenas a Aston Martin e a Cadillac continuaram com problemas maiores - Fernando Alonso só conseguiu dar 10 voltas e Checo Pérez precisou abortar a volta e parar o carro na pista por conta de falhas mecânicas, o que acionou um virtual safety car e o piloto terminou a sessão sem tempo marcado.
O australiano Oscar Piastri foi o mais rápido com um tempo de 1m19s729, em seguida vieram as Mercedes de George Russel e Kimi Antonelli, respectivamente. Leclerc e Hamilton completaram o top 5.
TL 3
A última sessão de treinos livres acabou tendo menos tempo de carros na pista por conta de duas bandeiras vermelhas. A primeira de uma falha mecânica no carro de Carlos Sainz (Williams), foram mais de 20 minutos de interrupção até a volta da sessão. A segunda foi causada pelo italiano Kimi Antonelli que rodou e acabou no muro da curva 2, o treino só foi retomado 3 minutos antes do final.
A Aston Martin continuou com problemas e Lance Stroll não marcou tempo nessa sessão, já Alonso ficou em 18°. Russell, Hamilton e Leclerc foram os mais rápidos.
Qualificação
Com 1 minuto a mais por conta da entrada da nova equipe, a Mercedes dominou a sessão e garantiu seu lugar na primeira fila do grid com Russell em 1° e Antonelli em 2°, seguidos por Isack Hadjar, em seu primeiro ano na Red Bull. Max Verstappen sofreu um acidente no Q1 e se classificou em 20°, na frente apenas de Carlos Sainz e Fernando Alonso que nem chegaram a sair dos boxes. O piloto da Red Bull precisou ir ao posto médico após a batida para fazer um raio-x das mãos, ele foi liberado sem nenhuma lesão.
O brasileiro Bortoleto fez uma ótima sessão e chegou ao Q3, porém teve uma pane na entrada do pit lane e precisou ser empurrado de volta para a garagem, o paulista não marcou tempo e se classificou em 10°. Leclerc e Piastri completaram o top 5 da largada
Corrida
Antes mesmo da largada, Piastri acabou rodando e atingindo o muro enquanto levava o carro para a formação do grid, em torno de 30 minutos antes da largada. Por causa desse incidente, o piloto não pôde participar da corrida na sua terra natal.
A Ferrari impressionou na largada, ambos os carros deram um pulo e Leclerc que saiu de 4° alcançou a liderança, porém não durou muito tempo - depois de 6 trocas de líder, o inglês Russell se manteve na dianteira da volta 25 até a final. A equipe italiana ousou ao deixar os pilotos na pista durante a bandeira amarela causada por Isack Hadjar - uma falha no motor fez o francês abandonar a corrida, e teve azar na bandeira amarela seguinte quando a Cadillac de Valtteri Bottas parou logo na entrada dos boxes - impossibilitando a troca de pneus para todos.
A partir daí a corrida seguiu sem incidentes ou grandes disputas até as voltas finais. Max Verstappen - piloto do dia - largou em 20° e estava disputando com Norris pela 5° posição, mas o piloto da McLaren conseguiu sustentar a colocação. Verstappen subiu 14 lugares no grid e terminou em 6°
Cinco pilotos precisaram abandonar a prova por conta de quebras: Bottas, Hadjar, Hulkenberg que não conseguiu largar e ambas as Aston Martins que até tentaram retornar algumas voltas atrás dos outros mas decidiram preservar os componentes.
A Fórmula 1 volta na próxima madrugada de sábado para domingo (14 para 15), no GP da China, com corrida Sprint e prova principal.
Durante a manhã desta segunda-feira (09), a diretoria tricolor notificou o técnico Hernán Crespo sobre seu desligamento oficial do clube. A decisão dos cartolas tricolores pegou tanto o treinador argentino, quanto a torcida de surpresa e provocou muita especulação sobre o motivo da dispensa.
Hernán Crespo já havia dirigido o Tricolor Paulista em outra oportunidade, em 2021. Nesta primeira passagem pelo clube, conquistou o Paulistão em uma campanha quase invicta, com apenas uma derrota durante a competição, acabando com uma fila de derrotas em títulos que assombrava o torcedor há nove anos.
Em outubro daquele mesmo ano, o ex-artilheiro argentino foi demitido após uma longa sequência sem vitórias no Brasileirão, o que levou o clube à zona de rebaixamento. Rogério Ceni foi anunciado, então, para o lugar do antigo treinador.
A segunda passagem de Crespo pelo Morumbi começou em julho de 2025, após a demissão de seu compatriota Luís Zubeldía. A equipe estava mal colocada no campeonato nacional e em um momento político turbulento e crítico financeiramente. Porém, o treinador chegou empolgado e rasgando elogios ao clube e à torcida.
Apesar da derrota para o Flamengo em sua reestreia, o São Paulo eventualmente emplacou 12 jogos invictos e rapidamente se afastou da zona de rebaixamento, permanecendo na parte de cima da tabela. Entre estas partidas sem derrotas, o Tricolor Paulista avançou de fase na Copa Libertadores após dois empates contra a equipe do Atlético Nacional, de Medellín, o que levou o clube às quartas de final do torneio sul-americano.
A caminhada da equipe do Morumbi na competição foi encerrada depois das derrotas contra a LDU, de Quito. O time também foi eliminado de maneira precoce da Copa do Brasil, após perder para o Athlético Paranaense nos penaltis. No Brasileirão, Crespo conseguiu a oitava posição, garantindo uma vaga na Copa Sul-Americana do ano seguinte.
Em 2026, apesar das enormes crises políticas que o clube paulista vivenciou, entre escândalos na diretoria e o impeachment do então presidente Júlio Casares, Hernán Crespo seguiu no clube com a garantia de que teria tempo e autonomia para trabalhar.
O argentino levou o São Paulo às semifinais do Campeonato Paulista, sendo eliminado pelo Palmeiras por dois a um. A segunda passagem se encerrou com um aproveitamento de 50,07% dos pontos, sendo 46 partidas, 21 triunfos, 18 derrotas e 7 empates.
Até o momento, o Tricolor não divulgou as razões que levaram à demissão de Hernán Crespo. O que se sabe, é que ela não era unanimidade na gestão do novo presidente Harry Massis. Entre as críticas mais duras ao técnico está a escalação do volante Luan no clássico contra o Palmeiras, que foi tratada como uma superstição do argentino e não uma escolha técnica.
Já circulam no CT da Barra Funda nomes para assumir o comando do Tricolor já para o próximo duelo contra a Chapecoense, na quinta-feira (12). Os principais cotados são Filipe Luís, recém-demitido do Flamengo e atual campeão da Copa Libertadores e do Brasileirão.
O outro seria Roger Machado, ex-técnico do Internacional, com passagens marcantes por Grêmio, Fluminense e Bahia. Roger teve um ano complicado com a equipe gaúcha, sendo desligado ao fim da temporada na zona de rebaixamento. Outra possibilidade pouco provável é Allan Barcelos, ex-treinador da equipe sub-20 do time do Morumbi e finalista nas últimas duas edições de Copinha.
O Cruzeiro venceu o Atlético-MG por 1 a 0 neste domingo (08), no Mineirão, em Belo Horizonte, e conquistou o Campeonato Mineiro de 2026 após sete anos sem o título. A decisão, entretanto, terminou em xingamentos e agressões entre jogadores e membros das comissões técnicas.
O primeiro tempo foi marcado por um jogo truncado e com várias faltas cometidas por ambos os lados. Com apenas 12 minutos de jogo, Mamady Cissé teve que ser substituído após ser atingido em uma dividida no campo de ataque. A primeira etapa terminou sem chances claras de gol.
O segundo tempo também começou travado. Entretanto, aos 14 minutos, a Raposa abriu o placar. O meia Gerson tabelou pela esquerda com Matheus Pereira, que cruzou na segunda trave. O camisa nove Kaio Jorge cabeceou para fora do alcance de Everson e marcou o único gol da partida.
30 segundos antes do término dos acréscimos do confronto, uma briga generalizada tomou conta do gramado. Tudo começou quando Everson foi atingido por Christian após defender um chute do meia Matheus Pereira. O goleiro do Galo deu uma joelhada no rosto do meio campista cruzeirense, mas levou um chute nas costas de Lucas Romero. Logo depois, diversos outros jogadores, como Lucas Romero, Lyanco, Cássio, Fagner, Hulk e Villalba, entraram na briga, que ficou dividida em diferentes focos.
Em meio à confusão, os seguranças das duas equipes foram acionados, e o árbitro Matheus Candançan solicitou a intervenção da Polícia Militar para encerrar a briga. Aos poucos, a situação foi apaziguada e só então a partida foi encerrada, com o Cruzeiro declarado campeão.
Mesmo que nenhum atleta tenha sido expulso dentro de campo, 23 jogadores e membros das comissões técnicas das duas equipes receberam cartões vermelhos na súmula. O registro se tornou o novo recorde de expulsões na história do futebol brasileiro. O recorde anterior era de 22 jogadores, em uma partida entre Portuguesa e Botafogo, em 1954.