O US Open, último Grand Slam da temporada, terminou no domingo (13), em Nova York, consagrando dois novos nomes no circuito: o alemão Alexander Zverev e a cazaque Elena Rybakina. Para o tênis brasileiro, no entanto, a edição de 2026 marcou o pior resultado em quase uma década. Pela primeira vez desde 2018, o país não teve nenhum representante nas chaves principais de simples (a modalidade individual do tênis), seja no masculino ou no feminino.
Zverev vence Shelton e chega ao segundo título do ano
Na decisão do masculino, Zverev derrotou o americano Ben Shelton por 6/3, 7/6 (7-2), 5/7 e 6/2, confirmou a boa fase que vive na temporada. Ele já havia vencido Roland Garros, em junho, e se tornou o quarto tenista da história a conquistar os dois primeiros Grand Slams do ano na mesma temporada, segundo dados da Associação de Tenistas Profissionais (ATP). Shelton, primeiro homem negro a disputar uma final do US Open desde Arthur Ashe, em 1972, chegou embalado por uma campanha inédita, mas perdeu a sexta partida seguida para o rival.
Rybakina bate Sabalenka e assume a liderança do ranking
No sábado (12), Elena Rybakina derrotou Aryna Sabalenka por 6/4, 5/7 e 6/2 e levantou seu terceiro troféu de Grand Slam. A vitória confirmou uma sequência que já vinha se desenhando. A cazaque havia assumido o topo do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA) pela primeira vez na carreira dias antes. Sabalenka, que buscava o Grand Slam, depois de quase dois anos seguidos na liderança do ranking tricampeonato consecutivo em Nova York, encerrou a temporada sem nenhum título.
Sem representante em simples desde 2018
Enquanto o circuito celebrava os novos campeões, o tênis brasileiro amargava a pior campanha em simples desde 2018. A lista de baixas começou com João Fonseca. O tenista anunciou, na segunda-feira (24), que não disputaria o torneio devido a uma lesão no abdômen, contraída no Masters 1000 de Cincinnati. "Não foi uma decisão fácil de tomar", afirmou o atleta, em comunicado publicado nas redes sociais. Bia Haddad Maia, número um do país no ranking da WTA, também não esteve em Nova York. Segundo apurado pela CNN Brasil, a tenista anunciou, em agosto, uma pausa por desgaste mental e para passar por uma cirurgia no ombro, e só de ve retornar ao circuito profissional em 2027.
No qualifying, fase que definiu os últimos classificados à chave principal, o cenário não foi diferente. Gustavo Heide, Felipe Meligeni e Laura Pigossi caíram ainda na estreia. Thiago Wild avançou à segunda rodada, mas foi eliminado pelo americano Mackenzie McDonald, na quarta-feira (26), por dois sets a zero (6/4 e 6/4), resultado que encerrou de vez as chances brasileiras nas simples.
Duplas têm campanha irregular, com destaque para Stefani
Nas duplas, o resultado brasileiro também ficou abaixo do esperado, com uma exceção: a boa campanha das duplas femininas . No masculino, a parceria entre Orlando Luz e Rafael Matos, que chegava embalada por dois títulos seguidos de Masters 1000, caiu na estreia, na sexta-feira (04), diante dos americanos Brandon Carpico e Nikita Filin. A mesma dupla eliminaria, dias depois, Marcelo Melo e o australiano John Peers na segunda rodada, no domingo (06). Fernando Romboli, ao lado do francês Terence Atmane, também não avançou. O Brasil não vence o torneio de duplas masculinas desde 2016.
A melhor campanha do país veio das duplas femininas. Luisa Stefani, ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, chegou à semifinal sem perder nenhum set até as quartas de final. A eliminação aconteceu na quarta-feira (09), diante das americanas Robin Montgomery e Ashlyn Krueger, por 4/6, 6/4 e 7/6 (10-8), depois que a dupla brasileiro-canadense desperdiçou dois match points. Ainda assim, Stefani e Dabrowski encerram a temporada com semifinais nos quatro Grand Slams do ano e uma vaga garantida no WTA Finals, torneio que reúne as oito melhores duplas da temporada.
Copa Davis é o próximo compromisso
Com o fim do US Open, as atenções do tênis brasileiro se voltam agora para a Copa Davis. O país enfrenta a Suíça nos dias 18 e 19 de setembro[6] , na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro (RJ), um compromisso que marca o retorno de João Fonseca às quadras: recuperado da lesão no abdômen, o tenista já está confirmado no time brasileiro, ao lado de Gustavo Heide, Matheus Pucinelli, Orlando Luz e Rafael Matos.
Na última terça-feira (1), Atlético-MG e Cruzeiro se enfrentaram na Arena MRV, em Belo Horizonte (MG), pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Depois do empate por 1 a 1 no primeiro confronto, o clássico novamente foi marcado pelo equilíbrio e pela intensidade, mas terminou com festa atleticana. A Raposa abriu o placar com Kaio Jorge, mas o Galo buscou a virada no segundo tempo, com gols de Victor Hugo e Fred, o que garantiu a classificação para a semifinal.
Como foi o jogo
No início da partida, o Atlético-MG pressionou e encontrou boas oportunidades logo. Aos dois minutos, Cassierra desviou de cabeça após cobrança de falta de Bernard, e a bola bateu na trave. Pouco depois, Bernard também levou perigo, mas parou na defesa de Otávio. O Cruzeiro respondeu aos 17 minutos, quando Matheus Pereira arriscou de fora da área e a bola passou perto da trave de Everson.
A partida ganhou uma nova cara aos 16 minutos, quando Ruan Tressoldi sentiu dores e precisou ser substituído. Vitão entrou em seu lugar. Mesmo com a alteração, o Atlético continuou na busca do gol e manteve a pressão no campo de ataque.
Aos 29 minutos, o Cruzeiro conseguiu abrir o placar. Após lance dentro da área, o recém substituído Vitão cometeu pênalti, e Kaio Jorge assumiu a cobrança. O atacante bateu no canto e colocou a Raposa em vantagem. O gol aumentou a tensão na Arena MRV, mas o Galo não diminuiu o ritmo e continuou a pressão.
Na volta do intervalo, o Alvinegro mineiro pressionou em busca do empate. O cenário mudou aos 15 minutos, quando Lucas Villalba recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, o Atlético passou a ocupar ainda mais o campo ofensivo d o Cruzeiro.
A insistência atleticana finalmente deu certo aos 32 minutos. Fred recebeu a bola na intermediária e encontrou Victor Hugo dentro da área. O meia dominou e finalizou rasteiro, sem chances para Otávio, para deixar tudo igual na Arena MRV. O empate não foi suficiente para o Atlético. Victor Hugo ainda acertou a trave antes do Galo conseguir a virada.
Aos 43 minutos, Fred apareceu novamente. Após uma jogada construída por Victor Hugo, o camisa 7 recebeu na entrada da área e finalizou de primeira para colocar a bola no canto de Otávio. Era a virada atleticana e o gol que colo cou o time na semifinal da Copa do Brasil.
Com um jogador a menos e atrás no placar, o Cruzeiro não conseguiu reagir. O Atlético-MG segurou a vantagem, confirmou a vitória por 2 a 1 e fechou o confronto.
O resultado também marcou uma noite especial para Fred. Em sua primeira partida como titular na Arena MRV, o jogador marcou seu primeiro gol com a camisa do Atlético e decidiu o clássico em uma das partidas mais importantes da temporada.
Com 42.992 torcedores presentes, a Arena MRV viveu uma noite de muita tensão e comemoração. O Atlético-MG agora aguarda o vencedor de Grêmio x Internacional para conhecer seu adversário na semifinal da Copa do Brasil.
Enquanto o São Paulo tenta deixar para trás um jejum de dez jogos sem vencer no Brasileirão, encerrado no último sábado (29) com a vitória sobre o Bragantino, o clube enfrenta uma crise institucional nos bastidores que pode ser ainda mais complicada do que a fase ruim dentro de campo.
O estopim mais recente está no contrato de gestão de ingressos do Morumbis. Esse acordo, que prevê a substituição da Total Acesso pela Ticketmaster na venda de ingressos e no programa de sócio-torcedor a partir de 2027, trouxe à tona um desentendimento sério entre a diretoria executiva e o Conselho Deliberativo.
A troca traz uma antecipação de R$140 milhões para o clube, dinheiro que a diretoria queria usar para quitar dívidas com o elenco, especialmente os direitos de imagem, até o fim de setembro.
O presidente do clube, Harry Massis Júnior, reagiu com firmeza à criação de uma comissão para reexaminar o contrato. A comissão foi formada majoritariamente por aliados do presidente do Conselho, Olten Ayres de Abreu Júnior, seu principal adversário político.
Em nota divulgada no site oficial do clube, Massis chamou a iniciativa de “uma tentativa de prejudicar um processo estruturado", que já havia sido aprovado por unanimidade pelo Conselho de Administração e encaminhado ao Deliberativo em 27 de agosto.
Segundo apuração do UOL junto ao próprio presidente do Conselho, a comissão foi criada depois que a NewC, empresa derrotada na concorrência, apontou ao órgão inconsistências nas versões do edital, falta de retorno sobre uma proposta revisada e dúvidas sobre uma condição comercial ligada à controladora de uma rival. Na mesma nota publicada no site do clube, Massis rebateu, classificando a proposta da NewC como uma apresentação preliminar, sem viabilidade real.
Mas o conflito vai além do contrato de ingressos. Ele revela uma disputa de poder entre a diretoria e o Conselho Deliberativo que deve continuar marcando o cotidiano do clube nas próximas semanas.
A pressão sobre o São Paulo não vem só de dentro do clube. As torcidas organizadas Independente, Dragões da Real e Falange Tricolor, lançaram uma nota conjunta nas redes sociais exigindo explicações da diretoria sobre uma questão que está gerando muita discussão: por que o clube escolheu antecipar 140 milhões de reais com a Ticketmaster, em vez de aceitar uma oferta de até 500 milhões de reais da NewC.
Nos dias seguintes, os torcedores levaram faixas ao estádio do Morumbis durante o jogo contra o Bragantino com mensagens como “Conselheiro, você não é dono do clube” e “Ei conselho, prestação de contas já”, direcionadas à alta cúpula do clube.
Para grande parte da torcida, a diferença entre os dois valores reforça a impressão de que a gestão está tomando decisões financeiras duvidosas. Mesmo que o próprio São Paulo afirme, como já foi dito, que a proposta da NewC nunca foi uma opção real ou comparável à da Ticketmaster, o episódio revela que o descontentamento dentro das arquibancadas já atinge tanto o Conselho de Administração quanto a diretoria.
A crise política ganha ainda mais peso porque acontece num momento de fraqueza dentro do São Paulo. Depois de cair da quarta para a 12ª posição do Brasileirão, o São Paulo viveu o jejum sem vitórias mais longo desde 2013, piorado pela dificuldade da diretoria em reforçar o elenco. Entre os últimos reforços, o zagueiro Matheus Dória rescindiu o contrato depois de poucos meses, o meia Cauly não conseguiu se firmar e o goleiro Carlos Coronel mal foi aproveitado.
A vitória por 2 a 1 contra o Bragantino deu um alívio imediato. O Tricolor subiu para a 11ª colocação, com 30 pontos, e a pressão sobre o técnico Dorival Júnior diminuiu por enquanto, mas a instabilidade institucional ainda pesa no dia a dia do time.
Também de acordo com apuração do UOL e do Arqtricolor, parte do elenco tem direitos de imagem atrasados de até quatro meses, e alguns jogadores não receberam nenhum valor referente a esse item nesta temporada. Isso mostra que a situação financeira do clube está longe de ser 100 % resolvida. Diante disso, a diretoria já pensou em vender titulares, como o volante Damián Bobadilla e o lateral Enzo Díaz, para equilibrar o caixa.
O departamento de futebol já sentiu o peso de decisões desse tipo antes: em março, o técnico Hernán Crespo foi demitido de forma repentina, em meio a divergências com a diretoria sobre o planejamento da temporada, numa decisão anunciada nas redes sociais sem consulta aos principais jogadores do elenco.
A luta por controle, em vez de ser resolvida, parece apenas estar se intensificando. E enquanto o time tenta recuperar o ritmo de jogo, a disputa política dentro do clube pode continuar sem trégua, influenciando cada decisão do dia a dia do São Paulo. O temor agora é que o impasse em torno da Ticketmaster abra um novo capítulo de instabilidade.
No último domingo (6), Antonelli protagonizou a maior recuperação da temporada de 2026 e a segunda maior da história da Fórmula 1. Ele largou na 19° posição, penúltima fila do grid, devido a uma penalização e terminou a corrida em primeiro lugar. Até então, o último italiano a vencer o Grande Prêmio de Monza era Ludovico Scarfiotti, em 1966.
A corrida esteve longe de ser tranquila. Ainda assim, Kimi conseguiu subir no pelotão. Ele foi de 12° para o oitavo lugar e depois para o sexto, após a relargada devido a bandeira vermelha provocada pelo acidente de Charles Leclerc, piloto da Ferrari, no início da terceira volta. O monegasco, como é conhecido, perdeu o controle do carro e bateu forte no muro.
Kimi também superou o companheiro de equipe George Russell, com quem disputou a liderança nas últimas voltas. O italiano chegou à traseira do inglês e conquistou a ultrapassagem na volta 50 de 53 e garantiu a vitória. Russell e Verstappen completaram o pódio. Antonelli também foi eleito Piloto do Dia pelos fãs com 38% dos votos, segundo a votação oficial do Driver of the Day da Fórmula 1.
Durante a entrevista de pista conduzida pelo ex-piloto de Fórmula 1 David Coulthard, Kimi afirmou que não esperava de jeito nenhum alcançar tal resultado, que ele classificou como "inacreditável". “É um sonho se tornando realidade e que dia incrível”, declarou.
As arquibancadas, tomadas pelo vermelho dos torcedores da Ferrari, vibraram com a vitória de Kimi. Apesar de defender a alemã Mercedes, o italiano fez história e levou o público à euforia.
Com a vitória, Antonelli somou mais 25 pontos, chegou ao total de 267 e abriu uma diferença de 66 pontos sobre seu companheiro de equipe, George Russell. Com isso, ele reforça suas chances de se tornar o campeão mundial mais jovem da história da Fórmula 1, conquista que pode ser mais um recorde na sua carreira, aos 20 anos de idade.
A disputa pelo título continua nesta semana, entre os dias 11 e 13 de setembro, no Grande Prêmio da Espanha.
Na noite da última quarta-feira (02), no Barradão, o que se viu foi uma repetição do que já havia acontecido no jogo da ida. O Vasco controlou a partida do início ao fim, enquanto o Vitória foi muito reativo e produziu pouco perigo, com apenas uma finalização ao alvo em todo o duelo. Com isso, o time visitante teve as melhores chances, derrotou o adversário por 2 a 0 e fechou o confronto em 3 a 0 no agregado, garantindo a classificação para semifinal da Copa do Brasil.
O Vitória, como era de se esperar, até começou criando perigo, com Renato Kayzer de cabeça aos 7 minutos. Porém, mesmo chegando outras vezes no ataque, finalizou a partir de bolas paradas e chutes de fora pouco efetivos, além de cruzamentos mal feitos.
O Vasco se aproveitou disso, começou a crescer no jogo e a criar chances de perigo, principalmente com Lucas Piton pelo lado esquerdo. Aos 29 minutos, o lateral cruzou na área para Spinelli completar de cabeça na trave. Depois, aos 42, o Vitória teve a única chance de perigo efetivo para o gol de Léo Jardim, em uma cobrança de falta de Zé Vitor. Porém, no contra-ataque da falta, puxado em uma arrancada de Píton, Ramon Rique cabeceou uma bola que passou raspando a trave. Aos 46 minutos, após um lançamento do lateral para o ataque, Andrés Gomez se aproveitou da desatenção de Matheusinho, recuperou a bola e fez uma boa jogada, que, novamente, passou raspando na trave.
No início do segundo tempo, o Vasco continuou em cima, enquanto o Vitória não conseguia ficar com a bola. Mesmo assim, aos 10 minutos de jogo, em uma cobrança de falta de Tarzia na cabeça de Luan Candido, o Rubro-Negro conseguiu balançar as redes. Porém, o gol do time foi anulado, devido a um impedimento milimétrico do zagueiro da equipe na hora da cobrança.
Depois do gol anulado, o Vitória até apareceu um pouco mais para o jogo e ficou mais tempo com a bola, mas viu o adversário voltar a ter o domínio ofensivo. Mesmo assim, desde o início da etapa final, os jogadores cruzmaltinos finalizavam sempre que encontravam algum espaço aberto, mas com pouca eficiência.
As chances mais perigosas do Vasco começaram a ser criadas, de fato, após os 27 minutos, quando o zagueiro Cacá, do Vitória, saiu para a entrada do atacante Marinho. A equipe começou a ter muito espaço para atacar e, aos 34 minutos, em uma escapada de David, Piton ficou cara a cara com Lucas Arcanjo e chutou em cima do goleiro. Um minuto depois, o Cruzmaltino abriu o placar. Aos 35, Andrés Gomez puxou o contra-ataque sozinho e fez uma linda jogada individual, que culminou em um chute de fora da área, no canto esquerdo do gol.
Com o gol, o Vitória teve que se lançar ao ataque, ensaiando um abafa para cima do adversário, porém não produziu nenhum perigo efetivo. A chance mais perigosa da equipe foi um chute cruzado após uma escapada de Renê, aos 50 minutos, mas a finalização passou longe da trave. Além disso, o Vasco ainda marcou mais um no último lance, em uma excelente jogada de Pumita, que roubou a bola, tabelou com Píton, e finalizou com um chute cruzado, sem chances de defesa de Lucas Arcanjo.
Com o resultado positivo, o Vasco chegou para a sua terceira semifinal consecutiva de Copa do Brasil, feito que não acontecia desde 1995. Na próxima fase, a equipe enfrentará o Palmeiras nos dias 1° e 8 de novembro, com o mando de campo ainda a ser sorteado, em busca de encerrar a seca de 10 anos sem título. Por enquanto, porém, o Cruzmaltino volta suas atenções para o Brasileirão e a Sul-Americana. Já para o Vitória a eliminação marca um momento de queda da equipe na temporada. O Rubro-Negro perdeu os últimos quatro jogos, contando com as duas derrotas na Copa do Brasil, e viu a zona de rebaixamento no Brasileirão se aproximar, estando a apenas quatro pontos dela. A equipe agora volta sua atenção para o nacional, já que será o único campeonato que disputará até o fim do ano.