Clube critica arbitragem e busca efeito suspensivo; árbitro já foi afastado pela CBF
por
Isabelle Maieru
Jalile Elias
Marcela Rocha
|
26/11/2025 - 12h

 

 

Marlon foi punido com dois jogos pelo STJD. (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

 

 

O Grêmio confirmou, nesta terça-feira (25), que dois jogadores e um dirigente do clube foram punidos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por episódios ocorridos na derrota por 1 a 0 para o Red Bull Bragantino, em outubro, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. A decisão atinge o lateral Marlon, o zagueiro Kannemann e o diretor de futebol Guto Peixoto.

 

O caso teve origem em dois lances polêmicos. No fim do primeiro tempo da partida, o árbitro Lucas Casagrande interpretou como agressão uma disputa envolvendo Kannemann e expulsou o defensor aos 42 minutos. Já nos acréscimos da etapa final, o juiz marcou pênalti para o Bragantino após a bola tocar no braço de Marlon. O Grêmio alega que o braço do lateral estava colado ao corpo.

 

Após a partida, a divulgação dos áudios do VAR evidenciou uma comunicação desorganizada entre os integrantes da equipe de arbitragem. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) afastou o árbitro Lucas Casagrande, justificando que ele passará por “treinamento, aprimoramento e avaliação interna”. O árbitro de vídeo Gilberto Rodrigues Castro Junior também foi afastado pela entidade.

Marlon foi denunciado pelas declarações fortes que deu na saída de campo, quando afirmou que o Grêmio estava sendo “categoricamente roubado” pela arbitragem ao longo do campeonato. A fala acabou pesando no processo.

 

Os dois atletas foram inicialmente denunciados com base no artigo 243-F, que trata de ofensas à honra. No entanto, durante o julgamento, os auditores decidiram classificar novamente a acusação, mas dessa vez para o artigo 258, que aborda condutas contrárias à ética desportiva.

 

O diretor de futebol Guto Peixoto foi enquadrado no artigo 258, §2º, II, por desrespeitar membros da equipe de arbitragem ou reclamar de suas decisões de maneira considerada desrespeitosa.

 

No julgamento, Kannemann recebeu um jogo de suspensão, pena já cumprida automaticamente. Marlon foi punido com dois jogos e deve desfalcar o time nas últimas duas rodadas do Brasileirão contra Fluminense e Sport. Guto Peixoto foi suspenso por 15 dias a partir desta quarta-feira (26).

 

O técnico Mano Menezes não terá Marlon à disposição na reta final do Brasileirão. (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

 

O Grêmio também informou que o departamento jurídico recorrerá e solicitará efeito suspensivo para tentar minimizar as consequências das punições.

 

Playoffs de março vão definir as últimas seleções classificadas
por
CRISTIAN FRANCISCO BUONO COSTA
|
26/11/2025 - 12h

As eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 chegaram à sua fase final. São jogos únicos ou semifinais diretas que acontecerão em março do ano que vem e decidirão as últimas vagas do Mundial, sem espaço para correção de rota. O formato cria um cenário de pressão para seleções acostumadas a grandes torneios e abre chance para países que buscam uma rara presença na copa.

Na Europa, 16 seleções disputam quatro vagas nos play offs de março, em confrontos já definidos. A Itália enfrenta a Irlanda do Norte e, se avançar, encara o vencedor de País de Gales e Bósnia. A Ucrânia joga contra a Suécia, enquanto Turquia e Romênia brigam por outra vaga. Dinamarca e Macedônia do Norte se enfrentam em um dos duelos mais equilibrados, e Polônia e Albânia fecham a lista de confrontos. As rotas são formadas por semifinais e finais em jogo único.

A Itália vive o ambiente mais tenso. Depois de duas ausências seguidas em Copas, o técnico Gennaro Gattuso disse que o país “não pode sumir outra vez” e precisa superar o peso dos últimos fracassos. O discurso reflete a cobrança sobre uma seleção com história, mas que ainda tenta se reorganizar após anos de instabilidade.

Jogadores da Itália durante partida contra a Noruega pelas Eliminatórias Europeias
Itália participa da repescagem europeia após perder para a Noruega. Foto: Reprodução/Instagram/@azurri

A repescagem mundial também está definida e reúne seis seleções na disputa por duas vagas na Copa de 2026. Os confrontos iniciais colocam Bolívia contra Suriname e Nova Caledônia disputando vaga com a Jamaica, em jogos únicos. Os vencedores avançam para enfrentar Iraque e República Democrática do Congo, que entram diretamente na fase final por melhor posição no ranking.

Os duelos serão disputados entre o dia 26 e 31 de março, em campo neutro, com decisão em partida única. A tabela cria caminhos diferentes: quem vencer entre Bolívia e Suriname enfrenta o Iraque, enquanto o ganhador da partida entre Nova Caledônia e Jamaica decide vaga contra a RD Congo. É uma etapa curta, mas decisiva, que encerra a corrida global por um lugar no Mundial.

A Copa do Mundo de 2026 começa em 11 de junho, no estádio Azteca, na Cidade do México, com jogo da seleção mexicana. A final está marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O sorteio dos grupos será realizado em 5 de dezembro deste ano, em Washington.

Piloto da Red Bull domina corrida urbana, enquanto Lando Norris e Oscar Piastri são punidos por irregularidade técnica e alteram a reta final da temporada
por
Fábio Pinheiro
|
26/11/2025 - 12h

No último final de semana, aconteceu o GP de Las Vegas, realizado nas ruas da cidade. A corrida recolocou Max Verstappen (Red Bull Racing) na disputa direta pelo título da Fórmula 1. O piloto da Red Bull venceu com autoridade e viu a dupla da McLaren ser desclassificada após inspeção técnica identificar desgaste irregular na prancha dos carros — o que anulou a segunda e a quarta posições conquistadas por Lando Norris e Oscar Piastri, respectivamente, na pista. Com isso, o campeonato, que parecia encaminhado para Norris, volta a ficar totalmente aberto.

A largada foi agitada. O britânico Norris, que largou da pole position, tentou segurar Verstappen na primeira curva, mas perdeu a liderança logo no início, abrindo espaço para o tricampeão controlar o ritmo da prova do começo ao fim. Verstappen não foi ameaçado nas paradas e aproveitou bem o tráfego da pista urbana, enquanto a McLaren parecia confortável no top 5.
 

Lando Norris ao lado da Sphere, em Las Vegas.
Lando Norris ao lado da Sphere, em Las Vegas. Foto: Reprodução/Instagram/@F1

A corrida também marcou um momento delicado para o brasileiro Gabriel Bortoleto (Kick Sauber) que abandonou ainda na primeira curva após se envolver em um toque com Lance Stroll. (Aston Martin). O incidente jogou seu carro para fora da pista e encerrou sua participação imediatamente. Bortoleto reconheceu o erro após a prova e recebeu punição de cinco posições no grid do GP do Catar, a próxima etapa da temporada.

A punição da McLaren modifica diretamente a tabela: os pontos anulados diminuem a margem de Norris na liderança e aproximam Verstappen e Piastri, deixando os três com chances reais nas duas etapas finais da temporada. As contas agora são apertadas — restam apenas 58 pontos em jogo no Catar e em Abu Dhabi, tornando cada detalhe decisivo.

Com a temporada entrando na reta final, o GP de Las Vegas se consolida como uma das provas mais impactantes do ano — não apenas pela vitória de Verstappen, mas pela reviravolta provocada pelas punições e pelos erros decisivos. A Fórmula 1 agora segue para o Catar com o título ainda em aberto.

Seleção decide o terceiro lugar contra a Itália nesta quinta-feira (27)
por
Antônio Bandeira
|
26/11/2025 - 12h

O Brasil está fora da final do Mundial Sub-17. A Seleção empatou por 0 a 0 com Portugal no tempo normal e foi derrotada por 6 a 5 nos pênaltis, nesta segunda-feira (24), no Aspire Zone, em Doha, no Catar. Com o resultado, os portugueses avançaram à decisão contra a Áustria. O Brasil enfrentará a Itália na disputa pelo terceiro lugar.

O jogo foi equilibrado nos primeiros minutos. A melhor chegada brasileira aconteceu aos 19 minutos, quando Dell ganhou uma dividida na área e finalizou duas vezes, mas a defesa portuguesa afastou em cima da linha. Portugal respondeu com mais presença no ataque, pressionando a saída de bola, mas sem criar grandes finalizações.

A segunda etapa teve menos chances. As duas seleções encontraram dificuldade para construir jogadas, e o confronto ficou mais físico. Brasil e Portugal pediram revisões de possíveis expulsões, mas o árbitro manteve as decisões de campo. No fim do tempo regulamentar, Zé Lucas acertou um voleio que passou perto do gol, mas o empate persistiu.

Nas cobranças de pênalti, Dell, Tiaguinho, Zé Lucas, Luis Pacheco e Gabriel Mec marcaram para o Brasil. Ruan Pablo acertou a trave nas cobranças regulares, e Ângelo mandou para fora na sétima cobrança. Do lado português, Tomás Soares, Chelmik, Santiago Verdi, Yoan Pereira, João Aragão e José Neto converteram, enquanto o goleiro Romário isolou a quinta tentativa. A falha brasileira nas cobranças alternadas decidiu a classificação.

Brasil cai para Portugal na semifinal do Mundial Sub-17. Foto: Nelson Terme/CBF (Flickr)
Brasil cai para Portugal na semifinal do Mundial Sub-17. Foto: Nelson Terme/CBF 

Foi a terceira disputa por pênaltis do Brasil no torneio. A equipe já havia avançado contra Paraguai e França nas fases anteriores. Mas nas quartas, venceu a seleção de Marrocos por 2 a 1.

Com a suspensão cumprida, o zagueiro titular Luís Eduardo, que não atuou contra Portugal, volta a ficar disponível para o técnico Dudu Patetuci.

Brasil e Itália jogam pela terceiro colocação nesta quinta-feira (27), às 09h30 (horário de Brasília), novamente no Aspire Zone. A final entre Portugal e Áustria acontece no mesmo dia, às 13h00 (horário de Brasília).

 

Com emoção até os últimos minutos, segunda divisão do Campeonato Brasileiro terminou com o Coritiba campeão
por
Jalile Elias
Isabelle Maieru
Marcela Rocha
|
25/11/2025 - 12h
Coritiba conquistou a Série B pela terceira vez. (Foto: Bruno Kelly/AGIF)
Coritiba conquistou a Série B pela terceira vez. (Foto: Bruno Kelly/AGIF)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Brasileirão Série B 2025 se encerrou no último domingo (23) com emoção até a última rodada. Seja na luta pelo acesso ou na briga contra o rebaixamento, os jogos da 38ª rodada foram eletrizantes. O Coritiba, que já havia conquistado o acesso com antecedência, foi o campeão, conquistando o título da segunda divisão do Campeonato Brasileiro pela terceira vez em sua história. 

A equipe comandada por Mozart confirmou a liderança mesmo longe de casa. O Coritiba foi até Manaus e venceu o Amazonas por 2 a 1 com gols de Sebastián Gómez e Iury Castilho. Luan Silva descontou para os donos da casa no Carlos Zamith. Com a vitória, o Coxa fechou o torneio na ponta da tabela, somando 68 pontos.

A briga pelo acesso também teve seus momentos de tensão: Athletico-PR, Chapecoense e Remo completaram o grupo dos times que subiram à Série A de 2026. 

O Athletico Paranaense também carimbou seu retorno à elite. Com a Arena da Baixada lotada, o time conseguiu a quinta vitória seguida ao derrotar o América-MG por 1 a 0. O herói da noite foi o garoto João Cruz, revelado no próprio clube, que marcou o gol que selou o acesso e assegurou a equipe na segunda colocação, com 65 pontos.

A Chapecoense confirmou sua vaga com um triunfo magro, porém decisivo, diante do Atlético-GO: 1 a 0 na Arena Condá, em cobrança de pênalti convertida pelo paraguaio Walter Clar. Já o Remo contou com a força do Mangueirão para virar sobre o Goiás por 3 a 1. Willean Lepo até colocou os goianos em vantagem, mas Pedro Rocha empatou e João Pedro, com dois gols, comandou a reação azulina. Tanto a Chape quanto o Remo fecharam a competição com 62 pontos, na terceira e quarta colocação, respectivamente.

Chapecoense está de volta à elite do futebol brasileiro. Foto: Rafael Bressan / ACF
Chapecoense está de volta à elite do futebol brasileiro. Foto: Rafael Bressan / ACF

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Goiás, que chegou a liderar a Série B e permaneceu no G4 durante boa parte do campeonato, acabou ficando a um passo do retorno à elite. A derrota para o Remo deixou o time estacionado nos 61 pontos e fora da zona de acesso.

Quem também viu o sonho escapar foi o Criciúma. Após ter sido rebaixado na última temporada, a equipe catarinense chegou à rodada final com chances reais de voltar à primeira divisão, mas a derrota por 1 a 0 para o Cuiabá, na Arena Pantanal, encerrou qualquer possibilidade.

Na outra ponta da classificação, Paysandu, Volta Redonda, Amazonas e Ferroviária não conseguiram evitar o rebaixamento e disputarão a Série C na próxima temporada.

O Paysandu encerrou sua participação na Série B com uma derrota por 2 a 1 diante do Athletic. O resultado serviu para salvar o time mineiro do rebaixamento. Já o Amazonas caiu diante do campeão Coritiba, enquanto o Volta Redonda apenas empatou com o Vila Nova, em Goiânia.

A briga contra a queda também teve seus capítulos finais nesta rodada. A última vaga na zona de rebaixamento estava entre Athletic, Botafogo-SP e Ferroviária. E foi a equipe de Araraquara (SP) que acabou levando a pior: perdeu por 2 a 1 para o Operário-PR, em Ponta Grossa, e acabou confirmando o rebaixamento para a Série C. O Botafogo-SP, que empatou sem gols com o Avaí, conseguiu se manter por mais uma temporada na Série B.

Com domínio em Interlagos, Lando abre vantagem na liderança do campeonato
por
Maria Clara Palmeira
|
11/11/2025 - 12h

No Último final de semana, aconteceu o Grande Prêmio de São Paulo no Autódromo José Carlos Pace. Após vencer a Sprint e garantir a pole position no sábado (8), o piloto britânico da Mclaren, Lando Norris, venceu em Interlagos neste domingo (9), ampliando sua vantagem na liderança do mundial de Fórmula 1 de 2025. O italiano Kimi Antonelli, da Mercedes, terminou em segundo lugar, enquanto o tetracampeão Max Verstappen (Red Bull Racing) cruzou a linha de chegada em terceiro, completando o pódio. 

A largada começou triste para a torcida brasileira. O piloto da casa, Gabriel Bortoleto, da Kick Sauber, se envolveu em um acidente com o canadense Lance Stroll (Aston Martin) ainda na primeira volta e precisou abandonar a prova. Assim, o safety car foi acionado logo nos primeiros minutos de prova.

“Não conseguir completar a corrida em frente a vocês foi uma dor enorme, pois sempre foi um sonho de criança meu correr em casa, mas tenho certeza que isso vai me tornar um piloto mais forte, tiro muitos aprendizados deste final de semana, erros e acertos”, relatou Bortoleto em suas redes sociais após a corrida.

Gabriel Bortoleto no Grande Prêmio de São Paulo. Reprodução: Instagram/@gabrielbortoleto_
Gabriel Bortoleto no Grande Prêmio de São Paulo. Foto: Reprodução/Instagram/@gabrielbortoleto_

O brasileiro, que havia sofrido um acidente semelhante na corrida Sprint, deixou Interlagos sem completar nenhuma volta no domingo.

Outro abandono foi o do britânico Lewis Hamilton (Ferrari), que enfrentou dificuldades na tentativa de ultrapassar o argentino Franco Colapinto (Alpine). Danificando o bico do carro na disputa, foi obrigado a fazer um pit stop de emergência e caiu para a 19ª colocação. O heptacampeão abandonou definitivamente a prova na 37ª volta.

Charles Leclerc, companheiro de Hamilton na Ferrari, foi atingido por Antonelli na disputa por posição e perdeu uma das rodas, sendo forçado a abandonar. A direção de prova acionou novamente a bandeira amarela, encerrando um final de semana desastroso para a equipe italiana, que deixou o Brasil sem pontuar com nenhum dos seus pilotos.

Após a relargada, Norris manteve a liderança. Oscar Piastri, seu companheiro de equipe, segurava o segundo lugar, mas acabou punido com dez segundos pelo toque com Antonelli que provocou o abandono de Leclerc. A penalidade comprometeu o ritmo do australiano, que precisou administrar o carro e se contentar com o quinto lugar.

Enquanto isso, Verstappen, que largou dos boxes após a Red Bull modificar o carro em parque fechado, escalou o pelotão de forma impressionante. Em poucas voltas, o holandês já estava entre os dez primeiros colocados. A diferença entre Kimi, Lando e Max permaneceu estável até as voltas finais, quando Verstappen passou a tirar quase um segundo por volta do piloto da Mercedes.

Verstappen e Antonelli comemorando o pódio em Interlagos. Reprodução/X/@F1
Verstappen e Antonelli comemorando o pódio em Interlagos. Foto: Reprodução/X/@F1

Com o resultado final, Lando Norris chegou a 390 pontos, seguido por seu companheiro de equipe, Oscar Piastri, que foi o quinto e agora soma 366 pontos. Restam apenas três etapas para o encerramento da temporada.

A próxima etapa acontecerá no dia 23 de novembro, com o Grande Prêmio de Las Vegas, à 1h da manhã (horário de Brasília).

A equipe brasileira não tomou conhecimento da nº 1 do mundo e garantiu o terceiro título em sequência
por
Davi Garcia
|
11/11/2025 - 12h

Neste domingo (9), a FURIA venceu a Vitality por 3 a 0 e conquistou o título da IEM Chengdu, campeonato de Counter-Strike disputado na China. A equipe brasileira não tomou conhecimento da atual melhor do mundo e chegou ao seu terceiro título seguido, após vencer a Fissure Playground e a Thunderpick.

FURIA levantando o troféu de campeão da IEM Chengdu. Foto: HLTV.org/@brcho_
FURIA levantando o troféu de campeão da IEM Chengdu. Foto: HLTV.org/@brcho_

A série começou de maneira diferente para os brasileiros, com a FURIA escolhendo a Ancient, mapa fixo de veto da equipe. A decisão arriscada se mostrou acertada e  o primeiro jogo da série começou bem para os brasileiros, garantindo um 8 a 4 na primeira metade da Ancient. Mesmo com a Vitality encostando no placar, a ‘Pantera’ fechou com um 13 a 11. Destaque para as atuações de Yuri ‘yuurih’ Santos e Danil ‘Molodoy’ Gulobenko.

No mapa seguinte, na Inferno, a FURIA se destacou pela resiliência. Mesmo sendo escolha da Vitality e chegando a perder por 7 a 2, o time de Gabriel ‘FalleN’ Toledo se aproveitou das pausas técnicas e reagiu na partida, conquistando a vitória por 13 a 10. O jovem do Cazaquistão, ’Molodoy’ foi novamente o destaque, garantindo 21 abates e apenas 13 mortes.

Time da FURIA durante a final da IEM Chengdu contra a Vitality. Foto: HLTV.org/@brcho_
Time da FURIA durante a final da IEM Chengdu contra a Vitality. Foto: HLTV.org/@brcho_

Por fim, na Overpass, conhecida como uma das especialidades do Counter-Strike brasileiro, não poderia ser diferente. Apesar de um começo difícil, a FURIA voltou a reagir e empilhou rounds. Nas últimas rodadas do mapa, os gringos Mareks ‘Yekindar’ Galinls e ‘Molodoy’ fizeram a diferença para a ‘Pantera’, garantindo a vitória por 13 a 11 e confirmando o título da IEM Chengdu. Vale destacar também as atuações de Kaike ‘Kscerato’ Cerato na grande decisão, com clutchs e rounds importantíssimos para a equipe brasileira.

Com apenas 20 anos, Danil ‘Molodoy’ Gulobenko foi eleito o MVP da competição, tendo um rating de 1.27  ao longo do campeonato. O troféu de melhor jogador de um campeonato é o segundo do cazaque, que vem empilhando atuações de alto nível, ajudando a  colocar a organização brasileira no topo do mundo.

Danil ‘Molodoy’ Gulobenko com o troféu de MVP da IEM Chengdu. Foto: HLTV.org/@brcho_
Danil ‘Molodoy’ Gulobenko com o troféu de MVP da IEM Chengdu. Foto: HLTV.org/@brcho_

O próximo compromisso da FURIA será a BLAST Rivals, no dia 12 de novembro, em Hong Kong. Depois, em 4 de dezembro, entrará no servidor para disputar o Major de Counter-Strike, a “Copa do Mundo” do game, em Budapeste.

Glossário

Counter-Strike: Jogo do modelo FPS (first person shooter/jogo de tiro em primeira pessoa).

IEM Chengdu: Campeonato de nível Mundial de Counter-Strike 2.

Round: Rodada. Quem fizer 13 rodadas primeiro, vence. 

MVP: Melhor jogador do campeonato.

Overpass/Inferno/Ancient: Mapas de Counter-Strike 2. Em uma melhor de cinco, quem vencer três mapas primeiro, vence.

Rating: Estatística que mede a eficiência do jogador no balanço abates/mortes. Para se ter um rating positivo, precisa ter um número acima de 1.0.

 

Entre motores e resistência, o GP de Interlagos teve recorde de mulheres neste final de semana
por
Bianca Pisciottano Athaide
|
10/11/2025 - 12h

Quem foi ao GP de São Paulo nos dias 07, 08 e 09 de novembro pode notar: tem muito mais mulheres nas arquibancadas de Interlagos. Com suas camisetas de pilotos, bandeiras na mão e celulares prontos para registrar cada volta, as fãs estão conquistando o seu espaço com a força do coletivo nesse ambiente historicamente (e hostilmente) dominado pela presença masculina.

Mas, entre aplausos e bandeiras, a realidade ainda tem um lado incômodo. Quem já pisou em Interlagos sabe: o assédio não ficou nos anos 1990. Ainda hoje, “brincadeiras” com corpos femininos parecem fazer parte do espetáculo. Comentários invasivos, olhares insistentes e alguns extremos casos de importunação física são relatos comuns entre torcedoras. 

Segundo a SPTuris, a parcela feminina de público no maior evento de automobilismo do país passou de 7,9% em 2013 para 37% em 2024. E eu conto isso também do meu lugar de fã: cresci achando que F1 era “coisa de menino”, até descobrir que existia todo um universo de garotas como eu, que entendem de pneus duros, safety car e estratégias de box. Hoje, 41% dos fãs da categoria são mulheres, e três a cada quatro novos fãs fazem parte da geração Z que virou o jogo, aos poucos, dentro das arquibancadas e das redes sociais.

É um avanço significativo, mas ainda completo de desafios para além da pista. 

Um dos casos mais recentes foi o caso do assédio no GP da Holanda de 2022, em Zandvoort, quando várias mulheres denunciaram ter sido assediadas por torcedores durante o fim de semana da corrida, que celebrava o retorno do público em massa após a pandemia. Nas redes sociais, torcedoras contaram que sofreram toques indesejados, comentários vulgares, cantadas agressivas e importunação física nas arquibancadas e áreas de convivência. Algumas relataram que homens as seguiram até o banheiro, ou fizeram piadas de cunho sexual enquanto elas tentavam assistir a prova.

A repercussão foi grande o suficiente para a organização do GP da Holanda e a própria Fórmula 1 se manifestarem oficialmente, prometendo investigar e reforçar medidas de segurança para mulheres nos eventos. A hashtag #RespectWomen ganhou força nas redes após o episódio, impulsionada por fãs que pediam uma postura mais firme contra o machismo dentro e fora das pistas. 

Durante o GP do Brasil, conversei com Beatriz Rosenburg, fã do esporte há anos e criadora do Coletivo The Lap 1, um grupo idealizado para apoiar e acolher mulheres que desejavam viver a experiência única do Grande Prêmio em São Paulo. A iniciativa surgiu a partir da campanha Respect Women, que desde 2019 leva às arquibancadas do Autódromo de Interlagos uma mensagem simples, mas poderosa: respeito.

Ela também notou como o público mudou, e o quanto isso ainda incomoda a alguns. “É lindo ver tantas mulheres em Interlagos, mas também é frustrante perceber que a gente ainda precisa provar que entende do assunto”, disse. “Ouvi meninas contarem que deixaram de usar certas roupas por medo de assédio. E isso não devia ser parte da experiência de ninguém. A arquibancada tem que ser um lugar de torcida, não de medo.” 

FOTO 1
Colaboradora do coletivo The Lap 1 entrega adesivo para todas as torcedoras na arquibancada G no Autódromo de Interlagos (Foto: Bianca AthaideAGEMT)

 

 

Beatriz acredita que o aumento da presença feminina é reflexo da representatividade que começa a nascer dentro e fora das pistas. “Com as redes sociais, as mulheres criaram espaços de fala dentro do fandom [o conjunto dos fãs do esporte], e isso é muito poderoso. Agora existe comunidade, apoio e identidade coletiva. A F1 virou um lugar mais nosso também.”

Mas as mulheres estão respondendo com união. Grupos como o The Lap 1 e o Girls Like Racing criaram verdadeiras redes de apoio. Eles reúnem torcedoras, organizam encontros e combinam de assistir as corridas juntas, para que ninguém fique sozinha.

Foi assim que Ana Beatriz Freitas, 22 anos, viveu seu primeiro GP em São Paulo. “Eu tava animada, mas morrendo de medo de ir sozinha”, contou. “Aí encontrei o grupo do Girls Like Racing no WhatsApp e descobri outras três meninas que também iam desacompanhadas. Combinamos tudo, fomos juntas e foi uma das experiências mais lindas da minha vida. Eu me senti segura, apesar de ainda ter que fingir que não escutei um ou dois comentários por aí.”

foto 2
Adesivo entregue a torcedoras: "Eu sou uma mulher e eu amo Fórmula 1. Me respeite!" (Foto: Bianca Athaide/AGEMT)

Ver as arquibancadas cada vez mais cheias de mulheres é inspirador. Mas ainda não é o fim da corrida. O desafio agora é garantir que essa presença venha acompanhada de respeito, segurança e liberdade. “Não basta só estar lá, a gente precisa poder torcer, vibrar e existir nesses espaços sem medo algum!”, reforça Beatriz Rosenburg. 

Para quem, como eu, cresceu acompanhando o barulho dos motores e as histórias que correm por trás das curvas, esse é um ponto de virada. A Fórmula 1 está mudando - mesmo que a uma velocidade bem mais lenta que os 300 km/h de seus carros. Ainda há curvas difíceis pela frente, mas uma coisa é certa: as arquibancadas estão cada vez mais equilibradas. E isso é só o começo.

 

Com avanços nas tecnologias e maior visibilidade, jogadores com deficiência conquistam cada vez mais espaço nos mundos dos games e no e-sports.
por
Lucas Leal
Ian Ramalho
|
08/11/2025 - 12h

Os eSports vêm se consolidando como um dos maiores fenômenos do entretenimento mundial nos últimos anos, e a presença de jogadores com deficiência só destaca mais a importância da inclusão no cenário competitivo. Com o apoio de novas tecnologias adaptativas, atletas brasileiros e internacionais começam a transformar o conceito de acessibilidade nos games, provocando grandes mudanças e avanços na indústria dos jogos, quebrando diversas barreiras físicas e sociais.

 

“A evolução dos controles, com cada vez mais botões, ficou mais difícil a jogatina, mas sempre me desdobrava, jogando até com os pés” disse o jornalista do portal Nintendo Blast, Daniel Morbi. Evidenciando a falta de percepção dos desenvolvedores para esse grupo ao longo do tempo. 

Histórias como a de jogadores como RockyNoHands e BlindWarriorSven mostraram ao mundo que o talento vai muito além das limitações físicas.

Rocky ‘RockyNoHands’ Stoutenburgh, jogador norte-americano, ficou tetraplégico após um acidente, porém graças a inovação na indústria dos jogos conseguiu continuar sua paixão. Jogando com a boca por meio de um controle adaptado, ele não apenas voltou a competir, mas conquistou duas vitórias na Twitch Rivals uma série de torneios organizados por uma das maiores plataformas de criação de conteúdo no mundo, entrando para o Guinness World Records como o primeiro streamer tetraplégico a atingir o status de afiliado na plataforma.

Sven 'BlindWarriorSven' Van de Wege, jogador holandês cego desde os seis anos, é uma lenda viva no cenário de Street Fighter. Usando apenas o som do jogo para se orientar, ele compete de igual para igual com adversários de alto nível e de destaque no cenário do jogo. Sven se tornou símbolo global de acessibilidade e inspiração, mostrando que a leitura visual não é pré-requisito para compreender o ritmo da competição.

Setup de jogo Rocky ‘RockyNoHands’ Stoutenburgh usando controle adaptado quadstick (Imagem: PC Gamer UK/Divulgação)

 

Esses atletas provaram que a deficiência não limita a performance, apenas exige novas formas de alcançá-la. E seus feitos abrem caminho para que mais jogadores PCD encontrem seu espaço nos palcos dos e-sports.

Apesar dos avanços, o cenário competitivo ainda está longe de ser totalmente inclusivo. Eventos internacionais continuam apresentando barreiras físicas, desde palcos inacessíveis até a ausência de intérpretes de Libras e equipamentos adaptados. Além disso, o custo elevado de dispositivos como controles especiais e adaptados, que podem ultrapassar os R$1.500, dificulta o acesso de jogadores brasileiros, que em sua maioria dependem de iniciativas comunitárias para competir.

Outro obstáculo é o preconceito velado. Muitos atletas PCD relatam terem sido tratados com surpresa ou desdém, como se sua presença fosse exceção, e não parte legítima do ecossistema dos games. A inclusão, portanto, vai além da tecnologia e adaptações de acessibilidade, ela exige empatia, respeito e visibilidade, precisando ser mais discutida e pautada nessas comunidades.

Os e-sports, diferentemente dos esportes convencionais, são mais abertos a essa população, muito marginalizada em atividades físicas. Essa barreira é desconstruída a partir dos jogos eletrônicos, que na teoria equalizam as condições tanto para um PCD quanto um não PCD. Segundo o Estatuto da Pessoa com Deficiência também é direito possuir a inclusão ao lazer, e o mundo dos videogames entra nesta questão. Mas há um outro desafio: adaptabilidade dos joysticks e mouse e teclado para todos. 

A reivindicação para controles adaptáveis aumentou com a popularização dos games em competições de e-sports. Além disso, legendas ou audiodescrição não estão incluídas em diversos jogos, dificultando a vida dos jogadores.  

Em 2021, a Microsoft lançou no Brasil um controle adaptável para jogadores com mobilidade reduzida, compatível com Xbox Series, Xbox One e PC. “Quando todos jogam, todos ganham”, foi a marca da empresa na campanha de lançamento. O controle é uma base fixa para dispositivos, permitindo montar um controle personalizado conforme as necessidades do usuário. Outro equipamento é o QuadStick, que funciona por movimentos da boca, voz e respiração do usuário, principalmente para tetraplégicos.  

Controle adaptado criado pela Xbox para jogadores com deficiência Imagem: GQ Brasil/Reprodução)

 

“Ao passar do tempo começou a existir um movimento na indústria abrangendo os PCDs, mas também muito por lucro, onde equipamentos adaptados chegaram ao Brasil custando mais de mil reais, ou até mesmo precisando importar esses produtos, desincentivando um grupo que já é marginalizado na sociedade” , completou Morbi. 

O relatório State of the Game Industry 2024 da GDC revelou que os desenvolvedores de jogos estão cada vez mais preocupados com os esforços de inclusão e igualdade na indústria em geral. No Brasil, a Able Gamers, uma ONG vem proporcionando inclusão desenvolvendo dispositivos adaptados por meio de arrecadação de fundos a mais de 20 anos. Democratizando o acesso aos jogos eletrônicos e combatendo o isolamento social dessa população.   

Existem algumas normas a respeito da acessibilidade no Brasil que garante uma boa experiência em meios digitais e jogos eletrônicos para pessoas com deficiência: 

  • ABNT NBR 17060: estabelece requisitos para em aplicativos em dispositivos móveis, sendo um guia técnico para eliminar barreiras digitais. 

  • Lei de acessibilidade (Lei nº 10.098/2000, regulamentada pelo decreto nº 5.296/2004): determina normas e critérios para promover acessibilidade que não se limita a tratar da acessibilidade apenas em aspectos físicos, mas também em qualquer aspecto de comunicação, como na área digital.  

  • Lei nº 10.436/2002: Institui a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão da comunidade surda no Brasil. 

  • Decreto nº 6.949/2009: Incorporou à Constituição Federal o Direito das Pessoas com Deficiência, obrigando o Brasil a promover acessibilidade às tecnologias da informação e comunicação.  

  • Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência, lei nº 13.146/2015): tem como objetivo assegurar e promover a inclusão social e a cidadania das pessoas com deficiência em todos os aspectos da vida.




 

Loud, G3X, Furia, Nyvelados, Funkbol, Desimpedidos e Dendele carimbaram a vaga para o mata-mata
por
Davi Garcia
|
04/11/2025 - 12h

Na última segunda-feira (3), a Kings League Brasil, campeonato de futebol 7 realizado em São Paulo, conheceu seus classificados para o mata-mata da competição. Loud, G3X, Funkbol e Furia entraram na última rodada já classificadas, jogando por posições e pela liderança geral, que assegurava vaga direta nas semifinais. Nyvelados, Desimpedidos e Dendele também estarão nas fases finais da liga, criada por Gerard Piqué, ex-jogador do Barcelona.

Luqueta, presidente do Dendele, comemora classificação na Kings League com Lucas Hector, jogador do Dendele. Foto: Rebeca Schumaker/Ag. Enquadrar/Kings League
Luqueta, presidente do Dendele, comemora classificação na Kings League com Lucas Hector, jogador do Dendele. Foto: Rebeca Schumaker/Ag. Enquadrar/Kings League

Na primeira partida do dia, Funkbol e Real Elite se enfrentaram sem grandes pretensões. Afinal, o “time da quebrada e do funk”, presidido por MC Hariel, Michel Elias e Kond, já estava classificado em primeiro lugar no seu grupo. Enquanto isso, o “Elite”, de Whindersson Nunes, Ludmilla e Lucas Freestyle, lutava para evitar a pior campanha da competição. No entanto, o Funkbol confirmou o favoritismo e venceu por 6 a 3.

No confronto seguinte, a Loud encarou o Desimpedidos buscando também encerrar a fase de grupos com chave de ouro. A equipe dos streamers Coringa e Renato Vicente chegou como uma das melhores equipes da atual Kings League. Por outro lado, o Desimpedidos, do influenciador Toguro, amargava um turno decepcionante, com apenas três pontos. Apesar disso, chegou com chances de classificação para o mata-mata. A partida foi tranquila para a Loud, que goleou o ‘DEC’ por 10 a 4. Mesmo assim, o Desimpedidos se classificou para a próxima fase graças à derrota do Real Elite. 

Em sequência, Furia e G3X protagonizaram o clássicoentre as equipes mais tradicionais da competição. A “Pantera”, presidida por Neymar e Cris Guedes, precisava de uma vitória no tempo normal para se classificar com a melhor campanha da competição. Enquanto isso, a equipe de Gaules necessitava dos três pontos para carimbar o segundo lugar geral. O jogo foi quente do início ao fim, contando com brilho dos craques Leleti e Chaveirinho. No entanto, foi o “rei da Kings League”, Kelvin Oliveira, que decidiu para o G3X. ‘K9’ anotou três gols para vencer a Furia por 6 a 4. A partida ainda ficou marcada por provocações entre os presidentes das equipes.

Kelvin Oliveira, do G3X, comemora gol marcado contra a Furia. Foto: Rebeca Schumaker/Ag. Enquadrar/Kings League
Kelvin Oliveira, do G3X, comemora gol marcado contra a Furia. Foto: Rebeca Schumaker/Ag. Enquadrar/Kings League

No quarto duelo da rodada, o Nyvelados, de Nyvi Estephan, encarou o Fluxo, dos streamers Cerol e Nobru. O confronto era um verdadeiro ‘jogo de seis pontos’, afinal, quem vencesse estaria nos playoffs. O ‘FX’ liderou o placar por grande parte do jogo, até que Ivo, goleiro do time de Nyvi, anotou uma pintura de sua própria área para empatar e, consequentemente, embalar a virada. LeoGol, camisa 10 do Nyvelados, fechou a conta para classificar a equipe ao mata-mata, enquanto o Fluxo acabou eliminado da Kings League.

Por fim, Dendele, de Luqueta e Paulinho ‘o Loko’, e Capim, de Jon Vlogs e Luva de Pedreiro, se enfrentaram em busca da última vaga para a próxima fase. O jogo, marcado por um verdadeiro duelo de torcidas, teve os presidentes como protagonistas. Paulinho converteu o ‘pênalti presidente’ logo no início, deixando tudo igual no placar. Jon não deixou barato e também converteu em uma linda cobrança. Porém, com uma defesa sólida, o Dendele venceu o Capim por 4 a 2 e se classificou para os playoffs.

Na próxima segunda-feira (10), Furia e Nyvelados abrem a disputa do mata-mata. Quem vencer, enfrentará a líder Loud. Em seguida, o vencedor de Funkbol e Desimpedidos encara G3X ou Dendele. A Kings League Brasil tem transmissão em seu canal oficial do Youtube.

Confrontos do mata-mata da Kings League. Foto: Divulgação/Kings League
Confrontos do mata-mata da Kings League. Foto: Divulgação/Kings League