Com gol precoce de Dembélé e brilho coletivo, atuais campeões seguram pressão alemã na Allianz Arena
por
Isabelle Muniz
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11/05/2026 - 12h

O confronto na Allianz Arena, em Munique, Alemanha, na última quarta-feira (06), colocou frente a frente dois gigantes e decidiu a segunda vaga da final da Liga dos Campeões. O Bayern de Munique buscou retomar sua hegemonia europeia, após uma série de quedas precoces nos últimos anos, enquanto o Paris Saint-Germain chegou com a confiança de atual campeão, ostentando uma vantagem de 5 a 4, conquistada no jogo de ida. 

Os "Bávaros" apostaram no fator de estar em casa para reverter o placar, mas os parisienses entraram em campo para garantir a segunda final consecutiva.

Como foi o jogo

O jogo começou agitado e a estratégia alemã sofreu um golpe logo aos dois minutos do primeiro tempo. Em uma descida rápida, Kvaratskhelia tabelou com Fabián Ruiz e serviu Ousmane Dembélé, no meio da área. O camisa dez bateu de primeira para abrir o placar e aumentar a vantagem no agregado para dois gols. 

PSG chega à sua segunda final consecutiva da Liga Dos Campeões.
PSG chega à sua segunda final consecutiva da Liga Dos Campeões. Reprodução: Instagram / @psg

Após o susto inicial, o Bayern tomou o controle da posse de bola e passou a pressionar a defesa francesa, que segurou bem durante toda a primeira etapa. Aos 29 minutos, o lateral Nuno Mendes, que já tinha cartão amarelo, cometeu uma possível falta de mão. O árbitro João Pinheiro, porém, após indicação do quarto árbitro, assinalou uma mão anterior de Laimer, poupando o português da expulsão e mantendo os visitantes com 11 em campo.

No segundo tempo o ritmo continuou intenso, com goleiros dos dois lados realizando defesas cruciais para manter o placar mínimo. 

O que chamou a atenção foi uma tática inusitada de Luis Enrique. O goleiro Matvey Safonov apresentou números atípicos, acertando apenas sete de 33 passes tentados. 

O que parecia ser uma noite ruim do arqueiro russo era, na verdade, proposital: Safonov forçava tiros de meta diretamente para a lateral para gerar disputas em setores específicos e neutralizar Michael Olise. A estratégia funcionou, e a principal válvula ofensiva do Bayern teve uma partida muito abaixo do esperado, sem conseguir criar espaços.

A tensão aumentou na metade da etapa final, quando os jogadores do Bayern cercaram o árbitro João Pinheiro pedindo pênalti após a bola tocar no braço de João Neves dentro da área, mas o juiz mandou o jogo seguir. 

Já nos acréscimos, aos 46 minutos, Harry Kane finalmente conseguiu furar o bloqueio parisiense e empatou a partida em 1 a 1. 

Apesar do gol tardio ter agitado os instantes finais, não houve tempo para a virada e o apito final confirmou a classificação do PSG com um placar agregado de 6 a 5. Agora a equipe francesa se prepara para enfrentar o Arsenal na grande decisão na Puskás Aréna, em Budapeste, na Hungria, no dia 30 de maio, às 13h (horário de Brasília). Já o Bayern volta suas atenções para as competições nacionais.

 

As supostas conversas de cunho sexual com uma garota de 15 anos foram expostas nas redes sociais
por
Gabriel Thomé
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11/05/2026 - 12h

Na última sexta-feira (08), o lateral-direito espanhol Alejandro Jiménez, do Bournemouth, teve conversas de cunho sexual com uma menor de idade expostas na internet. Nas mensagens, Jiménez dizia não se importar com a idade da garota. O escândalo resultou no afastamento provisório do atleta, que não foi escalado para a partida contra o Fulham, disputada no último sábado (09), pela 36ª rodada da Premier League. 

A conversa, cuja veracidade ainda não foi confirmada, circula nas redes sociais desde o final da semana passada. Nas mensagens, o jogador descobre a idade da adolescente, a elogia e diz que nunca esteve com uma menina de 15 anos antes. 

Via X, o antigo Twitter, o clube inglês publicou uma nota em repúdio à suposta atitude do jogador e confirmou a ausência de Jiménez na partida contra o Fulham:

“O AFC Bournemouth está ciente das publicações que circulam nas redes sociais envolvendo o lateral-direito Álex Jiménez. O clube compreende a gravidade da situação e está investigando o ocorrido. Como resultado, Álex não será escalado para a partida de amanhã contra o Fulham, pela Premier League, e o clube não fará mais comentários neste momento”.

Caso se confirme o assédio ou a “solicitação de menor” nas investigações internas do clube e da Liga, o episódio será repassado à polícia britânica (Dorset Police) para uma investigação criminal, ainda não iniciada de forma oficial. O processo deve começar em um Tribunal de Magistrados (Magistrates' Court), podendo subir até o Tribunal da Coroa (Crown Court), a depender da gravidade dos fatos.

Nascido em Leganés, Espanha, o zagueiro de 21 anos teve passagens por Real Madrid e Milan antes de chegar à Premier League. Jiménez é titular absoluto da equipe inglesa. Ele atuou em 31 das 36 partidas do Bournemouth no campeonato inglês, em que marcou um gol e deu uma assistência. O Bournemouth está invicto há 16 partidas e sonha com uma vaga na Champions League no final da temporada.

Até o momento da publicação desta matéria, o jogador ainda não havia se pronunciado sobre o ocorrido.

Os mineiros estão de volta à Bundesliga depois de três temporadas na segunda divisão
por
João Paulo Di Bella Soma
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08/05/2026 - 12h

O tradicional clube de Gelsenkirchen conquistou, no último sábado (02), o título da segunda divisão alemã e retornou à primeira divisão, após três anos, depois de vencer o Fortuna Düsseldorf pelo placar de 1 a 0 em casa.

Em jogo válido pela 32ª rodada, os mineiros precisavam apenas de uma vitória para se consagrarem campeões. Jogando na VELTINS Arena, o único gol da partida saiu aos 15 minutos do primeiro tempo. Após um passe errado da defesa do Fortuna, o meia El-Fouzi interceptou a bola no meio-campo e acionou Aouchiche, que avançava pela linha de fundo. O atacante cruzou para a área, a bola desviou na zaga e sobrou para Kenan Karaman, que dominou e soltou um foguete no fundo das redes.

O Schalke dominou a maior parte do jogo. O clube criou algumas chances perigosas que pararam nas mãos do goleiro Kastenmeier. Após a conquista do título e a confirmação do retorno à Bundesliga, os jogadores do Schalke 04 aproveitaram os dias de folga para celebrar em Ibiza, na Espanha. Parte do elenco viajou para a ilha mediterrânea logo após a vitória, compartilhando nas redes sociais imagens da comemoração em festas, barcos e restaurantes ao lado de familiares e amigos. 

O clima foi de alívio e euforia no clube, que respira depois de passar por uma época de crise financeira e ser rebaixado na temporada 2022/23. Em 2024, o clube chegou a dever 165 milhões de euros e quase foi rebaixado para a terceira divisão. 

A campanha do acesso teve como principal destaque o atacante e capitão Kenan Karaman. O camisa 19 foi decisivo durante toda a temporada e terminou como artilheiro da equipe, com 12 gols e cinco assistências em 27 partidas pela 2. Bundesliga. Outro nome importante foi o veterano Edin Džeko, que contribuiu com seis gols e três assistências, trazendo experiência para um elenco jovem. Já o meia Soufian El-Fouzi se destacou na criação ofensiva e foi peça fundamental no setor de meio-campo.

Dzeko celebrou de perto o retorno do Schalke à Bundesliga

Dzeko celebrou de perto o retorno do Schalke à Bundesliga / Foto: FC Gelsenkirchen-Schalke 04

No comando da equipe esteve o técnico Miron Muslić, contratado antes do início da temporada após passagem pelo Plymouth Argyle, da Inglaterra, além de trabalhos anteriores no futebol belga. O treinador implementou um estilo de jogo intenso, vertical e organizado defensivamente, sendo apontado como um dos principais responsáveis pela recuperação do clube. 

Outro personagem importante da campanha foi o goleiro Loris Karius, que reencontrou o bom futebol em Gelsenkirchen. O alemão disputou 26 partidas e teve atuações decisivas ao longo da temporada, ajudando a transformar a defesa do Schalke em uma das mais sólidas da competição.

Com mais três pontos na segunda divisão, o Schalke 04 chegou aos 67 pontos e abriu uma vantagem de oito pontos de diferença para Elvesrberg, segundo colocado na tabela. O clube não consegue mais ser alcançado pelo terceiro colocado, restando duas rodadas para o fim da competição. Vale lembrar que, no segundo escalão alemão, os dois primeiros colocados sobem de forma direta. Os mineiros jogam contra o Nuremberg, fora de casa, e o Eintracht Braunschweig, em casa. Jogo em que vão receber o troféu. 

A equipe é a quarta com mais conquistas da divisão do Campeonato Alemão, com sete títulos. O Schalke está atrás somente do Bayern de Munique (34), Nurnberg (9) e do seu maior rival Borussia Dortmund (8). O clube tem outras conquistas importantes, como a Liga Europa e cinco copas da Alemanha.

Torcida do Schalke 04 transformou estádio em um verdadeiro mar azul na festa do acesso
Torcida do Schalke 04 transformou o estádio em um verdadeiro mar azul na festa do acesso / Foto: FC Gelsenkirchen-Schalke 04

 

O time inglês garantiu a classificação com vitória sobre o Atlético de Madrid em casa
por
Lorrane de Santana Cruz
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07/05/2026 - 12h

Na terça-feira (5), Arsenal e Atlético de Madrid entraram em campo para a partida que carimbou a primeira vaga na final da UEFA Champions League. Com um empate na Espanha por 1 a 1, no  Emirates Stadium, os times precisavam de um gol de diferença para vitória no tempo regulamentar.

Jogando na Inglaterra, o Arsenal controlou as ações do primeiro tempo. No entanto, apesar de deter a posse de bola, a equipe não foi tão eficiente diante da defesa adversária, o primeiro chute a gol da partida veio dos pés de Griezmann, camisa sete do Atlético de Madrid.

Aos sete minutos o jogador lançou para Giuliano Simeone que achou Julián Alvarez na entrada da área, o argentino teve a sua finalização desviada pela zaga do time inglês. Durante a primeira etapa, o zagueiro Gabriel Magalhães arriscou, mas a bola foi para fora, além disso, os donos da casa apostaram também em cobranças de escanteios, ponto forte do time treinado por Mikel Arteta.

E só aos 44 minutos de jogo Leandro Trossard finalizou contra a meta de Oblak, obrigando o goleiro do time espanhol a fazer uma defesa. Porém a bola sobrou dentro da pequena área e no rebote Bukayo Saka, que não desperdiçou a chance marcou 1 a 0 para o Arsenal.

Precisando novamente reverter o placar, no início do segundo tempo o Atlético de Madrid levou perigo para a defesa inglesa. Aos seis minutos, Koke lançou fez um lançamento para o ataque, e com um desvio de Saliba, a bola sobrou para Simeone que ficou cara a cara com Raya, porém apesar da chance clara, o chute contou com um desvio providencial de Magalhães.

A pressão do time espanhol continuou, precisando marcar um gol para empatar o jogo, aos 11 minutos do segundo tempo durante um ataque, Griezmann voltou a levar perigo e chutou para a defesa de Raya. Ainda nesse lance, a equipe do Atlético reclamou de um possível pênalti de Calafiori no camisa sete da equipe, mas o juiz marcou uma falta de ataque.

Diante de sua torcida, os gunners até tentaram ampliar o placar, com 14 minutos Martin Ødegaard chutou, mas a bola passou por cima do gol de Oblak. Contudo, quem perdeu a oportunidade mais clara foi Viktor Gyökeres, que recebeu um cruzamento de Hincapié, e sozinho diante do goleiro time espanhol chutou para fora.

A reta final da partida foi de ataque contra defesa, ganhando com o único gol da partida, o Arsenal passou a apostar na sua força defensiva para segurar o resultado. Por outro lado, o Atlético de Madrid via o seu sonho de chegar em outra final de Champions indo embora dentro do Emirates Stadium.

O técnico Diego Simeone e jogadores do Atlético de Madrid agradecendo a torcida. Divulgação/@atleticodemadrid
O técnico Diego Simeone e jogadores do Atlético de Madrid agradecendo a torcida. Foto: Divulgação/@atleticodemadrid 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O apito final veio com muita emoção para os jogadores e torcedores, a equipe inglesa volta a disputar uma final da UEFA Champions League após 20 anos, quando perdeu o título para a equipe do Barcelona. Agora o Arsenal espera o seu adversário que sairá do confronto e Bayern de Munique e Paris Saint Germain.

O técnico Arteta e jogadores do Arsenal comemorando a classificação. Foto: Divulgação/@arsenal
O técnico Arteta e jogadores do Arsenal comemorando a classificação. Foto: Divulgação/@arsenal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A final acontece no dia 30 de maio, em Budapeste, na Hungria, o jogo será no estádio Puskás Aréna, às 13h (horário de Brasília).

A 14ª rodada do Campeonato Brasileiro teve três clássicos estaduais, além da segunda vitória do Remo na competição
por
Enrico Peres
Érico Soares
Gabriel Borelli
Gustavo Tonini
Isabelle Muniz
Liliane Gomes
Lucas Peccin
Marco Nery
Pedro Rossetti
Pedro Timm
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07/05/2026 - 12h

Nos dias 2 e 3 de maio, os 20 clubes da Série A disputaram mais uma rodada do Campeonato Brasileiro. Palmeiras e Flamengo empataram clássicos e mantiveram a diferença de pontos no topo. Nos confrontos, o Mirassol venceu o Corinthians e quebrou a invencibilidade de Diniz no comando do time alvinegro.

Botafogo 1 X 2 Remo

No último sábado (02), às 16h, Botafogo e Remo abriram a rodada no Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ). O time do norte conquistou a primeira vitória fora de casa. O resultado acabou com a sequência de nove jogos invictos do Glorioso. 

O Fogão saiu na frente com o zagueiro Ferraresi no primeiro tempo, mas Alef Manga e Jajá anotaram os gols para a equipe paraense na etapa final, o que garantiu pontos importantes na luta contra o rebaixamento.

O primeiro tempo foi totalmente dominado pelo Botafogo, que se lançou ao ataque logo no início do jogo. Ao menos três escanteios seguidos deram perigo ao gol de Marcelo Rangel que fez duas ótimas defesas, em finalizações de Arthur Cabral e Matheus Martins. Entretanto, na terceira cobrança de Alex Telles, Ferraresi cabeceou no primeiro pau e superou o goleiro do Remo, aos 13 minutos da partida. 

Com o comando das ações, o Botafogo teve chances para ampliar, principalmente pelo lado direito, com as ultrapassagens do lateral Vitinho. Sem aproveitar as oportunidades, foi o Remo que quase empatou o jogo, com Patrick que acertou a trave. 

Para a segunda etapa, o técnico Franclim Carvalho fez uma mexida ousada, ao tirar um atacante para povoar o meio campo. Entrou Edenílson no lugar de Kadir. Apesar da troca, foi o Remo que se deu melhor. O time aproveitou os contra-ataques em meio a defesa exposta do Botafogo. 

Aos 25, Alef Manga recebeu ótimo passe de Jajá e soltou uma bomba de perna direita, sem chances para o goleiro Neto. Assim o jogo seguia para um empate em 1 a 1.

Apesar da segurança de jogar em casa, era o Remo quem tinha as melhores oportunidades e estava mais organizado em campo. Já nos acréscimos, aos 48 minutos, em mais um lance em velocidade contra poucos defensores alvinegros, Jajá virou o marcador ao finalizar após rebote de Neto, que espalmou chute de Gabriel Poveda. Vitória do Remo por 2 a 1 em pleno Nilton Santos.

A imagem mostra o goleiro Marcelo Rangel, do Remo, agradecendo a torcida remista.
Há 48 anos, o Remo não vencia fora de casa pela Série A do Brasileirão. Foto: Samara Miranda/Remo

Com o resultado, o Remo chega a sua segunda vitória na competição, com 11 pontos na 18ª colocação e fica a quatro pontos do Santos, primeiro fora da zona de rebaixamento do Brasileirão. Por outro lado, após quebra da invencibilidade de nove jogos, o Glorioso cai algumas posições, mas permanece na parte de cima da tabela, na décima posição com 17 pontos. 

Antes da próxima rodada, o Botafogo volta a campo na próxima quarta-feira (06), quando enfrenta o Racing, em casa, pela Sul-Americana. 

Vitória 4 X 1 Coritiba

Às 18h30 do último sábado (02), em partida marcada por expulsão e gol de pênalti, Vitória e Coritiba se enfrentaram, no Barradão, em Salvador (BA). O clube rubro-negro goleou o Coxa por 4 a 1, mas ainda fica atrás na classificação.

No começo do jogo, o Vitória teve a chance de abrir o placar. Zé Vitor recuperou e lançou para Erick, que cortou para dentro e chutou no gol, mas a bola saiu em linha de fundo. 

Aos 14, veio o gol rubro-negro. Zé Vitor tabelou com Matheuzinho, que mandou para Luan Cândido cruzar na área para Renê. O centroavante bateu de chapa e abriu o marcador. Dez minutos depois, Felipe Jonatan lançou para Renê que, na disputa com Tiago Cóser, sofreu um puxão na entrada da área, o que resultou em falta e expulsão do zagueiro. Zé Vitor bateu a falta no canto direito e ampliou a vantagem do clube baiano. 

No final da primeira etapa, o Coxa diminuiu. Josué abriu para Felipe Jonatan na esquerda, que devolveu para o meia lançar na área. Tinga mandou para dentro da pequena área e Pedro Rocha cabeceou sozinho para marcar o gol. 

No segundo tempo, aos nove minutos, no bate e rebate, a bola sobrou no pé de Rêne que arrancou pelo meio e tocou em Tarzia sair em velocidade e chutar por entre as pernas do goleiro Pedro Rangel para marcar o terceiro. 

Na sequência, Caique tocou para o camisa 91, que chutou no gol. A bola bateu na mão de Maicon ao tentar desviar de cabeça. O árbitro Rafael Rodrigo Klein marcou o pênalti no lance. Erick cobrou no canto esquerdo do goleiro, que chegou a tocar na bola, mas não o suficiente para evitar o gol.

A imagem mostra o elenco e comissão técnica do Vitória posando para a foto no vestiário.
Quase 90% dos pontos conquistados pelo Vitória neste Brasileirão foram em casa. Foto Victor Ferreira/EC Vitória

Aos 20, Rêne teve a chance de ampliar o placar ao receber lançamento de Nathan Mendes. Ele dominou de cabeça e bateu de direita, mas a bola saiu em linha de fundo. No final do jogo, o atacante tocou para Marinho chutar da entrada da grande área, porém Pedro Rangel evitou o gol. Fim de jogo 4 a 1.

Palmeiras 1 X 1 Santos 

No segundo jogo do último sábado (02), às 18h30, Palmeiras e Santos empataram em 1 a 1, no Allianz Parque, em São Paulo (SP). Os gols do duelo foram anotados por Rollheiser, para os visitantes, e Flaco López, para o Alviverde.

A imagem mostra jogadores do Palmeiras e Santos disputando a bola.
Esse foi o 357º Clássico da Saudade. Foto: César Greco/Palmeiras 

O confronto iniciou com contornos atípicos devido ao atraso da delegação santista, reflexo de um acidente no trajeto ao estádio que comprometeu o hino nacional — que durante a execução, contou apenas com os mandantes em campo. 

Com a bola rolando, o Santos suportou a pressão inicial e trocava bons passes, até que, aos 25 minutos, Rollheiser aproveitou sobra de bola, após corte de Gustavo Gómez, e finalizou com precisão no canto de fora da área para abrir o placar. 

Ainda na primeira etapa, o Palmeiras tentou reagir com Jhon Arias após bela trama, mas parou em boa intervenção do goleiro Gabriel Brazão.

No segundo tempo, o ritmo seguiu intenso com chances para ambos os lados. Aos 18, o empate palmeirense veio com Flaco López, que antecipou a marcação após cruzamento rasteiro de Andreas Pereira para estufar as redes. 

O jogo também foi marcado pelo aguardado retorno do atacante Paulinho, que entrou aos 28, após 302 dias ausente por cirurgias na perna. O camisa dez palestrino quase marcou na reta final depois de aproveitar sobra na área e finalizar com perigo no canto direito do arqueiro alvinegro.   

Já nos acréscimos, Allan chegou a balançar as redes, o que seria a virada alviverde, mas o tento foi anulado pelo VAR por um toque de mão de Jhon Arias, que desviou a bola que ia em direção ao gol.

Com a igualdade, o Palmeiras mantém a liderança isolada da competição com 33 pontos somados. O Peixe ocupa a 15ª posição, com 15 pontos, e se afasta da zona de rebaixamento. 

Athlético-PR 0 X 0 Grêmio

Em jogo de duas expulsões, às 20h30 do último sábado (02), Athletico-PR e Grêmio empataram na Arena da Baixada, em Curitiba (PR). A partida teve dois times em momentos contrários do esperados no começo do campeonato. 

O Furacão voltou a disputar a Série A em 2026 após figurar na segunda divisão no ano anterior, quando voltou à elite do futebol brasileiro com o vice-campeonato. Pelo elenco mais fraco e pelo desempenho ruim no estadual, a expectativa da temporada do Athletico no Brasileirão era de brigar contra um novo rebaixamento, mas o clube ocupa a quinta posição na tabela, fazendo frente e competindo contra candidatos ao título.

Já o Tricolor, no começo do ano  montou uma equipe promissora. O clube trouxe o técnico Luís Castro e investiu em nomes como Tete, e na manutenção do elenco que brigou por vaga na Libertadores até as últimas rodadas no ano passado. Com o título do Gauchão sobre o Inter, as expectativas gremistas eram grandes, mas o clube figura apenas na 14ª colocação.

A imagem mostra o jogador Gabriel Mec, do Grêmio com a bola, cercado por dois jogadores do CAP.
O Grêmio soma apenas três pontos em oito jogos fora de casa no Brasileirão. Foto: Igor Barrankievicz/GRÊMIO FBPA

Para o jogo, o técnico Odair Hellmann não contou com o volante Jadson e o atacante Julimar, ambos em processo de recuperação. Os titulares Luiz Gustavo e Zappelli também ficaram de fora por suspensão. 

No Grêmio, o clube também estava desfalcado. Luís Castro, o artilheiro da equipe Carlos Vinicius e o meio campista Viery estavam suspensos para a partida. Amuzu e Arthur, lesionados, também não estiveram disponíveis. 

Os destaques dentro de campo não foram nenhum jogador, e sim as decisões do árbitro Sávio Pereira Sampaio tomadas durante os 90 minutos. 

No início do jogo, o CAP dominava mais ao buscar jogadas com o atacante Viveiros. Entretanto, aos 28, o VAR recomendou uma revisão após um entroncamento entre Enamorado, ponta do Grêmio, e Esquivel, lateral do Athletico. O árbitro de vídeo enxergou uma cotovelada de Esquivel e o jogador foi expulso, o que mudou o cenário da partida. Mesmo com um a menos, o Athletico não passou grandes dificuldades no primeiro tempo e em grande parte do segundo tempo. 

Aos 32 minutos da segunda etapa, em uma grande jogada de Pavon na ponta direita. O argentino, sem marcação, cruzou para André Henrique cabecear para fora. Aos 39, antes de uma cobrança de escanteio do Atheltico, uma discussão entre jogadores fez Pereira Sampaio penalizar, com cartão amarelo, jogadores de ambas as equipes. Um deles foi Riquelme Freitas, da base do Grêmio, que na ocasião já tinha cartão e foi expulso do jogo, o que deixou cada equipe com dez jogadores. Na batida do escanteio, após um desvio feito por Carlos Teran, o gol só não veio devido a Gustavo Martins que, em cima da linha, tirou a bola. 

Cruzeiro 1 X 3 Atlético-MG

No último jogo de sábado (02), às 21h, o clássico mineiro foi disputado no Mineirão, em Belo Horizonte. Em um duelo marcado por alta intensidade e três cartões vermelhos, o Atlético levou a melhor sobre o Cruzeiro. A equipe alvinegra venceu por 3 a 1.

As duas equipes entraram em campo em situações distintas na tabela de classificação, embora estivessem separadas por poucos pontos. 

O Cruzeiro chegava para o clássico em um momento de recuperação ao acumular três vitórias consecutivas contra Bragantino, Grêmio e Remo. Já o Atlético-MG passou por uma crise ao vir de três derrotas seguidas, incluindo a goleada sofrida para o Flamengo por 4 a 0. Além disso, o Galo flertava com a zona de rebaixamento.

O jogo começou com ânimos exaltados, o que resultou em um cartão amarelo para o atleticano Ruan, logo aos quatro minutos do primeiro tempo. O Cruzeiro respondeu rapidamente com uma cobrança de falta direta de Matheus Pereira, mas o goleiro Everson fez a defesa.

A rede balançou pela primeira vez aos 11 minutos. Com um cruzamento que veio da esquerda por Lodi. A zaga não conseguiu afastar totalmente e Alan Minda aproveitou a assistência de Cassierra para inaugurar o marcador para o Galo. 

O Atlético ampliou a vantagem aos 30 minutos, quando Maycon converteu um pênalti após falta sobre Alan Minda dentro da área. Antes do intervalo, a Raposa tentou reagir com investidas de Gerson, mas a sólida defesa alvinegra segurou a pressão.

O segundo tempo teve ritmo mais cadenciado. O Cruzeiro teve mais posse de bola, mas não conseguiu furar o bloqueio adversário. O cenário complicou-se para o time celeste aos 21 minutos, quando Arroyo foi expulso depois de receber dois cartões amarelos em um intervalo de apenas três minutos. 

Com um jogador a mais, o Atlético quase marcou o terceiro em uma finalização potente de Reinier, defendida por Otávio. O terceiro gol do Galo veio pouco depois, aos 25 minutos, quando Renan Lodi cruzou com precisão e Cassierra cabeceou para o fundo da rede. 

O jogo seguiu tenso. Kaiki Bruno recebeu cartão vermelho direto após revisão do VAR, o que deixou o Cruzeiro com dois a menos. Logo em seguida, Lyanco também foi expulso pelo lado atleticano ao levar o segundo amarelo.

Já nos minutos finais, Kaio Jorge sofreu pênalti cometido por Junior Alonso. O próprio atacante cobrou e diminuiu para o Cruzeiro, mas a reação parou por aí. O Atlético administrou o restante do tempo e confirmou o triunfo por 3 a 1.

A imagem mostra o jogador Maycon, do Atlético-MG, comemorando o gol.
O Atlético subiu na tabela e se encontra na décima primeira posição. Reprodução: Instagram/@atletico

Agora, o Cruzeiro se prepara para enfrentar o Universidad Católica pela Libertadores, na quarta-feira (06), às 23h (horário de Brasília) na Claro Arena, em Las Condes, Chile. Já o Galão da Massa, visita o Juventud, pela Sul Americana, na terça-feira (05), às 19 horas, no Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.

Flamengo 2 X 2 Vasco

Às 16h do último domingo (03), Flamengo e Vasco empataram no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). O jogo era extremamente importante para o Rubro-Negro, que busca diminuir a vantagem do líder do campeonato, Palmeiras. Já o Cruzmaltino vive momentos de altos e baixos, e desejava emplacar uma boa sequência.

O Clássico dos Milhões começou muito disputado, com as duas equipes agressivas, mas logo aos sete minutos de jogo, em confusão dentro da área, Pedro conseguiu chutar e abrir o placar. Após o gol, a partida continuou muito disputada, com o Gigante da Colina se impondo no ataque, mas pecando nas conclusões.

Na segunda etapa, o Vasco pressionou o Flamengo, mas em contra-ataque, Pedro sofreu um pisão de Paulo Henrique dentro da área, que depois da revisão do VAR, Wilton Pereira marcou o pênalti e, aos 15 minutos do segundo tempo, Jorginho bateu e ampliou para a equipe da casa.

Apesar do balde de água fria, o Cruzmaltino seguiu agressivo, até que aos 38 minutos, em cobrança de escanteio de Nuno Moreira, Robert Renan apareceu na área para cabecear e diminuir o placar. Quando parecia que o Rubro-Negro ganharia mais um clássico, ao apagar das luzes, Cuesta cruzou e encontrou Hugo Moura, que de peixinho, praticou a lei do ex e empatou o jogo no último lance.

A imagem mostra o jogador do Vasco Hugo Moura comemorando.
Hugo Moura marca seu primeiro gol na temporada. Reprodução: Instagram/@vascodagama

Ao fim da rodada, Flamengo segue na vice-liderança com 27 pontos, atrás do Palmeiras com 33 pontos e um jogo a mais. Enquanto o Vasco segue na parte de baixo da tabela, amargando a 13º colocação, a dois pontos do Z-4.

São Paulo 2 X 2 Bahia

Também às 16h do último domingo (03), São Paulo e Bahia empataram em 2 a 2, no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). A partida foi marcada por alternâncias no placar, pela lesão de Lucas Moura, golaço de Luciano Juba e por uma falha decisiva do goleiro Rafael nos acréscimos do segundo tempo.

A imagem mostra um jogador do Bahia e um do São Paulo disputando a bola.
O Bahia não vence o São Paulo fora de casa desde 2019. Foto: Rafael Rodrigues/ EC Bahia

O São Paulo começou melhor e conseguiu abrir o placar aos 17 minutos da primeira etapa. Após pressão na saída de bola do Bahia, Wendell recuperou a posse e acionou Artur, que finalizou colocado para vencer o goleiro Léo Vieira. O atacante, ex-jogador do clube baiano, marcou pela primeira vez no Brasileirão com a camisa do Tricolor Paulista.

Mesmo atrás no placar, o Tricolor Baiano conseguiu equilibrar a partida ainda no primeiro tempo ao explorar, principalmente, as jogadas pelos lados do campo. A equipe baiana passou a ocupar mais o setor ofensivo, mas encontrou dificuldades para transformar a posse de bola em chances claras. 

Na volta do intervalo, o time comandado por Rogério Ceni aumentou a intensidade e chegou ao empate logo nos minutos iniciais. Luciano Juba acertou um chute no ângulo após jogada trabalhada pelo lado esquerdo, sem chances para Rafael.

O time paulista voltou a ficar na frente do placar, aos 28 minutos, após boa jogada ofensiva concluída por Ferreirinha, que aproveitou espaço na defesa adversária para marcar o segundo gol da equipe. 

Nos acréscimos, quando o São Paulo já administrava a vantagem, o Bahia aproveitou a desorganização defensiva do adversário e chegou ao empate no último lance do confronto. Após bola levantada na área, o goleiro Rafael falhou ao tentar fazer a defesa, e Erick aproveitou a sobra para marcar o gol que garantiu um ponto para a equipe baiana.

A partida também marcou o retorno de Lucas Moura após período afastado por lesão. No entanto, o meia-atacante permaneceu pouco tempo em campo. Cerca de 20 minutos após entrar, Lucas voltou a sentir fortes dores no tornozelo direito após uma dividida e deixou o gramado chorando, de maca, o que gerou preocupação entre jogadores e torcedores. A lesão agravou os problemas físicos do elenco são-paulino durante a reta final da partida. 

Com o empate, o São Paulo segue no G4 do Campeonato Brasileiro, mas desperdiçou a oportunidade de se aproximar das primeiras posições da tabela. A equipe vive um momento de oscilação e convive com desgaste físico, lesões e dificuldades para sustentar resultados nos minutos finais das partidas.

Já o Bahia conquista um ponto importante fora de casa e mantém boa campanha na competição. Mesmo o time baiano estando a quatro jogos sem vencer, a equipe demonstra poder de reação e segue próxima da parte de cima da tabela, brigando por vagas nas competições continentais.

Chapecoense 1 X 2 Red Bull Bragantino

Às 18h30 do último domingo (03), o Red Bull Bragantino venceu a Chapecoense de virada na Arena Condá, em Chapecó (SC), e se aproximou do G4 na tabela. É a sexta vitória do time paulista na competição sendo a terceira fora de casa.

O jogo começou devagar sem muitas chances para ambos lados. Aos 22 minutos do primeiro tempo, o time da casa abriu o placar com o congolês Bolasie após receber um passe de cabeça de Bruno Pacheco. O atacante finalmente desencantou no ano e marcou seu primeiro gol na temporada. 

Após sete minutos do gol, o lateral Cauê do Bragantino se desentendeu com Everton e o árbitro Paulo César Zanovelli optou pela expulsão do jogador. O VAR, comandado por Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro, aconselhou uma revisão que resultou na alteração da cor do cartão, e o Massa Bruta se manteve com 11 em campo.

Aos 40 minutos veio o empate. Após um lateral cobrado na área, a bola foi afastada e o volante Gabriel cabeceou de volta. A zaga da Chapecoense se confundiu, o goleiro Anderson não se decidiu e a bola entrou devagar na rede.  O final do primeiro tempo terminou sem grandes emoções.

A primeira boa chance do segundo tempo veio dos pés de Ênio aos 14 minutos. O ponta fez uma jogada individual e finalizou para fora. Depois de dez minutos, agora com uma finalização de fora da área, ele acertou o travessão do gol de Tiago Volpi.

Mesmo com a pequena pressão ensaiada pela Chape, a virada do Bragantino veio logo depois. Aos 28 minutos, Lucas Barbosa recebeu a bola na entrada da área, limpou o zagueiro e finalizou com categoria para vencer Anderson.

A imagem mostra os jogadores do Bragantino posando para a foto do jogo.
Com o triunfo, o Bragantino alcançou sua quarta melhor campanha nos primeiros 14 jogos do Brasileirão desde a era Red Bull. Reprodução: Instagram/@redbullbragantino

A Chapecoense ainda teve duas chances de empatar. Aos 35 minutos, Ênio carregou pela direita do campo e cruzou para Bolasie finalizar de cabeça na pequena área, porém Tiago Volpi impediu a felicidade do time mandante. Faltando um minuto para o apito final, Jean Carlos tentou de bicicleta e a bola passou com perigo ao lado da meta de Volpi. 

A derrota afundou mais a Chapecoense na lanterna da competição com apenas uma vitória, na primeira rodada contra o Santos. Já o time paulista garantiu 20 pontos no campeonato, ocupando a sétima posição. 

O próximo compromisso do time catarinense é na quarta-feira (06), às 21h30 (de Brasília), em Ponta Grossa (PR), contra o Operário pela Copa Sul-Sudeste. Já o Massa Bruta viaja para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para enfrentar o Blooming pela Sul-Americana no Estádio Ramon Tahuichi Aguilera. O jogo está marcado para quinta-feira (07), às 21h30 (de Brasília).

Internacional 2 X 0 Fluminense

Na noite do último domingo (03), as equipes chegaram em cenários completamente opostos para o confronto das 18h30, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). O Flu, mesmo vindo de derrota na Libertadores, buscava encostar no líder Palmeiras. Uma vitória no jogo colocaria a equipe carioca em segundo lugar, a quatro pontos do Alviverde. Enquanto o Inter estava uma posição acima da zona de rebaixamento, igualado em pontos com o Santos. 

Nos primeiros 30 minutos da partida não houve nenhuma finalização no gol. O Fluminense tinha a posse de bola, mas pouco produzia e dependia muito das jogadas individuais, principalmente de Soteldo. O Internacional, mais reativo, tentava apostar em contra-ataques, mas também não produzia. 

A arbitragem comandada por Felipe Fernandes de Lima também complicava com que o jogo fluísse. Só nos primeiros 35 minutos de jogo foram marcadas 20 faltas, sendo boa parte delas de pouquíssimo impacto e em boa parte ocorriam no meio do campo. 

A primeira finalização no gol no jogo veio só aos 36 minutos, com uma falta de Bruno Henrique no meio do gol, tranquila para a defesa de Fábio. Porém, pouco tempo depois desse lance, o Inter fez a primeira jogada bem trabalhada no jogo que resultou no gol de Bernabei, após um bom contra-ataque do Colorado e um excelente pivô de Alerrandro para dar a assistência.

A imagem mostra o jogador do Internacional Bernabei comemorando.
O lateral Bernabei chega ao sexto gol na temporada e é o artilheiro do Inter no ano. Reprodução: Instagram/@r_duarte75

Com o gol, o cenário do jogo não se alterou, o que manteve o Inter confortável para produzir perigo ao gol tricolor aos 50 minutos. Após um vacilo da defesa do Flu, Carbonero roubou a bola e ficou com só dois defensores a frente dele, porém, mesmo com o camisa nove da equipe livre dentro da área, ele preferiu o chute fraco para a defesa de Fábio. 

Com o início do segundo tempo, o Fluminense partiu para cima com a entrada de Savarino. Aos dois minutos, Soteldo fez uma boa jogada pela ponta-esquerda e tocou para o companheiro de seleção venezuelana que, da entrada da área, acertou um belo chute na trave. 

Mesmo com o bom começo do adversário, o Colorado marcou o segundo logo aos três minutos. Após Carbonero puxar o ataque pelo meio com velocidade e tocar a bola para Vitinho dentro da área, que conseguiu ficar cara-a-cara com o Fábio, mas acabou tendo seu chute defendido. No rebote, Alerrandro ficou com o gol aberto para anotar mais um tento.

Após o segundo, o Flu tentou se lançar ao ataque, principalmente por meio de Savarino. O meia venezuelano, aos 22 minutos, se aproveitou do vacilo de Vitor Gabriel no meio de campo para roubar a bola e deixar Serna na cara do goleiro, que acabou tendo seu chute defendido por Anthoni. Do lateral gerado pela defesa, o Tricolor das Laranjeiras produziu mais uma chance de perigo com John Kennedy, que deu um chute forte para o gol, mas que foi defendido mais uma vez pelo goleiro colorado. Savarino ainda produziu mais uma chance de perigo para o Flu, com uma pancada no gol aos 37 minutos, mas que contou com mais uma boa defesa de Anthoni no jogo

O Inter, mesmo recuado boa parte do segundo tempo, ainda conseguiu bons contra-ataques. Aos 34 minutos, após uma excelente troca de passes de primeira entre Bernabei e Thiago Maia, o volante deixou para Matheus Bahia que acertou uma pancada no gol, defendida por Fábio. A bola chegou a sobrar nos pés de Borré, mas ele não teve equilíbrio para chutar. Outro veio já no final, aos 48 minutos, puxado por Vitinho, que chutou forte de fora da área para boa defesa de Fábio no canto esquerdo do gol. 

Com o resultado, o Inter consegue dar uma respirada no Brasileirão e sobe de posição, mesmo ficando ainda a dois pontos de distância da zona de rebaixamento. 

O Flu chega agora à segunda derrota consecutiva e se distancia da liderança, ficando sete pontos do Palmeiras. A equipe volta os olhos para a Libertadores, competição em que busca recuperação, já que só somou apenas um ponto e pode ser eliminado em caso de derrota para o Independiente Rivadavia na próxima quarta-feira (06), às 21h30 (horário de Brasília).

Mirassol  2 X 1 Corinthians

No último jogo da rodada, às 20h30 do último domingo (03), o Mirassol venceu o Corinthians no Estádio Municipal José Maria de Campos Maia, o Maião, em Mirassol (SP). A partida marcou a primeira derrota de Fernando Diniz como técnico do Timão.

O Leão Caipira saiu na frente no marcador, aos 23 minutos do primeiro tempo. O ponta-direita Carlos Eduardo foi derrubado na área por Matheus Bidu. O árbitro Matheus Delgado Candançan marcou pênalti e o próprio atacante cobrou e abriu o placar. 

Logo depois, aos 33, novamente Carlos Eduardo participou da jogada do gol. Dessa vez, ele cruzou para o centroavante Edson Carioca, que cabeceou e ampliou para o Mirassol.

A imagem mostra Carlos Eduardo e Victor Luis, ambos do Mirassol, comemorando o gol.
Essa foi a segunda vitória do Mirassol sobre o Corinthians na história. Reprodução: Instagram @mirassolfc

A segunda etapa foi menos movimentada e com poucas chances claras de gols para as equipes. O Corinthians diminuiu o marcador no final da partida, aos 35. Dieguinho, cria do terrão, finalizou de fora da área rasteiro no canto direito de Walter, que não alcançou a bola. A equipe da capital paulista pressionou até o apito final, mas não conseguiu empatar. A partida acabou em 2 a 1 para os mandantes.

O jogo marcou a primeira derrota do técnico Fernando Diniz sob o comando corintiano. Até então o retrospecto era positivo, cinco vitórias e dois empates para o treinador. Diniz reclamou da arbitragem de Matheus Candançan em sua coletiva de imprensa: “Não sou muito de falar de arbitragem, mas hoje foi péssima, parecia que (o juiz) não tinha cartão no bolso”, comentou.

O treinador do Mirassol, Rafael Guanaes nunca foi derrotado por Fernando Diniz em sua carreira. São quatro vitórias em quatro jogos para o comandante do Leão. Guanaes rebateu as críticas do técnico alvinegro a respeito da arbitragem. Ele disse que “não influenciou no resultado”. Além disso, Guanaes afirmou que sua equipe mereceu o resultado positivo: “A equipe fez o suficiente para vencer. Controlamos o jogo e construímos o placar no campo”, completou.

Após a partida, o Leão assumiu a 18ª posição com 12 pontos conquistados, no Z4 do campeonato. O Corinthians cai posições na tabela e fica em 17º, também na zona de rebaixamento.

Próxima rodada

Sábado (09):

Coritiba X Internacional, no Couto Pereira, em Curitiba, às 16h (horário de Brasília);

Fluminense X Vitória, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), às 18h (horário de Brasília).

Bahia X Cruzeiro, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), às 21h (horário de Brasília).

Domingo (10):

Remo X Palmeiras, no Mangueirão, em Belém (PA), às 16h (horário de Brasília);

Atlético-MG X Botafogo, na Arena MRV, em Belo Horizonte (MG), às 16h (horário de Brasília);

Mirassol X Chapecoense, no Maião, em Mirassol (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Santos X Red Bull Bragantino, na Vila Belmiro, em Santos (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Corinthians X São Paulo, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Grêmio X Flamengo, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS), às 19h30 (horário de Brasília);

Vasco X Athletico-PR, em São Januário, no Rio de Janeiro (RJ), às 20h30 (horário de Brasília).

Mesmo com as dificuldades econômicas cotidianas, o futebol amador ainda é o espaço de celebração e trocas afetivas para algumas pessoas.
por
Gustavo Oliveira de Souza
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23/09/2022 - 12h

O futebol de várzea é uma das modalidades esportivas mais antigas praticadas no Brasil. Antes mesmo de ser profissional, o esporte já era praticado às margens do rio Tietê e se expandiu até a organização de clubes que apenas participam de campeonatos amadores, chamados de campeonatos de várzea. Nas periferias, o futebol de várzea é tratado como uma das principais atividades dos moradores - tanto os jovens que sonham em se tornarem grandes jogares de futebol - quanto os mais veteranos, que dedicaram grande parte de suas vidas aos clubes dos bairros.

Na cidade de Santo André, São Paulo, o futebol amador possui grande incentivo da prefeitura - sendo a cidade fora de São Paulo a possuir mais campos sintéticos (campos com grama artificial), tendo 20 ao todo. O clube mais tradicional da cidade é o Esporte Clube Guaraciaba, fundado no ano de 1956 e que foi cinco vezes campeão da Divisão Especial - maior campeonato de várzea de Santo André. Mesmo após dois anos sem jogar oficialmente, o clube ainda conseguiu se manter devido o incentivo público e ao esforço dos seus torcedores e moradores do bairro que fizeram campanhas de doação para que as instalações ainda pudessem funcionar durante a pandemia da Covid-19. Sua torcida organizada, a Fúria Vermelha que foi fundada em 2015, é quem apoia o time tanto dentro quanto fora de seus domínios e Márcio Santos, um dos fanáticos pelo clube alvirrubro explica sua paixão pelo Guaraciaba:

“Moro a vida toda aqui, e o Guaraciaba sempre fez parte da minha vida. Quando eu era criança, vi meu pai jogando pelo clube e sua dedicação pelo clube me fez ver meu pai de outra forma. Ele trabalhava a semana toda, e aos fins de semana jogava e era muito feliz e foi aí que enxerguei uma das felicidades da vida dele, e desde lá sou apaixonado pelo clube também”.

“Estamos em todos os lugares. Já viajamos pela cidade toda pelo time, e em todos os lugares nós somos respeitados. A força do nosso time se deve muito à nossa torcida também, por que os jogadores se sentem muito motivados quando entram em campo e escutam aquele barulho - tanto dentro quanto fora de casa”.

“A várzea junta tanto o novo quanto o velho. Várias crianças que podiam ter ido para o crime foram resgatadas pelo futebol, e o sonho de muitas delas é jogar em um clube grande, mas infelizmente não são todas que conseguem.”

O poder do futebol de várzea é explicado nas aspas de Márcio. Ele consegue gerar uma identificação da pessoa com o bairro em que ela mora através do time e ele ainda junta vários dos moradores num único propósito - trazendo um senso de pertencimento. Assim como o entrevistado, vários dos torcedores trabalham durante a semana e aproveitam os jogos do time para se reunirem e celebrarem além do esporte, o fato de que ainda estão vivos e podem ter um motivo pra viver.

Durante corrida sprint, piloto da MP teve problemas no carro e precisou abandonar, mas Théo Pourchaire foi mal e troféu acabou na mão do brasileiro
por
Lucas G. Azevedo
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13/09/2022 - 12h

A Fórmula 2 visitou o Circuito de Monza, na Itália, durante o último final de semana. O clima foi ensolarado em todos os dias do evento.

Corrida sprint

No sábado (10), ocorreu a corrida 1, ou sprint, que distribui pontos para o top 8. O grid de largada é definido ao inverter os 10 primeiros definidos na classificação.

A pole position na corrida sprint após a inversão de grid acabou com Frederik Vesti, da ART. Completando a primeira fila estava Logan Sargeant, Carlin. Logo atrás vinha Jüri Vips, da Hitech, e a seu lado Ayumu Iwasa, da DAMS.

Felipe Drugovich (MP) deveria sair de 7° no sábado, mas foi punido por ter melhorado seu tempo de volta durante bandeira amarela na classificação e largou de 12°. Seu rival pelo campeonato, Théo Pourchaire, da ART, largou exatamente atrás do carro do brasileiro, em 14°. Enzo Fittipaldi não foi bem na classificação e saiu em 16°.

Grid de largada na corrida sprint do GP da Itália. Divulgação: F2.
Grid de largada na corrida sprint do GP da Itália. Divulgação: F2.

A expectativa era grande entre os fãs brasileiros, afinal, Felipe Drugovich tinha grandes chances de se tornar campeão ao final da corrida sprint. Mas a esperança logo daria lugar a angústia. Durante a 2ª curva da corrida, Drugovich entrou com mais da metade do carro na brita, mas não conseguiu evitar uma pequena colisão com Amaury Cordeel, da Van Amersfoort.

O que parecia um pequeno incidente no início se provou o suficiente para causar danos no carro do brasileiro. A suspensão dianteira direita quebrou e o veículo foi retirado para a garagem pouco depois. Restava ao líder do campeonato torcer para que Théo Pourchaire não conseguisse pontuar bem.

Um pouco mais na parte traseira do grid, ocorreu um toque entre Olli Caldwell, da Campos, e Tatiana Calderón, da Charouz, que obrigou a direção de prova a chamar um safety car. Os 2 pilotos abandonaram.

A bandeira verde foi dada durante a 4ª volta, Pourchaire conseguiu chegar a 12ª colocação, mas lutava para escalar o pelotão até a 6ª posição. Enquanto avançava, o francês encontrou Liam Lawson, da Carlin, David Beckmann, da Van Amersfoort, e Cordeel embolados numa disputa para ficar em 9°.

Assim como fez com Drugovich, Cordeel bateu as rodas com Pourchaire, mas o piloto francês teve sorte e não houve problemas com o seu carro, além de conseguir a ultrapassagem. Enzo Fittipaldi, da Charouz, vinha num bom ritmo e também ultrapassou o belga. O brasileiro perseguiu Pourchaire por algumas voltas, mas não havia velocidade para atrapalhar a corrida do atleta da ART.

Durante o meio da prova Ralph Boschung, da Campos, e Clément Novalak, da MP, também apresentaram problemas na suspensão e abandonaram a corrida.

Na parte frontal do grid, Jehan Daruvala, da Prema, aproveitou seu bom ritmo e ultrapassou Sargeant e Iwasa para tomar a 3ª posição. O estadunidense aproveitou a oportunidade e também deixou o japonês para trás.

No início da 14ª volta, Richard Verschoor, da Trident, disputava com Iwasa a 5ª colocação, ele obrigou o piloto da DAMS a travar as rodas na curva 1 e o fez perder mais uma posição.

Faltando 7 voltas para o fim, Théo Pourchaire precisava ser mais ofensivo para chegar à parte dianteira do pelotão. Porém, o francês foi muito agressivo numa disputa com Liam Lawson, da Carlin, e acabou tomando uma pancada no meio do carro, nada preocupante, mas o suficiente para tirá-lo do traçado e o fazer cair para a 17ª posição.

Durante a última volta, Jüri Vips, da Hitech, ultrapassava a linha de chegada tranquilamente para levar a vitoria. Atrás dele estavam Frederik Vesti, da ART, e Jehan Daruvala, da Prema, para completar o pódio.

Apesar disso, o foco dos torcedores estava na parte de trás do pelotão. Pourchaire não conseguiu se recuperar após a batida, e ainda foi punido em 5s pela colisão. Depois disso, o francês até conseguiu ganhar mais uma posição, mas não havia mais nada que pudesse fazer. Felipe Drugovich se tornou campeão da Fórmula 2!

Felipe Drugovich levantou o troféu após a corrida sprint. Divulgação: F2.
Felipe Drugovich levantou o troféu após a corrida sprint. Divulgação: F2.

Drugovich é o 1º campeão brasileiro na história da Fórmula 2 e, 22 anos depois, trouxe o título para o Brasil de uma categoria na escada da Fórmula 1. O último foi Bruno Junqueira, campeão da F3000 em 2000.

Classificação final dos pilotos que pontuaram na corrida sprint do GP da Itália. Divulgação: F2.
Classificação final dos pilotos que pontuaram na corrida sprint do GP da Itália. Divulgação: F2.

Classificação

A pole position e os 2 pontos extras ficaram com Jack Doohan, da Virtuosi. Na 2ª posição estava Liam Lawson, da Carlin. Abrindo a 2ª fila, estava Marcus Armstrong da Hitech, com Felipe Drugovich, da MP, em 4°.

Enzo Fittipaldi largou em 15° e precisava fazer uma corrida de recuperação.

Grid de largada na corrida principal do GP da Itália. Divulgação: F2.
Grid de largada na corrida principal do GP da Itália. Divulgação: F2.

Corrida principal

Com o campeonato decidido, a corrida principal acabou se tornando secundária em Monza. Apesar disso, o domingo trouxe um evento movimentado para os fãs.

Antes mesmo da volta de apresentação o pole Jack Doohan ficou parado no grid após a liberação para ir a pista, ele afirmou problemas na embreagem. Na largada o defeito apareceu novamente e perdeu algumas posições.

Logo no apagar das luzes houve o primeiro incidente. Ralph Boschung, da Campos, escapou da pista e, ao voltar, bateu em Théo Pourchaire que acertou a barreira de proteção. Mais à frente, Doohan foi esmagado por Jehan Daruvala, da Prema, e bateu em Logan Sargeant, da Carlin. Um safety car foi chamado para retirar os carros da pista.

Na relargada, Enzo Fittipaldi, que já estava no top 10 após os acidentes, continuou escalando o pelotão e assumia a 9ª posição ao ultrapassar Amaury Cordeel, da Van Amersfoort.

Na volta 7, outra interrupção na corrida, Calan Williams, da Trident, foi tocado e o seu carro acabou na barreira de pneus. Inicialmente a direção de prova optou pelo safety car, mas no 10° giro viu a necessidade de ativar a bandeira vermelha. Alguns pilotos, como Drugovich, acabaram sendo prejudicados já que perderam posições ao pararem durante o safety car.

O reinício viria 15 minutos depois e Marcus Armstrong, da Hitech, assumiu a 3ª posição, mas teve que cumprir uma punição de 10s na volta seguinte por irregularidades no pit lane. Na parte de trás, Fittipaldi pulava de 9° para 7° colocado. Na volta seguinte, o brasileiro aproveitou que Clément Novalak, da MP, errou a curva e saiu da pista, para conquistar mais uma posição.

Na mesma volta Liam Lawson, da Carlin, e Jüri Vips, da Hitech, se enroscaram. O piloto da Carlin teve seu bico danificado e precisou parar para trocar. Enquanto o piloto da Hitech sofreu uma punição de 10s.

A partir do 22° giro, Enzo Fittipaldi, da Charouz, estava em 5° e brigava com Ayumu Iwasa, da DAMS, pelo 4° lugar. O japonês defendeu com firmeza sua posição e conseguiu segurar o brasileiro até o final.

Fittipaldi brigava com Iwasa pela 4ª posição. Divulgação: F2.
Fittipaldi brigava com Iwasa pela 4ª posição. Divulgação: F2.

Na volta 25 Jehan Daruvala, da Prema, assumiu a liderança após parada de Richard Verschoor, da Trident. A corrida seguiu até a bandeirada com tranquilidade e poucas possibilidades nas disputas por posições.

Resultados

O topo do pódio ficou com Jehan Daruvala, da Prema. Ao seu lado estava Frederik Vesti, da Art.

Ayumu Iwasa, da DAMS, atravessou a linha de chegada em 3°. Porém, após a corrida, a inspeção constatou que seu carro tinha a parte de trás da prancha abaixo da espessura máxima permitida pelo regulamento técnico. Resultando na desclassificação do piloto japonês.

No seu lugar, completando o pódio, entrou o piloto brasileiro Enzo Fittipaldi, da Charouz, que fez uma ótima corrida ao sair de 15°.

O campeão Felipe Drugovich fez uma corrida discreta e terminou em 6°.

A volta mais rápida ficou com Richard Veschoor, da Trident. Registrou 1m33s155 no 29° giro.

Classificação final dos pilotos que pontuaram na corrida principal do GP da Itália. Divulgação: F2.
Classificação final dos pilotos que pontuaram na corrida principal do GP da Itália. Divulgação: F2.

Com esse resultado, Felipe Drugovich levantou o troféu e a expectativa da última etapa fica para a possibilidade de Enzo Fittipaldi conquistar o 3º lugar no campeonato. Na disputa entre as equipes, MP e ART estão empatadas na liderança e decidirão tudo na última corrida.

Tabelas dos campeonatos de equipes e pilotos. Divulgação: F2.
Tabelas dos campeonatos de equipes e pilotos. Divulgação: F2.

A Fórmula 2 volta daqui a 2 meses para a corrida final da temporada no Circuito de Yas Marina, em Abu Dhabi. A corrida sprint está marcada para sábado, dia 19 de novembro. Enquanto a corrida principal ocorre no domingo, dia 20 de novembro. O horário de largada ainda não está definido.

Atual campeão atravessa linha de chegada atrás do safety car e depende de combinação de resultados para levantar o troféu
por
Lucas G. Azevedo
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13/09/2022 - 12h

No último domingo (11) aconteceu o GP da Itália, no Circuito de Monza. O clima se manteve ensolarado em todo o final de semana e não foi problema para os pilotos.

Classificação

A pole position ficou com o piloto da Ferrari, equipe da casa, Charles Leclerc. O monegasco fez uma volta de 1min20s161 na 3ª classificatória. Ao seu lado, completando a 1ª fila, estava George Russel, da Mercedes. Na sequência uma fila formada por carros da McLaren, com Lando Norris em 3º e Daniel Ricciardo em 4º.

O estreante Nyck De Vries correu pela Williams no lugar de Alexander Albon, que estava fora por conta de uma apendicite, e já mostrou serviço, chegou ao Q3 e largou em 8°.

O GP da Itália foi outro com um festival de punições por trocas de peças: Max Verstappen (Red Bull) e Esteban Ocon (Alpine) foram punidos com 5 posições no grid. Sergio Pérez (Red Bull) perdeu 10. Valtteri Bottas (Alfa Romeo), Mick Schumacher (HAAS) e Kevin Magnussen (HAAS) caíram 15 colocações. Lewis Hamilton (Mercedes) e Carlos Sainz (Ferrari) saíram atrás de todo o pelotão.

Yuki Tsunoda (AlphaTauri) largou atrás de todos por trocar diversos componentes do motor e sofrer medidas disciplinares, foram 10 posições por tomar 5 reprimendas e 3 por ignorar bandeiras amarelas.

Grid de largada do GP da Itália. Divulgação: F1.
Grid de largada do GP da Itália. Divulgação: F1.

Corrida

A largada foi bem movimentada, logo nos primeiros metros Verstappen já mostrava a qualidade superior de seu carro e subiu 3 colocações. Na volta seguinte, o holandês passou Ricciardo e chegou na briga do pódio. Lando Norris por outro lado teve um péssimo começo, o britânico perdeu 4 posições na saída, mas conseguiu diminuir o prejuízo ao ultrapassar Fernando Alonso (Alpine) de volta.

Entre os carros na parte de trás do grid, Carlos Sainz (Ferrari) mostrou qualidade ao subir rapidamente na classificação, o espanhol saiu de 18° e na quarta volta já estava na zona de pontuação. Ao mesmo tempo, Max Verstappen ultrapassou George Russel e começou a caçar Charles Leclerc pela liderança.

Sainz ultrapassa Riccirado e assume a 4ª posição no 14° giro. Divulgação: F1.
Sainz ultrapassa Riccirado e assume a 4ª posição no 14° giro. Divulgação: F1.

No meio do bolo, Valtteri Bottas (Alfa Romeo) e Mick Schumacher (HAAS) se tocaram e quase perderam o controle do carro, mas tiveram sorte e não saíram com maiores problemas.

Durante a 7ª volta, Sergio Pérez preocupou a Red Bull graças a uma fumaça que subia dos seus pneus, aparentemente por superaquecimento dos freios. O mexicano teve que ir para os boxes e colocou pneus duros, apesar da angústia, o problema não voltou a aparecer durante a corrida.

No 12° giro, Sebastian Vettel, da Aston Martin, avisou nos rádios que estava perdendo potência e foi orientado pela equipe a parar o carro num trecho seguro, virtual safety car e fim de corrida para o tetracampeão. A Ferrari decidiu arriscar na estratégia e parou Charles Leclerc para trocar os pneus. Foi o único piloto a parar nessa janela, ao final de sua parada a bandeira já estava verde e a corrida foi retomada.

A corrida seguiu sem novas emoções até a volta 32, quando Fernando Alonso (Alpine), foi chamado para os boxes e teve seu carro retirado para a garagem. O espanhol não pode completar a corrida que o fez igualar o recorde de mais participações em GPs na história da Fórmula 1. Ele e Kimi Räikkönen possuem 349.

Uma volta depois, a Ferrari chamou Leclerc para uma 2° parada e colocou pneus macios no carro do monegasco. Com 20 voltas para o fim e 20s de desvantagem contra Verstappen, ele teria que aumentar o ritmo.

Após 45 voltas, a disputa pela liderança permanecia a mesma, mas as últimas 6 voltas reservaram uma surpresa que poderia mudar os rumos da corrida. Daniel Ricciardo, da McLaren, vinha fazendo um bom domingo e estava na zona de pontuação. Porém, seu carro apresentou problemas e o australiano teve que parar numa das retas do circuito. O piloto havia ganho a prova do ano passado e manteve uma “maldição” no Circuito de Monza. Nas últimas 3 temporadas o vencedor do ano anterior não finalizou a corrida. Com o carro atrapalhando a saída de uma das retas, o safety car voltou para a pista.

Carro da McLaren foi retirado de trator. Divulgação: F1.
Carro da McLaren foi retirado de trator. Divulgação: F1.

A expectativa pela relargada era grande entre as equipes, os pilotos na parte da frente do pelotão colocaram jogos de pneus macios, alguns usados e outros novos. Os últimos giros prometiam uma disputa intensa pelas cabeças do grid.

Apesar disso, o carro de Ricciardo não foi retirado rapidamente e voltas foram sendo perdidas, até que, na penúltima, a direção de prova decidiu encerrar a corrida com o safety car na pista.

Um final bem anticlimático para um GP disputado no templo da velocidade.

Resultados

Max Verstappen, da Red Bull, levou mais uma vitória para casa. Charles Leclerc, da Ferrari, tentou oferecer dificuldades ao holandês na casa de sua equipe, mas ficou apenas em 2°. George Russel, da Mercedes, fechou o pódio.

A volta mais rápida ficou com o piloto da Red Bull Sergio Pérez, no 46° giro, o mexicano completou o circuito em 1m24s030.

Classificação final dos pilotos que pontuaram no GP da Itália. Divulgação: F1.
Classificação final dos pilotos que pontuaram no GP da Itália. Divulgação: F1.

Com esse resultado, Max Verstappen pode ser campeão na próxima etapa, mas depende de uma combinação de resultados envolvendo os pilotos da Ferrari, Charles Leclerc e Carlos Sainz, além de seu companheiro de equipe Sergio Pérez.

Nicholas Latifi, da Williams, ficará em 21° no campeonato de pilotos, mesmo que só 20 participem de uma corrida. Isso ocorrerá porque Nyck De Vries, atleta que deve substituir Latifi na temporada que vem, pontuou como piloto reserva e passou o canadense na tabela.

Tabelas dos campeonatos de equipes e pilotos. Divulgação: F1.
Tabelas dos campeonatos de equipes e pilotos. Divulgação: F1.

A Fórmula 1 volta apenas daqui 3 semanas, dia 2 de outubro, no Circuito urbano de Marina Bay, em Singapura. A corrida começa às 09h no horário de Brasília.

A decisão da Libertadores será disputada entre dois times brasileiros por três anos seguidos.
por
Ivan Marino Iannace
|
08/09/2022 - 12h

A final da Libertadores da América será entre Flamengo e Athletico Paranaense, no dia 29 de outubro, ainda sem horário definido, no estádio Monumental de Guayaquil, no Equador. Por três anos consecutivos, a decisão acontece entre clubes brasileiros nessa competição.

 

De um lado há o Flamengo, que vive uma ótima fase e repete o feito de se classificar para a final da Libertadores, sendo a terceira final nos últimos 4 anos. O time foi campeão em 2019 contra o River Plate e perdido em 2021 para o atual vencedor da competição, o Palmeiras.

 

Do outro lado há um adversário que volta a uma final de Libertadores após 17 anos, porém, invicto no campeonato desde que o técnico Felipão assumiu o clube paranaense no meio da competição. A equipe foi responsável por eliminar nas semifinais o Palmeiras, último campeão das duas últimas edições, e segue embalada para enfrentar o Flamengo em mais uma decisão.

 

A fase atual do rubro-negro carioca é excelente. Além de um time experiente, conta com jogadores como Pedro e Rodinei, que já estão sendo cotados para ir à Copa do Mundo no Quatar, a ser realizada em novembro deste ano. O Flamengo, que faz uma campanha fantástica nessa Libertadores, caso consiga o título, entrará em um grupo seleto de campeões invictos do campeonato, assim como o Peñarol (1960), Santos (1963), Independiente (1964), Estudiantes (1969 e 1970), Boca Juniors (1978) e o Corinthians (2012). 

 

Os dois clubes enfrentaram-se outras vezes em eliminatórias, principalmente na Copa do Brasil, como em 2013 (final), 2019 (quartas de final), 2020 (oitavas de final), 2021(semifinal) e 2022 (quartas de final). Totalizados os 5 confrontos, o Flamengo eliminou o Athletico 3 vezes.

 

Recentemente vem se criando uma rivalidade muito grande entres os dois times, muito por conta desses confrontos da Copa do Brasil. Em 2019 o Flamengo teve um ano expendido, conquistando o Brasileirão e a Libertadores, porém na Copa do Brasil, após um empate de 1 a 1 na Arena da Baixada, o jogo seguinte, no Maracanã, iria repetir o mesmo resultado, mas nessa ocasião o jogo foi para os pênaltis, onde o furacão levou a melhor e eliminou o Flamengo.

 

Acontece que nessa vitória do Athletico, os jogadores decidiram provocar o Flamengo na hora da comemoração, fazendo gestos característicos de Gabigol e colocando a mão sobre o nariz em alusão ao “cheirinho” (que significava ficar só no quase e não ganhar o título). Desde aí os outros confrontos sempre tiveram uma pitada a mais de rivalidade e sempre que pode, Gabigol faz questão de fazer sua comemoração para a torcida do Athletico.

 

 

Porém, se formos mais a fundo, vemos que os confrontos entre os dois rubro-negros são bem equilibrados: computados 73 jogos, são 29 vitórias do Flamengo, 18 empates e 26 vitórias do Athletico Paranaense. O que torna essa final muito mais excitante.

 

 

Piloto brasileiro supera corrida caótica e deve ser campeão na próxima etapa. Enzo Fittipaldi terminou em 5°
por
Lucas G. Azevedo
|
06/09/2022 - 12h

A Fórmula 2 visitou o Circuito de Park Zandvoort, na Holanda durante o último final de semana. O clima durante as corridas da categoria foi ensolarado e não trouxe emoções inesperadas.

Corrida sprint

No sábado (03) ocorreu a corrida 1, ou sprint, que distribui pontos para o top 8. O grid de largada é definido ao inverter os 10 primeiros definidos na classificação.

Felipe Drugovich, da MP, conquistou a pole position na sexta e levou para casa os 2 pontos extras, por largar em 1° na corrida principal, iniciou em 10° na sprint. O outro brasileiro do grid Enzo Fittipaldi, da Charouz, largou em 13°.

A pole position na corrida sprint caiu no colo de Clément Novalak, companheiro de Drugovich na MP. Completando a primeira fila estava Marcus Armstrong, da Hitech, e logo atrás seu companheiro de equipe Jüri Vips. Dennis Hauger, da Prema, saiu da 4ª colocação.

Grid de largada na corrida sprint do GP da Holanda. Divulgação: F2.
Grid de largada na corrida sprint do GP da Holanda. Divulgação: F2.

A primeira tentativa de largada acabou sendo abortada, porque o carro de Tatiana Calderón, da Charouz, travou ao apagar das luzes. A colombiana teve que largar do pit lane.

Na segunda tentativa, Clément Novalak, da MP, estava na frente, mas teve um péssimo começo, o piloto foi facilmente ultrapassado por Marcus Armstrong, da Hitech. Numa corrida como o GP da Holanda é imprescindível largar bem. O circuito não oferece muitos pontos de ultrapassagem e complica quem sai atras do pelotão.

Armstrong aproveitou a boa largada para abrir uma boa margem logo no começo. Novalak acabou se segurando em 2º, mas não tinha um bom ritmo e impediu o pelotão de avançar.

Théo Pourchaire, da ART, bateu na classificação e largou apenas de 16°. O francês sabia que precisava ganhar alguns pontos para continuar na luta pelo campeonato, mas a pressa acabou o prejudicando. Na 2ª volta, Pourchaire acabou freando tarde demais numa tentativa de ultrapassagem e saiu da pista, caindo para 20ª colocação.

Outro que teve problemas foi Olli Caldwell, da Campos, o piloto saiu da pista e precisou trocar a asa dianteira para continuar na prova, ele acabou voltando em último para a pista. O britânico acabou não se recuperando e abandonou pouco depois.

Parecia que tudo acabaria dessa forma, mas a 4 voltas do fim, Tatiana Calderón, da Charouz, errou e acabou com o carro preso na brita. O safety car foi chamado e ainda deu tempo de mais uma volta, havia esperanças de a relargada trazer alguma emoção para o sábado, mas nada ocorreu.

A vitória ficou com Marcus Armstrong e a 2ª posição se manteve com Clément Novalak que segurou o pelotão atras e chegou ao 1º pódio da sua carreira. Dennis Hauger, da Prema, foi o 3°.

A volta mais rápida foi de Felipe Drugovich com 1min25s808. O piloto brasileiro ficou em 10º e não pontuou. Enzo Fittipaldi também não pontuou, ficou em 13º.

Classificação final dos pilotos que pontuaram na corrida sprint do GP da Holanda. Divulgação: F2.
Classificação final dos pilotos que pontuaram na corrida sprint do GP da Holanda. Divulgação: F2.

Classificação

A pole position ficou com Felipe Drugovich , da MP. O piloto brasileiro conquistou a posição com uma volta de 1min20s713. Fechando a primeira fila estava Jack Doohan, da Virtuosi. Logan Sargeant, da Carlin, e Richard Veschoor, da Trident, montavam a segunda fila.

Enzo Fittipaldi foi mal na classificação e saiu de 13º. Théo Pourchaire, rival de Drugovich pelo campeonato, bateu sozinho na sexta e largou de 16º.

Grid de largada na corrida principal do GP da Holanda. Divulgação: F2.
Grid de largada na corrida principal do GP da Holanda. Divulgação: F2.

Corrida principal

A largada foi boa para Drugovich, o brasileiro colocou por dentro e impediu qualquer oportunidade de Jack Doohan tentar ultrapassar. Porém, o piloto da Virtuosi teve que frear forte para não colidir com o líder e isso fez com que Logan Sargeant, que vinha logo atrás, saísse do traçado na curva 1 e ficasse na última colocação.

Tentando recuperar posições, o piloto da Carlin se afobou e tocou Ralph Boschung, da Campos. Dessa vez o piloto estadunidense não teve tanta sorte, bateu forte, de frente contra a barreira. O atleta está bem, mas teve que abandonar a prova. O incidente provocou a convocação de um safety car, que logo seria trocado por uma bandeira vermelha para retirar o carro e consertar as barreiras do local.

A relargada ocorreu em movimento e Drugovich novamente se lançou bem para manter a liderança. Algumas voltas depois, na 8ª, Jehan Daruvala, da Prema, rodou na brita, mas se recuperou rapidamente e impediu outra intervenção do safety car.

Jack Doohan tentou ameaçar a liderança do brasileiro durante algumas voltas, mas o australiano acabou errando ao frear numa curva e fritou os pneus, prejudicando muito o estado da borracha e forçando uma parada pouco tempo depois.

Doohan ao forçar para ultrapassar Drugovich. Divulgação: F2.
Doohan ao forçar para tentar ultrapassar Drugovich. Divulgação: F2.

No 17º giro, Marino Sato, da Virtuosi, entrou para sua troca, mas saiu reclamando de uma vibração no pneu dianteiro esquerdo. Poucas voltas depois a explicação viria, o pneu se soltou e o piloto acabou no muro. Resultado: novamente o safety car foi para a pista.

A relargada foi dada 5 voltas depois, mas Liam Lawson, da Carlin, que liderava naquele momento após alguns pilotos terem parado, retardou ao máximo o momento de retomar a aceleração. Os pilotos que vinham atrás não esperavam esse comportamento e alguns aceleraram, o que causou um acidente envolvendo diversos corredores.

A batida coletiva envolveu Jack Doohan, que foi acertado por Richard Verschoor, da Trident, e bateu no muro, Tatiana Calderón, da Charouz, e Clement Novalak, da MP. Outro safety car foi chamado. Desses, apenas o piloto da Trident não abandonou.

Jack Doohan virado na pista causa batida coletiva. Divulgação: F2.
Jack Doohan virado na pista causa batida coletiva. Divulgação: F2.

Na 26ª volta os carros seriam liberados para competir novamente. Dessa vez, Lawson acelerou logo que foi permitido e evitou nova confusão. A partir desse momento foi definido que a prova não se encerraria com 40 voltas, mas sim que duraria mais 12 minutos e a volta final.

Após as últimas paradas, Felipe Drugovich reassumiu a liderança e passeou tranquilo até a bandeira quadriculada. Veschoor chegou a ficar a menos de 1s do piloto e poderia abrir a asa para tentar a ultrapassagem, mas o brasileiro logo aumentou a vantagem e não teve maiores problemas.

Resultados

O topo do pódio ficou com o brasileiro Felipe Drugovich. Bom para ele e para a equipe, MP, que conseguiu pontos valiosos correndo em casa.

Richard Veschoor, da Trident, terminou em 2° e Ayumu Iwasa, da DAMS, completou o palco dos vencedores.

Enzo Fittipaldi (Charouz) fez uma corrida de superação e terminou em 5° ao escalar 8 posições. Théo Pourchaire (ART) ficou apenas em 10º.

Classificação final dos pilotos que pontuaram na corrida principal do GP da Holanda. Divulgação: F2.
Classificação final dos pilotos que pontuaram na corrida principal do GP da Holanda. Divulgação: F2.

Com esse resultado, Felipe Drugovich abriu 69 pontos de vantagem na liderança do campeonato com apenas 78 pontos em jogo nas próximas duas etapas. A MP também aproveitou o ótimo fim de semana e retomou a liderança entre as equipes.

Tabelas dos campeonatos de equipes e pilotos. Divulgação: F2.
Tabelas dos campeonatos de equipes e pilotos. Divulgação: F2.

A Fórmula 2 volta no próximo fim de semana no Circuito de Monza, na Itália. No sábado, dia 10 de setembro ocorre a corrida sprint, marcada para 13h no horário de Brasília. A corrida principal ocorre no domingo, dia 11 de setembro. A largada está marcada para 5h05 no horário de Brasília.