Na tarde da última quarta-feira (17), o Manchester City aplicou uma goleada histórica sobre o Real Madrid por 4 a 0 no Etihad Stadium, se classificando para a segunda final de Champions League da sua história.
Após um empate por 1 a 1 no jogo de ida, no Santiago Bernabéu, em Madrid, o clube comandado por Pep Guardiola não tomou conhecimento do maior campeão da história da competição - 14 títulos - e jogará sua segunda final na competição em pouco mais de dois anos. Na temporada 2020-2021, os Citizens perderam a decisão contra o Chelsea no Estádio do Dragão, em Porto. Guardiola chega a sua quarta final de Champions na carreira. Foram duas com o Barcelona, sendo campeão em ambas (2008-2009 e 2010-2011) e um vice-campeonato com o time de Manchester.
Jogando no seu melhor estilo, o City dominou o jogo do início ao fim. Com dois gols do português Bernardo Silva, melhor jogador em campo, ainda no primeiro tempo, a partida ficou sob controle do time, que confirmou sua superioridade no segundo tempo. Os gols na etapa complementar foram marcados pelo zagueiro Akanji e pelo atacante argentino Julián Alvarez. A equipe inglesa terminou a partida com 60% de posse de bola e mais que o dobro de finalizações em relação ao seu adversário.
Apesar de todo o histórico e de toda a mística que tem o Real Madrid na competição, desta vez, a equipe do italiano Carlo Ancelotti não foi párea para o time que joga o melhor futebol do mundo na atualidade na visão dos fãs do futebol. Na temporada passada, também nas semifinais, os atuais campeões eliminaram os Citizens da Champions após levarem o jogo para a prorrogação, com dois gols do brasileiro Rodrygo nos acréscimos.
O Manchester City vive uma temporada histórica. O clube está na final da Copa da Inglaterra (FA Cup), onde enfrentará o arquirrival Manchester United no dia 3 de junho. Além disso, os Citizens conquistaram a Premier League (Campeonato Inglês) no último final de semana, após o Arsenal, seu único concorrente, perder para o Nottingham Forest e não poder mais alcançar o time de Guardiola na pontuação geral.
A equipe enfrentará a Inter de Milão na final da Champions, que está marcada para o dia 10 de junho, em Istambul, na Turquia. Os italianos eliminaram os portugueses Porto e Benfica, além do arquirrival Milan, para chegarem à decisão.
A expectativa é de uma final equilibrada, como toda final de Champions, mas com certo favoritismo ao City, por ser uma equipe montada e consolidada a mais tempo, além de estar acostumada a jogar esse tipo de jogo nos últimos anos.
Neste domingo (21), aconteceria o Grande Prêmio da Emilia-Romagna, na Itália. O histórico evento, porém, foi cancelado após a região ser colocada em alerta vermelho, por causa das fortes chuvas e enchentes que atingem a cidade desde o início do mês.
Mesmo com as equipes chegando para a montagem dos equipamentos no paddock, foi necessária uma evacuação. As chuvas se intensificaram ao longo dessa semana, assim, as autoridades italianas pediram o cancelamento ou adiantamento da prova, uma vez que não seria possível realizar a corrida, já que partes do autódromo estavam alagadas, colocando em risco os funcionários, equipes e torcedores.
O GP de Ímola é o segundo cancelado na temporada, – ele se junta à corrida na China, que foi cancelada ainda em janeiro. Com vinte e duas corridas na temporada, não existe a expectativa para remarcar a etapa italiana ao longo do ano.
Nos 73 anos de Fórmula 1, não é nada comum que os Grandes Prêmios sejam cancelados na própria semana, esta é a primeira vez que acontece por condições climáticas.
Na última sexta-feira (19), a F1 anunciou que doará 1 milhão de euros para a Agência de Segurança Territorial e Proteção Civil da Emilia-Romagna. Em nota, Stefano Domenicali – presidente e CEO da Fórmula 1 – disse que é preciso fazer todo o possível para ajudar a população afetada pelas chuvas e alagamentos, que está passando por um momento difícil.
FANTASMAS DE IMOLA
O circuito que só retornou ao calendário em 2020 carrega um vasto legado. Além de uma considerável rotatividade de nomes - o GP já recebeu 3 nomeações diferentes: estreou como GP da Itália, para depois ser GP de San Marino, para o atual Emilia-Romagna, Ímola foi palco de momentos marcantes na história do esporte, um deles sendo o acidente que provocou a morte de um dos maiores ícones do automobilismo, o brasileiro Ayrton Senna.
Desde 1987, o circuito presenciou acidentes críticos, incluindo Nelson Piquet, Gerhard Berger, Michele Alboreto e Riccardo Patrese, felizmente sem nenhuma vítima fatal. Até 1994, onde o fim de semana do GP seria conhecido entre os fãs do esporte por seu caráter trágico e sequência de acasos.
Na sexta-feira, durante o treino livre, o então piloto da Jordan, Rubens Barrichello, bateu com força na grade de proteção e aterrissou de cabeça para baixo. O piloto foi dado como morto durante 6 minutos e chegou a engolir a própria língua. Rubinho teve de ser internado e perdeu o treino classificatório e a corrida.
Lamentavelmente, essa não seria a maior tragédia do final de semana. Ainda no treino livre, o piloto austríaco Roland Ratzenberger, da equipe Simtek, chocou o carro na curva e faleceu após ser levado ao hospital.
Em meio a protestos dos pilotos, principalmente Senna, e um clima de mistura entre tensão e luto, a realização do GP naquele domingo foi mantida. Por volta das 14 horas, ao entrar na curva Tamburello – a mesma dos acidentes anteriores de Piquet e Berger – o piloto brasileiro perdeu o controle do carro e colidiu com o muro de concreto. Após ser atendido na pista e encaminhado para o Hospital Maggiore de Bolonha, a morte de Ayrton Senna foi anunciada.
No ano seguinte, o circuito foi mantido no calendário, mas sofreu alteração nas curvas protagonistas dos acidentes anteriores.
Apesar da lamentável herança, o circuito ainda foi capaz de consagrar outro grande nome do esporte: Michael Schumacher foi denominado rei de Ímola, após consecutivas vitórias no circuito, incluindo em 1994.
Com seu retorno para o campeonato em 2020, durante a pandemia do coronavírus, depois de uma pausa de quase 14 anos sem corrida no autódromo Enzo e Dino Ferrari, o primeiro lugar do pódio foi conquistado pelo britânico Lewis Hamilton.
No sábado (20), jogando em casa, o Los Angeles Lakers enfrentou o Denver Nuggets pelo terceiro jogo da série melhor de sete da Final da Conferência Oeste dos Playoffs da NBA. Os visitantes levaram a melhor pelo placar de 119 a 108 e abriram 3 a 0 na série. Nunca na história da NBA um time que perdia por três a zero conseguiu reverter a situação. São 149 séries perdidas e nenhuma vencida.
O Lakers veio para a partida após dois jogos com domínio total do Denver. Nikola Jokic, pivô do Nuggets, anotou um triplo-duplo (dígitos duplos em três estatísticas diferentes) em ambas as partidas. Jamal Murray somou 68 pontos e anotou incríveis 23 apenas no último quarto do jogo 2.
Depois da derrota no jogo 2, Lebron destacou que ainda havia chance. "Até um time conseguir quatro vitórias, nós ainda temos chances”, disse o astro do Lakers. Até o jogo 3, a equipe do Los Angeles tinha o retrospecto de 100% quando jogou à frente de sua torcida nesta pós-temporada.
NO JOGO
O primeiro quarto começou com equilíbrio. Porém, a partir dos sete minutos, o Lakers perdeu o controle da partida e chegou a ficar atrás do placar por 14 pontos de diferença. Na parcial, Jamal Murray anotou 17 pontos e fez parecer fácil jogar basquete. Em contraste, o LakeShow errou 11 arremessos consecutivos. Contudo, Lebron ajudou o time a voltar a pontuar, mas ainda assim o time terminou o quarto muito atrás. Denver 32, Lakers 20.
No segundo quarto, o Lakers acordou e encurtou para 36 a 30. O jogo seguiu acirrado, mas a defesa de Los Angeles não conseguia parar Murray, que anotou 30 pontos até o intervalo, com 65% de aproveitamento. Com o apoio da torcida, os Purple and Gold empataram o jogo com menos de um minuto para o fim. Em seguida, sofreram uma cesta de três de K. Caldwell Pope e foram para o intervalo com apenas três pontos de diferença no placar. Denver 58, Lakers 55.
Anthony Davis (A.D.) e Austin Reaves foram os grandes responsáveis por colocar o Lakers próximo ao placar. Ambos os jogadores anotaram 15 pontos. Além deles, Lebron James distribuiu bem a bola e foi para o intervalo com 9 pontos e 7 assistências. Mas o nome da partida era Jamal Murray, que contribuiu com 30 dos 58 pontos de Denver.
Na volta do intervalo, a batalha seguiu equilibrada. Aos 7:24, Nikola Jokic cometeu a sua quarta falta (com seis o atleta é expulso) e preocupou o técnico Michael Malone, que optou por poupá-lo durante o restante do quarto. Em seguida, Austin Reaves converteu arremesso de três e empatou o jogo (71-71). No entanto, o Nuggets retomou o controle e, mesmo com duas cestas de três consecutivas de Lebron James, foi para o último quarto à frente por 84 a 82. Apesar da desvantagem, Los Angeles conseguiu acertar a defesa em Jamal Murray, que ficou zerado na parcial.
No início do último quarto, a torcida ficou de pé. Rui Hachimura converteu uma cesta de três e virou a partida. O Lakers não liderava o jogo desde o começo do primeiro quarto. Porém, a felicidade durou pouco. Com Jokic na organização, Denver retomou a liderança e jogou a pressão para o adversário. Durante três minutos, apenas o Nuggets pontuou e o Lakers ficou atrás por 106 a 94.
Para piorar a situação, Denver começou a usar o relógio a seu favor e gastou o tempo. A vantagem seguiu enorme e o Nuggets fechou a partida com certa facilidade. Lakers perdeu a terceira por 119 a 108. Esse foi o primeiro jogo que o Lakers perdeu a frente de sua torcida neste Playoff, até então eram seis vitórias em seis jogos.
O time da Califórnia não conseguiu administrar a partida em nenhum momento. Pareceu que faltava energia para os donos da casa saírem com o triunfo. Nas outras séries, o Lakers venceu o jogo três com certa folga. Na ocasião, Lebron, Austin Reaves e A.D. foram movidos pela torcida e conseguiram corresponder ao apoio. Desta vez, não funcionou.
O Denver Nuggets está a um passo de fazer história. A franquia nunca chegou a uma Final da NBA em seus 56 anos de história e está a uma vitória de conquistar a vaga.
As estatísticas colocam o Lakers em busca do inédito. Nunca na história da NBA um time que perdia por 3 a 0 conseguiu reverter a situação.
Lebron James já chegou a perder por 3 a 1 na Final da NBA de 2016 e conseguiu reverter a situação, que na época era inédita. A próxima partida acontecerá nesta segunda-feira (22), ainda em Los Angeles, às 21h30 (horário de Brasília).
DESTAQUES DO JOGO:
LAKERS:
Lebron James: 23 pontos, 7 rebotes e 12 assistências;
Anthony Davis: 28 pontos, 18 rebotes e 2 tocos;
Austin Reaves: 23 pontos, 7 rebotes e 5 assistências.
NUGGETS:
Jamal Murray: 37 pontos, 7 rebotes, 6 assistências, 2 roubos e 5 cestas de três;
Nikola Jokic: 24 pontos, 6 rebotes e 8 assistências;
Michael Porter Jr.: 14 pontos, 10 rebotes, 6 assistências e 4 cestas de três.
ESTATÍSTICAS DO JOGO:
LAL X DEN
108 PTS 119 PTS
45 REB 39 REB
27 AST 30 AST
3 ROUBOS 7 ROUBOS
2 TOCOS 1 TOCO
45,2% FG 50%FG
31,2% 3ptFG 41,5% 3ptFG
75,9% FT 73,7% FT
12 ERROS 5 ERROS
O Los Angeles Lakers visitou a equipe do Denver Nuggets pelos dois primeiros jogos da série melhor de sete da Final da Conferência Oeste dos Playoffs da NBA. A equipe da casa levou a melhor pelo placar de 132 a 126 no jogo 1 e 108 a 103 no jogo 2 e abriu 2 a 0 na série.
O Denver Nuggets se classificou após eliminar o Phoenix Suns por 4 a 2 na série. O Lakers avançou após mandar para casa os atuais campeões Golden State Warriors, também por 4 a 2. O Nuggets conta com a estrela do pivô Nikola Jokic - duas vezes MVP ( Most Valuable Player) - presente na atual segunda melhor seleção da NBA. Além dele, a equipe também conta com o armador Jamal Murray, os alas Aaron Gordon e Michael Porter Junior. O jogo coletivo do Los Angeles Lakers conquistou os fãs e a defesa é uma das melhores nesta pós-temporada. O pivô Anthony Davis (A.D.) lidera esse Playoff em tocos e rebotes por partida.
A última vez que as equipes se enfrentaram nos Playoffs foi em 2020, na “bolha”, novamente na Final da Conferência Oeste. Na ocasião, o Lakers levou a melhor com quatro vitórias e apenas uma derrota. Na série, Lebron James anotou triplo-duplo (dígitos duplos em três estatísticas diferentes ) e Anthony Davis converteu Game Winner (cesta que dá a vitória para o time) no estouro do cronômetro . Naquele ano, o Lakers foi campeão da NBA e era favorito no duelo. Três anos depois, o Denver Nuggets terminou em primeiro colocado no oeste e está em busca da sua revanche.
NO JOGO 1
Depois de LeBron James abrir o marcador, o Denver tomou o controle do jogo e Jokic mostrou a sua genialidade. O atleta terminou o primeiro quarto com oito pontos, doze rebotes, cinco assistências e dois tocos. O Los Angeles teve dificuldade de conter o poder ofensivo do time da casa. Denver 37, Lakers 25.
No início do segundo quarto, o jogo ficou muito acelerado. Foram várias cestas em um curto período de tempo. O Lakers não conseguiu diminuir a vantagem de dez pontos em nenhum momento e o Denver foi cirúrgico no ataque. Murray chegou a 17 pontos na primeira metade da partida e o Denver foi para o intervalo na frente por 72 a 54. A dupla Lebron James e A.D. somou 29 pontos e liderou o ataque de Los Angeles.
Na volta do intervalo, aos 6:05 no relógio, Nikola Jokic já tinha um triplo-duplo (23 pontos, 17 rebotes e 11 assistências). Aos dois minutos, Los Angeles ainda perdia por 20 pontos de diferença (101-81). Porém, com paciência, Lebron liderou o time a encurtar a desvantagem para 11 (103-92), com 6.7 segundos restantes para o fim. O momento era todo dos visitantes até Jokic acertar uma cesta de três, na cara de A.D., no estouro do cronômetro, para fechar vencendo o terceiro quarto por 106 a 92.
No último quarto, apesar do balde de água fria, o Lakers reduziu o prejuízo para oito pontos (108-09) ainda nos dois primeiros minutos. Denver pediu tempo e Jamal Murray guiou o time a abrir uma vantagem de 118 a 104. Em seguida, Darvin Ham, técnico de Los Angeles, reorganizou o time e ajudou o elenco a encurtar a diferença para 129 a 126, aos 1:12 para o fim. No último minuto do jogo, o Lakers atacou e cometeu faltas para tentar voltar para o jogo. Nenhum dos ataques deu certo e, por pouco, o Los Angeles Lakers perdeu a primeira batalha para o Denver Nuggets por 132 a 126.
Nikola Jokic, com 34 pontos, 21 rebotes e 14 assistências; e Jamal Murray, com 31 pontos, 5 rebotes e 5 assistências foram os destaques da equipe da casa. Pelo lado do Lakers, Anthony Davis registrou 40 pontos e 10 rebotes; Lebron foi embora com 26 pontos, 12 rebotes e 9 assistências; e Austin Reaves deixou a quadra com 23 pontos e 8 assistências.
NO JOGO 2
O jogo 2 começou equilibrado e o Lakers conseguiu administrar. Rui Hachimura veio do banco e fez a diferença para a equipe. Com algumas trocas de lideranças, o placar terminou igual: 27 para cada lado.
No segundo quarto, Lebron James abriu com bandeja e deu assistência para Rui Hachimura acertar um arremesso de três, o Lakers abriu vantagem de 47 a 36 e parecia dominar a partida. Porém, com a dupla Jokic e Murray o Nuggets reagiu, mas não foi suficiente. Lakers 53, Denver 48.
De um lado, Rui Hachimura fazia uma partida perfeita, anotou 17 pontos, com 100% de aproveitamento. Lebron James também foi bem e foi para o intervalo com 10 pontos, 5 rebotes e 6 assistências. Por Denver, Jokic e Murray somaram 26 pontos, 12 rebotes, 10 assistências e 4 roubos de bola.
Na volta do intervalo, Austin Reaves anotou cinco pontos em sequência e animou o elenco a abrir uma vantagem de 10 pontos (60 a 50), ainda nos 9:30 do terceiro quarto. Com a administração de Lebron, o Lakers manteve a vantagem por boa parte do quarto (74-64). Porém, novamente Denver reagiu e empatou o placar em menos de um minuto e meio (74 a 74). Los Angeles reassumiu a ponta e fechou o quarto com 79 a 76 no placar.
Com Denver em bom momento na partida, Michael Porter Jr. abriu o último quarto com cesta de três e empatou o placar. O jogo seguiu e aos nove minutos o Nuggets assumiu a ponta. Foi a primeira liderança do Nuggets desde o primeiro quarto. Com show de Murray, o Denver abriu vantagem e o Lakers pediu tempo e perdia por 96 a 84.
Depois do tempo técnico, o Lakers ainda tentou recuperar o placar, mas Murray acabou com os visitantes. Lebron ainda acreditou na virada e deu energia para os seus companheiros encostarem no placar. De repente, com cesta de três monumental de Austin Reaves, o placar estáva 101 a 99 para o Denver, com um minuto para o fim da partida. Em um piscar de olhos o Lakers estava de volta.
O jogo de faltas começou e o Los Angeles, como no jogo 1, não conseguiu converter os seus ataques. Lebron James até conseguiu roubar a bola, mas errou a bandeja em seguida. Lebron e A.D. jogaram mais de 40 minutos, e sem sucesso. Los Angeles Lakers perdeu para a equipe do Denver Nuggets por 108 a 103.
Nikola Jokic encerrou a partida com mais um triplo-duplo com 23 pontos, 17 rebotes e 12 assistências. No entanto, o grande destaque da noite foi o Jamal Murray, que anotou 37 pontos, 10 rebotes, 5 assistências e 4 roubos. Pelo lado do Lakers, Lebron contribuiu com 22 pontos, 9 rebotes, 10 assistências, 4 roubos e 2 tocos; Rui Hachimura com 21 pontos; Austin Reaves com 22 pontos e 5 assistências; e Anthony Davis com 18 pontos, 14 rebotes e 4 tocos.
Os próximos dois jogos da série acontecerão na Crypto.com Arena, casa do Lakers, onde o técnico Darvin Ham ainda não perdeu nesta pós-temporada. A desvantagem de duas derrotas preocupa os fãs, mas Lebron James já viveu momentos como esse e a equipe espera contar com a experiência do jogador. O jogo três acontecerá no próximo sábado (20), às 21h30 (horário de Brasília).
ESTATÍSTICAS DO JOGO 1
LAL X DEN
126 PTS 132 PTS
30 REB 47 REB
3O AST 29 AST
6 ROUBOS 5 ROUBOS
4 TOCOS 7 TOCOS
54,8% FG 54,9% FG
45,8% 3ptFG 46,9% 3ptFG
88,5% FT 77,3% FT
7 ERROS 11 ERROS
ESTATÍSTICAS DO JOGO 2
LAL X DEN
103 PTS 108 PTS
40 REB 49 REB
26 AST 27 AST
10 ROUBOS 8 ROUBOS
7 TOCOS 2 TOCOS
43,9% FG 43,8%FG
26,7% 3ptFG 36,8% 3ptFG
88,5% FT 88,9%FT
12 ERROS 15 ERROS
Em um evento surpreendentemente movimentado na cidade de Charlotte, Carolina do Norte, EUA, o brasileiro Jailton Malhadinho Almeida derrotou de maneira dominante e incontestável Jairzinho Bigi Boy Rozenstruik e adentrou o top 10 da divisão dos pesos pesados. No coevento principal, o também brasileiro Johnny Walker venceu Anthony Smith por decisão unânime e se aproxima de uma possível luta pelo cinturão. Além disso, Ian Machado Garry bateu Daniel Rodriguez convincentemente, provando que o hype em volta do lutador é mais do que real.
Futuro campeão?
Em duelo dominante, a sensação do momento, Jailton Almeida, venceu o veterano Jairzinho Rozenstruik. A grande dúvida em volta do confronto estava relacionada ao brasileiro, se ele seria capaz de derrubar um lutador com mãos pesadas como Jairzinho e entrar no top 10. Mas, no final das contas, Malhadinho não teve problemas algum para obter êxito no combate.
Ainda no 1º round, o brasileiro conseguiu derrubar seu adversário com facilidade. Já no chão, com um bom trabalho de solo e se aproximando sempre de tentativas de montada e de uma possível finalização, Almeida pegou as costas de Jairzinho e aplicou um mata-leão apertadíssimo, garantindo mais uma vitória Ultimate. Agora, Jailton, orgulho de Salvador, Bahia, conta com cinco vitórias seguidas na organização, nesse período, recebeu apenas dois golpes significativos e nove no total, sendo que no sábado, não foi atingido nenhuma vez pelo oponente.
Forte, habilidoso e com um jiu-jitsu extremamente afiado, Malhadinho consegue se defender bem dos golpes do adversário ao mesmo tempo em que tem facilidade de levar a luta para o chão sempre que necessário. No momento, o restante da divisão dos pesados está de olho no baiano, nesse caso, certamente assustados com o lutador, que não cansa de subir posições e ganhar espaço na categoria, se aproximando cada vez mais de se firmar como um dos principais desafiantes ao cinturão.
Agora é TOP 5!
No co-evento principal, Johnny Walker derrotou o norte-americano Anthony Lionheart Smith por decisão unânime (29/28, 30/27, 30/27) e agora faz parte do top 5 dos pesos meio-pesados. Em uma luta mais morna do que o esperado, Walker conseguiu achar o caminho do triunfo com seus chutes baixos, danificando bastante as pernas de Smith. Entretanto, o desgaste evidente de seu adversário fez muitos fãs questionarem as ações do carioca, principalmente ao final da luta, quando ele poderia ter sido mais agressivo e encerrado o combate pela via rápida.
Conhecido pelo seu estilo extravagante e explosivo, Walker fez uma luta mais cadenciada e cautelosa do que o normal, respeitando o seu difícil adversário Lionheart. Sem dúvidas uma finalização seria mais impactante e faria melhor para o brasileiro, entretanto, a vitória pode vir de diversas formas, e assim, Johnny Walker deve enfrentar em sua próxima luta um oponente alto no ranking e caso vença, pode disputar pelo cinturão no confronto seguinte.
"The Future"
Em sua quinta luta na organização, Ian Machado Garry recebeu o maior desafio de sua carreira em Daniel Rodriguez, seu primeiro adversário ranqueado. Carregando o apelido “The Future”, o lutador irlandês precisava provar para o público que ele de fato é o futuro, que ele é um dos principais prospectos do UFC e apresentar uma atuação decisiva e incontestável. Ainda no 1º round, Garry derrubou Rodriguez com um chute preciso de perna direita na cabeça, seguido por golpes no chão, finalizando completamente seu adversário.
Com a vitória, Ian agora adentra o top 15 da divisão dos pesos meio-médios e se diz pronto para marcar seu nome na história da organização. O irlandês, altamente inspirado por Conor McGregor, está invicto em sua carreira com 12 vitórias, e afirmou na entrevista pós-luta, ainda no octógono, “UFC, você tem uma nova estrela!” Quanto ao futuro de Ian Garry, o objetivo é enfrentar os principais nomes da divisão até chegar finalmente no cinturão. Na coletiva de imprensa pós evento, o presidente do UFC, Dana White, contou que o lutador disse a ele que quer vencer todos os caras do top 10, todos os caras do top 5 e garantir que não haja dúvidas quando ele finalmente lutar pelo título.