Com gol precoce de Dembélé e brilho coletivo, atuais campeões seguram pressão alemã na Allianz Arena
por
Isabelle Muniz
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11/05/2026 - 12h

O confronto na Allianz Arena, em Munique, Alemanha, na última quarta-feira (06), colocou frente a frente dois gigantes e decidiu a segunda vaga da final da Liga dos Campeões. O Bayern de Munique buscou retomar sua hegemonia europeia, após uma série de quedas precoces nos últimos anos, enquanto o Paris Saint-Germain chegou com a confiança de atual campeão, ostentando uma vantagem de 5 a 4, conquistada no jogo de ida. 

Os "Bávaros" apostaram no fator de estar em casa para reverter o placar, mas os parisienses entraram em campo para garantir a segunda final consecutiva.

Como foi o jogo

O jogo começou agitado e a estratégia alemã sofreu um golpe logo aos dois minutos do primeiro tempo. Em uma descida rápida, Kvaratskhelia tabelou com Fabián Ruiz e serviu Ousmane Dembélé, no meio da área. O camisa dez bateu de primeira para abrir o placar e aumentar a vantagem no agregado para dois gols. 

PSG chega à sua segunda final consecutiva da Liga Dos Campeões.
PSG chega à sua segunda final consecutiva da Liga Dos Campeões. Reprodução: Instagram / @psg

Após o susto inicial, o Bayern tomou o controle da posse de bola e passou a pressionar a defesa francesa, que segurou bem durante toda a primeira etapa. Aos 29 minutos, o lateral Nuno Mendes, que já tinha cartão amarelo, cometeu uma possível falta de mão. O árbitro João Pinheiro, porém, após indicação do quarto árbitro, assinalou uma mão anterior de Laimer, poupando o português da expulsão e mantendo os visitantes com 11 em campo.

No segundo tempo o ritmo continuou intenso, com goleiros dos dois lados realizando defesas cruciais para manter o placar mínimo. 

O que chamou a atenção foi uma tática inusitada de Luis Enrique. O goleiro Matvey Safonov apresentou números atípicos, acertando apenas sete de 33 passes tentados. 

O que parecia ser uma noite ruim do arqueiro russo era, na verdade, proposital: Safonov forçava tiros de meta diretamente para a lateral para gerar disputas em setores específicos e neutralizar Michael Olise. A estratégia funcionou, e a principal válvula ofensiva do Bayern teve uma partida muito abaixo do esperado, sem conseguir criar espaços.

A tensão aumentou na metade da etapa final, quando os jogadores do Bayern cercaram o árbitro João Pinheiro pedindo pênalti após a bola tocar no braço de João Neves dentro da área, mas o juiz mandou o jogo seguir. 

Já nos acréscimos, aos 46 minutos, Harry Kane finalmente conseguiu furar o bloqueio parisiense e empatou a partida em 1 a 1. 

Apesar do gol tardio ter agitado os instantes finais, não houve tempo para a virada e o apito final confirmou a classificação do PSG com um placar agregado de 6 a 5. Agora a equipe francesa se prepara para enfrentar o Arsenal na grande decisão na Puskás Aréna, em Budapeste, na Hungria, no dia 30 de maio, às 13h (horário de Brasília). Já o Bayern volta suas atenções para as competições nacionais.

 

As supostas conversas de cunho sexual com uma garota de 15 anos foram expostas nas redes sociais
por
Gabriel Thomé
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11/05/2026 - 12h

Na última sexta-feira (08), o lateral-direito espanhol Alejandro Jiménez, do Bournemouth, teve conversas de cunho sexual com uma menor de idade expostas na internet. Nas mensagens, Jiménez dizia não se importar com a idade da garota. O escândalo resultou no afastamento provisório do atleta, que não foi escalado para a partida contra o Fulham, disputada no último sábado (09), pela 36ª rodada da Premier League. 

A conversa, cuja veracidade ainda não foi confirmada, circula nas redes sociais desde o final da semana passada. Nas mensagens, o jogador descobre a idade da adolescente, a elogia e diz que nunca esteve com uma menina de 15 anos antes. 

Via X, o antigo Twitter, o clube inglês publicou uma nota em repúdio à suposta atitude do jogador e confirmou a ausência de Jiménez na partida contra o Fulham:

“O AFC Bournemouth está ciente das publicações que circulam nas redes sociais envolvendo o lateral-direito Álex Jiménez. O clube compreende a gravidade da situação e está investigando o ocorrido. Como resultado, Álex não será escalado para a partida de amanhã contra o Fulham, pela Premier League, e o clube não fará mais comentários neste momento”.

Caso se confirme o assédio ou a “solicitação de menor” nas investigações internas do clube e da Liga, o episódio será repassado à polícia britânica (Dorset Police) para uma investigação criminal, ainda não iniciada de forma oficial. O processo deve começar em um Tribunal de Magistrados (Magistrates' Court), podendo subir até o Tribunal da Coroa (Crown Court), a depender da gravidade dos fatos.

Nascido em Leganés, Espanha, o zagueiro de 21 anos teve passagens por Real Madrid e Milan antes de chegar à Premier League. Jiménez é titular absoluto da equipe inglesa. Ele atuou em 31 das 36 partidas do Bournemouth no campeonato inglês, em que marcou um gol e deu uma assistência. O Bournemouth está invicto há 16 partidas e sonha com uma vaga na Champions League no final da temporada.

Até o momento da publicação desta matéria, o jogador ainda não havia se pronunciado sobre o ocorrido.

Os mineiros estão de volta à Bundesliga depois de três temporadas na segunda divisão
por
João Paulo Di Bella Soma
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08/05/2026 - 12h

O tradicional clube de Gelsenkirchen conquistou, no último sábado (02), o título da segunda divisão alemã e retornou à primeira divisão, após três anos, depois de vencer o Fortuna Düsseldorf pelo placar de 1 a 0 em casa.

Em jogo válido pela 32ª rodada, os mineiros precisavam apenas de uma vitória para se consagrarem campeões. Jogando na VELTINS Arena, o único gol da partida saiu aos 15 minutos do primeiro tempo. Após um passe errado da defesa do Fortuna, o meia El-Fouzi interceptou a bola no meio-campo e acionou Aouchiche, que avançava pela linha de fundo. O atacante cruzou para a área, a bola desviou na zaga e sobrou para Kenan Karaman, que dominou e soltou um foguete no fundo das redes.

O Schalke dominou a maior parte do jogo. O clube criou algumas chances perigosas que pararam nas mãos do goleiro Kastenmeier. Após a conquista do título e a confirmação do retorno à Bundesliga, os jogadores do Schalke 04 aproveitaram os dias de folga para celebrar em Ibiza, na Espanha. Parte do elenco viajou para a ilha mediterrânea logo após a vitória, compartilhando nas redes sociais imagens da comemoração em festas, barcos e restaurantes ao lado de familiares e amigos. 

O clima foi de alívio e euforia no clube, que respira depois de passar por uma época de crise financeira e ser rebaixado na temporada 2022/23. Em 2024, o clube chegou a dever 165 milhões de euros e quase foi rebaixado para a terceira divisão. 

A campanha do acesso teve como principal destaque o atacante e capitão Kenan Karaman. O camisa 19 foi decisivo durante toda a temporada e terminou como artilheiro da equipe, com 12 gols e cinco assistências em 27 partidas pela 2. Bundesliga. Outro nome importante foi o veterano Edin Džeko, que contribuiu com seis gols e três assistências, trazendo experiência para um elenco jovem. Já o meia Soufian El-Fouzi se destacou na criação ofensiva e foi peça fundamental no setor de meio-campo.

Dzeko celebrou de perto o retorno do Schalke à Bundesliga

Dzeko celebrou de perto o retorno do Schalke à Bundesliga / Foto: FC Gelsenkirchen-Schalke 04

No comando da equipe esteve o técnico Miron Muslić, contratado antes do início da temporada após passagem pelo Plymouth Argyle, da Inglaterra, além de trabalhos anteriores no futebol belga. O treinador implementou um estilo de jogo intenso, vertical e organizado defensivamente, sendo apontado como um dos principais responsáveis pela recuperação do clube. 

Outro personagem importante da campanha foi o goleiro Loris Karius, que reencontrou o bom futebol em Gelsenkirchen. O alemão disputou 26 partidas e teve atuações decisivas ao longo da temporada, ajudando a transformar a defesa do Schalke em uma das mais sólidas da competição.

Com mais três pontos na segunda divisão, o Schalke 04 chegou aos 67 pontos e abriu uma vantagem de oito pontos de diferença para Elvesrberg, segundo colocado na tabela. O clube não consegue mais ser alcançado pelo terceiro colocado, restando duas rodadas para o fim da competição. Vale lembrar que, no segundo escalão alemão, os dois primeiros colocados sobem de forma direta. Os mineiros jogam contra o Nuremberg, fora de casa, e o Eintracht Braunschweig, em casa. Jogo em que vão receber o troféu. 

A equipe é a quarta com mais conquistas da divisão do Campeonato Alemão, com sete títulos. O Schalke está atrás somente do Bayern de Munique (34), Nurnberg (9) e do seu maior rival Borussia Dortmund (8). O clube tem outras conquistas importantes, como a Liga Europa e cinco copas da Alemanha.

Torcida do Schalke 04 transformou estádio em um verdadeiro mar azul na festa do acesso
Torcida do Schalke 04 transformou o estádio em um verdadeiro mar azul na festa do acesso / Foto: FC Gelsenkirchen-Schalke 04

 

O time inglês garantiu a classificação com vitória sobre o Atlético de Madrid em casa
por
Lorrane de Santana Cruz
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07/05/2026 - 12h

Na terça-feira (5), Arsenal e Atlético de Madrid entraram em campo para a partida que carimbou a primeira vaga na final da UEFA Champions League. Com um empate na Espanha por 1 a 1, no  Emirates Stadium, os times precisavam de um gol de diferença para vitória no tempo regulamentar.

Jogando na Inglaterra, o Arsenal controlou as ações do primeiro tempo. No entanto, apesar de deter a posse de bola, a equipe não foi tão eficiente diante da defesa adversária, o primeiro chute a gol da partida veio dos pés de Griezmann, camisa sete do Atlético de Madrid.

Aos sete minutos o jogador lançou para Giuliano Simeone que achou Julián Alvarez na entrada da área, o argentino teve a sua finalização desviada pela zaga do time inglês. Durante a primeira etapa, o zagueiro Gabriel Magalhães arriscou, mas a bola foi para fora, além disso, os donos da casa apostaram também em cobranças de escanteios, ponto forte do time treinado por Mikel Arteta.

E só aos 44 minutos de jogo Leandro Trossard finalizou contra a meta de Oblak, obrigando o goleiro do time espanhol a fazer uma defesa. Porém a bola sobrou dentro da pequena área e no rebote Bukayo Saka, que não desperdiçou a chance marcou 1 a 0 para o Arsenal.

Precisando novamente reverter o placar, no início do segundo tempo o Atlético de Madrid levou perigo para a defesa inglesa. Aos seis minutos, Koke lançou fez um lançamento para o ataque, e com um desvio de Saliba, a bola sobrou para Simeone que ficou cara a cara com Raya, porém apesar da chance clara, o chute contou com um desvio providencial de Magalhães.

A pressão do time espanhol continuou, precisando marcar um gol para empatar o jogo, aos 11 minutos do segundo tempo durante um ataque, Griezmann voltou a levar perigo e chutou para a defesa de Raya. Ainda nesse lance, a equipe do Atlético reclamou de um possível pênalti de Calafiori no camisa sete da equipe, mas o juiz marcou uma falta de ataque.

Diante de sua torcida, os gunners até tentaram ampliar o placar, com 14 minutos Martin Ødegaard chutou, mas a bola passou por cima do gol de Oblak. Contudo, quem perdeu a oportunidade mais clara foi Viktor Gyökeres, que recebeu um cruzamento de Hincapié, e sozinho diante do goleiro time espanhol chutou para fora.

A reta final da partida foi de ataque contra defesa, ganhando com o único gol da partida, o Arsenal passou a apostar na sua força defensiva para segurar o resultado. Por outro lado, o Atlético de Madrid via o seu sonho de chegar em outra final de Champions indo embora dentro do Emirates Stadium.

O técnico Diego Simeone e jogadores do Atlético de Madrid agradecendo a torcida. Divulgação/@atleticodemadrid
O técnico Diego Simeone e jogadores do Atlético de Madrid agradecendo a torcida. Foto: Divulgação/@atleticodemadrid 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O apito final veio com muita emoção para os jogadores e torcedores, a equipe inglesa volta a disputar uma final da UEFA Champions League após 20 anos, quando perdeu o título para a equipe do Barcelona. Agora o Arsenal espera o seu adversário que sairá do confronto e Bayern de Munique e Paris Saint Germain.

O técnico Arteta e jogadores do Arsenal comemorando a classificação. Foto: Divulgação/@arsenal
O técnico Arteta e jogadores do Arsenal comemorando a classificação. Foto: Divulgação/@arsenal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A final acontece no dia 30 de maio, em Budapeste, na Hungria, o jogo será no estádio Puskás Aréna, às 13h (horário de Brasília).

A 14ª rodada do Campeonato Brasileiro teve três clássicos estaduais, além da segunda vitória do Remo na competição
por
Enrico Peres
Érico Soares
Gabriel Borelli
Gustavo Tonini
Isabelle Muniz
Liliane Gomes
Lucas Peccin
Marco Nery
Pedro Rossetti
Pedro Timm
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07/05/2026 - 12h

Nos dias 2 e 3 de maio, os 20 clubes da Série A disputaram mais uma rodada do Campeonato Brasileiro. Palmeiras e Flamengo empataram clássicos e mantiveram a diferença de pontos no topo. Nos confrontos, o Mirassol venceu o Corinthians e quebrou a invencibilidade de Diniz no comando do time alvinegro.

Botafogo 1 X 2 Remo

No último sábado (02), às 16h, Botafogo e Remo abriram a rodada no Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ). O time do norte conquistou a primeira vitória fora de casa. O resultado acabou com a sequência de nove jogos invictos do Glorioso. 

O Fogão saiu na frente com o zagueiro Ferraresi no primeiro tempo, mas Alef Manga e Jajá anotaram os gols para a equipe paraense na etapa final, o que garantiu pontos importantes na luta contra o rebaixamento.

O primeiro tempo foi totalmente dominado pelo Botafogo, que se lançou ao ataque logo no início do jogo. Ao menos três escanteios seguidos deram perigo ao gol de Marcelo Rangel que fez duas ótimas defesas, em finalizações de Arthur Cabral e Matheus Martins. Entretanto, na terceira cobrança de Alex Telles, Ferraresi cabeceou no primeiro pau e superou o goleiro do Remo, aos 13 minutos da partida. 

Com o comando das ações, o Botafogo teve chances para ampliar, principalmente pelo lado direito, com as ultrapassagens do lateral Vitinho. Sem aproveitar as oportunidades, foi o Remo que quase empatou o jogo, com Patrick que acertou a trave. 

Para a segunda etapa, o técnico Franclim Carvalho fez uma mexida ousada, ao tirar um atacante para povoar o meio campo. Entrou Edenílson no lugar de Kadir. Apesar da troca, foi o Remo que se deu melhor. O time aproveitou os contra-ataques em meio a defesa exposta do Botafogo. 

Aos 25, Alef Manga recebeu ótimo passe de Jajá e soltou uma bomba de perna direita, sem chances para o goleiro Neto. Assim o jogo seguia para um empate em 1 a 1.

Apesar da segurança de jogar em casa, era o Remo quem tinha as melhores oportunidades e estava mais organizado em campo. Já nos acréscimos, aos 48 minutos, em mais um lance em velocidade contra poucos defensores alvinegros, Jajá virou o marcador ao finalizar após rebote de Neto, que espalmou chute de Gabriel Poveda. Vitória do Remo por 2 a 1 em pleno Nilton Santos.

A imagem mostra o goleiro Marcelo Rangel, do Remo, agradecendo a torcida remista.
Há 48 anos, o Remo não vencia fora de casa pela Série A do Brasileirão. Foto: Samara Miranda/Remo

Com o resultado, o Remo chega a sua segunda vitória na competição, com 11 pontos na 18ª colocação e fica a quatro pontos do Santos, primeiro fora da zona de rebaixamento do Brasileirão. Por outro lado, após quebra da invencibilidade de nove jogos, o Glorioso cai algumas posições, mas permanece na parte de cima da tabela, na décima posição com 17 pontos. 

Antes da próxima rodada, o Botafogo volta a campo na próxima quarta-feira (06), quando enfrenta o Racing, em casa, pela Sul-Americana. 

Vitória 4 X 1 Coritiba

Às 18h30 do último sábado (02), em partida marcada por expulsão e gol de pênalti, Vitória e Coritiba se enfrentaram, no Barradão, em Salvador (BA). O clube rubro-negro goleou o Coxa por 4 a 1, mas ainda fica atrás na classificação.

No começo do jogo, o Vitória teve a chance de abrir o placar. Zé Vitor recuperou e lançou para Erick, que cortou para dentro e chutou no gol, mas a bola saiu em linha de fundo. 

Aos 14, veio o gol rubro-negro. Zé Vitor tabelou com Matheuzinho, que mandou para Luan Cândido cruzar na área para Renê. O centroavante bateu de chapa e abriu o marcador. Dez minutos depois, Felipe Jonatan lançou para Renê que, na disputa com Tiago Cóser, sofreu um puxão na entrada da área, o que resultou em falta e expulsão do zagueiro. Zé Vitor bateu a falta no canto direito e ampliou a vantagem do clube baiano. 

No final da primeira etapa, o Coxa diminuiu. Josué abriu para Felipe Jonatan na esquerda, que devolveu para o meia lançar na área. Tinga mandou para dentro da pequena área e Pedro Rocha cabeceou sozinho para marcar o gol. 

No segundo tempo, aos nove minutos, no bate e rebate, a bola sobrou no pé de Rêne que arrancou pelo meio e tocou em Tarzia sair em velocidade e chutar por entre as pernas do goleiro Pedro Rangel para marcar o terceiro. 

Na sequência, Caique tocou para o camisa 91, que chutou no gol. A bola bateu na mão de Maicon ao tentar desviar de cabeça. O árbitro Rafael Rodrigo Klein marcou o pênalti no lance. Erick cobrou no canto esquerdo do goleiro, que chegou a tocar na bola, mas não o suficiente para evitar o gol.

A imagem mostra o elenco e comissão técnica do Vitória posando para a foto no vestiário.
Quase 90% dos pontos conquistados pelo Vitória neste Brasileirão foram em casa. Foto Victor Ferreira/EC Vitória

Aos 20, Rêne teve a chance de ampliar o placar ao receber lançamento de Nathan Mendes. Ele dominou de cabeça e bateu de direita, mas a bola saiu em linha de fundo. No final do jogo, o atacante tocou para Marinho chutar da entrada da grande área, porém Pedro Rangel evitou o gol. Fim de jogo 4 a 1.

Palmeiras 1 X 1 Santos 

No segundo jogo do último sábado (02), às 18h30, Palmeiras e Santos empataram em 1 a 1, no Allianz Parque, em São Paulo (SP). Os gols do duelo foram anotados por Rollheiser, para os visitantes, e Flaco López, para o Alviverde.

A imagem mostra jogadores do Palmeiras e Santos disputando a bola.
Esse foi o 357º Clássico da Saudade. Foto: César Greco/Palmeiras 

O confronto iniciou com contornos atípicos devido ao atraso da delegação santista, reflexo de um acidente no trajeto ao estádio que comprometeu o hino nacional — que durante a execução, contou apenas com os mandantes em campo. 

Com a bola rolando, o Santos suportou a pressão inicial e trocava bons passes, até que, aos 25 minutos, Rollheiser aproveitou sobra de bola, após corte de Gustavo Gómez, e finalizou com precisão no canto de fora da área para abrir o placar. 

Ainda na primeira etapa, o Palmeiras tentou reagir com Jhon Arias após bela trama, mas parou em boa intervenção do goleiro Gabriel Brazão.

No segundo tempo, o ritmo seguiu intenso com chances para ambos os lados. Aos 18, o empate palmeirense veio com Flaco López, que antecipou a marcação após cruzamento rasteiro de Andreas Pereira para estufar as redes. 

O jogo também foi marcado pelo aguardado retorno do atacante Paulinho, que entrou aos 28, após 302 dias ausente por cirurgias na perna. O camisa dez palestrino quase marcou na reta final depois de aproveitar sobra na área e finalizar com perigo no canto direito do arqueiro alvinegro.   

Já nos acréscimos, Allan chegou a balançar as redes, o que seria a virada alviverde, mas o tento foi anulado pelo VAR por um toque de mão de Jhon Arias, que desviou a bola que ia em direção ao gol.

Com a igualdade, o Palmeiras mantém a liderança isolada da competição com 33 pontos somados. O Peixe ocupa a 15ª posição, com 15 pontos, e se afasta da zona de rebaixamento. 

Athlético-PR 0 X 0 Grêmio

Em jogo de duas expulsões, às 20h30 do último sábado (02), Athletico-PR e Grêmio empataram na Arena da Baixada, em Curitiba (PR). A partida teve dois times em momentos contrários do esperados no começo do campeonato. 

O Furacão voltou a disputar a Série A em 2026 após figurar na segunda divisão no ano anterior, quando voltou à elite do futebol brasileiro com o vice-campeonato. Pelo elenco mais fraco e pelo desempenho ruim no estadual, a expectativa da temporada do Athletico no Brasileirão era de brigar contra um novo rebaixamento, mas o clube ocupa a quinta posição na tabela, fazendo frente e competindo contra candidatos ao título.

Já o Tricolor, no começo do ano  montou uma equipe promissora. O clube trouxe o técnico Luís Castro e investiu em nomes como Tete, e na manutenção do elenco que brigou por vaga na Libertadores até as últimas rodadas no ano passado. Com o título do Gauchão sobre o Inter, as expectativas gremistas eram grandes, mas o clube figura apenas na 14ª colocação.

A imagem mostra o jogador Gabriel Mec, do Grêmio com a bola, cercado por dois jogadores do CAP.
O Grêmio soma apenas três pontos em oito jogos fora de casa no Brasileirão. Foto: Igor Barrankievicz/GRÊMIO FBPA

Para o jogo, o técnico Odair Hellmann não contou com o volante Jadson e o atacante Julimar, ambos em processo de recuperação. Os titulares Luiz Gustavo e Zappelli também ficaram de fora por suspensão. 

No Grêmio, o clube também estava desfalcado. Luís Castro, o artilheiro da equipe Carlos Vinicius e o meio campista Viery estavam suspensos para a partida. Amuzu e Arthur, lesionados, também não estiveram disponíveis. 

Os destaques dentro de campo não foram nenhum jogador, e sim as decisões do árbitro Sávio Pereira Sampaio tomadas durante os 90 minutos. 

No início do jogo, o CAP dominava mais ao buscar jogadas com o atacante Viveiros. Entretanto, aos 28, o VAR recomendou uma revisão após um entroncamento entre Enamorado, ponta do Grêmio, e Esquivel, lateral do Athletico. O árbitro de vídeo enxergou uma cotovelada de Esquivel e o jogador foi expulso, o que mudou o cenário da partida. Mesmo com um a menos, o Athletico não passou grandes dificuldades no primeiro tempo e em grande parte do segundo tempo. 

Aos 32 minutos da segunda etapa, em uma grande jogada de Pavon na ponta direita. O argentino, sem marcação, cruzou para André Henrique cabecear para fora. Aos 39, antes de uma cobrança de escanteio do Atheltico, uma discussão entre jogadores fez Pereira Sampaio penalizar, com cartão amarelo, jogadores de ambas as equipes. Um deles foi Riquelme Freitas, da base do Grêmio, que na ocasião já tinha cartão e foi expulso do jogo, o que deixou cada equipe com dez jogadores. Na batida do escanteio, após um desvio feito por Carlos Teran, o gol só não veio devido a Gustavo Martins que, em cima da linha, tirou a bola. 

Cruzeiro 1 X 3 Atlético-MG

No último jogo de sábado (02), às 21h, o clássico mineiro foi disputado no Mineirão, em Belo Horizonte. Em um duelo marcado por alta intensidade e três cartões vermelhos, o Atlético levou a melhor sobre o Cruzeiro. A equipe alvinegra venceu por 3 a 1.

As duas equipes entraram em campo em situações distintas na tabela de classificação, embora estivessem separadas por poucos pontos. 

O Cruzeiro chegava para o clássico em um momento de recuperação ao acumular três vitórias consecutivas contra Bragantino, Grêmio e Remo. Já o Atlético-MG passou por uma crise ao vir de três derrotas seguidas, incluindo a goleada sofrida para o Flamengo por 4 a 0. Além disso, o Galo flertava com a zona de rebaixamento.

O jogo começou com ânimos exaltados, o que resultou em um cartão amarelo para o atleticano Ruan, logo aos quatro minutos do primeiro tempo. O Cruzeiro respondeu rapidamente com uma cobrança de falta direta de Matheus Pereira, mas o goleiro Everson fez a defesa.

A rede balançou pela primeira vez aos 11 minutos. Com um cruzamento que veio da esquerda por Lodi. A zaga não conseguiu afastar totalmente e Alan Minda aproveitou a assistência de Cassierra para inaugurar o marcador para o Galo. 

O Atlético ampliou a vantagem aos 30 minutos, quando Maycon converteu um pênalti após falta sobre Alan Minda dentro da área. Antes do intervalo, a Raposa tentou reagir com investidas de Gerson, mas a sólida defesa alvinegra segurou a pressão.

O segundo tempo teve ritmo mais cadenciado. O Cruzeiro teve mais posse de bola, mas não conseguiu furar o bloqueio adversário. O cenário complicou-se para o time celeste aos 21 minutos, quando Arroyo foi expulso depois de receber dois cartões amarelos em um intervalo de apenas três minutos. 

Com um jogador a mais, o Atlético quase marcou o terceiro em uma finalização potente de Reinier, defendida por Otávio. O terceiro gol do Galo veio pouco depois, aos 25 minutos, quando Renan Lodi cruzou com precisão e Cassierra cabeceou para o fundo da rede. 

O jogo seguiu tenso. Kaiki Bruno recebeu cartão vermelho direto após revisão do VAR, o que deixou o Cruzeiro com dois a menos. Logo em seguida, Lyanco também foi expulso pelo lado atleticano ao levar o segundo amarelo.

Já nos minutos finais, Kaio Jorge sofreu pênalti cometido por Junior Alonso. O próprio atacante cobrou e diminuiu para o Cruzeiro, mas a reação parou por aí. O Atlético administrou o restante do tempo e confirmou o triunfo por 3 a 1.

A imagem mostra o jogador Maycon, do Atlético-MG, comemorando o gol.
O Atlético subiu na tabela e se encontra na décima primeira posição. Reprodução: Instagram/@atletico

Agora, o Cruzeiro se prepara para enfrentar o Universidad Católica pela Libertadores, na quarta-feira (06), às 23h (horário de Brasília) na Claro Arena, em Las Condes, Chile. Já o Galão da Massa, visita o Juventud, pela Sul Americana, na terça-feira (05), às 19 horas, no Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.

Flamengo 2 X 2 Vasco

Às 16h do último domingo (03), Flamengo e Vasco empataram no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). O jogo era extremamente importante para o Rubro-Negro, que busca diminuir a vantagem do líder do campeonato, Palmeiras. Já o Cruzmaltino vive momentos de altos e baixos, e desejava emplacar uma boa sequência.

O Clássico dos Milhões começou muito disputado, com as duas equipes agressivas, mas logo aos sete minutos de jogo, em confusão dentro da área, Pedro conseguiu chutar e abrir o placar. Após o gol, a partida continuou muito disputada, com o Gigante da Colina se impondo no ataque, mas pecando nas conclusões.

Na segunda etapa, o Vasco pressionou o Flamengo, mas em contra-ataque, Pedro sofreu um pisão de Paulo Henrique dentro da área, que depois da revisão do VAR, Wilton Pereira marcou o pênalti e, aos 15 minutos do segundo tempo, Jorginho bateu e ampliou para a equipe da casa.

Apesar do balde de água fria, o Cruzmaltino seguiu agressivo, até que aos 38 minutos, em cobrança de escanteio de Nuno Moreira, Robert Renan apareceu na área para cabecear e diminuir o placar. Quando parecia que o Rubro-Negro ganharia mais um clássico, ao apagar das luzes, Cuesta cruzou e encontrou Hugo Moura, que de peixinho, praticou a lei do ex e empatou o jogo no último lance.

A imagem mostra o jogador do Vasco Hugo Moura comemorando.
Hugo Moura marca seu primeiro gol na temporada. Reprodução: Instagram/@vascodagama

Ao fim da rodada, Flamengo segue na vice-liderança com 27 pontos, atrás do Palmeiras com 33 pontos e um jogo a mais. Enquanto o Vasco segue na parte de baixo da tabela, amargando a 13º colocação, a dois pontos do Z-4.

São Paulo 2 X 2 Bahia

Também às 16h do último domingo (03), São Paulo e Bahia empataram em 2 a 2, no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). A partida foi marcada por alternâncias no placar, pela lesão de Lucas Moura, golaço de Luciano Juba e por uma falha decisiva do goleiro Rafael nos acréscimos do segundo tempo.

A imagem mostra um jogador do Bahia e um do São Paulo disputando a bola.
O Bahia não vence o São Paulo fora de casa desde 2019. Foto: Rafael Rodrigues/ EC Bahia

O São Paulo começou melhor e conseguiu abrir o placar aos 17 minutos da primeira etapa. Após pressão na saída de bola do Bahia, Wendell recuperou a posse e acionou Artur, que finalizou colocado para vencer o goleiro Léo Vieira. O atacante, ex-jogador do clube baiano, marcou pela primeira vez no Brasileirão com a camisa do Tricolor Paulista.

Mesmo atrás no placar, o Tricolor Baiano conseguiu equilibrar a partida ainda no primeiro tempo ao explorar, principalmente, as jogadas pelos lados do campo. A equipe baiana passou a ocupar mais o setor ofensivo, mas encontrou dificuldades para transformar a posse de bola em chances claras. 

Na volta do intervalo, o time comandado por Rogério Ceni aumentou a intensidade e chegou ao empate logo nos minutos iniciais. Luciano Juba acertou um chute no ângulo após jogada trabalhada pelo lado esquerdo, sem chances para Rafael.

O time paulista voltou a ficar na frente do placar, aos 28 minutos, após boa jogada ofensiva concluída por Ferreirinha, que aproveitou espaço na defesa adversária para marcar o segundo gol da equipe. 

Nos acréscimos, quando o São Paulo já administrava a vantagem, o Bahia aproveitou a desorganização defensiva do adversário e chegou ao empate no último lance do confronto. Após bola levantada na área, o goleiro Rafael falhou ao tentar fazer a defesa, e Erick aproveitou a sobra para marcar o gol que garantiu um ponto para a equipe baiana.

A partida também marcou o retorno de Lucas Moura após período afastado por lesão. No entanto, o meia-atacante permaneceu pouco tempo em campo. Cerca de 20 minutos após entrar, Lucas voltou a sentir fortes dores no tornozelo direito após uma dividida e deixou o gramado chorando, de maca, o que gerou preocupação entre jogadores e torcedores. A lesão agravou os problemas físicos do elenco são-paulino durante a reta final da partida. 

Com o empate, o São Paulo segue no G4 do Campeonato Brasileiro, mas desperdiçou a oportunidade de se aproximar das primeiras posições da tabela. A equipe vive um momento de oscilação e convive com desgaste físico, lesões e dificuldades para sustentar resultados nos minutos finais das partidas.

Já o Bahia conquista um ponto importante fora de casa e mantém boa campanha na competição. Mesmo o time baiano estando a quatro jogos sem vencer, a equipe demonstra poder de reação e segue próxima da parte de cima da tabela, brigando por vagas nas competições continentais.

Chapecoense 1 X 2 Red Bull Bragantino

Às 18h30 do último domingo (03), o Red Bull Bragantino venceu a Chapecoense de virada na Arena Condá, em Chapecó (SC), e se aproximou do G4 na tabela. É a sexta vitória do time paulista na competição sendo a terceira fora de casa.

O jogo começou devagar sem muitas chances para ambos lados. Aos 22 minutos do primeiro tempo, o time da casa abriu o placar com o congolês Bolasie após receber um passe de cabeça de Bruno Pacheco. O atacante finalmente desencantou no ano e marcou seu primeiro gol na temporada. 

Após sete minutos do gol, o lateral Cauê do Bragantino se desentendeu com Everton e o árbitro Paulo César Zanovelli optou pela expulsão do jogador. O VAR, comandado por Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro, aconselhou uma revisão que resultou na alteração da cor do cartão, e o Massa Bruta se manteve com 11 em campo.

Aos 40 minutos veio o empate. Após um lateral cobrado na área, a bola foi afastada e o volante Gabriel cabeceou de volta. A zaga da Chapecoense se confundiu, o goleiro Anderson não se decidiu e a bola entrou devagar na rede.  O final do primeiro tempo terminou sem grandes emoções.

A primeira boa chance do segundo tempo veio dos pés de Ênio aos 14 minutos. O ponta fez uma jogada individual e finalizou para fora. Depois de dez minutos, agora com uma finalização de fora da área, ele acertou o travessão do gol de Tiago Volpi.

Mesmo com a pequena pressão ensaiada pela Chape, a virada do Bragantino veio logo depois. Aos 28 minutos, Lucas Barbosa recebeu a bola na entrada da área, limpou o zagueiro e finalizou com categoria para vencer Anderson.

A imagem mostra os jogadores do Bragantino posando para a foto do jogo.
Com o triunfo, o Bragantino alcançou sua quarta melhor campanha nos primeiros 14 jogos do Brasileirão desde a era Red Bull. Reprodução: Instagram/@redbullbragantino

A Chapecoense ainda teve duas chances de empatar. Aos 35 minutos, Ênio carregou pela direita do campo e cruzou para Bolasie finalizar de cabeça na pequena área, porém Tiago Volpi impediu a felicidade do time mandante. Faltando um minuto para o apito final, Jean Carlos tentou de bicicleta e a bola passou com perigo ao lado da meta de Volpi. 

A derrota afundou mais a Chapecoense na lanterna da competição com apenas uma vitória, na primeira rodada contra o Santos. Já o time paulista garantiu 20 pontos no campeonato, ocupando a sétima posição. 

O próximo compromisso do time catarinense é na quarta-feira (06), às 21h30 (de Brasília), em Ponta Grossa (PR), contra o Operário pela Copa Sul-Sudeste. Já o Massa Bruta viaja para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para enfrentar o Blooming pela Sul-Americana no Estádio Ramon Tahuichi Aguilera. O jogo está marcado para quinta-feira (07), às 21h30 (de Brasília).

Internacional 2 X 0 Fluminense

Na noite do último domingo (03), as equipes chegaram em cenários completamente opostos para o confronto das 18h30, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). O Flu, mesmo vindo de derrota na Libertadores, buscava encostar no líder Palmeiras. Uma vitória no jogo colocaria a equipe carioca em segundo lugar, a quatro pontos do Alviverde. Enquanto o Inter estava uma posição acima da zona de rebaixamento, igualado em pontos com o Santos. 

Nos primeiros 30 minutos da partida não houve nenhuma finalização no gol. O Fluminense tinha a posse de bola, mas pouco produzia e dependia muito das jogadas individuais, principalmente de Soteldo. O Internacional, mais reativo, tentava apostar em contra-ataques, mas também não produzia. 

A arbitragem comandada por Felipe Fernandes de Lima também complicava com que o jogo fluísse. Só nos primeiros 35 minutos de jogo foram marcadas 20 faltas, sendo boa parte delas de pouquíssimo impacto e em boa parte ocorriam no meio do campo. 

A primeira finalização no gol no jogo veio só aos 36 minutos, com uma falta de Bruno Henrique no meio do gol, tranquila para a defesa de Fábio. Porém, pouco tempo depois desse lance, o Inter fez a primeira jogada bem trabalhada no jogo que resultou no gol de Bernabei, após um bom contra-ataque do Colorado e um excelente pivô de Alerrandro para dar a assistência.

A imagem mostra o jogador do Internacional Bernabei comemorando.
O lateral Bernabei chega ao sexto gol na temporada e é o artilheiro do Inter no ano. Reprodução: Instagram/@r_duarte75

Com o gol, o cenário do jogo não se alterou, o que manteve o Inter confortável para produzir perigo ao gol tricolor aos 50 minutos. Após um vacilo da defesa do Flu, Carbonero roubou a bola e ficou com só dois defensores a frente dele, porém, mesmo com o camisa nove da equipe livre dentro da área, ele preferiu o chute fraco para a defesa de Fábio. 

Com o início do segundo tempo, o Fluminense partiu para cima com a entrada de Savarino. Aos dois minutos, Soteldo fez uma boa jogada pela ponta-esquerda e tocou para o companheiro de seleção venezuelana que, da entrada da área, acertou um belo chute na trave. 

Mesmo com o bom começo do adversário, o Colorado marcou o segundo logo aos três minutos. Após Carbonero puxar o ataque pelo meio com velocidade e tocar a bola para Vitinho dentro da área, que conseguiu ficar cara-a-cara com o Fábio, mas acabou tendo seu chute defendido. No rebote, Alerrandro ficou com o gol aberto para anotar mais um tento.

Após o segundo, o Flu tentou se lançar ao ataque, principalmente por meio de Savarino. O meia venezuelano, aos 22 minutos, se aproveitou do vacilo de Vitor Gabriel no meio de campo para roubar a bola e deixar Serna na cara do goleiro, que acabou tendo seu chute defendido por Anthoni. Do lateral gerado pela defesa, o Tricolor das Laranjeiras produziu mais uma chance de perigo com John Kennedy, que deu um chute forte para o gol, mas que foi defendido mais uma vez pelo goleiro colorado. Savarino ainda produziu mais uma chance de perigo para o Flu, com uma pancada no gol aos 37 minutos, mas que contou com mais uma boa defesa de Anthoni no jogo

O Inter, mesmo recuado boa parte do segundo tempo, ainda conseguiu bons contra-ataques. Aos 34 minutos, após uma excelente troca de passes de primeira entre Bernabei e Thiago Maia, o volante deixou para Matheus Bahia que acertou uma pancada no gol, defendida por Fábio. A bola chegou a sobrar nos pés de Borré, mas ele não teve equilíbrio para chutar. Outro veio já no final, aos 48 minutos, puxado por Vitinho, que chutou forte de fora da área para boa defesa de Fábio no canto esquerdo do gol. 

Com o resultado, o Inter consegue dar uma respirada no Brasileirão e sobe de posição, mesmo ficando ainda a dois pontos de distância da zona de rebaixamento. 

O Flu chega agora à segunda derrota consecutiva e se distancia da liderança, ficando sete pontos do Palmeiras. A equipe volta os olhos para a Libertadores, competição em que busca recuperação, já que só somou apenas um ponto e pode ser eliminado em caso de derrota para o Independiente Rivadavia na próxima quarta-feira (06), às 21h30 (horário de Brasília).

Mirassol  2 X 1 Corinthians

No último jogo da rodada, às 20h30 do último domingo (03), o Mirassol venceu o Corinthians no Estádio Municipal José Maria de Campos Maia, o Maião, em Mirassol (SP). A partida marcou a primeira derrota de Fernando Diniz como técnico do Timão.

O Leão Caipira saiu na frente no marcador, aos 23 minutos do primeiro tempo. O ponta-direita Carlos Eduardo foi derrubado na área por Matheus Bidu. O árbitro Matheus Delgado Candançan marcou pênalti e o próprio atacante cobrou e abriu o placar. 

Logo depois, aos 33, novamente Carlos Eduardo participou da jogada do gol. Dessa vez, ele cruzou para o centroavante Edson Carioca, que cabeceou e ampliou para o Mirassol.

A imagem mostra Carlos Eduardo e Victor Luis, ambos do Mirassol, comemorando o gol.
Essa foi a segunda vitória do Mirassol sobre o Corinthians na história. Reprodução: Instagram @mirassolfc

A segunda etapa foi menos movimentada e com poucas chances claras de gols para as equipes. O Corinthians diminuiu o marcador no final da partida, aos 35. Dieguinho, cria do terrão, finalizou de fora da área rasteiro no canto direito de Walter, que não alcançou a bola. A equipe da capital paulista pressionou até o apito final, mas não conseguiu empatar. A partida acabou em 2 a 1 para os mandantes.

O jogo marcou a primeira derrota do técnico Fernando Diniz sob o comando corintiano. Até então o retrospecto era positivo, cinco vitórias e dois empates para o treinador. Diniz reclamou da arbitragem de Matheus Candançan em sua coletiva de imprensa: “Não sou muito de falar de arbitragem, mas hoje foi péssima, parecia que (o juiz) não tinha cartão no bolso”, comentou.

O treinador do Mirassol, Rafael Guanaes nunca foi derrotado por Fernando Diniz em sua carreira. São quatro vitórias em quatro jogos para o comandante do Leão. Guanaes rebateu as críticas do técnico alvinegro a respeito da arbitragem. Ele disse que “não influenciou no resultado”. Além disso, Guanaes afirmou que sua equipe mereceu o resultado positivo: “A equipe fez o suficiente para vencer. Controlamos o jogo e construímos o placar no campo”, completou.

Após a partida, o Leão assumiu a 18ª posição com 12 pontos conquistados, no Z4 do campeonato. O Corinthians cai posições na tabela e fica em 17º, também na zona de rebaixamento.

Próxima rodada

Sábado (09):

Coritiba X Internacional, no Couto Pereira, em Curitiba, às 16h (horário de Brasília);

Fluminense X Vitória, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), às 18h (horário de Brasília).

Bahia X Cruzeiro, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), às 21h (horário de Brasília).

Domingo (10):

Remo X Palmeiras, no Mangueirão, em Belém (PA), às 16h (horário de Brasília);

Atlético-MG X Botafogo, na Arena MRV, em Belo Horizonte (MG), às 16h (horário de Brasília);

Mirassol X Chapecoense, no Maião, em Mirassol (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Santos X Red Bull Bragantino, na Vila Belmiro, em Santos (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Corinthians X São Paulo, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Grêmio X Flamengo, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS), às 19h30 (horário de Brasília);

Vasco X Athletico-PR, em São Januário, no Rio de Janeiro (RJ), às 20h30 (horário de Brasília).

Em partida avassaladora, Lebron James e companhia vencem atuais campeões e se classificam para a Final da Conferência Oeste dos Playoffs da NBA.
por
Rafael Rizzo
|
16/05/2023 - 12h
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Arte: Battle With the Bay. Artista: Jack Perkins.

Na sexta-feira (12), o Los Angeles Lakers enfrentou, em casa, a equipe do Golden State Warriors pelo sexto jogo da série melhor de sete da Semifinal da Conferência Oeste dos Playoffs da NBA. O Lakers levou a melhor pelo placar de 122 a 101 e fechou a série com quatro vitórias e duas derrotas.

A equipe da casa veio para o confronto em vantagem, com um saldo de três vitórias e duas derrotas. Na partida anterior, fora de casa, o elenco perdeu a oportunidade de fechar a série mais cedo e voltou para Los Angeles com mais uma chance. O Lakers segue com 100% de aproveitamento quando joga a frente de sua torcida.

O Golden State Warriors sobreviveu a uma possível eliminação precoce e veio para o jogo em busca de mais um suspiro. Antes da série começar, por serem os atuais campeões, o Warriors era considerado favorito. Porém, como um balde de água fria, o Lakers encaçapou três vitórias e complicou a vida do técnico Steve Kerr, que para avançar teria que vencer todos os próximos jogos da série, sem direito a tropeços.

O Lakers começou a temporada regular com duas vitórias e dez derrotas, dando a eles uma probabilidade de classificação aos Playoffs de 0,3%. O time chegou a ficar em 13° colocado (vaga direto aos Playoffs: até o 6°. Vagas passando pelo Play-in: até o 10°) durante boa parte das rodadas. Apesar disso, o Los Angeles reformulou o elenco e na reta final, em uma sequência de 17 triunfos e 7 derrotas, conseguiu se classificar em 7° colocado.

A superação não parou por aí. Os Purple and Gold enfrentaram- na primeira rodada dos Playoffs - o elenco do Memphis Grizzlies, do armador Ja Morant, que terminou em 2° colocado na Conferência Oeste. Novamente não eram favoritos e mesmo assim se classificaram, vencendo quatro jogos e perdendo dois.

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Lebron James durante a partida. Foto: Reprodução/ Instagram Lakersscene.

NO JOGO

A partida começou com Lebron James muito agressivo e dominante. O atleta guiou o elenco na sequência de 18 a 7 para a equipe da casa, restando 7:39 para o fim do primeiro quarto. Dava tudo certo para o Lakers e as bolas de três do Warriors não estavam caindo. Steve Kerr pediu tempo técnico para conter o bom início do adversário.

Apesar do Timeout, os visitantes não conseguiram frear um Lakers guiado por uma torcida fervorosa. Com cesta de três pontos de Austin Reaves, o LakeShow liderava por 27 a 10 (4:40), forçando Steve Kerr a pedir tempo novamente.

Desta vez, o Warriors conseguiu voltar melhor, muito por conta de Stephen Curry, que anotou 12 pontos apenas no primeiro quarto. Mesmo com ótimo início de Curry, a dupla Lebron e Anthony Davis foi o destaque do quarto. Cada um com nove pontos - A. Davis ainda anotou 10 rebotes - ajudaram o Lakers a fechar o primeiro quarto vencendo por 31 a 26.

No início do segundo quarto, Lebron James abriu os trabalhos para o Lakers com um lance livre. Donte Divincenzo, do Warriors, respondeu com cesta de três. O jogo seguiu equilibrado. Aos 6:48, a torcida foi à loucura com lance habilidoso de Austin Reaves em cima de Stephen Curry. O atleta driblou a marcação e converteu o AndOne - cesta e a falta - para o delírio dos fãs presentes na Crypto.com Arena. Daí em diante, A.R. desfilou no segundo quarto. Teve assistência para cesta de três de Lebron James, converteu lance livre e até enterrou no contra-ataque.

Para fechar com chave de ouro, Anthony Davis deu toco em D. Divincenzo e passou para Austin Reaves, que - antes do meio da quadra - converteu o arremesso de três no estouro do cronômetro. Os torcedores ficaram de pé e o clima da arena foi para o intervalo da melhor maneira possível. 56 a 46 para o Lakers.

Na primeira metade da partida, Lebron foi bem e contribuiu com 15 pontos, 3 rebotes e 3 assistências. Austin Reaves, o queridinho da torcida, ajudou com 13 pontos, 3 rebotes e 3 assistências. Anthony Davis foi um monstro no garrafão e fechou com 9 pontos e 12 rebotes. Curry não converteu nenhum arremesso no segundo quarto e manteve a mesma pontuação do primeiro (12). D. Divincenzo contribuiu para 10 pontos e 4 rebotes.

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Austin Reaves após converter arremesso no estouro do cronômetro. Foto: Reprodução/ Instagram Lakers.

Na volta do Break, Austin Reaves - o Kobe Caipira - não perdeu o ritmo e abriu com cesta de três. O jogo seguiu e, aos oito minutos, Lebron anotou quatro pontos consecutivos e abriu a vantagem para 70 a 53. O Warriors pediu tempo imediatamente, na esperança de parar o Lakers, que voltou do intervalo muito bem.

Depois do tempo técnico, para abalar ainda mais o adversário, Austin Reaves anotou dois pontos. Mesmo com Curry bem no ataque, a defesa do Warriors não conseguia parar o poder ofensivo dos donos da casa. O Lakers seguiu atento e conseguiu forçar muitos erros do adversário, o que obrigou o Golden State a pedir mais um tempo, restando dois minutos no relógio e mais de 17 pontos de diferença no placar.

Para fechar o terceiro quarto, Jordan Poole ajudou o Warriors a encurtar a diferença para 14 (91 a 77) e ir para o último quarto correr atrás do prejuízo.

As estatísticas estavam do lado do Lakers. Lebron James, por exemplo, teve 100% de aproveitamento nos Playoffs quando chega no último quarto da partida à frente no placar por 10 pontos. São 73 vitórias e nenhuma derrota.

No início do último quarto, J. Poole converteu AndOne e deu esperanças para a equipe visitante. Porém, essas expectativas foram para o ralo. Lebron James chamou a responsabilidade e destruiu a frágil defesa do Warriors. O jogador chegou a 30 pontos ao final da partida, coisa que não acontecia desde o jogo cinco da NBA Finals de 2020. Para completar, Lebron deu assistência sem olhar - A La Magic Johnson - para Rui Hachimura enterrar e fechar o caixão. Lakers 106, Warriors 82, restando sete minutos para o fim da batalha.

Depois disso foi só administrar. Aos 3:45, perdendo por 116 a 94, Steve Kerr aceitou a derrota e colocou todos os reservas em quadra. Fim de jogo, Lakers 122, Warriors 101.

O Los Angeles Lakers, contra todas as probabilidades, está na Final da Conferência Oeste. Após a partida, Anthony Davis comemorou e esabanjou confiança. “Estamos prontos para chocar o mundo!”, afirmou A.D.

Após eliminarem o atual campeão, o Lakers mostrou para seus adversários que não estão se rendendo às expectativas e às baixas chances de triunfo. A equipe agora irá enfrentar o Denver Nuggets, do duas vezes MVP, Nikola Jokic, e o primeiro jogo da série será nesta terça-feira (16) - em Denver - às 21h30 (horário de Brasília).

 

DESTAQUES DO JOGO:

LAKERS:

Lebron James: 30 pontos, 9 rebotes, 9 assistências, 2 roubos e 71,4% de aproveitamento

Austin Reaves: 23 pontos, 4 rebotes, 6 assistências e 4 cestas de três.

Anthony Davis: 17 pontos, 20 rebotes, 2 roubos e 2 tocos.

WARRIORS:

Stephen Curry: 32 pontos, 6 rebotes e 5 assistências

Donte Divincenzo: 16 pontos, 4 rebotes e 4 cestas de três

 

ESTATÍSTICAS DA PARTIDA:

LAL         X           GSW

122 PTS                101 PTS

46 REB                  53 REB

25 AST                  25 AST

6 ROUBOS           3 ROUBOS

6 TOCOS              2 TOCOS

6 ERROS             10 ERROS

52%FG                37,9% FG

50%3ptFG           27,1% 3ptFG

73,8%FT              71,4% FT

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Austin Reaves no AndOne pra cima de Stephen Curry. Foto: Reprodução/ Instagram Lakers.

 

 

 

 

Apesar das críticas, o seriado faz muito sucesso e abriu portas para um novo público no esporte
por
Bianca Athaide
Giulia Dadamo
Helena Cardoso
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16/05/2023 - 12h

             No fim de fevereiro, a quinta temporada de "Fórmula 1: Drive To Survive" (DTS) foi lançada. O reality show retrata os bastidores da categoria de uma forma que os fãs nunca tiveram acesso: seguindo os pilotos e chefes de equipes para contar as tensões, rivalidades e suas disputas dentro e fora do grid durante o ano.

  A última temporada mostra os bastidores de 2022, com a nova geração de carros e o bicampeonato de Max Verstappen (Red Bull) conquistado no Japão, além do retorno do piloto ao documentário, já que ficou fora da quarta temporada por não concordar com, segundo ele, a “abordagem exagerada” utilizada pelos produtores da série.

            O holandês, porém, não foi o único que teve essa visão. Quando a primeira temporada estreou, em 2019, ela foi recebida com diversas críticas. Grande p arte do público a rotulou como sensacionalista e fora da realidade. No entanto, depois de quatro anos, o impacto do documentário ficou claro na história da F1: a humanização e a proximidade que a série ofereceu entre os pilotos e seus fãs trouxe para ela um sucesso imenso, a tornando um dos principais conteúdos originais da Netflix, e consequentemente tendo maior visibilidade por um novo público e de marcas interessadas no crescente alcance do reality. 

          Depois do sucesso de séries documentais esportivas, como “All or Nothing” – produzida pela Amazon e lançada em 2016, que começou seguindo times de futebol americano, mas também teve participação em temporadas de times na Europa (Juventus, Manchester City e Bayern de Munique são alguns exemplos) –, a Liberty Media, dona dos direitos comerciais da Fórmula 1 desde 2017, viu a chance de criar algo similar na categoria mais popular do automobilismo, seguindo todo o grid durante o ano. Na época, a empresa tinha o objetivo de popularizar o esporte nos Estados Unidos, país que receberá três corridas em 2023 e é esperado que conquiste mais finais de semanas nos próximos anos.   

            Na primeira temporada da série, que acompanha o ano de 2018 da F1, equipes como Mercedes e Ferrari resolveram não participar, uma vez que não se sabia ao certo o formato e o conteúdo que seria exibido ao público. O documentário, no entanto, não tem como foco o que acontece nas corridas em si e no aspecto técnico do esporte. 

  Em entrevista para a AGEMT, Rafael Lopes, comentarista de automobilismo da Globo, comenta que “recontar a corrida de outro jeito, para o público que não conhece a Fórmula 1, não vai funcionar. Drive to Survive está na medida certa, já que para conquistar um público novo é preciso mostrar coisas diferentes: o lado humano, a relação entre as equipes e as discussões, não só carros acelerando, aerodinâmica e batidas.”

              Mesclando os trechos dos bastidores e das corridas com os relatos e entrevistas dos envolvidos no dia a dia da Fórmula 1, DTS tenta mostrar o lado mais humano do esporte. “Você tem pessoas que estão fazendo a categoria acontecer, que são os pilotos, os chefes, os engenheiros, os mecânicos, e é importante mostrá-los”, o autor do blog Voando Baixo continuou.

 Na parte mais técnica das chamadas ‘docudramas’, Alessandro Toller, dramaturgo e roteirista, concorda que “parte da atração que muitas séries documentais têm exercido diz respeito à carga dramática pela qual as personagens reais vivem ou provocam. E isso certamente vai ser explorado”.

 É possível ver isso no reality: o novo público, que não necessariamente tem um conhecimento automobilístico prévio, foi conquistado por personagens que também fizeram sucesso fora do paddock, como o piloto Daniel Ricciardo (na época, na Red Bull) e o chefe de equipe Günther Steiner (Haas), personalidades marcantes do reality.  

            Drive To Survive, porém, também atraiu diversas críticas, vindas principalmente do público antigo e tradicional (majoritariamente masculino e mais velho) do automobilismo, que acredita que a série não é factual e linear, por não mostrar tanto das corridas. “Existe o público chamado de ‘heavy user’, que é aquele que consome Fórmula 1 de qualquer jeito, não importa onde a corrida esteja sendo transmitida – seja no streaming, na TV a cabo ou na TV aberta –, que não é o público-alvo de DTS. Ele vai assistir porque consome a categoria de qualquer forma, mas vai reclamar que a história não está sendo contada do jeito que deveria”, disse Rafael.

           Outro argumento dos críticos é o de alguns eventos serem distorcidos ou exagerados, tornando a série sensacionalista. As rivalidades supostamente inexistentes, o excesso de dramatização e falas fora de contexto afastaram inclusive o bicampeão mundial Max Verstappen do seriado, em 2021 – ano que protagonizou uma disputa até a última volta com Lewis Hamilton. Ele queria ter mais controle sobre o que era divulgado e impôs condições para voltar à série. Christian Horner (chefe da Red Bull), afirmou no podcast “Pardon my Take”, que é importante lembrar que o objetivo do seriado é entreter o público, uma vez que pega apenas trechos de uma temporada inteira e transforma em um programa de televisão.

            Por outro lado, como estratégia de marketing, Drive to Survive deu muito certo. Em uma pesquisa promovida pelo veículo Motorsport Network, no final de 2021, com mais de 167 mil entrevistados em 187 países, foi concluído que a média de idade dos fãs é de 32, quatro anos mais baixa do que o resultado de uma enquete anterior, de 2017. Também foi constatado que a participação feminina dobrou nos últimos anos, mostrando que o lançamento da série teve um efeito significante na mudança do público da Fórmula 1.

            Apesar das polêmicas, a série continua sendo uma mina de ouro para a Netflix. Pagando uma pequena parcela do que as emissoras pagam para possuir os direitos de transmissão das corridas, o seriado no streaming conquistou mais de 50 milhões de visualizações desde o lançamento da quarta temporada, em 2022. Rafael complementa: “Drive To Survive é o maior case de sucesso como peça publicitária da história. A Netflix paga uma licença para a Fórmula 1 para fazer aquilo, é a única peça publicitária que a empresa que anuncia recebe para ser anunciada”.

            Os pilotos, agora, também podem ser considerados celebridades, com milhares de seguidores nas redes sociais, que conseguem ver o que acontece fora das pistas. Para Isamara Fernandes, repórter e social media do Motorsport.com, é possível perceber uma mudança na relação entre os fãs e os pilotos após o lançamento da série: “agora os fãs não se sentem tão longe dos seus ídolos, eles não são mais vistos como ‘seres superiores’ porque a série te permite ver e entender muito daquilo que acontece durante todo o ano e porque determinadas escolhas foram tomadas por parte deles”.

            A nova leva do público, em sua maioria influenciada pelo seriado, tem mais acesso à vida dos pilotos do que as gerações anteriores. “O fã consegue em imagens os bastidores de situações que acontecem além dos treinos livres, do classificatório e da corrida. É a negociação de um piloto com alguma equipe, uma reação genuína a algum acontecimento bombástico, uma discussão dentro da própria equipe, coisas que sem as imagens do seriado jamais seriam vistas”, continuou a jornalista.

            A combinação dos momentos behind the scenes da série documental, com os milionários investimentos por parte da Liberty Media, resultaram em um show de entretenimento do esporte. Drive To Survive pode dividir opiniões, mas é inegável o seu impacto na atenção voltada à categoria. A sexta temporada vai mostrar o campeonato de 2023, já está em produção e deve ser lançada no primeiro semestre do próximo ano, servindo como uma porta de entrada para ainda mais fãs.

Equipe de Los Angeles não segura o esquadrão de Stephen Curry e perde a oportunidade de fechar a série.
por
Rafael Rizzo
|
12/05/2023 - 12h
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Draymond Green (esquerda) marcando Anthony Davis durante o jogo. Foto: Reprodução/ Instagram Lakers.

Na quarta-feira (10), o Los Angeles Lakers enfrentou a equipe do Golden State Warriors, fora de casa, pelo quinto jogo da série melhor de sete da Semifinal da Conferência Oeste dos Playoffs da NBA. O Warriors levou a melhor e venceu pelo placar de 121 a 106 e ganhou sobrevida na série. Apesar do revés, o Lakers ainda lidera o confronto melhor de sete por 3 a 2, e vai para o jogo seis - em casa - com mais uma chance de fechar a série.

No último encontro, o time de Los Angeles agradou a torcida com grandes atuações de Lebron James, Anthony Davis, Austin Reaves e principalmente Lonnie Walker, que anotou 15 pontos só no último quarto. O time abriu 3 a 1 na série e colocou o adversário em situação de não poder perder nenhuma das próximas três partidas.

Pelo lado do Warriors, experiência e títulos não faltam no currículo. O elenco comandado por Steve Kerr veio para o jogo confiante. Afinal, o Warriors quando joga em casa costuma, na maioria das vezes, sair vencedor.

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Lebron James na concentração antes da partida. Foto: Reprodução/ Instagram Lakers.

 

NO JOGO

O primeiro quarto começou com duas cestas de três - o pesadelo da defesa do Lakers -, uma de Draymond Green e outra de Andrew Wiggins, para incendiar a torcida. O Warriors não tirou o pé do freio e, guiado por Draymond Green, chegou a liderar por 17 a 5, restando sete minutos no relógio. Darvin Ham, técnico de Los Angeles, pediu tempo para reorganizar o time que estava perdido em quadra. Após a pausa, Austin Reaves converteu uma cesta de três pontos de muito longe e deu energia para o elenco voltar para o jogo. Apesar das sete bolas de três convertidas pelo adversário no primeiro quarto, o Lakers não ficou muito atrás e fechou o primeiro quarto perdendo por 32 a 28.

No segundo quarto, o ritmo - que já estava acelerado - subiu ainda mais. Em apenas três minutos o jogo já estava 38 a 36 para o Warriors, com trocas de liderança ou empates durante a maioria das posses de bola. E não parou por aí, as inversões de placar seguiram até os quatro minutos e meio restantes no cronômetro, com a batalha empatada em 54 a 54, após cesta de Austin Reaves. O jogo estava equilibrado, com Lebron James e A.D. guiando o Lakers e Curry organizando e respondendo para o Warriors. Até que, em ligeira sequência, o Golden State abriu vantagem e foi para o intervalo na frente por 70 a 59, com direito a cesta de três de Curry no estouro do relógio.

Lebron James, com 17 pontos, e Anthony Davis, com 18, foram os destaques da equipe na primeira metade do jogo. Pelo lado do Golden State, Draymond Green, com 14 pontos, Wiggins, com 16 e 4 assistências, e Curry, com 12 pontos e 6 assistências, foram as principais dores de cabeça para L.A.

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Stephen Curry convertendo cesta de três no estouro do cronômetro. Foto: Reprodução/ Instagram Warriors.

Na volta da partida, o Lakers viveu um pesadelo. Tudo dava certo para o adversário e nada dava certo para os Purple and Gold. Darvin Ham pediu tempo com o prejuízo de 79 a 61 no placar. Após a bronca, Los Angeles voltou para o jogo e diminuiu a diferença de 18 para 12, com AndOne - cesta e a falta - de A.D., restando 5:03 para o fim do quarto. Com Lebron convertendo a última cesta da parcial, o Lakers fechou o terceiro quarto perdendo por 93 a 82. Apesar da grande diferença no placar, o jogo estava em aberto.

O último quarto começou frio. A primeira cesta aconteceu após um minuto e 22 segundos de bola rolando. Aos sete minutos, Anthony Davis sofreu uma pancada forte no rosto e não voltou mais para a partida. Péssima notícia para um Lakers, que brigava pela vitória. Apesar do empecilho, os visitantes não largaram a mão. Com Austin Reaves convertendo cesta de três quase do meio da quadra, o placar era de 104 a 95 para o Warriors, a menor diferença desde o intervalo do jogo. Mas Stephen Curry acabou com as esperanças de Los Angeles. O jogador fez cinco pontos consecutivos e abriu o placar para 109 a 95. Para piorar, essa mesma vantagem se manteve até os 2:47 restantes para o fim da partida.

A diferença era grande e o tempo era pouco. Darvin Ham optou por “jogar a toalha”, aceitar a derrota e colocou todos os reservas em quadra, o famoso “Garbage Time”. Fim de jogo, Golden State Warriors 121, Los Angeles Lakers.

Apesar da vitória, o Warriors ainda tem muita pista para correr. O jogo 6 acontecerá na casa do Lakers, onde o time ainda não perdeu. São cinco vitórias em cinco partidas quando está a frente de sua torcida nesta pós-temporada.

O sexto confronto acontecerá na sexta-feira (12), às 23h ( horário de Brasília). Caso o Lakers mantenha o 100% de aproveitamento e casa, Lebron James e companhia irão enfrentar a equipe do Denver Nuggets, pela Final da Conferência Oeste dos Playoffs da NBA.

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Anthony Davis enterrando durante o jogo. Foto: Reprodução/ Instagram Lakers.

 

Destaques da Partida:

Lakers:

            Lebron James: 25 pontos, 9 rebotes, 3 assistências e 2 roubos;

            Anthony Davis: 23 pontos, 9 rebotes e 3 assistências;

            Austin Reaves: 15 pontos, 7 rebotes e 5 assistências;

            D’Angelo Russell: 15 pontos;

            Dennis Schroder: 14 pontos e 4 assistências.

Warriors:

Stephen Curry: 27 pontos e 8 assistências;

Andrew Wiggins: 25 pontos, 7 rebotes e 5 assistências;

Draymond Green: 20 pontos, 10 rebotes, 4 assistências e 2 roubos;

Gary Payton: 13 pontos, 6 rebotes e 80% de aproveitamento.

 

Estatísticas da Partida:

LAL       X       GSW

106 PTS              121 PTS

38 REB               48 REB

24 AST                29 AST

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Com golaço de Brasileiro e gols recordes na semifinais, partidas de ida pegam fogo na Liga dos Campeões.
por
João Paulo Di Bella Soma
|
15/05/2023 - 12h

Nessa última semana ocorreram os primeiros jogos das semifinais da Liga dos Campeões da Europa. Na terça-feira (09), no Santiago Bernabéu, o Real Madrid encarou o Manchester City e o jogo terminou empatado em 1 a 1. No outro jogo da semifinal, na quarta-feira (10), a Internazionale largou na frente e venceu o Milan por 2 a 0, no primeiro Derby Della Madonnina em fases eliminatórias da competição depois de 18 anos, no estádio San Siro

 

Real Madrid X Manchester City

 

Com a promessa de ser o jogo mais estrelado da semifinais, Real Madrid e Manchester City protagonizaram um show de bola para os amantes de futebol.

 

No primeiro tempo, o time de Pep Guardiola pressionou e não deu brechas para o atual bola de ouro, o atacante francês Karim Benzema, dominando a posse de bola e pressionando o time espanhol. Os merengues tiveram que contar com o brilho da estrela brasileira, Vinícius Junior, para abrir o placar aos 36 minutos da etapa inicial. Em jogada iniciada por Camavinga, o francês encontrou um passe para o brasileiro, da entrada da área, acertar um belo. O gol levou o time de Madrid para o vestiário em vantagem de 1 a 0.

 

No segundo tempo, o time de Carlo Ancelotti passou a pressionar e dominar os Citizens. Mas, aos 22 minutos da segunda etapa, depois de uma tabela de Jack Grealish e Gündogan, o belga Kevin de Bruyne acertou um preciso chute de fora da área e venceu o goleiro Courtois, companheiro de seleção, para empatar o jogo e dar números finais a partida.

 

Milan X Internazionale

 

O outro jogo colocará uma equipe italiana na final da Liga dos Campeões, algo que não acontecia a 6 anos. E não estamos falando de qualquer jogo, o confronto coloca frente a frente Milan e Internazionale. Apesar do show de 95% da torcida do Milan presente no estádio San Siro, foram 5% dos torcedores da Inter que comemoraram a vitória. 

 

Com um primeiro tempo movimentado, o time da Internazionale abriu o placar em menos de 10 minutos com dois gols relâmpagos, sendo esses o terceiro 2 a 0 mais rápidos da história da competição. Nos primeiros 8 minutos de jogo, Hakan Çalhanoglu cobrou escanteio e mandou a bola direto no pé do centroavante bósnio Edin Dzeko, que finalizou com o pé esquerdo e abriu o placar. Não demorou muito, e três minutos depois, com um belo corta luz de Lautaro Martínez, o meia Mkhitaryan ficou com o caminho livre até a área para mandar a bola na rede de Mike Maignan e ampliar para os Nerazzuri.

 

Após um primeiro tempo desastroso e sonolento, os Rossoneri ensaiaram uma reação e passaram a criar mais chances e ocupar mais o campo de ataque no segundo tempo, no entanto, criaram poucas chances de perigo para o goleiro Onana.

 

No começo do segundo tempo, em um ótimo passe de Sandro Tonali, o meia brasileiro Junior Messias saiu cara a cara com o goleiro da Inter e mandou a bola para fora, naquela que foi a melhor chance do time no jogo. Mesmo com o domínio do rival, o time de Simone Inzaghi não se deixou assustar pela pressão e - como fez ao longo da competição - apostou no banco de reservas. O atacante Lukaku e o meio-campo Brozovic, que era cotado para ser titular, entraram para reorganizar o time e fazer com que a Inter voltasse para o jogo.

 

Com ambos os times desperdiçando chances de gol e com os goleiros Onana e Maigan fazendo defesas importantes, o jogo terminou com a vitória para o lado do time preto e azul. A Inter leva vantagem para o jogo de volta, onde contará com a maior parte da sua torcida, por ser mandante. Enquanto isso, o Milan precisará de um milagre e vencer por três gols de diferença para se classificar.

 

HORA DA DECISÃO

 

Os jogos de volta das semifinais acontecem nesta semana, ambas às 16h (horário de Brasília). Na terça-feira (16), no San Siro, em Milão, Internazionale e Milan decidem uma vaga na final. Na quarta-feira (17), no Eithad Stadium, na Inglaterra, Manchester City e Real Madrid jogam pela vaga na grande decisão no dia 10 de junho, em Istambul, na Turquia.

 

Equipe do Colorado domina Phoenix, no Arizona, vence e se classifica para decisão da Conferência
por
Philipe Mor
|
12/05/2023 - 12h

Na quinta-feira (11) o Phoenix Suns e o Denver Nuggets se enfrentaram pelas semifinais de Conferência do Oeste nos Playoffs da NBA. O jogo 6 aconteceu na FootPrint Center, no Arizona, mando de quadra do Suns, mas quem se deu melhor foi o Denver que venceu por 125 a 100. A vitória da equipe do Colorado encerrou a série em 4 a 2, e garantiu Nikola Jokic e companhia nas finais de Conferência do Oeste. A equipe agora aguarda o vencedor do confronto entre o Los Angeles Lakers e Golden State Warriors, até o momento a série está em 3 a 2 para o Lakers.

A partida apresentou um Denver Nuggets determinado e focado em busca da classificação às finais do Oeste. O primeiro quarto começou de forma equilibrada e com muitas trocas de cestas. O placar seguiu parelho até os 3 minutos finais do período, quando se encontrava em 27 a 26 para os visitantes. A partir desse momento, o Phoenix se tornou apático na partida, com diversos erros defensivos e de arremessos. Comandados por Nikola Jokic, o Denver abriu 17 pontos de vantagem na reta final, enquanto os mandantes não pontuaram mais (44 a 26).

O ala-armador do Nuggets, Kentavious Caldwell-Pope (KCP), que nos jogos 3, 4 e 5 havia somado apenas 19 pontos, contribuiu com 17 somente na primeira parcial. Jokic com 14 pontos, quatro rebotes e cinco assistências, e Caldwell-Pope foram os destaques da equipe visitante. O time mandante, apesar da apatia e falhas cometidas, teve o armador Cameron Payne contribuindo com dez pontos e duas assistências. Devin Booker (cinco pontos) e Kevin Durant (dois pontos) não repetiram as boas atuações de outros momentos da série na primeira parcial.

No segundo quarto o Denver Nuggets impôs uma vantagem de 30 pontos. A equipe do Colorado, que já liderava com folga ao fim do primeiro período, viu a diferença de pontuação aumentar ainda mais (81 a 51). A atuação coletiva impulsionada pelo ritmo de jogo, ditado por Jokic, marcou presença no período. Jamal Murray chegou aos 18 pontos, KCP aos 21 e “The  Joker“ aos 20 pontos, seis rebotes e sete assistências, com um triplo-duplo encaminhado

Com dois quartos restantes na partida, o Phoenix Suns correu atrás de diminuir a desvantagem no placar e manteve seus titulares em quadra. No entanto, a equipe do Denver soube administrar a vantagem construída ao longo do período antes do intervalo para sacramentar a classificação. Nikola Jokic alcançou um triplo-duplo de 32 pontos, dez rebotes e 12 assistências. O pivô do Nuggets se tornou o atleta da posição com o maior número de triplos-duplos na história dos Playoffs da NBA. Cameron Payne, do Suns, foi o único destaque dos mandantes com 31 pontos e seis rebotes. O jogo terminou em 125 a 100, confirmando a classificação do Nuggets às finais de Conferência, com série finalizada em 4 a 2.

Pôster ilustrativo sobre a classificação do Denver Nuggets às finais de Conferência do Oeste Foto: Twitter/@nuggets
Pôster ilustrativo sobre a classificação do Denver Nuggets às finais de Conferência do Oeste Foto: Twitter/@nuggets

 

E o Suns...

A partida abaixo de Devin Booker (12 pontos e oito assistências) e Kevin Durant (23 pontos, cinco rebotes, cinco assistências), foi reflexo de um time desorganizado em quadra. A eliminação para o Denver Nuggets foi a segunda consecutiva da equipe do Arizona nas semifinais de Conferência do Oeste. Na última temporada, a saída do time nos Playoffs aconteceu para o Dallas Mavericks, em um jogo 7. A eliminação ficou marcada por erros do técnico Monty Willians. A diferença elevada de aproximadamente 30 pontos nos placares foi outro fator que perdurou nos dois confrontos.

Para a próxima temporada, o Suns vai procurar ajustar o time. O pivô Deandre Ayton e o armador Chris Paul, que não atuaram no jogo 6, podem ser peças envolvidas em pacotes por novos jogadores, com o intuito de adicionar profundidade ao elenco. A permanência do treinador Monty Willians, após dois fracassos seguidos em Playoffs, também será discutida internamente.

Olho na final

O Denver Nuggets volta a uma decisão de Conferência após três anos. O último duelo da equipe do Colorado nessa situação, foi frente ao Los Angeles Lakers em 2020. Na ocasião, a equipe de Lebron James e Anthony Davis levou a melhor em seis jogos.

Os jogos das finais de Conferência do Oeste têm data definida para a próxima terça-feira (16) às 21h30 (horário de Brasília). Os dois primeiros jogos serão na Ball Arena, no Colorado. O Denver Nuggets aguarda entre Los Angeles Lakers e Golden State Warriors.