Na manhã desta terça-feira (25), a Suíça enfrentou a Noruega em Hamilton, Nova Zelândia, no FMG Stadium Waikato. A partida foi válida pela 2ª rodada da fase de grupos da Copa do Mundo Feminina 2023. Com o empate, Noruega depende de resultados para passar de fase, e a Suíça, se pontuar, estará na próxima fase.
As duas seleções começaram o jogo com sentimentos diferentes, a Noruega tendo a pressão de vencer para não se complicar e a Suíça mais tranquila com a vitória na primeira rodada, tanto que era possível perceber mais leveza por parte das suíças, quando aos 7 minutos de jogo chegaram forte ao ataque, parando na defesa norueguesa. A resposta das campeãs mundiais veio aos 23 minutos, após uma jogada pela ponta direita e cabeceio da atacante Sophie Haug, no entanto, a goleira Gaelle Thalmann mostrou que não seria fácil passar por ela e fez uma grande defesa.
A seleção de Inka Grings, finalmente conseguiu encontrar a sua atacante, Ana-Maria Crnogorcevic, aos 31 minutos numa bola enfiada de Sow, porém a artilheira finalizou para fora a grande chance que tiveram no primeiro tempo.
A segunda etapa iniciou da mesma forma que o primeiro tempo, a Noruega sendo um pouco mais perigosa que a Suíça, tendo mais posse de bola (57% contra 43%) e mais finalizações também (9 por parte da Noruega, sendo 4 ao gol e 4 para a Suíça, apenas uma indo ao gol).
Perigosamente aos 54 minutos, a Noruega teve uma ótima chance num chute de longa distância, mas que parou mais uma vez em Gaelle Thalmann. Aos 71, a Suíça criou a chance mais perigosa que tiveram no segundo tempo, quando Géraldine Reuteler arriscou de fora da área, mas não levou muito perigo.
A Suíça até tentou criar suas jogadas para chegar até Ana-Maria Crnogorcevic, porém não conseguiam o último passe. Por conta disso, passaram a maior parte do tempo se defendendo e contando com as boas defesas de sua goleira, que teve que trabalhar quando Caroline Hansen, camisa 10 da Noruega, fez uma bela jogada pela esquerda, driblando duas defensoras e finalizando no canto do gol suíço, após a grande defesa, a goleira ainda defendeu um rebote à queima-roupa, salvando a Suíça mais uma vez.
A partida finalizou com um empate em 0x0, mas ambos lados apresentando um bom futebol. As norueguesas se encontram numa difícil situação, somando apenas 1 ponto depois de duas rodadas e tendo a obrigatoriedade de ganhar sua próxima partida contra a Filipinas na próximo domingo (30). Por outro lado, a Suíça segue líder do grupo A, tendo 4 pontos e precisando apenas de um empate no próximo jogo, contra a Nova Zelândia, também no domingo.
Nesta quarta-feira (26), no Estádio HFB Park, na Austrália, a seleção do Canadá venceu a Irlanda por 2 a 1, em partida válida pela segunda rodada do grupo B da Copa do Mundo Feminina FIFA 2023. Com a vitória, as canadenses assumem temporariamente a liderança do grupo com 4 pontos. A seleção da Irlanda está matematicamente eliminada da competição, após duas derrotas - antes havia perdido para a Austrália.
As irlandesas começaram a partida com boas descidas ao ataque. Aos 2 minutos, Kyra Carusa, depois de cruzamento de Lucy Quinn para a entrada da pequena área, obrigou a goleira Kailen Sheridan a fazer boa defesa e mandar para escanteio. Na cobrança, com categoria, Katie McCabe abriu o placar com um gol olímpico.
O Canadá não fez um bom primeiro tempo. A primeira boa chegada canadense foi depois de uma cobrança de falta, já perto dos 30 minutos de jogo. A zagueira Kadeisha Buchanan desviou e sua dupla de defesa, Vanessa Gilles, se esticou toda para tocar na bola, mas mandou sem direção. Do outro lado, a Irlanda conseguiu criar mais chances de gol quando tinha a posse de bola. Foram das irlandesas as melhores oportunidades de gol na primeira etapa, mas pararam na goleira Sheridan e na falta de pontaria.
Foto: Luisa Gonzalez / Reuters
As comandadas de Bev Priestman não se encontraram na primeira parte do confronto. O Canadá, quando teve a bola, não apresentou riscos à Irlanda, e caminhava para uma derrota parcial justa. Mas, aos 49 do primeiro tempo, no último minuto de acréscimo, Julia Grosso cruzou para a área e a zagueira Megan Connolly tentou afastar mas acabou mandando para o fundo das redes e empatou a partida.
O 1 a 1 não contou o que foi o primeiro tempo. A Irlanda produziu mais, mas não foi efetiva. O Canadá pouco fez e foi premiado com um gol contra no final da etapa. Para o segundo tempo, a técnica do Canadá apostou em três mudanças: Sophie Schmidt no lugar de Julia Grosso; Shelina Zardosky entrou na vaga de Kadeisha Buchanan; e a experiente Christine Sinclair substituiu Évelyne Viens, que não fez um bom primeiro tempo.
Logo no início da segunda etapa, a goleira irlandesa Courtney Brosnan precisou fazer uma boa defesa depois de chute de Jordyn Huitema. O Canadá continuou na pressão e aos 7 do segundo tempo, Schmidt - que entrou na segunda etapa - lançou Adriana Leon. A camisa 19 teve tranquilidade de entrar na área e bater na saída da goleira para virar o confronto, 2 a 1. Se no primeiro tempo o setor ofensivo canadense pouco participou, na segunda parte do jogo as canadenses criaram mais chances e poderiam ter ampliado a vantagem.
Aos 17 do segundo tempo, Sinclair recebeu dentro da grande área e bateu de perna canhota para a defesa da goleira Brosnan. Cinco minutos depois, após cruzamento de Ashley Lawrence, Sinclair apareceu sozinha nas costas da defesa, mas não pegou bem na bola e mandou nas mãos da goleira irlandesa. Vale lembrar que Sinclair, assim como a Rainha Marta, buscam o gol para se tornar a primeira pessoa na história a marcar em seis edições de Copas do Mundo, tanto no masculino quanto no feminino.
Apesar de algumas chances na reta final, o placar se manteve 2 a 1 para as canadenses. O resultado eliminou, matematicamente, a Irlanda da Copa do Mundo. Em um jogo de boa produção ofensiva, ao contrário da partida de estreia, as irlandesas chutaram 14 vezes a gol e acertaram 6 no gol. No segundo tempo, a seleção perdeu o controle do meio-campo que teve na primeira etapa, e ficou restrita apenas aos contra-ataques.
Do lado canadense, depois de um primeiro tempo para se esquecer, Bev Priestman mexeu bem na equipe no intervalo. As alterações mudaram a postura do time principalmente em um duelo equilibrado no meio-campo. No ataque, a presença de Sinclair, mais uma vez, fez a diferença para conduzir o time a virada no placar. A seleção trocou 508 passes ao longo do jogo, e acertou 76% deles. A média baixa reflete a dificuldade das campeãs olímpicas em impor o seu ritmo ao jogo.
Na liderança provisória do grupo, o Canadá depende apenas de si para garantir a classificação nas oitavas de final. Na próxima segunda-feira (31), o Canadá joga contra a Austrália, às 07h (horário de Brasília), para encerrar a fase de grupos. No mesmo dia e horário, a Irlanda cumpre tabela contra a Nigéria para se despedir da Copa do Mundo.
Foi a vez das Filipinas conquistarem a primeira vitória na Copa do Mundo FIFA de futebol feminino 2023, nesta terça-feira (25), no Estádio Regional de Wellington, na Nova Zelândia (horário de Brasília). A partida válida da segunda rodada da fase de grupos e dessa vez, jogar em casa parece não ter ajudado as anfitriãs, que perderam por 1 a 0. As neozelandesas vinham confiantes após o triunfo contra a favorita do grupo A, Noruega, também por 1 a 0. A seleção das Filipinas, que é estreante no mundial e foi derrotada pela Suíça na sexta-feira (21), conquistou um feito histórico ao vencer pela primeira vez no torneio.
Na preparação pré-jogo, a técnica da Nova Zelândia, Jitka Klimková, havia reconhecido que seria uma partida difícil e que iriam se preparar da mesma maneira que fizeram contra a Noruega, mas o resultado não foi positivo como no primeiro duelo. A equipe da neozelandesa, confiante depois da primeira rodada, tentou de tudo, mas não conseguiu dominar o jogo diante das Filipinas, que não prometiam dar tanto trabalho após a derrota contra a Suíça.
O jogo começou movimentado e dominado pela Nova Zelândia, que tinha 81% da posse de bola, mas não demorou muito para as dificuldades em avançar e criar espaço começarem a aparecer. As finalizações não estavam sendo bem executadas e tudo piorou com o gol das Filipinas aos 23’. A camisa sete, Sarina Bolden, abriu o placar com um gol de cabeça após o cruzamento de Sara Essesvik, e se tornou a maior artilheira da seleção das Filipinas, com 23 gols marcados pela equipe.
As Filipinas, que no início se encontravam muito mais na defesa e tinham poucas possibilidades no ataque, começaram a se arriscar um pouco mais com o placar favorável, mas não desenvolveram outros lances perigosos no primeiro tempo. A defesa mais fechada da Nova Zelândia voltou a ser realidade e a equipe não manteve o bom ritmo, não concluíndo suas tentativas em gols e tendo a posse de bola reduzida para 69%.
No segundo tempo, as meio-campistas Liv Chance e Annalie Longo entram no jogo para tentar mudar a situação da Nova Zelândia que sentia a pressão e estava buscando recuperação, mas sem sucesso. Aos 57’, Hannah Wilkinson ficou na cara do gol e teve a chance de empatar o placar, mas cabeceou para fora e a bola passou por cima do travessão. Aos 63’, Katie Bowen fez um chute perigoso que bateu na trave, e mais uma vez desperdiçou a oportunidade de empatar o confronto.
Aos 67’, Jacqui Hand fez a cabeçada perfeita pro fundo do gol, mas o lance que resultaria no empate, foi anulado após a revisão do VAR, ao acusar que o ombro de Wilkinson, que fez o passe para Hand estava à frente da linha de impedimento. Desesperada, a Nova Zelândia começou a trocar passes com rapidez e sem fluidez, o que resultou em desorganização. Nesse momento, as Filipinas já tomavam conta da partida e a derrota das anfitriãs não tinha mais volta. O jogo terminou em 1 x 0 e uma vitória histórica para a seleção filipina.
Nenhuma vaga para as oitavas foi carimbada até agora no Grupo A e a terceira rodada é a que define as equipes classificadas. A Suíça lidera com quatro pontos (uma vitória e um empate). Nova Zelândia e Filipinas vem logo atrás, com três pontos cada uma. O saldo de gols é o que diferencia as duas, colocando as neozelandesas na segunda colocação, com apenas um gol de diferença. Por fim, a Noruega está na última posição, com um ponto.
Os próximos jogos do grupo A acontecem simultaneamente no dia 30 de julho, às 4h (horário de Brasília). A Nova Zelândia enfrenta a Suíça no Forsyth Barr Stadium em Dunedin, e as Filipinas enfrentam a Noruega no Eden Park, em Auckland.
A última partida da primeira rodada da Copa do Mundo Feminina de 2023, aconteceu nesta segunda-feira (25), no Sydney Football Stadium, na Austrália. Colômbia e Coreia do Sul foram a campo em busca dos três pontos e da primeira vitória em estreia no mundial. A seleção sul-americana venceu a sul-coreana por 2 a 0. Catalina Usme abriu o placar com um gol de pênalti, enquanto a promessa Linda Caicedo matou o jogo com o primeiro gol de fora da área da edição.
Com um público presente de 24 mil pessoas, o confronto foi cotado como equilibrado, mas a equipe colombiana conseguiu neutralizar a adversária e ser superior em momentos decisivos. Apesar da superioridade coletiva e da potência individual, alguns embates no meio de campo deixaram o jogo truncado. Foram 10 faltas marcadas para as coreanas, enquanto 16 para as colombianas.
A primeira oportunidade de gol foi construída pela Coreia que, aos 2 minutos, encontrou uma finalização de fora da área, desviada pela camisa 19 da Colômbia, a zagueira Jorelyn Carabalí. Um importante destaque nesse início de jogo foi a goleira colombiana Catalina Pérez. Com boas intervenções, Pérez impediu que a equipe sul-coreana abrisse o placar.
Aos 28 minutos, um pênalti foi marcado depois de a bola bater na mão da Seo-Yon. A experiente Catalina Usme, camisa 11 da Colômbia, dona das bolas paradas, abriu o placar e, esfriou a partida. O gol tranquilizou o jogo e deu confiança as colombianas que ditaram as ações até o segundo gol. No minuto 38, com domínio no meio-campo, Linda Caicedo fez sua primeira descida pelo lado esquerdo e marcou o segundo gol do jogo após uma falha da goleira Young-Geul.
Nos acréscimos do primeiro tempo, a camisa 9 sul-coreana, Lee Geum-min, tentou o primeiro gol do time, mas novamente Pérez defendeu e evitou que vantagem no placar para a equipe sul-americana fosse diminuída.
Os primeiros 45 minutos foram de muita imposição física nos embates de pressão pós-perda. As equipes apostaram nas bolas roubadas para partir ao ataque com transições velozes, acionando os lados do campo. Porém, faltou efetividade para ambas as seleções.
No segundo tempo, a Coreia se expôs mais para buscar o placar. A linha de cinco postada defensivamente no primeiro tempo, não foi mais visível no segundo. As sul-coreanas tentaram realizar a transição de defesa para ataque rapidamente com as atletas posicionadas mais à frente. A metade final do jogo foi menos emocionante, com menos jogadas ofensivas. A maior oportunidade foi da Colômbia, com um cabeceio de Ramírez, que saiu rente a trave.
As estatísticas do jogo mostraram uma melhor precisão de passe pelas colombianas (70% contra 59%), mas o jogo pegado, principalmente no meio da partida, mostrou uma dificuldade de segurar a posse de bola para ambas as equipes.
A sul-coreana Casey Phair se tornou a atleta mais jovem da história a disputar uma partida de Copa do Mundo Feminina. A novata de 16 anos entrou no segundo tempo para tentar algo de diferente no lado coreano, mas não conseguiu nenhuma oportunidade ofensiva.
O jogo foi decisivo para as equipes já que a Alemanha lidera o grupo H após uma goleada de 6 a 0 contra o Marrocos. Os dois times buscavam a vitória para largar na frente pela classificação para as oitavas, já que a Alemanha é vista como a franca favorita para passar de fase
Apesar de ter sentido muita dificuldade com a marcação da Coreia do Sul no início do jogo, a Colômbia realizou uma boa partida de estreia e dominou o duelo em alguns momentos. Nelson Abadia, que cumpriu suspensão na partida, manteve seu time organizado, com velocidade e boa movimentação sem a bola. Mayra Ramirez foi responsável por atrair a marcação nas ligações diretas realizadas pelas Colombianas. No segundo gol, a camisa 9 foi essencial para deixar Linda Caicedo – eleita a melhor jogadora da partida – livre da marcação. Outro destaque foi Lorena Bedoya, no meio-campo auxiliou nos embates e fez a distribuição da bola rapidamente.
A intensidade que o técnico Collin Bell esperava das sul-coreanas pareceu não ser suficiente nessa primeira partida. O jogo físico das colombianas desarmou rapidamente o ataque das asiáticas. Além disso os possíveis destaques da equipe, Ji So-yun e Casey Phair, não tiveram boa atuação. O comportamento pouco ofensivo em campo pode fazer com que as asiáticas não saiam da fase de grupo. Isso porque a derrota na estreia força as sul-coreana a ter um bom resultado contra a seleção da Alemanha, adversária mais forte do grupo.
A Coreia do Sul enfrenta a seleção de Marrocos no domingo (30), às 01h30 (horário de Brasília), precisando de pelo menos um empate para seguir com chances de classificação. A próxima partida da Colômbia acontece também no domingo (30), contra a Alemanha, às 06h30 (horário de Brasília).
Na manhã desta segunda-feira (24), Brasil e Panamá fizeram sua estreia na Copa do Mundo Feminina FIFA 2023, em confronto válido pelo grupo F. O jogo que marcou a primeira partida entre as duas seleções foi realizado no Hindmarsh Stadium. A seleção brasileira manteve seu histórico de vencer em estreias e goleou a seleção panamenha por 4x0.
O Panamá iniciou a partida com o time fechado lá atrás com uma linha de cinco defensores e praticamente 10 jogadores de linha jogando atrás da bola. A técnica da seleção, Pia Sundhage, que deixou a craque Marta no banco, apostou em uma marcação pressão com saídas e um jogo de controle de posse para furar o sistema defensivo adversário.
Depois de oferecer perigo por diversas vezes ao time de Nacho Quintana, aos 19’, o Brasil abriu o placar após Tamires acionar Debinha, que dominou e viu Ary Borges entrando livre na área. De cabeça, a camisa 17 empurrou para o gol livre de marcação e abriu o placar.
Atrás do marcador, o Panamá passou a ensaiar uma saída de jogo com sua principal jogadora, Marta Cox. Porém, a falta de precisão nos passes impediu um avanço para o campo ofensivo, servindo de munição contra a própria equipe, que ficou exposta para os contra-ataques brasileiros.
Sem deixar o ataque, o Brasil acelerou pela esquerda com Tamires, após passe em profundidade de Adriana e, aos 39’, a ponta esquerda achou Ary Borges que, em dois tempos, finalizou e fez o segundo da seleção canarinha. A primeira etapa finalizou em 2 x 0 a favor das brasileiras.
Após retornar do intervalo, o técnico Nacho Quintana sabia do desafio que teria para diminuir o prejuízo na estreia na Copa do Mundo. Sem alterações, o Panamá tentou impedir o 4-4-2 brasileiro, com avanços pelas alas. Contudo, com apenas 3 minutos do segundo tempo, em uma jogada magistral, o Brasil tabelou sem dificuldades na entrada da área panamenha e Debinha achou novamente Ary Borges na área. Ela dominou frente a marcação adversária, tocou de calcanhar e deixou para Bia Zaneratto marcar o terceiro gol brasileiro.
Se não bastasse os dois gols e a assistência em sua estreia, ainda teve tempo de Ary Borges fechar um hat-trick perfeito antes de deixar o campo para a entrada da Rainha Marta. Novamente de cabeça, a atacante finalizou por baixo das pernas da goleira Bailey e aumentou a goleada na Austrália.
Apesar de chegar mais vezes ao gol adversário, o Brasil fechou a vitória por 4x0 e assumiu a liderança do grupo F da Copa do Mundo Feminina 2023. Na próxima rodada, o time brasileiro irá encarar a França, no sábado (29), às 7h (horário de Brasília). O Panamá, por sua vez, volta a campo diante da Jamaica, no mesmo dia, às 9h30, em um clássico continental, para seu jogo mais importante na competição.