Com gol precoce de Dembélé e brilho coletivo, atuais campeões seguram pressão alemã na Allianz Arena
por
Isabelle Muniz
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11/05/2026 - 12h

O confronto na Allianz Arena, em Munique, Alemanha, na última quarta-feira (06), colocou frente a frente dois gigantes e decidiu a segunda vaga da final da Liga dos Campeões. O Bayern de Munique buscou retomar sua hegemonia europeia, após uma série de quedas precoces nos últimos anos, enquanto o Paris Saint-Germain chegou com a confiança de atual campeão, ostentando uma vantagem de 5 a 4, conquistada no jogo de ida. 

Os "Bávaros" apostaram no fator de estar em casa para reverter o placar, mas os parisienses entraram em campo para garantir a segunda final consecutiva.

Como foi o jogo

O jogo começou agitado e a estratégia alemã sofreu um golpe logo aos dois minutos do primeiro tempo. Em uma descida rápida, Kvaratskhelia tabelou com Fabián Ruiz e serviu Ousmane Dembélé, no meio da área. O camisa dez bateu de primeira para abrir o placar e aumentar a vantagem no agregado para dois gols. 

PSG chega à sua segunda final consecutiva da Liga Dos Campeões.
PSG chega à sua segunda final consecutiva da Liga Dos Campeões. Reprodução: Instagram / @psg

Após o susto inicial, o Bayern tomou o controle da posse de bola e passou a pressionar a defesa francesa, que segurou bem durante toda a primeira etapa. Aos 29 minutos, o lateral Nuno Mendes, que já tinha cartão amarelo, cometeu uma possível falta de mão. O árbitro João Pinheiro, porém, após indicação do quarto árbitro, assinalou uma mão anterior de Laimer, poupando o português da expulsão e mantendo os visitantes com 11 em campo.

No segundo tempo o ritmo continuou intenso, com goleiros dos dois lados realizando defesas cruciais para manter o placar mínimo. 

O que chamou a atenção foi uma tática inusitada de Luis Enrique. O goleiro Matvey Safonov apresentou números atípicos, acertando apenas sete de 33 passes tentados. 

O que parecia ser uma noite ruim do arqueiro russo era, na verdade, proposital: Safonov forçava tiros de meta diretamente para a lateral para gerar disputas em setores específicos e neutralizar Michael Olise. A estratégia funcionou, e a principal válvula ofensiva do Bayern teve uma partida muito abaixo do esperado, sem conseguir criar espaços.

A tensão aumentou na metade da etapa final, quando os jogadores do Bayern cercaram o árbitro João Pinheiro pedindo pênalti após a bola tocar no braço de João Neves dentro da área, mas o juiz mandou o jogo seguir. 

Já nos acréscimos, aos 46 minutos, Harry Kane finalmente conseguiu furar o bloqueio parisiense e empatou a partida em 1 a 1. 

Apesar do gol tardio ter agitado os instantes finais, não houve tempo para a virada e o apito final confirmou a classificação do PSG com um placar agregado de 6 a 5. Agora a equipe francesa se prepara para enfrentar o Arsenal na grande decisão na Puskás Aréna, em Budapeste, na Hungria, no dia 30 de maio, às 13h (horário de Brasília). Já o Bayern volta suas atenções para as competições nacionais.

 

As supostas conversas de cunho sexual com uma garota de 15 anos foram expostas nas redes sociais
por
Gabriel Thomé
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11/05/2026 - 12h

Na última sexta-feira (08), o lateral-direito espanhol Alejandro Jiménez, do Bournemouth, teve conversas de cunho sexual com uma menor de idade expostas na internet. Nas mensagens, Jiménez dizia não se importar com a idade da garota. O escândalo resultou no afastamento provisório do atleta, que não foi escalado para a partida contra o Fulham, disputada no último sábado (09), pela 36ª rodada da Premier League. 

A conversa, cuja veracidade ainda não foi confirmada, circula nas redes sociais desde o final da semana passada. Nas mensagens, o jogador descobre a idade da adolescente, a elogia e diz que nunca esteve com uma menina de 15 anos antes. 

Via X, o antigo Twitter, o clube inglês publicou uma nota em repúdio à suposta atitude do jogador e confirmou a ausência de Jiménez na partida contra o Fulham:

“O AFC Bournemouth está ciente das publicações que circulam nas redes sociais envolvendo o lateral-direito Álex Jiménez. O clube compreende a gravidade da situação e está investigando o ocorrido. Como resultado, Álex não será escalado para a partida de amanhã contra o Fulham, pela Premier League, e o clube não fará mais comentários neste momento”.

Caso se confirme o assédio ou a “solicitação de menor” nas investigações internas do clube e da Liga, o episódio será repassado à polícia britânica (Dorset Police) para uma investigação criminal, ainda não iniciada de forma oficial. O processo deve começar em um Tribunal de Magistrados (Magistrates' Court), podendo subir até o Tribunal da Coroa (Crown Court), a depender da gravidade dos fatos.

Nascido em Leganés, Espanha, o zagueiro de 21 anos teve passagens por Real Madrid e Milan antes de chegar à Premier League. Jiménez é titular absoluto da equipe inglesa. Ele atuou em 31 das 36 partidas do Bournemouth no campeonato inglês, em que marcou um gol e deu uma assistência. O Bournemouth está invicto há 16 partidas e sonha com uma vaga na Champions League no final da temporada.

Até o momento da publicação desta matéria, o jogador ainda não havia se pronunciado sobre o ocorrido.

Os mineiros estão de volta à Bundesliga depois de três temporadas na segunda divisão
por
João Paulo Di Bella Soma
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08/05/2026 - 12h

O tradicional clube de Gelsenkirchen conquistou, no último sábado (02), o título da segunda divisão alemã e retornou à primeira divisão, após três anos, depois de vencer o Fortuna Düsseldorf pelo placar de 1 a 0 em casa.

Em jogo válido pela 32ª rodada, os mineiros precisavam apenas de uma vitória para se consagrarem campeões. Jogando na VELTINS Arena, o único gol da partida saiu aos 15 minutos do primeiro tempo. Após um passe errado da defesa do Fortuna, o meia El-Fouzi interceptou a bola no meio-campo e acionou Aouchiche, que avançava pela linha de fundo. O atacante cruzou para a área, a bola desviou na zaga e sobrou para Kenan Karaman, que dominou e soltou um foguete no fundo das redes.

O Schalke dominou a maior parte do jogo. O clube criou algumas chances perigosas que pararam nas mãos do goleiro Kastenmeier. Após a conquista do título e a confirmação do retorno à Bundesliga, os jogadores do Schalke 04 aproveitaram os dias de folga para celebrar em Ibiza, na Espanha. Parte do elenco viajou para a ilha mediterrânea logo após a vitória, compartilhando nas redes sociais imagens da comemoração em festas, barcos e restaurantes ao lado de familiares e amigos. 

O clima foi de alívio e euforia no clube, que respira depois de passar por uma época de crise financeira e ser rebaixado na temporada 2022/23. Em 2024, o clube chegou a dever 165 milhões de euros e quase foi rebaixado para a terceira divisão. 

A campanha do acesso teve como principal destaque o atacante e capitão Kenan Karaman. O camisa 19 foi decisivo durante toda a temporada e terminou como artilheiro da equipe, com 12 gols e cinco assistências em 27 partidas pela 2. Bundesliga. Outro nome importante foi o veterano Edin Džeko, que contribuiu com seis gols e três assistências, trazendo experiência para um elenco jovem. Já o meia Soufian El-Fouzi se destacou na criação ofensiva e foi peça fundamental no setor de meio-campo.

Dzeko celebrou de perto o retorno do Schalke à Bundesliga

Dzeko celebrou de perto o retorno do Schalke à Bundesliga / Foto: FC Gelsenkirchen-Schalke 04

No comando da equipe esteve o técnico Miron Muslić, contratado antes do início da temporada após passagem pelo Plymouth Argyle, da Inglaterra, além de trabalhos anteriores no futebol belga. O treinador implementou um estilo de jogo intenso, vertical e organizado defensivamente, sendo apontado como um dos principais responsáveis pela recuperação do clube. 

Outro personagem importante da campanha foi o goleiro Loris Karius, que reencontrou o bom futebol em Gelsenkirchen. O alemão disputou 26 partidas e teve atuações decisivas ao longo da temporada, ajudando a transformar a defesa do Schalke em uma das mais sólidas da competição.

Com mais três pontos na segunda divisão, o Schalke 04 chegou aos 67 pontos e abriu uma vantagem de oito pontos de diferença para Elvesrberg, segundo colocado na tabela. O clube não consegue mais ser alcançado pelo terceiro colocado, restando duas rodadas para o fim da competição. Vale lembrar que, no segundo escalão alemão, os dois primeiros colocados sobem de forma direta. Os mineiros jogam contra o Nuremberg, fora de casa, e o Eintracht Braunschweig, em casa. Jogo em que vão receber o troféu. 

A equipe é a quarta com mais conquistas da divisão do Campeonato Alemão, com sete títulos. O Schalke está atrás somente do Bayern de Munique (34), Nurnberg (9) e do seu maior rival Borussia Dortmund (8). O clube tem outras conquistas importantes, como a Liga Europa e cinco copas da Alemanha.

Torcida do Schalke 04 transformou estádio em um verdadeiro mar azul na festa do acesso
Torcida do Schalke 04 transformou o estádio em um verdadeiro mar azul na festa do acesso / Foto: FC Gelsenkirchen-Schalke 04

 

O time inglês garantiu a classificação com vitória sobre o Atlético de Madrid em casa
por
Lorrane de Santana Cruz
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07/05/2026 - 12h

Na terça-feira (5), Arsenal e Atlético de Madrid entraram em campo para a partida que carimbou a primeira vaga na final da UEFA Champions League. Com um empate na Espanha por 1 a 1, no  Emirates Stadium, os times precisavam de um gol de diferença para vitória no tempo regulamentar.

Jogando na Inglaterra, o Arsenal controlou as ações do primeiro tempo. No entanto, apesar de deter a posse de bola, a equipe não foi tão eficiente diante da defesa adversária, o primeiro chute a gol da partida veio dos pés de Griezmann, camisa sete do Atlético de Madrid.

Aos sete minutos o jogador lançou para Giuliano Simeone que achou Julián Alvarez na entrada da área, o argentino teve a sua finalização desviada pela zaga do time inglês. Durante a primeira etapa, o zagueiro Gabriel Magalhães arriscou, mas a bola foi para fora, além disso, os donos da casa apostaram também em cobranças de escanteios, ponto forte do time treinado por Mikel Arteta.

E só aos 44 minutos de jogo Leandro Trossard finalizou contra a meta de Oblak, obrigando o goleiro do time espanhol a fazer uma defesa. Porém a bola sobrou dentro da pequena área e no rebote Bukayo Saka, que não desperdiçou a chance marcou 1 a 0 para o Arsenal.

Precisando novamente reverter o placar, no início do segundo tempo o Atlético de Madrid levou perigo para a defesa inglesa. Aos seis minutos, Koke lançou fez um lançamento para o ataque, e com um desvio de Saliba, a bola sobrou para Simeone que ficou cara a cara com Raya, porém apesar da chance clara, o chute contou com um desvio providencial de Magalhães.

A pressão do time espanhol continuou, precisando marcar um gol para empatar o jogo, aos 11 minutos do segundo tempo durante um ataque, Griezmann voltou a levar perigo e chutou para a defesa de Raya. Ainda nesse lance, a equipe do Atlético reclamou de um possível pênalti de Calafiori no camisa sete da equipe, mas o juiz marcou uma falta de ataque.

Diante de sua torcida, os gunners até tentaram ampliar o placar, com 14 minutos Martin Ødegaard chutou, mas a bola passou por cima do gol de Oblak. Contudo, quem perdeu a oportunidade mais clara foi Viktor Gyökeres, que recebeu um cruzamento de Hincapié, e sozinho diante do goleiro time espanhol chutou para fora.

A reta final da partida foi de ataque contra defesa, ganhando com o único gol da partida, o Arsenal passou a apostar na sua força defensiva para segurar o resultado. Por outro lado, o Atlético de Madrid via o seu sonho de chegar em outra final de Champions indo embora dentro do Emirates Stadium.

O técnico Diego Simeone e jogadores do Atlético de Madrid agradecendo a torcida. Divulgação/@atleticodemadrid
O técnico Diego Simeone e jogadores do Atlético de Madrid agradecendo a torcida. Foto: Divulgação/@atleticodemadrid 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O apito final veio com muita emoção para os jogadores e torcedores, a equipe inglesa volta a disputar uma final da UEFA Champions League após 20 anos, quando perdeu o título para a equipe do Barcelona. Agora o Arsenal espera o seu adversário que sairá do confronto e Bayern de Munique e Paris Saint Germain.

O técnico Arteta e jogadores do Arsenal comemorando a classificação. Foto: Divulgação/@arsenal
O técnico Arteta e jogadores do Arsenal comemorando a classificação. Foto: Divulgação/@arsenal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A final acontece no dia 30 de maio, em Budapeste, na Hungria, o jogo será no estádio Puskás Aréna, às 13h (horário de Brasília).

A 14ª rodada do Campeonato Brasileiro teve três clássicos estaduais, além da segunda vitória do Remo na competição
por
Enrico Peres
Érico Soares
Gabriel Borelli
Gustavo Tonini
Isabelle Muniz
Liliane Gomes
Lucas Peccin
Marco Nery
Pedro Rossetti
Pedro Timm
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07/05/2026 - 12h

Nos dias 2 e 3 de maio, os 20 clubes da Série A disputaram mais uma rodada do Campeonato Brasileiro. Palmeiras e Flamengo empataram clássicos e mantiveram a diferença de pontos no topo. Nos confrontos, o Mirassol venceu o Corinthians e quebrou a invencibilidade de Diniz no comando do time alvinegro.

Botafogo 1 X 2 Remo

No último sábado (02), às 16h, Botafogo e Remo abriram a rodada no Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ). O time do norte conquistou a primeira vitória fora de casa. O resultado acabou com a sequência de nove jogos invictos do Glorioso. 

O Fogão saiu na frente com o zagueiro Ferraresi no primeiro tempo, mas Alef Manga e Jajá anotaram os gols para a equipe paraense na etapa final, o que garantiu pontos importantes na luta contra o rebaixamento.

O primeiro tempo foi totalmente dominado pelo Botafogo, que se lançou ao ataque logo no início do jogo. Ao menos três escanteios seguidos deram perigo ao gol de Marcelo Rangel que fez duas ótimas defesas, em finalizações de Arthur Cabral e Matheus Martins. Entretanto, na terceira cobrança de Alex Telles, Ferraresi cabeceou no primeiro pau e superou o goleiro do Remo, aos 13 minutos da partida. 

Com o comando das ações, o Botafogo teve chances para ampliar, principalmente pelo lado direito, com as ultrapassagens do lateral Vitinho. Sem aproveitar as oportunidades, foi o Remo que quase empatou o jogo, com Patrick que acertou a trave. 

Para a segunda etapa, o técnico Franclim Carvalho fez uma mexida ousada, ao tirar um atacante para povoar o meio campo. Entrou Edenílson no lugar de Kadir. Apesar da troca, foi o Remo que se deu melhor. O time aproveitou os contra-ataques em meio a defesa exposta do Botafogo. 

Aos 25, Alef Manga recebeu ótimo passe de Jajá e soltou uma bomba de perna direita, sem chances para o goleiro Neto. Assim o jogo seguia para um empate em 1 a 1.

Apesar da segurança de jogar em casa, era o Remo quem tinha as melhores oportunidades e estava mais organizado em campo. Já nos acréscimos, aos 48 minutos, em mais um lance em velocidade contra poucos defensores alvinegros, Jajá virou o marcador ao finalizar após rebote de Neto, que espalmou chute de Gabriel Poveda. Vitória do Remo por 2 a 1 em pleno Nilton Santos.

A imagem mostra o goleiro Marcelo Rangel, do Remo, agradecendo a torcida remista.
Há 48 anos, o Remo não vencia fora de casa pela Série A do Brasileirão. Foto: Samara Miranda/Remo

Com o resultado, o Remo chega a sua segunda vitória na competição, com 11 pontos na 18ª colocação e fica a quatro pontos do Santos, primeiro fora da zona de rebaixamento do Brasileirão. Por outro lado, após quebra da invencibilidade de nove jogos, o Glorioso cai algumas posições, mas permanece na parte de cima da tabela, na décima posição com 17 pontos. 

Antes da próxima rodada, o Botafogo volta a campo na próxima quarta-feira (06), quando enfrenta o Racing, em casa, pela Sul-Americana. 

Vitória 4 X 1 Coritiba

Às 18h30 do último sábado (02), em partida marcada por expulsão e gol de pênalti, Vitória e Coritiba se enfrentaram, no Barradão, em Salvador (BA). O clube rubro-negro goleou o Coxa por 4 a 1, mas ainda fica atrás na classificação.

No começo do jogo, o Vitória teve a chance de abrir o placar. Zé Vitor recuperou e lançou para Erick, que cortou para dentro e chutou no gol, mas a bola saiu em linha de fundo. 

Aos 14, veio o gol rubro-negro. Zé Vitor tabelou com Matheuzinho, que mandou para Luan Cândido cruzar na área para Renê. O centroavante bateu de chapa e abriu o marcador. Dez minutos depois, Felipe Jonatan lançou para Renê que, na disputa com Tiago Cóser, sofreu um puxão na entrada da área, o que resultou em falta e expulsão do zagueiro. Zé Vitor bateu a falta no canto direito e ampliou a vantagem do clube baiano. 

No final da primeira etapa, o Coxa diminuiu. Josué abriu para Felipe Jonatan na esquerda, que devolveu para o meia lançar na área. Tinga mandou para dentro da pequena área e Pedro Rocha cabeceou sozinho para marcar o gol. 

No segundo tempo, aos nove minutos, no bate e rebate, a bola sobrou no pé de Rêne que arrancou pelo meio e tocou em Tarzia sair em velocidade e chutar por entre as pernas do goleiro Pedro Rangel para marcar o terceiro. 

Na sequência, Caique tocou para o camisa 91, que chutou no gol. A bola bateu na mão de Maicon ao tentar desviar de cabeça. O árbitro Rafael Rodrigo Klein marcou o pênalti no lance. Erick cobrou no canto esquerdo do goleiro, que chegou a tocar na bola, mas não o suficiente para evitar o gol.

A imagem mostra o elenco e comissão técnica do Vitória posando para a foto no vestiário.
Quase 90% dos pontos conquistados pelo Vitória neste Brasileirão foram em casa. Foto Victor Ferreira/EC Vitória

Aos 20, Rêne teve a chance de ampliar o placar ao receber lançamento de Nathan Mendes. Ele dominou de cabeça e bateu de direita, mas a bola saiu em linha de fundo. No final do jogo, o atacante tocou para Marinho chutar da entrada da grande área, porém Pedro Rangel evitou o gol. Fim de jogo 4 a 1.

Palmeiras 1 X 1 Santos 

No segundo jogo do último sábado (02), às 18h30, Palmeiras e Santos empataram em 1 a 1, no Allianz Parque, em São Paulo (SP). Os gols do duelo foram anotados por Rollheiser, para os visitantes, e Flaco López, para o Alviverde.

A imagem mostra jogadores do Palmeiras e Santos disputando a bola.
Esse foi o 357º Clássico da Saudade. Foto: César Greco/Palmeiras 

O confronto iniciou com contornos atípicos devido ao atraso da delegação santista, reflexo de um acidente no trajeto ao estádio que comprometeu o hino nacional — que durante a execução, contou apenas com os mandantes em campo. 

Com a bola rolando, o Santos suportou a pressão inicial e trocava bons passes, até que, aos 25 minutos, Rollheiser aproveitou sobra de bola, após corte de Gustavo Gómez, e finalizou com precisão no canto de fora da área para abrir o placar. 

Ainda na primeira etapa, o Palmeiras tentou reagir com Jhon Arias após bela trama, mas parou em boa intervenção do goleiro Gabriel Brazão.

No segundo tempo, o ritmo seguiu intenso com chances para ambos os lados. Aos 18, o empate palmeirense veio com Flaco López, que antecipou a marcação após cruzamento rasteiro de Andreas Pereira para estufar as redes. 

O jogo também foi marcado pelo aguardado retorno do atacante Paulinho, que entrou aos 28, após 302 dias ausente por cirurgias na perna. O camisa dez palestrino quase marcou na reta final depois de aproveitar sobra na área e finalizar com perigo no canto direito do arqueiro alvinegro.   

Já nos acréscimos, Allan chegou a balançar as redes, o que seria a virada alviverde, mas o tento foi anulado pelo VAR por um toque de mão de Jhon Arias, que desviou a bola que ia em direção ao gol.

Com a igualdade, o Palmeiras mantém a liderança isolada da competição com 33 pontos somados. O Peixe ocupa a 15ª posição, com 15 pontos, e se afasta da zona de rebaixamento. 

Athlético-PR 0 X 0 Grêmio

Em jogo de duas expulsões, às 20h30 do último sábado (02), Athletico-PR e Grêmio empataram na Arena da Baixada, em Curitiba (PR). A partida teve dois times em momentos contrários do esperados no começo do campeonato. 

O Furacão voltou a disputar a Série A em 2026 após figurar na segunda divisão no ano anterior, quando voltou à elite do futebol brasileiro com o vice-campeonato. Pelo elenco mais fraco e pelo desempenho ruim no estadual, a expectativa da temporada do Athletico no Brasileirão era de brigar contra um novo rebaixamento, mas o clube ocupa a quinta posição na tabela, fazendo frente e competindo contra candidatos ao título.

Já o Tricolor, no começo do ano  montou uma equipe promissora. O clube trouxe o técnico Luís Castro e investiu em nomes como Tete, e na manutenção do elenco que brigou por vaga na Libertadores até as últimas rodadas no ano passado. Com o título do Gauchão sobre o Inter, as expectativas gremistas eram grandes, mas o clube figura apenas na 14ª colocação.

A imagem mostra o jogador Gabriel Mec, do Grêmio com a bola, cercado por dois jogadores do CAP.
O Grêmio soma apenas três pontos em oito jogos fora de casa no Brasileirão. Foto: Igor Barrankievicz/GRÊMIO FBPA

Para o jogo, o técnico Odair Hellmann não contou com o volante Jadson e o atacante Julimar, ambos em processo de recuperação. Os titulares Luiz Gustavo e Zappelli também ficaram de fora por suspensão. 

No Grêmio, o clube também estava desfalcado. Luís Castro, o artilheiro da equipe Carlos Vinicius e o meio campista Viery estavam suspensos para a partida. Amuzu e Arthur, lesionados, também não estiveram disponíveis. 

Os destaques dentro de campo não foram nenhum jogador, e sim as decisões do árbitro Sávio Pereira Sampaio tomadas durante os 90 minutos. 

No início do jogo, o CAP dominava mais ao buscar jogadas com o atacante Viveiros. Entretanto, aos 28, o VAR recomendou uma revisão após um entroncamento entre Enamorado, ponta do Grêmio, e Esquivel, lateral do Athletico. O árbitro de vídeo enxergou uma cotovelada de Esquivel e o jogador foi expulso, o que mudou o cenário da partida. Mesmo com um a menos, o Athletico não passou grandes dificuldades no primeiro tempo e em grande parte do segundo tempo. 

Aos 32 minutos da segunda etapa, em uma grande jogada de Pavon na ponta direita. O argentino, sem marcação, cruzou para André Henrique cabecear para fora. Aos 39, antes de uma cobrança de escanteio do Atheltico, uma discussão entre jogadores fez Pereira Sampaio penalizar, com cartão amarelo, jogadores de ambas as equipes. Um deles foi Riquelme Freitas, da base do Grêmio, que na ocasião já tinha cartão e foi expulso do jogo, o que deixou cada equipe com dez jogadores. Na batida do escanteio, após um desvio feito por Carlos Teran, o gol só não veio devido a Gustavo Martins que, em cima da linha, tirou a bola. 

Cruzeiro 1 X 3 Atlético-MG

No último jogo de sábado (02), às 21h, o clássico mineiro foi disputado no Mineirão, em Belo Horizonte. Em um duelo marcado por alta intensidade e três cartões vermelhos, o Atlético levou a melhor sobre o Cruzeiro. A equipe alvinegra venceu por 3 a 1.

As duas equipes entraram em campo em situações distintas na tabela de classificação, embora estivessem separadas por poucos pontos. 

O Cruzeiro chegava para o clássico em um momento de recuperação ao acumular três vitórias consecutivas contra Bragantino, Grêmio e Remo. Já o Atlético-MG passou por uma crise ao vir de três derrotas seguidas, incluindo a goleada sofrida para o Flamengo por 4 a 0. Além disso, o Galo flertava com a zona de rebaixamento.

O jogo começou com ânimos exaltados, o que resultou em um cartão amarelo para o atleticano Ruan, logo aos quatro minutos do primeiro tempo. O Cruzeiro respondeu rapidamente com uma cobrança de falta direta de Matheus Pereira, mas o goleiro Everson fez a defesa.

A rede balançou pela primeira vez aos 11 minutos. Com um cruzamento que veio da esquerda por Lodi. A zaga não conseguiu afastar totalmente e Alan Minda aproveitou a assistência de Cassierra para inaugurar o marcador para o Galo. 

O Atlético ampliou a vantagem aos 30 minutos, quando Maycon converteu um pênalti após falta sobre Alan Minda dentro da área. Antes do intervalo, a Raposa tentou reagir com investidas de Gerson, mas a sólida defesa alvinegra segurou a pressão.

O segundo tempo teve ritmo mais cadenciado. O Cruzeiro teve mais posse de bola, mas não conseguiu furar o bloqueio adversário. O cenário complicou-se para o time celeste aos 21 minutos, quando Arroyo foi expulso depois de receber dois cartões amarelos em um intervalo de apenas três minutos. 

Com um jogador a mais, o Atlético quase marcou o terceiro em uma finalização potente de Reinier, defendida por Otávio. O terceiro gol do Galo veio pouco depois, aos 25 minutos, quando Renan Lodi cruzou com precisão e Cassierra cabeceou para o fundo da rede. 

O jogo seguiu tenso. Kaiki Bruno recebeu cartão vermelho direto após revisão do VAR, o que deixou o Cruzeiro com dois a menos. Logo em seguida, Lyanco também foi expulso pelo lado atleticano ao levar o segundo amarelo.

Já nos minutos finais, Kaio Jorge sofreu pênalti cometido por Junior Alonso. O próprio atacante cobrou e diminuiu para o Cruzeiro, mas a reação parou por aí. O Atlético administrou o restante do tempo e confirmou o triunfo por 3 a 1.

A imagem mostra o jogador Maycon, do Atlético-MG, comemorando o gol.
O Atlético subiu na tabela e se encontra na décima primeira posição. Reprodução: Instagram/@atletico

Agora, o Cruzeiro se prepara para enfrentar o Universidad Católica pela Libertadores, na quarta-feira (06), às 23h (horário de Brasília) na Claro Arena, em Las Condes, Chile. Já o Galão da Massa, visita o Juventud, pela Sul Americana, na terça-feira (05), às 19 horas, no Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.

Flamengo 2 X 2 Vasco

Às 16h do último domingo (03), Flamengo e Vasco empataram no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). O jogo era extremamente importante para o Rubro-Negro, que busca diminuir a vantagem do líder do campeonato, Palmeiras. Já o Cruzmaltino vive momentos de altos e baixos, e desejava emplacar uma boa sequência.

O Clássico dos Milhões começou muito disputado, com as duas equipes agressivas, mas logo aos sete minutos de jogo, em confusão dentro da área, Pedro conseguiu chutar e abrir o placar. Após o gol, a partida continuou muito disputada, com o Gigante da Colina se impondo no ataque, mas pecando nas conclusões.

Na segunda etapa, o Vasco pressionou o Flamengo, mas em contra-ataque, Pedro sofreu um pisão de Paulo Henrique dentro da área, que depois da revisão do VAR, Wilton Pereira marcou o pênalti e, aos 15 minutos do segundo tempo, Jorginho bateu e ampliou para a equipe da casa.

Apesar do balde de água fria, o Cruzmaltino seguiu agressivo, até que aos 38 minutos, em cobrança de escanteio de Nuno Moreira, Robert Renan apareceu na área para cabecear e diminuir o placar. Quando parecia que o Rubro-Negro ganharia mais um clássico, ao apagar das luzes, Cuesta cruzou e encontrou Hugo Moura, que de peixinho, praticou a lei do ex e empatou o jogo no último lance.

A imagem mostra o jogador do Vasco Hugo Moura comemorando.
Hugo Moura marca seu primeiro gol na temporada. Reprodução: Instagram/@vascodagama

Ao fim da rodada, Flamengo segue na vice-liderança com 27 pontos, atrás do Palmeiras com 33 pontos e um jogo a mais. Enquanto o Vasco segue na parte de baixo da tabela, amargando a 13º colocação, a dois pontos do Z-4.

São Paulo 2 X 2 Bahia

Também às 16h do último domingo (03), São Paulo e Bahia empataram em 2 a 2, no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). A partida foi marcada por alternâncias no placar, pela lesão de Lucas Moura, golaço de Luciano Juba e por uma falha decisiva do goleiro Rafael nos acréscimos do segundo tempo.

A imagem mostra um jogador do Bahia e um do São Paulo disputando a bola.
O Bahia não vence o São Paulo fora de casa desde 2019. Foto: Rafael Rodrigues/ EC Bahia

O São Paulo começou melhor e conseguiu abrir o placar aos 17 minutos da primeira etapa. Após pressão na saída de bola do Bahia, Wendell recuperou a posse e acionou Artur, que finalizou colocado para vencer o goleiro Léo Vieira. O atacante, ex-jogador do clube baiano, marcou pela primeira vez no Brasileirão com a camisa do Tricolor Paulista.

Mesmo atrás no placar, o Tricolor Baiano conseguiu equilibrar a partida ainda no primeiro tempo ao explorar, principalmente, as jogadas pelos lados do campo. A equipe baiana passou a ocupar mais o setor ofensivo, mas encontrou dificuldades para transformar a posse de bola em chances claras. 

Na volta do intervalo, o time comandado por Rogério Ceni aumentou a intensidade e chegou ao empate logo nos minutos iniciais. Luciano Juba acertou um chute no ângulo após jogada trabalhada pelo lado esquerdo, sem chances para Rafael.

O time paulista voltou a ficar na frente do placar, aos 28 minutos, após boa jogada ofensiva concluída por Ferreirinha, que aproveitou espaço na defesa adversária para marcar o segundo gol da equipe. 

Nos acréscimos, quando o São Paulo já administrava a vantagem, o Bahia aproveitou a desorganização defensiva do adversário e chegou ao empate no último lance do confronto. Após bola levantada na área, o goleiro Rafael falhou ao tentar fazer a defesa, e Erick aproveitou a sobra para marcar o gol que garantiu um ponto para a equipe baiana.

A partida também marcou o retorno de Lucas Moura após período afastado por lesão. No entanto, o meia-atacante permaneceu pouco tempo em campo. Cerca de 20 minutos após entrar, Lucas voltou a sentir fortes dores no tornozelo direito após uma dividida e deixou o gramado chorando, de maca, o que gerou preocupação entre jogadores e torcedores. A lesão agravou os problemas físicos do elenco são-paulino durante a reta final da partida. 

Com o empate, o São Paulo segue no G4 do Campeonato Brasileiro, mas desperdiçou a oportunidade de se aproximar das primeiras posições da tabela. A equipe vive um momento de oscilação e convive com desgaste físico, lesões e dificuldades para sustentar resultados nos minutos finais das partidas.

Já o Bahia conquista um ponto importante fora de casa e mantém boa campanha na competição. Mesmo o time baiano estando a quatro jogos sem vencer, a equipe demonstra poder de reação e segue próxima da parte de cima da tabela, brigando por vagas nas competições continentais.

Chapecoense 1 X 2 Red Bull Bragantino

Às 18h30 do último domingo (03), o Red Bull Bragantino venceu a Chapecoense de virada na Arena Condá, em Chapecó (SC), e se aproximou do G4 na tabela. É a sexta vitória do time paulista na competição sendo a terceira fora de casa.

O jogo começou devagar sem muitas chances para ambos lados. Aos 22 minutos do primeiro tempo, o time da casa abriu o placar com o congolês Bolasie após receber um passe de cabeça de Bruno Pacheco. O atacante finalmente desencantou no ano e marcou seu primeiro gol na temporada. 

Após sete minutos do gol, o lateral Cauê do Bragantino se desentendeu com Everton e o árbitro Paulo César Zanovelli optou pela expulsão do jogador. O VAR, comandado por Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro, aconselhou uma revisão que resultou na alteração da cor do cartão, e o Massa Bruta se manteve com 11 em campo.

Aos 40 minutos veio o empate. Após um lateral cobrado na área, a bola foi afastada e o volante Gabriel cabeceou de volta. A zaga da Chapecoense se confundiu, o goleiro Anderson não se decidiu e a bola entrou devagar na rede.  O final do primeiro tempo terminou sem grandes emoções.

A primeira boa chance do segundo tempo veio dos pés de Ênio aos 14 minutos. O ponta fez uma jogada individual e finalizou para fora. Depois de dez minutos, agora com uma finalização de fora da área, ele acertou o travessão do gol de Tiago Volpi.

Mesmo com a pequena pressão ensaiada pela Chape, a virada do Bragantino veio logo depois. Aos 28 minutos, Lucas Barbosa recebeu a bola na entrada da área, limpou o zagueiro e finalizou com categoria para vencer Anderson.

A imagem mostra os jogadores do Bragantino posando para a foto do jogo.
Com o triunfo, o Bragantino alcançou sua quarta melhor campanha nos primeiros 14 jogos do Brasileirão desde a era Red Bull. Reprodução: Instagram/@redbullbragantino

A Chapecoense ainda teve duas chances de empatar. Aos 35 minutos, Ênio carregou pela direita do campo e cruzou para Bolasie finalizar de cabeça na pequena área, porém Tiago Volpi impediu a felicidade do time mandante. Faltando um minuto para o apito final, Jean Carlos tentou de bicicleta e a bola passou com perigo ao lado da meta de Volpi. 

A derrota afundou mais a Chapecoense na lanterna da competição com apenas uma vitória, na primeira rodada contra o Santos. Já o time paulista garantiu 20 pontos no campeonato, ocupando a sétima posição. 

O próximo compromisso do time catarinense é na quarta-feira (06), às 21h30 (de Brasília), em Ponta Grossa (PR), contra o Operário pela Copa Sul-Sudeste. Já o Massa Bruta viaja para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para enfrentar o Blooming pela Sul-Americana no Estádio Ramon Tahuichi Aguilera. O jogo está marcado para quinta-feira (07), às 21h30 (de Brasília).

Internacional 2 X 0 Fluminense

Na noite do último domingo (03), as equipes chegaram em cenários completamente opostos para o confronto das 18h30, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). O Flu, mesmo vindo de derrota na Libertadores, buscava encostar no líder Palmeiras. Uma vitória no jogo colocaria a equipe carioca em segundo lugar, a quatro pontos do Alviverde. Enquanto o Inter estava uma posição acima da zona de rebaixamento, igualado em pontos com o Santos. 

Nos primeiros 30 minutos da partida não houve nenhuma finalização no gol. O Fluminense tinha a posse de bola, mas pouco produzia e dependia muito das jogadas individuais, principalmente de Soteldo. O Internacional, mais reativo, tentava apostar em contra-ataques, mas também não produzia. 

A arbitragem comandada por Felipe Fernandes de Lima também complicava com que o jogo fluísse. Só nos primeiros 35 minutos de jogo foram marcadas 20 faltas, sendo boa parte delas de pouquíssimo impacto e em boa parte ocorriam no meio do campo. 

A primeira finalização no gol no jogo veio só aos 36 minutos, com uma falta de Bruno Henrique no meio do gol, tranquila para a defesa de Fábio. Porém, pouco tempo depois desse lance, o Inter fez a primeira jogada bem trabalhada no jogo que resultou no gol de Bernabei, após um bom contra-ataque do Colorado e um excelente pivô de Alerrandro para dar a assistência.

A imagem mostra o jogador do Internacional Bernabei comemorando.
O lateral Bernabei chega ao sexto gol na temporada e é o artilheiro do Inter no ano. Reprodução: Instagram/@r_duarte75

Com o gol, o cenário do jogo não se alterou, o que manteve o Inter confortável para produzir perigo ao gol tricolor aos 50 minutos. Após um vacilo da defesa do Flu, Carbonero roubou a bola e ficou com só dois defensores a frente dele, porém, mesmo com o camisa nove da equipe livre dentro da área, ele preferiu o chute fraco para a defesa de Fábio. 

Com o início do segundo tempo, o Fluminense partiu para cima com a entrada de Savarino. Aos dois minutos, Soteldo fez uma boa jogada pela ponta-esquerda e tocou para o companheiro de seleção venezuelana que, da entrada da área, acertou um belo chute na trave. 

Mesmo com o bom começo do adversário, o Colorado marcou o segundo logo aos três minutos. Após Carbonero puxar o ataque pelo meio com velocidade e tocar a bola para Vitinho dentro da área, que conseguiu ficar cara-a-cara com o Fábio, mas acabou tendo seu chute defendido. No rebote, Alerrandro ficou com o gol aberto para anotar mais um tento.

Após o segundo, o Flu tentou se lançar ao ataque, principalmente por meio de Savarino. O meia venezuelano, aos 22 minutos, se aproveitou do vacilo de Vitor Gabriel no meio de campo para roubar a bola e deixar Serna na cara do goleiro, que acabou tendo seu chute defendido por Anthoni. Do lateral gerado pela defesa, o Tricolor das Laranjeiras produziu mais uma chance de perigo com John Kennedy, que deu um chute forte para o gol, mas que foi defendido mais uma vez pelo goleiro colorado. Savarino ainda produziu mais uma chance de perigo para o Flu, com uma pancada no gol aos 37 minutos, mas que contou com mais uma boa defesa de Anthoni no jogo

O Inter, mesmo recuado boa parte do segundo tempo, ainda conseguiu bons contra-ataques. Aos 34 minutos, após uma excelente troca de passes de primeira entre Bernabei e Thiago Maia, o volante deixou para Matheus Bahia que acertou uma pancada no gol, defendida por Fábio. A bola chegou a sobrar nos pés de Borré, mas ele não teve equilíbrio para chutar. Outro veio já no final, aos 48 minutos, puxado por Vitinho, que chutou forte de fora da área para boa defesa de Fábio no canto esquerdo do gol. 

Com o resultado, o Inter consegue dar uma respirada no Brasileirão e sobe de posição, mesmo ficando ainda a dois pontos de distância da zona de rebaixamento. 

O Flu chega agora à segunda derrota consecutiva e se distancia da liderança, ficando sete pontos do Palmeiras. A equipe volta os olhos para a Libertadores, competição em que busca recuperação, já que só somou apenas um ponto e pode ser eliminado em caso de derrota para o Independiente Rivadavia na próxima quarta-feira (06), às 21h30 (horário de Brasília).

Mirassol  2 X 1 Corinthians

No último jogo da rodada, às 20h30 do último domingo (03), o Mirassol venceu o Corinthians no Estádio Municipal José Maria de Campos Maia, o Maião, em Mirassol (SP). A partida marcou a primeira derrota de Fernando Diniz como técnico do Timão.

O Leão Caipira saiu na frente no marcador, aos 23 minutos do primeiro tempo. O ponta-direita Carlos Eduardo foi derrubado na área por Matheus Bidu. O árbitro Matheus Delgado Candançan marcou pênalti e o próprio atacante cobrou e abriu o placar. 

Logo depois, aos 33, novamente Carlos Eduardo participou da jogada do gol. Dessa vez, ele cruzou para o centroavante Edson Carioca, que cabeceou e ampliou para o Mirassol.

A imagem mostra Carlos Eduardo e Victor Luis, ambos do Mirassol, comemorando o gol.
Essa foi a segunda vitória do Mirassol sobre o Corinthians na história. Reprodução: Instagram @mirassolfc

A segunda etapa foi menos movimentada e com poucas chances claras de gols para as equipes. O Corinthians diminuiu o marcador no final da partida, aos 35. Dieguinho, cria do terrão, finalizou de fora da área rasteiro no canto direito de Walter, que não alcançou a bola. A equipe da capital paulista pressionou até o apito final, mas não conseguiu empatar. A partida acabou em 2 a 1 para os mandantes.

O jogo marcou a primeira derrota do técnico Fernando Diniz sob o comando corintiano. Até então o retrospecto era positivo, cinco vitórias e dois empates para o treinador. Diniz reclamou da arbitragem de Matheus Candançan em sua coletiva de imprensa: “Não sou muito de falar de arbitragem, mas hoje foi péssima, parecia que (o juiz) não tinha cartão no bolso”, comentou.

O treinador do Mirassol, Rafael Guanaes nunca foi derrotado por Fernando Diniz em sua carreira. São quatro vitórias em quatro jogos para o comandante do Leão. Guanaes rebateu as críticas do técnico alvinegro a respeito da arbitragem. Ele disse que “não influenciou no resultado”. Além disso, Guanaes afirmou que sua equipe mereceu o resultado positivo: “A equipe fez o suficiente para vencer. Controlamos o jogo e construímos o placar no campo”, completou.

Após a partida, o Leão assumiu a 18ª posição com 12 pontos conquistados, no Z4 do campeonato. O Corinthians cai posições na tabela e fica em 17º, também na zona de rebaixamento.

Próxima rodada

Sábado (09):

Coritiba X Internacional, no Couto Pereira, em Curitiba, às 16h (horário de Brasília);

Fluminense X Vitória, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), às 18h (horário de Brasília).

Bahia X Cruzeiro, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), às 21h (horário de Brasília).

Domingo (10):

Remo X Palmeiras, no Mangueirão, em Belém (PA), às 16h (horário de Brasília);

Atlético-MG X Botafogo, na Arena MRV, em Belo Horizonte (MG), às 16h (horário de Brasília);

Mirassol X Chapecoense, no Maião, em Mirassol (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Santos X Red Bull Bragantino, na Vila Belmiro, em Santos (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Corinthians X São Paulo, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP), às 18h30 (horário de Brasília);

Grêmio X Flamengo, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS), às 19h30 (horário de Brasília);

Vasco X Athletico-PR, em São Januário, no Rio de Janeiro (RJ), às 20h30 (horário de Brasília).

Resultado coloca as portuguesas na disputa pela classificação na última rodada do grupo E
por
Luciana Meira Zerati
Kawan Novais
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28/07/2023 - 12h

Portugal e Vietnã, ambas seleções estreantes na Copa do Mundo Feminina, se enfrentaram na madrugada desta quinta-feira (27), às 04h30 (horário de Brasília), no Estádio Waikato, em Hamilton, na Nova Zelândia. A partida foi pela segunda rodada do grupo E. Ao bater o Vietnã por 2 a 0, as portuguesas conseguiram a primeira vitória na história da competição.

Portugal supera o Vietnã e conquista primeira vitória na história da Copa do Mundo Feminina - Reprodução Getty Imagens
Portugal supera o Vietnã e conquista primeira vitória na história da Copa do Mundo Feminina - Reprodução Getty Imagens 

Na primeira etapa, o treinador Francisco Neto demonstrou a sua proposta ofensiva e as jogadoras portuguesas impuseram um jogo de ataque contra a compacta defesa vietnamita desde os primeiros minutos. Aos 7, após duas chances de perigo, no primeiro cruzamento do jogo, Lúcia Alves achou a centroavante Telma Encarnação que finalizou de primeira para abrir o placar e fazer o primeiro gol em Copa do Mundo feminina na história de Portugal.

A equipe europeia não mudou a sua postura dominante e, com passes rápidos e objetivos, criou mais oportunidades buscando ampliar o placar. Aos 21 minutos, foi a vez de Telma Encarnação atuar como garçonete e servir um belo passe à sua companheira de ataque Kika Nazareth, que avançou à área com velocidade e um toque sutil com a perna direita venceu a goleira vietnamita Kim Thanh e marcou o segundo da seleção portuguesa.

O segundo tempo foi marcado por muitas oportunidades perdidas e um desgaste físico de ambas as equipes, resultando em substituições e mudanças táticas. Apesar disso, a seleção portuguesa conseguiu manter sua superioridade em campo, demonstrando controle no passe e ritmo de jogo. As europeias enfrentaram dificuldades em finalizar diante de uma seleção do Vietnã com uma marcação mais organizada e ajustada.

A camisa 10, Jéssica Silva, tentou jogadas individuais com dribles e recebeu apoio na lateral por parte de Joana Marchão. Destaque para um lance duvidoso com a queda da atacante que reclamou muito de um pênalti não marcado na pequena área aos 20 minutos da etapa final.

A goleira Trần Thanh foi a melhor jogadora do Vietnã e evitou que sua seleção sofresse uma goleada. Foto: Abbie Parr/AP Photo
A goleira Trần Thanh foi a melhor jogadora do Vietnã e evitou que sua seleção sofresse uma goleada. Foto: Abbie Parr/AP Photo

Mais uma vez, o treinador vietnamita Mai Duc Chung optou pela formação tática 5-4-1 com uma defesa compacta. Mas, neste jogo, diferente de sua primeira partida na competição contra os Estados Unidos, as jogadoras vietnamitas conseguiram gerar perigo ao adversário, chutando uma vez ao gol da goleira Patricia Morais entre as cinco tentativas de finalização.

Com dificuldade na retenção da posse de bola, as jogadoras vietnamitas apenas assistiram a seleção portuguesa jogar no campo de ataque. A goleira Thanh, novamente, foi o principal nome entre as jogadoras do Vietnã e evitou que a sua seleção levasse uma goleada, realizando 7 defesas, todas de dentro da área.

Do lado português, o técnico Francisco Neto realizou mudanças significativas na equipe em comparação com o jogo anterior, no qual a seleção sofreu uma derrota de 1 a 0 para a Holanda. Nesta partida, Neto optou por escalar sete jogadoras diferentes e os destaques foram para Telma Encarnação e Kika Nazareth como titulares, buscando fortalecer o desempenho e a dinâmica do time em campo.

A seleção portuguesa exibiu um domínio em Hamilton, aplicando pressão desde os primeiros minutos e criando diversas chances claras de gol, o que resultou em uma mudança no placar já aos seis minutos de jogo. Com 70% de posse de bola e o dobro de passes trocados em comparação com a seleção do Vietnã, Portugal controlou o jogo na maior parte do tempo. A falta de precisão nas finalizações em momentos cruciais impediu que a vantagem fosse ainda maior.

O próximo compromisso do Vietnã, que já está eliminado da competição, será contra a Holanda, seleção que disputa uma vaga para avançar à próxima fase da competição no grupo E. O jogo será na terça-feira (01), às 04h (horário de Brasília). Com três pontos, Portugal irá para o ‘tudo ou nada’ no jogo da última rodada do grupo contra a seleção dos Estados Unidos, que está com quatro pontos. 

O confronto terá um tom decisivo porque será disputada a classificação para a fase de eliminatórias da Copa do Mundo de 2023. A decisão entre as estreantes portuguesas contra as soberanas norte-americanas também será realizada às 04h da manhã (horário de Brasília), também na terça-feira (01).

As Super Falcons enfrentaram as Matildas pela segunda vez na história do Mundial Feminino e levaram a melhor
por
Beatriz Barboza
Isabela Koch
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28/07/2023 - 12h

Nigéria e Austrália se enfrentaram em um jogo acirrado que terminou 3 a 2 para as nigerianas, nesta quinta-feira (27), pela segunda rodada da fase de grupos. O empate com o Canadá no jogo anterior e a vitória sobre as Matildas levaram as Super Falcons a assumirem a liderança do grupo, com quatro pontos.  

Sam Kerr, craque australiana, não disputou a partida como previsto. A atacante sofreu uma lesão na panturrilha na véspera do jogo inaugural do campeonato. De acordo com a nota publicada pela Federação da Austrália, a atacante voltaria a ser examinada após o jogo contra a Nigéria. Espera-se que a estrela das Matildas retorne para o confronto contra o Canadá, que encerrará a fase de grupos na próxima segunda-feira (31). 

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Seleção nigeriana comemora o terceiro gol marcado no jogo contra a Austrália. (Imagem: @fifawomensworldcup)

PRIMEIRO TEMPO

A Nigéria entrou em campo com um esquema tático diferente do jogo anterior. O técnico Randy Waldrum optou pela formação 4-1-2-3, com Kanu, Onunomu e Ajibade no trio ofensivo. Apesar da qualidade do ataque, assim como no jogo contra o Canadá, o destaque nigeriano foi a zaga bem fechada. Waldrum escolheu Ayde para a construção das jogadas no meio do campo, como alternativa à Abiodun, expulsa na partida contra as canadenses. Estrategicamente, Oshoala, principal atacante nigeriana, permaneceu no banco durante os primeiros 45 minutos. 

As australianas mantiveram o controle do jogo durante o primeiro tempo. Escaladas em um 4-4-2, a seleção das Matildas entrou em campo com um time bem ofensivo. Com a ausência de Kerr e Mary Fowler, a Austrália teve mais ataques durante o primeiro tempo, porém nenhum convertido em gol. A linha defensiva da Nigéria manteve-se firme aos avanços do ataque das adversárias, que tiveram boas chances de abrir o placar com as cobranças de escanteio. Aos 12 minutos da partida, Catley recebeu a sobra do escanteio de Gorry, entrou na área e buscou finalização, mas a goleira Nndozie foi certeira na defesa.   

A primeira grande oportunidade das Super Falcons foi aos 17 minutos, após um contra-ataque construído por Payne, que achou Kanu próxima à grande área. A atacante escorregou antes de fazer o cruzamento para Onunomu, que estava livre da marcação e em boa posição para finalizar. A volante nigeriana Payne foi peça importante da disputa, se destacou pela criatividade na construção das jogadas, pela boa distribuição da bola e pela rápida ligação entre defesa e ataque.

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Nigéria e Austrália se enfrentaram em um jogo acirrado em Brisbane. (Imagem: @fifawomensworldcup)

Na altura dos 30 minutos, a vantagem de maior posse de bola era das australianas (67% a 24%). As nigerianas buscavam contra-ataques e impunham velocidade pelo lado esquerdo do campo quando recuperavam a bola. A Austrália, por não conseguir abrir espaço na linha defensiva da Nigéria, passou a investir nas finalizações de fora da grande área. As duas seleções não tiveram sucesso nos chutes ao gol no primeiro tempo. Quem chegou mais perto de balançar a rede foi a australiana Raso, que cabeceou para fora, após a cobrança de um escanteio. 

O jogo mudou durante os cinco minutos de acréscimo. Nnadozie cobrou mal um tiro de meta e entregou a bola para as adversárias. Foord recuperou e fez passe rasteiro para Van Egmond, que abriu o placar a favor da Austrália. Antes que pudessem ampliar a vantagem, Ajibade escapou pelo lado esquerdo, tentou finalização, mas a zaga da Austrália afastou. Kanu recuperou a sobra, bateu de dentro da grande área e marcou o primeiro gol da Nigéria nesta edição do Mundial. O primeiro tempo terminou com empate. 

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Comemorações dos gols marcados pelas seleções nos minutos de acréscimo do primeiro tempo de jogo. (Imagens: @fifawomensworldcup)

SEGUNDO TEMPO

As seleções retornaram ao campo sem alterações. Randy Waldrum renovou o ataque nigeriano somente aos 17 minutos do segundo tempo. A craque Oshoala e a volante Okoronkwo substituíram Kanu e Onumonu, respectivamente. A mudança adotada pelo técnico buscava vantagem na construção dos lances ofensivos, já que a Austrália permanecia com o controle do jogo. Onomo Ebi entrou no lugar de Payne na última substituição da Nigéria. Assim como a Rainha Marta e a canadense Christine Sinclair, Ebi joga sua sexta e última Copa do Mundo, aos 40 anos de idade.

Waldrum surpreendeu com a estratégia adotada para o duelo. Kanu, Ajibade e Onumonu garantiram velocidade e profundidade ao ataque nigeriano. A escolha de deixar Oshoala no banco mostra que o potencial ofensivo da seleção não se limita ao talento de sua artilheira. A Nigéria tem à disposição uma diversidade de nomes para o ataque. É importante que o técnico explore a variedade de jogadoras para evitar esgotamento físico e garantir qualidade ofensiva em todos os momentos, durante toda a competição. 

Osinachi Ohale foi a responsável pelo gol de virada das Falcon. Após cobrança de escanteio, Ajibade tentou finalização de cabeça, mas a bola sobrou para Ohale que empurrou para o gol aos 19 minutos da segunda etapa. A autora do segundo tento nigeriano fez um bom jogo como zagueira e soube conter o ataque da Austrália. A africana foi nomeada a melhor jogadora da partida. 

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Osinachi Ohale foi autora do gol de virada da Nigéria e foi nomeada melhor jogadora da partida pela FIFA. (Imagens: @fifawomensworldcup)

Oshoala anotou o terceiro gol da Nigéria. Payne fez um passe longo para a artilheira, que se aproximava da grande área acompanhada pela marcação australiana. Oshoala venceu a disputa com a zagueira e com a goleira que se adiantou, e mandou a bola para o fundo da rede. A Super Zee marcou o seu terceiro gol pela Nigéria em Copa do Mundo, o 31° em 43 jogos com a camisa da seleção alviverde. 

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Asisat Oshoala marcou o terceiro tento da Nigéria na disputa (Imagem: @fifawomensworldcup)

O técnico Tony Gustavsson só fez suas duas alterações, aos 82 e 85 minutos do segundo tempo, quando resolveu tirar Cortnee Vine e Hayley Raso para colocar Clare Polkinghorne e Alex Chidiac, respectivamente. O que não ajudou muito a seleção – quando ambas entraram, a vantagem das nigerianas era de 2x0. No final dos 11 minutos de acréscimo, após cobrança de escanteio, Kennedy subiu mais alto e cabeceou para diminuir a vantagem nigeriana, marcando o segundo gol da Austrália. 

O segundo jogo da seleção australiana confirmou a falta da artilheira Sam Kerr, que sentirá uma pressão enorme caso jogue a última rodada da fase de grupos. Em entrevista, Tony pareceu bem focado em utilizar as habilidades das jogadoras disponíveis e comentou sobre a situação da camisa 20: “vamos fazer uma avaliação da Sam entre o jogo da Nigéria e do Canadá. Provavelmente não poderemos dar uma resposta sobre isso até o dia anterior ao jogo contra as canadenses, porque queremos esperar até o último minuto para ver qual será a disponibilidade”.

Com o jogo de hoje, a segunda rodada da fase de grupo se encerra com Nigéria em primeiro lugar, com quatro pontos, seguida da seleção canadense também com a mesma quantidade, Austrália em terceiro com três pontos e a estreante Irlanda, que já está desclassificada.

Austrália e Canadá se enfrentam em jogo decisivo dia 31 de julho às 07h, em Melbourne. A Nigéria joga contra a Irlanda, no mesmo dia, às 07h, em Queensland. As seleções campeãs se classificam para as oitavas de final. Em caso de vitória, a Nigéria fica em primeiro lugar, com sete pontos, e a Austrália em segundo, com seis.

Reedição da final de 2019, em que as norte-americanas foram vitoriosas, jogo em Wellington fica no 1 a 1.
por
Helena Cardoso
Maria Fernanda Muller
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27/07/2023 - 12h

Nesta quarta-feira (26), Holanda e Estados Unidos se enfrentaram em um jogo disputado, válido pelo grupo E, no Estádio Wellington Regional, na capital da Nova Zelândia. O jogo terminou em um empate de 1 a 1, com gols de Jill Roord e Lindsay Horan.

O primeiro tempo começou com a seleção estadunidense no ataque. A defesa holandesa falhou em diversos momentos e sofreu para acompanhar o ritmo de jogo imposto pelas adversárias. Ao conseguirem uma chance de posse de bola, a Holanda achou uma brecha para o seu primeiro gol, depois de um erro coletivo da equipe dos Estados Unidos.

Jill Roord abriu o placar do jogo aos 17 minutos, deixando as norte-americanas em desvantagem. Essa foi a primeira vez, desde a Copa do Mundo de 2011, que as norte-americanas saíram atrás do marcador. Depois do gol, o ritmo começou a ser ditado pelas holandesas, enquanto a equipe comandada por Vlatko Andonoviski errava muitos passes e se apoiava na qualidade individual de suas atletas.

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OranjeLeeuwinnen comemorando o primeiro gol de Jill Roord, camisa 6 - Foto: Reprodução/Twitter

Em pouco tempo, Dominique Janssen tentou o segundo gol, mas a bola foi por pouco, acima do travessão. Ao final da primeira etapa, a Holanda controlava as ações e cansava os Estados Unidos com sua troca de passes.

As duas equipes mexeram no intervalo. Na equipe norte-americana, Rose Lavelle entrou no lugar de Savanah DeMelo, na tentativa de dar consistência ao meio campo. Enquanto isso, a Holanda perdeu a sua melhor defensora por lesão, Stefanie van der Gragt, importante na construção das jogadas no primeiro tempo, foi substituída e deu lugar a Aniek Nouwen. 

Aos 17 minutos da segunda etapa, minutos depois de levar uma pancada na coxa de Daniëlle van de Donk – camisa 10 da seleção holandesa e sua companheira de equipe no Lyon, da França – Lindsay Horan empatou o jogo para as norte-americanas, com um gol de cabeça após cobrança de escanteio de Lavelle.

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Comemoração do gol de Lindsay Horan, capitã e camisa 10 dos Estados Unidos, é o segundo dela na Copa de 2023 – Foto: Alysa Rubin/AP

Alex Morgan chegou a virar o jogo para os Estados Unidos aos 21 minutos do segundo tempo, mas a árbitra assistente imediatamente levantou a bandeira, sinalizando o impedimento da atacante no lance.

Com o placar igualado, a equipe norte-americana cresceu no jogo, principalmente pelas pontas, com Sophia Smith e Trinity Rodman. Os Estados Unidos conseguiu ser superior à equipe holandesa na segunda etapa, principalmente no final, com maior posse de bola e controle dos passes.         

A Holanda realizou um jogo competente contra a atual campeã. Lieke Martens e Esmeé Brugts foram importantes para a boa atuação das laranjas. Para o jogo contra o Vietnã, a expectativa é que as comandadas de Andries Jonker tenham mais controle emocional para confirmar a classificação.

A equipe de Vlatko Andonoviski entrou em campo na mesma formação e escalação do jogo anterior, contra o Vietnã. O meio-campo, formado por Lindsay Horan, Andi Sullivan e Savannah DeMelo atuou junto apenas pela terceira vez e mostrou falta de entrosamento. Com a entrada de Lavelle no intervalo – única substituição feita pelo técnico, das cinco possíveis – as norte-americanas conseguiram mais controle do setor. A questão de Julie Ertz atuando como zagueira, dessa vez, teve falhas que souberam ser exploradas pela equipe laranja.

Com o resultado, as duas equipes vão para a última rodada da fase de grupos empatadas em pontos, com 4 cada. A Holanda se prepara para o jogo contra o Vietnã e os Estados Unidos enfrentam Portugal, os dois confrontos acontecem na próxima terça-feira (01), às 4h (horário de Brasília), definindo as seleções classificadas para as oitavas de final pelo Grupo E da Copa do Mundo.

 

Com duas vitórias em dois jogos, a Roja já pensa nas oitavas de final. Em cenário oposto, Zâmbia está eliminada.
por
Arthur Pessoa, Pedro Pina
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27/07/2023 - 12h

Espanha e Zâmbia se enfrentaram na manhã desta quarta-feira (26), em confronto válido pela segunda rodada do grupo C da Copa do Mundo. A seleção zambiana entrou em campo precisando de, no mínimo, um empate para não estar matematicamente eliminada, enquanto as espanholas precisavam de uma simples vitória para avançarem de fase.

A Fúria venceu por 5 a 0. O resultado foi justo, mas não o placar. No início da partida a Espanha apresentou futebol dominante, sem deixar Zâmbia respirar por nenhum instante. Cm apenas 13 minutos de jogo já estava 2 a 0 no placar, com direito a golaço de fora da área da Teresa Aballeira - Jenni Hermoso marcou o segundo. Entretanto, a partir daí a La Roja caiu de rendimento, mesmo continuando melhor em campo, mas permitindo que as zambianas avançassem mais ao ataque.

 

Na segunda etapa, o técnico espanhol, Jorge Vilda, fez três substituições, visando poupar suas atletas para o duelo contra o Japão. Na primeira parte, o tempo de recuperação de bola espanhola era de apenas 8 segundos, contra 26 de Zâmbia, mas no segundo tempo o jogo ficou mais equilibrado, com Barbra Banda e Rachel Kundananji puxando contra-ataques zambianos.

 

A eventual reação das africanas foi por água a baixo com o gol de Alba Redondo, que entrou no início do segundo tempo, aos 24 minutos, e menos de um minuto depois, Hermoso fez seu segundo tento na partida. Com 4 a 0 no placar, as jogadoras de Zâmbia acusaram o golpe, e para fechar o caixão de vez, Alba Redondo fez o 5 a 0.

No lado espanhol, Jennifer Hermoso foi o principal destaque, com dois gols e uma assistência. Alba Redondo merece uma menção honrosa, entrou logo após o intervalo e foi a grande responsável pelo andamento ofensivo da seleção no segundo tempo. O destaque de Zâmbia, apesar do placar elástico, foi a goleira Eunice Sakala, com 8 defesas na partida, sendo 6 dentro da área.

 

Pelo saldo de gols, a Espanha assumiu o primeiro lugar no grupo C, e agora busca apenas um empate contra a seleção do Japão, na próxima segunda-feira (31), às 04h(horário de Brasília), para assegurar a primeira colocação. Zâmbia enfrentará a também eliminada Costa Rica na última rodada, no mesmo dia e horário do outro jogo do grupo.

Com tranquilidade, seleção japonesa faz 2x0 no primeiro tempo e confirma vaga na próxima fase
por
João Serradas
Kauã Alves Ferreira
|
26/07/2023 - 12h

         A segunda rodada do grupo C começou com vitória das japonesas, com gols de Naomoto e Fujino, as Nadeshiko venceram as costarriquenhas em Dunedin, Nova Zelândia, na madrugada desta quarta-feira. As “chicas” chegavam pressionadas ao Forsyth Barr Stadium após derrota para as espanholas na primeira partida, diferente das nipônicas que golearam a Zâmbia por 5 x 0 na sua estreia.

        O Japão veio a campo com algumas mudanças em relação ao primeiro jogo, o técnico Futoshi Ikeda iniciou com Miyake, Hayashi, Sugita e Naomoto como titulares. Já a equipe comandada por Amanda Valverde veio a campo com uma formação diferente do último jogo, com a troca de três zagueiras por uma linha de quatro e suas laterais jogando mais recuadas, Guillén e Granados fizeram sua estreia como titulares.

O jogo iniciou com domínio japonês, mantendo a bola no pé e trocando passes, impondo pressão acima da  Costa Rica logo nos minutos iniciais, que sofreu para sair jogando. As costarriquenhas não conseguiram suportar a pressão por muitos minutos, tanto que aos 25 minutos, após passe de Tanaka, Naomoto invade a área e bate cruzado, a goleira Solera ainda encosta na bola, mas não o suficiente para evitar o primeiro gol.

 

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Jogadoras do Japão comemoram gol sobre a Costa Rica na Copa do Mundo (Imagem: Lars Baron/Getty Images)

 

Com o 1 x 0 no placar após a construção de uma bela jogada, as jogadoras da Costa Rica sentiram o gosto amargo de estar atrás no marcador. E, para complicar a situação, mais um gol foi marcado para a equipe do Japão, com apenas dois minutos de diferença para o primeiro, ampliando o placar e complicando de vez a situação das costarriquenhas na Copa do Mundo. Após grande jogada de Fujino no lado direito, ela deixa Elizondo no chão, acha espaço e finaliza para marcar o segundo e último gol da partida.

A partida não foi nada fácil para a Costa Rica, que praticamente assistiu as japonesas jogarem e restou apenas se defender na tentativa de não sofrer mais gols. Com o resultado bem encaminhado nos primeiros minutos, as Nadeshiko baixaram o ritmo no final da primeira etapa. No segundo tempo, as asiáticas mantiveram o plano, apenas administrando a partida e assegurando o resultado. Assim se seguiu e o placar não se alterou.

 

Situação do grupo

 

Agora a Costa Rica tem seus dias contados nesta Copa do Mundo, com duas derrotas, cinco gols sofridos e nenhum feito, a seleção comandada pela treinadora Amelia Valverde amargura na terceira posição do grupo e aguarda até o dia 31 de julho  para encerrar sua participação em partida contra a última colocada, Zâmbia.

Já o Japão segue em busca da liderança do grupo C. Com duas vitórias e sete gols marcados na competição, as japonesas conquistam seis pontos ao todo, mesma pontuação da seleção da Espanha, e se consolidam na segunda posição. Seu próximo desafio é justamente contra a forte seleção espanhola, as equipes se enfrentarão na próxima segunda-feira, dia 31 de julho, no Sky Stadium, Nova Zelândia.

Ambas as seleções estão classificadas para o mata a mata, mas a vitória na última rodada decidirá quem irá sair em primeiro na chave para as oitavas de final.