Portugal e Vietnã, ambas seleções estreantes na Copa do Mundo Feminina, se enfrentaram na madrugada desta quinta-feira (27), às 04h30 (horário de Brasília), no Estádio Waikato, em Hamilton, na Nova Zelândia. A partida foi pela segunda rodada do grupo E. Ao bater o Vietnã por 2 a 0, as portuguesas conseguiram a primeira vitória na história da competição.
Na primeira etapa, o treinador Francisco Neto demonstrou a sua proposta ofensiva e as jogadoras portuguesas impuseram um jogo de ataque contra a compacta defesa vietnamita desde os primeiros minutos. Aos 7, após duas chances de perigo, no primeiro cruzamento do jogo, Lúcia Alves achou a centroavante Telma Encarnação que finalizou de primeira para abrir o placar e fazer o primeiro gol em Copa do Mundo feminina na história de Portugal.
A equipe europeia não mudou a sua postura dominante e, com passes rápidos e objetivos, criou mais oportunidades buscando ampliar o placar. Aos 21 minutos, foi a vez de Telma Encarnação atuar como garçonete e servir um belo passe à sua companheira de ataque Kika Nazareth, que avançou à área com velocidade e um toque sutil com a perna direita venceu a goleira vietnamita Kim Thanh e marcou o segundo da seleção portuguesa.
O segundo tempo foi marcado por muitas oportunidades perdidas e um desgaste físico de ambas as equipes, resultando em substituições e mudanças táticas. Apesar disso, a seleção portuguesa conseguiu manter sua superioridade em campo, demonstrando controle no passe e ritmo de jogo. As europeias enfrentaram dificuldades em finalizar diante de uma seleção do Vietnã com uma marcação mais organizada e ajustada.
A camisa 10, Jéssica Silva, tentou jogadas individuais com dribles e recebeu apoio na lateral por parte de Joana Marchão. Destaque para um lance duvidoso com a queda da atacante que reclamou muito de um pênalti não marcado na pequena área aos 20 minutos da etapa final.
Mais uma vez, o treinador vietnamita Mai Duc Chung optou pela formação tática 5-4-1 com uma defesa compacta. Mas, neste jogo, diferente de sua primeira partida na competição contra os Estados Unidos, as jogadoras vietnamitas conseguiram gerar perigo ao adversário, chutando uma vez ao gol da goleira Patricia Morais entre as cinco tentativas de finalização.
Com dificuldade na retenção da posse de bola, as jogadoras vietnamitas apenas assistiram a seleção portuguesa jogar no campo de ataque. A goleira Thanh, novamente, foi o principal nome entre as jogadoras do Vietnã e evitou que a sua seleção levasse uma goleada, realizando 7 defesas, todas de dentro da área.
Do lado português, o técnico Francisco Neto realizou mudanças significativas na equipe em comparação com o jogo anterior, no qual a seleção sofreu uma derrota de 1 a 0 para a Holanda. Nesta partida, Neto optou por escalar sete jogadoras diferentes e os destaques foram para Telma Encarnação e Kika Nazareth como titulares, buscando fortalecer o desempenho e a dinâmica do time em campo.
A seleção portuguesa exibiu um domínio em Hamilton, aplicando pressão desde os primeiros minutos e criando diversas chances claras de gol, o que resultou em uma mudança no placar já aos seis minutos de jogo. Com 70% de posse de bola e o dobro de passes trocados em comparação com a seleção do Vietnã, Portugal controlou o jogo na maior parte do tempo. A falta de precisão nas finalizações em momentos cruciais impediu que a vantagem fosse ainda maior.
O próximo compromisso do Vietnã, que já está eliminado da competição, será contra a Holanda, seleção que disputa uma vaga para avançar à próxima fase da competição no grupo E. O jogo será na terça-feira (01), às 04h (horário de Brasília). Com três pontos, Portugal irá para o ‘tudo ou nada’ no jogo da última rodada do grupo contra a seleção dos Estados Unidos, que está com quatro pontos.
O confronto terá um tom decisivo porque será disputada a classificação para a fase de eliminatórias da Copa do Mundo de 2023. A decisão entre as estreantes portuguesas contra as soberanas norte-americanas também será realizada às 04h da manhã (horário de Brasília), também na terça-feira (01).
Nigéria e Austrália se enfrentaram em um jogo acirrado que terminou 3 a 2 para as nigerianas, nesta quinta-feira (27), pela segunda rodada da fase de grupos. O empate com o Canadá no jogo anterior e a vitória sobre as Matildas levaram as Super Falcons a assumirem a liderança do grupo, com quatro pontos.
Sam Kerr, craque australiana, não disputou a partida como previsto. A atacante sofreu uma lesão na panturrilha na véspera do jogo inaugural do campeonato. De acordo com a nota publicada pela Federação da Austrália, a atacante voltaria a ser examinada após o jogo contra a Nigéria. Espera-se que a estrela das Matildas retorne para o confronto contra o Canadá, que encerrará a fase de grupos na próxima segunda-feira (31).
PRIMEIRO TEMPO
A Nigéria entrou em campo com um esquema tático diferente do jogo anterior. O técnico Randy Waldrum optou pela formação 4-1-2-3, com Kanu, Onunomu e Ajibade no trio ofensivo. Apesar da qualidade do ataque, assim como no jogo contra o Canadá, o destaque nigeriano foi a zaga bem fechada. Waldrum escolheu Ayde para a construção das jogadas no meio do campo, como alternativa à Abiodun, expulsa na partida contra as canadenses. Estrategicamente, Oshoala, principal atacante nigeriana, permaneceu no banco durante os primeiros 45 minutos.
As australianas mantiveram o controle do jogo durante o primeiro tempo. Escaladas em um 4-4-2, a seleção das Matildas entrou em campo com um time bem ofensivo. Com a ausência de Kerr e Mary Fowler, a Austrália teve mais ataques durante o primeiro tempo, porém nenhum convertido em gol. A linha defensiva da Nigéria manteve-se firme aos avanços do ataque das adversárias, que tiveram boas chances de abrir o placar com as cobranças de escanteio. Aos 12 minutos da partida, Catley recebeu a sobra do escanteio de Gorry, entrou na área e buscou finalização, mas a goleira Nndozie foi certeira na defesa.
A primeira grande oportunidade das Super Falcons foi aos 17 minutos, após um contra-ataque construído por Payne, que achou Kanu próxima à grande área. A atacante escorregou antes de fazer o cruzamento para Onunomu, que estava livre da marcação e em boa posição para finalizar. A volante nigeriana Payne foi peça importante da disputa, se destacou pela criatividade na construção das jogadas, pela boa distribuição da bola e pela rápida ligação entre defesa e ataque.
Na altura dos 30 minutos, a vantagem de maior posse de bola era das australianas (67% a 24%). As nigerianas buscavam contra-ataques e impunham velocidade pelo lado esquerdo do campo quando recuperavam a bola. A Austrália, por não conseguir abrir espaço na linha defensiva da Nigéria, passou a investir nas finalizações de fora da grande área. As duas seleções não tiveram sucesso nos chutes ao gol no primeiro tempo. Quem chegou mais perto de balançar a rede foi a australiana Raso, que cabeceou para fora, após a cobrança de um escanteio.
O jogo mudou durante os cinco minutos de acréscimo. Nnadozie cobrou mal um tiro de meta e entregou a bola para as adversárias. Foord recuperou e fez passe rasteiro para Van Egmond, que abriu o placar a favor da Austrália. Antes que pudessem ampliar a vantagem, Ajibade escapou pelo lado esquerdo, tentou finalização, mas a zaga da Austrália afastou. Kanu recuperou a sobra, bateu de dentro da grande área e marcou o primeiro gol da Nigéria nesta edição do Mundial. O primeiro tempo terminou com empate.
SEGUNDO TEMPO
As seleções retornaram ao campo sem alterações. Randy Waldrum renovou o ataque nigeriano somente aos 17 minutos do segundo tempo. A craque Oshoala e a volante Okoronkwo substituíram Kanu e Onumonu, respectivamente. A mudança adotada pelo técnico buscava vantagem na construção dos lances ofensivos, já que a Austrália permanecia com o controle do jogo. Onomo Ebi entrou no lugar de Payne na última substituição da Nigéria. Assim como a Rainha Marta e a canadense Christine Sinclair, Ebi joga sua sexta e última Copa do Mundo, aos 40 anos de idade.
Waldrum surpreendeu com a estratégia adotada para o duelo. Kanu, Ajibade e Onumonu garantiram velocidade e profundidade ao ataque nigeriano. A escolha de deixar Oshoala no banco mostra que o potencial ofensivo da seleção não se limita ao talento de sua artilheira. A Nigéria tem à disposição uma diversidade de nomes para o ataque. É importante que o técnico explore a variedade de jogadoras para evitar esgotamento físico e garantir qualidade ofensiva em todos os momentos, durante toda a competição.
Osinachi Ohale foi a responsável pelo gol de virada das Falcon. Após cobrança de escanteio, Ajibade tentou finalização de cabeça, mas a bola sobrou para Ohale que empurrou para o gol aos 19 minutos da segunda etapa. A autora do segundo tento nigeriano fez um bom jogo como zagueira e soube conter o ataque da Austrália. A africana foi nomeada a melhor jogadora da partida.
Oshoala anotou o terceiro gol da Nigéria. Payne fez um passe longo para a artilheira, que se aproximava da grande área acompanhada pela marcação australiana. Oshoala venceu a disputa com a zagueira e com a goleira que se adiantou, e mandou a bola para o fundo da rede. A Super Zee marcou o seu terceiro gol pela Nigéria em Copa do Mundo, o 31° em 43 jogos com a camisa da seleção alviverde.
O técnico Tony Gustavsson só fez suas duas alterações, aos 82 e 85 minutos do segundo tempo, quando resolveu tirar Cortnee Vine e Hayley Raso para colocar Clare Polkinghorne e Alex Chidiac, respectivamente. O que não ajudou muito a seleção – quando ambas entraram, a vantagem das nigerianas era de 2x0. No final dos 11 minutos de acréscimo, após cobrança de escanteio, Kennedy subiu mais alto e cabeceou para diminuir a vantagem nigeriana, marcando o segundo gol da Austrália.
O segundo jogo da seleção australiana confirmou a falta da artilheira Sam Kerr, que sentirá uma pressão enorme caso jogue a última rodada da fase de grupos. Em entrevista, Tony pareceu bem focado em utilizar as habilidades das jogadoras disponíveis e comentou sobre a situação da camisa 20: “vamos fazer uma avaliação da Sam entre o jogo da Nigéria e do Canadá. Provavelmente não poderemos dar uma resposta sobre isso até o dia anterior ao jogo contra as canadenses, porque queremos esperar até o último minuto para ver qual será a disponibilidade”.
Com o jogo de hoje, a segunda rodada da fase de grupo se encerra com Nigéria em primeiro lugar, com quatro pontos, seguida da seleção canadense também com a mesma quantidade, Austrália em terceiro com três pontos e a estreante Irlanda, que já está desclassificada.
Austrália e Canadá se enfrentam em jogo decisivo dia 31 de julho às 07h, em Melbourne. A Nigéria joga contra a Irlanda, no mesmo dia, às 07h, em Queensland. As seleções campeãs se classificam para as oitavas de final. Em caso de vitória, a Nigéria fica em primeiro lugar, com sete pontos, e a Austrália em segundo, com seis.
Nesta quarta-feira (26), Holanda e Estados Unidos se enfrentaram em um jogo disputado, válido pelo grupo E, no Estádio Wellington Regional, na capital da Nova Zelândia. O jogo terminou em um empate de 1 a 1, com gols de Jill Roord e Lindsay Horan.
O primeiro tempo começou com a seleção estadunidense no ataque. A defesa holandesa falhou em diversos momentos e sofreu para acompanhar o ritmo de jogo imposto pelas adversárias. Ao conseguirem uma chance de posse de bola, a Holanda achou uma brecha para o seu primeiro gol, depois de um erro coletivo da equipe dos Estados Unidos.
Jill Roord abriu o placar do jogo aos 17 minutos, deixando as norte-americanas em desvantagem. Essa foi a primeira vez, desde a Copa do Mundo de 2011, que as norte-americanas saíram atrás do marcador. Depois do gol, o ritmo começou a ser ditado pelas holandesas, enquanto a equipe comandada por Vlatko Andonoviski errava muitos passes e se apoiava na qualidade individual de suas atletas.
Em pouco tempo, Dominique Janssen tentou o segundo gol, mas a bola foi por pouco, acima do travessão. Ao final da primeira etapa, a Holanda controlava as ações e cansava os Estados Unidos com sua troca de passes.
As duas equipes mexeram no intervalo. Na equipe norte-americana, Rose Lavelle entrou no lugar de Savanah DeMelo, na tentativa de dar consistência ao meio campo. Enquanto isso, a Holanda perdeu a sua melhor defensora por lesão, Stefanie van der Gragt, importante na construção das jogadas no primeiro tempo, foi substituída e deu lugar a Aniek Nouwen.
Aos 17 minutos da segunda etapa, minutos depois de levar uma pancada na coxa de Daniëlle van de Donk – camisa 10 da seleção holandesa e sua companheira de equipe no Lyon, da França – Lindsay Horan empatou o jogo para as norte-americanas, com um gol de cabeça após cobrança de escanteio de Lavelle.
Alex Morgan chegou a virar o jogo para os Estados Unidos aos 21 minutos do segundo tempo, mas a árbitra assistente imediatamente levantou a bandeira, sinalizando o impedimento da atacante no lance.
Com o placar igualado, a equipe norte-americana cresceu no jogo, principalmente pelas pontas, com Sophia Smith e Trinity Rodman. Os Estados Unidos conseguiu ser superior à equipe holandesa na segunda etapa, principalmente no final, com maior posse de bola e controle dos passes.
A Holanda realizou um jogo competente contra a atual campeã. Lieke Martens e Esmeé Brugts foram importantes para a boa atuação das laranjas. Para o jogo contra o Vietnã, a expectativa é que as comandadas de Andries Jonker tenham mais controle emocional para confirmar a classificação.
A equipe de Vlatko Andonoviski entrou em campo na mesma formação e escalação do jogo anterior, contra o Vietnã. O meio-campo, formado por Lindsay Horan, Andi Sullivan e Savannah DeMelo atuou junto apenas pela terceira vez e mostrou falta de entrosamento. Com a entrada de Lavelle no intervalo – única substituição feita pelo técnico, das cinco possíveis – as norte-americanas conseguiram mais controle do setor. A questão de Julie Ertz atuando como zagueira, dessa vez, teve falhas que souberam ser exploradas pela equipe laranja.
Com o resultado, as duas equipes vão para a última rodada da fase de grupos empatadas em pontos, com 4 cada. A Holanda se prepara para o jogo contra o Vietnã e os Estados Unidos enfrentam Portugal, os dois confrontos acontecem na próxima terça-feira (01), às 4h (horário de Brasília), definindo as seleções classificadas para as oitavas de final pelo Grupo E da Copa do Mundo.
Espanha e Zâmbia se enfrentaram na manhã desta quarta-feira (26), em confronto válido pela segunda rodada do grupo C da Copa do Mundo. A seleção zambiana entrou em campo precisando de, no mínimo, um empate para não estar matematicamente eliminada, enquanto as espanholas precisavam de uma simples vitória para avançarem de fase.
A Fúria venceu por 5 a 0. O resultado foi justo, mas não o placar. No início da partida a Espanha apresentou futebol dominante, sem deixar Zâmbia respirar por nenhum instante. Cm apenas 13 minutos de jogo já estava 2 a 0 no placar, com direito a golaço de fora da área da Teresa Aballeira - Jenni Hermoso marcou o segundo. Entretanto, a partir daí a La Roja caiu de rendimento, mesmo continuando melhor em campo, mas permitindo que as zambianas avançassem mais ao ataque.
Na segunda etapa, o técnico espanhol, Jorge Vilda, fez três substituições, visando poupar suas atletas para o duelo contra o Japão. Na primeira parte, o tempo de recuperação de bola espanhola era de apenas 8 segundos, contra 26 de Zâmbia, mas no segundo tempo o jogo ficou mais equilibrado, com Barbra Banda e Rachel Kundananji puxando contra-ataques zambianos.
A eventual reação das africanas foi por água a baixo com o gol de Alba Redondo, que entrou no início do segundo tempo, aos 24 minutos, e menos de um minuto depois, Hermoso fez seu segundo tento na partida. Com 4 a 0 no placar, as jogadoras de Zâmbia acusaram o golpe, e para fechar o caixão de vez, Alba Redondo fez o 5 a 0.
No lado espanhol, Jennifer Hermoso foi o principal destaque, com dois gols e uma assistência. Alba Redondo merece uma menção honrosa, entrou logo após o intervalo e foi a grande responsável pelo andamento ofensivo da seleção no segundo tempo. O destaque de Zâmbia, apesar do placar elástico, foi a goleira Eunice Sakala, com 8 defesas na partida, sendo 6 dentro da área.
Pelo saldo de gols, a Espanha assumiu o primeiro lugar no grupo C, e agora busca apenas um empate contra a seleção do Japão, na próxima segunda-feira (31), às 04h(horário de Brasília), para assegurar a primeira colocação. Zâmbia enfrentará a também eliminada Costa Rica na última rodada, no mesmo dia e horário do outro jogo do grupo.
A segunda rodada do grupo C começou com vitória das japonesas, com gols de Naomoto e Fujino, as Nadeshiko venceram as costarriquenhas em Dunedin, Nova Zelândia, na madrugada desta quarta-feira. As “chicas” chegavam pressionadas ao Forsyth Barr Stadium após derrota para as espanholas na primeira partida, diferente das nipônicas que golearam a Zâmbia por 5 x 0 na sua estreia.
O Japão veio a campo com algumas mudanças em relação ao primeiro jogo, o técnico Futoshi Ikeda iniciou com Miyake, Hayashi, Sugita e Naomoto como titulares. Já a equipe comandada por Amanda Valverde veio a campo com uma formação diferente do último jogo, com a troca de três zagueiras por uma linha de quatro e suas laterais jogando mais recuadas, Guillén e Granados fizeram sua estreia como titulares.
O jogo iniciou com domínio japonês, mantendo a bola no pé e trocando passes, impondo pressão acima da Costa Rica logo nos minutos iniciais, que sofreu para sair jogando. As costarriquenhas não conseguiram suportar a pressão por muitos minutos, tanto que aos 25 minutos, após passe de Tanaka, Naomoto invade a área e bate cruzado, a goleira Solera ainda encosta na bola, mas não o suficiente para evitar o primeiro gol.
Com o 1 x 0 no placar após a construção de uma bela jogada, as jogadoras da Costa Rica sentiram o gosto amargo de estar atrás no marcador. E, para complicar a situação, mais um gol foi marcado para a equipe do Japão, com apenas dois minutos de diferença para o primeiro, ampliando o placar e complicando de vez a situação das costarriquenhas na Copa do Mundo. Após grande jogada de Fujino no lado direito, ela deixa Elizondo no chão, acha espaço e finaliza para marcar o segundo e último gol da partida.
A partida não foi nada fácil para a Costa Rica, que praticamente assistiu as japonesas jogarem e restou apenas se defender na tentativa de não sofrer mais gols. Com o resultado bem encaminhado nos primeiros minutos, as Nadeshiko baixaram o ritmo no final da primeira etapa. No segundo tempo, as asiáticas mantiveram o plano, apenas administrando a partida e assegurando o resultado. Assim se seguiu e o placar não se alterou.
Situação do grupo
Agora a Costa Rica tem seus dias contados nesta Copa do Mundo, com duas derrotas, cinco gols sofridos e nenhum feito, a seleção comandada pela treinadora Amelia Valverde amargura na terceira posição do grupo e aguarda até o dia 31 de julho para encerrar sua participação em partida contra a última colocada, Zâmbia.
Já o Japão segue em busca da liderança do grupo C. Com duas vitórias e sete gols marcados na competição, as japonesas conquistam seis pontos ao todo, mesma pontuação da seleção da Espanha, e se consolidam na segunda posição. Seu próximo desafio é justamente contra a forte seleção espanhola, as equipes se enfrentarão na próxima segunda-feira, dia 31 de julho, no Sky Stadium, Nova Zelândia.
Ambas as seleções estão classificadas para o mata a mata, mas a vitória na última rodada decidirá quem irá sair em primeiro na chave para as oitavas de final.