Inglaterra e Nigéria se enfrentaram em um jogo acirrado nesta segunda-feira (07), pelas oitavas de final da Copa do Mundo Feminina FIFA 2023. A partida aconteceu em Brisbane, na Austrália. No sufoco, as inglesas garantiram lugar na próxima fase somente nos pênaltis, ao vencer por 4 a 2, após empate sem gols no tempo regular e na prorrogação.
A seleção inglesa encerrou a fase de grupos invicta, com 9 pontos em 3 jogos. No entanto, a classificação para as quartas de final foi dramática. Os lances ofensivos das Leoas levaram pouco perigo ao paredão verde da Nigéria, e balançaram a rede da goleira Nnadozie somente na decisão dos pênaltis.
Nigéria entrou em campo sem novidades na formação tática. Randy Waldrum, novamente, apostou no esquema 4-2-3-1, com Onumonu, Ajibade e Payne no trio de meio-campo, e Kanu adiantada no comando de ataque. O técnico resgatou a estratégia usada no jogo contra a Austrália e optou por deixar Oshoala no banco durante os 45 minutos iniciais. No jogo contra as Matildas, a ausência de Super Zee provou os demais talentos do ataque nigeriano, mas na decisão contra as Leoas, custou a classificação para a próxima fase.
Aos 15 minutos da partida, a primeira grande oportunidade foi para as nigerianas. Kanu arriscou chute cruzado para a grande área e a defesa inglesa afastou mal. Ashleigh Plumptre aproveitou o rebote e soltou uma bomba que explodiu no travessão
O jogo seguiu e a Nigéria permaneceu com a posse da bola. Stanley impediu o cruzamento de Kanu, Ajibade recuperou na busca pela linha de fundo e, novamente, a Inglaterra falhou em afastar a bola. Plumptre achou a sobra e chutou para a defesa da goleira Mary Earps.
As Lionesses tiveram a chance de abrir o placar aos 22 minutos do primeiro tempo. Na defesa nigeriana, Demehin cochilou no passe e não conseguiu roubar a bola do ataque inglês. Alexia Russo, de prontidão e rápida na decisão, chutou direto para o gol, mas Nnadozie defendeu sem dar rebote.
Com 30 minutos de jogo, Ajibade fez falta sobre Daly e a árbitra Melissa Rojas marcou pênalti para a Inglaterra. Após revisão pelo VAR, a penalidade foi anulada e o jogo seguiu.
Os 45 minutos iniciais terminaram com a vantagem de chutes ao gol a favor das nigerianas (8 a 3). A Nigéria ora buscava um jogo de profundidade e arriscava no um contra um, ora partia para os lances rápidos de cruzamento. Oshoala fez falta, justamente, na decisão das jogadas.
Sem gols na primeira etapa, as seleções voltaram a campo com a necessidade de marcar para se classificar. A seleção nigeriana não recuou e, logo aos dois minutos da etapa final, Kanu cabeceou a bola direto no travessão. A seleção inglesa manteve sua estratégia agressiva e continuou atacando a meta da Nigéria. Mas a falta de eficácia dificultou a vida das Leoas durante todo o segundo tempo.
As comandadas de Sarina Wiegman ainda tiveram boas chances no final do tempo regulamentar. Porém, a goleira Nnadozie estava inspirada e parou as tentativas inglesas. Aos 40 minutos, Lauren James, craque das Lionesses na Copa, deu um pisão na nigeriana Alozie. O VAR chamou a árbitra Melissa Rojas e alterou a cor do cartão aplicado e expulsou a jogadora inglesa.
A Inglaterra, apesar da desvantagem numérica, teve a melhor chance da prorrogação aos 14 minutos do segundo tempo, após uma cabeçada de England. Mesmo com os esforços dos dois lados, a decisão foi para as penalidades.
Stanwey, a batedora oficial da seleção de Sarina, acertou a trave da goleira nigeriana. As duas primeiras batedoras das Super Falcons, Desihe e Alozie, erraram suas cobranças. As 4 cobranças seguintes das Leoas entraram, garantindo a classificação da seleção da Inglaterra para as quartas de finais da copa do mundo.
Em mais uma ocasião, as Lionesses não conseguiram impor o ritmo de jogo característico das equipes de Sarina Wiegman. As dificuldades continuam as mesmas dos últimos jogos, pouca aproximação entre as linhas ofensivas, baixo rendimento nas finalizações e vulnerabilidade nos contra-ataques sofridos. Além disso, as bolas paradas, aliadas à alta estatura de algumas jogadoras nigerianas, causaram um grande incômodo na defesa inglesa.
A Inglaterra volta a campo no sábado (12), às 07h30 (horário de Brasília), contra a Colômbia, pelas quartas de final.
A terceira rodada da Copa do Mundo de Xadrez encerrou nesta segunda (07), com a definição dos matches que foram para a etapa de rápidas. A rodada teve grandes partidas, como a do Grande Mestre norueguês Magnus Carlsen, que na primeira partida de clássicas teve mais de 99% de precisão em seus movimentos. Nas rápidas, a lenda do xadrez ucraniano Vasyl Ivanchuk, também fez uma partida mágica para vencer o chinês Yi Wei. Ao final da rodada, o GM holandês Anish Giri e o francês Maxime Vachier-Lagrave, ambos entre os vinte melhores jogadores do mundo, acabaram eliminados.
O match entre os GMs Anish Giri e o azerbaijano Nijat Abasov contou com oito partidas. Após dois empates na etapa de clássicas (partidas pensadas em que cada jogador conta com 90 minutos para 40 lances e após 40 lances, mais 30 minutos, além de um incremento de 30 segundos a cada lance), o desempate foi para as rápidas (neste torneio, as partidas rápidas começam com duas partidas de 25 minutos para cada jogador com 10 segundos de incremento por lance. Em caso de um novo empate, mais duas partidas devem ser realizadas com o tempo reduzido a 10 minutos para cada jogador, com 10 segundos de incremento por lance. O controle de tempo será reduzido a cada série de duas partidas até que um dos jogadores tenha a vantagem definitiva). Na primeira série, Giri saiu na frente na partida de brancas, mas perdeu a chance de se classificar ao ser derrotado de pretas. Após cinco empates seguidos, a última partida foi realizada no controle de tempo conhecido como blitz (cada jogador possui três minutos com incremento de 2 segundos por lance), e o holandês, sétimo colocado no ranking da FIDE com 2769 pontos, perdeu por tempo.
Já o francês Vachier-Lagrave, décimo terceiro no ranking mundial, acabou sendo eliminado na etapa de clássicas. O Grande Mestre enfrentou o prodígio de apenas 17 anos Javokhir Sindarov, do Uzbequistão. O match começou com um empate em que Lagrave jogou de pretas, e na segunda partida, Sindarov e o francês travaram uma batalha confusa e repleta de emoções. No fim, apesar de muitos recursos inimagináveis de Lagrave, Sindarov jogou o final com maestria, e seu adversário abandonou a partida.
O sete vezes campeão mundial de xadrez e atual número 1 do mundo, Magnus Carlsen, continuou seu brilhantismo, jogando com o conterrâneo Aryan Tari. A primeira partida de Carlsen foi praticamente perfeita, jogando de brancas teve 99% de precisão e conseguiu a vantagem. Na segunda, Tari arrancou do multicampeão seu primeiro empate no torneio, até então o jogador havia vencido todas as três partidas disputadas. Mas o resultado não foi o suficiente para manter Aryan vivo na competição.
Quem também impressionou os computadores foi o ucraniano Ivanchuk. O Grande Mestre de 54 anos vingou o brasileiro Luis Paulo Supi, que foi eliminado na última rodada contra o chinês Yi Wei. Após dois empates nas clássicas e um empate na primeira partida de rápidas, o Grande Mestre chinês não conseguiu se equiparar aos 99.1% de precisão da lenda ucraniana, e se despediu do torneio.
Agora, a Copa passa a contar com apenas 32 jogadores e grandes duelos começam já na quarta rodada. O Número dois do mundo, GM americano Hikaru Nakamura, enfrenta o prodígio e quarto melhor enxadrista jovem do mundo, o Grande Mestre indiano Rameshbabu Praggnanandha. Sindarov enfrenta o indiano Erigaisi, ambos estão entre os 10 melhores jovens do mundo. Outras partidas em destaque são: Magnus Carlsen contra o alemão de 2701 pontos de rating Vincent Keymer; o duelo de americanos entre Fabiano Caruana e Ray Robson; o atual vice-campeão mundial Ian Nepomniachtchi e o Grande Mestre indiano Nihal Sarin.
No dia 8 de agosto, os remanescentes ganham um dia livre. A quarta rodada acontece entre os dias 9 e 11, a partir das 8h no horário de Brasília, e é possível assistir às partidas através do Youtube, ou acompanhar lance a lance em sites como o chess.com e o lichess.com.
Copa do Mundo de Xadrez Feminina
Na modalidade feminina do torneio há uma rodada a menos, então com o fim da terceira rodada, as jogadoras já se preparam para as oitavas de final. Após vencer o Mundial de Xadrez feminino semanas atrás, a Grande Mestre Chinesa Ju Wenjun não demonstrou cansaço, e por enquanto vai avançando e confirmando o favoritismo.
De modo inusitado, disputando uma das vagas para as quartas de final, duas irmãs se enfrentam na próxima rodada. A Grande Mestre ucraniana Anna Muzychuk enfrenta sua irmã mais nova, a também Grande Mestre Maryia Muzychuk.
O Japão continua invicto na Copa do Mundo e segue como forte candidata ao título. As japonesas foram o grande destaque da fase de grupos da competição, e mostraram mais uma vez do que são capazes após vitória por 3 a 1 diante da seleção da Noruega. O jogo foi realizado na manhã deste sábado (05), no estádio de Westpac Stadium, em Wellington, Nova Zelândia.
Diferente do que foi visto na fase inicial da competição, desta vez, as Nadeshiko tiveram maior posse de bola e ditaram o ritmo da partida desde o início, enquanto a Noruega manteve um jogo defensivo. Achar espaços e quebrar a linha de defesa da Noruega não foi uma tarefa fácil, até que aos 15 minutos saiu o primeiro gol após cruzamento de Hinata Miyazawa que contou com o desvio da norueguesa Syrstad Engen contra o próprio patrimônio.
As norueguesas não se deixaram abalar e reagiram. Aos 19 minutos, Vilde Bøe Risa, na direita, foi até a linha de fundo e fez um cruzamento perfeito para Guro Reiten, que subiu e cabeceou para deixar tudo igual no placar, 1 a 1. No restante da primeira etapa, o Japão manteve o controle, mas poucas chances foram criadas.
O início do segundo tempo começou com pressão japonesa. Aos 5 minutos, após um vacilo de Bøe Risa, que deu um passe errado dentro de sua grande área defensiva, Risa Shimizu aproveitou e deixou o Japão à frente do placar mais uma vez.
Ainda que parcialmente derrotada, a equipe norueguesa sustentou a postura defensiva da primeira etapa armada em um 5-4-1 sem a bola. Mas, aos 29 minutos, com entrada de Ada Hegerberg, melhor jogadora da Noruega, a treinadora Hege Riise avançou a sua equipe tentando buscar o empate.
A equipe treinada por Futoshi Ikeda se monstrou preparada para o jogo de contra-ataque e aos 36 minutos, com apenas três passes da defesa ao ataque, Aoba Fujina deu uma bela assistência nas costas da defesa norueguesa para Miyazawa que, sozinha e com velocidade, marcou o gol da classificação japonesa às quartas de final e encerrou a participação da Noruega desta edição de Copa do Mundo.
A postura defensiva da equipe norueguesa se deu pela tentativa de eliminar a alta velocidade presente no jogo das adversárias. Com 228 passes certos realizados a mais do que a Noruega, a versátil seleção asiática foi muito consciente ao manter a posse de bola na construção de suas jogadas.
Ainda que mais altas, as jogadoras norueguesas não conseguiram explorar o jogo aéreo e com apenas 3 finalizações ao gol, mal conseguiram levar perigo a goleira Ayaka Yamashita. Além disso, depois de sofrerem o segundo gol, a Noruega mudou a estratégia e passou a tentar ficar mais com a bola e pressionar a defesa japonesa.
Foram poucas as construções ofensivas que as jogadoras norueguesas conseguiram concluir e foi em apenas uma vez que elas conseguiram oferecer grande perigo. Já aos 90 minutos, após uma disputa aérea na área japonesa, Karina Saevik cabeceou sozinha, mas Yamashita realizou uma bela defesa evitando o gol.
A vitória da seleção japonesa por 3 a 1 sobre a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo reforça a maturidade da equipe. A partida foi um espetáculo de determinação e habilidade, com as japonesas demonstrando uma notável coesão tática e um jogo de passes precisos que desestabilizou a defesa norueguesa. Além disso, o Japão mostrou, mais uma vez, sua eficácia no ataque.
O Japão agora avança para as quartas de final tendo vencido todos os jogos. A contínua combinação de habilidade individual e coletiva, faz da equipe asiática candidata a seguir em frente e buscar um lugar nas fases finais do torneio.
Com a eliminação, as “gresshopper” (gafanhotas), como são conhecidas as norueguesas, não conseguiram quebrar o jejum de 28 anos sem levantar uma taça de Copa do Mundo. A continuidade de Riise no comando da seleção pode ser a chave para uma Noruega mais forte e competitiva no próximo ciclo de mundial.
O Japão agora enfrentará a Suécia, que eliminou os Estados Unidos nos pênaltis. A partida está prevista para a sexta-feira (11), às 04h30 (horário de Brasília), no estádio Eden Park, na Nova Zelândia.
Na manhã de terça-feira (08), Colômbia e Jamaica se enfrentaram pelas oitavas de final da Copa do Mundo Feminina de 2023. As sul-americanas venceram pelo placar de 1 a 0, a experiente Catalina Usme balançou as redes e foi responsável pelo primeiro e único gol sofrido pelas jamaicanas nesta Copa.
Cerca de 27 mil torcedores estiveram no Melbourne Rectangular Stadium para apreciar a primeira seleção da América do Sul a chegar as quartas de final além do Brasil, desde a Copa do Mundo 2011. Também foi a primeira vez que a competição ficou sem um representante da CONCACAF (Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe) nessa etapa do campeonato.
Timidez e ansiedade podem resumir o confronto. Com a bola rolando, a Jamaica adotou uma postura diferente das outras partidas na competição até aqui: não manteve suas linhas defensivas baixas e compactadas. A seleção caribenha tentou trocar passes e buscou ter a bola para evoluir ao ataque. Do outro lado, a Colômbia pressionou a saída de bola para impedir as tentativas de ligação direta das adversárias.
Até a metade do primeiro tempo, o jogo não teve ritmo e foi marcado por paralisações com faltas e atendimentos médicos, além de diversos erros de passes. Foram poucas chances criadas de ambos os lados, as equipes não conseguiram ser efetivas e mostravam sentir o peso da partida.
No segundo tempo, apenas cinco minutos foram necessários para a Colômbia converter a melhor chance construída. A lateral-esquerda, Ana Guzman, tabelou com Leicy Santos e alçou a bola na área para encontrar Usme sozinha, nas costas da defesa jamaica. A atacante dominou e finalizou na saída da goleira Spencer para abrir o placar, 1 a 0.
Após o gol, as equipes aceleraram e criaram algumas chances, mas sem efeito. Na metade da etapa final, as paralisações voltaram a atrapalhar o andamento do jogo e tentativas claras de gol só foram aparecer nos dez minutos finais, com uma chance para cada lado.
As Cafeteras melhoraram no jogo quando se beneficiaram das inversões de lado, atacando sempre o espaço nas costas da defesa. A Colômbia buscou progredir de pé em pé, trocando passes com calam e acelerando quando recuperava a posse. Depois de abrir o placar, a seleção colombiana foi mais cautelosa e jogou pelos comtra-ataques.
A Jamaica, que jogou uma eliminatória de Copa do Mundo pela primeira vez, não levou tanto perigo a defesa adversária. Por outro lado, conseguiu neutralizar a velocidade que as colombianas vinham apresentando nos outros confrontos. Após o gol, na tentativa de empatar, as jamaicanas priorizaram a posse de bola e o perde-pressiona. No entanto, falharam na aproximação já que o repertório ofensivo insistia em lançar bolas para Shaw, com sua qualidade técnica e física, comandar sozinha o ataque, sem variações.
Catalina Usme ficou com o destaque da partida. A camisa 11 é a maior artilheira da história da Colômbia com 52 gols. Se a seleção colombiana precisou do brilho individual para vencer, ela foi decisiva. Do outro lado, Khadija Shaw tentou como pôde, e carrega um peso semelhante de artilheira, com 55 gols pela Jamaica.
Las Cafeteras voltam à campo pelas quartas de final contra a Inglaterra, no sábado (12), às 7h30 (horário de Brasília). As Colombianas, que já estão na história do país, tentam uma classificação inédita para as semifinais contra uma das seleções candidatas ao título.
Jamaica e Brasil se enfrentaram pela última rodada do Grupo F da Copa do Mundo Feminina, na madrugada desta quarta-feira (02), no Melbourne Rectangular Stadium, na Austrália.
Ansiosa, apática e desconexa, essa foi a seleção brasileira que se apresentou na Copa do Mundo, para a última partida da fase de grupos, que valia a permanência do time na competição.
O Brasil, bem verdade, frequentou o campo de ataque a partida inteira, não tomou sustos. Salvo em raras exceções que o torcedor brasileiro prendia a respiração, em contra-ataques de Khadija Shaw, todos rapidamente rechaçados por Rafaelle e Kathelen, e fizeram uma partida segura.
Mas os elogios acabam por aqui.
A seleção precisava da vitória e sentiu a pressão pelo resultado a cada minuto de jogo. Os 73% de posse de bola e as 11 finalizações a gol não refletem o quão longe o Brasil esteve de abrir o placar contra as jamaicanas.
Foi como vimos no primeiro tempo contra a França, as jogadoras estavam desconexas, como mesmo disse Pia naquela oportunidade.
A sueca deixou muito a desejar na Copa e merece as críticas que vem recebendo. Ela ousou ao começar com a maior de todos os tempos, Marta, para esse jogo. Vale ressaltar que Marta não foi o principal dos problemas da seleção.
Outros erros que Pia cometeu impactam nessa eliminação precoce, como o uso de apenas duas meio-campistas o que fez com que o Brasil perdesse todos os embates no setor, tanto contra França e Jamaica. A insistência em manter Luana, que mesmo na vitória contra o Panamá não havia performado bem como suas companheiras, ou a saída de Bia Zaneratto, que foi um pilar de sustentação contra o Panamá, mas não foi titular nos dois últimos jogos.
A discussão se Sundhage deve ou não continuar à frente da seleção ainda deve ter muito espaço, porém, na Copa, a técnica precisa ser responsabilizada pela eliminação.
O Brasil encerrou sua participação de forma melancólica, sem dar um título para nossa Rainha. Mas é importante não desistirmos da nossa seleção feminina. O trabalho precisa continuar e as outras seleções estão se fortalecendo. Precisamos continuar o nosso processo para que possamos colher os frutos no futuro.