Austrália e Suécia se enfrentaram em partida válida pelo terceiro lugar na Copa do Mundo Feminina, no Suncorp Stadium australiano, no último sábado (19). As suecas saíram vitoriosas com 2 a 0 no placar, sendo os gols marcados por Rolfo e Asllani, atacantes da seleção. Esta é a quarta vez que a Suécia termina com o bronze no torneio mundial, posição conquistada também em 1991, 2011 e 2019, batendo um novo recorde na história da competição.
As australianas também não deixaram de fazer seu marco e pela primeira vez terminam entre as quatro melhores seleções da Copa do Mundo. É a melhor colocação de um país-sede desde a vitória dos Estados Unidos, em 2003, contra o Canadá, que disputava o terceiro lugar no pódio e venceu.
PRIMEIRO TEMPO
A partida começou emocionante e movimentada, já com uma finalização arriscada da Suécia no primeiro minuto, com um quase gol da atacante Blackstenius, defendido pela goleira Arnold, da Austrália. A jogadora sueca, que recebeu a bola roubada no meio de campo, tentou marcar de dentro da área adversária, mas não teve sucesso na primeira tentativa.
Aos 25 minutos de jogo saiu o primeiro gol da Suécia, com Blackstenius derrubada na área adversária. A bola sobrou para Asllani, que cruzou na medida certa para Rolfo cabecear, mas a artilheira mandou no travessão. Após análise do VAR, o pênalti foi marcado e a craque Rolfo inaugurou o placar. Com isso, o jogo ficou mais equilibrado e os minutos finais da primeira etapa tiveram chances de gols para ambos os lados.
As australianas começaram no mesmo ritmo de jogo contra Inglaterra, perdidas e procurando as oportunidades, e só começaram a ganhar velocidade aos 20 minutos, quando investiram nos ataques com bolas rápidas clássicas da seleção. As Matildas conseguiram cinco finalizações arriscadas na área adversária, mas não chegaram a empatar o placar.
Após uma cobrança de escanteio, aos 44 minutos, a bola que saiu da área sueca, voltou em direção ao gol com um chute certeiro da meio-campista australiana Cooney-Cross, que foi defendido por Musovic já na entrada da rede.
A postura que marcou a seleção australiana no primeiro tempo foi a falta de construção das jogadas no meio de campo, sem desenvolver ataques mais seguros, enquanto as suecas procuravam e encontravam formas de adentrar a marcação das Matildas, conquistando finalizações efetivas e fazendo Arnold trabalhar no gol até os 45 minutos.
SEGUNDO TEMPO
O segundo gol da Suécia veio na segunda etapa. No minuto 61, com outra bola roubada no meio de campo por Blackstenius, que já encaixou na área australiana. A camisa 11 passou para Asllani, após a marcação adversária fechar a oportunidade, e a 9 honrou a jogada da parceira, atingindo a meta pela segunda vez, no canto esquerdo da rede.
Do início aos acréscimos, o segundo tempo foi definido por muita marcação australiana sobre as jogadoras suecas. As Matildas entraram desesperadas em campo, buscando ainda mais ataques e posse de bola, chegando a fazer uma finalização arriscada aos 69 minutos, pela camisa 4, Polkinghorne, mas a defesa sueca conseguiu defender a bola já bem perto da linha do gol, e a Austrália termina o jogo sem gols.
As suecas demonstraram suas habilidades em construir as oportunidades no meio de campo, que resultaram em ataques em equipe. Na maior parte das investidas na área adversária, as jogadas se reuniam próximas ao gol e não deixavam a bola voltar para o meio de campo ou perdiam a posse. A destreza rendeu os dois gols de vitória para a Suécia.
Já as australianas, apesar dos ataques certeiros e a agilidade para adentrar a área sueca, tiveram dificuldades de encontrar outras formas de mudar o placar, mesmo vendo a zaga adversária trabalhando a todo vapor, junto a Musovic.
Imagem de capa: Suecas comemoram a vitória e conquista do terceiro lugar no pódio da Copa do Mundo Feminina / Reprodução UOL
A Inglaterra enfrentou a Austrália na última quarta-feira (16), pelas semifinais da Copa do mundo Feminina FIFA 2023. A partida aconteceu no Accor Stadium, na Austrália, para um público de 75.784 pessoas.
Duas equipes extremamente fortes, de um lado Sarina Wiegman e sua maestria tática, do outro Sam Kerr e sua habilidade única. A batalha entre as donas da casa e as favoritas ao título marcou um confronto acirrado. Na última partida, as inglesas passaram pela seleção colombiana após um confronto equilibrado, que foi decidido nos detalhes. Já as australianas vieram de um jogo muito parelho com as francesas, que só foi decidido nas penalidades.
Mesmo com projeções diferentes, as duas equipes entraram em campo com retrospectos parecidos e com suas características bem estabelecidas; a posse de bola e o jogo ofensivo equiparavam as filosofias das duas seleções.
No início da primeira etapa, aos oito minutos, Grenwood lançou a bola para Stanwey, que ficou de cara com a meta australiana, mas, na hora do chute, a goleira Arnold realizou uma bela defesa. A resposta da Australia veio aos 29 minutos, com um bom chute da Raso, que acabou sendo desviado para a linha de fundo. Durante os primeiros 30 minutos, as Leoas pressionaram e as Matildas responderam com contra-ataques fulminantes. Porém, aos 36 minutos, após uma boa jogada pela ponta, Ella Toone chutou de trivela no ângulo e marcou o primeiro gol das comandadas de Sarina.
Depois do gol, as inglesas até tentaram ampliar, mas não conseguiram concluir lances de perigo.
O início da segunda etapa foi dominado pelos ataques rápidos das Matildas, que aos 63 minutos, em um chute de fora da área de Sam Kerr, empataram a partida. A alegria durou pouco porque, menos de dez minutos depois, após um erro da zaga australiana, Lauren Hemp aproveitou e desempatou o confronto.
Mesmo com a desvantagem, as donas da casa continuaram as investidas ofensivas, enquanto as Leoas tentavam segurar o resultado.
A disputa seguiu com a dinâmica de ataque australiano e defesa inglesa, e o gol de empate da seleção australiana quase saiu aos 82 em um chute cruzado de Vine, mas Earps fez uma belíssima defesa para impedir o empate. Aos 85, Alessia Russo matou o jogo com um belo chute cruzado, balançando a rede adversária. As Matildas não tiveram como reagir, e o jogo terminou com a vitória inglesa.
Com uma campanha histórica, alcançando a primeira semifinal na história da seleção, as australianas se despedem da competição. Desde o início, as Matildas sofreram com a falta da estrela de Sam Kerr, mesmo assim conseguiram impressionar e orgulhar seu país, que acompanhou de perto e com orgulho o time nacional.
Do outro lado, as Leoas continuaram invictas, jogando um futebol ofensivo e versátil. Apesar de uma campanha, em alguns momentos, abaixo do esperado, as inglesas mostraram o porquê de serem as campeãs da Europa e favoritas ao título da Copa do Mundo feminina de 2023. Sarina Wiegman, Greenwood, Russo, Bronze e Stanwey se destacaram até aqui. A técnica demonstra a cada partida o motivo pelo qual é considerada a melhor treinadora do mundo, pela FIFA.
Austrália e França se enfrentaram em confronto válido pelas quartas de final da Copa do Mundo Feminina de 2023, no último sábado (12), no Brisbane Stadium. O empate em 0 a 0 persistiu até o fim da prorrogação e a vaga na próxima fase do mundial foi definida nos pênaltis. As australianas levaram a melhor, classificaram-se às semifinais e estão a duas vitórias do título.
É a primeira vez que as Matildas passam para a fase, chegando apenas às quartas de final nos anos de 2007, 2011 e 2015, e às oitavas em 2019. Esta é também a primeira vez que as australianas passam de uma cobrança de pênaltis em torneios mundiais e é a terceira seleção a avançar para as semifinais da Confederação Asiática de Futebol (AFC), depois da China e Japão. Por outro lado, as francesas caem pela terceira vez seguida nas quartas de final, chegando às semifinais apenas uma vez, em 2011.
PRIMEIRO TEMPO
Aos sete minutos de jogo, a defesa das donas da casa entregou uma bola de graça para Diani. A camisa 11 da França partiu em direção à área, efetuou a finalização para fora, mas levou muito perigo ao gol defendido por Mackenzie Arnold.
Quatro minutos após o primeiro susto, as francesas chegaram novamente e por pouco não abriram o placar. A seleção europeia teve um escanteio a seu favor pelo lado direito de seu campo de ataque. A bola levantada na área sobrou nos pés da atacante Le Sommer, que arriscou do jeito que deu. Lakrar estava na trajetória do lance e viu a oportunidade de apenas empurrar para dentro e “correr para o abraço”, mas a camisa 2 errou na pontaria e desperdiçou a chance.
Já as australianas começaram a partida perdidas, sem conseguir construir grandes oportunidades. Até os 40 minutos de jogo, quando a atacante australiana Mary Fowler tentou o gol num espaço encontrado do lado esquerdo das redes francesas, após receber uma bola salva por Van Egmond, que iria para os pés da defesa adversária. A investida foi impedida pela zagueira da França, De Almeida, salvando o gol sem goleira, que fez uma saída errada.
SEGUNDO TEMPO
A juíza autorizou o início do segundo tempo e a Austrália voltou mais agressiva, tanto que na etapa final a França pouco chegou à área adversária, por causa da pressão. A seleção treinada por Hervé Renard teve de ficar no campo de defesa para não sofrer o gol.
As australianas perceberam que seria impossível adentrar a defesa francesa com passes longos e duelos “mana a mana” usados nas partidas anteriores e começaram a encurtar as distâncias entre as jogadoras.
A primeira investida que levantou o público foi aos 49 minutos, após um recuo de jogada da França. Com um lançamento de bola de volta para o campo da goleira adversária, Fowler dominou a bola e tentou marcar o gol de dentro da área francesa, mas errou por pouco e a bola saiu pelo lado esquerdo da rede. Com uma marcação pesada de quatro adversárias, a atacante não conseguiu redirecionar a jogada para a camisa 9, Foord, que estava próxima e poderia ter finalizado.
No minuto 55, as Matildas enlouqueceram a torcida novamente, pouquíssimos segundos após Sam Kerr substituir Van Egmond. A artilheira roubou a bola no meio de campo e começou os passes para o seu time, que em um chute cruzado próximo a área francesa, a meio-campista Raso recebeu e lançou uma bola aérea, que por pouco não encaixou no lado direito do gol.
Este segundo tempo foi definido por muita pressão das australianas, que não dominaram a posse de bola (51% a 49%), mas mudaram sua postura de início e passaram a ser mais ofensivas, fazendo passes inteligentes para conseguir adentrar a defesa adversária. Sem deixar a marcação francesa respirar, as Matildas sustentaram a estratégia de jogadas rápidas, que as renderam mais finalizações (15 a 11) e chances altas de abrirem o placar, mesmo que sem sucesso.
PRORROGAÇÃO
A prorrogação foi marcada pela França tentando retomar o domínio da partida. As jogadoras entraram mais habilidosas no campo, investindo também nas ofensivas para tentar acompanhar o ritmo acelerado do jogo, marcar o gol de classificação e deixar de depender tanto da defesa.
Aos 9 minutos de prorrogação, em uma cobrança de escanteio após a bola sair pela linha de meta, a meio-campista Alanna Kennedy fez um gol contra para a França, tentando defender a bola com um cabeceio. Mas a marcação foi impedida por uma falta cometida pela defensora francesa Renard, após empurrar a atacante australiana Foord, durante a cobrança.
PÊNALTIS
Depois de outras quatro finalizações da França no segundo tempo de prorrogação e mais quatro minutos de acréscimo, a solução da partida, que continuava de 0 a 0, foram os pênaltis. Chegando nos alternados, a Austrália conseguiu a vitória após dois erros seguidos das francesas, com a última cobrança australiana feita pela lateral-direita Cortnee Vine.
A Austrália começou a partida perdida, sem saber construir as jogadas, com passes muito longos no meio de campo e perdendo a bola com rapidez para a marcação francesa. Mas assim como no jogo contra a Dinamarca, o time manteve a sua postura de se recuperar rápido dos desafios e mudou as estratégias ofensivas, aproximando mais as jogadoras e fazendo passes mais rápidos, para conseguir adentrar a defesa adversária e fazer história para a seleção.
Já as francesas começaram com o domínio da partida e logo garantiram a posse de bola, entretanto, com a mudança de estratégia da Austrália, o time não soube se reorganizar e começaram a ter perdas de passe no meio do campo e investir numa defensiva mais forte para suportar os contra-ataques das adversárias. A seleção que entrou em campo com expectativa alta de derrotar as donas de casa, não entregou o esperado até as prorrogações, quando voltou à sua postura mais ofensiva, mas não foi suficiente.
Imagem da capa: Australianas comemorando vitória / Reprodução UOL
Começo de temporada
Após muita espera, a Premier League, considerado o melhor campeonato nacional do mundo, está de volta. Na última sexta-feira (11), uma partida entre Burnley e Manchester City, campeões da Championship (2ª divisão inglesa) e Premier League 22/23, abriu a primeira rodada da competição.
O jogo contou com a vitória do City por 3X0, com 2 gols de Haaland, que promete brigar pela artilharia, assim como em sua primeira temporada pelo clube – em que foi o artilheiro, com 36 gols. Rodrigo também marcou.
Além da vitória contundente, o time do espanhol Pep Guardiola teve uma atuação surpreendente, mostrando que o time ainda não perdeu o gás da temporada passada e é o grande favorito a conquistar a 4ª Premier League seguida.
Porém, nem tudo são flores para os Citizens, ainda no primeiro tempo, Kevin De Bruyne saiu machucado, preocupando a torcida do time. O jogador estava voltando de uma outra lesão, sofrida na final da Champions League.
No outro lado, temos o Burnley, que está de volta à Premier League após um ano na Championship. O time comandado pelo belga Vincent Kompany mostrou um jogo interessante, capaz de brigar pela permanência na 1ª divisão inglesa.
Candidatos ao título
Além do City, o Arsenal, outro grande candidato ao título, estreou com vitória contra a equipe do Nottingham Forest por um placar de 2x1. O time de Mikel Arteta não foi espetácular igual seu principal concorrente, mas mostrou que ainda vai manter a garra da temporada passada.
Do lado dos Gunners, os gols da partida saíram dos pés de Edward Nketiah, que está substituindo Gabriel Jesus, e Bukayo Saka, em um golaço de fora da área. Awoniyi marcou pela equipe dos Reds.
Mesmo não sendo um resultado impressionante, a equipe do Arsenal mostra que com as suas novas contratações, podem desafiar o time de Guardiola, principalmente com a vinda do volante Declan Rice, do West Ham, que mal chegou e já assumiu a titularidade da equipe.
Outro forte candidato ao título é o Newcastle, que terminou a temporada passada na 4ª posição e mostrou o melhor futebol até aqui. O time ganhou de 5x1 do Aston Villa, mostrando que Eddie Howe vai poder evoluir ainda mais seu trabalho, que já era muito bom na Premier League anterior.
A partida contou com gols dos estreantes Harvey Barnes e Sandro Tonali, dois de Alexander Isak e um de Callum Wilson. Apesar do placar elástico, o Villa teve uma grata surpresa, com o gol do novo reforço do time, Moussa Diaby.
O jogo mais esperado dessa rodada também mostrou que os dois times podem ser fortes candidatos ao título. Liverpool e Chelsea cumpriram a promessa de ser um dos melhores jogos da rodada, mesmo com um singelo placar de 1x1.
Os gols saíram dos pés de Disasi pelo lado dos Blues, e de Luís Diaz pelo lado dos The Reds. A partida ainda contou com um gol anulado para cada lado.
Os dois times mostraram o porquê de serem capazes de competir com City, Arsenal e Newcastle. Com um futebol divertido de assistir, em que ambos buscaram o ataque e mostrando que suas contatações para a temporada foram importantes. O destaque está com o Chelsea, com uma boa partida de Axel Disasi e do jovem atacante Nicolas Jackson.
Gratas surpresas
O Brighton continuou no ritmo do último campeonato, em que mostrava jogos convincentes e muito vistosos, o que agradou grande parte do público na Premier League 22/23, e foi fundamental para garantir uma vaga na disputa da Europa League.
O time ganhou por 4x1 da equipe recém promovida para a 1ª divisão, o Luton Town. O vencedor dominou completamente o adversário, e chegou ao final do jogo com 71% de posse de bola, chutando 27 vezes em direção ao gol.
Os gols da partida foram do brasileiro João Pedro, em sua estreia, Evan Ferguson, Simon Adigra e Solomon March pelo lado do Brighton, e Carlton Morris pelo Luton Town.
Mesmo com a saída de Alexis Mac Allister e Moisés Caicedo, dois pilares da equipe, o Brighton de Roberto De Zerbi ainda continua com um futebol vistoso e interessante de assistir, se tornando um time para ficar de olho ao decorrer da competição.
Além do clássico entre Chelsea e Liverpool, a primeira rodada teve um clássico londrino: Brentford X Tottenham. Em uma partida muito disputada, com muitas chances para os dois lados, que terminou em 2x2.
Os gols foram marcados por Bryan Mbeumo, de pênalti, e Yoane Wissa, pelo lado dos Bees, pelo lado dos Spurs Cristian Romero e Emerson Royal balançaram as redes. Porém, o que mais chamou a atenção na partida foi a total mudança de estilo de jogo do time do Tottenham em comparação a temporadas passadas, em que a equipe era mais reativa e agora, com o comando de Ange Postecoglou, se tornou um time mais proativo e que propõe o jogo a todo momento. Mesmo com a saída de Harry Kane, grande estrela da historia do clube, o estilo mostrado na pré-temporada se mantém.
Outro destaque no jogo, foi a grande atuação de James Maddison, contratado nesta temporada para o time dos Coys, que anotou duas assistências, e mostra que pode ser um sucessor da camisa 10 do time.
A rodada acabou nesta segunda-feira (14), com uma partida entre Manchester United e Wolverhampton, que acabou com a vitória por 1X0 para o time da casa. O jogo foi bem movimentados e com chances de gol para os dois lados. A genialidade de Bruno Fernandes acabou sendo o diferencial, achando um passe por cobertura para Wan-Bissaka, que cruzou para o meio da área do Wolves, onde Raphael Varane marcou de cabeça.
Entretanto, o time vencedor não foi o que chamou mais atenção, mas sim o Wolves, que teve uma semana complicada, com o pedido de demissão do técnico Julen Lopetegui e a contratação de Gary’ o Neil às pressas. O time mostrou um bom jogo, em que assustou o time de Manchester.
Outros jogos
O Fulham ganhou do Everton por 1X0 fora de casa, porém com o placar enganoso, já que o time de Liverpool jogava melhor quando o gol de Decordova-Reid foi marcado. Os Toffes tiveram 19 finalizações, sendo 9 no gol, que não foram convertidas e em um lance de contra-ataque, o time londrino marcou o único gol da partida.
Já o Crystal Palace também ganhou de 1X0 fora de casa contra o Sheffield que ficou em segundo lugar na Championship da temporada passada e conseguiu o acesso à 1ª divisão do futebol inglês. A partida acabou sendo unilateral, pois os Eagles dominaram a todo o tempo até o gol marcado por Odsonne Edouard, aos 4 minutos do segundo tempo.
Por último tivemos a partida disputada por Bournemouth e West Ham, que acabou em um empate por 1X1. Em um confronto equilibrado, em que no primeiro tempo e início do segundo, houve domínio dos Hammers, o que resultou no gol de Jarrod Bowen, aos 51 minutos. O Cherries dominaram o resto da segunda etapa, chegando ao gol no minuto 37.
Resultados
Burnley 0 X 3 Manchester City
Arsenal 2 X 1 Nottingham Forest
AFC Bournemouth 1 X 1 West Ham
Brighton & Hove Albion FC 4 X 1 Luton Town
Everton 0 X 1 Fulham FC
Sheffield United FC 0 X 1 Crystal Palace
Newcastle 5 X 1 Aston Villa
Brentford FC 2 x 2 Tottenham
Chelsea 1 X 1 Liverpool
Manchester United 1 X 0 Wolverhampton Wanderers
Nesta sexta-feira (18), na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) no Rio de Janeiro, o técnico Fernando Diniz fez sua primeira convocação como treinador da Seleção Brasileira. Os atletas foram relacionados para os confrontos contra a Bolívia, em Belém, dia 8 de setembro, e o Peru, em Lima, dia 12 de setembro, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
A lista conta com jogadores de diversas ligas, do campeonato brasileiro até o campeonato árabe. Do campeonato brasileiro, o técnico convocou quatro jogadores: Bento, do Athletico, Nino e André, do Fluminense, e Raphael Veiga, do Palmeiras. Fora do núcleo europeu, foram convocados Neymar e Ibañez, do Al-Hilal.
O treinador justificou posteriormente o motivo de não ter convocado nenhum jogador do Botafogo, líder do campeonato brasileiro com a melhor campanha de primeiro turno da história dos pontos corridos. “Obviamente, o Botafogo tem muito mérito de estar onde está. Olhar o Botafogo, a gente olhou. Mas não quer dizer que temos que convocar algum jogador porque o time é o primeiro colocado no campeonato”. Disse o técnico, que depois afirmou que seus critérios de avaliação não passam pela colocação dos clubes na tabela do Brasileirão.
Confira a lista de convocados:
Goleiros:
Alisson (Liverpool- ING)
Bento (Athletico Paranaense- BRA)
Ederson (Manchester City- ING)
Laterais:
Danilo (Juventus- IT)
Vanderson (Monaco- FRA)
Caio Henrique (Monaco- FRA)
Renan Lodi (Marselha- FRA)
Zagueiros:
Ibañez (Al-Ahli- ARA)
Gabriel Magalhães (Arsenal- ING)
Marquinhos (Paris Saint-Germain- FRA)
Nino (Fluminense- BRA)
Meio-campistas:
André (Fluminense- BRA)
Bruno Guimarães (Newcastle- ING)
Casemiro (Manchester United- ING)
Joelinton (Newcastle- ING)
Raphael Veiga (Palmeiras- BRA)
Atacantes:
Antony (Manchester United- ING)
Gabriel Martinelli (Arsenal- ING)
Matheus Cunha (Wolverhampton- ING)
Neymar (Al-Hilal- ARA)
Richarlison (Tottenham- ING)
Rodrygo (Real Madrid- ESP)
Vinicius Jr (Real Madrid- ESP)
O contrato de Diniz está previsto para seguir até o meio do ano de 2024, enquanto a CBF aguarda a chegada de Carlo Ancelotti, atual técnico do Real Madrid. De acordo com o presidente da confederação, Ednaldo Rodrigues, está nos planos que Ancelotti esteja atuando no cargo na Copa América de 2024, que será realizada nos Estados Unidos.
Durante a coletiva, Diniz foi perguntado sobre o motivo do jogador Lucas Paquetá ter ficado de fora da lista e confirmou que pretendia convocar o meia, mas por motivos de preservação optou por retirar o nome da lista. “O Paquetá estava na lista, é um jogador que eu gosto muito. É um momento de preservar. Para ele resolver essas questões, deixar à vontade para resolver”, disse o treinador.
Federação Inglesa investiga Paquetá
Lucas Paquetá vestindo a camisa do West Ham United. Foto: Reprodução/ESPN
Poucas horas antes da convocação, foi noticiado que a Federação Inglesa de Futebol (FA) abriu investigação contra o meia Lucas Paquetá por violações de apostas esportivas. Lucas, atual jogador do West Ham, teve sua negociação com o Manchester City paralisada como consequência, de acordo com o jornal inglês Daily Mail.
A sua participação em apostas está sendo investigada devido a nomes relacionados ao jogador terem sido descobertos em contas vinculadas a casas de apostas. Algumas das apostas em questão foram feitas em jogos em que Paquetá entrou em campo.