O final de semana da Fórmula 1 no Japão acabou. A próxima parada do GP é no Qatar dia 8 de outubro. Esse final de semana trouxe resultados esperados, como a vitória de Verstappen, mas também surpresas, como a dupla da McLaren no pódio.
Sediada no Reino Unido, e criada pelo piloto neozelandês Bruce McLaren, o time com cor de papaya foi criado em 1964, e estreou na Fórmula 1 em 1966. Possuem na sua história 8 campeonatos mundiais, sendo o mais recente de 2008 com Lewis Hamilton. Mesmo a equipe não conquistando um bom resultado nos últimos anos, a sua volta para a disputa principal,ultimamente está entre Red Bull,Mercedes e Ferrari, parece estar cada vez mais perto.
Com a mais nova contratação do piloto Oscar Piastri, estreante na Fórmula 1, que já entrega bons resultados, como seu primeiro pódio na categoria, conquistado no circuito em Suzuka. Em entrevista pós corrida, o piloto comentou “Não são muitas as pessoas no mundo que têm essa oportunidade (de conquistar um pódio na F1) na vida toda, e eu consegui na minha primeira temporada”
Seu companheiro de equipe, Lando Norris, está muito confiante com o time, e com sua dupla. Após a corrida, o piloto afirmou: “O progresso que fizemos é excepcional. Como eu disse, estou orgulhoso do time, e dos passos na direção certa que estamos fazendo todo final de semana.”
A McLaren está atrás da quarta posição na competição de construtores, que atualmente está com a Aston Martin, graças aos resultados do bicampeão mundial Fernando Alonso. Em comparação, seu companheiro de equipe Lance Stroll não está satisfazendo as expectativas da equipe.
Além da grande conquista da McLaren, nesta etapa a Red Bull conquistou antecipadamente o segundo título consecutivo de construtores. Com motores de origem japonesa, fornecidos pela Honda, o título se torna mais especial para a equipe , e para a empresa fornecedora. O prêmio foi assegurado quando Verstappen ficou um ponto acima da Mercedes, e não deixou que a Ferrari recuperasse 24 pontos.
Com sua sexta vitória nessa categoria, Red Bull Racing lidera o campeonato. Na próxima corrida, o time já vai começar ansioso, pois se Verstappen garantir 3 pontos no Sprint de qualificação, ele já garante seu próximo título como campeão mundial.
Depois do surpreendente GP de Singapura, a corrida no Japão – que aconteceu no último domingo (24) – teve um final previsível, e ultrapassagens pouco surpreendentes. Max Verstappen largou da pole e conquistou mais uma vitória no campeonato de 2023, ajudando a Red Bull a vencer o Campeonato de Construtores pela sexta vez na história.
A surpresa da etapa, ficou por conta da McLaren, que conseguir apresentar consistência e melhoras desde o início da temporada. Em Suzuka, Lando Norris e Oscar Piastri subiram ao pódio – o estreante, pela primeira vez na carreira – na segunda e terceira colocação, respectivamente.
Norris, Horner, Verstappen e Piastri subiram no pódio em Suzuka - Foto: Issei Kato/Reuters
Piastri iniciou a corrida na primeira fila ao lado de Verstappen, e apesar de tentar a ultrapassagem em cima do bicampeão mundial na primeira curva, seguiu na segunda colocação. Enquanto a briga nas primeiras posições foi intensa, Logan Sargeant (Williams) enfrentou problemas depois de largar do pitlane, por não conseguir se classificar no sábado (23).
Outro piloto que teve um final de semana complicado foi Sergio Pérez (Red Bull), apesar do carro dominante, o mexicano teve um desempenho abaixo da média. Ele precisou abandonar a competição depois de bater duas vezes e acabar com o estoque de asas dianteiras reservas. Perez ainda tomou duas punições de cinco segundos durante o GP, e causou polêmica depois de voltar à pista para cumpri-las, mesmo depois de passar algumas voltas dentro da garagem da equipe.
Lewis Hamilton e George Russell, da Mercedes, protagonizaram uma batalha pela sétima colocação durante a corrida, e o mais jovem não teve problemas em desafiar o heptacampeão mundial. Os companheiros de equipe terminaram a corrida em quinto e sétimo, respectivamente.
Na volta 23, Lance Stroll (Aston Martin), se juntou ao grupo de pilotos que precisou abandonar a corrida antes do fim. Com problemas na asa traseira, a equipe britânica decidiu retirar o AMR23 da pista. Vale destacar a diferença na pontuação, e consequentemente da performance, do canadense em relação ao seu companheiro de equipe – Fernando Alonso está 123 pontos na frente na temporada atual.
Em contrapartida, Liam Lawson tem se mostrado eficiente da AlphaTauri, ao substituir Daniel Ricciardo, enquanto o australiano se recupera de uma fratura no metacarpo. O jovem é uma promessa da academia de pilotos da Red Bull, e foi anunciado, neste final de semana, como piloto reserva das duas equipes para o ano de 2024. O rookie, apesar de ter lutado por pontos durante a corrida em Suzuka, terminou em 11º lugar.
Piastri no seu primeiro pódio da carreira, depois de largar da primeira fila - Foto: Reprodução/Getty Images
Outro jovem piloto que conquistou seu espaço, foi Oscar Piastri, na McLaren. Desde o fim das férias de verão vem mostrando consistência, e no último final de semana conquistou seu primeiro pódio na carreira. Piastri foi campeão da Eurocopa de Fórmula Renault em 2019, da Fórmula 3 em 2020 e da Fórmula 2 em 2021. Em 2022, o australiano de 22 anos era piloto de testes da Alpine.
A Fórmula 1 tem uma pausa de um final de semana, e retorna no dia 6 de outubro, para a etapa no Catar – com a quarta Sprint Race da temporada.
No último sábado (22), a classificação em Suzuka garantiu mais uma pole position para o bicampeão Max Verstappen (Red Bull), mesmo após a etapa de Singapura, que havia deixado dúvidas em relação a performance da equipe austríaca. No entanto, os treinos livres da sexta-feira apontavam um cenário positivo para a Red Bull.
No TL3, Verstappen foi o mais rápido, seguido por Lando Norris e Oscar Piastri, dupla da McLaren. Seu companheiro de equipe, Sérgio Pérez foi o quarto.
Q1: A batida de Liam Lawson
Durante a primeira etapa do classificatório, Verstappen estabeleceu o melhor tempo já na metade da sessão. Na mesma rodada de voltas rápidas, o piloto novato da AlphaTauri, Liam Lawson, bateu na entrada da reta principal, e provocou uma bandeira vermelha, que durou cerca de 10 minutos.
Com a pista liberada, os pilotos partiram para a pista para tentar melhor seus tempos de volta e tiveram muitos problemas de tráfego. Os cinco eliminados do Q1 foram Valtteri Bottas e Guanyu Zhou (Alfa Romeo), Lance Stroll (Aston Martin), Nico Hülkenberg (Haas) e Logan Sargeant (Williams).
Q2: Leclerc mais rápido
Na segunda parte da sessão, Charles Leclerc surpreendeu e foi o mais rápido, com Verstappen logo atrás, com uma diferença mínima. Pérez também teve um tempo parecido com os dois primeiros colocados.
Na zona de eliminação e durante a última chance de voltas rápidas da etapa, Fernando Alonso e Lando Norris levaram a melhor. Liam Lawson (AlphaTauri), os franceses Pierre Gasly e Esteban Ocon (Alpine), Alexander Albon (Williams) e Kevin Magnussen não avançaram para o Q3.
Q3: Verstappen e Piastri dividem a primeira fila
A última parte da sessão foi dominada pelo holandês. Logo de cara, Verstappen marcou o tempo a ser alcançado, que só foi superado pelo próprio, em sua segunda tentativa. Com a pole em Suzuka, Max Verstappen marcou a sua nona na temporada, e vigésima nona na carreira.
Para completar a primeira fila, Oscar Piastri, da McLaren, largou ao lado do atual líder do campeonato. Seguidos por Norris, que largou em terceiro. O grid foi completo por Leclerc, Pérez, Carlos Sainz (Ferrari), Lewis Hamilton e George Russell (Mercedes), Yuki Tsunoda (AlphaTauri) e Alonso.
Após dois jogos consistentes, o clube conquistou o título pela primeira vez em sua história. A partida que sagrou o novo campeão aconteceu no Estádio do Morumbi, em São Paulo, neste domingo (24).
O Tricolor Paulista ingressou já na terceira fase da competição, jogando contra o Ituano em um empate, que foi revertido no jogo da volta. Nas oitavas, a equipe enfrentou o Sport, vencendo por 2 a 0 em Recife e passando nos pênaltis em casa, após uma derrota de 3 a 1 para o clube pernambucano.
Nas fases seguintes eliminou seus dois maiores rivais de forma consecutiva. Bateu o Palmeiras nos dois jogos válidos pelas quartas e carimbou sua vaga na final, vencendo o Corinthians depois de uma derrota fora de casa que foi revertida no segundo jogo.
Jogo de Ida
No último dia 17, Flamengo e São Paulo protagonizaram um confronto disputado no Maracanã. Os primeiros 45 minutos foram marcados por uma forte pressão da equipe paulista. O time de Dorival Júnior comandou o meio campo e contava com boas chegadas ao ataque. As melhores chances aconteciam pelo lado esquerdo e de lá, no final da primeira etapa, saiu o cruzamento de Rodrigo Nestor para Calleri cabecear e garantir a vantagem no placar.
O time do Flamengo não chegou a finalizar o gol defendido por Rafael no primeiro tempo. O meio campo Rubro Negro apresentava desorganização e no ataque, lidavam com a boa marcação do São Paulo e a falta de produtividade de seus atacantes. O técnico argentino Jorge Sampaoli, que vive momento turbulento na equipe carioca, saiu da área técnica antes mesmo do apito final.
Na segunda etapa, o Flamengo mudou sua postura e passou a pressionar no ataque, mas não surtiu efeito, mesmo com a entrada de Everton Ribeiro. Já o São Paulo, optou por se manter mais defensivo, pois o cansaço e a parte física já estavam sendo sentidos naquela altura do jogo. O placar não se modificou e a equipe paulista trouxe a vantagem para sua casa.
Apesar da grande festa feita pelos mais de 67 mil presentes nas arquibancadas, alguns torcedores do time da Gávea saíram minutos antes do fim da partida. Houve também muito protesto em relação ao preço dos ingressos, a atuação do time e ao técnico Sampaoli, que foi flagrado após o fim do jogo chutando uma grade de proteção do túnel que leva aos vestiários do Maracanã.
Jogo de Volta
A partida decisiva aconteceu em uma tarde ensolarada e com muita festa dos torcedores, no Estádio do Morumbi. A equipe paulista repetiu a escalação que foi a campo no primeiro jogo com a intenção de reprisar a boa atuação.
Com a volta do uruguaio Arrascaeta, que vinha de lesão, e Gabigol no banco, o Flamengo de Jorge Sampaoli entrou em campo com um time mais equilibrado comparado com o jogo anterior, visando mais controle no meio de campo. Outras novidades foram Thiago Maia entre os titulares e Gerson atuando pela direita.
A partida começou agitada e com o Flamengo indo para cima. Aos 30 segundos do primeiro tempo, Pedro teve a primeira grande chance, mas parou no goleiro Rafael. O São Paulo ainda viu Arboleda sentir uma lesão na coxa aos 6 minutos e foi substituído por Diego Costa. A pressão do time carioca permaneceu e Gerson teve boa chance, mas parou novamente no goleiro São Paulino.
Depois dos 20 primeiros minutos, o ritmo intenso dos visitantes diminuiu devido ao calor da capital paulista. Logo após a parada técnica para hidratação, o Tricolor apresentou melhora e chegou mais vezes ao ataque com Wellington Rato de fora da área e Lucas Moura, ao tentar um gol de voleio.
O Fla respondeu com Pedro, também de fora da área, mas depois de seguir pressionando, o Rubro Negro abriu o marcador: Pedro lançou para Pulgar, que chutou cruzado. Rafael desviou a bola, que bateu na trave e encontrou o joelho de Bruno Henrique, que levava, até aquele momento, a partida para os pênaltis. Nos acréscimos da primeira etapa, após o goleiro Rossi rebater uma falta cobrada por Wellington Rato, Rodrigo Nestor pegou a sobra e acertou lindo chute para empatar a partida.
No segundo tempo, o Flamengo voltou com uma postura mais ofensiva e quase consegue seu segundo gol depois de chute de fora da área de Fabrício Bruno, aos 3 minutos, pegando o rebote do goleiro. O São Paulo deixou o tempo passar, impondo sua velocidade no jogo quando necessário e trabalhando a bola na defesa para criar suas jogadas.
Sampaoli fez alterações somente aos 20 minutos, colocando o time mais pra frente com as entradas de Luiz Araújo, no lugar de Thiago Maia e dez minutos depois Gabigol substituiu Pedro no ataque. Dorival também reforçou seu meio campo com a entrada de Gabriel Neves e a lateral esquerda, com a saída de Caio Paulista, por um desconforto, dando lugar a Wellington.
Mesmo com as alterações, a equipe da Gávea não criou tantas chances e nem pressionou a equipe da casa. Ainda deu tempo de Ayrton Lucas sair da esquerda, cortar para dentro e tentar a última chance para o Flamengo, mas contou com mais uma defesa segura do goleiro adversário.
Com final meio turbulento, princípio de briga e a expulsão do volante Tricolor Gabriel Neves, o árbitro da partida apitou pela última vez e os torcedores presentes nas arquibancadas puderam comemorar pela primeira vez o título da Copa do Brasil.
Retrospecto da equipe na competição
O Tricolor chegou a disputar a final do ano de 2000, mas perdeu para o Cruzeiro. O time chegou em cinco semifinais e foi eliminado uma vez na terceira fase e duas vezes na quarta fase. Por 11 oportunidades o time não disputou o campeonato.
O São Paulo torna-se a 17.ª equipe do país a conquistar uma Copa do Brasil. O Cruzeiro e o Grêmio estão no topo do ranking. A Raposa de Minas esbanja seis taças da competição, enquanto o Tricolor Gaúcho tem cinco.
Palmeiras e Flamengo estão empatados com quatro títulos cada, o Corinthians vem logo em seguida com três e o Atlético-MG venceu a disputa por duas vezes. Já o Athletico-PR, Criciúma, Fluminense, Internacional, Juventude, Paulista de Jundiaí, Santo André, Santos, Sport e agora o São Paulo, sagraram-se vitoriosos uma vez cada um.
No último dia 10, foi revelado que Luis Rubiales renunciou ao seu cargo de presidente da Federação Espanhola de Futebol (RFEF). Ele divulgou em suas redes sociais uma carta aberta ao público, que apontava os motivos.
Na cerimônia de premiação da copa, Rubiales ao cumprimentar Jenni Hermoso, deu-lhe um beijo forçado sem seu consentimento. Horas mais tarde, em live no Instagram, a jogadora afirmou que não gostou do que aconteceu e disse que não havia nada que ela pudesse fazer no momento.
Jenni Hermoso prestou queixa formal pessoalmente na sede do Ministério Público de Madrid. A jogadora tinha um prazo de 15 dias para formalizar a queixa. Além dessa acusação criminal, o ex-presidente está sob investigação por má conduta grave pelo tribunal esportivo espanhol.
“Quero esclarecer que em momento algum consenti o beijo que ele me deu, e em momento algum tentei levantar o presidente. Não tolero que se coloque em dúvida a minha palavra, muito menos que inventem palavras que eu teria dito”, comenta Hermoso
O Ministério Público acatou o depoimento, oficializando a denúncia à Audiência Nacional, no dia 28/08. Ele pode pegar até quatro anos de prisão caso seja julgado via penal. Rubiales está sendo julgado pelos crimes de agressão sexual e coerção contra Jennifer Hermoso. A jogadora afirma ter sofrido, além de seus familiares, pressão do dirigente para que “justifique e aprove o que aconteceu”. Estas denúncias fazem com que o Supremo Tribunal comece a investigação, juntando provas que futuramente servirá para possíveis acusações.
Nesta sexta (15/09), Rubiales compareceu ao Tribunal Nacional de Madrid acompanhado de sua advogada, Olga Tubau, para depor como réu. Apesar de negar as acusações, os promotores do caso pedem que Rubiales compareça pelo menos duas vezes por mês.
Além disso, o réu deve permanecer 500 metros longe de Jenni Hermoso e está proibido de estabelecer qualquer tipo de contato com a jogadora. Veio à tona que Rubiales teve que vender seu apartamento luxuoso para lidar com as despesas legais e a pensão para sua ex-mulher e suas três filhas.
Em Assembleia-Geral Extraordinária, 25/08, Rubiales anunciou que não irá renunciar ao cargo, permanecendo como presidente até o final do mandato em 2024 e que o beijo foi consentido e mútuo, se desculpando apenas pelos gestos obscenos nas tribunas. “Me disseram que o melhor é que renunciasse. Tem que haver um motivo para te tirarem de um lugar. Um selinho consentido é para me tirar daqui? Quem me conhece sabe que iremos até o fim. Espero que a lei seja cumprida” diz Rubiales.
Logo depois de seu pronunciamento, jogadoras e jogadores da seleção espanhola se manifestaram em suas redes sociais.
Pronunciamento dos atletas :
Esto es inaceptable. Se acabó. Contigo compañera @Jennihermoso
— Alexia Putellas (@alexiaputellas) August 25, 2023
“Isso é inadmissível. Acabou. Estou contigo, companheira Jenni Hermoso”
Tendríamos que estar estos 5 días hablando de nuestras chicas! De la alegría que nos dieron a todos! De presumir de un título que no teníamos en el fútbol femenino pero…
— Iker Casillas (@IkerCasillas) August 25, 2023
“Vergonha alheia. Teríamos que estar esses cinco dias falando de nossas meninas! Da alegria que elas deram a todo mundo! De celebrar um título que não tínhamos no futebol feminino, mas…”
Hay límites que no se pueden cruzar y esto no lo podemos tolerar. Estamos contigo compañera.
— Aitana Bonmatí Conca (@AitanaBonmati) August 25, 2023
“Há limites que não podem ser cruzados e isso não podemos tolerar. Estamos contigo, companheira”
Um dia após o pronunciamento, Jorge Ivan Palacio, presidente do Código Disciplinar da FIFA (CDF), decidiu afastar o chefe da federação de todas as atividades relacionadas ao futebol em nível nacional e internacional por 90 dias até conclusão do processo disciplinar. aberto na última quinta-feira (24/08) , depois da jogadora desmentir sua fala dizendo que foi violentada.
Javier Tebas, presidente da Laliga, comparou o caso de Jenni Hermoso ao atentado das torres gêmeas em 11 de setembro de 2001. “O dano de reputação para o futebol espanhol é tremendo. É a maior notícia dos meios digitais na história. Maior que o 11 de setembro”, afirma o presidente. “Havia coisas mais graves pelas quais [Rubiales] deveria ter caído. Uma orgia depois de uma jornada de trabalho, uma paella com amigas… Há coisas que não são normais. Algum dia teria que acontecer, e aconteceu. Leva tudo ao extremo sem saber as consequências que possa ocasionar” ainda ressalta. Vale ressaltar que o mesmo minimizou o caso de racismo sofrido por Vini Jr. no futebol espanhol.
Após todo transtorno que Jenni Hermoso passou nas últimas semanas, a jogadora voltou ao Pachuca, time do México onde atua nesta temporada, recebendo homenagens e sendo ovacionadas pelas colegas de time e torcedores presentes. Colocaram um bandeirão com seu rosto e imagens dela com a camisa da seleção espanhola
Reprodução / Reuters: Luis Cortes