TREINO LIVRE
No TL1, Max Verstappen (Red Bull) teve o melhor tempo. Ele foi seguido por Charles Leclerc (Ferrari), que não entregou bons resultados em suas últimas performances, em comparação com seu companheiro de equipe Carlos Sainz (Ferrari) – que ficou em oitavo. A equipe italiana ainda está na disputa para o segundo lugar no Campeonato de Construtores, assim, continuam na luta para obter bons resultados.
O terceiro melhor tempo no treino foi do inglês Lewis Hamilton, que teve uma boa colocação, superando seu companheiro de equipe, George Russell.
Nos treinos foi percebido que o clima quente da cidade texana foi algo que incomodou os pilotos, Verstappen reclamou que seu assento estava quente. Em questões climáticas, a cidade também apresenta uma baixa umidade.
A pista de Austin conta com 20 curvas, e é considerada uma pista larga, sendo boa para ultrapassagens. A competição no domingo contará com 56 voltas, e essa é a 10ª vez que uma corrida é disputada no Circuito das Américas de Austin, que recebe a Fórmula 1 desde 2012.
CLASSIFICATORIO
Ao contrário do treino livre, a etapa classificatória trouxe algo surpreendente. Nenhum piloto da Red Bull no pódio.
Em sua 100ª corrida para Ferrari, Leclerc saiu contente com o resultado, conquistou sua 21ª pole position. Atrás dele, Lando Norris, que no começo desse GP, falou que esse final de semana não seria bom para o time da McLaren. Foi, inicialmente, provado o contrário.
Quem inicia a segunda fila para a competição de domingo é Hamilton, que teve o melhor tempo no Q1, e fez boas voltas nesta sexta-feira. Ao seu lado larga Sainz, mostrando um desempenho positivo da Ferrari
Max Verstappen saiu decepcionado da qualificação, em que ficou com a sexta posição no grid. Depois de superar Leclerc na sua última volta no Q3, foi constatado que ele ultrapassou os limites da pista, tendo sua volta deletada.
A diferença entre os pilotos desde o Q1 ao Q3, foram pequenas, o que pode indicar uma boa competição no final de semana.
Mudanças nos carros
Mercedes,Haas, Alpha Tauri e Aston Martin fizeram alterações em seus carros, que procuram um aumento de desempenho tanto para esse ano, quanto para 2024.
As que se destacaram foram a do time da Mercedes e da Haas. Com um novo assoalho, o time da Mercedes fez sua última grande atualização da temporada, e parece que para Hamilton, a mudança trouxe resultados.
Na equipe americana Haas, as mudanças foram diversas, rendendo comentários de especialistas comparando o carro da equipe norte-americana ao da Red Bull.
Sábado (21) ocorre a Sprint, e a corrida principal acontecerá domingo (22) às 16 horas.
A torcida fervorosa do São Paulo demonstrou seu amor pelo clube de maneira extraordinária durante os jogos da Copa do Brasil. Emocionados e apaixonados, os torcedores lotaram o estádio em cada partida, transformando as arquibancadas em um mar de entusiasmo e apoio incondicional. Com cânticos vibrantes e bandeiras tremulando, eles criaram uma atmosfera eletrizante, impulsionando o time a dar o melhor de si em campo. Esse apoio não apenas elevou o moral dos jogadores, mas também solidificou a conexão especial entre o São Paulo e sua incrível torcida, tornando cada jogo uma experiência inesquecível para todos os envolvidos e trazendo esse título inédito depois de 23 anos sem chegar em uma final.
As cores vermelho, branco e preto ganham vida no Morumbi durante os jogos do São Paulo de uma maneira verdadeiramente espetacular. O vermelho, representando a paixão e a determinação dos jogadores, é vibrante e ardente, refletindo a intensidade dos momentos vividos em campo. O branco, símbolo de pureza e garra, é visível nas camisas dos jogadores e nas bandeiras agitadas pela torcida, iluminando o estádio com uma energia contagiante. Por fim, o preto, denotando força e poder, transmite uma sensação de imponência e resiliência, inspirando tanto os atletas quanto os torcedores a superarem desafios juntos. Essas cores não apenas adornam o Morumbi, mas também unem a comunidade são-paulina em uma paleta de emoções que tornam cada partida uma experiência visualmente marcante e profundamente significativa para todos os presentes.
Pesquisa feita pelo Instituto Peregum e a Sistema de Educação por uma Transformação Antirracista (Seta) em agosto deste ano aponta 'dificuldade de entender como o racismo se manifesta no cotidiano'. Os dados indicam que 81% da população considera o Brasil racista, mas só 11% admite responsabilidade “Aqui, temos o ‘racismo cordial’, todo mundo entende que há racismo na sociedade, mas eu não sou racista, racistas são os outros”, afirmou o escritor Hélio Santos.
Relembre alguns casos de racismo com jogadores brasileiros:
Apenas cinco anos após deixar seu país para jogar no Real Madrid, Vinicius Junior se encontrou, mais uma vez, em meio a gestos racistas e imitações de sons de macaco, em maio deste ano. E após ter vivido mais de dez casos desde o seu início de carreira no Flamengo, este foi o primeiro a gerar a punição de um clube.
"Eu sou forte e vou até o fim contra os racistas", reagiu Vini Jr. após o caso em suas redes sociais. Como resposta, o presidente da LaLiga (Javier Tebas) disse que não iria permitir que o jogador a "manchasse". Dois dias depois, três torcedores foram detidos, acusados de serem os responsáveis pelos insultos a Vini, porém foram rapidamente liberados. Pela primeira vez na história, a Federação Espanhola fechou um setor do estádio Mestalla e multou o Valencia por causa de um jogador, além de anular a expulsão de Vini Jr. no jogo ao indicar mau uso do VAR.
Em entrevista para a Agemt, Camila Esteves, 18, estudante de enfermagem e membro ativo da comunidade negra, diz que a situação de Vini Jr. foi repugnante, não apenas o caso de racismo, mas também a falta de intervenção por parte da La Liga e a expulsão do jogador no fim do jogo. "As atitudes tomadas durante o jogo conseguiram tornar a situação ainda mais cruel", afirma.
Camila já passou por situações similares à do jogador. Aos 12 anos ouviu a frase "Macaco está permitido ganhar qualquer luta" após vencer um campeonato de judô. O comentário racista fez com que Camila se tornasse insegura em relação ao esporte, tendo medo de ganhar outra partida e receber comentários maldosos novamente. "O racismo abala a nossa relação com nós mesmos, nos torna inseguros, com medo de seguir em frente".
Pela desigualdade de audiência dos jogos femininos (comparados aos masculinos), casos como este ficam ainda mais silenciados e crueis, visto que as atletas têm menos espaço de fala em sociedade e receio de ter sua carreira afetada pela denúncia. Em novembro do ano passado, por exemplo, a ex-jogadora do Gremio, Luany, foi a vítima da vez. "Estou precisando de um desse para fazer espanador em casa", foi a frase dita por um torcedor em referência ao cabelo da atacante.
Medidas contra o racismo no esporte:
A situação, porém, tende a mudar. De acordo com a Agência Senado, no dia 13 deste mês ocorreu um debate entre senadores em audiência pública para punições mais rígidas contra o racismo no futebol e para a implementacao de programas de educação desde as categorias de base e políticas afirmativas envolvendo clubes, federações, patrocinadores e poderes públicos.
O debate, que foi marcado devido ao crescimento de denúncias de discriminação dentro e fora do campo nos últimos anos, contou com a participação da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e do presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol (STJD), José Perdiz de Jesus, além de representantes do Ministério do Esporte e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Segundo relatório do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, a quantidade de denúncias de racimo no futebol monitoradas em 2023 já são mais que o dobro do que os casos registrados no ano passado.
Com 5 corridas para o final do campeonato, a Fórmula 1 partepara Austin, nos Estados Unidos. Após a vitória disparada de Max Verstappen, conquistando seu terceiro título mundial consecutivo, 6 etapas antes do final da temporada, o que restou é a competição pelo segundo lugar do campeonato de construtores, que está entre McLaren, Aston Martin, Mercedes e Ferrari
O quinto sprint deste ano mudará novamente o padrão do final de semana que estamos acostumados. O TL1 e a classificação da corrida ocorrerão na sexta (20) às 14h20 e às 17h50. Já no sábado (21), teremos a classificação da Sprint e a Sprint em si, às 14h20 e às 17h30. Finalizando no domingo (22), com a corrida tradicional às 15h30.
Mesmo com a previsão de um final de semana quente, com máximas de 35 graus, a natureza da pista promete ultrapassagens relativamente fáceis para os pilotos. A estratégia esperada pelas equipes é de dois pit stops, devido às elevadas exigências dos pneus.
Apesar de tudo apontar para ouvirmos o hino da Holanda no domingo à tarde, os olhares se voltam para a McLaren, com Oscar Piastri e Lando Norris subindo ao pódio nas duas últimas semanas. E com a equipe apenas 11 pontos atrás da Aston Martin e 79 atrás da Ferrari, os holofotes também se direcionam para a disputa da McLaren, Mercedes, Ferrari e Aston Martin, pelo segundo lugar do campeonato de construtores da temporada.
É importante ressaltar a evolução da McLaren, que marcou apenas 17 pontos nas primeiras nove corridas, mas marcou 108 pontos nos últimos quatro finais de semana pelo desempenho conjunto de Norris e Piastri.
Considerando o resultado das últimas semanas, os recordes de Austin de Hamilton, pelo maior número de vitórias (6), e Leclerc, pela volta mais rápida (1m 36.169s), e o potencial de ultrapassagem, o final de semana promete reviravoltas. Uma delas é a volta de Daniel Ricciardo, na Alpha Tauri, após fraturar sua mão esquerda no GP da Holanda. O astro da primeira temporada de “Drive to Survive” disputou apenas duas corridas neste ano, ao substituir Nyck de Vries.
O piloto australiano também ameaça uma mudança de equipe para a próxima temporada. De acordo com o GE, devido ao desempenho abaixo da crítica de Sergio Pérez em 2023 na Fórmula 1, o mexicano recebeu um ultimato da RBR: caso não ganhe o vice-campeonato nas últimas cinco corridas deste ano estará fora do time na próxima temporada, substituido pelo próprio, Daniel Ricciardo. Com Hamilton apenas 30 pontos atrás de Pérez, e Alonso 41 pontos atrás, a batalha se torna pela sua carreira.
Dois dias após a seleção brasileira feminina de ginástica artística conquistar sua participação por equipe nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, e também uma vaga na final por equipes femininas, o país alcançou mais um feito. Na quarta-feira, 04 de outubro, o time voltou a fazer história, ao obter uma inédita medalha. Esse feito foi alcançado ao garantirem o segundo lugar na final por time feminino do Campeonato Mundial de 2023, realizado em Antuérpia, Bélgica.
A equipe titular, formada por Rebeca Andrade, Jade Barbosa, Júlia Soares, Flavia Saraiva e Lorrane Oliveira, obteve um total de 165.530 pontos durante as rotações nos quatro aparelhos, que incluem barras assimétricas, trave, solo e salto. Esse resultado, rendeu à equipe a conquista da inédita medalha de prata na ginástica artística feminina. Os Estados Unidos, liderados por Simone Biles, confirmou seu favoritismo ao levar a medalha de ouro, enquanto a França ficou com a medalha de bronze.
Na fase classificatória, a equipe brasileira terminou em quarto lugar com 164.297 pontos, com destaque para a atuação das atletas no solo e no salto. Além de garantir a vaga para a final, o Brasil conquistou uma cota olímpica por equipes para o país. Esse resultado ultrapassa as duas melhores colocações do país em Campeonatos Mundiais, superando a quarta posição no Mundial de 2022 e a quinta colocação no Mundial de 2007.
Nas finais, a equipe brasileira começou sua primeira rotação nas barras assimétricas, com Lorrane Oliveira, seguida por Flávia Saraiva e Rebeca Andrade. Todas as três ginastas brasileiras melhoraram suas notas em relação à fase classificatória, somando um total de 41.299 pontos. Na sequência, houve uma mudança nas ginastas, e Júlia Soares abriu para a equipe no aparelho trave, mas teve um desequilíbrio e queda, resultando em uma nota de 12.200. Em seguida, Flávia Saraiva obteve 14.066, aumentando sua nota em seis décimos em comparação com a fase anterior, enquanto Rebeca conseguiu 13.133. Após as duas séries, a equipe brasileira acumulou 80.698 pontos e estava na sexta posição, com os Estados Unidos já liderando com 86.231 pontos.
Nas duas últimas rotações, as brasileiras se destacaram nos dois melhores aparelhos do Brasil, colocando-se na disputa por medalhas. No solo, o aparelho mais vitorioso do país, Júlia Soares iniciou a terceira rotação com uma nota de 13.600, seguida por Rebeca Andrade, que obteve 14.666 com sua nova apresentação, e Flávia Saraiva alcançou 13.900. Essa configuração de resultados deixou o Brasil na quarta posição, com uma diferença de apenas 0.134 em relação à França.
No último aparelho, o salto, Jade Barbosa foi a primeira a se apresentar e conquistou 13.933 pontos. Flávia foi a segunda e obteve 13.833 pontos, enquanto a atual campeã olímpica em Tóquio 2020, Rebeca, encerrou a participação brasileira com 14.900 pontos. Essas pontuações ajudaram o Brasil a ultrapassar a França e somar um total de 165.530 pontos, garantindo assim uma medalha inédita para o país.
O Brasil foi apenas o 18º país a subir em um pódio de equipes femininas em um Mundial, o sexto de fora da Europa e o primeiro da América Latina.