Na última semana, a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) foi marcada, principalmente, pelos atos promovidos no Maranhão, Santa Catarina e Rio Grande do Norte. Ao mesmo tempo, o senador obteve resultados positivos nas novas pesquisas presidenciais e utilizou das redes sociais para novo pronunciamento contra o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes.
Na quinta-feira (17), Flávio fez campanha em Vitória da Conquista, sudoeste do estado da Bahia. Pela manhã, foi recebido por apoiadores no Aeroporto Glauber Rocha e de lá seguiu para o bairro Candeias, região comercial do município, sobre um trio elétrico. Ao chegar, realizou um comício onde reafirmou sua intenção de diminuir a maioridade penal e defendeu a castração química para estupradores.
Mais tarde, no mesmo dia, foi ao ar a propaganda eleitoral de Flávio. Ao lado de Michelle Bolsonaro, candidata ao senado pelo Distrito Federal e ex-primeira dama, o senador apresentou suas principais propostas para o eleitorado feminino.
No começo deste ano, os dois tiveram um rompimento após a publicação de dois vídeos em que a madrasta o acusava de tê-la “maltratado e humilhado”.
Pesquisa realizada pela Quaest, divulgada no dia 14, apresenta um cenário de desvantagem do candidato em relação a Lula com o público feminino. No primeiro turno, o postulante do PL aparece com 29% de intenção de votos de mulheres, enquanto o candidato do PT está com 37%. No segundo turno, a margem cai para três pontos, Lula vai à 41% e Flávio chega aos 38%.
Dois dias depois, no sábado (19), Flávio chegou a Santa Catarina. Em Joinville, realizou sua primeira parada e participou de um ato na Expoville ao lado do governador, Jorginho Mello (PL), e dos candidatos ao Senado Carlos Bolsonaro (PL) e Carol De Toni (PL). Durante o discurso, criticou o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo governo Lula, que elevará o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691, e acusou o presidente de tentar “comprar” o voto dos mais pobres.
Na mesma ocasião, Flávio criticou ministros do Supremo Tribunal Federal e defendeu a redução de impostos e o endurecimento das políticas de segurança pública. À tarde, a comitiva seguiu para Chapecó, onde o candidato participou de outro ato político.
No domingo (20), Flávio Bolsonaro voltou a criticar o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes em suas redes sociais. Em vídeo publicado no Instagram, o senador ataca o ministro e o define como responsável para Lula voltar à cena política: “Moraes sentou na cadeira, aparelhou o Estado inteiro e sua máfia implodiu a democracia sob o falso pretexto de protegê-la”. Ainda na postagem, o senador reforçou que, caso eleito, pretende “resgatar” a nação brasileira: “essa é a última chance que vamos ter”, afirmou.
Na segunda-feira (21), a campanha seguiu para o Rio Grande do Norte. Flávio participou de um almoço com lideranças políticas, de uma motocarreata pelas ruas de Natal e de um comício na Praça Cívica, no bairro de Petrópolis. Os atos contaram com a presença do candidato ao governo estadual Álvaro Dias, do candidato ao Senado, Coronel Hélio, e do senador Rogério Marinho, coordenador de sua campanha.
Durante o encontro, Flávio demonstrou confiança na vitória e afirmou que, com sua eleição, Jair Bolsonaro estaria “livre” e colocaria a faixa presidencial no filho. O ex-presidente foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por crimes como: liderança de organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito, tentativa de golpe de Estado, dano contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
Ainda na segunda-feira (21), a Quaest divulgou uma nova pesquisa de intenção de votos. O levantamento revelou um empate técnico em ambos os turnos entre o filho de Jair Bolsonaro e Lula. No primeiro turno, o candidato do PT lidera com 37% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 33%. A diferença de 4% é considerada como o limite da margem de erro.
Já no segundo turno, o empate fica ainda mais próximo, pois o senador, desta vez, aparece numericamente à frente com 42% contra 41% do petista. Flávio manteve a mesma porcentagem da última sondagem, divulgada pelo instituto no dia 15 de setembro, enquanto o atual presidente cresceu 1%.
Outro instituto, a AtlasIntel, divulgou, na quarta-feira (23), nova pesquisa presidencial. No primeiro turno, Lula lidera com 45,8%, enquanto Flávio tem 43,4%. Ambos os candidatos cresceram cerca de 2% em relação à sondagem anterior. No segundo turno, mais uma vez, os candidatos aparecem empatados tecnicamente, com o petista à frente, 47,7% e 47,4 %.
No dia seguinte, 22, o candidato desembarcou em São Luís, no Maranhão, onde participou de uma motocarreata e de um comício. Flávio defendeu investimentos em infraestrutura e educação, além do endurecimento das penas para roubos e organizações criminosas.
Também voltou a criticar ministros do Supremo e comentou o resultado da pesquisa Quaest: “Nos nossos trackings [acompanhamentos], já sabíamos que a gente já tinha ultrapassado o Lula. Óbvio que ficamos muito felizes. "Lula é um produto vencido." Durante o ato, emocionou-se ao erguer uma fotografia de Jair Bolsonaro, mantendo o ex-presidente como uma das principais referências simbólicas de sua candidatura.
Após o giro pelo Rio Grande do Norte e Maranhão, o planejamento prevê o reforço das agendas no Sudeste, especialmente em São Paulo e Minas Gerais, estados considerados fundamentais para o desempenho do candidato no primeiro turno.
Na última semana, a agenda do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi alterada pelos efeitos das chuvas no estado. Compromissos eleitorais previstos para o interior foram cancelados e substituídos por uma sabatina e uma visita institucional em Caieiras.
Compromissos cancelados no interior
No sábado (12) Tarcísio cancelou a visita prevista a Olímpia. A programação incluía participação na Costelada Solidária do Abrigo São José, carreata pelas ruas da cidade e um ato político regional na Arena Olímpia. Também estavam previstas as presenças de lideranças políticas locais como o prefeito da cidade Geninho Zuliani (União Brasil) e de candidatos ao Senado apoiados pelo grupo político do governador como André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP). Em 13 de setembro, foram cancelados dois eventos previstos em Presidente Prudente, o Encontro da Direita, no Ginásio de Esportes do Tênis Clube, e um encontro com mulheres, no Centro Universitário Toledo. Segundo a campanha, os cancelamentos ocorreram para que Tarcísio acompanhasse o Gabinete de Crise das Chuvas e os impactos do temporal no estado.
Mais presídios, defesa da Sabesp e reajuste na meta sobre escolas integrais
Na terça-feira (15), Tarcísio participou de uma entrevista ao SP1, da TV Globo. Durante a sabatina, apresentou propostas para a segurança pública, educação e saneamento básico.
Para a área de segurança, afirmou que pretende construir dez presídios modernos nos quatro anos seguintes, manter os concursos para as polícias Civil e Militar e ampliar o efetivo policial. Segundo o candidato, há programação para a chegada de 3,5 mil novos policiais. Ele também defendeu a retirada de benefícios para presos reincidentes: “a gente entende que precisa aumentar o custo do crime, porque não é possível você combater o crime prendendo o mesmo ladrão, o mesmo marginal 30, 35 vezes pelo mesmo ato”. Também declarou que não pretende promover encarceramento em massa.
Na educação, Tarcísio disse que pretende ampliar em 500 o número de escolas de tempo integral. Também reconheceu que não alcançaria a meta de 60% dos alunos nessa modalidade, apresentada anteriormente. A proposta foi apresentada como uma ampliação da política educacional, sem promessa de cumprimento integral da meta anterior.
O candidato defendeu ainda a continuidade da expansão do saneamento da Sabesp, empresa privatizada durante sua gestão. Ao comentar problemas de abastecimento e ocorrências associadas às obras, atribuiu parte das dificuldades ao ritmo acelerado do "processo de universalização". “A falta d’água está muito relacionada aos investimentos que estão sendo feitos”, afirmou o candidato à reeleição.
Compromisso institucional em Caieiras
No dia 16, Tarcísio não tinha compromisso eleitoral público confirmado. Na condição de governador, visitou a Estação de Tratamento de Esgoto de Caieiras, localizada no bairro Serpa. A atividade foi institucional e não incluiu, conforme o registro consultado, caminhada, ato eleitoral ou discurso de campanha. Um dia antes, o candidato gravou um vídeo para as redes sociais ressaltando a importância dos piscinões construídos na região.
A semana de campanha presidencial teve como destaque a consolidação da candidatura de Augusto Cury no cenário eleitoral nacional. A pesquisa Quaest, divulgada no dia 14 de setembro, apontou o candidato do Avante com 7% das intenções de voto. Ao longo dos dias seguintes, Cury reforçou sua estratégia de diálogo com os eleitores, concedeu entrevistas e intensificou a divulgação de propostas voltadas para áreas como economia, educação e segurança pública.
No sábado (12), o candidato concentrou esforços na ampliação de sua presença junto aos eleitores e no fortalecimento da comunicação digital. Ainda no mesmo dia, Augusto Cury concedeu uma entrevista exclusiva à Record TV, exibida no programa Domingo Espetacular. Durante a conversa, apresentou propostas relacionadas ao combate à corrupção, à segurança pública e à reforma das instituições políticas, além de defender uma participação mais ampla das mulheres nos espaços de poder.
No domingo (13), o candidato do Avante manteve sua agenda de campanha destacando a necessidade de superar a polarização política e voltou a defender a construção de uma "cultura de paz", conceito que ocupa posição central em seu programa de governo. Ainda no domingo a campanha recebeu os resultados de uma nova pesquisa eleitoral da Quaest, na qual Cury apareceu com 7% das intenções de voto. Embora tenha registrado uma pequena oscilação em relação aos levantamentos anteriores, o candidato permaneceu entre os nomes mais observados da corrida presidencial.
Na segunda-feira (14), Cury realizou uma ação de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo. A equipe montou em frente ao Masp uma mesa para que o candidato pudesse conversar diretamente com os eleitores. O objetivo do ato era ouvir as demandas dos cidadãos e estabelecer uma relação mais direta com a população.
Ao final do evento, o candidato concedeu uma entrevista à imprensa e falou de economia: defendeu o controle fiscal das contas públicas, a redução dos gastos da máquina pública e a criação de condições para diminuir os juros do país. Além da entrevista, Augusto também tirou fotos e fez vídeos para suas redes sociais.
Na terça-feira (15), o presidenciável participou de uma entrevista ao vivo no Flow Podcast, em São Paulo. A sabatina faz parte de uma série de entrevistas com os candidatos à presidência da república. No podcast, Cury afirmou que, se eleito, governará apenas por um mandato, alegando que não pretende fazer carreira política. Além disso, reforçou suas críticas à polarização política e defendeu uma gestão baseada no diálogo.
Na participação, o candidato apresentou o programa Brasil Neuroinclusivo, que tem como objetivo criar uma política nacional permanente voltada às pessoas neurodivergentes, principalmente aquelas com autismo (TEA), TDAH e dislexia. O projeto prevê uma atuação mais efetiva das escolas na identificação e no acompanhamento de crianças neurodivergentes, buscando garantir diagnóstico precoce.
A entrevista repercutiu nas redes sociais do candidato na quarta-feira (16), com cortes que destacavam seu plano de governo e propostas como o mandato de oito anos para ministros do STF, educação em tempo integral, o programa Brasil Neuroinclusivo e a criação do Ministério do Empreendedorismo.
A menos de duas semanas do primeiro turno das eleições presidenciais, no dia 4 de outubro, o candidato pelo Novo, Romeu Zema, concentrou esforços em entrevistas, encontros com apoiadores, atividades de rua e compromissos em diferentes regiões do país, em busca de ampliar a visibilidade de sua candidatura, em uma disputa marcada pela polarização entre os principais concorrentes.
Zema participou de sabatinas e entrevistas em veículos de comunicação para apresentar propostas de governo e defender a experiência adquirida durante os quase oito anos à frente do Executivo mineiro. Em entrevista à Record TV, no dia 16, o candidato afirmou que a reforma tributária poderá simplificar o sistema de impostos brasileiro, embora tenha defendido mudanças em sua regulamentação. “Eu fui contrário a alguns pontos, mas reconheço que ela vai simplificar a vida de quem paga impostos, porque hoje nós temos um manicômio tributário no Brasil”, declarou. Acrescentou que pretende reduzir a carga tributária a partir da diminuição dos custos da máquina pública.
Durante a entrevista, o presidenciável voltou a defender uma reforma administrativa no setor público. Segundo o candidato, a medida permitiria reduzir despesas governamentais e aumentar a eficácia da administração federal. “A reforma administrativa é para dar mais racionalidade ao serviço público. Tem muito aumento automático, tem muito salário inicial altíssimo, tem muita estrutura gorda”, afirmou.
O candidato pelo Novo reforçou críticas ao aumento de gastos públicos e argumentou que a redução das despesas do governo seria fundamental para a queda de juros e para o crescimento econômico. A defesa do controle fiscal, da redução de impostos e do combate aos supersalários do funcionalismo público tem sido um dos principais eixos da candidatura.
Além das entrevistas, Zema participou de atividades de campanha em diferentes cidades como Poços de Caldas (MG), Brasília e São Paulo com encontros voltados à mobilização de apoiadores e à divulgação de propostas. Em declarações à imprensa, ele afirmou que a campanha tem ampliado sua presença pelo país e demonstrou confiança no crescimento de sua candidatura nos dias que antecedem a votação. “Eu sou o candidato que mais tem andado pelo Brasil”, disse durante a agenda eleitoral. “Tenho tido mais eventos, tenho tido mais contato com a mídia do que qualquer outro candidato.”
Na última quarta-feira (23), Zema esteve novamente envolvido com o Supremo Tribunal Federal (STF). A justiça exigiu a remoção da postagem de um vídeo nas redes sociais do ex-governador. O material atacava o presidente Lula (PT), seu filho Lulinha, o ministro Gilmar Mendes e o Partido dos Trabalhadores (PT) como um todo. O conteúdo era associar os citados à criminalidade e reforçar a ideia de “intocáveis da justiça", muito presente na campanha de Zema.
O presidenciável compareceu em um debate promovido pela revista VEJA. Os 6 candidatos com maior colocação foram convidados, porém, apenas Zema e Ronaldo Caiado (PSD) apareceram. No debate, ambos trouxeram tópicos parecidos ao direcionarem críticas ao atual Governo e aos ocorridos recentes no Supremo Tribunal Federal. Zema apresentou propostas à saúde pública, e afirmou mudar a localização dos postos de atendimento do SUS, pois a distância entre eles dificulta a assistência.
Quando Caiado perguntou sobre segurança pública, o candidato do NOVO trouxe apontamentos e críticas ao Senado Federal. Zema disse que no atual estado do país, o brasileiro vive amedrontado. Ele comentou que no começo de 2024, juntamente a 6 outros governadores do Sul e Sudeste, levou propostas para o ministro Ricardo Lewandowski. O candidato disse que as propostas não foram acatadas durante a PEC da segurança pública, que visava reformular a gestão da segurança e adotar um modelo de federalismo cooperativo.
A campanha do ex-governador de Minas Gerais tem focos claros até o momento, mas não é efetiva para o primeiro turno. Zema apareceu novamente em sexto lugar nas pesquisas, com 0,9% de intenções de voto, o que mostra uma queda de 0,2% em relação à semana passada. Além disso, dentro do próprio estado em que foi governador, o candidato teve uma queda de 5% desde as primeiras pesquisas realizadas em agosto, contando agora com apenas 2% das intenções de voto de Minas Gerais.
O candidato a governador, Fernando Haddad, participou na segunda (14), de uma entrevista para o SP1, jornal transmitido pela TV Globo, e afirmou que nunca teve relações com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. “Estamos falando da maior fraude bancária do país, 60 bilhões de reais. Ele também não financiou minha campanha, financiou a do Tarcísio e do Jair Bolsonaro”, pontuou o ex-ministro.
Em seguida, Haddad defendeu o fim de todos os sigilos do Caso Master no período eleitoral e que cada candidato a presidente, governador ou deputado, independente de partido político, responda com ética para deixar o povo escolher o rumo do país.
O candidato também reforçou que, se eleito, fará a revisão de contratos de privatização e concessão assinados na gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e que os contratos da Sabesp, Free Flow e CPTM foram mal feitos. “O papel do governante é rever os contratos, aplicar penalidades... Não deu certo? Judicializar e eventualmente romper o contrato", declarou Haddad.
Na parte de segurança pública, Haddad destacou a criação da agência anti-facção, uma de suas propostas em seu plano de governo, com a participação de órgãos estaduais e federais e afirmou que a cooperação entre os governos é necessária para funcionar. Acrescentou que pretende modernizar a resposta ao crime com inteligência artificial para auxiliar na prevenção, investigação e combate a violência na cidade de São Paulo.
Na quarta-feira (16), após a sessão do plenário realizada na terça (15), o ex-ministro defendeu também que as informações apuradas pela Polícia Federal sobre a crise do Supremo Tribunal Federal (STF) sejam de conhecimento da população antes das eleições. Ele afirmou que o país precisa ser “passado a limpo” nas próximas semanas e espera que o pedido de vista apresentado pelo ministro Flávio Dino no julgamento relacionado a Alexandre de Moraes não sirva apenas para adiar uma definição.
Haddad concentra campanha na capital de São Paulo
Na segunda-feira, após entrevista ao SP1, o petista participou de um evento na zona norte de São Paulo, na sede da Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP) para discutir propostas de infraestrutura as quais ele relacionou com seus projetos para a área de transporte de cargas, além de defender planos de adaptação climática nesse setor.
Na terça-feira, sua agenda seguiu na capital paulista, com a gravação de conteúdos para as redes sociais e uma conversa com integrantes do Sindicato dos Policiais no Centro de São Paulo.
Já na quarta-feira, Haddad teve um encontro com influenciadores em Higienópolis e, mais tarde, gravou entrevista para o podcast Achismos. Para fechar a semana, na quinta-feira ele participou de uma série de caminhadas: uma no Centro de Jundiaí, outra em Francisco Morato, e a última partindo da estação Franco da Rocha, da Linha 7-Rubi.