Domínio ao longo da temporada, ajustes após reformulação e força coletiva garantem título antecipado da Inter na Serie A
por
João Paulo Di Bella Soma
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06/05/2026 - 12h

A Internazionale conquistou o título da Série A com três rodadas de antecedência ao vencer o Parma por 2 a 0 neste domingo (05), no Giuseppe Meazza. Com a vitória, o time abriu 12 pontos de vantagem sobre o Napoli e assegurou matematicamente o campeonato.

O primeiro gol saiu nos acréscimos do primeiro tempo, quando Piotr Zieliński encontrou Marcus Thuram livre na área, que finalizou com força para abrir o placar. Aos 80 minutos, Lautaro Martínez recebeu um passe em profundidade de Yann Bisseck e tocou para Henrikh Mkhitaryan empurrar para o gol e selar a vitória.

Thuram comemorando gol

Autor de um dos gols, o atacante Marcus Thuram da Internazionale comemora de forma efusiva Foto: Inter.It

Desde o início da década de 2020, os nerazzurri demonstram domínio no país. Conquistaram três títulos da liga 2020/21, 2023/24 e 2025/26; três Supercopas Italianas consecutivas 2021/22, 2022/23 e 2023/24; duas Copas da Itália 2021/22 e 2022/23 e dois vice-campeonatos na Liga dos Campeões da UEFA. Apesar de ter chegado à final da Champions na temporada passada, o time encerrou 2024/25 sem títulos.

Após perder o título da liga para o Napoli e ser derrotado por 5 a 0 pelo Paris Saint-Germain na final da Liga dos Campeões, o clube passou por uma reformulação no elenco e na comissão técnica, após a saída de Simone Inzaghi. Mesmo com os seus principais destaques, as saídas de Benjamin Pavard, Mehdi Taremi e Marko Arnautović deixaram dúvidas sobre o novo ciclo da equipe.

A diretoria apostou em Cristian Chivu, ex-jogador do clube e com experiência nas categorias de base. O romeno estava no Parma e conseguiu evitar o rebaixamento do time na temporada 2024/25. Além dele, o clube trouxe reforços, como o zagueiro Manuel Akanji e o meia brasileiro Luiz Henrique, que chegaram para suprir as lacunas deixadas no elenco.

O início da temporada foi irregular, com eliminação precoce nos playoffs da Liga dos Campeões e derrota para o Bologna na semifinal da Supercopa Italiana. No entanto, o treinador promoveu ajustes táticos, reorganizou a equipe e trouxe o equilíbrio entre defesa e ataque. A mudança resultou em uma sequência positiva, que levou o Inter à liderança e sustentou o time no topo até a conquista do título.

A dupla de ataque formada por Lautaro Martínez e Marcus Thuram dominou o campeonato. Juntos, somam 29 gols, sendo 16 de Lautaro e 13 de Thuram, e lideram a artilharia da equipe. O time também se destaca em outras estatísticas. Federico Dimarco lidera em assistências, com 17, e também em participações em gols, com 23.

Além do ataque, o elenco contou com nomes importantes como Nicolò Barella no meio-campo e Denzel Dumfries pelas laterais, que contribuíram para o equilíbrio tático e a consistência ao longo da competição. A solidez defensiva, com o trio Alessandro Bastoni, Akanji e Francesco Acerbi, também foi determinante para manter a vantagem confortável na tabela.

Inter comemorando o título

Jogadores da Internazionale celebram a conquista do título da Série A, no Giuseppe Meazza Foto: Inter.It

 

A confirmação do título desencadeou grandes celebrações em Milão, onde torcedores lotaram a Piazza del Duomo para comemorar. Os jogadores participaram das festividades ao lado dos fãs, para celebrar o 21º troféu nacional do clube. A taça será entregue oficialmente nas rodadas finais da competição, seguida por um desfile comemorativo pelas ruas da cidade.

Com a possibilidade de encerrar a temporada com dois títulos nacionais, a equipe ainda tem um compromisso contra a Lazio na final da Coppa Italia, no dia 13 deste mês, no Stadio Olimpico.

 

Italiano garantiu a vitória mesmo sob pressão da McLaren, seguido por Norris e Piastri
por
Maria Clara Palmeira
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05/05/2026 - 12h

 

A Fórmula 1 está de volta após uma pausa de cinco semanas, causada pelos conflitos no Oriente Médio. O retorno aconteceu com o Grande Prêmio de Miami, nos Estados Unidos, e teve como destaque a vitória de Kimi Antonelli, da Mercedes. O britânico Lando Norris, da McLaren, terminou na segunda colocação, seguido pelo companheiro de equipe, o australiano Oscar Piastri, que completou o pódio.

A corrida começou com Charles Leclerc assumindo a liderança logo na largada, após superar o dono da pole position, Antonelli. O monegasco conseguiu administrar o ritmo durante boa parte da prova,  trocou posições com Norris e com o piloto da Mercedes ao longo das primeiras voltas. O cenário mudou após a janela de pit stops, quando Kimi recuperou a ponta e passou a controlar a corrida.

Kimi é o piloto mais jovem com três vitórias seguidas na categoria. Reprodução: Instagram/@F1
Kimi é o piloto mais jovem com três vitórias seguidas na categoria. Reprodução: Instagram/@F1

Nas voltas finais, Leclerc, que ainda brigava por um lugar no pódio, sem querer travou os pneus e  perdeu posições. O piloto da Ferrari recebeu uma punição de 20 segundos por exceder os limites de pista, o que o fez cair ainda mais na classificação final.

Entre os destaques da corrida, Max Verstappen protagonizou uma corrida de recuperação. Após rodar sozinho nas primeiras voltas e cair para o fundo do pelotão, o tetracampeão apostou em uma estratégia alternativa e conseguiu escalar posições, finalizando dentro do top 5.

A prova também foi marcada por abandonos. Pierre Gasly e Isack Hadjar se envolveram em incidentes ainda nas primeiras voltas. Em uma disputa por posição, o francês colidiu com Liam Lawson, ambos deixaram a pista com danos nos carros. Já o Hadjar bateu sozinho e também deixou a corrida. Outro abandono foi o de Nico Hulkenberg, que foi atingido por outro carro logo na largada e não conseguiu continuar na prova.

O brasileiro Gabriel Bortoleto largou nas últimas posições, mas conseguiu se recuperar ao longo da prova, chegou  na 12ª colocação. Com o resultado final, Antonelli chega aos 100 pontos e se consolidou  como líder da temporada. 

A Fórmula 1 retorna no dia 24 de maio, com o Grande Prêmio do Canadá, às 15h (horário de Brasília).

Na Espanha, os gols da partida foram marcados por pênaltis
por
Lorrane de Santana Cruz
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04/05/2026 - 12h

Na última quarta-feira (29), Atlético de Madrid e Arsenal entraram em campo para o primeiro jogo da fase semifinal da UEFA Champions League. A partida disputada no estádio Metropolitano terminou com o placar de 1 a 1, gols definidos em cobranças de pênalti.

O Atlético de Madrid apostou na posse de bola durante alguns minutos no início do primeiro tempo, mas logo viu o Arsenal equilibrar as ações até o fim da primeira etapa. Jogando em casa, o time espanhol só foi levar perigo ao gol adversário aos 14 minutos, quando Julián Alvarez chutou e Raya defendeu.

Para o Arsenal, um empate fora de casa era considerado um bom resultado. Apostando em seu setor defensivo, o primeiro tempo terminou com apenas um chute a gol para cada lado. Do lado inglês, o chute à meta do Atlético veio aos 28 minutos, quando Madueke finalizou de fora da área.

Com 42 minutos, Viktor Gyökeres, camisa 14 dos Gunners, foi empurrado por Hancko dentro da área e o juíz marcou pênalti. O próprio Gyökeres cobrou e converteu, aos 44 minutos, abrindo o placar para os visitantes.

   (Comemoração de Gyökeres. Divulgação: instagram @arsenal)
Comemoração de Gyökeres. Foto: Divulgação/@arsenal

No início do segundo tempo, os colchoneros adotaram outra postura na partida. O Atlético passou a levar perigo ao campo adversário, e aos sete minutos, o chute de Griezmann foi bloqueado por Gabriel Magalhães, zagueiro do time inglês.

A pressão dos espanhóis surtiu efeito. Em uma cobrança de escanteio, a bola sobrou para Llorente camisa 14 do time da casa que teve o chute desviado mão de Ben White. Após revisão, o VAR marcou pênalti, e Julián Alvarez, um dos destaques do time de Madrid, converteu a cobrança empatando a partida.

(Jogadores do Atlético de Madrid comemorando gol. Divulgação: instagram @atleticodemadrid)
Jogadores do Atlético de Madrid comemoram gol. Foto: Divulgação/@atleticodemadrid

Com isso, o Atlético tomou conta da posse de bola e passou a buscar a virada diante de sua torcida. Aos 17 minutos do segundo tempo, a chance de Griezmann parou no travessão do gol defendido por Raya, e com 28 minutos o goleiro teve que fazer outra defesa importante para evitar a virada depois de um chute perigoso de Lookman.

O Arsenal tentou uma reação em um contra-ataque. Bukayo Saka achou Eberechi Eze, que dominou na área e foi pisado por Hancko. Em campo, o árbitro marcou o que seria o segundo pênalti para o time inglês e o terceiro da partida, mas após revisão do VAR o pênalti foi anulado.

O fim do jogo foi marcado pela tentativa dos times de ampliar o placar, porém o empate prevaleceu. O jogo da volta acontece em Londres na terça-feira (5), às 16h (horário de Brasília).

Com atuação dominante, o Praia Clube é tricampeão do campeonato de vôlei
por
Beatriz Neves
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04/05/2026 - 12h

Neste domingo (3), no Ginásio do Ibirapuera, o Dentil Praia Clube foi campeão da Superliga Feminina de Vôlei e superou o Minas com uma vitória de 3 sets a 0. Com uma sequência de erros cruciais no final da partida do time rival, o time de Uberlândia dominou o jogo, com protagonismo de Adenizia, que foi a MVP (jogadora mais valiosa). As parciais foram 29/27, 25/21 e 25/13.

Praia Clube comemorando a vitória da final da Superliga Feminina 2026
Praia Clube comemora a vitória da final da Superliga Feminina 2026. Foto: divulgação/@cbvolei

Jornada até o título

O famoso confronto “Pão de Queijo”, realizado pelos times mineiros, é algo frequente de se ver. Esta foi a sétima vez em que ocorreu a disputa entre os clubes na final da Superliga e até então, quatro dos seis títulos foram conquistados pelo Minas Tennis Clube.

Na temporada de 25/26, as equipes se encontram duas vezes na competição, na final da Taça Mineira e na semifinal da Copa do Brasil. Todas marcadas pela vitória do time belo-horizontino.

  • 04/10/2025: Minas 3 x 0 Praia Clube – jogo decisivo do Mineiro

  • 07/11/2025: Praia Clube 0 x 3 Minas – 4ª rodada da Superliga

  • 30/01/2026: Minas 3 x 0 Praia Clube – 15ª rodada da Superliga

  • 27/02/2026: Minas 3 x 1 Praia Clube – semifinal da Copa Brasil

O jogo  

A equipe minastenista iniciou o jogo em ritmo acelerado, mas viu a vantagem sumir após o saque de Payton Caffrey.  O ponto direto foi o 30º ace (quando o saque marca ponto) da jogadora na liga e colocou o Praia na frente. O set seguiu lá e cá, com empates e viradas constantes. As mandantes chegaram a liderar por 21 a 17, mas o Minas buscou o prejuízo em uma reta final dramática, encerrada em 29/27 para o time praiano. 

No segundo set o Minas começou extremamente bem abrindo placar de 10 a 5 com dois aces de Nowicka, o que deu confiança ao time. O adversário reagiu e com uma boa marcação virou no 15 a 14 e depois de 19 a 15 com direito a bloqueios e largadinhas sob a quadra belo-horizontina. Mesmo com trocas de jogadoras para aumentar o tamanho da rede, a equipe de Uberlândia fechou em 25 a 21. 

No terceiro set, o time de BH se encontrava sob tensão. Mesmo quando abriu vantagem, o Praia alcançou o arquirrival e conquistou com confiança o título, com uma diferença de 12 pontos no placar.

Minas Tennis Clube e Praia Clube no primeiro set do jogo final
Ataque de Fingall com marcação de Julia Kudiess e Pri Daroit.  Foto: divulgação/@cbvolei

Prêmio Superliga

Após a partida, a Superliga Feminina premia as jogadoras de destaque durante toda a temporada de 25/26, e as premiadas foram:

  • Jenna Gray - Melhor Levantadora - Osasco

  • Bianca Cugno - Melhor Oposta - Osasco

  • Camila Brait - Melhor Líbero - Osasco

  • Júlia Mudes - Melhor Central - Minas

  • Simone Lee - Melhor Ponteira - Sesc Flamengo

  • Payton Caffrey - Melhor Ponteira - Praia Clube 

  • Adenízia - Melhor Central - Praia Clube

  • Adenízia - MVP - Praia Clube

  • Jaqueline Schmitz - Atleta Revelação - Maringá

  • Ruy Moreira - Melhor Técnico - Praia Clube

Adenízia após a vitória com o troféu, a medalha e os prêmios de Melhor Central e MVP
Adenízia após a vitória com o troféu, a medalha e os prêmios de Melhor Central e MVP - Foto: divulgação/@adenizia05

 

A medalhista olímpica e símbolo de profissionalismo, finalizou seu ciclo no vôlei após duas décadas no alto rendimento
por
Larissa Bandeira
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30/04/2026 - 12h

 

Na última sexta-feira (24), a Arena UniBH, em Belo Horizonte, foi palco da despedida de Camila Brait. O jogo contra o Minas pela semifinal da Superliga Feminina terminou em derrota para o Osasco, equipe defendida pela líbero por grande parte da carreira. 

Conhecida pela agilidade, leitura de jogo e precisão na defesa, ela acumulou prêmios individuais, incluindo o de melhor líbero em diversas edições da Superliga. 

Em suas redes sociais, expressou sua gratidão pela profissão e à cidade de Osasco (SP). “Com o vôlei, conheci o mundo, conheci pessoas incríveis que ficarão pra sempre em minha vida. Conheci o amor da minha vida, e foi aqui em Osasco que construí minha família”.

 

Camila Brait durante partida pelo Osasco São Cristóvão Saúde, clube que defendeu nos últimos anos de sua carreira. Crédito: Reprodução/Instagram (@cbrait).
Camila Brait durante partida pelo Osasco São Cristóvão Saúde, clube que defendeu nos últimos anos de sua carreira. Foto: Reprodução/Instagram (@cbrait).

 

O clube onde esteve por 18 anos, também expressou a gratidão e amor pela jogadora que se tornou referência de liderança dentro e fora de quadra, sendo peça fundamental em campanhas vitoriosas. “Obrigado por cada defesa impossível. Por cada emoção. Por cada momento. Você foi e sempre será gigante”.

 

Arte de despedida publicada pelo Osasco Voleibol Clube em homenagem à líbero Camila Brait. Crédito: Reprodução/Instagram (@osascovoleibolclube).
Arte de despedida publicada pelo Osasco Voleibol Clube em homenagem à líbero Camila Brait. Foto: Reprodução/Instagram (@osascovoleibolclube).

 

Ao longo desses anos no clube, Camila Brait protagonizou uma trajetória marcada por títulos, sendo eles: 

  • 3 títulos da Superliga (2010, 2012 e 2025) 

  • 5 Copas Brasil (2008, 2018, 2025 e 2026)

  • 4 Sul-Americanas (2009, 2010, 2011 e 2012

  • Mundial de Clubes (2012)

Sua permanência por quase duas décadas no mesmo clube é considerada rara no esporte de alto rendimento e reforça sua identificação com a equipe. 

Revelada em Minas Gerais, Brait passou por clubes como Praia Clube e São Caetano antes de se consolidar no Osasco. Ainda jovem, já se destacava nas categorias de base da seleção brasileira, sendo campeã mundial juvenil em 2007.

Na Seleção Brasileira de Voleibol Feminino, integrou diferentes ciclos e esteve presente em algumas das principais competições do calendário internacional. Conhecida pela regularidade e eficiência na recepção, ganhou espaço como uma das principais opções para o sistema defensivo da equipe. 

Além de conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 (realizados em 2021), também participou de torneios como a Liga das Nações e o Campeonato Sul-Americano. Sua atuação discreta, porém fundamental, fez com que fosse reconhecida como uma das líberos mais consistentes de sua geração.

 

Camila Brait comemora a conquista da medalha de prata com a seleção brasileira feminina nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Crédito: Instagram/@cbrait
Camila Brait comemora a conquista da medalha de prata com a seleção brasileira feminina nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Foto: Instagram/@cbrait

 

 

Após a campanha olímpica, a jogadora anunciou sua despedida da seleção brasileira.

A aposentadoria do esporte profissional já estava sendo sinalizada pela atleta, que expressou o desejo de dedicar mais tempo à família e à vida fora das quadras. Mãe de dois filhos, a líbero conciliou por anos a rotina intensa de treinos e competições com a maternidade.

Ela iniciou a carreira nas categorias de base por volta dos 14 anos, quando já disputava competições juvenis, e agora se despede aos 37.

Dentro de campo os erros decidiram o primeiro jogo
por
Lorrane de Santana Cruz
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07/03/2025 - 12h

 

Nesta terça-feira (4), Club Brugge e Aston Villa abriram as oitavas de final da Champions League. O jogo de ida aconteceu na Bélgica, no Jan Breydel Stadium, a casa do Club Brugge. A partida foi marcada pela vitória do visitante por 3 a 1 e por lances inacreditáveis.

O Aston Villa garantiu sua classificação direta ficando ainda na fase de liga, já o clube belga assegurou sua classificação nos playoffs, vencendo os dois jogos eliminando a Atalanta.

Em uma partida muito bem estudada pelas duas equipes, o time inglês saiu na frente logo no início. Aos 3 minutos do primeiro tempo, Leon Bailey abriu o placar em um chute forte indefensável. Com o confronto equilibrado, o Brugge não se deixou abater pelo gol sofrido e foi coerente com a fama de ser um time difícil.

Aos 12 minutos, De Cuyper empatou a partida no Jan Breydel com uma assistência de Tzolis. Os donos da casa ainda tiveram a chance da virada no primeiro tempo, porém Dibu Martínez brilhou e defendeu, encerrando a partida com 1 a 1. No início do segundo tempo, o jogo estava morno e sem muitas ameaças para ambos os lados.

Os belgas, jogando em casa, controlavam o placar, atacando os espaços e empurrando os visitantes para seu campo de defesa. Ainda no segundo tempo, o Club Brugge voltou a perder oportunidades claras de gol, com Vanaken, capitão da equipe, e Tzolis, artilheiro do time nesta temporada.

O Aston Villa que só queria voltar para casa vivo, ganhou de presente um gol contra marcado por Mechele aos 37 minutos do segundo tempo. Depois desse lance, as coisas começaram a desandar para o Brugge.

   Comemoração do terceiro gol do Villa. Imagem: instagram Aston Villa FC)
 Comemoração do terceiro gol do Villa. Imagem: (Instagram Aston Villa FC)

Diante da sua torcida, a equipe além de marcar contra a própria meta, viu o seu principal jogador, Tzolis, cometer um pênalti, que foi crucial para o resultado. O pênalti foi convertido por Marco Asensio, jogador espanhol que chegou nessa janela. O fim de jogo foi melancólico para o Club Brugge, que nos acréscimos do segundo tempo desperdiçou chance de ir para a Inglaterra perdendo por um gol de diferença.

Na próxima quarta-feira (12), o Aston Villa receberá o Brugge para o jogo de volta no Villa Park, às 17h (horário de Brasília).

Jogadores do Club Brugge agradecendo a torcida após o fim da partida. (Imagem: Instagram Club Brugge)
Jogadores do Club Brugge agradecendo a torcida após o fim da partida. (Imagem: Instagram Club Brugge)

 

Os Reds garantiram a vantagem de 1x0 para o jogo de volta.
por
Giovanna Brito
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06/03/2025 - 12h

Na quarta-feira (5), Liverpool e PSG se enfrentaram no jogo de ida pelas oitavas de final da Champions League no Parc des Princes, em Paris. A partida terminou com a vitória dos ingleses, mas foi marcada pela grande ofensiva dos franceses e as ótimas defesas do goleiro Alisson.

Durante o primeiro tempo, a atuação foi totalmente parisiense. Com ótimos passes e construções quase impecáveis, o PSG se manteve com a maior posse de bola. Apesar da grande campanha do Liverpool, o time inglês só pressionou os rivais no começo, o que foi o suficiente para fazer com que os zagueiros se mantivessem em estado de alerta e não deixassem mais isso acontecer.

O primeiro chute ao gol do PSG veio aos 15 minutos do primeiro tempo, quando Dembélé construiu uma boa jogada pela direita. Ao driblar os rivais, o ponta chutou para o meio da grande área, a bola encontrou o volante João Neves, mas ele cavou errado. Isso foi suficiente para que os seus companheiros se encontrassem na partida e começassem uma série de construções para tirarem o fôlego dos torcedores. O resultado disso foi o primeiro gol do PSG, que apesar de ter sido anulado por impedimento, deixou claro o sufoco que o Liverpool estava passando.

Até os 30 minutos o time inglês não tinha realizado nenhuma finalização e se perdeu na presença de campo. Entretanto, o destaque do jogo foi para o goleiro Alisson, que salvou sua equipe diversas vezes, com defesas inacreditáveis. O brasileiro estrelou a noite na França, salvando o Liverpool de um placar arrebentador.

Na foto, Alisson Becker, goleiro do Liverpool, aparece sorrindo e levantando o punho direito em comemoração a vitória da partida.
Alisson celebra ao fim da partida. Imagem: REUTERS/Gonzalo Fuentes.

As oportunidades seguiam surgindo para o PSG durante o segundo tempo, uma vez que seus adversários não conseguiam adquirir posse da bola e quando a tinham não existia consistência. A primeira ofensiva dos Reds surgiu com um lance feio aos 28 minutos da segunda etapa. Darwin Nuñes disputava a bola com Marquinhos, mas acabou se chocando com o goleiro Donnarumma. O Liverpool não conseguia trocar mais que um passe, e quando o fazia era totalmente em vão.

Enquanto isso, a noite seguia incrível para Alisson. O camisa 1 já acumulava mais de 10 defesas impressionantes. Em contrapartida, isso significava a dificuldade dos franceses em marcar de uma vez por todas um ponto. Após uma substituição significante na equipe inglesa, tudo mudou: Salah, que até então estava tendo uma atuação inesperada, deu espaço para Elliott. Bastou um minuto para que a jogada da noite acontecesse, Darwin Nuñez ganhou a disputa de bola e abriu para o meia campista que chutou de primeira, deixando o goleiro no chão ao fim da segunda etapa. Um a zero para o Liverpool. O PSG até tentou, mas ficou desnorteado após o gol e não conseguiu cravar mais nada.

Elliot, meio campista do Liverpool, aparece correndo logo após marcar seu gol da partida. Em desfoque, o goleiro adversário aparece jogado no chão enquanto vê a bola entrar no gol.
Momento em que Elliott marca o gol da vitória do Liverpool. Imagem: REUTERS/Sarah Meyssonnier.

O Liverpool recebe o time francês para a decisão final na próxima terça-feira (11) às 17h (horário de Brasília) em Anfield, na Inglaterra.

Clube alemão abre o placar mas sofre no segundo tempo
por
Enrico Peres
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06/03/2025 - 12h

 

Nesta terça-feira (04), o Borussia Dortmund e o Lille se enfrentaram pelo jogo de ida das oitavas da Liga dos Campeões da Europa. Os dois clubes, que vem de momentos parecidos, protagonizaram um empate muito equilibrado na Alemanha. O Borussia vem de 3 vitórias e apenas 1 derrota nos últimos 5 jogos. Já o Lille, vem buscando vitória nesta temporada sob novo comando técnico de Bruno Genésio. 

O primeiro tempo de jogo começou bem equilibrado, com as duas equipes estudando a partida e se portando de uma forma mais defensiva. Aos 22 minutos, a bola sobrou para Adeyemi que, fora da área, deu um chute rasteiro, abrindo o placar para o Borussia. Após o gol, o time alemão começou a pressionar a saída de bola do Lille, mas a marcação foi pouco efetiva, devido à falta de criatividade do meio de campo do time alemão. O Lille respondia atacando pelo lado esquerdo do Borussia, com Ethan Mbappé que mostrava maior vantagem nos confrontos contra Svenson. O Borussia chegou a marcar o 2° gol em um escanteio, com o toque de Groß, mas anulado por impedimento.

Finalização de Adeyemi no gol do Borussia. Fonte: @BVB
Finalização de Adeyemi no gol do Borussia. Fonte: X @BVB

 

 

No segundo tempo, o Lille conseguiu manter mais a bola e tomou o controle do jogo, acertando a defesa e deixando o Borussia com poucas chances, devido aos espaços abertos cedidos pelos zagueiros alemães, Schlotterbeck e o capitão Enre. Aos 23 minutos da segunda etapa, após uma boa construção de AlexSandro com o volante Benjamin André, a bola chega para Jonathan David que espera Haraldsson infiltrar na área para o islandês empatar o jogo. O Lille continuou a dominar a partida e chegou a criar chances para virar, mas o empate persistiu.

Na próxima quarta-feira (12), o Lille recebe o Borussia para o jogo de volta, na Decathlon Arena, às 14h45 (horário de Brasília).

Os merengues venceram o rival Atlético de Madrid na primeira partida das oitavas.
por
Theo Ortiz Fratucci
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06/03/2025 - 12h

 

Na última terça-feira (04), o Real Madrid recebeu o Atlético de Madrid no Santiago Bernabéu em um dérbi madrileño válido pelo jogo de ida das oitavas de final da Champions League e venceu o seu rival por 2 a 1.

Os colchoneros foram com força máxima para a partida, repetindo a base do time que ocupa o segundo lugar da liga espanhola. Já os merengues, foram com um desfalque importante no meio-campo. Suspenso por cartões amarelos, o inglês Jude Bellingham foi substituído por Brahím Diaz e o restante da equipe permaneceu com os titulares. 

Logo aos três minutos, após uma enfiada de bola de Valverde, Rodrygo costurou para o meio da área e acertou um belíssimo chute de perna esquerda, abrindo o placar para o Real. Na comemoração do gol, o atacante apontou para o patch que faz alusão aos quinze títulos de Champions dos madridistas, provocando o adversário, que nunca conquistou a competição. 

O Real ditava o jogo até então, dominando completamente a partida e sem correr perigo. Aos 31 minutos, a reação dos colchoneros apareceu. Em uma jogada individual de Julián Alvarez, o atacante argentino driblou Camavinga e acertou um chute perfeito da lateral da área sem chances para o goleiro Courtois, provocando o empate. Após o gol, ambas as equipes diminuíram o ritmo e não se arriscaram muito até o intervalo.  

No início da segunda etapa, o jogo permaneceu pouco movimentado, mas dessa vez, o Real Madrid tinha um domínio maior sob o Atlético. Não demorou muito para essa superioridade se transformar no restabelecimento da vantagem para o lado dos merengues. Após triangulação com Vinicius Jr. e Mendy, Brahim Díaz invadiu a área adversária e deixou o zagueiro Giménez no chão com um belo drible, que cortou para a direita e chutou rasteiro no canto, sem dar chances para o goleiro Oblak. Real Madrid na frente novamente.

Lance do gol de Brahim Díaz em confronto com o Atlético de Madrid.
Lance do gol de Brahim Díaz em confronto com o Atlético de Madrid. Foto: Thomas Coex / GettyImages

O Atlético teve algumas chances isoladas, uma delas com Griezmann, que obrigou Courtois a se esticar e fazer uma bela defesa. Porém, o controle do jogo seguiu nas mãos do time da casa, que teve a chance de ampliar o marcador nos acréscimos, mas Mbappé errou um passe que deixaria Vinicius Jr. na cara do gol sem marcadores, e no rebote, Modric chutou nas mãos do goleiro. 

Os donos da casa finalizaram o jogo com 2 a 1, construindo uma vantagem para o jogo da volta que ocorrerá dia 12/03, no Riyadh Air Metropolitano, estádio do Atlético.  

 

Gunners aplica goleada no time holandês e encaminham vaga para as quartas de final
por
João Lucas Palhares
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06/03/2025 - 12h

Na última terça feira (04), o PSV recebeu os Gunners no Phillips Stadion, em uma partida válida pelas oitavas de final da Champions League. O time inglês não tomou conhecimento do adversário e aplicou uma goleada. 

O primeiro tempo começou com os donos da casa atacando. Aos 15 minutos, em um cruzamento, o goleiro do Arsenal, David Raya saiu mal e sobrou para o Saibari, que chutou direto no travessão. Com o maior domínio da posse de bola, os Gunners abriram o placar com Timber de cabeça aos 17 minutos. Logo em seguida, em uma bela troca de passes aos 20 minutos, Ethan Nwaneri finalizou forte e fez o segundo gol. Aos 30 minutos, uma confusão na defesa dos holandeses fez com que a bola sobrasse para Mikel Merino, que bateu colocado e fez o terceiro gol. PSV ainda descontou com um pênalti convertido por Noa Lang, fechando o primeiro tempo em 3 a 1. 

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Nwaneri e Lewis-Skelly lado a lado. Reprodução: Arsenal 

Na volta do intervalo, os Gunners não tiraram o pé e, com três minutos no segundo tempo, fizeram mais 2 gols: Um de Odegaard aos 46 minutos e outro do Trossard aos 47. Os holandeses continuaram tentando, e Noa Lang arriscou um chute de fora que passou à esquerda do gol do Raya. No entanto, estava difícil parar o time londrino. Odegaard fez seu segundo gol em uma finalização de fora da área, e em uma falha do Benítez, a bola entrou.

Aos 84 minutos, Odegaard viu Calafiori passando entre os zagueiros e deu um belo passe enfiado. O italiano chutou bem, fechando a partida em uma goleada de 7 a 1. 

O Arsenal chega ao jogo de volta com uma grande vantagem, que acontecerá na próxima quarta-feira (12), às 17h (horário de Brasília), no Emirates Stadium.