A Copa do Mundo 2026 começou com goleada de um dos anfitriões, os Estados Unidos, e com uma vitória surpreendente da Austrália. Confira mais detalhes sobre as partidas do Grupo D:
Estados Unidos 4 X 0 Paraguai
Os Estados Unidos venceram o Paraguai por 4 a 1 no jogo de estreia das duas equipes, pertencentes ao Grupo D, na Copa do Mundo. A partida ocorreu na última sexta-feira (12), no Los Angeles Stadium, em Inglewood, Califórnia. Os norte-americanos dominaram a partida e garantiram seus primeiros três pontos na competição.
Desde os minutos iniciais, os anfitriões adotaram uma postura agressiva, pressionaram a saída de bola paraguaia e exploraram os espaços pelos lados do campo. Foi logo aos sete minutos da primeira etapa que a equipe comandada pelo técnico Mauricio Pochettino abriu o placar do jogo. Depois de uma jogada construída por Christian Pulisic, o volante paraguaio Damián Bobadilla desviou a bola em direção ao gol após cruzamento de Weston McKennie, marcando um gol contra.
O segundo gol veio aos 31 minutos, ainda do primeiro tempo. Pulisic pela ponta esquerda deu um passe para o centroavante americano, Folarin Balogun que, de dentro da área, finalizou de primeira e ampliou o placar.
Já nos acréscimos do mesmo período, Balogun recebeu a bola na entrada da área pela direita, cortou o zagueiro paraguaio em direção a marca penal, finalizou com a perna esquerda no ângulo do goleiro Orlando Gill e fez com que os Estados Unidos fossem para o intervalo com uma vantagem de 3 a 0.
Na volta do intervalo, os paraguaios buscaram uma postura mais ofensiva e aos 28 minutos do segundo tempo conseguiram diminuir a diferença no placar. Após um passe de Julio Enciso, Mauricio chegou na área, finalizou e marcou o único gol da equipe sul-americana na partida. Apesar de não ameaçarem a vitória dos donos da casa, o marco foi histórico, pois encerrou o jejum da seleção de 16 anos sem marcar gols em Copas do Mundo.
Mesmo assim, os EUA continuaram sufocando a equipe paraguaia com grande superioridade no volume de jogo, o que dificultou ainda mais a tentativa da equipe de conter as transições americanas.
Já nos acréscimos finais, os anfitriões aproveitaram mais uma desatenção defensiva da equipe adversária. Freeman tocou a bola para Giovani Reyna, que, com um toque sutil de genialidade, estufou as redes do goleiro paraguaio com um chute de trivela, gol que fechou o placar em 4 a 1. O resultado garantiu a maior goleada dos Estados Unidos em uma partida de Copa do Mundo e levou a seleção à liderança provisória do Grupo D.
Na próxima rodada, os Estados Unidos enfrentam a Austrália, na sexta-feira (19), às 16h (horário de Brasília), enquanto o Paraguai buscará a recuperação contra a Turquia no sábado (20), às 00h (horário de Brasília).
Austrália 2 X 0 Turquia
No último domingo (14), a Austrália venceu a Turquia por 2 a 0 na estreia das equipes pelo Grupo D da Copa do Mundo de 2026. Com capacidade para pouco mais de 54.000 pessoas, o palco da partida, o Estádio BC Place, em Vancouver, no Canadá, quase lotou e registrou a marca de 52.497 telespectadores presentes.
Pela primeira vez na história, Austrália e Turquia se enfrentaram em um Mundial, já que as duas seleções nunca tinham disputado uma mesma edição da competição. A seleção australiana voltou a vencer o primeiro jogo da Copa, algo que não acontecia desde 2006. Já os turcos, que estão em sua terceira participação no campeonato, saíram derrotados em todas as estreias que tiveram.
Com gols em ambos os tempos, o jogo – que ocorreu na madrugada de sábado para domingo aqui no Brasil – ficou marcado por destaques individuais e uma intensa entrega tática e física por parte dos Socceroos, o que permitiu sua eficiência tanto na defesa quanto no ataque. Mesmo com a bola durante maior parte do tempo, a seleção turca não traduziu esse domínio em chances claras de gol.
Os dez minutos iniciais foram uma amostra do que seria o restante do confronto. A Austrália, que esboçou uma pressão assim que o árbitro venezuelano Jesús Valenzuela apitou para a bola rolar, logo em seguida colocou sua estratégia em prática: comprometimento defensivo com uma linha de cinco atrás e saída rápida para os contra-ataques.
A Turquia, com seu estilo ofensivo e a qualidade de seus jogadores, tentava encontrar algum espaço para o caminho do gol. Dessa forma, em uma bonita jogada, o capitão e camisa 10 Çalhanoğlu tocou para Arda Güler, que fez um corta-luz. Kökçü dominou e passou para Güler, que já havia avançado para receber a bola. O camisa 8 ajeitou para a perna esquerda, mas chutou por cima da meta.
Até a parada para hidratação, a partida ficou mais equilibrada. As duas seleções tentaram, porém tiveram poucas oportunidades. Logo após o reinício, a Turquia teve sua primeira chance de perigo. Yilmaz cruzou pela esquerda para Arda Güler, que finalizou de primeira na entrada da área, e Beach agarrou a bola. Ali marcou o início das boas defesas que o goleiro australiano faria no restante do jogo.
A resposta da Austrália foi imediata. Depois da investida turca, os Socceroos partiram para o ataque com um lançamento em profundidade de Okon-Engstler para Irankunda. Já em seu domínio, o atacante de apenas 20 anos deixou Demiral para trás e ficou cara a cara com o goleiro Çakır. Irankunda chutou rasteiro no canto e abriu o placar para a seleção australiana aos 26 minutos do primeiro tempo. No momento do gol, o camisa 17 tornou-se o jogador mais jovem da Austrália a marcar em uma edição da Copa do Mundo.
A seleção turca quase empatou nos minutos seguintes. O zagueiro Bardakçı acertou um forte chute de fora da área. Antes de bater na trave, Beach havia parado a finalização com outra ótima defesa. Até o final do primeiro tempo, a Turquia teve uma troca de passes lenta e tentou muitas jogadas pela esquerda, mas longe de obter sucesso. No lado australiano, as transições ofensivas foram mais efetivas e levaram mais perigo.
A segunda etapa começou com chutes de fora da área de Çalhanoğlu e Yüksek. O segundo desviou e assustou Beach. Com sua principal arma defensiva e ofensiva no jogo aéreo, a Austrália quase ampliou o placar na cabeçada do capitão Souttar em cobrança de escanteio, mas parou na defesa de Çakır. Em seguida, Arda Güler bateu uma falta perigosa no canto de Beach, mas o goleiro de apenas 22 anos defendeu mais uma vez.
A partida ficou monótona por um bom tempo: a seleção australiana mantinha-se recuada e a Turquia colecionava finalizações travadas na defesa. Depois da parada para hidratação, Çalhanoğlu enfiou a bola para Çelik, que sem ângulo chutou em Beach. Aos 29 minutos do segundo tempo, o cenário dos turcos ficou ainda pior. Metcalfe arrancou pelo meio com liberdade e finalizou da entrada da área. Çakır não alcançou e a bola entrou no canto, para aumentar o placar para os Socceroos.
O restante do confronto resumiu-se em chutes de fora da área por parte da seleção turca, enquanto a Austrália defendia-se mais do que nunca. Çalhanoğlu cobrou uma falta que também parou no destaque Beach. Perto dos acréscimos finais, o craque turco ainda cruzou para Demiral. O zagueiro cabeceou para fora, em um dos raros momentos em que a Turquia levou vantagem sobre os gigantes defensores australianos. Jesús Valenzuela apitou pela última vez aos 51 minutos e confirmou os 2 a 0 para os australianos.
A Austrália volta a campo na próxima sexta-feira (19), às 16h (horário de Brasília) contra um dos anfitriões, os Estados Unidos, no Lumen Field, em Seattle. A partida marca o encontro de duas seleções que venceram seus compromissos de estreia. A Turquia, por sua vez, retorna aos gramados no próximo sábado (20), às 00h (horário de Brasília), para enfrentar o Paraguai, no Levi’s Stadium, em Santa Clara, nos Estados Unidos. Os confrontos são válidos pela segunda rodada do Grupo D da Copa do Mundo e podem definir a classificação das seleções para a fase de mata-mata.
No último domingo (14), o Grupo F finalizou a primeira rodada com muitas emoções. O empate de 2 a 2 entre Japão e Holanda foi o duelo de gigantes da noite. Suécia estreia na Copa do Mundo de 2026 com goleada para cima da Tunísia por 5 a 1.
JAPÃO X HOLANDA
No último domingo (14), no AT&T Stadium, no Texas, Holanda e Japão protagonizaram uma das partidas mais disputadas, até o momento, da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Em jogo finalizado em 2 a 2, a Laranja Mecânica teve chances para concretizar a vitória, mas levou o empate no final e desperdiçou os três pontos.
Invictos desde setembro de 2025, a seleção nipônica conquistou resultados históricos recentes, como uma virada de 3 a 2 sobre o Brasil, em outubro do mesmo ano, e uma vitória por 1 a 0 contra a Inglaterra em março de 2026. Nos últimos amistosos pré Copa, foram 3 vitórias, contra Escócia, Islândia e os já citados ingleses, respectivamente.
A Holanda, por outro lado, apesar de fazer um excelente ciclo antes do mundial, com uma campanha invicta nas eliminatórias, deixou a desejar nos compromissos anteriores à Copa. A seleção neerlandesa perdeu para a Argélia, por 1 a 0, e sofreu para vencer o Uzbequistão, por 2 a 1, nos últimos dois amistosos.
Esse foi o quarto confronto entre as duas seleções na história e o segundo em Copas do Mundo. O primeiro duelo havia ocorrido em 2009, com vitória neerlandesa. Em quatro jogos disputados, o Japão ainda não conseguiu vencer os Países Baixos.
A partida realizada no Texas reunia os dois favoritos do grupo F da Copa do Mundo de 2026. Segundo o site Polymarket, a Holanda lidera o favoritismo com 48% de chance de liderança, enquanto o Japão ocupa a segunda colocação com 27%.
Apesar da esperança de uma partida disputada, a seleção Japonesa contou com problemas antes da partida. Os considerados destaques da equipe Kaoru Mitoma e Takumi Minamino tiveram lesões que impossibilitaram suas participações no mundial. Além disso, às vésperas do início da competição, o capitão Wataru Endo também foi cortado após uma fratura no pé esquerdo.
O Japão, então, entrou escalado em um 3-4-3 para a partida. Suzuki, Watanabe, Taniguchi e Ito formaram a linha defensiva; Doan, Kamada, Sano e Nakamura no meio de campo; no comando do ataque, Kubo, Maeda e Ueda.
Por sua vez, a Laranja Mecânica saiu para jogo em 4-3-3 com: Verbruggen, Dumfries, Van Dijk, Van Hecke e Van de Ven; Gravenberch, Reijnders e De Jong; Gakpo, Malen e Summerville.
A Holanda assustou logo aos 2 minutos, com um bom pivô do centroavante Donyell Malen, que girou em cima de dois marcadores, mas parou no goleiro Zion Suzuki. Ainda no primeiro tempo, a Holanda voltou a pressionar, em escanteio, com cabeceios de Malen e Van de Ven. A melhor chance do Japão na primeira etapa ocorreu com Nakamura, aos 43, que dentro da área adversária finalizou para fora, gerando perigo.
A primeira etapa contou com comportamentos semelhantes entre as equipes. Ambas seleções não marcaram pressão, optaram pela execução de duas linhas próximas à grande área defensiva, numa espécie de 5-4-1. O começo de jogo teve domínio da Holanda, que conseguiu triangular a bola no campo ofensivo. Os japoneses, por sua vez, adotaram um comportamento mais reativo, tentaram sair em velocidade. Um jogo equilibrado com poucas finalizações.
Os gols ficaram reservados para os 45 minutos finais da partida. Com vantagem na média de altura, a Holanda utilizou da bola aérea para abrir o placar com Van Dijk. O zagueiro subiu sem marcação na grande área e marcou de cabeça aos cinquenta minutos.
Contudo, os japoneses reagiram rápido e empataram a partida seis minutos depois, em uma finalização bem trabalhada do volante Nakamura, que contou com desvio de um atleta adversário. A alegria asiática não durou muito. Após drible de Gravenberch, Summerville colocou novamente a seleção neerlandesa à frente do placar no minuto sessenta e quatro. Os europeus tiveram chances para matar a partida, mas pararam no protagonismo do goleiro japonês. O empate veio aos 88 minutos, em escanteio, após cabeceio do atacante Ogawa, que desviou no volante Kamada.
O treinador japonês Hajime Moriyasu protagonizou uma cena curiosa na partida. Ele utilizou de uma placa improvisada para informar o tempo da partida aos seus atletas. Essa estratégia chamou a atenção nas redes sociais. Após o apito final, os torcedores asiáticos mantiveram a tradição já consagrada em outros eventos de limpar as arquibancadas.
O empate mostrou que a seleção japonesa pode bater de frente com as consideradas favoritas. A Holanda, por sua vez, apresentou um jogo sólido e tende a se classificar para o mata-mata.
SUÉCIA X TUNÍSIA
No último domingo (14), a seleção da Suécia estreou na Copa do Mundo contra a seleção da Tunísia, no Estádio El Gigante de Acero, em Monterrey, no México. Os europeus aplicaram uma goleada de 5x1 contra os tunisianos depois de um segundo tempo dominante. Alexander Isak foi eleito o jogador da partida com um gol e duas assistências.
Aos 6 minutos, depois do erro do goleiro tunisiano, Abdelmouhib Chamakh, a bola caiu nos pés de Gyökeres, que, depois de um drible, bateu em direção ao gol. A defesa adversária tirou a bola e o rebote ficou com Ayari que chutou forte e abriu o placar. Segundo a FIFA, a bola atingiu velocidade de 119km/h. Yasin Ayari, filho de pai tunisiano e mãe marroquina, preferiu não comemorar o gol.
Aos 30 minutos, em contra-ataque, Isak aumentou a vantagem e marcou o segundo gol sueco da noite. Aos 43 da primeira etapa, depois de um cruzamento de Hannibal Mejbri, Omar Rekik marcou de cabeça e diminuiu o placar para os tunisianos. Com o placar em 2x1, e com os africanos com uma moral alta, a expectativa era de um duelo equilibrado para a segunda etapa.
Aos 59 minutos do segundo tempo, após mais um erro de saída de bola da Tunísia, Isak conseguiu um desarme e a bola sobrou para Gyökeres, que finalizou na saída do goleiro e marcou mais um para o time sueco. Os erros consecutivos de passes perto da área adversária custaram caro para a Tunísia, que não teve criatividade para construir boas oportunidades de gol. Mejbri foi o principal destaque da seleção africana. O meia buscava jogo e tentava criar chances, além de sua assistência no primeiro tempo, mas o resto do elenco não conseguia acompanhar seu camisa 10.
Com a vitória quase que declarada, a Suécia de Graham Potter, optou por diminuir o ritmo e valorizar a posse de bola, enquanto a equipe adversária não mostrava forças para reagir. Mesmo assim, aos 38 minutos do segundo tempo, o meia Svanberg recebeu cruzamento, bateu de primeira e marcou. O lance inicialmente havia sido anulado por impedimento, mas foi revisado e validado pelo desvio de Isak, que iniciou um novo lance e tornou a posição legal. E para fechar o placar, num chute fora da área, durante os acréscimos, o camisa 18, Ayari, marcou mais um e declarou a vitória por goleada dos suecos.
Demissão de Lamouchi
Após a goleada sofrida, a Tunísia anunciou a demissão do técnico Sabri Lamouchi. Segundo o jornalista Romain Molina, a Federação Tunisiana de Futebol (FTF), tomou a decisão após as repercussões negativas do resultado. É apenas a quarta vez na história da Copas que um comandante é tirado do cargo com a competição em andamento. O provável substituto de Lamouchi é Mondher Kebaier, atual diretor técnico da FTF, que já teve uma passagem como técnico da seleção tunisiana antes.
De volta a uma Copa após oito anos, a Suécia se tornou a primeira e única vencedora do grupo F nesta primeira rodada, o que garantiu 3 pontos e a liderança do grupo. Logo abaixo estão Japão e Holanda, ambos com 1 ponto cada. E na lanterna do grupo, está a Tunísia com nenhum ponto. A Suécia enfrentará, no próximo sábado (20), a seleção da Holanda. Já a Tunísia jogará sua vida na competição contra o Japão, no próximo domingo (21).
No último domingo (14), as seleções do grupo E entraram em campo pela primeira vez na Copa do Mundo 2026. A Alemanha confirmou o favoritismo ao vencer com tranquilidade o Curaçao. No outro confronto, em jogo equilibrado, a Costa do Marfim fez gol no final do jogo e garantiu os três pontos.
Alemanha 7 X 1 Curaçao
A experiente seleção da Alemanha enfrentou a estreante Curaçao, às 14h. A partida foi disputada no Estádio NRG, em Houston, nos Estados Unidos. Com uma goleada por 7 a 1, os alemães iniciaram a campanha no torneio de forma avassaladora.
Foi a segunda vez na história das Copas do Mundo que a seleção alemã alcançou esse placar.A última ocasião foi nas semifinais da Copa do Mundo de 2014, quando a Alemanha venceu o Brasil por 7 a 1 no Mineirão, em Belo Horizonte (MG). O resultado ficou marcado como uma das derrotas mais traumáticas da história da Seleção Brasileira e voltou à memória dos torcedores com a repetição do placar neste domingo.
A etapa inicial foi movimentada e contou com boas oportunidades para os dois lados. A Alemanha abriu o placar logo aos seis minutos, com o volante Félix Nmecha.
Aos 20 minutos, Curaçao fez história ao marcar seu primeiro gol em Copas do Mundo. O lateral-direito Livano Comenencia, do Zurich, aproveitou uma sobra de bola na área e deixou tudo igual.
Apesar do controle da partida, a Alemanha demorou a transformar sua superioridade em gols. A recompensa veio com Schlotterbeck, que marcou de cabeça aos 38, após insistir nas jogadas aéreas. Pouco antes do intervalo, Nmecha sofreu pênalti e Kai Havertz fez o 3 a 1 ao converter a cobrança.
Apesar do susto inicial, a Alemanha foi para o intervalo com a vantagem no placar. Na volta do vestiário, os germânicos não deram folga aos caribenhos.
A equipe comandada por Julian Nagelsmann precisou de apenas dois minutos para ampliar ainda mais o placar. O camisa 10 Jamal Musiala recebeu um lindo passe de Kimmich, cortou a defesa de Curaçao e bateu cruzado e rasteiro para fazer 4 a 1. Em seguida, mais dois: Nathaniel Brown, aos 23, e Deniz Undav, aos 33, deixaram a equipe caribenha no sufoco.
Todo o mínimo equilíbrio dos primeiros minutos do primeiro tempo inexistiu depois do intervalo. Curaçao não teve forças para reagir novamente, e os alemães ampliaram a vantagem com facilidade. Undav, que entrou no lugar de Musiala, foi decisivo para que a segunda etapa fosse mais tranquila, com duas assistências e um gol.
O último gol foi o diferencial: aos 43, Havertz recebeu bola esticada de Undav pelo meio do ataque, levou para a área e, de cavadinha, fez o 7 a 1 na saída do goleiro Room. O gol levou a Alemanha ao topo da artilharia da história da competição com 239 gols, ultrapassando o Brasil com 238.
Para o Curaçao, apesar da goleada, a partida ficará marcada na história. A seleção caribenha desbancou a Islândia e se tornou o menor país a marcar um gol em Copas do Mundo. Mesmo com o placar elástico no segundo tempo, o espírito da pequena ilha caribenha estava representado nas arquibancadas pelos seus torcedores, que mesmo após a derrota na sua estreia mantiveram o espírito esportivo e continuaram dando apoio e viram sua seleção escrever um capítulo inédito no futebol mundial.
Costa do Marfim 1 X 0 Equador
Mais tarde, às 21h, no Philadelphia Stadium, em Filadélfia, nos Estados Unidos, a Costa do Marfim e o Equador estrearam na Copa do Mundo 2026. O placar do jogo foi magro, mas a partida ficou marcada por muito futebol.
O Equador vinha de 19 jogos de invencibilidade. A última derrota sob o comando de Sebastián Beccacece foi em setembro de 2024, quando perdeu para o Brasil nas eliminatórias. Enquanto isso, a Costa do Marfim, mesmo com a eliminação precoce na última Copa Africana de Nações (CAN), vinha de vitória sobre a França no último amistoso pré-copa e com uma defesa que não sofreu gols nas eliminatórias.
A partida começou no nível das expectativas, com uma pressão muito forte da La Tri. Aos dois minutos, Moisés Caicedo achou espaço na entrada da área e bateu, mas a bola saiu para linha de fundo. Já aos dez minutos, Hincapié acertou um cruzamento para Enner Valencia. Mesmo com espaço e tempo para dominar a bola e driblar o marcador, o atacante finalizou mal e a bola passou por cima do gol.
Mas não só de Equador vivia o jogo: aos 16 minutos, Bazoumana Touré cruzou uma bola que passou lambendo a trave de Hernán Galíndez. No minuto seguinte, a joia Marfinense Yan Diomande achou um passe espetacular para Elye Wahi, que pegou mal na bola e deixou fácil para Galíndez defender.
Com 23 minutos de jogo, em lambança da defesa, John Yeboah roubou a bola, e em um belo chute, carimbou a primeira de muitas traves do jogo. Após o começo épico, a partida esfriou, e o último grande momento foi no minuto 34, em que novamente Diomande achou uma bola perfeita para Nicolas Pépé, que foi lento demais e no momento do chute foi travado pela sólida defesa do Equador.
Com o início do segundo tempo, mesmo com o chute na trave de Valencia no primeiro minuto, a Costa do Marfim foi mais produtiva nas finalizações, principalmente com transições rápidas. Logo aos seis minutos, em contra-ataque, Diomande recebeu a bola na ponta direita do ataque e cruzou para Wahi dentro da área, mas ele acertou a trave.
Depois, aos doze minutos, Diomande recebeu uma bola na ponta esquerda, fez uma bela jogada individual e chegou muito próximo da pequena área, mas finalizou mal e a bola foi longe do gol. Os Elefantes chegaram mais uma vez aos 15 minutos. Em escanteio curto, Seko Fofana levou a bola até a entrada da área e cortou para o meio, mas a finalização foi travada, o que deixou a bola fácil para Galindez.
Aos 22 minutos, os marfinenses saíram jogando errado e possibilitaram que Preciado recebesse livre na ponta para tocar para Gonzalo Plata. quase na meia-lua, finalizar com força, mas no meio do gol, defesa fácil de Yahia Fofana.
Após a parada para hidratação o jogo esfriou. A partir daí, o Equador começou a ficar mais no ataque, porém era pouco efetivo ao explorar muitas bolas paradas. A chance mais perigosa foi uma falta aos 41 minutos, que foi desviada pela defesa. Enquanto isso, a Costa do Marfim tentava produzir perigo nos contra-ataques. Os Elefantes só chegaram aos 37 minutos após bela jogada de Yan Diomande para um chute travado de Konan dentro da área.
Mesmo em um momento de baixa no jogo, em que La Tricolor era relativamente melhor no jogo, os Elefantes chegaram ao gol. Aos 44 minutos de jogo, o zagueiro Wilfred Singo recebeu uma bola na lateral direita, disparou até o ataque e levou a bola até a entrada da área. O zagueiro tocou para Amad Diallo que completou com um belo tapa no canto esquerdo do gol. A partida terminou 1 a 0 para os martinenses, placar que encerrou a invencibilidade equatoriana.
Próxima rodada
Alemanha e Costa do Marfim lideram o grupo, com três pontos cada. Pelo saldo de seis gols positivo, os germânicos ficam com a primeira posição.
Na próxima rodada, as equipes voltam a campo no próximo sábado (20). Às 17h, Alemanha X Costa do Marfim, no BMO Field, em Toronto, Canadá. Às 21h, Equador X Curaçao, no Arrowhead Stadium, em Kansas City, Estados Unidos. Ambos os horários são de Brasília.
As disputas do Grupo A terminaram com vitória para o México, anfitrião da Copa do Mundo 2026, e Coreia do Sul, as duas partidas aconteceram respectivamente no Estádio Azteca e Estádio de Guadalajara, ambos em solo mexicano.
Os donos da casa fizeram o dever na abertura do mundial e bateram a África do Sul, por 2 a 0. Já os sul-coreanos venceram a Tchéquia, de virada, por 2 a 1. Veja os detalhes dos confrontos:
México X África do Sul
México e África do Sul protagonizaram a partida de abertura da Copa do Mundo de 2026, no histórico Estádio Azteca, na Cidade do México.
Com direito a três shows e um palco já consagrado na história do futebol mundial, o estádio sediou as finais das edições de 1970 e 1986 e agora vai ao seu terceiro Mundial, tornando-se o único da história a receber partidas de abertura em três Copas diferentes.
Antes da partida começar, o público vibrou com a apresentação de Shakira, que cantou "Dadi Dadi", música oficial do Mundial, além de shows de Bruna Boy, Maná, J Balvin, Belinda, Danny Ocean, Lila Downs e Los Ángeles Azules. A festa foi marcada por cores, dança e pela presença da atriz Salma Hayek, que deu boas-vindas ao mundo em nome do México.
A seleção da África do Sul chamou atenção antes mesmo de a bola rolar. Os jogadores entraram no estádio embalados por música e dança, em uma celebração que reforçou a identidade cultural do país.
Dentro das quatro linhas, o técnico Hugo Broos surpreendeu ao adotar um esquema com três zagueiros, com uma postura mais defensiva para reduzir os espaços do ataque mexicano e explorar contra-ataques rápidos.
Já o time comandado pelo técnico Javier Aguirre foi a campo com o 4-1-2-3, com o goleiro Raúl Rangel, os defensores Jesús Gallardo, Johan Vásquez, César Montes e Israel Reyes, os meias Érik Lira, Brian Gutiérrez e Álvaro Fidalgo, e a linha de frente com Julián Quiñones, Raúl Jiménez e Roberto Alvarado.
Do outro lado, o time sul-africano foi escalado com Ronwen Williams no gol, Khuliso Mudau, Ime Okon e Nkosinathi Sibis formando a linha de três defensores. Mbekezeli Mbokazi e Aubrey Modiba atuando como alas. No meio, Siphephelo Sithole, Teboho Mokoena e Jayden Adams, e à frente, Iqraam Rayners ao lado de Lyle Foster.
A arbitragem da partida foi inteiramente sul-americana e marcou um feito histórico: pela primeira vez, um árbitro brasileiro apitou o jogo de abertura de uma Copa do Mundo. Wilton Pereira Sampaio entrou em campo com os assistentes Bruno Boschilia e Bruno Pires, ambos brasileiros. O quarto árbitro foi Juan Gabriel Benítez, paraguaio, e na cabine do árbitro de vídeo atuou Nicolás Gallo, colombiano.
O primeiro tempo foi de pressão mexicana sobre os sul-africanos. Aos quatro minutos, em uma cobrança de lateral, Gutiérrez tocou para Reyes no fundo; que cruzou para a área e Raúl Jiménez, de primeira, soltou um bolão que parou nas mãos de Ronwen Williams e espalmou para escanteio.
Aos nove minutos, após um mau domínio de Sithole na entrada da área, Quiñones disparou sobre o volante, roubou a bola e marcou o primeiro gol da Copa. Aos 42, Quiñones ganhou na corrida de Sithole e chutou em cima do zagueiro e, na sobra, Alvarado tocou para o meio da área e Quiñones, ele de novo, apareceu para mandar um chute rasteiro na trave.
No segundo tempo, os mexicanos seguiram pressionando. Aos 49, Alvarado cruzou para Gutiérrez sair cara a cara com o goleiro, quando Sithole cometeu uma falta por trás e recebeu o primeiro cartão vermelho da partida.
Aos 67, veio o segundo gol; Alvarado, em belo cruzamento de canhota, encontrou Jiménez na entrada da pequena área para cabecear sozinho e inflamar a torcida mexicana. O artilheiro marcou seu primeiro gol na história das Copas do Mundo e encerrou um jejum de quatro edições sem balançar as redes.
O camisa 9 foi às lágrimas. Em 2020, Raúl sofreu uma fratura no crânio após um violento choque com o zagueiro David Luiz e chegou perto de encerrar a carreira. O gol também aliviou a cobrança que os torcedores faziam ao atacante: um dos maiores artilheiros da história da seleção mexicana, ele nunca havia marcado pelo México em uma Copa do Mundo.
Na reta final, a situação sul-africana se complicou ainda mais com a expulsão de Themba Zwane, aos 89 minutos, por agressão ao rosto de Alvarado. A equipe anfitriã soube administrar o placar, mesmo quando o mexicano César Montes também foi expulso, nos acréscimos do segundo tempo.
O México volta a campo no dia 18 de junho, contra a Coreia do Sul, em Guadalajara. A África do Sul, por sua vez, enfrentará a Tchéquia em Atlanta, nos Estados Unidos, na mesma data.
Coreia do Sul X Tchéquia
No estádio Akron, em Zopopan, uma das sedes mexicanas, Coreia do Sul e Tchéquia se enfrentaram no jogo que foi apenas o segundo desta edição de Copa, ainda no dia de abertura.
A Coreia, que vem de boas colocações em copas recentes, como um quarto lugar em 2002, sendo país sede, e duas oitavas de final em 2010 e 2022, foi para o jogo na América sonhando com uma nova classificação no mata-mata.
A geração coreana, que vem em boa fase após campanha invicta nas eliminatórias, ainda contava com o veterano Heung-Min Son, protagonista da seleção na última década, agora ocupando mais a posição de centroavante. Além do jogador que marcou época no Tottenham, outros destaques na seleção são o zagueiro Kim Min Jae e o atacante Lee-Kang In, ambos atuantes no futebol europeu.
Para a partida, Hong Myung-Bo, ex-capitão e atual técnico da seleção que, ainda como jogador, estava presente na campanha da seleção em 2002, montou o time coreano usando a mesma base usada nas eliminatórias e nos amistosos pré-copa, com uma linha de três zagueiros, um meio campo povoado e apenas um jogador no ataque. Lee-Kang In, que atua no meio-campo e na ponta, jogou como um meia recuado junto de Hwang Hee-Chang.
No lado Tcheco, que não jogava o mundial desde 2006, na Alemanha, a seleção foi para a estreia com otimismo, após conseguir sua vaga na repescagem, quando passou nos pênaltis pela Dinamarca.
Em um grupo equilibrado, o time coletivo montado por Miroslav Koubek, que chegou na seleção no começo do ano, aposta num estilo físico e no jogo aéreo, com o protagonista do time, Patrick Schick, no ataque.
No lado tático, a equipe repetiu o modelo usado nos últimos jogos, em um 5-4-1 até similar ao da Coreia, em um time que aposta nas corridas do ala-direito Coufal, que vem de boa temporada no Hoffenheim.
Já após o apito inicial, a Coreia do Sul dominou o jogo, usando da pressão na saída de bola dos tchecos e dificultando a ultrapassagem dos europeus do primeiro lado do campo para crescer na partida, mas sem conseguir transformar essas chances em gol.
Na tentativa de avançar, a Tchéquia acabou dando espaço para os avançados da Coreia conseguirem progredir com a bola no pé. Isso se transmitiu na melhor chance do primeiro tempo. Aos 38, Son conduziu, deixou no pé esquerdo e, mesmo de fora da área, chutou para raspar a trave tcheca.
Para o segundo tempo, a Tchéquia conseguiu pressionar e se mostrar mais presente no ataque. Aos treze minutos, em longa cobrança de lateral de Coufal, o capitão tcheco Krejci cabeceou para abrir o placar.
A Coreia do Sul não se abateu, e aos 22 minutos, após belo passe de Lee-Kang In, o volante Hwang In-Boom recebeu dentro da área, fazendo o corte no zagueiro e encobrindo o goleiro para o empate.
Faltando dez minutos para o fim, a Coreia aproveitou a chance no passe em profundidade para o Hwang In-Boom lançar o passe rasteiro para Hyeon-Gyu Oh virar a partida.
Após a vitória, a Coreia se prepara para o jogo na quinta-feira (18) contra o México, que também ganhou seu confronto, para buscar a liderança do grupo A. A Tchéquia, que também joga na quinta (18), enfrenta a África do Sul.
No último sábado (13), o Grupo C terminou a primeira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A seleção da Escócia finaliza em primeiro lugar na tabela com três pontos. Em seguida, Brasil e Marrocos empatam com um ponto cada, e abaixo está o Haiti sem pontos conquistados.
BRASIL X MARROCOS
A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo no último sábado (13), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, começou com forte pressão de Marrocos. Carlo Ancelotti escalou Lucas Paquetá na direita, Vini Jr na esquerda e a dupla Raphinha e Igor Thiago centralizada. Mesmo assim, o Brasil encontrou sérias dificuldades de organização e finalização.
A primeira resposta brasileira veio em jogada individual de Vini Jr, que cruzou para Igor Thiago cabecear para fora. A superioridade marroquina se transformou em gol aos 21 minutos, quando Saibari aproveitou uma falha de interceptação de Gabriel Magalhães em lançamento profundo para vencer Alisson. Além do placar desfavorável, o Brasil sofria com a atuação abaixo do esperado de Paquetá, que acumulava erros na saída de bola.
Mesmo sem apresentar um bom futebol coletivo, a Seleção buscou o empate aos 32 minutos. Bruno Guimarães serviu Vini Jr, que dominou, limpou a marcação e finalizou colocado para fazer 1 a 1. Nos acréscimos, após jogada de Paquetá e cruzamento de Douglas Santos, o atacante do Flamengo quase virou em tentativa de voleio. O placar parcial traduziu com fidelidade um primeiro tempo que começou com amplo domínio marroquino, mas terminou equilibrado.
A volta do intervalo trouxe novos nomes em campo para ambos times, como Fabinho, Matheus Cunha e Luiz Henrique para o lado brasileiro e Samir El Mourabet, Chemsdine Talbi, Anass Salah Edinei e Ayoube Amaimouni para o lado marroquino.
Apesar das substituições e do placar empatado, a segunda etapa da partida foi marcada por poucas oportunidades de gols. Marrocos deixou a defesa mais fechada e passou a ser menos perigoso, enquanto o Brasil teve dificuldades em estabelecer passes no ataque.
Aos 77 minutos, Matheus Cunha enviou a bola para Vini pela lateral esquerda, que recebeu e tocou no meio da área para Raphinha. O camisa 11 bateu forte no meio do gol, mas a jogada foi defendida pelo goleiro Yassine Bounou.
Nos acréscimos, 90+8, uma sobra de bola marroquina deu liberdade para o meio-campista Neil El Aynaoui chutar com força. O lance exigiu uma defesa de Alisson no canto direito. O goleiro deixou a bola escapar, e o atacante Walid Cheddira quase faz o segundo ponto de Marrocos em um rebote. O brasileiro conseguiu afastar a bola mais uma vez.
Com o empate, as equipes garantem um ponto na tabela. O resultado pesou para o Brasil, já que torcedores e a imprensa receberam a atuação da estreia com ares de derrota. O desempenho de Marrocos fez jus à força que a seleção vem construindo nos últimos anos.
Os próximos confrontos do Grupo C irão acontecer todos na sexta-feira, 19. Às 19H, em horário de Brasília, Escócia e Marrocos jogarão no Estádio de Boston, mais tarde, às 21H30, Brasil e Haiti se encontram no Estádio de Filadélfia para a segunda rodada da fase de grupos.
ESCÓCIA X HAITI
A primeira rodada do Grupo C terminou com a Escócia na liderança. Na noite de 13 de junho, no Gillette Stadium, em Boston (EUA), a equipe europeia derrotou o Haiti por 1 a 0 e assumiu a ponta da chave com três pontos. Brasil e Marrocos, que empataram na estreia, aparecem logo atrás com um ponto cada.
De volta à Copa do Mundo após 28 anos, os escoceses contaram com o protagonismo de John McGinn. Autor do gol da vitória, o meio-campista também recebeu o prêmio de melhor jogador em campo.
A seleção haitiana iniciou o confronto de forma agressiva e tentou ocupar o campo ofensivo desde os primeiros minutos. A chance mais perigosa da etapa inicial, porém, foi da Escócia. McTominay arriscou de fora da área e acertou a trave.
O único gol da noite saiu aos 28 minutos. Após cruzamento pela direita, Adams finalizou, mas Placide defendeu. No rebote, McGinn chutou e contou com um desvio em Bellegarde para vencer o goleiro haitiano.
Antes do intervalo, o Haiti quase empatou. Isidoro encontrou espaço pela esquerda e levantou a bola na área, Pierrot apareceu livre para concluir, mas parou na saída precisa do goleiro escocês Gunn.
A dinâmica do confronto teve pouca mudança na etapa final. Aos 72 minutos, a Escócia criou uma das melhores oportunidades para ampliar a vantagem. Após uma disputa de bola na entrada da área, McGinn ficou com a sobra e finalizou para fora.
A resposta haitiana veio logo depois. Providence avançou pelo setor ofensivo e encontrou Isidoro na área, o atacante finalizou com perigo e criou a principal oportunidade de empate da equipe caribenha.
Os números da partida refletem o equilíbrio visto em campo. As duas equipes acertaram três finalizações no alvo e dividiram a posse de bola igualmente. O Haiti ainda registrou maior volume de passes e 89% de precisão nas trocas de bola.
Apesar da derrota, os comandados de Sebastian Migné deixaram uma impressão positiva. A equipe apostou na velocidade e conseguiu criar dificuldades em diferentes momentos do confronto. A seleção caribenha, porém, segue em busca de sua primeira vitória na história das Copas do Mundo.
Os próximos compromissos das equipes acontecem no dia 19 de junho, a Escócia enfrenta o Marrocos às 19h (de Brasília) e o Haiti enfrenta a seleção Brasileira às 22h (de Brasília).