Centro histórico oferece cultura em dias comuns

O Centro de São Paulo une arte, história e muita gente, em um final de semana ordinário.
por
Helena Aguiar de Campos
Ingrid Luiza Lacerda
|
07/04/2026 - 12h

Sábado de sol, comida de boteco, cerveja gelada e música ao vivo entre a Galeria Metrópole e a Praça Dom José Gaspar. Um retrato simples — e ao mesmo tempo simbólico — de um dia comum no centro da grande São Paulo.

A praça foi construída nas primeiras décadas do século XX, e seu nome é uma homenagem ao arcebispo de São Paulo de 1939, Dom José Gaspar d’Afonseca e Silva. O local ainda abraça a segunda maior biblioteca da América Latina, a Biblioteca Mário de Andrade, inaugurada em 1925, um marco arquitetônico e cultural da cidade.

Já a Galeria Metrópole, abriu suas portas só em 1960 e, desde então, seu entorno foi ocupado por uma grande circulação de pessoas, o que favoreceu a presença de bares, cafés e restaurantes com propostas de refeição ao ar livre. Os anos passaram assim como os pontos dos estabelecimentos, mas o local ainda é bem frequentado, recheado de história e de cultura paulista e brasileira.

 

Frente à Galeria Metrópole, muitas mesas.
Frente à Galeria Metrópole, muitas mesas. Foto: Helena Campos/Agemt

 

Homem vendendo pirulitos
Homem vendendo pirulitos. Foto: Helena Campos/Agemt

 

Restaurante e boteco Cachaçaria do Rancho
Restaurante e boteco Cachaçaria do Rancho. Foto: Helena Campos/Agemt

 

Banda Sérgião e Negro Luxo
Banda Sérgião e Negro Luxo. Foto: Ingrid Lacerda/Agemt

 

Comidas e bebidas do restaurante Cachaçaria do Rancho.
Comidas e bebidas do restaurante Cachaçaria do Rancho. Foto: Helena Campos/Agemt

 

Mulher tomando cerveja no Cachaçaria do Rancho
Cerveja e samba ao vivo, nada mais brasileiro. Foto: Helena Campos/Agemt

 

Homem pichando mural na Praça Dom José Gaspar
Na Praça Dom José Gaspar, a arte se faz ao ar livre. Foto: Ingrid Lacerda/Agemt

 

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